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       <title>Geomática na Agricultura (GEO) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>MAPEAMENTO DE ÁREAS DEGRADADAS DE CAXIAS/MA UTILIZANDO O ÍNDICE DE VEGETAÇÃO POR DIFERENÇA NORMALIZADA</title>
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           <media:title type="plain">MAPEAMENTO DE ÁREAS DEGRADADAS DE CAXIAS/MA UTILIZANDO O ÍNDICE DE VEGETAÇÃO POR DIFERENÇA NORMALIZADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> GARCÊS, T. M. G., FERREIRA, M. N. M., VALE, E. L. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>degradação, pastagem, sensoriamento remoto</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Maranhão é um estado brasileiro integrante da região Nordeste que possui 217 municípios, divididos em regiões intermediárias e imediatas. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Maranhão é o estado que mais desmatou o cerrado em 2023. O desmatamento do cerrado tem chamado a atenção dos pesquisadores porque está em tendência de crescimento. Posto isto, o sensoriamento remoto tem sido usado para monitorar o desmatamento em áreas florestais. Através da análise de imagens de satélite, é possível identificar áreas desmatadas e monitorar a evolução do desmatamento ao longo do tempo. Dentro da gama de ferramentas disponíveis para o sensoriamento remoto, o NDVI (índice de vegetação por diferença normalizada) tem ganhado enorme destaque. Ele é um índice de estado da vegetação e indica a produção primária (produção de clorofila) e umidade local. Esse estudo tem como objetivo utilizar essas ferramentas para analisar as áreas degradadas do município de Caxias-MA, verificando a mudança na vegetação local. Foi realizada a comparação entre os anos de 2013 e 2023, onde foi possível observar a redução das áreas de vegetação densa e solos expostos e aumento da vegetação esparsa e corpos d’água.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> GARCÊS, T. M. G., FERREIRA, M. N. M., VALE, E. L. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>degradação, pastagem, sensoriamento remoto</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Maranhão é um estado brasileiro integrante da região Nordeste que possui 217 municípios, divididos em regiões intermediárias e imediatas. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Maranhão é o estado que mais desmatou o cerrado em 2023. O desmatamento do cerrado tem chamado a atenção dos pesquisadores porque está em tendência de crescimento. Posto isto, o sensoriamento remoto tem sido usado para monitorar o desmatamento em áreas florestais. Através da análise de imagens de satélite, é possível identificar áreas desmatadas e monitorar a evolução do desmatamento ao longo do tempo. Dentro da gama de ferramentas disponíveis para o sensoriamento remoto, o NDVI (índice de vegetação por diferença normalizada) tem ganhado enorme destaque. Ele é um índice de estado da vegetação e indica a produção primária (produção de clorofila) e umidade local. Esse estudo tem como objetivo utilizar essas ferramentas para analisar as áreas degradadas do município de Caxias-MA, verificando a mudança na vegetação local. Foi realizada a comparação entre os anos de 2013 e 2023, onde foi possível observar a redução das áreas de vegetação densa e solos expostos e aumento da vegetação esparsa e corpos d’água.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:58:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DO ESPAÇO TEMPORAL DE DESERTIFICAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BARREIRINHAS-MA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4134-analise-do-espaco-temporal-de-desertificacao-no-municipio-de-barreirinhas-ma?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ANÁLISE DO ESPAÇO TEMPORAL DE DESERTIFICAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BARREIRINHAS-MA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SANTOS, S. R. N. A., FERREIRA, M. N. M, SILVA, A. C., FERREIRA, P. R. S., FERNANDES, F. R. B.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>degradação, desmatamento, índice de vegetação</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>No estado do Maranhão a agricultura familiar está muito presente como principal atividade agrícola. A prática da roça no toco é muito executada no Maranhão resultando em grandes áreas desmatadas. Contudo, pode-se fazer uso do sensoriamento remoto que pode fornecer informações relevantes para a avaliação das condições da vegetação. Dessa forma,o objetivo desse trabalho foi analisar o processo de modificação da vegetação com o auxílio do sensoriamento remoto no município de Barreirinhas-MA nos anos de 2014 e 2023. Foram baixadas as imagens do site do USGS no qual, foi feita a correção atmosférica e os cálculos de NDVI para conseguir os índices de vegetação, bem como o nível de concordância dos mapas com índice Kappa. Assim, pode-se perceber que em corpos d’água houve uma redução de 27,19%, solo exposto um aumento de 12,81%, vegetação esparsa uma redução de 26,33% e não houve detecção no ano de 2023 da vegetação densa favorecendo nos futuros estágios de desertificação do solo na região.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SANTOS, S. R. N. A., FERREIRA, M. N. M, SILVA, A. C., FERREIRA, P. R. S., FERNANDES, F. R. B.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>degradação, desmatamento, índice de vegetação</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>No estado do Maranhão a agricultura familiar está muito presente como principal atividade agrícola. A prática da roça no toco é muito executada no Maranhão resultando em grandes áreas desmatadas. Contudo, pode-se fazer uso do sensoriamento remoto que pode fornecer informações relevantes para a avaliação das condições da vegetação. Dessa forma,o objetivo desse trabalho foi analisar o processo de modificação da vegetação com o auxílio do sensoriamento remoto no município de Barreirinhas-MA nos anos de 2014 e 2023. Foram baixadas as imagens do site do USGS no qual, foi feita a correção atmosférica e os cálculos de NDVI para conseguir os índices de vegetação, bem como o nível de concordância dos mapas com índice Kappa. Assim, pode-se perceber que em corpos d’água houve uma redução de 27,19%, solo exposto um aumento de 12,81%, vegetação esparsa uma redução de 26,33% e não houve detecção no ano de 2023 da vegetação densa favorecendo nos futuros estágios de desertificação do solo na região.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:55:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DO ASSOREAMENTO EM RESERVATÓRIO DE GRANDE PORTE NO SEMIÁRIDO ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4133-determinacao-do-assoreamento-em-reservatorio-de-grande-porte-no-semiarido-atraves-de-tecnicas-de-geoprocessamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DO ASSOREAMENTO EM RESERVATÓRIO DE GRANDE PORTE NO SEMIÁRIDO ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> LIMA, P. F. S., ARAÚJO, E. M., ARAÚJO, E. M., ASSIS, J. M. B., NOGUEIRA, D. H.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>erosão, SIG, EUPS</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O presente estudo tem como objetivos calcular a erosão localizada na bacia do reservatório Trussu, determinar o volume assoreado desde a sua construção e realizar uma estimativa de assoreamento para o futuro. Para isso, utiliza o modelo Equação Universal Perda de Solo integrado ao Sistema de Informações Geográficas. A estimativa da erosão localizada considerando o primeiro método para o cálculo da erosividade da chuva, para a bacia hidrográfica do reservatório Trussu apresentou: baixo grau de erosão, em 45,2% da área; alta, em 25,8% da área e muito alta, em 28,9% da área. A estimativa da erosão localizada considerando o segundo método para o cálculo da erosividade da chuva, para a bacia hidrográfica do reservatório Trussu apresentou: baixo grau de erosão, em 45,2% da área; moderada, em 25,8% da área e alta, em 28,9% da área. A produção de sedimento média para a bacia, respectivamente, foi de 3,65 e 1,01 t.ha-1.ano-1. O volume assoreado médio anual foi da ordem de 457.188,28 e 120.344,62 m3 o que resulta em uma taxa de assoreamento da ordem de 0,15 e 0,04%, respectivamente.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> LIMA, P. F. S., ARAÚJO, E. M., ARAÚJO, E. M., ASSIS, J. M. B., NOGUEIRA, D. H.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>erosão, SIG, EUPS</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O presente estudo tem como objetivos calcular a erosão localizada na bacia do reservatório Trussu, determinar o volume assoreado desde a sua construção e realizar uma estimativa de assoreamento para o futuro. Para isso, utiliza o modelo Equação Universal Perda de Solo integrado ao Sistema de Informações Geográficas. A estimativa da erosão localizada considerando o primeiro método para o cálculo da erosividade da chuva, para a bacia hidrográfica do reservatório Trussu apresentou: baixo grau de erosão, em 45,2% da área; alta, em 25,8% da área e muito alta, em 28,9% da área. A estimativa da erosão localizada considerando o segundo método para o cálculo da erosividade da chuva, para a bacia hidrográfica do reservatório Trussu apresentou: baixo grau de erosão, em 45,2% da área; moderada, em 25,8% da área e alta, em 28,9% da área. A produção de sedimento média para a bacia, respectivamente, foi de 3,65 e 1,01 t.ha-1.ano-1. O volume assoreado médio anual foi da ordem de 457.188,28 e 120.344,62 m3 o que resulta em uma taxa de assoreamento da ordem de 0,15 e 0,04%, respectivamente.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:52:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA VEGETAÇÃO NA TEMPERATURA URBANA DE SÃO LUÍS – MA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4132-influencia-da-vegetacao-na-temperatura-urbana-de-sao-luis-ma?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DA VEGETAÇÃO NA TEMPERATURA URBANA DE SÃO LUÍS – MA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, P. R. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., SILVA, A. C., SANTOS, S. R. N. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>impactos urbanísticos, NVDI, Ilhas de calor</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Neste estudo, foi mostrado que as técnicas de sensoriamento remoto, sistemas de informações geográficas e geoprocessamento, juntamente com as imagens Landsat, podem ser empregadas com alta confiabilidade para determinar índices de vegetação, especialmente o NDVI. O objetivo principal desta pesquisa foi investigar a mudança no índice de vegetação do município de São Luís, MA, ao longo dos anos de 2013 e 2023, através da utilização de imagens do satélite Landsat 8 para obter o NDVI e analisar como essa mudança afeta na temperatura urbana do município. Os resultados corroboram estudos anteriores, indicando que áreas com vegetação têm temperaturas mais baixas, contrastando com áreas sem vegetação. Árvores desempenham papel crucial na absorção de CO2, controle da temperatura e prevenção de enchentes. Mapas temáticos auxiliam na identificação de impactos urbanísticos e ambientais, essenciais para compreender as mudanças climáticas locais causadas pela expansão urbana desordenada.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, P. R. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., SILVA, A. C., SANTOS, S. R. N. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>impactos urbanísticos, NVDI, Ilhas de calor</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Neste estudo, foi mostrado que as técnicas de sensoriamento remoto, sistemas de informações geográficas e geoprocessamento, juntamente com as imagens Landsat, podem ser empregadas com alta confiabilidade para determinar índices de vegetação, especialmente o NDVI. O objetivo principal desta pesquisa foi investigar a mudança no índice de vegetação do município de São Luís, MA, ao longo dos anos de 2013 e 2023, através da utilização de imagens do satélite Landsat 8 para obter o NDVI e analisar como essa mudança afeta na temperatura urbana do município. Os resultados corroboram estudos anteriores, indicando que áreas com vegetação têm temperaturas mais baixas, contrastando com áreas sem vegetação. Árvores desempenham papel crucial na absorção de CO2, controle da temperatura e prevenção de enchentes. Mapas temáticos auxiliam na identificação de impactos urbanísticos e ambientais, essenciais para compreender as mudanças climáticas locais causadas pela expansão urbana desordenada.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:49:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE ÍNDICES ESPECTRAIS NA AFERIÇÃO DE DÉFICIT HÍDRICO NA CULTURA DO MILHO</title>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE ÍNDICES ESPECTRAIS NA AFERIÇÃO DE DÉFICIT HÍDRICO NA CULTURA DO MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, M. L., MOURA NETO, J. M., OLIVEIRA, C. E., SILVA, I. O., CALOU, V. B. C., SILVA, A. R. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>irrigação, sensoriamento remoto, ARP</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O trabalho teve como objetivo avaliar a assertividade de índices de vegetação no monitoramento do déficit hídrico em diferentes estádios fenológicos na cultura do milho. Os tratamentos impostos à cultura consistiram na aplicação de cinco níveis de reposição hídrica: 20%, 40%, 60%, 80% e 100% da ETc, aplicados em quatro fases da cultura: E1 –Inicial, E2 – Crescimento Vegetativo, E3 – Floração e E4 – Maturidade fisiológica. Foram avaliados 10 índices espectrais: NDVI, OSAVI, EVI, CIgreen, GNDVI, VARI, GLI, NGRDI ExG e RGVBI. Os voos foram realizados ao fim de cada estádio fenológico, utilizando uma Aeronave Remotamente Pilotada – ARP. Os dados foram sujeitos ao teste de Shapiro-Wilk e ao teste de correlação de Pearson. Dos resultados, apenas nas fases E2 e E3 os índices conseguiram captar e diferenciar as diferentes reposições hídricas impostas à planta. Apenas o NDVI, OSAVI e GLI exibiram correlação significativa no E2 e E3. Conclui-se, diante dos valores do R de Pearson, que os melhores índices para detectar o déficit hídrico na cultura do milho são o GLI e o NDVI.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4131-desempenho-de-indices-espectrais-na-afericao-de-deficit-hidrico-na-cultura-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, M. L., MOURA NETO, J. M., OLIVEIRA, C. E., SILVA, I. O., CALOU, V. B. C., SILVA, A. R. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>irrigação, sensoriamento remoto, ARP</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O trabalho teve como objetivo avaliar a assertividade de índices de vegetação no monitoramento do déficit hídrico em diferentes estádios fenológicos na cultura do milho. Os tratamentos impostos à cultura consistiram na aplicação de cinco níveis de reposição hídrica: 20%, 40%, 60%, 80% e 100% da ETc, aplicados em quatro fases da cultura: E1 –Inicial, E2 – Crescimento Vegetativo, E3 – Floração e E4 – Maturidade fisiológica. Foram avaliados 10 índices espectrais: NDVI, OSAVI, EVI, CIgreen, GNDVI, VARI, GLI, NGRDI ExG e RGVBI. Os voos foram realizados ao fim de cada estádio fenológico, utilizando uma Aeronave Remotamente Pilotada – ARP. Os dados foram sujeitos ao teste de Shapiro-Wilk e ao teste de correlação de Pearson. Dos resultados, apenas nas fases E2 e E3 os índices conseguiram captar e diferenciar as diferentes reposições hídricas impostas à planta. Apenas o NDVI, OSAVI e GLI exibiram correlação significativa no E2 e E3. Conclui-se, diante dos valores do R de Pearson, que os melhores índices para detectar o déficit hídrico na cultura do milho são o GLI e o NDVI.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:43:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE HIDROCLIMÁTICA DAS VARIAÇÕES METEOROLÓGICAS REGIONAIS E A EXPANSÃO DA IRRIGAÇÃO NO NOROESTE DE MINAS GERAIS, BRASIL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4130-analise-hidroclimatica-das-variacoes-meteorologicas-regionais-e-a-expansao-da-irrigacao-no-noroeste-de-minas-gerais-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ANÁLISE HIDROCLIMÁTICA DAS VARIAÇÕES METEOROLÓGICAS REGIONAIS E A EXPANSÃO DA IRRIGAÇÃO NO NOROESTE DE MINAS GERAIS, BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. L., TORMEN, G. P., ANDRADE, A. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>recursos hídricos, geoprocessamento, conflitos hídricos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Noroeste de Minas Gerais (NMG) é uma região significativa na produção de grãos no Brasil. A irrigação por pivô central na região aumentou em 84% entre 2010 e 2020, e registros de conflitos relacionados ao uso da água ocorrem desde 2000. Este estudo realizou uma análise hidroclimática dos recursos hídricos no NMG, utilizando dados orbitais e de campo relacionados a 567 pivôs, considerando a expansão da área irrigada na região ao longo dos anos, o regime de chuvas e o fluxo dos rios. Os resultados, demonstram uma diminuição significativa na precipitação e uma redução no fluxo dos rios em todas as sub-bacias analisadas. Ademais, o estudo mostra que os conflitos pelo uso da água no NMG, especialmente nas sub-bacias onde as demandas para irrigação já ultrapassam as vazões permissíveis para outorga, podem se intensificar, ressaltando a necessidade de implementar uma gestão sustentável e atualizada do uso da água na região do NMG. A implementação de políticas eficazes, a defesa do uso eficiente da água na agricultura e a promoção da colaboração entre diversos setores são vitais para enfrentar os desafios atuais e futuros.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4130-analise-hidroclimatica-das-variacoes-meteorologicas-regionais-e-a-expansao-da-irrigacao-no-noroeste-de-minas-gerais-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. L., TORMEN, G. P., ANDRADE, A. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>recursos hídricos, geoprocessamento, conflitos hídricos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Noroeste de Minas Gerais (NMG) é uma região significativa na produção de grãos no Brasil. A irrigação por pivô central na região aumentou em 84% entre 2010 e 2020, e registros de conflitos relacionados ao uso da água ocorrem desde 2000. Este estudo realizou uma análise hidroclimática dos recursos hídricos no NMG, utilizando dados orbitais e de campo relacionados a 567 pivôs, considerando a expansão da área irrigada na região ao longo dos anos, o regime de chuvas e o fluxo dos rios. Os resultados, demonstram uma diminuição significativa na precipitação e uma redução no fluxo dos rios em todas as sub-bacias analisadas. Ademais, o estudo mostra que os conflitos pelo uso da água no NMG, especialmente nas sub-bacias onde as demandas para irrigação já ultrapassam as vazões permissíveis para outorga, podem se intensificar, ressaltando a necessidade de implementar uma gestão sustentável e atualizada do uso da água na região do NMG. A implementação de políticas eficazes, a defesa do uso eficiente da água na agricultura e a promoção da colaboração entre diversos setores são vitais para enfrentar os desafios atuais e futuros.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:39:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>IDENTIFICAÇÃO DO NDVI DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE DUTRA-MA NOS ANOS DE 2013 E 2023</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4129-identificacao-do-ndvi-do-municipio-de-presidente-dutra-ma-nos-anos-de-2013-e-2023?format=html</link>
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           <media:title type="plain">IDENTIFICAÇÃO DO NDVI DO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE DUTRA-MA NOS ANOS DE 2013 E 2023</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. N. M., ARAÚJO, F. M. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>desflorestamento, vegetação, radiância</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O monitoramento é uma ferramenta muito utilizada para conhecimento do estado em que se encontra a vegetação. Por meio de imagens de satélites é possível detectar diferenças na paisagem de uma área que se deseja estudar por meio de diversos sensores que são capazes de captar a radiância emitidas pela superfície. Portanto, o objetivo do trabalho foi avaliar as mudanças na vegetação do município de Presidente Dutra-MA nos anos de 2013 e 2023. O NDVI é um método que permite identificar essas variações na vegetação por meio do software QGis. Primeiramente foram feitas as correções atmosféricas para evitar distorções nas imagens e em seguida foi calculado no próprio programa, o NDVI das imagens que foram selecionadas. A partir disso, quantificou-se essas áreas e em seguida validou-se estatisticamente os dados gerados pela ferramenta do próprio sistema. Os resultados obtidos no estudo foram significativos para o conhecimento de como as práticas agrícolas vem influenciando a vegetação com o uso de culturas anuais ou pastagens para criação bovina. Dessa forma, as áreas que apresentaram solos expostos foras reduzidas devido ao incentivo a produção agrícola e recuperação de áreas degradadas minimizando o desflorestamento e potencializando a regeneração da vegetação nativa.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4129-identificacao-do-ndvi-do-municipio-de-presidente-dutra-ma-nos-anos-de-2013-e-2023?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. N. M., ARAÚJO, F. M. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>desflorestamento, vegetação, radiância</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O monitoramento é uma ferramenta muito utilizada para conhecimento do estado em que se encontra a vegetação. Por meio de imagens de satélites é possível detectar diferenças na paisagem de uma área que se deseja estudar por meio de diversos sensores que são capazes de captar a radiância emitidas pela superfície. Portanto, o objetivo do trabalho foi avaliar as mudanças na vegetação do município de Presidente Dutra-MA nos anos de 2013 e 2023. O NDVI é um método que permite identificar essas variações na vegetação por meio do software QGis. Primeiramente foram feitas as correções atmosféricas para evitar distorções nas imagens e em seguida foi calculado no próprio programa, o NDVI das imagens que foram selecionadas. A partir disso, quantificou-se essas áreas e em seguida validou-se estatisticamente os dados gerados pela ferramenta do próprio sistema. Os resultados obtidos no estudo foram significativos para o conhecimento de como as práticas agrícolas vem influenciando a vegetação com o uso de culturas anuais ou pastagens para criação bovina. Dessa forma, as áreas que apresentaram solos expostos foras reduzidas devido ao incentivo a produção agrícola e recuperação de áreas degradadas minimizando o desflorestamento e potencializando a regeneração da vegetação nativa.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:36:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>GRAU DE CONFIABILIDADE NAS DECLARAÇÕES DO CADASTRO AMBIENTAL RURAL EM RELAÇÃO AS CERTIFICAÇÕES DE ÁREA DO SIGEF</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4128-grau-de-confiabilidade-nas-declaracoes-do-cadastro-ambiental-rural-em-relacao-as-certificacoes-de-area-do-sigef?format=html</link>
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           <media:title type="plain">GRAU DE CONFIABILIDADE NAS DECLARAÇÕES DO CADASTRO AMBIENTAL RURAL EM RELAÇÃO AS CERTIFICAÇÕES DE ÁREA DO SIGEF</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FONSECA JUNIOR, E. J., DIAS JUNIOR, E. S., REIS, L. C., REIS, T. E. S., KÖLLN, O. T.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>georreferenciamento, análise ambiental rural, acurácia topográfica</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O Código Florestal Brasileiro, sancionado em 2012, instituiu uma ferramenta para análise de propriedades rurais, o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Trata-se de um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais. A ferramenta de cadastro vem demonstrando algumas divergências, na seção de georreferenciamento, que visa identificar as informações do uso, ocupação do solo e perímetro. O presente trabalho tem como objetivo avaliar as divergências de informações obtidas pelo CAR em razão das diferentes formas de inserção de mapas e analisar a precisão e acurácia dos métodos. Para cada imóvel foi produzido o mapa a partir do Google Earth, em arquivo KML. Os mapas foram obtidos através da consulta pública do cadastro ambiental rural, disponibilizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, sobre a imagem orbital nele contida, estabelecendo-se comparativos para cada um dos métodos. As análises de comparações entre os métodos foram realizadas através de correlação simples, separadas em quatro grupos de acordo com o tamanho das propriedades. Os resultados obtidos indicaram que a qualidade do cadastro está diretamente ligada a qualidade da seção de georreferenciamento do aplicativo CAR, quando associado com os dados da certificação tem-se resultado mais confiável da declaração.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> FONSECA JUNIOR, E. J., DIAS JUNIOR, E. S., REIS, L. C., REIS, T. E. S., KÖLLN, O. T.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave: </b>georreferenciamento, análise ambiental rural, acurácia topográfica</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O Código Florestal Brasileiro, sancionado em 2012, instituiu uma ferramenta para análise de propriedades rurais, o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Trata-se de um registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais. A ferramenta de cadastro vem demonstrando algumas divergências, na seção de georreferenciamento, que visa identificar as informações do uso, ocupação do solo e perímetro. O presente trabalho tem como objetivo avaliar as divergências de informações obtidas pelo CAR em razão das diferentes formas de inserção de mapas e analisar a precisão e acurácia dos métodos. Para cada imóvel foi produzido o mapa a partir do Google Earth, em arquivo KML. Os mapas foram obtidos através da consulta pública do cadastro ambiental rural, disponibilizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, sobre a imagem orbital nele contida, estabelecendo-se comparativos para cada um dos métodos. As análises de comparações entre os métodos foram realizadas através de correlação simples, separadas em quatro grupos de acordo com o tamanho das propriedades. Os resultados obtidos indicaram que a qualidade do cadastro está diretamente ligada a qualidade da seção de georreferenciamento do aplicativo CAR, quando associado com os dados da certificação tem-se resultado mais confiável da declaração.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:33:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VANTAGENS E LIMITAÇÕES DO USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA O ACOMPANHAMENTO DE PASTAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4127-vantagens-e-limitacoes-do-uso-de-geotecnologias-para-o-acompanhamento-de-pastagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VANTAGENS E LIMITAÇÕES DO USO DE GEOTECNOLOGIAS PARA O ACOMPANHAMENTO DE PASTAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SILVA, M. A., PANDORFI, H., SILVA, L. M. C., ALMEIDA, G. L. P., LOPES, P. M. O., SANTANA, T. C.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>sensoriamento remoto, Índices de vegetação, agropecuária de precisão</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se com o presente estudo, avaliar as limitações e possibilidades de aplicações de veículos aéreos não tripulados (VANT) embarcado com sensor RGB e do satélite sentinel-2 em um sistema de pastejo em piquete rotacionado. O experimento foi conduzido na Fazenda experimental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), localizada em Garanhuns-PE (latitude de 8º 58' S, longitude de 36º 27' W e altitude de 866 m). Foi utilizado um piquete de 50 m x 50 m, delimitado por cerca eletrificada, sob pastagem de <i>Brachiaria decumbens </i>e taxa de lotação de 3,2 UA ha-1. Os períodos utilizados de ocupação e descanso do piquete foram de 7 e 28 dias, respectivamente. Os índices de vegetação avaliados foram o Visible Atmospherically Resistent Index (VARI) e Normalized Difference Vegetation (NDVI). O uso do VANT possibilitou o maior detalhamento da imagem e maior entendimento sobre a dinâmica dos fatores de influência sobre a área de pasto. O satélite é uma alternativa eficiente pelo nível de detalhamento dos sensores multiespectrais.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4127-vantagens-e-limitacoes-do-uso-de-geotecnologias-para-o-acompanhamento-de-pastagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SILVA, M. A., PANDORFI, H., SILVA, L. M. C., ALMEIDA, G. L. P., LOPES, P. M. O., SANTANA, T. C.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>sensoriamento remoto, Índices de vegetação, agropecuária de precisão</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se com o presente estudo, avaliar as limitações e possibilidades de aplicações de veículos aéreos não tripulados (VANT) embarcado com sensor RGB e do satélite sentinel-2 em um sistema de pastejo em piquete rotacionado. O experimento foi conduzido na Fazenda experimental da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), localizada em Garanhuns-PE (latitude de 8º 58' S, longitude de 36º 27' W e altitude de 866 m). Foi utilizado um piquete de 50 m x 50 m, delimitado por cerca eletrificada, sob pastagem de <i>Brachiaria decumbens </i>e taxa de lotação de 3,2 UA ha-1. Os períodos utilizados de ocupação e descanso do piquete foram de 7 e 28 dias, respectivamente. Os índices de vegetação avaliados foram o Visible Atmospherically Resistent Index (VARI) e Normalized Difference Vegetation (NDVI). O uso do VANT possibilitou o maior detalhamento da imagem e maior entendimento sobre a dinâmica dos fatores de influência sobre a área de pasto. O satélite é uma alternativa eficiente pelo nível de detalhamento dos sensores multiespectrais.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:30:30 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO PARA SELEÇÃO DE POTENCIAIS LOCAIS PARA CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS SUBTERRÂNEAS EM REGIÃO DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4126-modelo-digital-de-elevacao-para-selecao-de-potenciais-locais-para-construcao-de-barragens-subterraneas-em-regiao-do-semiarido-brasileiro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODELO DIGITAL DE ELEVAÇÃO PARA SELEÇÃO DE POTENCIAIS LOCAIS PARA CONSTRUÇÃO DE BARRAGENS SUBTERRÂNEAS EM REGIÃO DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P. K. S., SILVA, J. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>declividade, escassez hídrica, tecnologias sustentáveis</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;">A crise hídrica no semiárido nordestino representa um desafio significativo para a agricultura e a segurança alimentar, com a escassez de água impactando diretamente a vida rural. Estratégias de captação de água de chuva e a implementação de barragens subterrâneas (BSs) são fundamentais para garantir a reserva de água durante os períodos de seca. O avanço dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e a disponibilidade de softwares gratuitos têm sido cruciais no planejamento e implementação de infraestruturas hídricas eficientes. Um estudo realizado no semiárido do Nordeste brasileiro (NEB) empregou imagens de satélite para mapear as declividades do terreno, identificando áreas adequadas para a construção de BSs. A análise topográfica detalhada revelou que 71,48% do território é propício para a construção de BSs, com 24,89% das áreas classificadas como boas, 46,59% como regulares e 28,52% como restritas. Essa distribuição percentual sublinha a importância de uma análise minuciosa do relevo no planejamento de projetos hidrológicos sustentáveis. Objetiva-se elaborar um mapa de aptidão topográfica que identifique áreas potenciais para a construção de BSs, utilizando análises de imagens de satélite por meio de sensoriamento remoto.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P. K. S., SILVA, J. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>declividade, escassez hídrica, tecnologias sustentáveis</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;">A crise hídrica no semiárido nordestino representa um desafio significativo para a agricultura e a segurança alimentar, com a escassez de água impactando diretamente a vida rural. Estratégias de captação de água de chuva e a implementação de barragens subterrâneas (BSs) são fundamentais para garantir a reserva de água durante os períodos de seca. O avanço dos Sistemas de Informações Geográficas (SIG) e a disponibilidade de softwares gratuitos têm sido cruciais no planejamento e implementação de infraestruturas hídricas eficientes. Um estudo realizado no semiárido do Nordeste brasileiro (NEB) empregou imagens de satélite para mapear as declividades do terreno, identificando áreas adequadas para a construção de BSs. A análise topográfica detalhada revelou que 71,48% do território é propício para a construção de BSs, com 24,89% das áreas classificadas como boas, 46,59% como regulares e 28,52% como restritas. Essa distribuição percentual sublinha a importância de uma análise minuciosa do relevo no planejamento de projetos hidrológicos sustentáveis. Objetiva-se elaborar um mapa de aptidão topográfica que identifique áreas potenciais para a construção de BSs, utilizando análises de imagens de satélite por meio de sensoriamento remoto.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 10:24:35 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPOSTAS ESPECTRAIS DE SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA FLORESTA COM DIFERENTES ANOS DE IMPLANTAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4125-respostas-espectrais-de-sistemas-de-integracao-lavoura-pecuaria-floresta-com-diferentes-anos-de-implantacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESPOSTAS ESPECTRAIS DE SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA FLORESTA COM DIFERENTES ANOS DE IMPLANTAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> PEDROSA, A. C., ROCHA, I. M. O., MEDEIROS, A. S., SANTOS, L. C. R., SANTOS, G. A. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>geotecnologias, índice de vegetação, agricultura sustentável</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo trata sobre as respostas espectrais de sistemas de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) com diferentes anos de implementação e é contextualizado diante da problemática crítica das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agricultura e pecuária. Nesse contexto, a ILPF emerge como uma estratégia sustentável para lidar com essa problemática, representando uma alternativa que não apenas atende à crescente demanda por produtos pecuários, mas também contribui para a redução das emissões e captura de carbono. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi analisar a variabilidade temporal do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e Índice de Vegetação Melhorado (EVI) em áreas de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) com diferentes anos de implementação. O estudo foi realizado para a Unidade de Referência Tecnológica em ILPF – Fazenda Barbosa – Brejo – MA. A série temporal estudada contemplou o período de 2013 a 2023 na qual os dados foram apresentados em escala mensal. Os dados foram obtidos por meio da plataforma SATveg da Embrapa utilizando o filtro de nuvens para redução de ruídos. Os resultados mostraram variações sazonais no NDVI e EVI, influenciadas pelas condições climáticas e pelo manejo agrícola. As áreas de ILPF apresentam uma resposta vegetativa mais robusta durante a estação chuvosa, evidenciando a influência do sistema ILPF na modulação dessa resposta. Os índices, especialmente o NDVI e EVI, podem ter aplicações nos estudos envolvendo sequestro de carbono em áreas florestais, sendo relevante para iniciativas como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e o mercado de carbono.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> PEDROSA, A. C., ROCHA, I. M. O., MEDEIROS, A. S., SANTOS, L. C. R., SANTOS, G. A. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b>geotecnologias, índice de vegetação, agricultura sustentável</p>
<p><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo trata sobre as respostas espectrais de sistemas de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) com diferentes anos de implementação e é contextualizado diante da problemática crítica das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agricultura e pecuária. Nesse contexto, a ILPF emerge como uma estratégia sustentável para lidar com essa problemática, representando uma alternativa que não apenas atende à crescente demanda por produtos pecuários, mas também contribui para a redução das emissões e captura de carbono. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi analisar a variabilidade temporal do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e Índice de Vegetação Melhorado (EVI) em áreas de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) com diferentes anos de implementação. O estudo foi realizado para a Unidade de Referência Tecnológica em ILPF – Fazenda Barbosa – Brejo – MA. A série temporal estudada contemplou o período de 2013 a 2023 na qual os dados foram apresentados em escala mensal. Os dados foram obtidos por meio da plataforma SATveg da Embrapa utilizando o filtro de nuvens para redução de ruídos. Os resultados mostraram variações sazonais no NDVI e EVI, influenciadas pelas condições climáticas e pelo manejo agrícola. As áreas de ILPF apresentam uma resposta vegetativa mais robusta durante a estação chuvosa, evidenciando a influência do sistema ILPF na modulação dessa resposta. Os índices, especialmente o NDVI e EVI, podem ter aplicações nos estudos envolvendo sequestro de carbono em áreas florestais, sendo relevante para iniciativas como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e o mercado de carbono.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 17:23:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO COMPARATIVO DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO NA AGRICULTURA COM DADOS DE SENTINEL-2 E LANDSAT-8</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4006-estudo-comparativo-de-indices-de-vegetacao-na-agricultura-com-dados-de-sentinel-2-e-landsat-8?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO COMPARATIVO DE ÍNDICES DE VEGETAÇÃO NA AGRICULTURA COM DADOS DE SENTINEL-2 E LANDSAT-8</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> QUINTAS, A. B. F., MARTINS, I. B., FERREIRA, M. L., MACHADO, C. A., MARRA, S. O. D. O.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> gestão agrícola, geoprocessamento, agricultura de precisão.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Os índices de vegetação têm um papel crucial na agricultura de precisão e no monitoramento de culturas, fornecendo uma avaliação direta e confiável da condição e saúde das plantas. Neste contexto, conduzimos uma análise técnica comparativa do NDVI e do SAVI para identificação de cobertura vegetal, utilizando dados coletados por dois satélites, Landsat-8 e Sentinel-2. Os resultados indicam que há diferenças significativas na estimativa dos índices NDVI e SAVI entre os dados obtidos pelos satélites Landsat-8 e Sentinel-2. O Sentinel-2 apresentou valores mais elevados de NDVI e SAVI em áreas com solo exposto. No contexto da agricultura, o Landsat-8 mostrou um valor de NDVI ligeiramente mais baixo em comparação com o Sentinel-2, enquanto o SAVI, ambos os conjuntos de dados apresentaram valores próximos. O Sentinel-2, com sua alta resolução espacial, mostrou-se vantajoso em aplicações específicas, como na biomassa vegetal. Por outro lado, o Landsat-8, com seu histórico de monitoramento da Terra ao longo das décadas, ainda é uma fonte preferencial para estudos de escala temporal e grandes áreas.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4006-estudo-comparativo-de-indices-de-vegetacao-na-agricultura-com-dados-de-sentinel-2-e-landsat-8?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> QUINTAS, A. B. F., MARTINS, I. B., FERREIRA, M. L., MACHADO, C. A., MARRA, S. O. D. O.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> gestão agrícola, geoprocessamento, agricultura de precisão.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Os índices de vegetação têm um papel crucial na agricultura de precisão e no monitoramento de culturas, fornecendo uma avaliação direta e confiável da condição e saúde das plantas. Neste contexto, conduzimos uma análise técnica comparativa do NDVI e do SAVI para identificação de cobertura vegetal, utilizando dados coletados por dois satélites, Landsat-8 e Sentinel-2. Os resultados indicam que há diferenças significativas na estimativa dos índices NDVI e SAVI entre os dados obtidos pelos satélites Landsat-8 e Sentinel-2. O Sentinel-2 apresentou valores mais elevados de NDVI e SAVI em áreas com solo exposto. No contexto da agricultura, o Landsat-8 mostrou um valor de NDVI ligeiramente mais baixo em comparação com o Sentinel-2, enquanto o SAVI, ambos os conjuntos de dados apresentaram valores próximos. O Sentinel-2, com sua alta resolução espacial, mostrou-se vantajoso em aplicações específicas, como na biomassa vegetal. Por outro lado, o Landsat-8, com seu histórico de monitoramento da Terra ao longo das décadas, ainda é uma fonte preferencial para estudos de escala temporal e grandes áreas.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:54:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO POR DIFERENÇA NORMALIZADA DO MUNICÍPIO DE PENALVA-MA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4005-analise-do-indice-de-vegetacao-por-diferenca-normalizada-do-municipio-de-penalva-ma?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. N. M., ARAÚJO, F. M. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> desmatamento, monitoramento, queimadas.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A atividade agrícola desempenhada no município de Penalva-MA tem sido por muitos anos a horticultura, o plantio de mandioca e pastagens. Ao longo dos anos o índice de desmatamento por essas práticas veio aumentando a ponto de apresentarem números alarmantes. Assim, a prática do sensoriamento remoto tornou-se o método mais eficaz para o indentificação da vegetação por meio do NDVI que permite o monitoramento das alterações ocorridas com a biomassa. Dessa forma, o presente trabalho tem o objetivo de analisar por NDVI as mudanças na vegetação nos anos de 2000 e 2020. Foram feitos downloads das imagens no qual passaram por um pré processamento de correção atmosférica e em seguidas adicionadas no software QGIS para o cálculo do NDVI pela calculadora raste do próprio programa. Foi possível analisar uma redução na quantidade de área alagada devido a mudanças no índice de pluviosidade e um aumento em áreas com solo exposto devido a prática da roça no toco com queimadas frequentes exaurindo os nutrientes do solo bem como, a redução na vegetação esparsa resultado de abertura de novos campos agrícolas para implantação de novos cultivos.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4005-analise-do-indice-de-vegetacao-por-diferenca-normalizada-do-municipio-de-penalva-ma?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> FERREIRA, M. N. M., ARAÚJO, F. M. S., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> desmatamento, monitoramento, queimadas.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A atividade agrícola desempenhada no município de Penalva-MA tem sido por muitos anos a horticultura, o plantio de mandioca e pastagens. Ao longo dos anos o índice de desmatamento por essas práticas veio aumentando a ponto de apresentarem números alarmantes. Assim, a prática do sensoriamento remoto tornou-se o método mais eficaz para o indentificação da vegetação por meio do NDVI que permite o monitoramento das alterações ocorridas com a biomassa. Dessa forma, o presente trabalho tem o objetivo de analisar por NDVI as mudanças na vegetação nos anos de 2000 e 2020. Foram feitos downloads das imagens no qual passaram por um pré processamento de correção atmosférica e em seguidas adicionadas no software QGIS para o cálculo do NDVI pela calculadora raste do próprio programa. Foi possível analisar uma redução na quantidade de área alagada devido a mudanças no índice de pluviosidade e um aumento em áreas com solo exposto devido a prática da roça no toco com queimadas frequentes exaurindo os nutrientes do solo bem como, a redução na vegetação esparsa resultado de abertura de novos campos agrícolas para implantação de novos cultivos.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:47:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MONITORAMENTO DE ÍNDICES BIOFÍSICOS DA PALMA FORRAGEIRA E DADOS METEOROLÓGICOS POR MEIO DE SENSORIAMENTO REMOTO EM CONDIÇÕES SEMIÁRIDAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4004-monitoramento-de-indices-biofisicos-da-palma-forrageira-e-dados-meteorologicos-por-meio-de-sensoriamento-remoto-em-condicoes-semiaridas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MONITORAMENTO DE ÍNDICES BIOFÍSICOS DA PALMA FORRAGEIRA E DADOS METEOROLÓGICOS POR MEIO DE SENSORIAMENTO REMOTO EM CONDIÇÕES SEMIÁRIDAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P, K. S., DA SILVA, J. A. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> agricultura, pecuária, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No semiárido brasileiro, a escassez de forragem nativa eleva o custo da alimentação na pecuária leiteira. A palma forrageira é uma alternativa promissora. O estudo monitorou dois clones, ‘Orelha de Elefante Mexicana’ e ‘Miúda’, de 2019 a 2021, com imagens de satélite Sentinel-2 processadas no QGIS 3.22 para extrair SAVI, NDVI e NDRE, em Capoeiras-PE. Os resultados mostraram que ‘Miúda’ manteve um SAVI estável (0,13 a 0,19) e NDVI (0,24 a 0,39), enquanto ‘Orelha de Elefante’ variou mais em SAVI (0,11 a 0,23) e NDVI (0,15 a 0,49). A influência pluviométrica foi evidente, com variações nos índices refletindo a precipitação da região. Em 2020, a colheita impactou os índices, especialmente o NDRE, com ‘Miúda’ variando de 0,11 a 0,26 e ‘Orelha de Elefante’ de 0 a 0,34. O coeficiente de variação (CV) para ‘Miúda’ foi consistentemente baixo, indicando menor variabilidade em resposta às condições climáticas, ao passo que ‘Orelha de Elefante’ apresentou um CV de baixo a alto. O estudo validou o uso de sensoriamento remoto e geoprocessamento para monitorar culturas e destacou a palma forrageira como opção sustentável para pecuária leiteira no semiárido.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4004-monitoramento-de-indices-biofisicos-da-palma-forrageira-e-dados-meteorologicos-por-meio-de-sensoriamento-remoto-em-condicoes-semiaridas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P, K. S., DA SILVA, J. A. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> agricultura, pecuária, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No semiárido brasileiro, a escassez de forragem nativa eleva o custo da alimentação na pecuária leiteira. A palma forrageira é uma alternativa promissora. O estudo monitorou dois clones, ‘Orelha de Elefante Mexicana’ e ‘Miúda’, de 2019 a 2021, com imagens de satélite Sentinel-2 processadas no QGIS 3.22 para extrair SAVI, NDVI e NDRE, em Capoeiras-PE. Os resultados mostraram que ‘Miúda’ manteve um SAVI estável (0,13 a 0,19) e NDVI (0,24 a 0,39), enquanto ‘Orelha de Elefante’ variou mais em SAVI (0,11 a 0,23) e NDVI (0,15 a 0,49). A influência pluviométrica foi evidente, com variações nos índices refletindo a precipitação da região. Em 2020, a colheita impactou os índices, especialmente o NDRE, com ‘Miúda’ variando de 0,11 a 0,26 e ‘Orelha de Elefante’ de 0 a 0,34. O coeficiente de variação (CV) para ‘Miúda’ foi consistentemente baixo, indicando menor variabilidade em resposta às condições climáticas, ao passo que ‘Orelha de Elefante’ apresentou um CV de baixo a alto. O estudo validou o uso de sensoriamento remoto e geoprocessamento para monitorar culturas e destacou a palma forrageira como opção sustentável para pecuária leiteira no semiárido.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 15:34:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DO NDVI DO MUNICÍPIO DE SÃO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS-MA EM 2013 E 2023</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4003-identificacao-e-analise-do-ndvi-do-municipio-de-sao-raimundo-das-mangabeiras-ma-em-2013-e-2023?format=html</link>
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           <media:title type="plain">IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE DO NDVI DO MUNICÍPIO DE SÃO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS-MA EM 2013 E 2023</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ARAÚJO, F. M. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> biodiversidade, vegetação, monocultivos.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Atualmente as commodities possuem grandes áreas de produção aumentando sua produtividade a cada ano. No sul do estado do Maranhão pode-se observar enormes áreas com produção de milho, cana-de-açúcar e algodão sendo responsáveis por modificar a paisagem vegetativa do município. Essas mudanças devem ser monitoradas para preservação da biodiversidade da região. Uma alternativa, é uso do sensoriamento remoto por meio do modelo matemático do NDVI capaz de classificar a cobertura do solo e analisar as mudanças ocorridas em uma série histórica. Portanto, o objetivo desse trabalho foi analisar as mudanças sofridas pela vegetação por meio do NDVI do município de São Raimundo das Mangabeiras- MA nos anos de 2013 e 2023. Assim foram baixadas imagens do site do USGS e submetidas a correção atmosféricas para o cálculo do NDVI. Foi classificado os índices de acordo com valores estabelecidos e em seguida submetidos ao teste estatístico Kappa. Dessa forma, pode-se identificar que a área alagada aumentou devido a maior pluviosidade no ano de 2023 e as áreas de solo exposto e vegetação esparsa reduziram obtendo um aumento na área de vegetação densa e monocultivos com boa atividade fotossintética.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ARAÚJO, F. M. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> biodiversidade, vegetação, monocultivos.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Atualmente as commodities possuem grandes áreas de produção aumentando sua produtividade a cada ano. No sul do estado do Maranhão pode-se observar enormes áreas com produção de milho, cana-de-açúcar e algodão sendo responsáveis por modificar a paisagem vegetativa do município. Essas mudanças devem ser monitoradas para preservação da biodiversidade da região. Uma alternativa, é uso do sensoriamento remoto por meio do modelo matemático do NDVI capaz de classificar a cobertura do solo e analisar as mudanças ocorridas em uma série histórica. Portanto, o objetivo desse trabalho foi analisar as mudanças sofridas pela vegetação por meio do NDVI do município de São Raimundo das Mangabeiras- MA nos anos de 2013 e 2023. Assim foram baixadas imagens do site do USGS e submetidas a correção atmosféricas para o cálculo do NDVI. Foi classificado os índices de acordo com valores estabelecidos e em seguida submetidos ao teste estatístico Kappa. Dessa forma, pode-se identificar que a área alagada aumentou devido a maior pluviosidade no ano de 2023 e as áreas de solo exposto e vegetação esparsa reduziram obtendo um aumento na área de vegetação densa e monocultivos com boa atividade fotossintética.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 14:56:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO TEMPORAL DO ÍNDICE DE VEGETAÇÃO POR DIFERENÇA NORMALIZADA EM ARARI-MA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4002-variacao-temporal-do-indice-de-vegetacao-por-diferenca-normalizada-em-arari-ma?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VALE, E. L. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> cobertura vegetal, monitoramento, NDVI.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O sensoriamento remoto, é uma das ferramentas essenciais para análise e mapeamento (classificação) de determinadas áreas de interesse. Sobretudo esse estudo buscar dar ênfase na utilização de sensoriamento remoto e nas imagens do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, com a finalidade de compara os resultados obtidos de acordo com a respectiva porcentagem alcançada nos dados (NDVI) e apurar a ampliação dessas áreas e investigar a distribuição da planta no município. Esse estudo busca analisar os índices de vegetação do município de Arari-MA, analisando as alterações da cobertura vegetal. Com isso pode se observar que houve redução nas áreas de vegetação esparsa e nas áreas de solo exposto, enquanto que houve uma grande diminuição das áreas de vegetação densa ao longo de 10 anos. Os resultados se mostraram negativos, levando em conta que as áreas de solo exposto aumentaram muito, sendo assim as áreas propícias para a produção de culturas estão sendo reduzidas.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4002-variacao-temporal-do-indice-de-vegetacao-por-diferenca-normalizada-em-arari-ma?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VALE, E. L. S., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> cobertura vegetal, monitoramento, NDVI.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O sensoriamento remoto, é uma das ferramentas essenciais para análise e mapeamento (classificação) de determinadas áreas de interesse. Sobretudo esse estudo buscar dar ênfase na utilização de sensoriamento remoto e nas imagens do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, com a finalidade de compara os resultados obtidos de acordo com a respectiva porcentagem alcançada nos dados (NDVI) e apurar a ampliação dessas áreas e investigar a distribuição da planta no município. Esse estudo busca analisar os índices de vegetação do município de Arari-MA, analisando as alterações da cobertura vegetal. Com isso pode se observar que houve redução nas áreas de vegetação esparsa e nas áreas de solo exposto, enquanto que houve uma grande diminuição das áreas de vegetação densa ao longo de 10 anos. Os resultados se mostraram negativos, levando em conta que as áreas de solo exposto aumentaram muito, sendo assim as áreas propícias para a produção de culturas estão sendo reduzidas.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 14:42:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DINÂMICA DA RESPIRAÇÃO DO SOLO ASSOCIADA COM VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS EM LATOSSOLO COM E SEM VEGETAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4001-dinamica-da-respiracao-do-solo-associada-com-variaveis-meteorologicas-em-latossolo-com-e-sem-vegetacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DINÂMICA DA RESPIRAÇÃO DO SOLO ASSOCIADA COM VARIÁVEIS METEOROLÓGICAS EM LATOSSOLO COM E SEM VEGETAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ALVES, D. O., LUCENA, W. B., MACHADO, D. C., CONCEIÇÃO FILHO, J. F., PEREIRA, P., LA SCALA JÚNIOR, N.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> captura de oxigênio, emissão de CO2, relação solo-atmosfera.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para uma melhor monitorização da dinâmica do carbono no solo, bem como para investigar como o carbono do solo responde às alterações climáticas globais, é importante medir a respiração do solo em diferentes tipos de vegetação, solos e condições climáticas. O objetivo foi avaliar a respiração do solo (efluxo de CO2 e influxo de O2) em latossolos com e sem vegetação e a influência dos fatores meteorológicos sobre a respiração do solo. O experimento foi realizado numa área de 4 m2, o qual foi dividido em quatro parcelas de 1 m2. Os dados meteorológicos utilizados foram: temperatura do ar, umidade relativa do ar, pressão atmosférica e radiação fotossinteticamente ativa. Foi realizada uma análise multivariada para variabilidade diurna da respiração do solo, os dados foram agrupados, padronizados e submetidos a análise de componentes principais com agrupamentos. Conclui-se que a emissão de CO2 no solo independe da cobertura vegetal. O influxo de O2 do solo foi associado com a radiação fotossinteticamente ativa. Existe uma relação do efeito de raízes nos solos vegetados que afeta a capacidade de captura de oxigênio na atmosfera do solo.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ALVES, D. O., LUCENA, W. B., MACHADO, D. C., CONCEIÇÃO FILHO, J. F., PEREIRA, P., LA SCALA JÚNIOR, N.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> captura de oxigênio, emissão de CO2, relação solo-atmosfera.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Para uma melhor monitorização da dinâmica do carbono no solo, bem como para investigar como o carbono do solo responde às alterações climáticas globais, é importante medir a respiração do solo em diferentes tipos de vegetação, solos e condições climáticas. O objetivo foi avaliar a respiração do solo (efluxo de CO2 e influxo de O2) em latossolos com e sem vegetação e a influência dos fatores meteorológicos sobre a respiração do solo. O experimento foi realizado numa área de 4 m2, o qual foi dividido em quatro parcelas de 1 m2. Os dados meteorológicos utilizados foram: temperatura do ar, umidade relativa do ar, pressão atmosférica e radiação fotossinteticamente ativa. Foi realizada uma análise multivariada para variabilidade diurna da respiração do solo, os dados foram agrupados, padronizados e submetidos a análise de componentes principais com agrupamentos. Conclui-se que a emissão de CO2 no solo independe da cobertura vegetal. O influxo de O2 do solo foi associado com a radiação fotossinteticamente ativa. Existe uma relação do efeito de raízes nos solos vegetados que afeta a capacidade de captura de oxigênio na atmosfera do solo.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 14:38:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO TEMPORAL DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO EM BEQUIMÃO-MA UTILIZANDO O ÍNDICE DE VEGETAÇÃO NDVI</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4000-variacao-temporal-de-uso-e-ocupacao-do-solo-em-bequimao-ma-utilizando-o-indice-de-vegetacao-ndvi?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> GOME, C. V., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> agricultura, desflorestamento, NDVI.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Maranhão é um estado predominantemente de agricultura familiar que possui diversas culturas que são trabalhadas como hortaliças, mandioca, macaxeira e milho. O modelo de agricultura praticada no estado é a chamada roça no toco que consiste da queima da vegetação nativa para implantação de campos agrícolas. Assim se faz necessário o acompanhamento da mudança da vegetação ao longo dos anos e pode-se utilizar da técnica de sensoriamento remo por meio do modelo matemático do NDVI que permite analisar as mudanças que ocorreram na vegetação ao longo do tempo e identificar a sanidade das culturas. Dessa forma, o objetivo da pesquisa foi identificar o NDVI do município de Bequimão-MA nos anos de 2014 e 2023. Foram baixadas do site do USGS da NASA imagens do landsat 8 que em seguida passaram pelo processo de correção atmosférica e então foram adicionadas a calculadora raste para o cálculo de NDVI. Portanto, os resultados obtidos foram de um aumento nas áreas alagadas em 2023 quando comparado com 2014 e um aumento na área de solo exposto seguido de uma redução na vegetação esparsa representando a severidade do desflorestamento.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/4000-variacao-temporal-de-uso-e-ocupacao-do-solo-em-bequimao-ma-utilizando-o-indice-de-vegetacao-ndvi?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> GOME, C. V., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., RODRIGUES, R. C. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> agricultura, desflorestamento, NDVI.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Maranhão é um estado predominantemente de agricultura familiar que possui diversas culturas que são trabalhadas como hortaliças, mandioca, macaxeira e milho. O modelo de agricultura praticada no estado é a chamada roça no toco que consiste da queima da vegetação nativa para implantação de campos agrícolas. Assim se faz necessário o acompanhamento da mudança da vegetação ao longo dos anos e pode-se utilizar da técnica de sensoriamento remo por meio do modelo matemático do NDVI que permite analisar as mudanças que ocorreram na vegetação ao longo do tempo e identificar a sanidade das culturas. Dessa forma, o objetivo da pesquisa foi identificar o NDVI do município de Bequimão-MA nos anos de 2014 e 2023. Foram baixadas do site do USGS da NASA imagens do landsat 8 que em seguida passaram pelo processo de correção atmosférica e então foram adicionadas a calculadora raste para o cálculo de NDVI. Portanto, os resultados obtidos foram de um aumento nas áreas alagadas em 2023 quando comparado com 2014 e um aumento na área de solo exposto seguido de uma redução na vegetação esparsa representando a severidade do desflorestamento.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 14:30:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DA MUDANÇA DE VEGETAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BACABAL-MA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/3999-analise-da-mudanca-de-vegetacao-no-municipio-de-bacabal-ma?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ANÁLISE DA MUDANÇA DE VEGETAÇÃO NO MUNICÍPIO DE BACABAL-MA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, A. C., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., AGUIAR, S. R. N., FERREIRA, P. R. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> cobertura vegetal, geotecnologia, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.16px;">Os índices de vegetação por diferença normalizada (NDVI) são bastante empregadas no sensoriamento remoto , uma vez que apresenta-se como um método essencial quanto ao uso e análise da cobertura do solo. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi analisar a mudança da cobertura da vegetação no Município de Bacabal-MA nos anos de 2013 e 2023 utilizando imagens de LandSat 8 para análise de NDVI. Foram selecionadas imagens do dia 17/06/2013 e do dia 24/07/2023 no qual foram adicionadas em formato de GEOTIF para correção atmosférica com o uso da ferramenta SCP do software QGIS convertendo os dados de números digitais em reflectância. Em seguida, foram feito os cálculos de NDVI a partir do índice kappa que faz usode umamatrizdeconfusão estabelecendo assimosvalores parâmetros. A partir dos resultados obtidos foi possível observar e mapear a área estudada obtendo assim: Copos D'aguas -4,38%); solo exposto (-69,05%); vegetação esparsa(9,45%); vegetação densa (65,14%). Os valores encontrados representam áreas com vegetaçãodensa, com pouca ou nenhuma vegetação presente no Município.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/3999-analise-da-mudanca-de-vegetacao-no-municipio-de-bacabal-ma?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, A. C., FERREIRA, M. N. M., FERNANDES, F. R. B., AGUIAR, S. R. N., FERREIRA, P. R. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> cobertura vegetal, geotecnologia, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.16px;">Os índices de vegetação por diferença normalizada (NDVI) são bastante empregadas no sensoriamento remoto , uma vez que apresenta-se como um método essencial quanto ao uso e análise da cobertura do solo. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi analisar a mudança da cobertura da vegetação no Município de Bacabal-MA nos anos de 2013 e 2023 utilizando imagens de LandSat 8 para análise de NDVI. Foram selecionadas imagens do dia 17/06/2013 e do dia 24/07/2023 no qual foram adicionadas em formato de GEOTIF para correção atmosférica com o uso da ferramenta SCP do software QGIS convertendo os dados de números digitais em reflectância. Em seguida, foram feito os cálculos de NDVI a partir do índice kappa que faz usode umamatrizdeconfusão estabelecendo assimosvalores parâmetros. A partir dos resultados obtidos foi possível observar e mapear a área estudada obtendo assim: Copos D'aguas -4,38%); solo exposto (-69,05%); vegetação esparsa(9,45%); vegetação densa (65,14%). Os valores encontrados representam áreas com vegetaçãodensa, com pouca ou nenhuma vegetação presente no Município.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 14:17:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE ESPAÇO-TEMPORAL DO USO E COBERTURA DO SOLO: TRANSFORMAÇÕES EM REGIÕES DO SEMIÁRIDO BRASILEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/geomatica-na-agricultura-geo-3/3922-analise-espaco-temporal-do-uso-e-cobertura-do-solo-transformacoes-em-regioes-do-semiarido-brasileiro?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P. K. S., SILVA, J. A. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave<i>:</i></b> cobertura vegetal, NBE, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O presente estudo investigou a dinâmica espaço-temporal do semiárido nordestino brasileiro, com foco no uso do sensoriamento remoto e mapeamento de Uso e Cobertura do Solo (LULC) para compreender e mitigar a degradação territorial. Utilizando dados da plataforma MapBiomas Brasil, versão 8.0, foram analisadas mudanças na cobertura vegetal e uso do solo entre 2017 e 2022. Os resultados indicam um aumento de 7% na cobertura florestal, sugerindo uma possível recuperação, apesar de uma redução de 1% nos últimos três anos. Áreas Não Vegetadas mantiveram-se estáveis, enquanto Corpos D’água apresentaram um aumento significativo de 74%. Essas tendências refletem interações complexas entre fatores antrópicos e naturais na região. Para os agropecuaristas os dados fornecem insights valiosos para o planejamento e a gestão de suas atividades. O monitoramento contínuo e análises periódicas do LULC são essenciais para orientar práticas agrícolas. Objetivou-se examinar a dinâmica espaço-temporal do uso e ocupação do solo em municípios da região semiárida do Nordeste brasileiro, por meio de técnicas de sensoriamento remoto de modo a elucidar as transformações pertinentes nessas áreas.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUSA, J. S., ALMEIDA, G. L. P., SANTANA, P. K. S., SILVA, J. A. S., PANDORFI, H., SILVA, M. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave<i>:</i></b> cobertura vegetal, NBE, sensoriamento remoto.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Geomática na Agricultura (GEO)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O presente estudo investigou a dinâmica espaço-temporal do semiárido nordestino brasileiro, com foco no uso do sensoriamento remoto e mapeamento de Uso e Cobertura do Solo (LULC) para compreender e mitigar a degradação territorial. Utilizando dados da plataforma MapBiomas Brasil, versão 8.0, foram analisadas mudanças na cobertura vegetal e uso do solo entre 2017 e 2022. Os resultados indicam um aumento de 7% na cobertura florestal, sugerindo uma possível recuperação, apesar de uma redução de 1% nos últimos três anos. Áreas Não Vegetadas mantiveram-se estáveis, enquanto Corpos D’água apresentaram um aumento significativo de 74%. Essas tendências refletem interações complexas entre fatores antrópicos e naturais na região. Para os agropecuaristas os dados fornecem insights valiosos para o planejamento e a gestão de suas atividades. O monitoramento contínuo e análises periódicas do LULC são essenciais para orientar práticas agrícolas. Objetivou-se examinar a dinâmica espaço-temporal do uso e ocupação do solo em municípios da região semiárida do Nordeste brasileiro, por meio de técnicas de sensoriamento remoto de modo a elucidar as transformações pertinentes nessas áreas.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática na Agricultura (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 09 Oct 2024 16:45:39 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
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