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       <title>Engenharia de Água e Solo (EAS) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>AVALIAÇÃO VISUAL DA ESTRUTURA DO SOLO EM CULTIVOS DE CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4186-avaliacao-visual-da-estrutura-do-solo-em-cultivos-de-cana-de-acucar-organica?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO VISUAL DA ESTRUTURA DO SOLO EM CULTIVOS DE CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> BITTER, V. S., SOUZA, Z. M., CASSAMA, G. S., DALPIAN, A. S. M., SILVA, B. A., RODRIGUES, G. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span>     </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <span style="font-size: 12.16px;">qualidade do solo, plantas de cobertura, Saccharum ssp</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.16px;">A cana-de-açúcar é uma cultura de importância mundial, sendo o Brasil o principal produtor. Contudo, o manejo intensivo, desde o preparo do solo até a colheita, pode alterar a qualidade estrutural do solo, reduzindo o crescimento radicular e a produtividade. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar diferentes sistemas de preparo do solo e plantas de cobertura e sua influência na qualidade estrutural do solo em uma área de produção de cana-de-açúcar orgânica. O experimento foi conduzido em Goiatuba, Goiás, Brasil, utilizando delineamento em blocos casualizados com três repetições e esquema de parcelas subdivididas. Os sistemas de preparo do solo avaliados foram: 1 - Preparo convencional com aração e gradagem a 0,20 m; 2 - Cultivo mínimo com subsolagem a 0,45 m; e 3 - Plantio direto com gradagem a 0,20 m. As subparcelas foram alocadas com cinco tipos de culturas de cobertura: crotalária, milheto, Mix 1, Mix 2 e sorgo. A qualidade estrutural do solo foi avaliada visualmente em cada tratamento, na camada de 0,00-0,30 m. Os resultados obtidos pela Avaliação Visual da Estrutura do Solo (VESS) indicaram que a crotalária, Mix 1 e sorgo promoveram maior estruturação do solo em comparação às culturas de cobertura com Mix 2 e milheto. Esses resultados destacam a importância de selecionar cuidadosamente as culturas de cobertura para otimizar a qualidade do solo em sistemas de cultivo orgânico de cana-de-açúcar.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> BITTER, V. S., SOUZA, Z. M., CASSAMA, G. S., DALPIAN, A. S. M., SILVA, B. A., RODRIGUES, G. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span>     </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <span style="font-size: 12.16px;">qualidade do solo, plantas de cobertura, Saccharum ssp</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 12.16px;">A cana-de-açúcar é uma cultura de importância mundial, sendo o Brasil o principal produtor. Contudo, o manejo intensivo, desde o preparo do solo até a colheita, pode alterar a qualidade estrutural do solo, reduzindo o crescimento radicular e a produtividade. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar diferentes sistemas de preparo do solo e plantas de cobertura e sua influência na qualidade estrutural do solo em uma área de produção de cana-de-açúcar orgânica. O experimento foi conduzido em Goiatuba, Goiás, Brasil, utilizando delineamento em blocos casualizados com três repetições e esquema de parcelas subdivididas. Os sistemas de preparo do solo avaliados foram: 1 - Preparo convencional com aração e gradagem a 0,20 m; 2 - Cultivo mínimo com subsolagem a 0,45 m; e 3 - Plantio direto com gradagem a 0,20 m. As subparcelas foram alocadas com cinco tipos de culturas de cobertura: crotalária, milheto, Mix 1, Mix 2 e sorgo. A qualidade estrutural do solo foi avaliada visualmente em cada tratamento, na camada de 0,00-0,30 m. Os resultados obtidos pela Avaliação Visual da Estrutura do Solo (VESS) indicaram que a crotalária, Mix 1 e sorgo promoveram maior estruturação do solo em comparação às culturas de cobertura com Mix 2 e milheto. Esses resultados destacam a importância de selecionar cuidadosamente as culturas de cobertura para otimizar a qualidade do solo em sistemas de cultivo orgânico de cana-de-açúcar.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 14:25:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>FLUORESCÊNCIA DO ALGODOEIRO ‘BRS JADE’ SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E APLICAÇÃO FOLIAR DE QUITOSANA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4157-fluorescencia-do-algodoeiro-brs-jade-sob-restricao-hidrica-e-aplicacao-foliar-de-quitosana?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> NUNES, K. G., LIMA, V. L. A., LIMA, G. S., SILVA, A. A. R., COSTA, D. S., ARAÚJO, E. D.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> antioxidante, estresse abiótico<i>, Gossypium hirsutum L.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cotonicultura no Nordeste do Brasil enfrenta desafios devido à escassez de água, sendo necessários estudos para manejo eficiente e uso de estratégias como a quitosana para mitigar a restrição hídrica. Objetivou-se com essa pesquisa analisar os reflexos da aplicação de quitosana sob a fluorescência da clorofila a do algodoeiro de fibra naturalmente colorida ‘BRS Jade’ sob restrição hídrica. A pesquisa foi conduzida em ambiente de casa de vegetação pertencente a Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina GrandePB, utilizando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 × 4, sendo duas lâminas de irrigação (100 e 50% da necessidade hídrica da cultura) e quatro concentrações de quitosana (0,0; 0,25; 0,50 e 0,75 g L-1) com três repetições e uma planta por parcela. A restrição hídrica de 50% da necessidade hídrica reduziu a fluorescência inicial, mas o incremento de concentrações de quitosana aumentou a fluorescência inicial. A concentração de 0,25 a 0,75 g L-1 contribuiu para o aumento da fluorescência máxima e variável da clorofila a do algodoeiro ‘BRS Jade’.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> NUNES, K. G., LIMA, V. L. A., LIMA, G. S., SILVA, A. A. R., COSTA, D. S., ARAÚJO, E. D.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> antioxidante, estresse abiótico<i>, Gossypium hirsutum L.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></i></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cotonicultura no Nordeste do Brasil enfrenta desafios devido à escassez de água, sendo necessários estudos para manejo eficiente e uso de estratégias como a quitosana para mitigar a restrição hídrica. Objetivou-se com essa pesquisa analisar os reflexos da aplicação de quitosana sob a fluorescência da clorofila a do algodoeiro de fibra naturalmente colorida ‘BRS Jade’ sob restrição hídrica. A pesquisa foi conduzida em ambiente de casa de vegetação pertencente a Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina GrandePB, utilizando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 × 4, sendo duas lâminas de irrigação (100 e 50% da necessidade hídrica da cultura) e quatro concentrações de quitosana (0,0; 0,25; 0,50 e 0,75 g L-1) com três repetições e uma planta por parcela. A restrição hídrica de 50% da necessidade hídrica reduziu a fluorescência inicial, mas o incremento de concentrações de quitosana aumentou a fluorescência inicial. A concentração de 0,25 a 0,75 g L-1 contribuiu para o aumento da fluorescência máxima e variável da clorofila a do algodoeiro ‘BRS Jade’.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 08:09:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEORES FOLIARES DE MACRONUTRIENTES E SÓDIO EM MELOEIRO HIDROPÔNICO SOB ESTRESSE SALINO E CONCENTRAÇÕES DE POTÁSSIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4156-teores-foliares-de-macronutrientes-e-sodio-em-meloeiro-hidroponico-sob-estresse-salino-e-concentracoes-de-potassio?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> RAMOS, L. M. H., PINTO, F. F. B., DANTAS, R. A., LIMA, L. M. A., OLIVEIRA, M. K. T., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Cucumis melo L.,</i> salinidade, cultivos em solo, nutrição potássica</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O uso de água rica de NaCl pode provocar desbalanço nutricional nas plantas, assim, em casos em que seu uso seja inevitável deve-se adotar estratégias de fertirrigação que reduzam o efeito da salinidade. Diante exposto, esse trabalho oi desenvolvido com o objetivo de avaliar os teores foliares de macronutrientes e de sódio em meloeiro cantaloupe, híbrido SV1044MF, fertirrigado com soluções nutritivas salinizadas e doses extras de potássio. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos foram compostos por quatro soluções nutritivas [(S1- solução nutritiva padrão (2,5 dS m-1); S2 – solução nutritiva salinizada com NaCl (5,0 dS m-1); S3 – solução nutritiva salinizada com NaCl + 50% extra de K (6,5 dS m-1); S4 - solução nutritiva salinizada com NaCl + 100% extra de K (7,5 dS m-1)]. Foram avaliados os teores de N, P, K, Ca, Mg, Na e razões K/Na e Ca/Na. Com exceção dos teores de N, as demais variáveis foram afetadas pelas soluções nutritivas aplicadas. O estresse salino reduz os teores dos demais macronutrientes, e aumentou o teor de Na. A adição extra de K em 50% reduz o efeito deletério da salinidade na nutrição mineral do meloeiro.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> RAMOS, L. M. H., PINTO, F. F. B., DANTAS, R. A., LIMA, L. M. A., OLIVEIRA, M. K. T., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Cucumis melo L.,</i> salinidade, cultivos em solo, nutrição potássica</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O uso de água rica de NaCl pode provocar desbalanço nutricional nas plantas, assim, em casos em que seu uso seja inevitável deve-se adotar estratégias de fertirrigação que reduzam o efeito da salinidade. Diante exposto, esse trabalho oi desenvolvido com o objetivo de avaliar os teores foliares de macronutrientes e de sódio em meloeiro cantaloupe, híbrido SV1044MF, fertirrigado com soluções nutritivas salinizadas e doses extras de potássio. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos foram compostos por quatro soluções nutritivas [(S1- solução nutritiva padrão (2,5 dS m-1); S2 – solução nutritiva salinizada com NaCl (5,0 dS m-1); S3 – solução nutritiva salinizada com NaCl + 50% extra de K (6,5 dS m-1); S4 - solução nutritiva salinizada com NaCl + 100% extra de K (7,5 dS m-1)]. Foram avaliados os teores de N, P, K, Ca, Mg, Na e razões K/Na e Ca/Na. Com exceção dos teores de N, as demais variáveis foram afetadas pelas soluções nutritivas aplicadas. O estresse salino reduz os teores dos demais macronutrientes, e aumentou o teor de Na. A adição extra de K em 50% reduz o efeito deletério da salinidade na nutrição mineral do meloeiro.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:22:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE UM CICLO DE TRIGO-FEIJÃO-TRIGO SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E COM APLICAÇÃO DE HIDROGEL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4155-desempenho-de-um-ciclo-de-trigo-feijao-trigo-sob-restricao-hidrica-e-com-aplicacao-de-hidrogel?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE UM CICLO DE TRIGO-FEIJÃO-TRIGO SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E COM APLICAÇÃO DE HIDROGEL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> ROCHA, L. A. L., MAGALHÃES, J. W. O., VAZ, C. M. P., BASSOI, L. H.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> retenção, déficit hídrico, rendimento de grãos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O feijão é componente vital na alimentação básica da população, junto a outros cereais como soja, arroz, milho e trigo. O desenvolvimento de novas cultivares e técnicas de manejo para o feijão podem proporcionar novas oportunidades de expansão de seus cultivos. Assim, um experimento com o cultivo do trigo foi conduzido em casa de vegetação da Embrapa Instrumentação, em São Carlos - SP, para avaliar o desempenho da cultivar de feijão BRS FC310 irrigada por gotejamento, com déficit hídrico e com aplicação de hidrogel ao solo. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 4, com quatro repetições, tendo como fatores o manejo de irrigação (irrigação plena e irrigação com déficit) e a dose de hidrogel (0, 1, 3 e 5 g L-1 de solo). O feijão sob o tratamento de irrigação plena obteve médias superiores aos submetidos a irrigação com déficit para todos os fatores de rendimento de grãos. O aumento da dose de hidrogel não apresentou diferença nos manejos de irrigação.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4155-desempenho-de-um-ciclo-de-trigo-feijao-trigo-sob-restricao-hidrica-e-com-aplicacao-de-hidrogel?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> ROCHA, L. A. L., MAGALHÃES, J. W. O., VAZ, C. M. P., BASSOI, L. H.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> retenção, déficit hídrico, rendimento de grãos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O feijão é componente vital na alimentação básica da população, junto a outros cereais como soja, arroz, milho e trigo. O desenvolvimento de novas cultivares e técnicas de manejo para o feijão podem proporcionar novas oportunidades de expansão de seus cultivos. Assim, um experimento com o cultivo do trigo foi conduzido em casa de vegetação da Embrapa Instrumentação, em São Carlos - SP, para avaliar o desempenho da cultivar de feijão BRS FC310 irrigada por gotejamento, com déficit hídrico e com aplicação de hidrogel ao solo. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 4, com quatro repetições, tendo como fatores o manejo de irrigação (irrigação plena e irrigação com déficit) e a dose de hidrogel (0, 1, 3 e 5 g L-1 de solo). O feijão sob o tratamento de irrigação plena obteve médias superiores aos submetidos a irrigação com déficit para todos os fatores de rendimento de grãos. O aumento da dose de hidrogel não apresentou diferença nos manejos de irrigação.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:13:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SUBSTRATOS PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE CAJUEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4154-substratos-para-a-producao-de-mudas-de-cajueiro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SUBSTRATOS PARA A PRODUÇÃO DE MUDAS DE CAJUEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> ARAUJO, I. S. J., FERREIRA, F. M. N., SOUSA, D. A., ALVES, R. L., LIMA, J. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Anacardium occidentale, </i>morfoflogia, compostos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cajucultura possui grande expressão nacional, sendo o estado do Ceará o principalmente produtor nacional, seguido pelos estados do Piauí e Rio Grande do Norte. Diante disso, objetivou-se com este trabalho avaliar alternativas de substratos orgânicos para a produção de mudas de cajueiro. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos ao acaso em um esquema simples com seis tratamentos (solo; solo com esterco caprino; solo com esterco bovino; solo com serragem; esterco caprino com serragem; esterco bovino com serragem) e cinco repetições. As mudas de cajueiro foram cultivadas tubetes de 150 mL e em ambiente aberto. As variáveis analisadas foram o peso fresco da raiz, o peso fresco do caule, o peso fresco da folha, o peso fresco total, o peso seco da raiz, o peso seco do caule, o peso seco da folha e peso seco total. Os resultados mostraram que as mudas de cajueiro crescendo no substrato composto por esterco caprino com serragem e no substrato composto esterco bovino com serragem apresentaram melhor desenvolvimento.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4154-substratos-para-a-producao-de-mudas-de-cajueiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> ARAUJO, I. S. J., FERREIRA, F. M. N., SOUSA, D. A., ALVES, R. L., LIMA, J. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Anacardium occidentale, </i>morfoflogia, compostos</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cajucultura possui grande expressão nacional, sendo o estado do Ceará o principalmente produtor nacional, seguido pelos estados do Piauí e Rio Grande do Norte. Diante disso, objetivou-se com este trabalho avaliar alternativas de substratos orgânicos para a produção de mudas de cajueiro. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos completos ao acaso em um esquema simples com seis tratamentos (solo; solo com esterco caprino; solo com esterco bovino; solo com serragem; esterco caprino com serragem; esterco bovino com serragem) e cinco repetições. As mudas de cajueiro foram cultivadas tubetes de 150 mL e em ambiente aberto. As variáveis analisadas foram o peso fresco da raiz, o peso fresco do caule, o peso fresco da folha, o peso fresco total, o peso seco da raiz, o peso seco do caule, o peso seco da folha e peso seco total. Os resultados mostraram que as mudas de cajueiro crescendo no substrato composto por esterco caprino com serragem e no substrato composto esterco bovino com serragem apresentaram melhor desenvolvimento.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:09:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFICIÊNCIA DE USO DO NITROGÊNIO E POTÁSSIO PELO MELOEIRO AMARELO EM FUNÇÃO DA FERTIRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4153-eficiencia-de-uso-do-nitrogenio-e-potassio-pelo-meloeiro-amarelo-em-funcao-da-fertirrigacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFICIÊNCIA DE USO DO NITROGÊNIO E POTÁSSIO PELO MELOEIRO AMARELO EM FUNÇÃO DA FERTIRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> LOPES, F. L. S., PEREIRA, L. S., SILVA, E. M., LIMA, C. J. G., SANTOS, T. O. S., FERREIRA, V. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Cucumis melo, </i>doses de nitrogênio, doses de potássio</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A eficiência de uso dos fertilizantes é um parâmetro crucial que relaciona o rendimento das culturas agrícolas com a quantidade aplicada de um determinado nutriente. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficiência de uso do nitrogênio e potássio pelo meloeiro amarelo em função da fertirrigação. O experimento foi conduzido na cidade de Bom Jesus, Piauí, no período de janeiro à abril de 2016. Os tratamentos foram constituídos por cinco níveis de nitrogênio (0, 45, 90, 135 e 180 kg ha-1 de N) e cinco níveis de potássio (0, 60, 120, 180 e 240 kg ha-1 de K2O) aplicados em fertirrigação. Foram avaliadas as eficiências de uso do nitrogênio (EUN) e do potássio (EUK). A interação entre os fatores foi significativa para a EUN e EUK. A maior EUN 368,15 kg kg-1 foi obtida com a aplicação de 45 kg ha-1 de N e 183,75 kg ha-1 de K2O. Contudo, a maior EUK 272,57 kg kg-1 foi obtida com a aplicação de 112,50 kg ha-1 de N e 60 kg ha-1 de K2O. Portanto, a resposta da eficiência de uso dos fertilizantes constitui-se uma ferramenta importante a ser considerada na elaboração de programas de adubação das culturas agrícolas.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4153-eficiencia-de-uso-do-nitrogenio-e-potassio-pelo-meloeiro-amarelo-em-funcao-da-fertirrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> LOPES, F. L. S., PEREIRA, L. S., SILVA, E. M., LIMA, C. J. G., SANTOS, T. O. S., FERREIRA, V. M.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Cucumis melo, </i>doses de nitrogênio, doses de potássio</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A eficiência de uso dos fertilizantes é um parâmetro crucial que relaciona o rendimento das culturas agrícolas com a quantidade aplicada de um determinado nutriente. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficiência de uso do nitrogênio e potássio pelo meloeiro amarelo em função da fertirrigação. O experimento foi conduzido na cidade de Bom Jesus, Piauí, no período de janeiro à abril de 2016. Os tratamentos foram constituídos por cinco níveis de nitrogênio (0, 45, 90, 135 e 180 kg ha-1 de N) e cinco níveis de potássio (0, 60, 120, 180 e 240 kg ha-1 de K2O) aplicados em fertirrigação. Foram avaliadas as eficiências de uso do nitrogênio (EUN) e do potássio (EUK). A interação entre os fatores foi significativa para a EUN e EUK. A maior EUN 368,15 kg kg-1 foi obtida com a aplicação de 45 kg ha-1 de N e 183,75 kg ha-1 de K2O. Contudo, a maior EUK 272,57 kg kg-1 foi obtida com a aplicação de 112,50 kg ha-1 de N e 60 kg ha-1 de K2O. Portanto, a resposta da eficiência de uso dos fertilizantes constitui-se uma ferramenta importante a ser considerada na elaboração de programas de adubação das culturas agrícolas.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:06:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO DO ESTRESSE SALINO SOBRE PRODUÇÃO DE PIMENTÃO HIDROPÔNICO EM AREIA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4152-efeito-do-estresse-salino-sobre-producao-de-pimentao-hidroponico-em-areia?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITO DO ESTRESSE SALINO SOBRE PRODUÇÃO DE PIMENTÃO HIDROPÔNICO EM AREIA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> PINTO, F. F. B., SANTOS, S. T., OLIVEIRA, M. J. S., RAMOS, L. M. H., DANTAS, R. A., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Capsicum annuum L., </i>estresse salino, hidroponia</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A tolerância das plantas à salinidade pode ser alterada por diferentes fatores, com destaque para o sistema de cultivo e substrato utilizado. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito do estresse salino sobre a produção de pimentão hidropônico cultivado em areia. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram compostos por diferentes níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva (S1- 2,2 dS m-1; S2- 3,5 dS m-1; S3- 4,5 dS m-1; S4- 5,5 dS m-1), obtidos pela adição de NaCl na solução nutritiva. O material vegetal utilizado foi o pimentão, híbrido Gladiador. Ao longo do experimento foram reaizadas seis colheitas de frutos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: número de frutos comerciais, comprimento de fruto, diâmetro médio de fruto, massa média de frutos e produção de frutos. Exceto o diâmetro do fruto, as demais variáveis foram afetadas pelas condutividades elétricas da solução nutritiva. Solução nutritiva com CE entre 3,2 e 3,5 dS m-1 favorece a produção de frutos de pimentão cultivado em areia. Condutividade elétrica de 5,5 dS m-1 reduz drasticamente a produção de frutos do pimentão.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4152-efeito-do-estresse-salino-sobre-producao-de-pimentao-hidroponico-em-areia?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> PINTO, F. F. B., SANTOS, S. T., OLIVEIRA, M. J. S., RAMOS, L. M. H., DANTAS, R. A., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Capsicum annuum L., </i>estresse salino, hidroponia</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A tolerância das plantas à salinidade pode ser alterada por diferentes fatores, com destaque para o sistema de cultivo e substrato utilizado. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito do estresse salino sobre a produção de pimentão hidropônico cultivado em areia. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram compostos por diferentes níveis de condutividade elétrica da solução nutritiva (S1- 2,2 dS m-1; S2- 3,5 dS m-1; S3- 4,5 dS m-1; S4- 5,5 dS m-1), obtidos pela adição de NaCl na solução nutritiva. O material vegetal utilizado foi o pimentão, híbrido Gladiador. Ao longo do experimento foram reaizadas seis colheitas de frutos. Foram avaliadas as seguintes variáveis: número de frutos comerciais, comprimento de fruto, diâmetro médio de fruto, massa média de frutos e produção de frutos. Exceto o diâmetro do fruto, as demais variáveis foram afetadas pelas condutividades elétricas da solução nutritiva. Solução nutritiva com CE entre 3,2 e 3,5 dS m-1 favorece a produção de frutos de pimentão cultivado em areia. Condutividade elétrica de 5,5 dS m-1 reduz drasticamente a produção de frutos do pimentão.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:03:17 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TROCAS GASOSAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE CULTIVADO SOB ESTRESSE SALINO E ÁCIDO SALICÍLICO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4151-trocas-gasosas-de-cajueiro-anao-precoce-cultivado-sob-estresse-salino-e-acido-salicilico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TROCAS GASOSAS DE CAJUEIRO ANÃO PRECOCE CULTIVADO SOB ESTRESSE SALINO E ÁCIDO SALICÍLICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, A. A. R, ARRUDA, T. F. L., AZEVEDO, C. A. V., LIMA, G. S., SANTOS, L. F. S., CARVALHO, G. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Anacardium occidentale L.,</i> estresse abiótico, elicitor</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Objetivou-se com este estudo investigar a aplicação foliar de ácido salicílico aplicadas como atenuante dos impactos causados pela salinidade da água de irrigação nas trocas gasosas de cajueiro anão precoce. O experimento foi conduzido em casa de vegetação em Campina Grande - PB, utilizando-se o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial 5 × 4, sendo cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação - CEa (0,4; 1,2; 2,0; 2,8 e 3,6 dS m-1) e quatro concentrações de ácido salicílico (0; 1; 2 e 3 mM) com três repetições. As trocas gasosas do cajueiro anão precoce foram afetadas negativamente pelo aumento da condutividade elétrica da água de irrigação acima de 0,4 dS m-1. No entanto, a aplicação foliar de ácido salicílico em concentrações de 0,8 a 1,2 mM atenuou os efeitos da salinidade da água de irrigação até 3,6 dS m-1.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4151-trocas-gasosas-de-cajueiro-anao-precoce-cultivado-sob-estresse-salino-e-acido-salicilico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> SILVA, A. A. R, ARRUDA, T. F. L., AZEVEDO, C. A. V., LIMA, G. S., SANTOS, L. F. S., CARVALHO, G. S.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> <i>Anacardium occidentale L.,</i> estresse abiótico, elicitor</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Objetivou-se com este estudo investigar a aplicação foliar de ácido salicílico aplicadas como atenuante dos impactos causados pela salinidade da água de irrigação nas trocas gasosas de cajueiro anão precoce. O experimento foi conduzido em casa de vegetação em Campina Grande - PB, utilizando-se o delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial 5 × 4, sendo cinco níveis de condutividade elétrica da água de irrigação - CEa (0,4; 1,2; 2,0; 2,8 e 3,6 dS m-1) e quatro concentrações de ácido salicílico (0; 1; 2 e 3 mM) com três repetições. As trocas gasosas do cajueiro anão precoce foram afetadas negativamente pelo aumento da condutividade elétrica da água de irrigação acima de 0,4 dS m-1. No entanto, a aplicação foliar de ácido salicílico em concentrações de 0,8 a 1,2 mM atenuou os efeitos da salinidade da água de irrigação até 3,6 dS m-1.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 17:00:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO DE DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO E COBERTURA NA ESTRURA DO SOLO SOB CULTIVO DE CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4150-efeito-de-diferentes-sistemas-de-preparo-e-cobertura-na-estrura-do-solo-sob-cultivo-de-cana-de-acucar-organica?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITO DE DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO E COBERTURA NA ESTRURA DO SOLO SOB CULTIVO DE CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> POLI, C. R., SOUZA, Z. M., CASSAMA, G. S., BITTER, V. S., SILVA, B. A., RIBEIRO, N. P.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> resistência tênsil, compactação do solo, plantas de cobertura</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A cana-de-açúcar orgânica vem sendo a principal alternativa ao modelo convencional e, uma estratégia eficaz para melhorar o manejo e aumentar a sustentabilidade da produção que se dá por meio do uso da rotação de culturas, envolvendo leguminosas durante o período de replantio. Portanto, o objetivo desse trabalho foi analisar o efeito de diferentes plantas de coberturas associados a distintos preparos do solo na resistência tênsil de agregados e produtividade em área de cana-de-açúcar orgânica. O estudo foi conduzido em condições de campo em uma área experimental localizada no município de Goiatuba, Goiás, Brasil. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas, com os seguintes preparo do solo: preparo convencional (PC), cultivo mínimo (CM) e plantio direto (PD) e diferentes plantas de cobertura: crotalária, milheto, Mix 1, Mix 2 e sorgo. Por meio da avaliação da resistência tênsil de agregados as coberturas: crotalária, Mix 1 e sorgo apresentaram melhor estruturação do solo em comparação com as plantas de cobertura no Mix 2 e milheto. Os sistemas de preparo do solo e plantas de cobertura não apresentaram diferença para a produtividade da cana planta orgânica. Destaca-se que a safra estudada passou por um período estresse hídrico o que comprometeu a produtividade da cultura.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4150-efeito-de-diferentes-sistemas-de-preparo-e-cobertura-na-estrura-do-solo-sob-cultivo-de-cana-de-acucar-organica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Autores:</b> POLI, C. R., SOUZA, Z. M., CASSAMA, G. S., BITTER, V. S., SILVA, B. A., RIBEIRO, N. P.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>ISSN: </b>2358-582X <span style="mso-tab-count: 1;">      </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Palavras-chave:</b> resistência tênsil, compactação do solo, plantas de cobertura</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A cana-de-açúcar orgânica vem sendo a principal alternativa ao modelo convencional e, uma estratégia eficaz para melhorar o manejo e aumentar a sustentabilidade da produção que se dá por meio do uso da rotação de culturas, envolvendo leguminosas durante o período de replantio. Portanto, o objetivo desse trabalho foi analisar o efeito de diferentes plantas de coberturas associados a distintos preparos do solo na resistência tênsil de agregados e produtividade em área de cana-de-açúcar orgânica. O estudo foi conduzido em condições de campo em uma área experimental localizada no município de Goiatuba, Goiás, Brasil. O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas, com os seguintes preparo do solo: preparo convencional (PC), cultivo mínimo (CM) e plantio direto (PD) e diferentes plantas de cobertura: crotalária, milheto, Mix 1, Mix 2 e sorgo. Por meio da avaliação da resistência tênsil de agregados as coberturas: crotalária, Mix 1 e sorgo apresentaram melhor estruturação do solo em comparação com as plantas de cobertura no Mix 2 e milheto. Os sistemas de preparo do solo e plantas de cobertura não apresentaram diferença para a produtividade da cana planta orgânica. Destaca-se que a safra estudada passou por um período estresse hídrico o que comprometeu a produtividade da cultura.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:54:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO E COBERTURA SOB CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4099-qualidade-do-solo-em-diferentes-sistemas-de-preparo-e-cobertura-sob-cana-de-acucar-organica?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO E COBERTURA SOB CANA-DE-AÇÚCAR ORGÂNICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> CASSAMA, G. S., SOUZA, Z. M., DALPIAN, A. S. M., PARRA, J. A. S., VALENTE, I. Q. M., GUIMARÃES, E. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> compactação do solo, plantio direto, <i>Saccharum </i>ssp</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A produção de cana-de-açúcar no mercado brasileiro destaca como um dos principais agronegócios ocupando cerca de 1% do território nacional e, intervenções antrópicas provocam efeito negativo como o aumento da densidade e compactação do solo e, a implementação de plantas de cobertura, tem sido proposta para manter a qualidade do solo. Portanto, o objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito de diferentes plantas de cobertura e sistemas de preparo do solo na estrutura do solo sob cultivo de cana-de-açúcar orgânica no estado de Goiás. O estudo foi conduzido em condições de campo de uma área experimental localizada no município de Goiatuba, Goiás, Brasil e, o delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas. As parcelas correspondem aos três sistemas de preparo do solo: 1 - Preparo convencional com aração e gradagem a 0,20 m; 2 - Cultivo mínimo com subsolagem a 0,45 m; e 3 - Plantio direto com gradagem a 0,20 m para controle de plantas espontâneas. As subparcelas receberam cinco coberturas: I – Crotalária; II – Milheto; III - Mix 1; IV - Mix 2; e V - Sorgo, num total de 45 parcelas experimentais. As análises físicas realizadas na área foram: densidade do solo e resistência do solo à penetração. Os diferentes sistemas de preparo e cobertura tiveram efeito na estrutura do solo, nas áreas com sistemas conservacionistas (cultivo mínimo e plantio direto) e, apresentaram efeitos positivos na estrutura do solo em relação ao preparo convencional.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4099-qualidade-do-solo-em-diferentes-sistemas-de-preparo-e-cobertura-sob-cana-de-acucar-organica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> CASSAMA, G. S., SOUZA, Z. M., DALPIAN, A. S. M., PARRA, J. A. S., VALENTE, I. Q. M., GUIMARÃES, E. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> compactação do solo, plantio direto, <i>Saccharum </i>ssp</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A produção de cana-de-açúcar no mercado brasileiro destaca como um dos principais agronegócios ocupando cerca de 1% do território nacional e, intervenções antrópicas provocam efeito negativo como o aumento da densidade e compactação do solo e, a implementação de plantas de cobertura, tem sido proposta para manter a qualidade do solo. Portanto, o objetivo desse trabalho foi avaliar o efeito de diferentes plantas de cobertura e sistemas de preparo do solo na estrutura do solo sob cultivo de cana-de-açúcar orgânica no estado de Goiás. O estudo foi conduzido em condições de campo de uma área experimental localizada no município de Goiatuba, Goiás, Brasil e, o delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas. As parcelas correspondem aos três sistemas de preparo do solo: 1 - Preparo convencional com aração e gradagem a 0,20 m; 2 - Cultivo mínimo com subsolagem a 0,45 m; e 3 - Plantio direto com gradagem a 0,20 m para controle de plantas espontâneas. As subparcelas receberam cinco coberturas: I – Crotalária; II – Milheto; III - Mix 1; IV - Mix 2; e V - Sorgo, num total de 45 parcelas experimentais. As análises físicas realizadas na área foram: densidade do solo e resistência do solo à penetração. Os diferentes sistemas de preparo e cobertura tiveram efeito na estrutura do solo, nas áreas com sistemas conservacionistas (cultivo mínimo e plantio direto) e, apresentaram efeitos positivos na estrutura do solo em relação ao preparo convencional.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 15:13:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDANÇAS NO INTERVALO HÍDRICO ÓTIMO EM UM LATOSSOLO VERMELHO CULTIVADO COM CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4098-mudancas-no-intervalo-hidrico-otimo-em-um-latossolo-vermelho-cultivado-com-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> PARRA, J. A. S., SOUZA, Z. M., LIMA, R. P., ESTEBAN, D. A. A., GOMES, M. G. S., MANOEL, J. V. A. F. E.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> tráfego agrícola, porosidade de aeração, compactação do solo</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O crescimento não linear da produção de cana-de-açúcar no Brasil acelerou o uso intensivo de máquinas e implementos agrícolas impactando diretamente na superfície produtiva do solo e sua estrutura. Dessa forma, torna-se relevante avaliar o impacto dos sistemas de transbordo utilizados na colheita da cana e o seu impacto nas características estruturais dos solos brasileiros utilizados para produção de cana-de-açúcar. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o Intervalo Hídrico Ótimo (IHO) de um Latossolo Vermelho distrófico, com diferentes transbordos no transporte da cana-de-açúcar após a colheita. O experimento foi desenvolvido em uma área comercial da Usina Cerradão, no município de Frutal (MG), instalado em blocos ao acaso com três repetições para cada tratamento de colheita, (nove parcelas experimentais) sendo eles: 1 - 1T/21 = Trator de 134 kW acoplado a um transbordo com capacidade de 21 toneladas; 2 - 2T/10 = Trator de 134 kW acoplado a dois transbordos de 10 toneladas cada; 3 - 1C/20 = Caminhão canavieiro com caixote de 20 toneladas. Foi realizada uma amostragem indeformada do solo no centro da linha do plantio (LP) e da linha de rodado da máquina (EL), em quatro diferentes profundidades (0,00-0,10 m, 0,10-0,20 m, 0,20-0,30 m e 0,30-0,50 m). O impacto do caminhão canavieiro durante a época de colheita gerou faixas de adensamento mais amplas e fora do IHO de um Latossolo Vermelho distrófico cultivado com cana-de-açúcar, quando comparado com sistemas de transbordo acoplados ao trator principalmente na entrelinha das plantas e nos primeiros trinta centímetros do perfil. Na última camada do solo (0,30-0,50 m) estimou-se um alívio da compactação.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> PARRA, J. A. S., SOUZA, Z. M., LIMA, R. P., ESTEBAN, D. A. A., GOMES, M. G. S., MANOEL, J. V. A. F. E.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> tráfego agrícola, porosidade de aeração, compactação do solo</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O crescimento não linear da produção de cana-de-açúcar no Brasil acelerou o uso intensivo de máquinas e implementos agrícolas impactando diretamente na superfície produtiva do solo e sua estrutura. Dessa forma, torna-se relevante avaliar o impacto dos sistemas de transbordo utilizados na colheita da cana e o seu impacto nas características estruturais dos solos brasileiros utilizados para produção de cana-de-açúcar. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o Intervalo Hídrico Ótimo (IHO) de um Latossolo Vermelho distrófico, com diferentes transbordos no transporte da cana-de-açúcar após a colheita. O experimento foi desenvolvido em uma área comercial da Usina Cerradão, no município de Frutal (MG), instalado em blocos ao acaso com três repetições para cada tratamento de colheita, (nove parcelas experimentais) sendo eles: 1 - 1T/21 = Trator de 134 kW acoplado a um transbordo com capacidade de 21 toneladas; 2 - 2T/10 = Trator de 134 kW acoplado a dois transbordos de 10 toneladas cada; 3 - 1C/20 = Caminhão canavieiro com caixote de 20 toneladas. Foi realizada uma amostragem indeformada do solo no centro da linha do plantio (LP) e da linha de rodado da máquina (EL), em quatro diferentes profundidades (0,00-0,10 m, 0,10-0,20 m, 0,20-0,30 m e 0,30-0,50 m). O impacto do caminhão canavieiro durante a época de colheita gerou faixas de adensamento mais amplas e fora do IHO de um Latossolo Vermelho distrófico cultivado com cana-de-açúcar, quando comparado com sistemas de transbordo acoplados ao trator principalmente na entrelinha das plantas e nos primeiros trinta centímetros do perfil. Na última camada do solo (0,30-0,50 m) estimou-se um alívio da compactação.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 15:10:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTOQUE DE CARBONO NO SOLO E SUA DINÂMICA AO LONGO DE QUATRO SAFRAS NO CULTIVO DA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4097-estoque-de-carbono-no-solo-e-sua-dinamica-ao-longo-de-quatro-safras-no-cultivo-da-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTOQUE DE CARBONO NO SOLO E SUA DINÂMICA AO LONGO DE QUATRO SAFRAS NO CULTIVO DA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VALENTE, I. Q. M., SOUZA, Z. M., SOARES, G. C., PARRA, J. A. S., FITTIPALDI, G. B., RIBEIRO, N. P.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> degradação do solo, conversão do uso da terra, número de colheitas</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O cultivo da cana-de-açúcar caminha em direção a uma produção sustentável. Todavia, a sustentabilidade ambiental está atraindo a atenção devido as preocupações envolvendo a qualidade do solo. Dito isso, a conversão do uso da terra é o fator mais dinâmico das mudanças de carbono orgânico do solo quando florestas ou pastagens foram convertidas em terras agricultáveis. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar se a dinâmica do carbono no solo é impactada ao longo de quatro safras posterior a conversão de pastagem no cultivo da cana-de-açúcar. O estudo foi realizado em área comercial de cana-de-açúcar da Usina Cerradão, Município de Frutal, estado de Minas Gerais. Foram avaliados quatro tratamentos com três repetições, correspondendo diferentes ciclos de colheita (cana planta, primeira soca, segunda soca e terceira soca). Após a colheita mecanizada, os estoques de carbono em cada sistema de manejo foram calculados e avaliados nas camadas de 0,00-0,05 m, 0,05-0,10 m, 0,10-0,20 m e 0,20-0,40 m nos locais correspondentes a linha do rodado (LR) e linha de plantio (LP). O ciclo da terceira cana soca apresentou maior estoque de carbono do solo, com destaque para a camada de 0,20-0,40 m e para a linha de plantio onde teve o maior acúmulo deste atributo em relação aos demais ciclos.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VALENTE, I. Q. M., SOUZA, Z. M., SOARES, G. C., PARRA, J. A. S., FITTIPALDI, G. B., RIBEIRO, N. P.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> degradação do solo, conversão do uso da terra, número de colheitas</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O cultivo da cana-de-açúcar caminha em direção a uma produção sustentável. Todavia, a sustentabilidade ambiental está atraindo a atenção devido as preocupações envolvendo a qualidade do solo. Dito isso, a conversão do uso da terra é o fator mais dinâmico das mudanças de carbono orgânico do solo quando florestas ou pastagens foram convertidas em terras agricultáveis. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar se a dinâmica do carbono no solo é impactada ao longo de quatro safras posterior a conversão de pastagem no cultivo da cana-de-açúcar. O estudo foi realizado em área comercial de cana-de-açúcar da Usina Cerradão, Município de Frutal, estado de Minas Gerais. Foram avaliados quatro tratamentos com três repetições, correspondendo diferentes ciclos de colheita (cana planta, primeira soca, segunda soca e terceira soca). Após a colheita mecanizada, os estoques de carbono em cada sistema de manejo foram calculados e avaliados nas camadas de 0,00-0,05 m, 0,05-0,10 m, 0,10-0,20 m e 0,20-0,40 m nos locais correspondentes a linha do rodado (LR) e linha de plantio (LP). O ciclo da terceira cana soca apresentou maior estoque de carbono do solo, com destaque para a camada de 0,20-0,40 m e para a linha de plantio onde teve o maior acúmulo deste atributo em relação aos demais ciclos.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 15:08:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INTERVALO HÍDRICO ÓTIMO DE UM LATOSSOLO ARENOSO EM DIFERENTES SISTEMAS SILVIPASTORIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4096-intervalo-hidrico-otimo-de-um-latossolo-arenoso-em-diferentes-sistemas-silvipastoris?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INTERVALO HÍDRICO ÓTIMO DE UM LATOSSOLO ARENOSO EM DIFERENTES SISTEMAS SILVIPASTORIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> GUIMARÃES, E. M., SOUZA, Z. M., SERRANO JÚNIOR, O. V., BITTER, V. S., SILVA, B. A., SILVEIRA, T. E.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> água disponível, pecuária sustentável, manejo conservacionista</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O pastoreio em condições de alta umidade maximiza a degradação física do solo. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar o Intervalo Hídrico Ótimo (IHO) em três sistemas de produção animal em solo arenoso. O experimento foi instalado em 2018, no município de Iaras, no Estado de São Paulo, em um Latossolo Amarelo de textura franco arenosa com a avaliação realizada em 2021. O desenho experimental foi o inteiramente casualizado, com três repetições, nas quais foram implementados os seguintes tratamentos: 1 - Sistema Silvipastoril Intensivo com <i>Leucaena leucocephala </i>(SSPI+L); 2 - Sistema Silvipastoril Intensivo com <i>Tithonia diversifolia </i>(SSPI+T); e 3 - Pastagem Convencional (PC), todos com gramínea <i>Panicum maximum </i>(cv. BRS Zuri). Os resultados obtidos por meio dos ajustes das curvas para a determinação do IHO obtiveram valores para a densidade crítica (Dsc) de 1,66 Mg m-3, 1,69 Mg m-3 e 1,67 Mg m-3, para os tratamentos SSPI+L, SSPI+T e PC, respectivamente, sendo que os tratamentos SSPI+L e SSPI+T apresentaram melhores condições de disponibilidade de água para as plantas com 0,20 m3 m-3 e 0,21 m3 m-3, respectivamente, enquanto, a PC de 0,18 m3 m-3 e, portanto, indicando que os sistemas silvipastoris intensivos são opções de manejo para uma pecuária mais sustentável.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4096-intervalo-hidrico-otimo-de-um-latossolo-arenoso-em-diferentes-sistemas-silvipastoris?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> GUIMARÃES, E. M., SOUZA, Z. M., SERRANO JÚNIOR, O. V., BITTER, V. S., SILVA, B. A., SILVEIRA, T. E.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> água disponível, pecuária sustentável, manejo conservacionista</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O pastoreio em condições de alta umidade maximiza a degradação física do solo. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar o Intervalo Hídrico Ótimo (IHO) em três sistemas de produção animal em solo arenoso. O experimento foi instalado em 2018, no município de Iaras, no Estado de São Paulo, em um Latossolo Amarelo de textura franco arenosa com a avaliação realizada em 2021. O desenho experimental foi o inteiramente casualizado, com três repetições, nas quais foram implementados os seguintes tratamentos: 1 - Sistema Silvipastoril Intensivo com <i>Leucaena leucocephala </i>(SSPI+L); 2 - Sistema Silvipastoril Intensivo com <i>Tithonia diversifolia </i>(SSPI+T); e 3 - Pastagem Convencional (PC), todos com gramínea <i>Panicum maximum </i>(cv. BRS Zuri). Os resultados obtidos por meio dos ajustes das curvas para a determinação do IHO obtiveram valores para a densidade crítica (Dsc) de 1,66 Mg m-3, 1,69 Mg m-3 e 1,67 Mg m-3, para os tratamentos SSPI+L, SSPI+T e PC, respectivamente, sendo que os tratamentos SSPI+L e SSPI+T apresentaram melhores condições de disponibilidade de água para as plantas com 0,20 m3 m-3 e 0,21 m3 m-3, respectivamente, enquanto, a PC de 0,18 m3 m-3 e, portanto, indicando que os sistemas silvipastoris intensivos são opções de manejo para uma pecuária mais sustentável.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:53:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES DE TRANSPORTE DE AR NO SOLO AFETADAS PELO TRÁFEGO DE SISTEMAS DE TRANSBORDO DA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4095-propriedades-de-transporte-de-ar-no-solo-afetadas-pelo-trafego-de-sistemas-de-transbordo-da-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PROPRIEDADES DE TRANSPORTE DE AR NO SOLO AFETADAS PELO TRÁFEGO DE SISTEMAS DE TRANSBORDO DA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> DIEGO A. A. ESTEBAN, D. A. A., SOUZA, Z. M., GOMES, M. G. S., PARRA, J. A. S., LIMA, R. P., NASCIMENTO, J. P. T.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> capacidade de aeração, permeabilidade do solo ao ar, tráfego agrícola</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A operação de transbordo na colheita mecanizada da cana-de-açúcar tem aumentado os níveis de compactação do solo, alterando a funcionalidade física do solo. O objetivo desse estudo foi avaliar efeitos do tráfego de distintos sistemas de transbordo utilizados na colheita da cana-de-açúcar em atributos físicos responsáveis pela aeração de um Latossolo Vermelho distrófico. As avaliações foram feitas após as duas primeiras colheitas da cultura, com uso de três configurações de transbordo: i) 1T/21: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 21 Mg; ii) 2T/10: trator + duas unidades de transbordos com capacidade de 10 Mg cada; iii) 1C/20: caminhão canavieiro + uma unidade de transbordo com capacidade de 20 Mg. A permeabilidade do solo ao ar, porosidade de aeração e índice de continuidade de poros foram avaliadas em amostras indeformadas de solo coletadas nos locais da linha de plantio (LP), entrelinha (EL) e ponto médio (PM) entre LP e EL, nas camadas de 0,00-0,10 m, 0,10-0,20 m e 0,20-0,30 m. Os sistemas de transbordo tiveram um impacto negativo na porosidade de aeração, com diferenças entre tratamentos e locais específicos, especialmente nas duas primeiras camadas do solo. A permeabilidade do solo ao ar foi reduzida e os tratamentos 2T/10 e 1T/21 apresentaram os menores valores na linha de plantio na camada de 0,10-0,20 m após a primeira colheita e na camada de 0,20-0,30 m após a segunda colheita, respectivamente. Apesar dessas variações, nenhum tratamento demonstrou condição de aeração deficiente.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4095-propriedades-de-transporte-de-ar-no-solo-afetadas-pelo-trafego-de-sistemas-de-transbordo-da-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> DIEGO A. A. ESTEBAN, D. A. A., SOUZA, Z. M., GOMES, M. G. S., PARRA, J. A. S., LIMA, R. P., NASCIMENTO, J. P. T.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> capacidade de aeração, permeabilidade do solo ao ar, tráfego agrícola</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A operação de transbordo na colheita mecanizada da cana-de-açúcar tem aumentado os níveis de compactação do solo, alterando a funcionalidade física do solo. O objetivo desse estudo foi avaliar efeitos do tráfego de distintos sistemas de transbordo utilizados na colheita da cana-de-açúcar em atributos físicos responsáveis pela aeração de um Latossolo Vermelho distrófico. As avaliações foram feitas após as duas primeiras colheitas da cultura, com uso de três configurações de transbordo: i) 1T/21: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 21 Mg; ii) 2T/10: trator + duas unidades de transbordos com capacidade de 10 Mg cada; iii) 1C/20: caminhão canavieiro + uma unidade de transbordo com capacidade de 20 Mg. A permeabilidade do solo ao ar, porosidade de aeração e índice de continuidade de poros foram avaliadas em amostras indeformadas de solo coletadas nos locais da linha de plantio (LP), entrelinha (EL) e ponto médio (PM) entre LP e EL, nas camadas de 0,00-0,10 m, 0,10-0,20 m e 0,20-0,30 m. Os sistemas de transbordo tiveram um impacto negativo na porosidade de aeração, com diferenças entre tratamentos e locais específicos, especialmente nas duas primeiras camadas do solo. A permeabilidade do solo ao ar foi reduzida e os tratamentos 2T/10 e 1T/21 apresentaram os menores valores na linha de plantio na camada de 0,10-0,20 m após a primeira colheita e na camada de 0,20-0,30 m após a segunda colheita, respectivamente. Apesar dessas variações, nenhum tratamento demonstrou condição de aeração deficiente.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:49:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POROSIDADE DO SOLO E PROPRIEDADES HIDRÁULICAS AFETADAS PELO TRÁFEGO DE MÁQUINAS NO TRANSBORDO DA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4094-porosidade-do-solo-e-propriedades-hidraulicas-afetadas-pelo-trafego-de-maquinas-no-transbordo-da-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POROSIDADE DO SOLO E PROPRIEDADES HIDRÁULICAS AFETADAS PELO TRÁFEGO DE MÁQUINAS NO TRANSBORDO DA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ESTEBAN, D. A. A., SOUZA, Z. M., TORMENA, C. A., GOMES, M. G. S., PARRA, J. A. S., SANTOS, L. R.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> tráfego agrícola, distribuição de poros, condutividade hidráulica</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>As máquinas utilizadas para o transbordo da cana-de-açúcar promovem a maior compactação do solo ao longo dos ciclos da cultura. A compactação altera a porosidade do solo e consequentemente suas propriedades hidráulicas modificando, portanto, o funcionamento do solo. O objetivo desse estudo foi avaliar o impacto do uso de diferentes configurações de transbordo, na distribuição de tamanho de poros, na retenção de água e na condutividade hidráulica de um Latossolo Vermelho distrófico. As avaliações foram feitas após a colheita da cana planta, com uso de quatro configurações de transbordo: i) 1T/21: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 21 Mg; ii) 2T/10: trator + duas unidades de transbordos com capacidade de 10 Mg cada; iii) 1T/30: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 30 Mg; iv) 1C/20: caminhão + uma unidade de transbordo com capacidade de 20 Mg. A condutividade hidráulica do solo saturado nas camadas superficiais foi significativamente alterada pelos sistemas de transbordo, com incremento em 2T/10 com relação a 1T/30 na camada de 0,00-0,10 m e, em 1T/30 com relação 2T/10 e 1C/20 na camada de 0,10-0,20 m. A distribuição de tamanho de poros teve leves modificações entre tratamentos, resultando em um efeito pequeno nas curvas de retenção de água no solo. Os raios de poros de maior frequência para todos os tratamentos em todas as camadas corresponderam à classe dos mesoporos, com exceção de 1T/30 nas camadas de 0,10-0,20 m e 0,20-0,30 m que apresentaram tamanho de poros de maior frequência na classe dos macroporos.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4094-porosidade-do-solo-e-propriedades-hidraulicas-afetadas-pelo-trafego-de-maquinas-no-transbordo-da-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ESTEBAN, D. A. A., SOUZA, Z. M., TORMENA, C. A., GOMES, M. G. S., PARRA, J. A. S., SANTOS, L. R.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> tráfego agrícola, distribuição de poros, condutividade hidráulica</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>As máquinas utilizadas para o transbordo da cana-de-açúcar promovem a maior compactação do solo ao longo dos ciclos da cultura. A compactação altera a porosidade do solo e consequentemente suas propriedades hidráulicas modificando, portanto, o funcionamento do solo. O objetivo desse estudo foi avaliar o impacto do uso de diferentes configurações de transbordo, na distribuição de tamanho de poros, na retenção de água e na condutividade hidráulica de um Latossolo Vermelho distrófico. As avaliações foram feitas após a colheita da cana planta, com uso de quatro configurações de transbordo: i) 1T/21: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 21 Mg; ii) 2T/10: trator + duas unidades de transbordos com capacidade de 10 Mg cada; iii) 1T/30: trator + uma unidade de transbordo com capacidade de 30 Mg; iv) 1C/20: caminhão + uma unidade de transbordo com capacidade de 20 Mg. A condutividade hidráulica do solo saturado nas camadas superficiais foi significativamente alterada pelos sistemas de transbordo, com incremento em 2T/10 com relação a 1T/30 na camada de 0,00-0,10 m e, em 1T/30 com relação 2T/10 e 1C/20 na camada de 0,10-0,20 m. A distribuição de tamanho de poros teve leves modificações entre tratamentos, resultando em um efeito pequeno nas curvas de retenção de água no solo. Os raios de poros de maior frequência para todos os tratamentos em todas as camadas corresponderam à classe dos mesoporos, com exceção de 1T/30 nas camadas de 0,10-0,20 m e 0,20-0,30 m que apresentaram tamanho de poros de maior frequência na classe dos macroporos.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:45:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DA NORMAL CLIMATOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE PETROLINA- PE COM BASE NO PROGRAMA BHCN&amp;CCTK</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4092-avaliacao-da-normal-climatologica-do-municipio-de-petrolina-pe-com-base-no-programa-bhcn-cctk?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DA NORMAL CLIMATOLÓGICA DO MUNICÍPIO DE PETROLINA- PE COM BASE NO PROGRAMA BHCN&amp;CCTK</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> OLIVEIRA, W. N., SOUSA, J. S. C., SOUZA, V. F., MORAIS, V. A. M., GUEDES, A. L. V., ROCHA, M. G.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> INMET, normal climática, evapotranspiração</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A compreensão a respeito do clima é de grande valia para a tomada de decisão no meio agrícola, se fazendo necessário cada vez mais obter e discernir conhecimento sobre a classificação climatológica das regiões, sendo a de Köppen e Thornthwaite as mais utilizadas. Por tanto o presente estudo teve por objetivo avaliar a normal climatológica do município de Petrolina/PE. Para isso, foi utilizado um banco de dados de informações fornecidos pelo INMET para normais climatológicas do recorte temporal 1961-1990; 1981-2010 e 1991-2020 do município estudado. Os dados coletados foram submetidos ao software BHCN&amp;CCTK, o qual forneceu dados sobre a classificação climática, índice pluviométrico, térmico e evapotranspirométrico. Assim, foi identificado que a normal climatológica não sofreu alteração, porém, outros índices sofreram aumentos, sendo eles: indice de aridez, evapotranspiração e índice de umidade.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> OLIVEIRA, W. N., SOUSA, J. S. C., SOUZA, V. F., MORAIS, V. A. M., GUEDES, A. L. V., ROCHA, M. G.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> INMET, normal climática, evapotranspiração</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A compreensão a respeito do clima é de grande valia para a tomada de decisão no meio agrícola, se fazendo necessário cada vez mais obter e discernir conhecimento sobre a classificação climatológica das regiões, sendo a de Köppen e Thornthwaite as mais utilizadas. Por tanto o presente estudo teve por objetivo avaliar a normal climatológica do município de Petrolina/PE. Para isso, foi utilizado um banco de dados de informações fornecidos pelo INMET para normais climatológicas do recorte temporal 1961-1990; 1981-2010 e 1991-2020 do município estudado. Os dados coletados foram submetidos ao software BHCN&amp;CCTK, o qual forneceu dados sobre a classificação climática, índice pluviométrico, térmico e evapotranspirométrico. Assim, foi identificado que a normal climatológica não sofreu alteração, porém, outros índices sofreram aumentos, sendo eles: indice de aridez, evapotranspiração e índice de umidade.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:24:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TODOS OS FERTILIZANTES COMERCIAIS SÃO PASSÍVEIS DE ENCAPSULAMENTO?</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4091-todos-os-fertilizantes-comerciais-sao-passiveis-de-encapsulamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TODOS OS FERTILIZANTES COMERCIAIS SÃO PASSÍVEIS DE ENCAPSULAMENTO?</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> NASCIMENTO, V. P., PEREIRA, F. C., FAEZ, R., SOUZA, C. F.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> fem, capsicum chinense, </i>agricultura sustentável</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Brasil é um dos países com maior produção de pimenta mundialmente, resultando em significativo uso de fertilizantes. Uma abordagem promissora para a redução desses produtos no solo e na água é a produção de Fertilizantes de Eficiência Melhorada (FEM) revestidos com matrizes biodegradáveis. Neste contexto, este trabalho produziu FEM a partir dos nutrientes dos fertilizantes comerciais Ca(NO3)2, KNO3, MgSO4, fosfato monoamônio (MAP) e ConMicros para aplicação no cultivo sem solo da pimenta Maria Bonita (Capsicum chinense). Os FEM foram obtidos a partir do recobrimento utilizando matrizes poliméricas de PHB, amido e celulose nanofibrilada por tratamentos térmicos (secagem por pulverização e estufa e processamento por fusão). Foi realizada avaliação da condutividade dos fertilizantes encapsulados e não encapsulados. Os materiais contendo KNO3, MgSO4 e ConMicros apresentaram comportamentos de liberação prolongada e viáveis para serem aplicados no plantio da pimenta Maria Bonita, enquanto que o encapsulamento de Ca(NO3)2 e MAP não foram eficientes para esta aplicação.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> NASCIMENTO, V. P., PEREIRA, F. C., FAEZ, R., SOUZA, C. F.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> fem, capsicum chinense, </i>agricultura sustentável</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O Brasil é um dos países com maior produção de pimenta mundialmente, resultando em significativo uso de fertilizantes. Uma abordagem promissora para a redução desses produtos no solo e na água é a produção de Fertilizantes de Eficiência Melhorada (FEM) revestidos com matrizes biodegradáveis. Neste contexto, este trabalho produziu FEM a partir dos nutrientes dos fertilizantes comerciais Ca(NO3)2, KNO3, MgSO4, fosfato monoamônio (MAP) e ConMicros para aplicação no cultivo sem solo da pimenta Maria Bonita (Capsicum chinense). Os FEM foram obtidos a partir do recobrimento utilizando matrizes poliméricas de PHB, amido e celulose nanofibrilada por tratamentos térmicos (secagem por pulverização e estufa e processamento por fusão). Foi realizada avaliação da condutividade dos fertilizantes encapsulados e não encapsulados. Os materiais contendo KNO3, MgSO4 e ConMicros apresentaram comportamentos de liberação prolongada e viáveis para serem aplicados no plantio da pimenta Maria Bonita, enquanto que o encapsulamento de Ca(NO3)2 e MAP não foram eficientes para esta aplicação.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:18:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TOLERÂNCIA DE CULTIVARES DE MANJERICÃO À SALINIDADE EM SISTEMA SEMI-HIDROPÔNICO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4090-tolerancia-de-cultivares-de-manjericao-a-salinidade-em-sistema-semi-hidroponico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TOLERÂNCIA DE CULTIVARES DE MANJERICÃO À SALINIDADE EM SISTEMA SEMI-HIDROPÔNICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> DIAS, V. L., OLIVEIRA, M. J. S., RAMOS, L. M. H., BRILHANTE, V. B., SOUZA, M. W. L., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> Ocimum basilicum L., </i>estresse salino, hidroponia</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O manjericão (<i>Ocimum basilicum L.)</i> é pertencente à família das Lamiaceae, um grupo que engloba diversas espécies. Este trabalho teve o objetivo de avaliar a tolerância de cultivares de manjericão a salinidade da solução nutritiva em sistema semi-hidropônico. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, adotando o esquema fatorial 2 x 2, sendo o primeiro fator composto por duas cultivares de manjericão (Roxo e Verde), e o segundo composto por duas condutividades elétricas da solução nutritiva (1,6 e 6,5 dS m-1). A parcela foi representada por uma bandeja plástica, com capacidade para 20 litros, contendo fibra de coco. Em bandeja foram plantadas quatro plantas. Foram avaliadas quanto às seguintes variáveis: altura de plantas, diâmetro de caule, número de folhas, massa fresca total e massa seca total. O uso de água salina na solução nutritiva provocou redução para a maioria das variáveis utilizadas, no entanto o efeito do estresse salino foi variável de acordo com as cultivares utilizadas. A cultivar verde é mais produtiva do que a cultivar roxa em condições de baixa salinidade. A cultivar roxa é mais tolerante em comparação com a cultivar verde.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4090-tolerancia-de-cultivares-de-manjericao-a-salinidade-em-sistema-semi-hidroponico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> DIAS, V. L., OLIVEIRA, M. J. S., RAMOS, L. M. H., BRILHANTE, V. B., SOUZA, M. W. L., OLIVEIRA, F. A.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> Ocimum basilicum L., </i>estresse salino, hidroponia</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O manjericão (<i>Ocimum basilicum L.)</i> é pertencente à família das Lamiaceae, um grupo que engloba diversas espécies. Este trabalho teve o objetivo de avaliar a tolerância de cultivares de manjericão a salinidade da solução nutritiva em sistema semi-hidropônico. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, adotando o esquema fatorial 2 x 2, sendo o primeiro fator composto por duas cultivares de manjericão (Roxo e Verde), e o segundo composto por duas condutividades elétricas da solução nutritiva (1,6 e 6,5 dS m-1). A parcela foi representada por uma bandeja plástica, com capacidade para 20 litros, contendo fibra de coco. Em bandeja foram plantadas quatro plantas. Foram avaliadas quanto às seguintes variáveis: altura de plantas, diâmetro de caule, número de folhas, massa fresca total e massa seca total. O uso de água salina na solução nutritiva provocou redução para a maioria das variáveis utilizadas, no entanto o efeito do estresse salino foi variável de acordo com as cultivares utilizadas. A cultivar verde é mais produtiva do que a cultivar roxa em condições de baixa salinidade. A cultivar roxa é mais tolerante em comparação com a cultivar verde.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:11:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE E RETORNO ECONÔMICO RELATIVO DO FEIJÃO-COMUM CULTIVADO NO INVERNO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4089-produtividade-e-retorno-economico-relativo-do-feijao-comum-cultivado-no-inverno?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE E RETORNO ECONÔMICO RELATIVO DO FEIJÃO-COMUM CULTIVADO NO INVERNO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ESCARELA, V. A. C., COELHO, A. P.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> Rhizobium tropici,</i> irrigação, adubação</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Verificar o desempenho do feijão-comum quando cultivado com a utilização de bioinsumos é necessário para compreender o seu desempenho. Assim, objetivou-se avaliar a produtividade do feijão-comum submetido a inoculação com Rhizobium tropici, reinoculação e manejos de nitrogênio em cobertura, bem como seu retorno relativo econômico. O experimento foi realizado no Sudeste do Brasil em um Latossolo Vermelho (500 g kg-1 de argila). Utilizou-se a cultivar IPR Campos Gerais, de crescimento indeterminado e ciclo normal. Foram definidos três tratamentos, sendo eles Inoculação com Rhizobium tropici, Inoculação com Rhizobium tropici + Reinoculação em cobertura, Inoculação com Rhizobium tropici + 100 kg ha-1 de N em cobertura. A inoculação + reinoculação apresentou média de produtividade de 16,86% e 13,75% superior aos demais tratamentos. O investimento total no tratamento com inoculação + reinoculação foi 11,61% e 3,22% superior aos demais. Essa disparidade sugere a necessidade de uma análise a fim de tomar decisões informadas sobre alocação de recursos.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4089-produtividade-e-retorno-economico-relativo-do-feijao-comum-cultivado-no-inverno?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ESCARELA, V. A. C., COELHO, A. P.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b><i> Rhizobium tropici,</i> irrigação, adubação</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Verificar o desempenho do feijão-comum quando cultivado com a utilização de bioinsumos é necessário para compreender o seu desempenho. Assim, objetivou-se avaliar a produtividade do feijão-comum submetido a inoculação com Rhizobium tropici, reinoculação e manejos de nitrogênio em cobertura, bem como seu retorno relativo econômico. O experimento foi realizado no Sudeste do Brasil em um Latossolo Vermelho (500 g kg-1 de argila). Utilizou-se a cultivar IPR Campos Gerais, de crescimento indeterminado e ciclo normal. Foram definidos três tratamentos, sendo eles Inoculação com Rhizobium tropici, Inoculação com Rhizobium tropici + Reinoculação em cobertura, Inoculação com Rhizobium tropici + 100 kg ha-1 de N em cobertura. A inoculação + reinoculação apresentou média de produtividade de 16,86% e 13,75% superior aos demais tratamentos. O investimento total no tratamento com inoculação + reinoculação foi 11,61% e 3,22% superior aos demais. Essa disparidade sugere a necessidade de uma análise a fim de tomar decisões informadas sobre alocação de recursos.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 14:08:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DO ALGODOEIRO DE FIBRA COLORIDA ‘BRS JADE’ CONDUZIDO SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E APLICAÇÃO DE QUITOSANA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4088-producao-do-algodoeiro-de-fibra-colorida-brs-jade-conduzido-sob-restricao-hidrica-e-aplicacao-de-quitosana?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DO ALGODOEIRO DE FIBRA COLORIDA ‘BRS JADE’ CONDUZIDO SOB RESTRIÇÃO HÍDRICA E APLICAÇÃO DE QUITOSANA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> LIMA, V. L. A., NUNES, K. G., SILVA, A. A. R., COSTA, D. S., NASCIMENTO, F. S., SOUZA, A. R.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> atenuante, biopolímero,<i> Gossypium hirsutum L</i></p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>É fundamental buscar estratégias para reduzir os impactos negativos derivado da restrição hídrica no cultivo do algodoeiro de fibra colorida. Objetivou-se com este estudo avaliar o efeito das concentrações de quitosana como atenuante da restrição hídrica na produção do algodoeiro de fibra naturalmente colorida ‘BRS Jade’. O estudo foi desenvolvido em ambiente de casa de vegetação na Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina Grande-PB, utilizando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 × 4, sendo duas lâminas de irrigação (100 e 50% da necessidade hídrica da cultura) e quatro concentrações de quitosana (0,0; 0,25; 0,50 e 0,75 g L-1) com três repetições e uma planta por parcela. A restrição hídrica afetou negativamente as variáveis de massa de um capulho e massa de algodão em caroço. A aplicação foliar de quitosana atenuou os efeitos deletérios do peso de 100 sementes até 0,45 g L-1.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/engenharia-de-agua-e-solo-eas-7/4088-producao-do-algodoeiro-de-fibra-colorida-brs-jade-conduzido-sob-restricao-hidrica-e-aplicacao-de-quitosana?format=html</guid>
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<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> atenuante, biopolímero,<i> Gossypium hirsutum L</i></p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>É fundamental buscar estratégias para reduzir os impactos negativos derivado da restrição hídrica no cultivo do algodoeiro de fibra colorida. Objetivou-se com este estudo avaliar o efeito das concentrações de quitosana como atenuante da restrição hídrica na produção do algodoeiro de fibra naturalmente colorida ‘BRS Jade’. O estudo foi desenvolvido em ambiente de casa de vegetação na Universidade Federal de Campina Grande/UFCG, Campina Grande-PB, utilizando-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 × 4, sendo duas lâminas de irrigação (100 e 50% da necessidade hídrica da cultura) e quatro concentrações de quitosana (0,0; 0,25; 0,50 e 0,75 g L-1) com três repetições e uma planta por parcela. A restrição hídrica afetou negativamente as variáveis de massa de um capulho e massa de algodão em caroço. A aplicação foliar de quitosana atenuou os efeitos deletérios do peso de 100 sementes até 0,45 g L-1.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 13:55:33 -0300</pubDate>
       </item>
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