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       <title>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>LOCALIZAÇÃO DE UNIDADES DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS POR IMAGENS DE SATÉLITE EM PERNAMBUCO E CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES LOCALIZADAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE–PE</title>
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           <media:title type="plain">LOCALIZAÇÃO DE UNIDADES DE ARMAZENAMENTO DE GRÃOS POR IMAGENS DE SATÉLITE EM PERNAMBUCO E CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADES LOCALIZADAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE RECIFE–PE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SILVA, T. M. T., MACHADO, L. P., CUNHA JÚNIOR, J. C., LAURENTI, R., SILVA, J. A., SILVA, M. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> armazenamento de grãos, localização, logística</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo procurou identificar possíveis unidades armazenadoras de grãos em todo o estado de Pernambuco partindo de imagens de satélite em consideração a alguns caracteres como a geometria e cor dos pontos identificados, que sinalizam a possível ocorrência de um armazém convencional ou silo destinado a armazenagem de produtos agrícolas não processados. Graças aos mapas do Google Earth Pro versão é 1.3.33.7. obtivemos pontos através das coordenadas geográficas referentes às unidades. Assim as coordenadas geográficas foram transformadas em coordenadas com projeções UTM, e posteriormente conferido a veracidade dos pontos quanto as localizações. As unidades armazenadoras foram submetidas a uma pesquisa pela aplicação de um pequeno questionário de forma presencial ou de forma virtual através de correio eletrônico. Assim uma planilha serviu de gênese para formação de mapas abordando diferentes características das unidades armazenadoras no estado de Pernambuco e em particular na região metropolitana da cidade do Recife PE, através do software QGIS.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Nessa primeira fase o estudo se aprofundou na região metropolitana da cidade do Recife PE.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> SILVA, T. M. T., MACHADO, L. P., CUNHA JÚNIOR, J. C., LAURENTI, R., SILVA, J. A., SILVA, M. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> armazenamento de grãos, localização, logística</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo procurou identificar possíveis unidades armazenadoras de grãos em todo o estado de Pernambuco partindo de imagens de satélite em consideração a alguns caracteres como a geometria e cor dos pontos identificados, que sinalizam a possível ocorrência de um armazém convencional ou silo destinado a armazenagem de produtos agrícolas não processados. Graças aos mapas do Google Earth Pro versão é 1.3.33.7. obtivemos pontos através das coordenadas geográficas referentes às unidades. Assim as coordenadas geográficas foram transformadas em coordenadas com projeções UTM, e posteriormente conferido a veracidade dos pontos quanto as localizações. As unidades armazenadoras foram submetidas a uma pesquisa pela aplicação de um pequeno questionário de forma presencial ou de forma virtual através de correio eletrônico. Assim uma planilha serviu de gênese para formação de mapas abordando diferentes características das unidades armazenadoras no estado de Pernambuco e em particular na região metropolitana da cidade do Recife PE, através do software QGIS.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Nessa primeira fase o estudo se aprofundou na região metropolitana da cidade do Recife PE.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 11:10:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CINÉTICA DE SECAGEM DE FOLHAS DE BOLDO (Plectranthus barbatus)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4111-cinetica-de-secagem-de-folhas-de-boldo-plectranthus-barbatus?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CINÉTICA DE SECAGEM DE FOLHAS DE BOLDO (Plectranthus barbatus)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> GOMES FILHO, R. M., MELO, M. A., SANTANA, J. S., DEVILLA, I. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> cinética de secagem, dessorção, modelagem matemática</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">As plantas medicinais estão se tornando cada vez mais atrativas no mercado brasileiro. No entanto, o boldo (Plectranthus barbatus) apresenta um alto teor de água, o que minimiza o tempo de armazenamento. A secagem é uma técnica que visa reduzir o teor de água, possibilitando a armazenagem por longo tempo. Assim, objetivou-se determinar e modelar a cinética de secagem de folhas de boldo (Plectranthus barbatus,) nas temperaturas de secagem de 45 e 55 ºC, em secador de leito fluidizado. As folhas foram cortadas no formato circular com diâmetro de 0,03m e secas até atingirem o equilíbrio higroscópico com ar de secagem. Foram ajustados modelos de secagem utilizando-se o programa Statistica 12.0®. O grau de ajuste dos modelos aos dados experimentais foi avaliado com base na função da magnitude do coeficiente de determinação (R²), da magnitude do erro médio relativo (P) e o do erro médio da estimativa (SE). Conclui-se que os modelos de Logaritmo e Wang e Sing apresentaram melhores resultados para as temperaturas de secagem de 45 e 55 ºC, respectivamente.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> GOMES FILHO, R. M., MELO, M. A., SANTANA, J. S., DEVILLA, I. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> cinética de secagem, dessorção, modelagem matemática</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">As plantas medicinais estão se tornando cada vez mais atrativas no mercado brasileiro. No entanto, o boldo (Plectranthus barbatus) apresenta um alto teor de água, o que minimiza o tempo de armazenamento. A secagem é uma técnica que visa reduzir o teor de água, possibilitando a armazenagem por longo tempo. Assim, objetivou-se determinar e modelar a cinética de secagem de folhas de boldo (Plectranthus barbatus,) nas temperaturas de secagem de 45 e 55 ºC, em secador de leito fluidizado. As folhas foram cortadas no formato circular com diâmetro de 0,03m e secas até atingirem o equilíbrio higroscópico com ar de secagem. Foram ajustados modelos de secagem utilizando-se o programa Statistica 12.0®. O grau de ajuste dos modelos aos dados experimentais foi avaliado com base na função da magnitude do coeficiente de determinação (R²), da magnitude do erro médio relativo (P) e o do erro médio da estimativa (SE). Conclui-se que os modelos de Logaritmo e Wang e Sing apresentaram melhores resultados para as temperaturas de secagem de 45 e 55 ºC, respectivamente.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 11:05:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE TERMINAL DE FOLHAS DE BOLDO EM FUNÇÃO DO TEOR DE ÁGUA</title>
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           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE TERMINAL DE FOLHAS DE BOLDO EM FUNÇÃO DO TEOR DE ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> MELO, M. A., GOMES FILHO, R. M., DEVILLA, I. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> secagem, <i>plectranthus barbatus</i>, plantas medicinais</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">O boldo-falso ou boldo de jardim tem se destacado nos últimos anos na área farmacêutica, ele é amplamente utilizado na medicina popular devido às suas propriedades medicinais. Atualmente, as plantas medicinais continuam sendo uma parte importante da medicina tradicional e alternativa, além de serem objeto de estudos científicos para validar suas propriedades terapêuticas e entender melhor seus mecanismos de ação. O processo de secagem surge como forma de inibir as perdas de produtos medicinais armazenados. A determinação da velocidade terminal, é primordial para secagem, separação e limpeza de produtos agrícolas. Assim objetivou-se determinar a velocidade terminal das folhas de boldofalso (Plectranthus barbatus) em diferentes teores de água. As folhas de boldo foram colhidas, secas e submetidas a testes de velocidade terminal em condições controladas.Os resultados indicaram uma relação direta entre a velocidade terminal e a redução do teor de água, sendo influenciada também pela alteração física das folhas durante a secagem. O formato das amostras afetou significativamente a velocidade terminal, sendo que amostras mais secas apresentaram maior velocidade devido ao menor contato com o ar.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> MELO, M. A., GOMES FILHO, R. M., DEVILLA, I. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> secagem, <i>plectranthus barbatus</i>, plantas medicinais</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;">O boldo-falso ou boldo de jardim tem se destacado nos últimos anos na área farmacêutica, ele é amplamente utilizado na medicina popular devido às suas propriedades medicinais. Atualmente, as plantas medicinais continuam sendo uma parte importante da medicina tradicional e alternativa, além de serem objeto de estudos científicos para validar suas propriedades terapêuticas e entender melhor seus mecanismos de ação. O processo de secagem surge como forma de inibir as perdas de produtos medicinais armazenados. A determinação da velocidade terminal, é primordial para secagem, separação e limpeza de produtos agrícolas. Assim objetivou-se determinar a velocidade terminal das folhas de boldofalso (Plectranthus barbatus) em diferentes teores de água. As folhas de boldo foram colhidas, secas e submetidas a testes de velocidade terminal em condições controladas.Os resultados indicaram uma relação direta entre a velocidade terminal e a redução do teor de água, sendo influenciada também pela alteração física das folhas durante a secagem. O formato das amostras afetou significativamente a velocidade terminal, sendo que amostras mais secas apresentaram maior velocidade devido ao menor contato com o ar.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 11:01:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PERFIL DE AMINOÁCIDOS DA FARINHA DE AÇAFRÃO DA TERRA (Curcuma longa L.)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4109-perfil-de-aminoacidos-da-farinha-de-acafrao-da-terra-curcuma-longa-l?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PERFIL DE AMINOÁCIDOS DA FARINHA DE AÇAFRÃO DA TERRA (Curcuma longa L.)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> LIMA, M. S., RESENDE, O., CORREIA, J. S., CÉLIA, J. A.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> histídina, proteínas, treonina</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>O açafrão da terra possui extensa gama de aplicação em diversas indústrias, como a de alimentos, a farmacêutica e a nutracêutica. O objetivo do trabalho foi realizar o beneficiamento pós-colheita do açafrão da terra (Curcuma longa L.), submetido a secagem para a produção de farinha, e determinar o perfil de aminoácidos presentes. Para os aminoácidos essenciais obtiveram -se: histidina 0,30%, treonina 0,54%, tirosina 0,43%, valina 0,66%, metionina 0,21%, isoleucina 0,49%, leucina 1,04%, fenilalanina 0,60%, lisina 0,51%. Os aminoácidos não essenciais foram: ácido aspártico 2,08%, ácido glutâmico 1,46%, serina 0,49%, glicina 0,48%, arginina 0,83%, alanina 0,38%, prolina 0,23%, cistina 0,16%, triptofano 0,41%. Os aminoácidos essências não são metabolizados pelo organismo, sendo necessário o seu consumo, enquanto os não essenciais são produzidos pelo organismo. Ambos os aminoácidos desempenham importantes funções no organismo humano, sendo necessário à sua produção e consumo para a manutenção do organismo.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> histídina, proteínas, treonina</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>O açafrão da terra possui extensa gama de aplicação em diversas indústrias, como a de alimentos, a farmacêutica e a nutracêutica. O objetivo do trabalho foi realizar o beneficiamento pós-colheita do açafrão da terra (Curcuma longa L.), submetido a secagem para a produção de farinha, e determinar o perfil de aminoácidos presentes. Para os aminoácidos essenciais obtiveram -se: histidina 0,30%, treonina 0,54%, tirosina 0,43%, valina 0,66%, metionina 0,21%, isoleucina 0,49%, leucina 1,04%, fenilalanina 0,60%, lisina 0,51%. Os aminoácidos não essenciais foram: ácido aspártico 2,08%, ácido glutâmico 1,46%, serina 0,49%, glicina 0,48%, arginina 0,83%, alanina 0,38%, prolina 0,23%, cistina 0,16%, triptofano 0,41%. Os aminoácidos essências não são metabolizados pelo organismo, sendo necessário o seu consumo, enquanto os não essenciais são produzidos pelo organismo. Ambos os aminoácidos desempenham importantes funções no organismo humano, sendo necessário à sua produção e consumo para a manutenção do organismo.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 10:58:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISIS DEL EQUILIBRIO TÉRMICO E HIGROSCÓPICO DEL AIRE EN CONTACTO CON LOS GRANOS DE CAFÉ RECIÉN TOSTADOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4108-analisis-del-equilibrio-termico-e-higroscopico-del-aire-en-contacto-con-los-granos-de-cafe-recien-tostados?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> DELGADO, P. A., SEGURA, D. A., VÁSQUEZ, G. G., MORA, N. S., ELÍAS, G. A. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> cinética, coffea arabica, equilíbrio</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Los granos de café recién tostados se desgasifican e inician una estabilización interna en relación con el dióxido de carbono, la temperatura y el contenido de humedad; indirectamente el aire en contacto con los granos también se estabiliza cuando las condiciones son herméticas. El objetivo de esta investigación fue ajustar el perfil de temperatura y humedad relativa del aire en contacto con los granos de café durante el enfriamiento en cámara fría. La temperatura inicial de los granos fue de 30 ± 2 °C. Se utilizaron dos réplicas, las cuales contenían 224,88 y 294,70 g en dos recipientes herméticos. Se colocaron dos registradores de temperatura y humedad relativa del aire en contacto con los granos. Los valores se ajustaron adecuadamente al utilizar la ecuación exponencial de tres parámetros. Además, se determino que el equilibrio de la humedad se alcanza en 1,0 h y la temperatura en 4,5 h con un coeficiente de determinación mayor a 0,95.</p>
<p> </p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4108-analisis-del-equilibrio-termico-e-higroscopico-del-aire-en-contacto-con-los-granos-de-cafe-recien-tostados?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> DELGADO, P. A., SEGURA, D. A., VÁSQUEZ, G. G., MORA, N. S., ELÍAS, G. A. V.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> cinética, coffea arabica, equilíbrio</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Los granos de café recién tostados se desgasifican e inician una estabilización interna en relación con el dióxido de carbono, la temperatura y el contenido de humedad; indirectamente el aire en contacto con los granos también se estabiliza cuando las condiciones son herméticas. El objetivo de esta investigación fue ajustar el perfil de temperatura y humedad relativa del aire en contacto con los granos de café durante el enfriamiento en cámara fría. La temperatura inicial de los granos fue de 30 ± 2 °C. Se utilizaron dos réplicas, las cuales contenían 224,88 y 294,70 g en dos recipientes herméticos. Se colocaron dos registradores de temperatura y humedad relativa del aire en contacto con los granos. Los valores se ajustaron adecuadamente al utilizar la ecuación exponencial de tres parámetros. Además, se determino que el equilibrio de la humedad se alcanza en 1,0 h y la temperatura en 4,5 h con un coeficiente de determinación mayor a 0,95.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 10:55:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEORES DE LIPÍDIOS E PROTEÍNAS EM GRÃOS DE SOJA CULTIVADA EM TERRAS BAIXAS NO RIO GRANDE DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4107-teores-de-lipidios-e-proteinas-em-graos-de-soja-cultivada-em-terras-baixas-no-rio-grande-do-sul?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEORES DE LIPÍDIOS E PROTEÍNAS EM GRÃOS DE SOJA CULTIVADA EM TERRAS BAIXAS NO RIO GRANDE DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> BAISCH, J. S., GROHS, M., PFEIFENBERG, R., MACHADO, T. R., TRES, M. V., ZABOT, G. L.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> composição de soja, qualidade de grãos, áreas de várzea</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>No Rio Grande do Sul, as áreas de terras baixas onde rotineiramente havia o cultivo de arroz estão sendo utilizadas para o cultivo de soja. No entanto, ainda não se tem um conhecimento suficiente da composição química dos grãos usando-se diferentes manejos. Para as etapas de pós-processamento, os teores de lipídios e proteínas são fundamentais para a destinação e comercialização da soja. Portanto, o objetivo do trabalho foi determinar estes teores em grãos de soja cultivada em terras baixas no RS. Foram avaliados dois preparos do solo (escarificado e não escarificado) e seis tratamentos de plantas de cobertura (aveia, trevo, azevém, pousio, azevém + aveia e azevém + trevo) em duas safras (21/22 e 22/23). Em base mássica, no tratamento com cobertura de solo com azevém + trevo e solo escarificado foram obtidos valores de proteína em soja de 32,70 ± 4,99% e 29,75 ± 0,81% e lipídios de 24,40 ± 0,58% e 24,24 ± 2,93% para as safras 21/22 e 22/23, respectivamente. No tratamento em pousio e solo não escarificado, foram obtidos valores de proteína de 27,43 ± 4,61% e 24,25 ± 1,48% e lipídios de 20,68 ± 6,99% e 24,12 ± 3,67% para as safras 21/22 e 22/23, respectivamente.</p>
<p> </p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4107-teores-de-lipidios-e-proteinas-em-graos-de-soja-cultivada-em-terras-baixas-no-rio-grande-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> BAISCH, J. S., GROHS, M., PFEIFENBERG, R., MACHADO, T. R., TRES, M. V., ZABOT, G. L.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> composição de soja, qualidade de grãos, áreas de várzea</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>No Rio Grande do Sul, as áreas de terras baixas onde rotineiramente havia o cultivo de arroz estão sendo utilizadas para o cultivo de soja. No entanto, ainda não se tem um conhecimento suficiente da composição química dos grãos usando-se diferentes manejos. Para as etapas de pós-processamento, os teores de lipídios e proteínas são fundamentais para a destinação e comercialização da soja. Portanto, o objetivo do trabalho foi determinar estes teores em grãos de soja cultivada em terras baixas no RS. Foram avaliados dois preparos do solo (escarificado e não escarificado) e seis tratamentos de plantas de cobertura (aveia, trevo, azevém, pousio, azevém + aveia e azevém + trevo) em duas safras (21/22 e 22/23). Em base mássica, no tratamento com cobertura de solo com azevém + trevo e solo escarificado foram obtidos valores de proteína em soja de 32,70 ± 4,99% e 29,75 ± 0,81% e lipídios de 24,40 ± 0,58% e 24,24 ± 2,93% para as safras 21/22 e 22/23, respectivamente. No tratamento em pousio e solo não escarificado, foram obtidos valores de proteína de 27,43 ± 4,61% e 24,25 ± 1,48% e lipídios de 20,68 ± 6,99% e 24,12 ± 3,67% para as safras 21/22 e 22/23, respectivamente.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 10:51:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO DA CASCA DE MANDIOCA DURANTE A SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4106-coeficiente-de-difusao-efetivo-da-casca-de-mandioca-durante-a-secagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO DA CASCA DE MANDIOCA DURANTE A SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> ROCHA, M. A. A., OLIVEIRA, D. E. C., SANTOS, A. B., SILVA, D. B., LIMA, F. F., PAES, W. B.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b><i>Manihot esculenta Crantz, Arrhenius,</i> energia de ativação</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>Objetivou-se determinar o coeficiente de difusão efetivo e obter a energia de ativação para o processo de secagem de casca de mandioca (Manihot esculenta Crantz), submetidas à secagem em diversas condições de ar. O experimento foi desenvolvido no Instituto Federal Goiano – Campus Iporá. As cascas de mandioca foram obtidas na feira municipal de Iporá, Goiás. Os resíduos foram cortados em pedaços e o teor de água inicial foi 2,421±0,195 base seca (decimal, b.s.) foram submetidas a secagem nas temperaturas de 40; 50; 60 e 70 ºC e umidade relativa de 23,32; 14,12; 9,12 e 5,99% respectivamente. A secagem foi realizada em uma estufa de circulação forçada em recipientes metálicos usando aproximadamente 100 g. A secagem foi monitorada pela perda de massa, pesagens periódicas até atingir o teor de água final de 0,12±0,029 b.s.. O coeficiente de difusão efetivo aumentou com a elevação da temperatura apresentando valores de 3,996 x 10-11; 6,814 x 10-11; 8,752 x 10-11 e 16,250 x 10-11 m2 s-1, para as temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C, respectivamente, durante a secagem. A relação entre o coeficiente de difusão efetivo e a temperatura de secagem pode ser descrita pela equação de arrhenius, que apresenta uma energia de ativação para a difusão líquida na secagem de 39,771 kJ mol-1.</p>
<p> </p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> ROCHA, M. A. A., OLIVEIRA, D. E. C., SANTOS, A. B., SILVA, D. B., LIMA, F. F., PAES, W. B.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave: </b><i>Manihot esculenta Crantz, Arrhenius,</i> energia de ativação</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>Objetivou-se determinar o coeficiente de difusão efetivo e obter a energia de ativação para o processo de secagem de casca de mandioca (Manihot esculenta Crantz), submetidas à secagem em diversas condições de ar. O experimento foi desenvolvido no Instituto Federal Goiano – Campus Iporá. As cascas de mandioca foram obtidas na feira municipal de Iporá, Goiás. Os resíduos foram cortados em pedaços e o teor de água inicial foi 2,421±0,195 base seca (decimal, b.s.) foram submetidas a secagem nas temperaturas de 40; 50; 60 e 70 ºC e umidade relativa de 23,32; 14,12; 9,12 e 5,99% respectivamente. A secagem foi realizada em uma estufa de circulação forçada em recipientes metálicos usando aproximadamente 100 g. A secagem foi monitorada pela perda de massa, pesagens periódicas até atingir o teor de água final de 0,12±0,029 b.s.. O coeficiente de difusão efetivo aumentou com a elevação da temperatura apresentando valores de 3,996 x 10-11; 6,814 x 10-11; 8,752 x 10-11 e 16,250 x 10-11 m2 s-1, para as temperaturas de 40, 50, 60 e 70 °C, respectivamente, durante a secagem. A relação entre o coeficiente de difusão efetivo e a temperatura de secagem pode ser descrita pela equação de arrhenius, que apresenta uma energia de ativação para a difusão líquida na secagem de 39,771 kJ mol-1.</p>
<p> </p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 09:06:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO PÓS-COLHEITA DA COMPOSIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE ERVAMATE EM DIFERENTES CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4105-avaliacao-pos-colheita-da-composicao-fisico-quimica-de-ervamate-em-diferentes-condicoes-de-sombreamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO PÓS-COLHEITA DA COMPOSIÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE ERVAMATE EM DIFERENTES CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> NUNES, M. T., CORADI, P. C, OLIVEIRA, D. P., MORAES, R. S., SEVERO, E. M., LEAL, M. M.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> erva-mate, composição elementar, sombreamento</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>A erva-mate (Ilex paraguariensis) pode ser utilizadas para o preparo do chimarrão, do qual, sua composição físico-química pode sofrer alterações em função da fisiologia vegetal e influências externas. O objetivo do trabalho consiste em avaliar o teor de água e composição elementar na erva-mate obtida a partir de diferentes tipos e condições de sombreamento. Foram coletadas 25 amostras de erva-mate do tipo cultivada e 6 nativa, a condição de sombreamento apresentou 2 amostras com sombreamento, 4 com sombreamento parcial e 25 sem sombreamento, resultando em um fatorial 2x3. A determinação do teor de água foi realizada com Analisador de Umidade por Infravermelho. A determinação de As, Cd, Co, Mo, Ni, Pb e V foi realizada por ICP-MS e Al, Ba, Ca, Cu, Fe, K, Mg, Mn, Na, S, Sr, e Zn foram determinados por ICP-OES. A erva-mate nativa apresentou maior teor de água, porém o Mn apresentou menor teor nos ervais nativos com sombreamento. A correlação negativa entre Cd-Al ficou evidente na erva-mate cultivada com sombreamento parcial e sem sombreamento. Desta forma, o tipo de erva-mate juntamente com a condição de sombreamento influencia na composição, sendo possível concluir que estes fatores são de relevância para classificação e caracterização físico-química e sensorial da erva-mate.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4105-avaliacao-pos-colheita-da-composicao-fisico-quimica-de-ervamate-em-diferentes-condicoes-de-sombreamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> NUNES, M. T., CORADI, P. C, OLIVEIRA, D. P., MORAES, R. S., SEVERO, E. M., LEAL, M. M.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> erva-mate, composição elementar, sombreamento</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>A erva-mate (Ilex paraguariensis) pode ser utilizadas para o preparo do chimarrão, do qual, sua composição físico-química pode sofrer alterações em função da fisiologia vegetal e influências externas. O objetivo do trabalho consiste em avaliar o teor de água e composição elementar na erva-mate obtida a partir de diferentes tipos e condições de sombreamento. Foram coletadas 25 amostras de erva-mate do tipo cultivada e 6 nativa, a condição de sombreamento apresentou 2 amostras com sombreamento, 4 com sombreamento parcial e 25 sem sombreamento, resultando em um fatorial 2x3. A determinação do teor de água foi realizada com Analisador de Umidade por Infravermelho. A determinação de As, Cd, Co, Mo, Ni, Pb e V foi realizada por ICP-MS e Al, Ba, Ca, Cu, Fe, K, Mg, Mn, Na, S, Sr, e Zn foram determinados por ICP-OES. A erva-mate nativa apresentou maior teor de água, porém o Mn apresentou menor teor nos ervais nativos com sombreamento. A correlação negativa entre Cd-Al ficou evidente na erva-mate cultivada com sombreamento parcial e sem sombreamento. Desta forma, o tipo de erva-mate juntamente com a condição de sombreamento influencia na composição, sendo possível concluir que estes fatores são de relevância para classificação e caracterização físico-química e sensorial da erva-mate.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 09:00:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>APLICACIÓN DE UN NUEVO MODELO MATEMÁTICO EN EL CALENTAMIENTO DE GRANOS DE CAFÉ CATUAÍ ROJO DURANTE EL TUESTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4104-aplicacion-de-un-nuevo-modelo-matematico-en-el-calentamiento-de-granos-de-cafe-catuai-rojo-durante-el-tueste?format=html</link>
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           <media:title type="plain">APLICACIÓN DE UN NUEVO MODELO MATEMÁTICO EN EL CALENTAMIENTO DE GRANOS DE CAFÉ CATUAÍ ROJO DURANTE EL TUESTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> ZÚÑIGA, K. C., ELÍAS, G. V., MONTOYA, D. E., RAMÍREZ, S. M., LASTRA, A. L., ORREGO, J. C.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> tueste, temperatura, proceso</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>Para mejorar la calidad de los granos de café, es importante controlar la temperatura y el tiempo de tueste durante el proceso de torrefacción. Debido a que esto influye en el sabor y el perfil de tueste. El objetivo de este estudio fue determinar la cinética de calentamiento de los granos de café Catuaí con dos métodos de procesamiento: miel y lavado, utilizando una nueva ecuación matemática. Se midió la temperatura del grano cada segundo con un termómetro infrarrojo. Se tostaron tres muestras de 600 g <span lang="EN-US">±</span> 0, 5 g de café para cada método. La temperatura inicial fue de 260 °C y la final de 230 °C. Para describir la cinética de calentamiento, se compararon tres ecuaciones siendo el modelo de Vargas y el propuesto los que tuvieron el mejor coeficiente de determinación con un (R2) de 0,946 para el grano lavado y 0,927 para el grano miel respectivamente.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> ZÚÑIGA, K. C., ELÍAS, G. V., MONTOYA, D. E., RAMÍREZ, S. M., LASTRA, A. L., ORREGO, J. C.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> tueste, temperatura, proceso</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p>Para mejorar la calidad de los granos de café, es importante controlar la temperatura y el tiempo de tueste durante el proceso de torrefacción. Debido a que esto influye en el sabor y el perfil de tueste. El objetivo de este estudio fue determinar la cinética de calentamiento de los granos de café Catuaí con dos métodos de procesamiento: miel y lavado, utilizando una nueva ecuación matemática. Se midió la temperatura del grano cada segundo con un termómetro infrarrojo. Se tostaron tres muestras de 600 g <span lang="EN-US">±</span> 0, 5 g de café para cada método. La temperatura inicial fue de 260 °C y la final de 230 °C. Para describir la cinética de calentamiento, se compararon tres ecuaciones siendo el modelo de Vargas y el propuesto los que tuvieron el mejor coeficiente de determinación con un (R2) de 0,946 para el grano lavado y 0,927 para el grano miel respectivamente.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 09:00:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE ACEROLA IN NATURA E DOS PÓS SECADOS EM LEITO DE ESPUMA EM DIFERENTES TEMPERATURAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4103-caracterizacao-fisico-quimica-da-polpa-de-acerola-in-natura-e-dos-pos-secados-em-leito-de-espuma-em-diferentes-temperaturas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA POLPA DE ACEROLA IN NATURA E DOS PÓS SECADOS EM LEITO DE ESPUMA EM DIFERENTES TEMPERATURAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b>Autores:</b> MANÇANO, L. F., OLIVEIRA, G. H. H., MARTINS, E. M. F., BAPTESTINI, F. M. B.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> <i>Malpighia emarginata</i>, desidratação, análise centesimal</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A acerola é uma fruta perecível devido ao seu alto teor de água. A desidratação pode prolongar sua vida útil, e dentre as tecnologias, a secagem em leito de espuma têm recebido atenção recentemente devido aos seus benefícios, como redução do tempo e temperatura de secagem. Mas é importante considerar que esse processo pode alterar as características do alimento. Diante disso, objetivou-se caracterizar física e quimicamente a polpa de acerola, <i>in natura </i>e em pó, após a secagem em leito de espuma. Utilizou-se Emustab numa concentração fixa de 4,0% para a elaboração da espuma e esta foi então seca a temperaturas variando de 50 a 70°C. Para cada temperatura, avaliou-se pH, acidez total titulável (ATT), sólidos solúveis totais (SST), açúcares redutores (AR), vitamina C e carotenoides totais (CT). Observou-se que a ATT e CT reduziram com o aumento da temperatura de secagem, enquanto os teores de AR e vitamina C aumentaram. Os parâmetros de pH e TSS não mostraram diferenças significativas. Verificou-se que 60°C é a mais adequada para preservar a qualidade da polpa de acerola. Informações das respostas dos parâmetros físico-químicos da acerola a diferentes temperaturas de secagem auxilia na compreensão do processo e na otimização dos resultados.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4103-caracterizacao-fisico-quimica-da-polpa-de-acerola-in-natura-e-dos-pos-secados-em-leito-de-espuma-em-diferentes-temperaturas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b>Autores:</b> MANÇANO, L. F., OLIVEIRA, G. H. H., MARTINS, E. M. F., BAPTESTINI, F. M. B.</p>
<p><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p><b>Palavras-chave:</b> <i>Malpighia emarginata</i>, desidratação, análise centesimal</p>
<p><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A acerola é uma fruta perecível devido ao seu alto teor de água. A desidratação pode prolongar sua vida útil, e dentre as tecnologias, a secagem em leito de espuma têm recebido atenção recentemente devido aos seus benefícios, como redução do tempo e temperatura de secagem. Mas é importante considerar que esse processo pode alterar as características do alimento. Diante disso, objetivou-se caracterizar física e quimicamente a polpa de acerola, <i>in natura </i>e em pó, após a secagem em leito de espuma. Utilizou-se Emustab numa concentração fixa de 4,0% para a elaboração da espuma e esta foi então seca a temperaturas variando de 50 a 70°C. Para cada temperatura, avaliou-se pH, acidez total titulável (ATT), sólidos solúveis totais (SST), açúcares redutores (AR), vitamina C e carotenoides totais (CT). Observou-se que a ATT e CT reduziram com o aumento da temperatura de secagem, enquanto os teores de AR e vitamina C aumentaram. Os parâmetros de pH e TSS não mostraram diferenças significativas. Verificou-se que 60°C é a mais adequada para preservar a qualidade da polpa de acerola. Informações das respostas dos parâmetros físico-químicos da acerola a diferentes temperaturas de secagem auxilia na compreensão do processo e na otimização dos resultados.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 08:46:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE E QUALIDADE TECNOLÓGICA DE CULTIVARES DE CANADE-AÇUCAR SOB DOIS SISTEMAS DE PLANTIO: EFEITOS NA CANA-SOCA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4102-produtividade-e-qualidade-tecnologica-de-cultivares-de-canade-acucar-sob-dois-sistemas-de-plantio-efeitos-na-cana-soca?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE E QUALIDADE TECNOLÓGICA DE CULTIVARES DE CANADE-AÇUCAR SOB DOIS SISTEMAS DE PLANTIO: EFEITOS NA CANA-SOCA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MACHADO, D. C., DALRI, A. B., COELHO, A. P., TOSCANO, H. D. S.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> ATR, mudas pré-brotadas, toletes</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cana-de-açúcar, é uma das culturas mais importantes do país, responsável por movimentar o setor econômico e a sociedade. Porém, o seu cultivo requer um grande conhecimento e planejamento, para não ocorrer perda de produção e lucratividade. Este trabalho, tem como objetivo, avaliar os efeitos de sistemas de plantio por toletes e por MPB e de cultivares na produtividade e qualidade tecnológica no segundo corte da cana-de-açúcar (cana soca). O experimento foi conduzido com delineamento experimental de blocos casualizados, no esquema fatorial 2 x 3, referente a dois sistemas de plantio (toletes e MPB) e três cultivares (RB85-5156, CTC 9001, CTC 9005), com quatro repetições. Mostrou-se uma superioridade média, das cultivares RB85-5156 e CTC 9001, em relação a cultivar CTC 9005, nos atributos altura de colmos e TCH. Conclui-se que, o plantio não foi um fator determinante, contudo, das três cultivares utilizadas, a RB85-5156 foi a única que apresentou os melhores resultados para produtividade e melhor qualidade tecnológica.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MACHADO, D. C., DALRI, A. B., COELHO, A. P., TOSCANO, H. D. S.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> ATR, mudas pré-brotadas, toletes</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A cana-de-açúcar, é uma das culturas mais importantes do país, responsável por movimentar o setor econômico e a sociedade. Porém, o seu cultivo requer um grande conhecimento e planejamento, para não ocorrer perda de produção e lucratividade. Este trabalho, tem como objetivo, avaliar os efeitos de sistemas de plantio por toletes e por MPB e de cultivares na produtividade e qualidade tecnológica no segundo corte da cana-de-açúcar (cana soca). O experimento foi conduzido com delineamento experimental de blocos casualizados, no esquema fatorial 2 x 3, referente a dois sistemas de plantio (toletes e MPB) e três cultivares (RB85-5156, CTC 9001, CTC 9005), com quatro repetições. Mostrou-se uma superioridade média, das cultivares RB85-5156 e CTC 9001, em relação a cultivar CTC 9005, nos atributos altura de colmos e TCH. Conclui-se que, o plantio não foi um fator determinante, contudo, das três cultivares utilizadas, a RB85-5156 foi a única que apresentou os melhores resultados para produtividade e melhor qualidade tecnológica.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 08:39:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>BIOFILME A BASE DE CERA DE CARNAÚBA NA CONSERVAÇÃO PÓSCOLHEITA DA BANANA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4101-biofilme-a-base-de-cera-de-carnauba-na-conservacao-poscolheita-da-banana?format=html</link>
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           <media:title type="plain">BIOFILME A BASE DE CERA DE CARNAÚBA NA CONSERVAÇÃO PÓSCOLHEITA DA BANANA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUZA, A. A. S., ROSAS, L. M. C., GONDIM, P. J. S.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> biofilme, pós-colheita, banana</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Com o mercado mais exigente agricultores e atravessadores buscam soluções para não haver desperdício de seus produtos e perda de lucro, com isso pesquisas são feitas com o objetivo de minimizar este problema, com a utilização de métodos de conservação de frutos e uma delas é o uso da cera de carnaúba, que vem crescendo no mercado. O presente estudo objetivou-se aplicar emulsão a base de cera de carnaúba para conter o amadurecimento da banana prata como também avaliar as alterações físico-química do fruto armazenado em ambiente refrigerado. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado sendo 1 armazenamento e 8 períodos de armazenamento sendo 3 frutos por parcela. A aplicação do revestimento foi feita por meio da imersão dos frutos na solução por um tempo de 30 segundos, com 3 repetições cada. O experimento constituído por tratamento controle (Testemunha) e por 6 amostra, realizando as seguintes análises: Solido solúvel, Acidez titulável e pH. Conclui-se que o biofilme a 12% de cera de carnaúba foi efetiva para conservar a banana prata até 15º dia, pois foi as médias foram efetivas em variáveis importante para o consumo.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4101-biofilme-a-base-de-cera-de-carnauba-na-conservacao-poscolheita-da-banana?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SOUZA, A. A. S., ROSAS, L. M. C., GONDIM, P. J. S.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> biofilme, pós-colheita, banana</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Com o mercado mais exigente agricultores e atravessadores buscam soluções para não haver desperdício de seus produtos e perda de lucro, com isso pesquisas são feitas com o objetivo de minimizar este problema, com a utilização de métodos de conservação de frutos e uma delas é o uso da cera de carnaúba, que vem crescendo no mercado. O presente estudo objetivou-se aplicar emulsão a base de cera de carnaúba para conter o amadurecimento da banana prata como também avaliar as alterações físico-química do fruto armazenado em ambiente refrigerado. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado sendo 1 armazenamento e 8 períodos de armazenamento sendo 3 frutos por parcela. A aplicação do revestimento foi feita por meio da imersão dos frutos na solução por um tempo de 30 segundos, com 3 repetições cada. O experimento constituído por tratamento controle (Testemunha) e por 6 amostra, realizando as seguintes análises: Solido solúvel, Acidez titulável e pH. Conclui-se que o biofilme a 12% de cera de carnaúba foi efetiva para conservar a banana prata até 15º dia, pois foi as médias foram efetivas em variáveis importante para o consumo.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 08:32:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO COLORIMÉTRICA DA PITAIA PRODUZIDA NO VALE DO SÃO FRANCISCO E ARMAZENADA EM DIFERENTES CONDIÇÕES</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4100-avaliacao-colorimetrica-da-pitaia-produzida-no-vale-do-sao-francisco-e-armazenada-em-diferentes-condicoes?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> FIGUEIREDO NETO, A., SILVA, N., COSTA, S. A. M. F., CAMPOS, V., OLIVEIRA, F. J. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> qualidade, conservação, aparência</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A pitaia é um fruto exótico e relativamente nova no Brasil, sendo comparada com as frutas mais tradicionais comercializadas no país. O tempo de armazenamento desse fruto é um ponto relevante para ter um maior tempo de prateleira, já que possui curta vida útil pós-colheita. Desse modo se faz necessário avaliar a vida de prateleira dessa fruta, principalmente no aspecto de qualidade colorimétrica, diante disto o presente trabalho teve como objetivo estudar a influência da temperatura nas características da cor da polpa da pitaia vermelha (Hylocereus polyrhizus), em relação em dias armazenada. Os frutos foram adquiridos em uma fazenda na cidade de Petrolina- PE, e o experimento realizado no laboratório de armazenamento de produtos agrícolas, localizado na UNIVASF. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC), em esquema fatorial 2x6, com três repetições, onde foram duas temperaturas e seis tempos de armazenamento. Durante o armazenamento sob duas condições temperaturas, sendo temperatura ambiente (25 ± 2 °C), como é bastante comum esse armazenamento em hortifrúti, e em temperatura refrigerada a 12 ± 1 °C. A qualidade das pitaias foram monitoradas durante o armazenamento por meio dos parâmetros de cor da polpa. Pelos resultados obtidos, pode-se concluir que os frutos de pitaia vermelha produzidos na região do Vale do São Francisco, apresentaram coloração de polpa aceitável para o consumo in natura até o 6º dia na condição ambiente, simulando a gôndola de um hortifrúti, e até 10 dias com luminosidade de polpa aceitável, superior ao observado em outros trabalhos com a mesma espécie.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> FIGUEIREDO NETO, A., SILVA, N., COSTA, S. A. M. F., CAMPOS, V., OLIVEIRA, F. J. V.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> qualidade, conservação, aparência</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A pitaia é um fruto exótico e relativamente nova no Brasil, sendo comparada com as frutas mais tradicionais comercializadas no país. O tempo de armazenamento desse fruto é um ponto relevante para ter um maior tempo de prateleira, já que possui curta vida útil pós-colheita. Desse modo se faz necessário avaliar a vida de prateleira dessa fruta, principalmente no aspecto de qualidade colorimétrica, diante disto o presente trabalho teve como objetivo estudar a influência da temperatura nas características da cor da polpa da pitaia vermelha (Hylocereus polyrhizus), em relação em dias armazenada. Os frutos foram adquiridos em uma fazenda na cidade de Petrolina- PE, e o experimento realizado no laboratório de armazenamento de produtos agrícolas, localizado na UNIVASF. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC), em esquema fatorial 2x6, com três repetições, onde foram duas temperaturas e seis tempos de armazenamento. Durante o armazenamento sob duas condições temperaturas, sendo temperatura ambiente (25 ± 2 °C), como é bastante comum esse armazenamento em hortifrúti, e em temperatura refrigerada a 12 ± 1 °C. A qualidade das pitaias foram monitoradas durante o armazenamento por meio dos parâmetros de cor da polpa. Pelos resultados obtidos, pode-se concluir que os frutos de pitaia vermelha produzidos na região do Vale do São Francisco, apresentaram coloração de polpa aceitável para o consumo in natura até o 6º dia na condição ambiente, simulando a gôndola de um hortifrúti, e até 10 dias com luminosidade de polpa aceitável, superior ao observado em outros trabalhos com a mesma espécie.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 08:23:16 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AJUSTES DE MODELOS NA SECAGEM DE SEMENTES DE MARACUJÁ</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4042-ajustes-de-modelos-na-secagem-de-sementes-de-maracuja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AJUSTES DE MODELOS NA SECAGEM DE SEMENTES DE MARACUJÁ</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MABASSO, G. A., ALMEIDA, A. B., VIANA, S. F., CÉLIA, J. A., RESENDE, O., OLIVEIRA, D. E. C.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> modelagem matemática, modelo de Page, <i>Passiflora edulis Sims.</i></p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se, neste trabalho, descrever o processo de secagem das sementes de maracujá e selecionar os modelos que melhor se ajustam a cada condição de secagem. As sementes foram colhidas com teor de água de 1,05±0,02 kg água kg-1matéria seca e submetidas ao processo de secagem até o teor de água final de 0,11±0,003 kg kg-1 (base seca, bs), nas temperaturas de 40; 50 e 60 ºC, e umidade relativa de 21,41; 14,35 e 7,78%, respectivamente. Com os dados do teor de água ao longo da secagem e teor de água de equilíbrio, foram determinados os valores de razão de teor de água (RX), para o ajuste de três modelos matemáticos de secagem. Os modelos matemáticos foram ajustados pelo método de GaussNewton e selecionados pelos critérios AIC e BIC. Conclui-se que o tempo de secagem aumentou com a redução da temperatura do ar de secagem; o modelo de Midilli apresentou melhor ajuste para representar a secagem de sementes de maracujá na temperatura de 40 °C e o modelo de Page para as temperaturas de 50 e 60 °C.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MABASSO, G. A., ALMEIDA, A. B., VIANA, S. F., CÉLIA, J. A., RESENDE, O., OLIVEIRA, D. E. C.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> modelagem matemática, modelo de Page, <i>Passiflora edulis Sims.</i></p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se, neste trabalho, descrever o processo de secagem das sementes de maracujá e selecionar os modelos que melhor se ajustam a cada condição de secagem. As sementes foram colhidas com teor de água de 1,05±0,02 kg água kg-1matéria seca e submetidas ao processo de secagem até o teor de água final de 0,11±0,003 kg kg-1 (base seca, bs), nas temperaturas de 40; 50 e 60 ºC, e umidade relativa de 21,41; 14,35 e 7,78%, respectivamente. Com os dados do teor de água ao longo da secagem e teor de água de equilíbrio, foram determinados os valores de razão de teor de água (RX), para o ajuste de três modelos matemáticos de secagem. Os modelos matemáticos foram ajustados pelo método de GaussNewton e selecionados pelos critérios AIC e BIC. Conclui-se que o tempo de secagem aumentou com a redução da temperatura do ar de secagem; o modelo de Midilli apresentou melhor ajuste para representar a secagem de sementes de maracujá na temperatura de 40 °C e o modelo de Page para as temperaturas de 50 e 60 °C.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 24 Oct 2024 15:21:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE ALFACE TRATADA COM ÁGUA OZONIZADA DURANTE O ARMAZENAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/4041-qualidade-de-alface-tratada-com-agua-ozonizada-durante-o-armazenamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DE ALFACE TRATADA COM ÁGUA OZONIZADA DURANTE O ARMAZENAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, M. J., ALENCAR, E. R., SILVA, M. V. A., FARONI, L. R. D.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> alface, ozônio, alterações qualitativas.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A água ozonizada tem sido estudada na conservação de produtos agrícolas durante o armazenamento. Então, este trabalho teve como objetivo determinar a pós-colheita da alface ozonizada. Adotaram-se quatro tratamentos, sendo controle (alface não tratada); exposição ao ozônio por 5 min; exposição do oxigênio por 5 min; e exposição ao sanitizante comercial clorin por 15 min. O processo de ozonização da água no sistema de microbolhas e o tratamento das amostras de alface ocorreram simultaneamente. Adotou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado. A análise da qualidade da alface foi realizada imediatamente após a ozonização (dia 0) e depois de 3 e 6 dias de armazenamento. Foram determinadas a contagem de mesófilos aeróbios, cor e extravasamento de eletrólitos. Depois dos tratamentos, a alfaces foram armazenadas a 5 °C e umidade relativa de 80%. Apesar de ter sido verificada redução na contagem de mesófilos aeróbios, especialmente imediatamente depois da ozonização, verificou-se alteração expressiva da cor da alface, assim como do extravasamento de eletrólitos. Os resultados obtidos no presente estudo permitem concluir que é não é viável o tratamento de alface com ozônio, quando a exposição das amostras ocorre simultaneamente a obtenção da água ozonizada.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, M. J., ALENCAR, E. R., SILVA, M. V. A., FARONI, L. R. D.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> alface, ozônio, alterações qualitativas.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">A água ozonizada tem sido estudada na conservação de produtos agrícolas durante o armazenamento. Então, este trabalho teve como objetivo determinar a pós-colheita da alface ozonizada. Adotaram-se quatro tratamentos, sendo controle (alface não tratada); exposição ao ozônio por 5 min; exposição do oxigênio por 5 min; e exposição ao sanitizante comercial clorin por 15 min. O processo de ozonização da água no sistema de microbolhas e o tratamento das amostras de alface ocorreram simultaneamente. Adotou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado. A análise da qualidade da alface foi realizada imediatamente após a ozonização (dia 0) e depois de 3 e 6 dias de armazenamento. Foram determinadas a contagem de mesófilos aeróbios, cor e extravasamento de eletrólitos. Depois dos tratamentos, a alfaces foram armazenadas a 5 °C e umidade relativa de 80%. Apesar de ter sido verificada redução na contagem de mesófilos aeróbios, especialmente imediatamente depois da ozonização, verificou-se alteração expressiva da cor da alface, assim como do extravasamento de eletrólitos. Os resultados obtidos no presente estudo permitem concluir que é não é viável o tratamento de alface com ozônio, quando a exposição das amostras ocorre simultaneamente a obtenção da água ozonizada.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 24 Oct 2024 15:19:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DAS CULTURAS DO TRIGO, MILHO E SOJA</title>
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           <media:title type="plain">PERDAS NA COLHEITA MECANIZADA DAS CULTURAS DO TRIGO, MILHO E SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MALLER, W., BORSOI, A., MOREIRA, C. R., ROSA, H. A., MACHADO, D. C., ALVES, D. O.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> colhedora, perdas, velocidade de deslocamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se com esse experimento avaliar a interferência da velocidade da colhedora nas perdas de colheita nas culturas de soja, milho e trigo. Esse trabalho foi realizado no período de maio de 2020 até março de 2021 nas cidades de Vera Cruz do Oeste e Céu Azul, Paraná. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente causalizado - DBC com quatro tratamentos (3, 6, 9, 12 km h-1) com cinco repetições. Em cada velocidade e perda interna com cinco coletas e a perda total foram cinco coletas em cada velocidade e repetida em cada cultura, soja, milho e trigo. Na cultura da soja, ocorreu uma perda de 2,5 sacas por hectare e as demais culturas apresentaram perdas dentro da normalidade. Tendo como resultado que a cultura da soja tem a maior perda econômica viável no teste, sendo assim, pode se afirmar que a cultura da soja colhendo fora do ponto ‘muito seca’ pode se tornar um prejuízo muito grande por perdas de debulha e perdas mecânicas, a cultura do milho e trigo apresentaram uma perda estimada e tolerável, considerada uma perda normal.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> MALLER, W., BORSOI, A., MOREIRA, C. R., ROSA, H. A., MACHADO, D. C., ALVES, D. O.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> colhedora, perdas, velocidade de deslocamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Objetivou-se com esse experimento avaliar a interferência da velocidade da colhedora nas perdas de colheita nas culturas de soja, milho e trigo. Esse trabalho foi realizado no período de maio de 2020 até março de 2021 nas cidades de Vera Cruz do Oeste e Céu Azul, Paraná. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente causalizado - DBC com quatro tratamentos (3, 6, 9, 12 km h-1) com cinco repetições. Em cada velocidade e perda interna com cinco coletas e a perda total foram cinco coletas em cada velocidade e repetida em cada cultura, soja, milho e trigo. Na cultura da soja, ocorreu uma perda de 2,5 sacas por hectare e as demais culturas apresentaram perdas dentro da normalidade. Tendo como resultado que a cultura da soja tem a maior perda econômica viável no teste, sendo assim, pode se afirmar que a cultura da soja colhendo fora do ponto ‘muito seca’ pode se tornar um prejuízo muito grande por perdas de debulha e perdas mecânicas, a cultura do milho e trigo apresentaram uma perda estimada e tolerável, considerada uma perda normal.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 24 Oct 2024 15:16:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MONITORAMENTO DA ATIVIDADE METABÓLICA ATRAVÉS DA MEDIÇÃO DE CO2 POR SENSORES ELETRÔNICOS EM PRODUTOS AGRÍCOLAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/3978-monitoramento-da-atividade-metabolica-atraves-da-medicao-de-co2-por-sensores-eletronicos-em-produtos-agricolas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MONITORAMENTO DA ATIVIDADE METABÓLICA ATRAVÉS DA MEDIÇÃO DE CO2 POR SENSORES ELETRÔNICOS EM PRODUTOS AGRÍCOLAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, T. M. T., SILVA, R. E. X., CAVALCANTI, T. A. P., SOUZA, L. E. N., LAURENTI, R., PIMENTEL, R. M. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> dióxido de carbono, arduino, armazenamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O trabalho objetiva o desenvolvimento de um respirador automatizado para testar a aplicação do sensor MQ-135 para uso em ambiente de armazenagem de grãos, quantificando níveis de CO2 emitido em um período, de 48 horas através de amostras de grãos confinada hermeticamente e sensores ligados a uma placa de “arduino”. Sensores MQ-135, foram anteriormente testados em seu funcionamento, enviam dados à plataforma “Arduino”, que os registra em um cartão SD por meio do “data logger Shield, os dados estão sendo analisados e comparados com um o equipamento, JLDG que mede a qualidade do ar, mensurado, temperatura, CO2, umidade, para traçarmos uma correlação entre ambos. Posteriormente os sensores serão instalados silo piloto, por um período de 30 dias. Permitindo o armazenamento dos dados de forma prática e eficiente, possibilitando a coleta contínua de informações. Especificamente está em estudo o teor de umidade ideal para conservação dos grãos de milho (Zea mays L.), podendo atender a qualquer tipo de grão armazenado. Os dados iniciais sugerem uma eficiência do sistema e aplicabilidade em diferentes estudos com materiais biológicos em processo de estocagem e armazenagem.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, T. M. T., SILVA, R. E. X., CAVALCANTI, T. A. P., SOUZA, L. E. N., LAURENTI, R., PIMENTEL, R. M. M.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> dióxido de carbono, arduino, armazenamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O trabalho objetiva o desenvolvimento de um respirador automatizado para testar a aplicação do sensor MQ-135 para uso em ambiente de armazenagem de grãos, quantificando níveis de CO2 emitido em um período, de 48 horas através de amostras de grãos confinada hermeticamente e sensores ligados a uma placa de “arduino”. Sensores MQ-135, foram anteriormente testados em seu funcionamento, enviam dados à plataforma “Arduino”, que os registra em um cartão SD por meio do “data logger Shield, os dados estão sendo analisados e comparados com um o equipamento, JLDG que mede a qualidade do ar, mensurado, temperatura, CO2, umidade, para traçarmos uma correlação entre ambos. Posteriormente os sensores serão instalados silo piloto, por um período de 30 dias. Permitindo o armazenamento dos dados de forma prática e eficiente, possibilitando a coleta contínua de informações. Especificamente está em estudo o teor de umidade ideal para conservação dos grãos de milho (Zea mays L.), podendo atender a qualquer tipo de grão armazenado. Os dados iniciais sugerem uma eficiência do sistema e aplicabilidade em diferentes estudos com materiais biológicos em processo de estocagem e armazenagem.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 11:26:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO DAS VARIÁVEIS CLIMÁTICAS SOBRE A QUALIDADE DO LEITE DE AMOSTRAS OBTIDAS EM FAZENDA NO AGRESTE PERNAMBUCANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/3977-efeito-das-variaveis-climaticas-sobre-a-qualidade-do-leite-de-amostras-obtidas-em-fazenda-no-agreste-pernambucano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITO DAS VARIÁVEIS CLIMÁTICAS SOBRE A QUALIDADE DO LEITE DE AMOSTRAS OBTIDAS EM FAZENDA NO AGRESTE PERNAMBUCANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, L. M. C., MARINHO, G. P. A., SILVA, W. A., ALMEIDA, G. L. P., MORAES, A. S., PANDORFI, H.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> proteína, contagem de células somáticas, climatologia.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A produção de leite e seus derivados tem grande importância econômica e social para o país devido a comercialização e serviços. As diferentes condições climáticas associadas a fatores intrínsecos dos animais contribuem para as variações nos teores da qualidade do leite. Dessa forma, objetivou-se avaliar a influência de variáveis climáticas (temperatura do ar, umidade relativa e precipitação pluviométrica) sobre a qualidade do leite (contagem de células somáticas (CCS), proteína e lactose) com base nos dados obtidos no ano de 2019, na região Agreste de Pernambuco. As amostras para quantificação da qualidade do leite foram obtidas na fazenda Roçadinho e analisadas na Clínica do leite. Os dados climatológicos foram registrados pelo INMET do estado de Pernambuco. Os teores de proteína e a lactose foram maiores durante os meses de menor temperatura e/ou umidade. Enquanto a CSS foi influenciada de forma positiva pela precipitação e umidade relativa. Os resultados obtidos com esse estudo mostram que os fatores climáticos interferem diretamente na qualidade do leite.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> SILVA, L. M. C., MARINHO, G. P. A., SILVA, W. A., ALMEIDA, G. L. P., MORAES, A. S., PANDORFI, H.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> proteína, contagem de células somáticas, climatologia.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>A produção de leite e seus derivados tem grande importância econômica e social para o país devido a comercialização e serviços. As diferentes condições climáticas associadas a fatores intrínsecos dos animais contribuem para as variações nos teores da qualidade do leite. Dessa forma, objetivou-se avaliar a influência de variáveis climáticas (temperatura do ar, umidade relativa e precipitação pluviométrica) sobre a qualidade do leite (contagem de células somáticas (CCS), proteína e lactose) com base nos dados obtidos no ano de 2019, na região Agreste de Pernambuco. As amostras para quantificação da qualidade do leite foram obtidas na fazenda Roçadinho e analisadas na Clínica do leite. Os dados climatológicos foram registrados pelo INMET do estado de Pernambuco. Os teores de proteína e a lactose foram maiores durante os meses de menor temperatura e/ou umidade. Enquanto a CSS foi influenciada de forma positiva pela precipitação e umidade relativa. Os resultados obtidos com esse estudo mostram que os fatores climáticos interferem diretamente na qualidade do leite.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 11:22:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CINÉTICA DE SECADO DE LOS GRANOS DE PIMIENTA BLANCA (PIPER NIGRUM L) PARA PRESENTACIÓN MOLIDA Y ENTERA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/3976-cinetica-de-secado-de-los-granos-de-pimienta-blanca-piper-nigrum-l-para-presentacion-molida-y-entera?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CINÉTICA DE SECADO DE LOS GRANOS DE PIMIENTA BLANCA (PIPER NIGRUM L) PARA PRESENTACIÓN MOLIDA Y ENTERA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ZÚÑIGA, K. C., ELÍAS, G. V., FALLAS, J. A., MENA, B. P., GAMBOA, O. D.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> aire forzado, proceso de secado, radiación solar.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">La pimienta es una de las principales especias a nivel mundial, su adecuado procesamiento contribuye a mantener su calidad y la vida útil del grano. El secado de la pimienta blanca puede realizarse tanto en condiciones naturales como artificiales para reducir el crecimiento de microorganismos. El objetivo fue determinar la cinética del secado para los granos de pimienta blanca en dos métodos, secado por radiación solar y por aire forzado em secadora para dos presentaciones: molida y entera. Se colocaron 5 recipientes para cada muestra, cada uno con 5 g de producto entero y 2 g de molido, en un horno de convección forzada a 105 °C por 24 horas. El secado por aire forzado presentó el mejor ajuste con el modelo de Henderson y Pabis modificado, con un coeficiente de determinación (R2) de 0,9966 y 0,9968 para molida y entera, respectivamente. Mientras que el secado con radiación solar presentó un mejor ajuste con el modelo de Page, con un R2 de 0,983 y 0,986 para pimienta molida y entera, respectivamente.</p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2024/anais-2024/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp-8/3976-cinetica-de-secado-de-los-granos-de-pimienta-blanca-piper-nigrum-l-para-presentacion-molida-y-entera?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> ZÚÑIGA, K. C., ELÍAS, G. V., FALLAS, J. A., MENA, B. P., GAMBOA, O. D.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> aire forzado, proceso de secado, radiación solar.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">La pimienta es una de las principales especias a nivel mundial, su adecuado procesamiento contribuye a mantener su calidad y la vida útil del grano. El secado de la pimienta blanca puede realizarse tanto en condiciones naturales como artificiales para reducir el crecimiento de microorganismos. El objetivo fue determinar la cinética del secado para los granos de pimienta blanca en dos métodos, secado por radiación solar y por aire forzado em secadora para dos presentaciones: molida y entera. Se colocaron 5 recipientes para cada muestra, cada uno con 5 g de producto entero y 2 g de molido, en un horno de convección forzada a 105 °C por 24 horas. El secado por aire forzado presentó el mejor ajuste con el modelo de Henderson y Pabis modificado, con un coeficiente de determinación (R2) de 0,9966 y 0,9968 para molida y entera, respectivamente. Mientras que el secado con radiación solar presentó un mejor ajuste con el modelo de Page, con un R2 de 0,983 y 0,986 para pimienta molida y entera, respectivamente.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 11:19:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>FIRMEZA E SÓLIDOS SOLÚVEIS TOTAIS DO TOMATE ITALIANO TRATADO COM FERTILIZANTE ORGÂNICO DE DIGESTÃO ANAERÓBIA</title>
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           <media:title type="plain">FIRMEZA E SÓLIDOS SOLÚVEIS TOTAIS DO TOMATE ITALIANO TRATADO COM FERTILIZANTE ORGÂNICO DE DIGESTÃO ANAERÓBIA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VITORETTI, M. A. R., PAES, J. L., COSTA, A. G., BARRETO, J. P., LACERDA, L. L. V., CALIXTO, M. L.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> plantio, colheita, armazenamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O tomate italiano possui forte representação no mercado brasileiro. Com isso, é muito importante que ocorra o manejo correto durante todo o ciclo de cultivo. A utilização de fertilizante orgânico oriundo da digestão anaeróbia oferece a possibilidade de obter fertilizante sem a necessidade de importação. Objetivou-se avaliar as propriedades físico-químicas do tomate italiano utilizando fertilizante orgânico produzido por meio de digestão anaeróbia. Em propriedade rural localizada em Paty do Alferes – RJ, colheu-se tomate italiano verde tratado fertilizante orgânico ITAFERT após 64 (E1) e 80 (E2) dias o plantio. As análises de firmeza e sólidos solúveis totais foram realizadas aos 0, 7 e 18 dias de armazenamento. A firmeza e o sólidos solúveis totais diferiram ao comparar as diferentes épocas de colheita, exceto para o sétimo dia de armazenamento. Já os sólidos solúveis totais aumentaram com o armazenamento, enquanto a firmeza apresentou maior estabilidade. Conclui-se que o tomate colhido em menores tempos pós plantio apresentam maiores firmezas e sólidos solúveis totais. No entanto, o fator armazenamento apresentou maiores inferências no parâmetro sólidos solúveis totais.</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><b>Autores:</b> VITORETTI, M. A. R., PAES, J. L., COSTA, A. G., BARRETO, J. P., LACERDA, L. L. V., CALIXTO, M. L.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Ano da publicação: </b>2024</p>
<p class="MsoNormal"><b>ISSN: </b>2358-582X</p>
<p class="MsoNormal"><b>Palavras-chave:</b> plantio, colheita, armazenamento.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Área: </b>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>O tomate italiano possui forte representação no mercado brasileiro. Com isso, é muito importante que ocorra o manejo correto durante todo o ciclo de cultivo. A utilização de fertilizante orgânico oriundo da digestão anaeróbia oferece a possibilidade de obter fertilizante sem a necessidade de importação. Objetivou-se avaliar as propriedades físico-químicas do tomate italiano utilizando fertilizante orgânico produzido por meio de digestão anaeróbia. Em propriedade rural localizada em Paty do Alferes – RJ, colheu-se tomate italiano verde tratado fertilizante orgânico ITAFERT após 64 (E1) e 80 (E2) dias o plantio. As análises de firmeza e sólidos solúveis totais foram realizadas aos 0, 7 e 18 dias de armazenamento. A firmeza e o sólidos solúveis totais diferiram ao comparar as diferentes épocas de colheita, exceto para o sétimo dia de armazenamento. Já os sólidos solúveis totais aumentaram com o armazenamento, enquanto a firmeza apresentou maior estabilidade. Conclui-se que o tomate colhido em menores tempos pós plantio apresentam maiores firmezas e sólidos solúveis totais. No entanto, o fator armazenamento apresentou maiores inferências no parâmetro sólidos solúveis totais.</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 11:07:14 -0300</pubDate>
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