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       <title>CONBEA 2019 - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>CONBEA 2019 - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
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           <title>DETERMINAÇÃO DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO EM UVAS VINÍFERAS COM APRENDIZADO DE MÁQUINA - RANDOM FOREST</title>
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           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DO ESTÁDIO DE MATURAÇÃO EM UVAS VINÍFERAS COM APRENDIZADO DE MÁQUINA - RANDOM FOREST</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AZEVEDO, T. P., COSTA, D. S., OLIVEIRA, V. G. S., NAZÁRIO, S. R., FIGUEIREDO, G. K. D. A., SILVA, W. L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2019</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>aprendizado de máquinas, técnicas não-destrutivas, agricultura digital</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; font-size: 14px; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; padding-bottom: 0px;">A determinação do ponto de colheita de uvas de mesa e vinho é realizada por meio de técnicas destrutivas e com uma amostragem que não é representativa de toda a área a ser colhida. Neste sentido, este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho do método de aprendizado de máquinas Random Forest a partir de dados de imagem de refletância e fluorescência, na classificação do estádio de maturação de uvas da variedade Cabernet Sauvignon. Para isso, amostras em diferentes estádios de maturação foram colhidas durante oito semanas e suas imagens obtidas com o uso de câmera fotográfica, após, as imagens foram processadas para se obter informações dos espaços de cor RGB, rgb, Lab e HSV. Os dados de imagem normalizados por vetor unitário e com normalização por área foram utilizados para implementar classificadores usando Random Forest, onde apresentaram uma acurácia de 98,44% e índice Kappa de 0,96. Assim, Random Forest pode permitir o desenvolvimento de um sistema relativamente simples e automatizado para classificar a uva quanto ao estádio de maturação.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AZEVEDO, T. P., COSTA, D. S., OLIVEIRA, V. G. S., NAZÁRIO, S. R., FIGUEIREDO, G. K. D. A., SILVA, W. L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2019</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 14px; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>aprendizado de máquinas, técnicas não-destrutivas, agricultura digital</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; font-size: 14px; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px; padding-bottom: 0px;">A determinação do ponto de colheita de uvas de mesa e vinho é realizada por meio de técnicas destrutivas e com uma amostragem que não é representativa de toda a área a ser colhida. Neste sentido, este trabalho teve como objetivo avaliar o desempenho do método de aprendizado de máquinas Random Forest a partir de dados de imagem de refletância e fluorescência, na classificação do estádio de maturação de uvas da variedade Cabernet Sauvignon. Para isso, amostras em diferentes estádios de maturação foram colhidas durante oito semanas e suas imagens obtidas com o uso de câmera fotográfica, após, as imagens foram processadas para se obter informações dos espaços de cor RGB, rgb, Lab e HSV. Os dados de imagem normalizados por vetor unitário e com normalização por área foram utilizados para implementar classificadores usando Random Forest, onde apresentaram uma acurácia de 98,44% e índice Kappa de 0,96. Assim, Random Forest pode permitir o desenvolvimento de um sistema relativamente simples e automatizado para classificar a uva quanto ao estádio de maturação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 18 May 2020 19:42:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Programação CONBEA 2019</title>
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           <media:title type="plain">Programação CONBEA 2019</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p>Além das apresentações de trabalhos científicos, o CONBEA 2019 contou com a realização de reuniões dos Coordenadores de Cursos de Graduação e de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, reuniões das áreas, cinco palestras gerais, nove palestras setoriais, Assembleia da Associação Brasileira de Engenharia Agrícola, minicursos, lançamentos de livros, lançamento do número especial de Agricultura de Precisão da revista Engenharia Agrícola, salas de inovação tecnológica e startups, visita técnica e premiação dos melhores trabalhos científicos apresentados no evento</p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p>Além das apresentações de trabalhos científicos, o CONBEA 2019 contou com a realização de reuniões dos Coordenadores de Cursos de Graduação e de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola, reuniões das áreas, cinco palestras gerais, nove palestras setoriais, Assembleia da Associação Brasileira de Engenharia Agrícola, minicursos, lançamentos de livros, lançamento do número especial de Agricultura de Precisão da revista Engenharia Agrícola, salas de inovação tecnológica e startups, visita técnica e premiação dos melhores trabalhos científicos apresentados no evento</p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Programação</category>
           <pubDate>Fri, 31 Jan 2020 17:29:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE REATORES UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTE SANITÁRIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/435-desempenho-de-reatores-uasb-no-tratamento-de-efluente-sanitario?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE REATORES UASB NO TRATAMENTO DE EFLUENTE SANITÁRIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., BARBOSA, M. H., NAHIME, T. C., FREIRE, I. L., COSTA, J. F., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento secundário, carga orgânica volumétrica, alcalinidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Considerando as vantagens do uso de sistemas anaeróbios no tratamento de efluentes, como o baixo consumo de energia e baixos custos de implantação e operação, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de dois reatores anaeróbios de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) no tratamento de efluente sanitário, por meio do monitoramento das variáveis pH, alcalinidade, ácidos voláteis e DQO. O sistema de tratamento contou com um reservatório de 300 L e dois reatores UASBs. O monitoramento do sistema teve duração de 189 dias, sendo a vazão monitorada frequentemente e as amostragens da entrada e saídas dos reatores, realizadas duas vezes na semana. Os dois reatores apresentaram desempenho satisfatório durante toda a operação. As médias de eficiências de remoção foram maiores quando as cargas orgânicas aplicadas também foram maiores.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., BARBOSA, M. H., NAHIME, T. C., FREIRE, I. L., COSTA, J. F., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento secundário, carga orgânica volumétrica, alcalinidade</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Considerando as vantagens do uso de sistemas anaeróbios no tratamento de efluentes, como o baixo consumo de energia e baixos custos de implantação e operação, o objetivo do presente trabalho foi avaliar o desempenho de dois reatores anaeróbios de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) no tratamento de efluente sanitário, por meio do monitoramento das variáveis pH, alcalinidade, ácidos voláteis e DQO. O sistema de tratamento contou com um reservatório de 300 L e dois reatores UASBs. O monitoramento do sistema teve duração de 189 dias, sendo a vazão monitorada frequentemente e as amostragens da entrada e saídas dos reatores, realizadas duas vezes na semana. Os dois reatores apresentaram desempenho satisfatório durante toda a operação. As médias de eficiências de remoção foram maiores quando as cargas orgânicas aplicadas também foram maiores.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2019 17:16:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/sca-saneamento-e-controle-ambiental-12/434-avaliacao-de-sistemas-alagados-construidos-com-diferentes-configuracoes?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DE SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS COM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., FONSECA, L. C., SOUZA, G. R., LUZ, I. C. A., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento terciário, chicanas, efluente sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A deficiência na coleta e tratamento de esgoto é um desafio enfrentado por comunidades afastadas de grandes centros. Para garantir o tratamento de efluente de pequenas comunidades propõe-se o uso de tecnologias de tratamento decentralizadas, sendo uma opção o uso de Sistemas Alagados Construídos. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência de tratamento de efluente sanitário em três Sistemas Alagados Construídos de Escoamento Horizontal Subsuperficial (SAC-EHSS) com configurações distintas e cultivados com <i>Pennisetum setaceum </i>(Capim-do-Texas). O efluente a ser tratado é proveniente de uma universidade. Os SACs-EHSS foram construídos em fibra de vidro e se diferenciam pela presença ou não de divisórias no interior. O monitoramento do sistema teve duração de três meses com a avaliação das concentrações afluente e efluente de matéria orgânica e nutrientes. Os sistemas alagados construídos apresentaram boa eficiência no tratamento do efluente, porém não foi verificado diferença significativa entre as três configurações utilizadas.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> MELO, A. F. S. R., FONSECA, L. C., SOUZA, G. R., LUZ, I. C. A., FIA, F. R. L., MATOS, M. P. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Tratamento terciário, chicanas, efluente sanitário.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A deficiência na coleta e tratamento de esgoto é um desafio enfrentado por comunidades afastadas de grandes centros. Para garantir o tratamento de efluente de pequenas comunidades propõe-se o uso de tecnologias de tratamento decentralizadas, sendo uma opção o uso de Sistemas Alagados Construídos. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a eficiência de tratamento de efluente sanitário em três Sistemas Alagados Construídos de Escoamento Horizontal Subsuperficial (SAC-EHSS) com configurações distintas e cultivados com <i>Pennisetum setaceum </i>(Capim-do-Texas). O efluente a ser tratado é proveniente de uma universidade. Os SACs-EHSS foram construídos em fibra de vidro e se diferenciam pela presença ou não de divisórias no interior. O monitoramento do sistema teve duração de três meses com a avaliação das concentrações afluente e efluente de matéria orgânica e nutrientes. Os sistemas alagados construídos apresentaram boa eficiência no tratamento do efluente, porém não foi verificado diferença significativa entre as três configurações utilizadas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 29 Oct 2019 17:12:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DA ASSINATURA ESPECTRAL DE PLÂNTULAS DE SOJA E SUA RELAÇÃO COM A TRANSGENIA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/gap-geomatica-e-agricultura-de-precisao-12/433-analise-da-assinatura-espectral-de-plantulas-de-soja-e-sua-relacao-com-a-transgenia?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ANÁLISE DA ASSINATURA ESPECTRAL DE PLÂNTULAS DE SOJA E SUA RELAÇÃO COM A TRANSGENIA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> OLIVEIRA, L. C., FIORIO, P. R., NAKAI, E. S., NETO, M. B., BARBOSA, B. R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Geomática e Agricultura de Precisão (GAP)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Cultura oleaginosa, espectrometria, sensoriamento remoto</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">No atual cenário agrícola brasileiro, a cultura da soja tem sido de grande relevância, principalmente na sua variável transgênica, que atinge altos níveis de produtividade. Com tais modificações genéticas, surge a necessidade de uma nova metodologia de forma rápida e não destrutiva para diferenciar a soja convencional e a modificada, que é a espectroscopia. O objetivo deste estudo foi analisar a resposta espectral de plântulas de soja para identificar se há diferenças entre as variáveis convencionais e transgênicas. Foram utilizadas plântulas de soja convencional e transgênicas cultivadas em estufas na ESALQ/USP, coletadas 15 dias após emergência. Foram realizadas as leituras radiométrica das plântulas, por meio do sensor hiperespectral Fieldspec 3 Jr. Com base nesses dados, foram elaboradas duas curvas médias espectrais no software EXCEL. Os resultados mostraram diferenças nas faixas do VIS e NIR, o que se justifica pela fisiologia das plantas transgênicas.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/gap-geomatica-e-agricultura-de-precisao-12/433-analise-da-assinatura-espectral-de-plantulas-de-soja-e-sua-relacao-com-a-transgenia?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> OLIVEIRA, L. C., FIORIO, P. R., NAKAI, E. S., NETO, M. B., BARBOSA, B. R. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Geomática e Agricultura de Precisão (GAP)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Cultura oleaginosa, espectrometria, sensoriamento remoto</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">No atual cenário agrícola brasileiro, a cultura da soja tem sido de grande relevância, principalmente na sua variável transgênica, que atinge altos níveis de produtividade. Com tais modificações genéticas, surge a necessidade de uma nova metodologia de forma rápida e não destrutiva para diferenciar a soja convencional e a modificada, que é a espectroscopia. O objetivo deste estudo foi analisar a resposta espectral de plântulas de soja para identificar se há diferenças entre as variáveis convencionais e transgênicas. Foram utilizadas plântulas de soja convencional e transgênicas cultivadas em estufas na ESALQ/USP, coletadas 15 dias após emergência. Foram realizadas as leituras radiométrica das plântulas, por meio do sensor hiperespectral Fieldspec 3 Jr. Com base nesses dados, foram elaboradas duas curvas médias espectrais no software EXCEL. Os resultados mostraram diferenças nas faixas do VIS e NIR, o que se justifica pela fisiologia das plantas transgênicas.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática e Agricultura de Precisão (GAP)</category>
           <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 17:15:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEMPERATURA SUPERFICIAL DE TELHAS DE FIBROCIMENTO INSTALADAS EM CAMADAS DUPLAS EM DIFERENTES PERÍODOS DO ANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/432-temperatura-superficial-de-telhas-de-fibrocimento-instaladas-em-camadas-duplas-em-diferentes-periodos-do-ano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEMPERATURA SUPERFICIAL DE TELHAS DE FIBROCIMENTO INSTALADAS EM CAMADAS DUPLAS EM DIFERENTES PERÍODOS DO ANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, P. C. F., ALMEIDA, E. A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, Ambiência, Eficiência térmica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Em construções rurais, a cobertura apresenta grande relevância na manutenção do ambiente térmico. O presente estudo foi conduzido na Universidade Estadual de Goiás (UEG), com o objetivo de avaliar a eficiência de telhas de fibrocimento em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm), em dois períodos do ano (seco e chuvoso). O estudo foi composto por 4 tratamentos (coberturas), adotando-se como repetição os dias de coleta. Para a coleta da Temperatura da Superfície Interna (TSI) das telhas foram instalados sensores na parte inferior de cada cobertura, sendo coletados os valores de TSI entre as 08:00h e as 16:00h. Os dados foram analisados pelo software Sisvar®, realizando-se análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. O comportamento da TSI foi semelhante nos dois períodos do ano estudados, observando-se decréscimo significativo na TSI de acordo com o aumento do espaçamento entre as camadas da cobertura, verificando-se os valores mais elevados de TSI no tratamento com cobertura em camada simples. Conclui-se que a instalação da telha de fibrocimento em camada dupla é um artifício eficaz na redução da TSI da cobertura.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, P. C. F., ALMEIDA, E. A.</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, Ambiência, Eficiência térmica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">Em construções rurais, a cobertura apresenta grande relevância na manutenção do ambiente térmico. O presente estudo foi conduzido na Universidade Estadual de Goiás (UEG), com o objetivo de avaliar a eficiência de telhas de fibrocimento em camadas simples e duplas, com diferentes espaçamentos entre camadas (1, 3 e 5 cm), em dois períodos do ano (seco e chuvoso). O estudo foi composto por 4 tratamentos (coberturas), adotando-se como repetição os dias de coleta. Para a coleta da Temperatura da Superfície Interna (TSI) das telhas foram instalados sensores na parte inferior de cada cobertura, sendo coletados os valores de TSI entre as 08:00h e as 16:00h. Os dados foram analisados pelo software Sisvar®, realizando-se análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. O comportamento da TSI foi semelhante nos dois períodos do ano estudados, observando-se decréscimo significativo na TSI de acordo com o aumento do espaçamento entre as camadas da cobertura, verificando-se os valores mais elevados de TSI no tratamento com cobertura em camada simples. Conclui-se que a instalação da telha de fibrocimento em camada dupla é um artifício eficaz na redução da TSI da cobertura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 09:15:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPORTAMENTO TÉRMICO DE COBERTURAS EM CAMADAS DUPLAS SOBRE O AMBIENTE ZOOTÉCNICO NO PERÍODO SECO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/431-comportamento-termico-de-coberturas-em-camadas-duplas-sobre-o-ambiente-zootecnico-no-periodo-seco?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período seco, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1cm, 3cm e 5cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 7,7°C entre a cobertura simples (35,6°C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (27,9°C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,9°C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (22,3°C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-12/431-comportamento-termico-de-coberturas-em-camadas-duplas-sobre-o-ambiente-zootecnico-no-periodo-seco?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> CINTRA, L. M., CAPUCHINHO, F. F., FONSECA, K. R., SOUSA, K. D., FONSECA, P. C. F. </span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Construções Rurais e Ambiência (CRA)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Telha, ambiência, conforto térmico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto;">A cobertura tem papel fundamental em uma instalação, sendo capaz de impedir que grande parte da radiação solar penetre e eleve a sua temperatura. O presente experimento foi conduzido na UEG, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas - Anápolis - GO, com o objetivo de avaliar a eficiência da cobertura de Fibrocimento, no período seco, em camadas simples e duplas com diferentes espaçamentos entre camadas de 1cm, 3cm e 5cm. No total utilizaram-se 4 tratamentos, e como repetição adotou-se os dias de coleta. Foram instalados sensores de temperatura na parte inferior da cobertura e no centro do modelo, obtendo-se a Temperatura da Superfície Interna das coberturas (TSI) e a Temperatura Ambiente (TA) no interior do modelo. Os dados foram analisados utilizando-se o Sisvar, considerando as médias diárias de cada dia avaliado, sendo realizada análise de variância e teste de Tukey a 5% de significância. Para TSI observou-se uma diferença de 7,7°C entre a cobertura simples (35,6°C) e em camada dupla com 5cm de espaçamento (27,9°C). Para TA observou-se valor máximo para a cobertura simples (25,9°C) e mínimo para a camada dupla com 5cm de espaçamento (22,3°C). A utilização de cobertura de Fibrocimento em camadas duplas foi eficiente, promovendo decréscimo nos valores de TSI e TA no modelo estudado.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 25 Oct 2019 09:10:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Inovações Tecnológicas na Pós-Colheita</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/palestras-2019/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-13/430-inovacoes-tecnologicas-na-pos-colheita?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Inovações Tecnológicas na Pós-Colheita</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p><span style="font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 14px;">Palestrante: Murillo Freire Junior</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p><span style="font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 14px;">Palestrante: Murillo Freire Junior</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 24 Oct 2019 08:47:53 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO HIDROLÓGICA DAS PRATICAS DE CONSERVAÇÃO DO SOLO NO RIBEIRÃO DAS POSSES, EXTREMA-MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/429-avaliacao-hidrologica-das-praticas-de-conservacao-do-solo-no-ribeirao-das-posses-extrema-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO HIDROLÓGICA DAS PRATICAS DE CONSERVAÇÃO DO SOLO NO RIBEIRÃO DAS POSSES, EXTREMA-MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">RICARDO, H. C., DUARTE, S. N. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Projeto Conservador das Águas; monitoramento hídrico; BFI. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A queda de qualidade e escassez de recursos têm impulsionado a aplicação de diferentes metodologias para a conservação hídrica, entre as quais o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico que garante o fornecimento e serviços ambientais aos usuários e recompensa os “provedores”, incentivando a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais. No Brasil a principal referência das iniciativas de PSA é o Projeto Conservador das Águas (PCA). Acredita-se que as ações conservacionistas promovidas pelo projeto, entre elas a recuperação de áreas degradadas por atividades agrícolas, possam contribuir para promover aumentos significativos no volume de água presente nos mananciais da região. Neste contexto, o objetivo do estudo é analisar o comportamento da série histórica de dados fluviométricos da microbacia de Ribeirão das Posses. Os parâmetros utilizados para a caracterização hidrológica são o Índice de Escoamento de Base (BFI) e Flashiness. A tendência de evolução entre os parâmetros foi determinada por intermédio do teste de Mann Kendall. Assim, após as análises realizadas, o estudo demonstrou uma melhoria em potencial nos indicadores hídricos da microbacia Ribeirão das Posses. </span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">RICARDO, H. C., DUARTE, S. N. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Projeto Conservador das Águas; monitoramento hídrico; BFI. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A queda de qualidade e escassez de recursos têm impulsionado a aplicação de diferentes metodologias para a conservação hídrica, entre as quais o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um instrumento econômico que garante o fornecimento e serviços ambientais aos usuários e recompensa os “provedores”, incentivando a proteção e o uso sustentável dos recursos naturais. No Brasil a principal referência das iniciativas de PSA é o Projeto Conservador das Águas (PCA). Acredita-se que as ações conservacionistas promovidas pelo projeto, entre elas a recuperação de áreas degradadas por atividades agrícolas, possam contribuir para promover aumentos significativos no volume de água presente nos mananciais da região. Neste contexto, o objetivo do estudo é analisar o comportamento da série histórica de dados fluviométricos da microbacia de Ribeirão das Posses. Os parâmetros utilizados para a caracterização hidrológica são o Índice de Escoamento de Base (BFI) e Flashiness. A tendência de evolução entre os parâmetros foi determinada por intermédio do teste de Mann Kendall. Assim, após as análises realizadas, o estudo demonstrou uma melhoria em potencial nos indicadores hídricos da microbacia Ribeirão das Posses. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:25:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELO MATEMÁTICO PARA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE DILUIÇÃO DE AFLUENTES</title>
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           <media:title type="plain">MODELO MATEMÁTICO PARA ESTIMATIVA DA VAZÃO DE DILUIÇÃO DE AFLUENTES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MASTEGHIN, L. T., GONÇALVES, F. A., SILVEIRA, A., SOUZA, A. D. G., OLIVEIRA, T. C. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Gestão de recursos hídricos; Vazão de subsídio; Vazões mínimas de longo período. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A pegada hídrica cinza refere-se ao volume de água necessário para diluir os poluentes, de modo que a qualidade da água em seu estado natural seja mantida acima dos padrões mínimos de qualidade da água aceitáveis. Esse volume de água pode ser expresso com o termo de vazão de diluição. Em função disto, com este trabalho objetivou-se estabelecer uma metodologia inédita que possibilitasse calcular a vazão de diluição em cursos d’água, permitindo um melhor entendimento da gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica, sob o ponto de vista da sustentabilidade hídrica. Neste estudo, a metodologia foi aplicada para a Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul. A vazão de diluição foi correlacionada com vazões mínimas de referência por meio de Índices de Sustentabilidade Hídrica (ISH). Os resultados permitem concluir que a metodologia apresentada pode ser considerada como um instrumento de gestão dos recursos hídricos, utilizada para avaliar impactos e situações de degradabilidade do meio aquático, tornando-se importante nas tomadas de decisão para prevenção ou remediação de impactos ambientais. </span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">MASTEGHIN, L. T., GONÇALVES, F. A., SILVEIRA, A., SOUZA, A. D. G., OLIVEIRA, T. C. C. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Gestão de recursos hídricos; Vazão de subsídio; Vazões mínimas de longo período. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A pegada hídrica cinza refere-se ao volume de água necessário para diluir os poluentes, de modo que a qualidade da água em seu estado natural seja mantida acima dos padrões mínimos de qualidade da água aceitáveis. Esse volume de água pode ser expresso com o termo de vazão de diluição. Em função disto, com este trabalho objetivou-se estabelecer uma metodologia inédita que possibilitasse calcular a vazão de diluição em cursos d’água, permitindo um melhor entendimento da gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica, sob o ponto de vista da sustentabilidade hídrica. Neste estudo, a metodologia foi aplicada para a Bacia Hidrográfica do rio Paraíba do Sul. A vazão de diluição foi correlacionada com vazões mínimas de referência por meio de Índices de Sustentabilidade Hídrica (ISH). Os resultados permitem concluir que a metodologia apresentada pode ser considerada como um instrumento de gestão dos recursos hídricos, utilizada para avaliar impactos e situações de degradabilidade do meio aquático, tornando-se importante nas tomadas de decisão para prevenção ou remediação de impactos ambientais. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:23:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSUMO DE ÁGUA E RENDIMENTO DO TRIGO: UMA APROXIMAÇÃO AO MODELO SIMDUALKC</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/427-consumo-de-agua-e-rendimento-do-trigo-uma-aproximacao-ao-modelo-simdualkc?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONSUMO DE ÁGUA E RENDIMENTO DO TRIGO: UMA APROXIMAÇÃO AO MODELO SIMDUALKC</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LONDERO, D. D., PETRY, M. T., CHECHI, L., ANTONELLO, M. C., GONÇALVES, A. F., ROSÁRIO, C. R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> evapotranspiração, modelo de balanço hídrico, trigo irrigado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A água interfere no potencial produtivo das culturas, de forma que determinar a demanda hídrica destas é fundamental para evitar perdas por déficit hídrico. O objetivo do trabalho foi calibrar e validar o modelo de balanço hídrico SIMDualKc para estimar a evapotranspiração na cultura (ET<sub>c</sub>) do trigo no Cerrado, visando identificar a ocorrência de stress hídrico em estádios onde o rendimento é afetado. O estudo foi realizado em Goiás, em trigo irrigado por aspersão, nos anos agrícolas de 2017 e 2018. O modelo de balanço hídrico SIMDualKc foi calibrado e validado comparando dados observados e simulados da água disponível no solo (ASW) durante o ciclo da cultura. Os indicadores estatísticos apresentaram boa concordância entre os valores observados e simulados do ASW, com um coeficiente de regressão forçado à origem (b<sub>0</sub>) próximo a 1,0, para todas as áreas. O coeficiente de determinação (R<sup>2</sup>) foi próximo a 1,0, indicando que maior parte das observações da água no solo podem ser explicadas pelo modelo. Os erros de estimativas foram baixos, com raiz quadrada do erro médio (RMSE) de 4,22 mm (2017) e 5,33 mm (2018). A maior ET<sub>c</sub> foi observada na área 4 (447 mm) para um rendimento de grãos de 8.1 Mg ha<sup>-1.</sup></span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LONDERO, D. D., PETRY, M. T., CHECHI, L., ANTONELLO, M. C., GONÇALVES, A. F., ROSÁRIO, C. R.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> evapotranspiração, modelo de balanço hídrico, trigo irrigado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A água interfere no potencial produtivo das culturas, de forma que determinar a demanda hídrica destas é fundamental para evitar perdas por déficit hídrico. O objetivo do trabalho foi calibrar e validar o modelo de balanço hídrico SIMDualKc para estimar a evapotranspiração na cultura (ET<sub>c</sub>) do trigo no Cerrado, visando identificar a ocorrência de stress hídrico em estádios onde o rendimento é afetado. O estudo foi realizado em Goiás, em trigo irrigado por aspersão, nos anos agrícolas de 2017 e 2018. O modelo de balanço hídrico SIMDualKc foi calibrado e validado comparando dados observados e simulados da água disponível no solo (ASW) durante o ciclo da cultura. Os indicadores estatísticos apresentaram boa concordância entre os valores observados e simulados do ASW, com um coeficiente de regressão forçado à origem (b<sub>0</sub>) próximo a 1,0, para todas as áreas. O coeficiente de determinação (R<sup>2</sup>) foi próximo a 1,0, indicando que maior parte das observações da água no solo podem ser explicadas pelo modelo. Os erros de estimativas foram baixos, com raiz quadrada do erro médio (RMSE) de 4,22 mm (2017) e 5,33 mm (2018). A maior ET<sub>c</sub> foi observada na área 4 (447 mm) para um rendimento de grãos de 8.1 Mg ha<sup>-1.</sup></span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:20:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELEVÂNCIA DO MANEJO DA ÁGUA PARA SUSTENTABILIDADE DE SUA EXPLORAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RELEVÂNCIA DO MANEJO DA ÁGUA PARA SUSTENTABILIDADE DE SUA EXPLORAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água, Natureza, Substância química.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente artigo analisa a água, que é um recurso abundante extraído da natureza, precisa ser valorizada pois nem toda é disponibilizada para consumo, o presente artigo tem por objetivo analisar a água como uma substancia química, aspecto econômico e social, destacando a necessidade da proteção da natureza. O método adotado foi o dedutivo, buscando, a partir de uma pesquisa monográfica, bibliográfica descritiva e documental. Nos resultados busca por informar um arsenal completo de conhecimento que incorpore não apenas os aspectos científicos tecnológicos, mas também a dimensão social que o envolve para evitar a sua escassez, causadas por impacto ambiental resultante das atividades antrópicas que afetam a saúde e bem-estar da população futura.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/426-relevancia-do-manejo-da-agua-para-sustentabilidade-de-sua-exploracao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SCHUTZ, F. C. A., HORONZI, A. A. M., BUSARELLO, C. J., MENDONÇA, S. N. T. G., SCHMIDT, C. A. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Água, Natureza, Substância química.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O presente artigo analisa a água, que é um recurso abundante extraído da natureza, precisa ser valorizada pois nem toda é disponibilizada para consumo, o presente artigo tem por objetivo analisar a água como uma substancia química, aspecto econômico e social, destacando a necessidade da proteção da natureza. O método adotado foi o dedutivo, buscando, a partir de uma pesquisa monográfica, bibliográfica descritiva e documental. Nos resultados busca por informar um arsenal completo de conhecimento que incorpore não apenas os aspectos científicos tecnológicos, mas também a dimensão social que o envolve para evitar a sua escassez, causadas por impacto ambiental resultante das atividades antrópicas que afetam a saúde e bem-estar da população futura.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:15:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CALIBRAÇÃO E SIMULAÇÃO DO RENDIMENTO DA BATATA INGLESA UTILIZANDO-SE O MODELO SUBSTOR POTATO PARA JABOTICABAL-SP</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CALIBRAÇÃO E SIMULAÇÃO DO RENDIMENTO DA BATATA INGLESA UTILIZANDO-SE O MODELO SUBSTOR POTATO PARA JABOTICABAL-SP</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIANA, J. S., BARBOSA, J. A., FARIA, R. T., PALARETTI, L. F., DALRI, A. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> DSSAT, Modelagem, Produtividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Modelos de crescimento de cultivos são ferramentas eficientes para avaliar o efeito de práticas de manejo agrícola. O objetivo deste trabalho foi calibrar e avaliar o desempenho do modelo SUBSTOR para a cultura da batateira nas condições edafoclimáticas de Jaboticabal, SP. O modelo foi calibrado e avaliado com dados coletados de experimento conduzidos em 2018. Na calibração foi utilizado o experimento e validação de 2018. Com os coeficientes genéticos calibrados para a cultivar de batata Orchestra ciclo curto/mediano. O modelo simulou corretamente a fenologia, o crescimento da área foliar, porém para lâmina de 50% da ETc juntamente com as fertilizações utilizadas a produtividade foi subestimado. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/425-calibracao-e-simulacao-do-rendimento-da-batata-inglesa-utilizando-se-o-modelo-substor-potato-para-jaboticabal-sp?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">VIANA, J. S., BARBOSA, J. A., FARIA, R. T., PALARETTI, L. F., DALRI, A. B.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> DSSAT, Modelagem, Produtividade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Modelos de crescimento de cultivos são ferramentas eficientes para avaliar o efeito de práticas de manejo agrícola. O objetivo deste trabalho foi calibrar e avaliar o desempenho do modelo SUBSTOR para a cultura da batateira nas condições edafoclimáticas de Jaboticabal, SP. O modelo foi calibrado e avaliado com dados coletados de experimento conduzidos em 2018. Na calibração foi utilizado o experimento e validação de 2018. Com os coeficientes genéticos calibrados para a cultivar de batata Orchestra ciclo curto/mediano. O modelo simulou corretamente a fenologia, o crescimento da área foliar, porém para lâmina de 50% da ETc juntamente com as fertilizações utilizadas a produtividade foi subestimado. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:11:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE ADITIVO PARA REDUÇÃO DA PERDA DE NITROGÊNIO POR VOLATILIZAÇÃO DE AMÔNIA EM SOLO DE TEXTURA ARGILOSA E ARENOSA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa/file" length="246115" type="application/pdf" />
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE ADITIVO PARA REDUÇÃO DA PERDA DE NITROGÊNIO POR VOLATILIZAÇÃO DE AMÔNIA EM SOLO DE TEXTURA ARGILOSA E ARENOSA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PALARETTI, L. F., FERNANDES, M. M., CASCALDI, A. M. S., MAURO NETO, S., DALRI, A. B., FARIA, R. T.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> NH<sub>3</sub>, aditivo, NZone Max. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">As perdas por volatilização de amônia podem ser reduzidas por meio de adição de produtos à ureia. Assim, o objetivo no trabalho foi de avaliar o efeito da utilização do aditivo NZone Max nas perdas por volatilização em dois tipos de solos. Os tratamentos consideraram a aplicação de 250 kg ha<sup>-1</sup> de N sem aditivo, 250 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo e 500 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo. O experimento foi em estufa agrícola em delineamento inteiramente casualizado arranjado em fatorial 3x5x2 com três repetições. A NH<sub>3</sub> volatilizada foi coletada em câmaras fechadas. Foi analisada a variância pelo teste F e as médias pelo teste de Tukey a 5%. A quantidade de NH<sub>3</sub> volatilizada no solo argiloso foi crescente até o sexto dia após a adubação, reduzindo à partir daí até o último dia. No solo arenoso, a quantidade de NH<sup>3 </sup>volatilizada foi crescente até o quarto dia após a adubação com posterior queda até o último dia de avaliação. A volatilização de NH<sub>3</sub> foi maior no solo arenoso. O uso do aditivo promoveu a redução das perdas de nitrogênio por volatilização.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/424-utilizacao-de-aditivo-para-reducao-da-perda-de-nitrogenio-por-volatilizacao-de-amonia-em-solo-de-textura-argilosa-e-arenosa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PALARETTI, L. F., FERNANDES, M. M., CASCALDI, A. M. S., MAURO NETO, S., DALRI, A. B., FARIA, R. T.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> NH<sub>3</sub>, aditivo, NZone Max. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">As perdas por volatilização de amônia podem ser reduzidas por meio de adição de produtos à ureia. Assim, o objetivo no trabalho foi de avaliar o efeito da utilização do aditivo NZone Max nas perdas por volatilização em dois tipos de solos. Os tratamentos consideraram a aplicação de 250 kg ha<sup>-1</sup> de N sem aditivo, 250 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo e 500 kg ha<sup>-1</sup> de N com aditivo. O experimento foi em estufa agrícola em delineamento inteiramente casualizado arranjado em fatorial 3x5x2 com três repetições. A NH<sub>3</sub> volatilizada foi coletada em câmaras fechadas. Foi analisada a variância pelo teste F e as médias pelo teste de Tukey a 5%. A quantidade de NH<sub>3</sub> volatilizada no solo argiloso foi crescente até o sexto dia após a adubação, reduzindo à partir daí até o último dia. No solo arenoso, a quantidade de NH<sup>3 </sup>volatilizada foi crescente até o quarto dia após a adubação com posterior queda até o último dia de avaliação. A volatilização de NH<sub>3</sub> foi maior no solo arenoso. O uso do aditivo promoveu a redução das perdas de nitrogênio por volatilização.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:08:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SEGURANÇA ALIMENTAR, PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL E VERANICOS NO VALE DO JEQUITINHONHA, MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SEGURANÇA ALIMENTAR, PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL E VERANICOS NO VALE DO JEQUITINHONHA, MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LACERDA, M. G., BRITO, B. L. N., DIAS, G. F., SILVA, R. M., LIMA, V. M. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Baixo Jequitinhonha, modelos de distribuição, abastecimento hídrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O conhecimento da variação e da distribuição das precipitações permite determinar períodos críticos predominantes numa determinada região e reduzir consequências causadas pelas flutuações do regime pluviométrico. Vários modelos de distribuição de frequência têm sido utilizados, visando à estimativa da precipitação provável para diferentes locais e períodos de ocorrência. No presente trabalho os dados de registros pluviométricos do município de Jequitinhonha, entre 1977 a 2002, foram utilizados para adequação dos modelos de distribuição de probabilidades. Os registros pluviométricos dos anos de 1950 a 2019, da mesma estação, foram utilizados para comparar as precipitações prováveis aos dados históricos e verificar a ocorrência de veranicos. Considerando o nível de probabilidade de 75%, verificou-se uma precipitação provável no período chuvoso (novembro a março) de 70,6 mm e no período seco (abril a outubro) de 13,7 mm. No mês de dezembro, com 75% de probabilidade de ocorrência, é esperada uma lâmina de 114 mm. A irregular distribuição das chuvas e a severidade dos veranicos nos anos de 2015 a 2019 resultou em perda de produção de grãos, diminuição da segurança alimentar e desabastecimento das famílias. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/423-seguranca-alimentar-precipitacao-provavel-e-veranicos-no-vale-do-jequitinhonha-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">LACERDA, M. G., BRITO, B. L. N., DIAS, G. F., SILVA, R. M., LIMA, V. M. P.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Baixo Jequitinhonha, modelos de distribuição, abastecimento hídrico</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O conhecimento da variação e da distribuição das precipitações permite determinar períodos críticos predominantes numa determinada região e reduzir consequências causadas pelas flutuações do regime pluviométrico. Vários modelos de distribuição de frequência têm sido utilizados, visando à estimativa da precipitação provável para diferentes locais e períodos de ocorrência. No presente trabalho os dados de registros pluviométricos do município de Jequitinhonha, entre 1977 a 2002, foram utilizados para adequação dos modelos de distribuição de probabilidades. Os registros pluviométricos dos anos de 1950 a 2019, da mesma estação, foram utilizados para comparar as precipitações prováveis aos dados históricos e verificar a ocorrência de veranicos. Considerando o nível de probabilidade de 75%, verificou-se uma precipitação provável no período chuvoso (novembro a março) de 70,6 mm e no período seco (abril a outubro) de 13,7 mm. No mês de dezembro, com 75% de probabilidade de ocorrência, é esperada uma lâmina de 114 mm. A irregular distribuição das chuvas e a severidade dos veranicos nos anos de 2015 a 2019 resultou em perda de produção de grãos, diminuição da segurança alimentar e desabastecimento das famílias. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:04:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE TOMATE CEREJA COM EFLUENTE DA PISCICULTURA EM DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/422-producao-de-tomate-cereja-com-efluente-da-piscicultura-em-diferentes-estrategias-de-irrigacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE TOMATE CEREJA COM EFLUENTE DA PISCICULTURA EM DIFERENTES ESTRATÉGIAS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, A. A., DIAS, N. S., SÁ, F. V. S., JALES, G. D., REBOUÇAS, T. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Solanum lycopersicon, </i>sustentabilidade, salinidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A escassez de água superficial de qualidade aliado a baixa fertilidade natural dos solos são fatores limitantes a produção agrícola no semiárido brasileiro. Portanto, deve-se buscar fontes alternativas de recursos hídricos para agricultura. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar estratégias irrigação com efluente da piscicultura em diferentes estádios fenológicos na produção do tomate cereja. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições e dez tratamentos, sendo estes obtidos com o uso do efluente da piscicultura (R) com CE de 4,54 dS m<sup>-1</sup> e água de abastecimento (A) com CE de 0,54 dS m<sup>-1</sup>, intercalados durante quatro fases fenológicas da cultura. Avaliou-se o número de frutos por cachos (NFC), número de cachos por planta (NCP), peso médio do cacho (PMC), produção por planta (PROD) e número de frutos por planta (NFP). Para o NFC os tratamentos 2, 4, 8 e 9 apresentaram médias superiores ao controle, indicando que o uso de efluente da piscicultura no manejo de irrigação em pelo menos uma fase fenológica promove maior NFC. Considerando a PROD, o tratamento 9 apresentou-se superior ao controle, obtendo média de 137,25 g/planta. Foi também observado diferença entre o NFP para os tratamentos 2, 8 e 9 em relação ao controle, esses apresentaram as maiores médias. A água da piscicultura pode ser usada como fonte hídrica e nutricional intercalada com água de baixa CE na irrigação do tomate cereja.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SILVA, A. A., DIAS, N. S., SÁ, F. V. S., JALES, G. D., REBOUÇAS, T. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Solanum lycopersicon, </i>sustentabilidade, salinidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A escassez de água superficial de qualidade aliado a baixa fertilidade natural dos solos são fatores limitantes a produção agrícola no semiárido brasileiro. Portanto, deve-se buscar fontes alternativas de recursos hídricos para agricultura. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar estratégias irrigação com efluente da piscicultura em diferentes estádios fenológicos na produção do tomate cereja. Foi utilizado o delineamento de blocos casualizados, com quatro repetições e dez tratamentos, sendo estes obtidos com o uso do efluente da piscicultura (R) com CE de 4,54 dS m<sup>-1</sup> e água de abastecimento (A) com CE de 0,54 dS m<sup>-1</sup>, intercalados durante quatro fases fenológicas da cultura. Avaliou-se o número de frutos por cachos (NFC), número de cachos por planta (NCP), peso médio do cacho (PMC), produção por planta (PROD) e número de frutos por planta (NFP). Para o NFC os tratamentos 2, 4, 8 e 9 apresentaram médias superiores ao controle, indicando que o uso de efluente da piscicultura no manejo de irrigação em pelo menos uma fase fenológica promove maior NFC. Considerando a PROD, o tratamento 9 apresentou-se superior ao controle, obtendo média de 137,25 g/planta. Foi também observado diferença entre o NFP para os tratamentos 2, 8 e 9 em relação ao controle, esses apresentaram as maiores médias. A água da piscicultura pode ser usada como fonte hídrica e nutricional intercalada com água de baixa CE na irrigação do tomate cereja.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:01:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CRESCIMENTO INICIAL DO MAMOEIRO IRRIGADO COM ÁGUA CINZA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/421-crescimento-inicial-do-mamoeiro-irrigado-com-agua-cinza?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CRESCIMENTO INICIAL DO MAMOEIRO IRRIGADO COM ÁGUA CINZA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, H. A., BATISTA, R. O., SÁ, F. V. S., DIAS, N. S., FERREIRA, A. K. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Carica papaya </i>L., reúso da água, efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A reutilização de água é uma alternativa importante para viabilizar os cultivos irrigados no semiárido, uma vez que essa região tem baixos índices pluviométricos. Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento inicial do mamoeiro irrigado com água cinza. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, em arranjo de parcelas sub-divididas (3 x 3) no tempo, sendo três tipos de águas de irrigação (água cinza tratada, água verde tratada para abastecimento e mistura da água cinza e da água verde tratada para abastecimento) nas parcelas e nas sub-parcelas os tempos de avaliação 30, 60 e 75 dias após a semeadura. Avaliou-se altura da planta, diâmetro do caule e número de folhas. Aos 60 e 75 dias após a semeadura (DAS), verificou-se as maiores alturas nas mudas irrigadas com água cinza tratada e com a mistura do efluente com água verde tratada para abastecimento, com crescimento superior na ordem de 45,61 e 40,39% aos 60 dias e de 56,38 e 45,18% aos 75 DAS, respectivamente. As mudas irrigadas com a água cinza tratada tiveram maiores valores de altura da planta e diâmetro do caule. A irrigação com água cinza tratada é viável para a produção de mudas de mamoeiros, promovendo maior crescimento em relação às mudas irrigadas com água verde tratada para abastecimento. </span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">OLIVEIRA, H. A., BATISTA, R. O., SÁ, F. V. S., DIAS, N. S., FERREIRA, A. K. C., LEMOS NETO, H. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> <i>Carica papaya </i>L., reúso da água, efluente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A reutilização de água é uma alternativa importante para viabilizar os cultivos irrigados no semiárido, uma vez que essa região tem baixos índices pluviométricos. Objetivou-se com este trabalho avaliar o crescimento inicial do mamoeiro irrigado com água cinza. O experimento foi conduzido no delineamento em blocos ao acaso, em arranjo de parcelas sub-divididas (3 x 3) no tempo, sendo três tipos de águas de irrigação (água cinza tratada, água verde tratada para abastecimento e mistura da água cinza e da água verde tratada para abastecimento) nas parcelas e nas sub-parcelas os tempos de avaliação 30, 60 e 75 dias após a semeadura. Avaliou-se altura da planta, diâmetro do caule e número de folhas. Aos 60 e 75 dias após a semeadura (DAS), verificou-se as maiores alturas nas mudas irrigadas com água cinza tratada e com a mistura do efluente com água verde tratada para abastecimento, com crescimento superior na ordem de 45,61 e 40,39% aos 60 dias e de 56,38 e 45,18% aos 75 DAS, respectivamente. As mudas irrigadas com a água cinza tratada tiveram maiores valores de altura da planta e diâmetro do caule. A irrigação com água cinza tratada é viável para a produção de mudas de mamoeiros, promovendo maior crescimento em relação às mudas irrigadas com água verde tratada para abastecimento. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:56:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TOLERÂNCIA DA CANA-DE-AÇÚCAR EM SOLO INUNDADO SOB DIFERENTES ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO</title>
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           <media:title type="plain">TOLERÂNCIA DA CANA-DE-AÇÚCAR EM SOLO INUNDADO SOB DIFERENTES ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA1, K. T. S., DUARTE, S. N., DIAS, N. S., LEMOS NETO, H. S., TAVARES, A. C. S., SOUSA NETO, O. N.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Encharcamento, nível freático, drenagem artificial. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Em solos com problemas de encharcamento, a baixa disponibilidade de oxigênio afeta rendimento das culturas. Assim técnicas de drenagem artificial são fundamentais para propiciar o cultivo nesses tipos de solos. Objetivou-se avaliar a tolerância da cana-de-açúcar em cultivo inundado com diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático em diferentes estádios de desenvolvimento da cana-soca. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial de (3 x 5 + 1), sendo 3 estádios de desenvolvimento (44, 210 e 300 dias após o plantio), 5 velocidades de rebaixamento do nível freático (30 cm em 3, 6, 9, 12 e 15 dias), mais um tratamento controle (irrigação sem inundação do solo), com 4 repetições. Foram avaliadas a área foliar (AF), massa fresca e seca do colmo (MFC e MSC). Houve efeito significativo para velocidades de rebaixamento do nível freático e períodos de avaliação para AF. Para a MFC e MSC não houve diferença significativa. Os tratamentos P1V4 e P2V3 foram os que apresentaram as maiores médias de área foliar (0,91 m²) e a testemunha a menor (0,71 m²). A primeira soca da cana-de-açúcar cultivar ‘RB 867515’ mostrou-se tolerante ao encharcamento do solo nos diferentes estádios de desenvolvimento da cultura e para as diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/420-tolerancia-da-cana-de-acucar-em-solo-inundado-sob-diferentes-estadios-de-desenvolvimento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">SOUZA1, K. T. S., DUARTE, S. N., DIAS, N. S., LEMOS NETO, H. S., TAVARES, A. C. S., SOUSA NETO, O. N.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Encharcamento, nível freático, drenagem artificial. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Em solos com problemas de encharcamento, a baixa disponibilidade de oxigênio afeta rendimento das culturas. Assim técnicas de drenagem artificial são fundamentais para propiciar o cultivo nesses tipos de solos. Objetivou-se avaliar a tolerância da cana-de-açúcar em cultivo inundado com diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático em diferentes estádios de desenvolvimento da cana-soca. O experimento foi conduzido no delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial de (3 x 5 + 1), sendo 3 estádios de desenvolvimento (44, 210 e 300 dias após o plantio), 5 velocidades de rebaixamento do nível freático (30 cm em 3, 6, 9, 12 e 15 dias), mais um tratamento controle (irrigação sem inundação do solo), com 4 repetições. Foram avaliadas a área foliar (AF), massa fresca e seca do colmo (MFC e MSC). Houve efeito significativo para velocidades de rebaixamento do nível freático e períodos de avaliação para AF. Para a MFC e MSC não houve diferença significativa. Os tratamentos P1V4 e P2V3 foram os que apresentaram as maiores médias de área foliar (0,91 m²) e a testemunha a menor (0,71 m²). A primeira soca da cana-de-açúcar cultivar ‘RB 867515’ mostrou-se tolerante ao encharcamento do solo nos diferentes estádios de desenvolvimento da cultura e para as diferentes velocidades de rebaixamento do nível freático.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:51:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA VAZÃO DE UM TUBO GOTEJADOR SOB DIFERENTES PRESSÕES DE OPERAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA VAZÃO DE UM TUBO GOTEJADOR SOB DIFERENTES PRESSÕES DE OPERAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ROCHA, M. O., SOUZA, A. B. C. B., LIMA JUNIOR, J. C., BEZERRA, F. M. S., FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> irrigação por gotejamento; avaliação de tubo gotejador; performance hidráulica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo principal deste estudo foi avaliar o comportamento da vazão de um tubo gotejador sob diferentes pressões de operação. O experimento foi realizado na Universidade Federal do Ceará (Campus do Pici), utilizando um tubo gotejador do fabricante Rivulis, modelo D5000 PC. Foram aferidas as vazões em diferentes pressões (25; 50; 75; 100; 125; 150; 175; 200; 225 e 250 kPa) durante sete minutos. A curva característica da fita gotejadora apresentou equação característica tipo potencial, dada pela equação q =1,5648 x<sup>0,0604</sup>, e R<sup>2</sup> =0,6294, sendo comprovada uma boa relação vazão x pressão. O expoente da equação foi menor que 0,2, classificando-o como autocompensante. O regime de escoamento obtido é caracterizado como turbulento na faixa de pressão utilizada. </span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/419-avaliacao-do-comportamento-da-vazao-de-um-tubo-gotejador-sob-diferentes-pressoes-de-operacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ROCHA, M. O., SOUZA, A. B. C. B., LIMA JUNIOR, J. C., BEZERRA, F. M. S., FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. S.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> irrigação por gotejamento; avaliação de tubo gotejador; performance hidráulica</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">O objetivo principal deste estudo foi avaliar o comportamento da vazão de um tubo gotejador sob diferentes pressões de operação. O experimento foi realizado na Universidade Federal do Ceará (Campus do Pici), utilizando um tubo gotejador do fabricante Rivulis, modelo D5000 PC. Foram aferidas as vazões em diferentes pressões (25; 50; 75; 100; 125; 150; 175; 200; 225 e 250 kPa) durante sete minutos. A curva característica da fita gotejadora apresentou equação característica tipo potencial, dada pela equação q =1,5648 x<sup>0,0604</sup>, e R<sup>2</sup> =0,6294, sendo comprovada uma boa relação vazão x pressão. O expoente da equação foi menor que 0,2, classificando-o como autocompensante. O regime de escoamento obtido é caracterizado como turbulento na faixa de pressão utilizada. </span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:46:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CLASSIFICAÇÃO DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM ÁREA CULTIVADA COM CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2019/anais-2019/eas-engenharia-de-agua-e-solo-12/418-classificacao-da-compactacao-do-solo-em-area-cultivada-com-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CLASSIFICAÇÃO DA COMPACTAÇÃO DO SOLO EM ÁREA CULTIVADA COM CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PARRA, J. S., SILVA, I. D. C., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., OLIVEIRA, I.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Seleção de variáveis, técnicas de mineração de dados, árvores de decisão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A produção de cana-de-açúcar no Brasil geralmente está associada a processos de degradação do solo relacionados a compactação no solo. Logo, o objetivo deste estudo foi identificar um subconjunto de atributos que afetam a compactação do solo em área de cana-de-açúcar mediante uso de ferramentas para seleção de variáveis e modelagem preditiva. O experimento foi realizado no município de Ibitinga-SP. O delineamento experimental foi por meio de faixas com esquema de parcelas subdivididas, contendo quatro plantas de cobertura (crotalária, milheto, amendoim e sorgo) e três sistemas de preparo do solo (cultivo mínimo, cultivo mínimo com subsolagem profunda e plantio direto), para tal fim foi utilizada uma técnica de classificação por árvores de decisão. O modelo gerado apresentou uma elevada taxa de acerto e reconheceu a resistência do solo à penetração como o atributo com maior relevância na predição da compactação do solo.</span></p>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Autores: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">PARRA, J. S., SILVA, I. D. C., SOUZA, Z. M., FARHATE, C. V. V., LOVERA, L. H., OLIVEIRA, I.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Ano da publicação: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2019</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">ISSN: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">2358-582X</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Área: </span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">Palavras-chave:</span></b><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;"> Seleção de variáveis, técnicas de mineração de dados, árvores de decisão. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10.5pt; font-family: Roboto; color: #333333;">A produção de cana-de-açúcar no Brasil geralmente está associada a processos de degradação do solo relacionados a compactação no solo. Logo, o objetivo deste estudo foi identificar um subconjunto de atributos que afetam a compactação do solo em área de cana-de-açúcar mediante uso de ferramentas para seleção de variáveis e modelagem preditiva. O experimento foi realizado no município de Ibitinga-SP. O delineamento experimental foi por meio de faixas com esquema de parcelas subdivididas, contendo quatro plantas de cobertura (crotalária, milheto, amendoim e sorgo) e três sistemas de preparo do solo (cultivo mínimo, cultivo mínimo com subsolagem profunda e plantio direto), para tal fim foi utilizada uma técnica de classificação por árvores de decisão. O modelo gerado apresentou uma elevada taxa de acerto e reconheceu a resistência do solo à penetração como o atributo com maior relevância na predição da compactação do solo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 15:21:31 -0300</pubDate>
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