<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Anais 2018 - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018?format=html</link>
              <lastBuildDate>Mon, 18 Jan 2021 10:52:47 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>MONITORAMENTO E CONTROLE DE IRRIGAÇÃO BASEADA EM PLATAFORMA DE IOT EM CLOUD</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud/file" length="260343" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud/file"
                fileSize="260343"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MONITORAMENTO E CONTROLE DE IRRIGAÇÃO BASEADA EM PLATAFORMA DE IOT EM CLOUD</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Computação em nuvem, irrigação, baixo custo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">O projeto apresentado trata-se do desenvolvimento de um sistema microcontrolado com o intuito de auxiliar o produtor rural à gerir os recursos hídricos em sua propriedade, a fim de maximizar seu uso no manejo de culturas, visando utilizar a aquisição de dados na área a ser estudada para ser possível apresentar ao usuário o melhor momento para iniciar ou interromper a irrigação, fornecendo também a opção de irrigação automática. Portanto, o presente estudo possui a finalidade de apresentar um protótipo de pequeno porte de um sistema de controle semiautomático microcontrolado. Será utilizada a tecnologia wireless, permitindo ao usuário a escolha da função automática ou manual de irrigação. Também irá fornecer informações de umidade do solo em tempo real e exibição de relatórios utilizando sistema em nuvem. Ao fim, o intuito do projeto é apresentar informações técnicas referentes à confecção do protótipo, apresentando as tecnologias implementadas bem como a implementação do mesmo em campo para o estudo de resultados obtidos da irrigação fornecida pelo protótipo.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Computação em nuvem, irrigação, baixo custo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">O projeto apresentado trata-se do desenvolvimento de um sistema microcontrolado com o intuito de auxiliar o produtor rural à gerir os recursos hídricos em sua propriedade, a fim de maximizar seu uso no manejo de culturas, visando utilizar a aquisição de dados na área a ser estudada para ser possível apresentar ao usuário o melhor momento para iniciar ou interromper a irrigação, fornecendo também a opção de irrigação automática. Portanto, o presente estudo possui a finalidade de apresentar um protótipo de pequeno porte de um sistema de controle semiautomático microcontrolado. Será utilizada a tecnologia wireless, permitindo ao usuário a escolha da função automática ou manual de irrigação. Também irá fornecer informações de umidade do solo em tempo real e exibição de relatórios utilizando sistema em nuvem. Ao fim, o intuito do projeto é apresentar informações técnicas referentes à confecção do protótipo, apresentando as tecnologias implementadas bem como a implementação do mesmo em campo para o estudo de resultados obtidos da irrigação fornecida pelo protótipo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 10:52:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AQUISIÇÃO DE DADOS AMBIENTAIS EM SISTEMA EMBARCADO SUSTENTÁVEL ENERGETICAMENTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente/file" length="332539" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente/file"
                fileSize="332539"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AQUISIÇÃO DE DADOS AMBIENTAIS EM SISTEMA EMBARCADO SUSTENTÁVEL ENERGETICAMENTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Controle, irrigação, produtividade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Com constantes pesquisas na área agrícola, em especial na parte de automação e controle de meios produtivos, nota-se um crescimento no investimento de grandes produtores em tecnologias para aumento da produção e da qualidade dos produtos cultivados. O controle da irrigação é vantajoso por gerar economia de água, consequentemente uma redução no custo mensal do produtor e um fator positivo em questões ambientais, aumento da sua produção e, consequentemente, no lucro líquido deste produtor. A proposta deste trabalho é elaborar uma solução para esse nicho de mercado sendo de fácil inserção tecnológica no campo e passível de difusão em grande escala para o auxílio destes pequenos produtores. Utilizou-se, portanto, tecnologias disponíveis no mercado, de alta confiabilidade e baixo custo que permitem a automação e aumento da produtividade e renda de pequenos produtores. Além disto, de forma genérica houve a consciência de se obter um sistema eficiente energeticamente, visto que a alimentação da placa eletrônica projetada se faz via painel solar e hidro gerador; de forma que os mesmos carregam a bateria que posteriormente alimenta a placa quando esta realiza a transmissão dos dados.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Controle, irrigação, produtividade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Com constantes pesquisas na área agrícola, em especial na parte de automação e controle de meios produtivos, nota-se um crescimento no investimento de grandes produtores em tecnologias para aumento da produção e da qualidade dos produtos cultivados. O controle da irrigação é vantajoso por gerar economia de água, consequentemente uma redução no custo mensal do produtor e um fator positivo em questões ambientais, aumento da sua produção e, consequentemente, no lucro líquido deste produtor. A proposta deste trabalho é elaborar uma solução para esse nicho de mercado sendo de fácil inserção tecnológica no campo e passível de difusão em grande escala para o auxílio destes pequenos produtores. Utilizou-se, portanto, tecnologias disponíveis no mercado, de alta confiabilidade e baixo custo que permitem a automação e aumento da produtividade e renda de pequenos produtores. Além disto, de forma genérica houve a consciência de se obter um sistema eficiente energeticamente, visto que a alimentação da placa eletrônica projetada se faz via painel solar e hidro gerador; de forma que os mesmos carregam a bateria que posteriormente alimenta a placa quando esta realiza a transmissão dos dados.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 10:50:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIGOR DE SEMENTES DE MAMONA SUBMETIDAS AO ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file" length="254084" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file"
                fileSize="254084"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIGOR DE SEMENTES DE MAMONA SUBMETIDAS AO ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., ZUCHI, J., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade fisiológica de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O ambiente e o tempo de armazenamento podem influenciar na qualidade das sementes armazenadas, principalmente as oleaginosas, mais propensas à deterioração. O objetivo deste trabalho foi avaliar o vigor das sementes de mamona de dois genótipos armazenadas durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. Realizou-se o teste da condutividade elétrica e envelhecimento acelerado dos lotes de sementes de cada genótipo (701 e 106) ao longo do armazenamento. As amostras foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualisado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As sementes do genótipo 106, quando armazenadas a 10ºC, apresentam menores valores de condutividade elétrica no período inicial do armazenamento. Posteriormente, há aumento nas leituras de condutividade elétrica, sugerindo que as sementes reduzem vigor após os 240 dias. Após o envelhecimento acelerado, as sementes do genótipo 106, armazenadas a 10ºC por 120, 180 e 300 dias, tiveram maior porcentagem de plântulas normais. Também aumentou a porcentagem de plântulas normais ao longo do armazenamento das sementes do genótipo 701, independentemente da temperatura do ambiente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., ZUCHI, J., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade fisiológica de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O ambiente e o tempo de armazenamento podem influenciar na qualidade das sementes armazenadas, principalmente as oleaginosas, mais propensas à deterioração. O objetivo deste trabalho foi avaliar o vigor das sementes de mamona de dois genótipos armazenadas durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. Realizou-se o teste da condutividade elétrica e envelhecimento acelerado dos lotes de sementes de cada genótipo (701 e 106) ao longo do armazenamento. As amostras foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualisado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As sementes do genótipo 106, quando armazenadas a 10ºC, apresentam menores valores de condutividade elétrica no período inicial do armazenamento. Posteriormente, há aumento nas leituras de condutividade elétrica, sugerindo que as sementes reduzem vigor após os 240 dias. Após o envelhecimento acelerado, as sementes do genótipo 106, armazenadas a 10ºC por 120, 180 e 300 dias, tiveram maior porcentagem de plântulas normais. Também aumentou a porcentagem de plântulas normais ao longo do armazenamento das sementes do genótipo 701, independentemente da temperatura do ambiente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:18:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE LOGÍSTICA NA COLHEITA DE SOJA EM UMA PROPRIEDADE RURAL NO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1281-viabilidade-logistica-na-colheita-de-soja-em-uma-propriedade-rural-no-norte-do-rio-grande-do-sul?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1281-viabilidade-logistica-na-colheita-de-soja-em-uma-propriedade-rural-no-norte-do-rio-grande-do-sul/file" length="177200" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1281-viabilidade-logistica-na-colheita-de-soja-em-uma-propriedade-rural-no-norte-do-rio-grande-do-sul/file"
                fileSize="177200"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIABILIDADE LOGÍSTICA NA COLHEITA DE SOJA EM UMA PROPRIEDADE RURAL NO NORTE DO RIO GRANDE DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MULLER, J.C., SCHNEIDER, R., LENZ, M.H., FRANCK, J.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Grãos, Roll on Roll off, transporte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O grande obstáculo no transporte de produtos a granel é a precariedade da malha rodoviária, na qual se escoa a maior parte da produção de grãos Brasileira. A colheita faz parte do processo produtivo de grãos e nela tem-se elevado investimento em máquinas e mão de obra. Para extrair a máxima capacidade operacional de colheita é necessário planejamento prévio a fim de evitar perdas e permitir o trabalho continuo da operação das colhedoras. Este trabalho visa analisar alternativas de logística para o transporte de grãos de soja em uma propriedade rural com duas áreas de cultivo, distante 52 quilômetros da sede. Atualmente este transporte é realizado por estradas não pavimentadas, com veículos próprios, os quais não atendem à demanda atual de transporte, necessitando parada das colhedoras, afim de evitar estas paradas foram analisadas as alternativas de transporte através de veículo com sistema hidráulico Roll on Roll off, utilização de reboque graneleiro e construção de um silo. Nas condições analisadas sistema Roll on Rol off, foi indicado, apresentando 15% na redução do custo operacional, evitando a paradas das colhedoras aumentando assim a capacidade operacional.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1281-viabilidade-logistica-na-colheita-de-soja-em-uma-propriedade-rural-no-norte-do-rio-grande-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MULLER, J.C., SCHNEIDER, R., LENZ, M.H., FRANCK, J.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Grãos, Roll on Roll off, transporte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O grande obstáculo no transporte de produtos a granel é a precariedade da malha rodoviária, na qual se escoa a maior parte da produção de grãos Brasileira. A colheita faz parte do processo produtivo de grãos e nela tem-se elevado investimento em máquinas e mão de obra. Para extrair a máxima capacidade operacional de colheita é necessário planejamento prévio a fim de evitar perdas e permitir o trabalho continuo da operação das colhedoras. Este trabalho visa analisar alternativas de logística para o transporte de grãos de soja em uma propriedade rural com duas áreas de cultivo, distante 52 quilômetros da sede. Atualmente este transporte é realizado por estradas não pavimentadas, com veículos próprios, os quais não atendem à demanda atual de transporte, necessitando parada das colhedoras, afim de evitar estas paradas foram analisadas as alternativas de transporte através de veículo com sistema hidráulico Roll on Roll off, utilização de reboque graneleiro e construção de um silo. Nas condições analisadas sistema Roll on Rol off, foi indicado, apresentando 15% na redução do custo operacional, evitando a paradas das colhedoras aumentando assim a capacidade operacional.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:17:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE ECONÔMICA DA ADUÇÃO SUBAQUÁTICA DE RIOS EM AMBIENTES COSTEIROS SEMI-ÁRIDOS: ESTUDOS DE CASO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso/file" length="533037" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso/file"
                fileSize="533037"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIABILIDADE ECONÔMICA DA ADUÇÃO SUBAQUÁTICA DE RIOS EM AMBIENTES COSTEIROS SEMI-ÁRIDOS: ESTUDOS DE CASO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Silva, M.A.D., Melo, R.P., Garcia, A.P., Monteiro, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suprimento de água, região semiárida, dimensionamento tubulação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O fornecimento de água bruta para os habitantes das metrópoles não é um problema trivial, envolve muitos desafios, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade desta água. Quando estas metrópoles estão localizadas na região semi-árida, esse desafio leva proporções enormes e em muitas situações, não há soluções sustentáveis, especialmente nos tempos de mudança climática global. Uma hipótese para tentar mitigar esse problema nas cidades costeiras é a adução submarina dos rios. O objetivo deste trabalho é propor a realização da captação de água potável na foz dos grandes rios, perto das regiões semi-áridas. Esta água seria conduzida por uma tubulação que ficaria abaixo do nível da água e seguiria a rota do litoral, a energia para mover a água seria fornecida pela bomba hidráulica axial embutida na tubulação por motores elétricos refrigerados a água impulsionados pela energia gerada a partir de turbinas eólicas no exterior. Foram feitas estimativas para a quarta metrópolis em regiões semi-áridas: Fortaleza-Brasil, Dalian-China, Tel Aviv-Israel e Gaza-Palestina, foi possível calcular a viabilidade econômica através do Valor Presente, taxa interna de retorno e retorno. Este documento demonstrou que a gestão do abastecimento de água para consumo humano através da adução submarina de rios pode ser alcançada com depuração real de qualquer déficit no volume de água que, devido à mudança climática global, está se tornando mais freqüente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Silva, M.A.D., Melo, R.P., Garcia, A.P., Monteiro, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suprimento de água, região semiárida, dimensionamento tubulação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O fornecimento de água bruta para os habitantes das metrópoles não é um problema trivial, envolve muitos desafios, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade desta água. Quando estas metrópoles estão localizadas na região semi-árida, esse desafio leva proporções enormes e em muitas situações, não há soluções sustentáveis, especialmente nos tempos de mudança climática global. Uma hipótese para tentar mitigar esse problema nas cidades costeiras é a adução submarina dos rios. O objetivo deste trabalho é propor a realização da captação de água potável na foz dos grandes rios, perto das regiões semi-áridas. Esta água seria conduzida por uma tubulação que ficaria abaixo do nível da água e seguiria a rota do litoral, a energia para mover a água seria fornecida pela bomba hidráulica axial embutida na tubulação por motores elétricos refrigerados a água impulsionados pela energia gerada a partir de turbinas eólicas no exterior. Foram feitas estimativas para a quarta metrópolis em regiões semi-áridas: Fortaleza-Brasil, Dalian-China, Tel Aviv-Israel e Gaza-Palestina, foi possível calcular a viabilidade econômica através do Valor Presente, taxa interna de retorno e retorno. Este documento demonstrou que a gestão do abastecimento de água para consumo humano através da adução submarina de rios pode ser alcançada com depuração real de qualquer déficit no volume de água que, devido à mudança climática global, está se tornando mais freqüente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:16:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VEÍCULO AÉREO NÃO TRIPULADO PARA DETECÇÃO DE PONTOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1279-veiculo-aereo-nao-tripulado-para-deteccao-de-pontos-de-captacao-de-agua?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1279-veiculo-aereo-nao-tripulado-para-deteccao-de-pontos-de-captacao-de-agua/file" length="315384" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1279-veiculo-aereo-nao-tripulado-para-deteccao-de-pontos-de-captacao-de-agua/file"
                fileSize="315384"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VEÍCULO AÉREO NÃO TRIPULADO PARA DETECÇÃO DE PONTOS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Rodrigues, B.T., Rodrigues, M.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ortomosaico, VANT, Captação de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente artigo teve como objetivo principal avaliar a aplicabilidade de sensoriamento remoto por meio de um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) e determinar a viabilidade técnica e operacional do seu uso na detecção de pontos de capitação de água e descarga de efluentes. A área alvo do imageamento está situada no baixo curso do Rio São Francisco, entre as margens dos municípios de Traipu-AL e Gararu-SE, nas proximidades de áreas urbanas e agrícolas. Foram desenvolvidos levantamentos com planos de voo autônomos, especificando as missões do VANT na coleta de imagens com sobreposição frontal e lateral de 80%. O processamento das imagens foi realizado utilizando o software Pix4D Mapper de fotogrametria, por processamento na nuvem, que permite a construção dos ortomosaicos. Foram mapeados e identificados 14 (quatorze) pontos de captação de água e 1 (um) ponto de lançamento de efluentes. A plataforma utilizada no aerolevantamento, 3DR SOLO e o sensor embarcado, demonstraram ser capazes de atender satisfatoriamente a metodologia adotada. Do ponto de vista operacional, verificou-se que o VANT oferece vantagens técnicas e econômicas, quando considerado os demais métodos de elevada precisão em detecção remota para extração de informações.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1279-veiculo-aereo-nao-tripulado-para-deteccao-de-pontos-de-captacao-de-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Rodrigues, B.T., Rodrigues, M.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ortomosaico, VANT, Captação de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente artigo teve como objetivo principal avaliar a aplicabilidade de sensoriamento remoto por meio de um Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) e determinar a viabilidade técnica e operacional do seu uso na detecção de pontos de capitação de água e descarga de efluentes. A área alvo do imageamento está situada no baixo curso do Rio São Francisco, entre as margens dos municípios de Traipu-AL e Gararu-SE, nas proximidades de áreas urbanas e agrícolas. Foram desenvolvidos levantamentos com planos de voo autônomos, especificando as missões do VANT na coleta de imagens com sobreposição frontal e lateral de 80%. O processamento das imagens foi realizado utilizando o software Pix4D Mapper de fotogrametria, por processamento na nuvem, que permite a construção dos ortomosaicos. Foram mapeados e identificados 14 (quatorze) pontos de captação de água e 1 (um) ponto de lançamento de efluentes. A plataforma utilizada no aerolevantamento, 3DR SOLO e o sensor embarcado, demonstraram ser capazes de atender satisfatoriamente a metodologia adotada. Do ponto de vista operacional, verificou-se que o VANT oferece vantagens técnicas e econômicas, quando considerado os demais métodos de elevada precisão em detecção remota para extração de informações.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:16:16 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DOS FATORES DE FORMA DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI DURANTE A SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem/file" length="296278" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem/file"
                fileSize="296278"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DOS FATORES DE FORMA DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI DURANTE A SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., CAMPOS, S.C., MENEZES JR., J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, propriedades físicas.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a variação dos fatores de forma de grãos de feijão-caupi durante a secagem. Grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,112 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, foram medidas as dimensões características principais de grãos de feijão caupi (maior, menor e intermediária). Obtidas as dimensões características calculou-se a esfericidade, a circularidade(para a posição natural de repouso), a relação superfície-volume e o diâmetro geométrico. Verificou-se que o teor de água influenciou significativamente os fatores de forma analisados, proporcionando aumento da esfericidade, da circularidade e da relação superfície-volume com a redução do teor de água. Já o diâmetro geométrico diminuiu conforme a redução do teor de água durante a secagem.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., CAMPOS, S.C., MENEZES JR., J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, propriedades físicas.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a variação dos fatores de forma de grãos de feijão-caupi durante a secagem. Grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,112 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, foram medidas as dimensões características principais de grãos de feijão caupi (maior, menor e intermediária). Obtidas as dimensões características calculou-se a esfericidade, a circularidade(para a posição natural de repouso), a relação superfície-volume e o diâmetro geométrico. Verificou-se que o teor de água influenciou significativamente os fatores de forma analisados, proporcionando aumento da esfericidade, da circularidade e da relação superfície-volume com a redução do teor de água. Já o diâmetro geométrico diminuiu conforme a redução do teor de água durante a secagem.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:15:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO SILAGEM E RESISTENCIA MECANICA A PENETRAÇÃO DO SOLO EM PEQUENAS PROPRIEDADES</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1277-variabilidade-temporal-da-produtividade-do-milho-silagem-e-resistencia-mecanica-a-penetracao-do-solo-em-pequenas-propriedades?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1277-variabilidade-temporal-da-produtividade-do-milho-silagem-e-resistencia-mecanica-a-penetracao-do-solo-em-pequenas-propriedades/file" length="304951" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1277-variabilidade-temporal-da-produtividade-do-milho-silagem-e-resistencia-mecanica-a-penetracao-do-solo-em-pequenas-propriedades/file"
                fileSize="304951"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE TEMPORAL DA PRODUTIVIDADE DO MILHO SILAGEM E RESISTENCIA MECANICA A PENETRAÇÃO DO SOLO EM PEQUENAS PROPRIEDADES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEMOS, P.S., SILVA, A.U., BORGES, E.F., REIS, E.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, dependência espacial, agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento da variabilidade temporal auxilia na determinação de estratégias de manejo que possam otimizar a produtividade das culturas. Objetivou-se com este trabalho avaliar a variabilidade temporal da produtividade do milho e resistência à penetração do solo em pequenas propriedades. Os dados foram coletados em uma área de 6 ha de produção de milho silagem nas safras de 2015/16(cultivo convencional) 2016/17 e 2017/18(plantio direto). Com auxílio de um receptor GNSS foi construída uma grade amostral de 37 x 37 m, totalizando 40 pontos. Para a determinação da produtividade foram coletadas plantas em um metro quadrado no centro de cada ponto da grade amostral, as leituras de resistência a penetração foram realizadas nas profundidades de 0,0 a 0,40m, com cinco repetições por ponto da grade amostral, a krigagem e o índice de dependência espacial foram analisados pelo software GS+ versão 7.0. Os resultados mostraram que as produtividades dos 3 anos apresentaram dependência espacial muito alta explicada pelo modelo gaussiano e esférico, já a resistência a penetração nas safras 2015/16 e 2016/17 apresentaram dependência espacial média e muito alta explicada pelo modelo esférico e gaussiano, safra 2017/18 efeito pepita pura.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1277-variabilidade-temporal-da-produtividade-do-milho-silagem-e-resistencia-mecanica-a-penetracao-do-solo-em-pequenas-propriedades?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEMOS, P.S., SILVA, A.U., BORGES, E.F., REIS, E.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, dependência espacial, agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento da variabilidade temporal auxilia na determinação de estratégias de manejo que possam otimizar a produtividade das culturas. Objetivou-se com este trabalho avaliar a variabilidade temporal da produtividade do milho e resistência à penetração do solo em pequenas propriedades. Os dados foram coletados em uma área de 6 ha de produção de milho silagem nas safras de 2015/16(cultivo convencional) 2016/17 e 2017/18(plantio direto). Com auxílio de um receptor GNSS foi construída uma grade amostral de 37 x 37 m, totalizando 40 pontos. Para a determinação da produtividade foram coletadas plantas em um metro quadrado no centro de cada ponto da grade amostral, as leituras de resistência a penetração foram realizadas nas profundidades de 0,0 a 0,40m, com cinco repetições por ponto da grade amostral, a krigagem e o índice de dependência espacial foram analisados pelo software GS+ versão 7.0. Os resultados mostraram que as produtividades dos 3 anos apresentaram dependência espacial muito alta explicada pelo modelo gaussiano e esférico, já a resistência a penetração nas safras 2015/16 e 2016/17 apresentaram dependência espacial média e muito alta explicada pelo modelo esférico e gaussiano, safra 2017/18 efeito pepita pura.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:14:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DO PH DO SOLO OBTIDA EM DIFERENTES DENSIDADES AMOSTRAIS EM ÁREA DE CERRADO DO OESTE DA BAHIA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1276-variabilidade-espacial-do-ph-do-solo-obtida-em-diferentes-densidades-amostrais-em-area-de-cerrado-do-oeste-da-bahia?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1276-variabilidade-espacial-do-ph-do-solo-obtida-em-diferentes-densidades-amostrais-em-area-de-cerrado-do-oeste-da-bahia/file" length="394685" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1276-variabilidade-espacial-do-ph-do-solo-obtida-em-diferentes-densidades-amostrais-em-area-de-cerrado-do-oeste-da-bahia/file"
                fileSize="394685"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DO PH DO SOLO OBTIDA EM DIFERENTES DENSIDADES AMOSTRAIS EM ÁREA DE CERRADO DO OESTE DA BAHIA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, C.C., MOREIRA, M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de precisão, amostragem do solo, geoestatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento da variabilidade espacial do solo auxilia no estabelecimento de manejos que visam aumentar a produtividade das culturas. Objetivou-se assim, analisar a variabilidade espacial do potencial hidrogeniônico (pH) do solo amostrado sob diferentes densidades amostrais. O trabalho foi conduzido em uma área de 50 hectares. Uma malha amostral com 50 células foi definida, tendo-se uma relação de uma amostra por hectare (1A/1ha). As amostras de solo foram coletadas na profundidade de 0 a 20 cm, sendo determinado o pH. A partir da malha de 1A/1ha, foram simulados os planos de amostragem em grade, considerando uma amostra em dois hectares (1A/2ha), em quatro hectares (1A/4ha) e em nove hectares (1A/9ha). A análise geoestatística aplicada possibilitou caracterizar a dependência espacial e predizer os valores de pH nos locais não amostrados. A representação da variabilidade espacial em mapas permitiu identificar regiões com baixos e adequados níveis de pH, indicando a necessidade de correção da acidez. A variabilidade espacial do pH pôde ser identificada com a diminuição da densidade amostral em até 1A/4ha, demonstrando que para solos da mesma região a amostragem em 1A/4ha é suficiente para representar a variabilidade do pH no solo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1276-variabilidade-espacial-do-ph-do-solo-obtida-em-diferentes-densidades-amostrais-em-area-de-cerrado-do-oeste-da-bahia?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, C.C., MOREIRA, M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de precisão, amostragem do solo, geoestatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento da variabilidade espacial do solo auxilia no estabelecimento de manejos que visam aumentar a produtividade das culturas. Objetivou-se assim, analisar a variabilidade espacial do potencial hidrogeniônico (pH) do solo amostrado sob diferentes densidades amostrais. O trabalho foi conduzido em uma área de 50 hectares. Uma malha amostral com 50 células foi definida, tendo-se uma relação de uma amostra por hectare (1A/1ha). As amostras de solo foram coletadas na profundidade de 0 a 20 cm, sendo determinado o pH. A partir da malha de 1A/1ha, foram simulados os planos de amostragem em grade, considerando uma amostra em dois hectares (1A/2ha), em quatro hectares (1A/4ha) e em nove hectares (1A/9ha). A análise geoestatística aplicada possibilitou caracterizar a dependência espacial e predizer os valores de pH nos locais não amostrados. A representação da variabilidade espacial em mapas permitiu identificar regiões com baixos e adequados níveis de pH, indicando a necessidade de correção da acidez. A variabilidade espacial do pH pôde ser identificada com a diminuição da densidade amostral em até 1A/4ha, demonstrando que para solos da mesma região a amostragem em 1A/4ha é suficiente para representar a variabilidade do pH no solo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:13:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DO COMPRIMENTO DA FIBRA DO ALGODÃO NO SUDESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1275-variabilidade-espacial-do-comprimento-da-fibra-do-algodao-no-sudeste-do-estado-de-mato-grosso?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1275-variabilidade-espacial-do-comprimento-da-fibra-do-algodao-no-sudeste-do-estado-de-mato-grosso/file" length="412221" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1275-variabilidade-espacial-do-comprimento-da-fibra-do-algodao-no-sudeste-do-estado-de-mato-grosso/file"
                fileSize="412221"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DO COMPRIMENTO DA FIBRA DO ALGODÃO NO SUDESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Crisostomo, W.L., Mion, R.L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Beneficiamento, colheita, qualidade da fibra</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As características da fibra, que correspondem a sua qualidade e é um dos parâmetros mais importantes para a comercialização, são altamente influenciadas pelo ciclo de produção do algodão, além da própria genética da planta, o que pode ocasionar variabilidade na qualidade da fibra durante as etapas do seu processo produtivo. Dentre essas características destaca-se o comprimento, por ser uma das propriedades mais relevantes a indústria têxtil durante o processo de fiação. Com isso, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a variabilidade espacial do comprimento da fibra de algodão, antes da colheita e após o beneficiamento. Este estudo foi realizado em uma propriedade rural localizada no município de Pedra Preta –MT, utilizou-se a variedade TMG 42 WS. As amostras foram colhidas antes e depois colheita, sendo identificadas, georeferenciadas e enviadas para fazer as análises laboratoriais e os mapas foram gerados utilizando-se o software FalkerMap. Portanto, antes da colheita 58% das fibras possuíam comprimento superior a 28mm e após o beneficiamento apenas 18,62% das fibras apresentaram comprimento superior a 28mm.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1275-variabilidade-espacial-do-comprimento-da-fibra-do-algodao-no-sudeste-do-estado-de-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Crisostomo, W.L., Mion, R.L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Beneficiamento, colheita, qualidade da fibra</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As características da fibra, que correspondem a sua qualidade e é um dos parâmetros mais importantes para a comercialização, são altamente influenciadas pelo ciclo de produção do algodão, além da própria genética da planta, o que pode ocasionar variabilidade na qualidade da fibra durante as etapas do seu processo produtivo. Dentre essas características destaca-se o comprimento, por ser uma das propriedades mais relevantes a indústria têxtil durante o processo de fiação. Com isso, o objetivo desta pesquisa foi avaliar a variabilidade espacial do comprimento da fibra de algodão, antes da colheita e após o beneficiamento. Este estudo foi realizado em uma propriedade rural localizada no município de Pedra Preta –MT, utilizou-se a variedade TMG 42 WS. As amostras foram colhidas antes e depois colheita, sendo identificadas, georeferenciadas e enviadas para fazer as análises laboratoriais e os mapas foram gerados utilizando-se o software FalkerMap. Portanto, antes da colheita 58% das fibras possuíam comprimento superior a 28mm e após o beneficiamento apenas 18,62% das fibras apresentaram comprimento superior a 28mm.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:13:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA PARA UMA MICROBACIA EXPERIMENTAL PERTENCENTE À BACIA DO RIO DOCE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce/file" length="570695" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce/file"
                fileSize="570695"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA PARA UMA MICROBACIA EXPERIMENTAL PERTENCENTE À BACIA DO RIO DOCE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, R.G., Alves, E.H.M., Nunes, J.V.V., Caldeira, J.P., Bueno, M.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Drenagens, zonas hidrogenéticas, sedimentos.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A bacia hidrográfica está prevista no código das águas como unidade de planejamento, entretanto, há poucos dados disponíveis sobre parâmetros físicos do solo. Neste contexto, o objetivo foi mapear a o comportamento da condutividade hidráulica saturada das camadas de solo de 0-20 (a) e 20-40 cm (b), nas diferentes zonas hidrogenéticas de uma microbacia experimental, pertencente à bacia do rio Doce, em Guanhães - MG. Os valores de condutividade hidráulica, em meio saturado, encontrados mostram uma variabilidade grande, para toda a microbacia: de 0,09 a 17,00 cm h1, com média igual a 3,33 cm h-1, e desvio-padrão de 4,21 cm h-1, avaliadas em 40 pontos, distribuídos aleatoriamente em toda microbacia. Entretanto, ao se analisar os dados de forma segregada por cada zona hidrogenética e profundidade, percebe-se que a formação de três grupos de valores estatisticamente diferentes, a nível de significância de 5%. Percebe-se que o parâmetro em estudo tem variabilidade grande, mas que a delimitação das zonas hidrogenéticas de uma microbacia pode facilitar este entendimento, tornando mais fácil o manejo do solo. Assim, implantação de terraços nas áreas de transmissão podem pode ser uma alternativa para a diminuição da perda de solo e favorecer o manejo da microbacia.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, R.G., Alves, E.H.M., Nunes, J.V.V., Caldeira, J.P., Bueno, M.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Drenagens, zonas hidrogenéticas, sedimentos.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A bacia hidrográfica está prevista no código das águas como unidade de planejamento, entretanto, há poucos dados disponíveis sobre parâmetros físicos do solo. Neste contexto, o objetivo foi mapear a o comportamento da condutividade hidráulica saturada das camadas de solo de 0-20 (a) e 20-40 cm (b), nas diferentes zonas hidrogenéticas de uma microbacia experimental, pertencente à bacia do rio Doce, em Guanhães - MG. Os valores de condutividade hidráulica, em meio saturado, encontrados mostram uma variabilidade grande, para toda a microbacia: de 0,09 a 17,00 cm h1, com média igual a 3,33 cm h-1, e desvio-padrão de 4,21 cm h-1, avaliadas em 40 pontos, distribuídos aleatoriamente em toda microbacia. Entretanto, ao se analisar os dados de forma segregada por cada zona hidrogenética e profundidade, percebe-se que a formação de três grupos de valores estatisticamente diferentes, a nível de significância de 5%. Percebe-se que o parâmetro em estudo tem variabilidade grande, mas que a delimitação das zonas hidrogenéticas de uma microbacia pode facilitar este entendimento, tornando mais fácil o manejo do solo. Assim, implantação de terraços nas áreas de transmissão podem pode ser uma alternativa para a diminuição da perda de solo e favorecer o manejo da microbacia.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:12:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE MOTORES ELETRÔNICOS E MECÂNICOS EM TRATORES AGRÍCOLAS COMERCIALIZADOS NO BRASIL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1273-utilizacao-de-motores-eletronicos-e-mecanicos-em-tratores-agricolas-comercializados-no-brasil?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1273-utilizacao-de-motores-eletronicos-e-mecanicos-em-tratores-agricolas-comercializados-no-brasil/file" length="216325" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1273-utilizacao-de-motores-eletronicos-e-mecanicos-em-tratores-agricolas-comercializados-no-brasil/file"
                fileSize="216325"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE MOTORES ELETRÔNICOS E MECÂNICOS EM TRATORES AGRÍCOLAS COMERCIALIZADOS NO BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RICARDO, G.F.S., RAMOS, A.C.M., ARAÚJO, R.F.A., MICHELON, G.L., FIORESE, D.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Desempenho, Componentes mecânicos, Sistema de injeção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A principal função dos motores de tratores agrícolas é converter parte da energia do combustível em energia mecânica, que é utilizada pelos constituintes do trator. Devido à suma importância deste componente, o mesmo vem em crescente desenvolvimento tecnológico, maximizando seu desempenho em seus diversos parâmetros. Visando os constantes aprimoramentos, o objetivo do trabalho foi realizar um levantamento detalhado das novas tecnologias empregadas nos motores de tratores agrícolas, de diferentes marcas, modelos e de potência. O referido trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Agricultura de Precisão e Mecanização Agrícola - LAPMec da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop. O levantamento das informações foi efetuado através de pesquisas exploratórias em catálogos das fabricantes instaladas no Brasil. Os motores foram categorizados e quantificados em eletrônicos e mecânicos, de acordo com a potência e componentes empregados nos mesmos. Como resultados 11,11% possuem bomba injetora rotativa, 16,66% utilizam bomba injetora em linha, 68,88% dispõe de sistema de injeção eletrônica cammon Raíl e 3,33% contém sistema eletrônico com unidades de injeção individuais. Com tratamento de gases, 86,79% possuem o sistema iEGR e 13,20% utilizam o sistema SCR. Dos modelos que possuem tratamento de gases, 92,45% têm motor com potência acima de 100 cv.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1273-utilizacao-de-motores-eletronicos-e-mecanicos-em-tratores-agricolas-comercializados-no-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RICARDO, G.F.S., RAMOS, A.C.M., ARAÚJO, R.F.A., MICHELON, G.L., FIORESE, D.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Desempenho, Componentes mecânicos, Sistema de injeção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A principal função dos motores de tratores agrícolas é converter parte da energia do combustível em energia mecânica, que é utilizada pelos constituintes do trator. Devido à suma importância deste componente, o mesmo vem em crescente desenvolvimento tecnológico, maximizando seu desempenho em seus diversos parâmetros. Visando os constantes aprimoramentos, o objetivo do trabalho foi realizar um levantamento detalhado das novas tecnologias empregadas nos motores de tratores agrícolas, de diferentes marcas, modelos e de potência. O referido trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Agricultura de Precisão e Mecanização Agrícola - LAPMec da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop. O levantamento das informações foi efetuado através de pesquisas exploratórias em catálogos das fabricantes instaladas no Brasil. Os motores foram categorizados e quantificados em eletrônicos e mecânicos, de acordo com a potência e componentes empregados nos mesmos. Como resultados 11,11% possuem bomba injetora rotativa, 16,66% utilizam bomba injetora em linha, 68,88% dispõe de sistema de injeção eletrônica cammon Raíl e 3,33% contém sistema eletrônico com unidades de injeção individuais. Com tratamento de gases, 86,79% possuem o sistema iEGR e 13,20% utilizam o sistema SCR. Dos modelos que possuem tratamento de gases, 92,45% têm motor com potência acima de 100 cv.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:11:30 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DO ÍNDICE DE PRESSÃO E AMEAÇA NA DETERMINAÇÃO DO DESEMPENHO DA RECOMPOSIÇÃO VEGETAL EM ÁREAS DEGRADADAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1272-uso-do-indice-de-pressao-e-ameaca-na-determinacao-do-desempenho-da-recomposicao-vegetal-em-areas-degradadas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1272-uso-do-indice-de-pressao-e-ameaca-na-determinacao-do-desempenho-da-recomposicao-vegetal-em-areas-degradadas/file" length="637832" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1272-uso-do-indice-de-pressao-e-ameaca-na-determinacao-do-desempenho-da-recomposicao-vegetal-em-areas-degradadas/file"
                fileSize="637832"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DO ÍNDICE DE PRESSÃO E AMEAÇA NA DETERMINAÇÃO DO DESEMPENHO DA RECOMPOSIÇÃO VEGETAL EM ÁREAS DEGRADADAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PINTO, M.R.F., SILVA, N.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Código Florestal, Programa de Regularização Ambiental, Desenvolvimento Tecnológico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Índice de Redução de Pressões e Ameaças (IRPA) representa um diagnóstico ambiental que segue um protocolo de análise de fácil compreensão que auxilia pesquisadores e técnicos na tomada de decisão, no âmbito do planejamento da recuperação de áreas degradadas. O procedimento pode ser utilizado em áreas de preservação permanente alteradas ou degradadas. Pressões são caracterizadas como ações ou eventos que causam um impacto sobre o local no tempo presente, já as ameaças são possíveis impactos futuros prejudiciais. A pesquisa está desenvolvendo um dispositivo patenteado para apoio do Projeto de Recomposição de Área Degradada ou Alterada (PRADA), que é requisito básico para regularização ambiental de empreendimentos rurais ou urbanos. A ferramenta apresenta escala qualitativa e quantitativa baseada na avaliação de impactos ambientais classificados em pressões e ameaças, medidos por parâmetros como Área; Impacto; Tendência e Diagnóstico. Os três primeiros parâmetros possuirão notas que variam um até cinco e sua somatória irá totalizar um valor para o quarto parâmetro. Esse dispositivo auxilia nas etapas de escolha das técnicas apropriadas de restauração ecológica, dinamizando o orçamento e cronograma do PRADA. O IRPA incluído no dispositivo de apoio ao PRADA também pode ser utilizado em atividades escolares relacionadas a temas de recuperação ambiental.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1272-uso-do-indice-de-pressao-e-ameaca-na-determinacao-do-desempenho-da-recomposicao-vegetal-em-areas-degradadas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PINTO, M.R.F., SILVA, N.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Código Florestal, Programa de Regularização Ambiental, Desenvolvimento Tecnológico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Índice de Redução de Pressões e Ameaças (IRPA) representa um diagnóstico ambiental que segue um protocolo de análise de fácil compreensão que auxilia pesquisadores e técnicos na tomada de decisão, no âmbito do planejamento da recuperação de áreas degradadas. O procedimento pode ser utilizado em áreas de preservação permanente alteradas ou degradadas. Pressões são caracterizadas como ações ou eventos que causam um impacto sobre o local no tempo presente, já as ameaças são possíveis impactos futuros prejudiciais. A pesquisa está desenvolvendo um dispositivo patenteado para apoio do Projeto de Recomposição de Área Degradada ou Alterada (PRADA), que é requisito básico para regularização ambiental de empreendimentos rurais ou urbanos. A ferramenta apresenta escala qualitativa e quantitativa baseada na avaliação de impactos ambientais classificados em pressões e ameaças, medidos por parâmetros como Área; Impacto; Tendência e Diagnóstico. Os três primeiros parâmetros possuirão notas que variam um até cinco e sua somatória irá totalizar um valor para o quarto parâmetro. Esse dispositivo auxilia nas etapas de escolha das técnicas apropriadas de restauração ecológica, dinamizando o orçamento e cronograma do PRADA. O IRPA incluído no dispositivo de apoio ao PRADA também pode ser utilizado em atividades escolares relacionadas a temas de recuperação ambiental.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:10:16 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE SÉRIES TEMPORAIS DO SENSOR MODIS RELACIONANDO ÍNDICES DE VEGETAÇÃO (EVI-2) COM DADOS DE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA EM ÁREA NO CERRADO BRASILEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1271-uso-de-series-temporais-do-sensor-modis-relacionando-indices-de-vegetacao-evi-2-com-dados-de-precipitacao-pluviometrica-em-area-no-cerrado-brasileiro?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1271-uso-de-series-temporais-do-sensor-modis-relacionando-indices-de-vegetacao-evi-2-com-dados-de-precipitacao-pluviometrica-em-area-no-cerrado-brasileiro/file" length="550255" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1271-uso-de-series-temporais-do-sensor-modis-relacionando-indices-de-vegetacao-evi-2-com-dados-de-precipitacao-pluviometrica-em-area-no-cerrado-brasileiro/file"
                fileSize="550255"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DE SÉRIES TEMPORAIS DO SENSOR MODIS RELACIONANDO ÍNDICES DE VEGETAÇÃO (EVI-2) COM DADOS DE PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA EM ÁREA NO CERRADO BRASILEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELO, B.R., JOSÉ, J.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>EVI. TRMM. MOD13Q1</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se verificar a correlação dos índices de vegetação com a precipitação ao longo de uma série temporal de 16 anos (2000-2017). Para isso, foi escolhida uma área na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Rondonópolis, com vegetação típica do cerrado. Foram utilizados dados pluviométricos extraídos do satélite Tropical Rainfall Measuring Mission e séries temporais do índice de vegetação (Enhanced Vegetation Index-2) estimados do sensor MODIS do produto MOD13Q1, (coleção 05). Notou-se por meio de análises estatísticas que existe ótima relação entre o índice de vegetação e a precipitação. Os valores de índice de vegetação tiveram maior pico entre os meses mais chuvosas do ano, e por outro lado, os menores picos estiveram presentes nos meses mais seco do ano.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1271-uso-de-series-temporais-do-sensor-modis-relacionando-indices-de-vegetacao-evi-2-com-dados-de-precipitacao-pluviometrica-em-area-no-cerrado-brasileiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELO, B.R., JOSÉ, J.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>EVI. TRMM. MOD13Q1</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se verificar a correlação dos índices de vegetação com a precipitação ao longo de uma série temporal de 16 anos (2000-2017). Para isso, foi escolhida uma área na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário de Rondonópolis, com vegetação típica do cerrado. Foram utilizados dados pluviométricos extraídos do satélite Tropical Rainfall Measuring Mission e séries temporais do índice de vegetação (Enhanced Vegetation Index-2) estimados do sensor MODIS do produto MOD13Q1, (coleção 05). Notou-se por meio de análises estatísticas que existe ótima relação entre o índice de vegetação e a precipitação. Os valores de índice de vegetação tiveram maior pico entre os meses mais chuvosas do ano, e por outro lado, os menores picos estiveram presentes nos meses mais seco do ano.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:09:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE SENSOR ESPECTRAL NIR PARA DETECÇÃO DE PLANTAS DANINHAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1270-uso-de-sensor-espectral-nir-para-deteccao-de-plantas-daninhas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1270-uso-de-sensor-espectral-nir-para-deteccao-de-plantas-daninhas/file" length="437588" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1270-uso-de-sensor-espectral-nir-para-deteccao-de-plantas-daninhas/file"
                fileSize="437588"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DE SENSOR ESPECTRAL NIR PARA DETECÇÃO DE PLANTAS DANINHAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Silveira, A.O., Mion, R.L., Vicente, H.S., Souza, V.D., Machado, A.M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensor, protótipo, controle</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A necessidade de racionalizar o uso de herbicidas no controle de plantas daninhas é um desafio para pesquisadores, quer seja, pelo custo econômico e ou ambiental. Em face desses problemas visa-se a procura de novas tecnologias que possam auxiliar no controle dessas pragas tendo em vista o baixo custo, tendo isso em vista foi procura-se não inovar, mas sim expandir essa tecnologia, realizando testes com peças que sejam em conta e com fácil acesso e criando uma economia na aplicação de herbicidas de modo que muitos possam fazer uso de aparato resolvendo seus problemas com mais facilidade.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1270-uso-de-sensor-espectral-nir-para-deteccao-de-plantas-daninhas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Silveira, A.O., Mion, R.L., Vicente, H.S., Souza, V.D., Machado, A.M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensor, protótipo, controle</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A necessidade de racionalizar o uso de herbicidas no controle de plantas daninhas é um desafio para pesquisadores, quer seja, pelo custo econômico e ou ambiental. Em face desses problemas visa-se a procura de novas tecnologias que possam auxiliar no controle dessas pragas tendo em vista o baixo custo, tendo isso em vista foi procura-se não inovar, mas sim expandir essa tecnologia, realizando testes com peças que sejam em conta e com fácil acesso e criando uma economia na aplicação de herbicidas de modo que muitos possam fazer uso de aparato resolvendo seus problemas com mais facilidade.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:08:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE ÍNDICES ESPECTRAIS PARA AVALIAÇÃO DA MATURAÇÃO DE TOMATES</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1269-uso-de-indices-espectrais-para-avaliacao-da-maturacao-de-tomates?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1269-uso-de-indices-espectrais-para-avaliacao-da-maturacao-de-tomates/file" length="263104" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1269-uso-de-indices-espectrais-para-avaliacao-da-maturacao-de-tomates/file"
                fileSize="263104"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DE ÍNDICES ESPECTRAIS PARA AVALIAÇÃO DA MATURAÇÃO DE TOMATES</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bello, T.B., Silva, T.R., Costa, A.G., Paes, J.L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Imagens digitais, qualidade de frutos, cor.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de imagens digitais vem ganhando destaque como alternativas ao método de inspeção e seleção visual de frutos, tubérculos e vegetais. Índices espectrais podem realçar a resposta espectral de frutos facilitando a correlação com parâmetros de qualidade. O objetivo deste trabalho foi utilizar índices espectrais obtidos a partir de imagens RGB para distinguir frutos de tomates em diferentes estádios de maturação. A aquisição das imagens de cada fruto de tomate foi realizada por uma câmera CCD com capacidade de captura na região espectral do visível. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado sendo 3 tratamentos (imaturos, colorido e maduro), com 50 repetições. Quatro índices espectrais foram calculados a partir das imagens RGB: relação simples vermelho-verde; relação de pigmento; diferença normalizada verde-vermelho; e excesso de verde normalizado. A partir da comparação entre as médias dos tratamentos pelo teste de Tukey conclui-se que os quatro índices espectrais foram capazes de diferenciar o estádio de maturação dos tomates a 1% de significância, demonstrando que estes índices podem ser utilizados como parâmetro de entrada para sistemas automatizados de visão artificial que tenham como objetivo a seleção de frutos de tomate em função da maturação.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/giap-geomatica-instrumentacao-e-agricultura-de-precisao-9/1269-uso-de-indices-espectrais-para-avaliacao-da-maturacao-de-tomates?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bello, T.B., Silva, T.R., Costa, A.G., Paes, J.L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Imagens digitais, qualidade de frutos, cor.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de imagens digitais vem ganhando destaque como alternativas ao método de inspeção e seleção visual de frutos, tubérculos e vegetais. Índices espectrais podem realçar a resposta espectral de frutos facilitando a correlação com parâmetros de qualidade. O objetivo deste trabalho foi utilizar índices espectrais obtidos a partir de imagens RGB para distinguir frutos de tomates em diferentes estádios de maturação. A aquisição das imagens de cada fruto de tomate foi realizada por uma câmera CCD com capacidade de captura na região espectral do visível. O experimento foi realizado em delineamento inteiramente casualizado sendo 3 tratamentos (imaturos, colorido e maduro), com 50 repetições. Quatro índices espectrais foram calculados a partir das imagens RGB: relação simples vermelho-verde; relação de pigmento; diferença normalizada verde-vermelho; e excesso de verde normalizado. A partir da comparação entre as médias dos tratamentos pelo teste de Tukey conclui-se que os quatro índices espectrais foram capazes de diferenciar o estádio de maturação dos tomates a 1% de significância, demonstrando que estes índices podem ser utilizados como parâmetro de entrada para sistemas automatizados de visão artificial que tenham como objetivo a seleção de frutos de tomate em função da maturação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática, Instrumentação e Agricultura de Precisão (GIAP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:08:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DA GLICERINA ASSOCIADA COM NITROGÊNIO NA PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1268-uso-da-glicerina-associada-com-nitrogenio-na-producao-de-materia-seca-de-milho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1268-uso-da-glicerina-associada-com-nitrogenio-na-producao-de-materia-seca-de-milho/file" length="196018" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1268-uso-da-glicerina-associada-com-nitrogenio-na-producao-de-materia-seca-de-milho/file"
                fileSize="196018"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DA GLICERINA ASSOCIADA COM NITROGÊNIO NA PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Corrêa, L.N., Caione, G., Costa, W.C.A., Souza, J.B.C., Prado, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays, resíduo, fertilizantes fluidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produção de biodiesel tem gerado um grande excedente de glicerina bruta, principal resíduo gerado no processo produtivo. Sabe-se que aproveitamento de resíduos agroindustriais é de grande importância econômica e ambiental. Assim, objetivou-se avaliar os efeitos da adição da glicerina bruta ao fertilizante nitrogenado fluido (ureia) sobre o acúmulo de nitrogênio e de matéria seca por plantas de milho (Zea mays), cultivadas em dois tipos de solo. O experimento foi realizado em casa de vegetação na UNESP-FCAV. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2 + 1, sendo as fontes de nitrogênio ureia, e ureia associada à glicerina e dois solos (argissolo e latossolo) + dois tratamentos-controle (aplicação apenas de glicerina nos dois solos), com quatro repetições. Avaliou-se o acúmulo de matéria seca e de nitrogênio pelo milho. O acúmulo de N por plantas de milho no Argissolo foi superior com o uso da glicerina associada à ureia em relação à aplicação de ureia apenas; resultado inverso ocorreu no Latossolo, onde se observa maior acúmulo de N em relação ao uso de ureia apenas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1268-uso-da-glicerina-associada-com-nitrogenio-na-producao-de-materia-seca-de-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Corrêa, L.N., Caione, G., Costa, W.C.A., Souza, J.B.C., Prado, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays, resíduo, fertilizantes fluidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produção de biodiesel tem gerado um grande excedente de glicerina bruta, principal resíduo gerado no processo produtivo. Sabe-se que aproveitamento de resíduos agroindustriais é de grande importância econômica e ambiental. Assim, objetivou-se avaliar os efeitos da adição da glicerina bruta ao fertilizante nitrogenado fluido (ureia) sobre o acúmulo de nitrogênio e de matéria seca por plantas de milho (Zea mays), cultivadas em dois tipos de solo. O experimento foi realizado em casa de vegetação na UNESP-FCAV. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2 + 1, sendo as fontes de nitrogênio ureia, e ureia associada à glicerina e dois solos (argissolo e latossolo) + dois tratamentos-controle (aplicação apenas de glicerina nos dois solos), com quatro repetições. Avaliou-se o acúmulo de matéria seca e de nitrogênio pelo milho. O acúmulo de N por plantas de milho no Argissolo foi superior com o uso da glicerina associada à ureia em relação à aplicação de ureia apenas; resultado inverso ocorreu no Latossolo, onde se observa maior acúmulo de N em relação ao uso de ureia apenas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:07:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UMIDADE DO SOLO EM FUNÇÃO DO TEMPO EM LATOSSOLO NA REGIÃO DO CERRADO MATO-GROSSENSE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense/file" length="478392" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense/file"
                fileSize="478392"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UMIDADE DO SOLO EM FUNÇÃO DO TEMPO EM LATOSSOLO NA REGIÃO DO CERRADO MATO-GROSSENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CONCEIÇÃO, M.O., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M., FENNER, W., DOURADO, L.G.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solo saturado; drenagem interna; água no solo.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os atributos físico-hídricos do solo influenciam diretamente na disponibilidade hídrica às culturas. Objetivou-se avaliar a variação da umidade em Latossolo Vermelho de região de Cerrado, por ocasião de um perfil instantâneo. Para tanto, realizou-se um ensaio para determinação da função K(θ) nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, Campus de Rondonópolis. Foi instalado um tubo de acesso para a medida da umidade volumétrica do solo (m3 m-3), por meio de uma sonda de capacitância modelo Diviner 2000, ao centro de uma parcela de 4 m de diâmetro delimitada lateralmente por uma chapa de aço galvanizado. O ensaio teve inicio após a saturação do solo até a última profundidade, no qual a superfície foi impermeabilizada e as leituras foram realizadas até o momento no qual a redistribuição de água no solo cessou. Para este trabalho, consideraram-se as profundidades de 0-0,2 m e 0,2-0,4 m para estabelecer a relação entre a umidade do solo ao longo do tempo. A umidade volumétrica do solo variou entre 0,37 a 0,26 e 0,31 a 0,24 m3 m-3 para a primeira e segunda camadas, estes valores representam a umidade de saturação e a umidade em que a densidade de fluxo no solo estabilizou.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CONCEIÇÃO, M.O., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M., FENNER, W., DOURADO, L.G.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solo saturado; drenagem interna; água no solo.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os atributos físico-hídricos do solo influenciam diretamente na disponibilidade hídrica às culturas. Objetivou-se avaliar a variação da umidade em Latossolo Vermelho de região de Cerrado, por ocasião de um perfil instantâneo. Para tanto, realizou-se um ensaio para determinação da função K(θ) nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, Campus de Rondonópolis. Foi instalado um tubo de acesso para a medida da umidade volumétrica do solo (m3 m-3), por meio de uma sonda de capacitância modelo Diviner 2000, ao centro de uma parcela de 4 m de diâmetro delimitada lateralmente por uma chapa de aço galvanizado. O ensaio teve inicio após a saturação do solo até a última profundidade, no qual a superfície foi impermeabilizada e as leituras foram realizadas até o momento no qual a redistribuição de água no solo cessou. Para este trabalho, consideraram-se as profundidades de 0-0,2 m e 0,2-0,4 m para estabelecer a relação entre a umidade do solo ao longo do tempo. A umidade volumétrica do solo variou entre 0,37 a 0,26 e 0,31 a 0,24 m3 m-3 para a primeira e segunda camadas, estes valores representam a umidade de saturação e a umidade em que a densidade de fluxo no solo estabilizou.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:06:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TANINO COMO COAGULANTE NATURAL NO TRATAMENTO DE EFLUENTES DE FRIGORÍFICO BOVINO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1266-tanino-como-coagulante-natural-no-tratamento-de-efluentes-de-frigorifico-bovino?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1266-tanino-como-coagulante-natural-no-tratamento-de-efluentes-de-frigorifico-bovino/file" length="727100" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1266-tanino-como-coagulante-natural-no-tratamento-de-efluentes-de-frigorifico-bovino/file"
                fileSize="727100"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">TANINO COMO COAGULANTE NATURAL NO TRATAMENTO DE EFLUENTES DE FRIGORÍFICO BOVINO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, F.C., BONGIOVANI, M.C., SCHNEIDER, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez, cor, pH</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O setor agroindustrial é responsável pela geração de grande quantidade de águas residuais, apresentando um quadro preocupante devido aos seus altos níveis de matéria orgânica exigindo tratamentos eficazes e consequentemente alto custo. Neste contexto, objetivou-se nessa pesquisa avaliar a influência do pH e da concentração do coagulante no tratamento de efluentes proveniente de frigoríficos bovinos no município de Sinop, MT. Para os ensaios realizados foi utilizado o efluente bruto da linha vermelha, ou seja, sem nenhum pré-tratamento. O coagulante natural tanino foi preparado em solução aquosa 0,5% (m/v) no momento do ensaio. Para avaliação do efeito do coagulante no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação com o aparelho jar-test. As dosagens avaliadas foram 50, 100, 150, 200, 250 e 300 mg. L-1 utilizando diferentes pHs (5, 7 e 9). Os parâmetros analisados foram turbidez e cor. Pelos resultados da análise estatística, dentre os valores de pH, as maiores remoções dos parâmetros avaliados ocorreram em pH 7, com dosagem ótima em 200 mg. L-1. Pode-se concluir que as remoções dos parâmetros nestas condições foram maiores que 90% e 30% para turbidez e cor, respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/sca-saneamento-e-controle-ambiental-9/1266-tanino-como-coagulante-natural-no-tratamento-de-efluentes-de-frigorifico-bovino?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, F.C., BONGIOVANI, M.C., SCHNEIDER, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez, cor, pH</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O setor agroindustrial é responsável pela geração de grande quantidade de águas residuais, apresentando um quadro preocupante devido aos seus altos níveis de matéria orgânica exigindo tratamentos eficazes e consequentemente alto custo. Neste contexto, objetivou-se nessa pesquisa avaliar a influência do pH e da concentração do coagulante no tratamento de efluentes proveniente de frigoríficos bovinos no município de Sinop, MT. Para os ensaios realizados foi utilizado o efluente bruto da linha vermelha, ou seja, sem nenhum pré-tratamento. O coagulante natural tanino foi preparado em solução aquosa 0,5% (m/v) no momento do ensaio. Para avaliação do efeito do coagulante no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação com o aparelho jar-test. As dosagens avaliadas foram 50, 100, 150, 200, 250 e 300 mg. L-1 utilizando diferentes pHs (5, 7 e 9). Os parâmetros analisados foram turbidez e cor. Pelos resultados da análise estatística, dentre os valores de pH, as maiores remoções dos parâmetros avaliados ocorreram em pH 7, com dosagem ótima em 200 mg. L-1. Pode-se concluir que as remoções dos parâmetros nestas condições foram maiores que 90% e 30% para turbidez e cor, respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:04:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO CONTÍNUO PARA PLANTIO DIRETO DE SOJA “SAFRINHA”</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1265-sistemas-de-manejo-do-solo-continuo-para-plantio-direto-de-soja-safrinha?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1265-sistemas-de-manejo-do-solo-continuo-para-plantio-direto-de-soja-safrinha/file" length="65060" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1265-sistemas-de-manejo-do-solo-continuo-para-plantio-direto-de-soja-safrinha/file"
                fileSize="65060"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO CONTÍNUO PARA PLANTIO DIRETO DE SOJA “SAFRINHA”</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSABONI, V.M., YANO, E.H., TRINDADE, V.D.R., SILVA, A.L.M., SARAIVA, S.H.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Porcentagem de cobertura, preparo convencional, cultivo mínimo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da perpetuação do manejo sequencial do solo para implantação do sistema plantio direto na cultura de soja “safrinha”. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso com 8 tratamentos de manejo do solo: SPDC – Sistema de plantio direto contínuo com haste; CM – Cultivo mínimo contínuo; CM/SPD – Cultivo mínimo seguido de sistema de plantio direto com disco; GRP – Preparo convencional com grade pesada + grade média contínuo; GRP - convencional com grade pesada + escarificador contínuo; GRP/SPD – Grade pesada seguido de sistema de plantio direto (disco); AA – Preparo convencional com arado de aiveca contínuo, e AA/SPD – Arado de aiveca seguido de sistema de plantio direto (disco), com 4 repetições, tendo como cultura anterior o sorgo granífero. Os tipos de preparo do solo convencional interferiram significativamente na porcentagem de cobertura do solo e estabilidade inicial de plântulas de soja, sendo que independentemente do manejo do solo anterior ao sistema plantio direto, ambas apresentaram maior porcentagem de cobertura e população inicial de plantas. Concluiu-se que os sistemas de manejos do solo adotados anterior ao SPD não influenciaram no estabelecimento inicial da cultura de verão-outono.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola-7/1265-sistemas-de-manejo-do-solo-continuo-para-plantio-direto-de-soja-safrinha?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSABONI, V.M., YANO, E.H., TRINDADE, V.D.R., SILVA, A.L.M., SARAIVA, S.H.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Porcentagem de cobertura, preparo convencional, cultivo mínimo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da perpetuação do manejo sequencial do solo para implantação do sistema plantio direto na cultura de soja “safrinha”. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso com 8 tratamentos de manejo do solo: SPDC – Sistema de plantio direto contínuo com haste; CM – Cultivo mínimo contínuo; CM/SPD – Cultivo mínimo seguido de sistema de plantio direto com disco; GRP – Preparo convencional com grade pesada + grade média contínuo; GRP - convencional com grade pesada + escarificador contínuo; GRP/SPD – Grade pesada seguido de sistema de plantio direto (disco); AA – Preparo convencional com arado de aiveca contínuo, e AA/SPD – Arado de aiveca seguido de sistema de plantio direto (disco), com 4 repetições, tendo como cultura anterior o sorgo granífero. Os tipos de preparo do solo convencional interferiram significativamente na porcentagem de cobertura do solo e estabilidade inicial de plântulas de soja, sendo que independentemente do manejo do solo anterior ao sistema plantio direto, ambas apresentaram maior porcentagem de cobertura e população inicial de plantas. Concluiu-se que os sistemas de manejos do solo adotados anterior ao SPD não influenciaram no estabelecimento inicial da cultura de verão-outono.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:03:04 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>