<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Engenharia de Água e Solo (EAS) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9?format=html</link>
              <lastBuildDate>Mon, 18 Jan 2021 10:52:47 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>MONITORAMENTO E CONTROLE DE IRRIGAÇÃO BASEADA EM PLATAFORMA DE IOT EM CLOUD</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud/file" length="260343" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud/file"
                fileSize="260343"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MONITORAMENTO E CONTROLE DE IRRIGAÇÃO BASEADA EM PLATAFORMA DE IOT EM CLOUD</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Computação em nuvem, irrigação, baixo custo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">O projeto apresentado trata-se do desenvolvimento de um sistema microcontrolado com o intuito de auxiliar o produtor rural à gerir os recursos hídricos em sua propriedade, a fim de maximizar seu uso no manejo de culturas, visando utilizar a aquisição de dados na área a ser estudada para ser possível apresentar ao usuário o melhor momento para iniciar ou interromper a irrigação, fornecendo também a opção de irrigação automática. Portanto, o presente estudo possui a finalidade de apresentar um protótipo de pequeno porte de um sistema de controle semiautomático microcontrolado. Será utilizada a tecnologia wireless, permitindo ao usuário a escolha da função automática ou manual de irrigação. Também irá fornecer informações de umidade do solo em tempo real e exibição de relatórios utilizando sistema em nuvem. Ao fim, o intuito do projeto é apresentar informações técnicas referentes à confecção do protótipo, apresentando as tecnologias implementadas bem como a implementação do mesmo em campo para o estudo de resultados obtidos da irrigação fornecida pelo protótipo.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3039-monitoramento-e-controle-de-irrigacao-baseada-em-plataforma-de-iot-em-cloud?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Computação em nuvem, irrigação, baixo custo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">O projeto apresentado trata-se do desenvolvimento de um sistema microcontrolado com o intuito de auxiliar o produtor rural à gerir os recursos hídricos em sua propriedade, a fim de maximizar seu uso no manejo de culturas, visando utilizar a aquisição de dados na área a ser estudada para ser possível apresentar ao usuário o melhor momento para iniciar ou interromper a irrigação, fornecendo também a opção de irrigação automática. Portanto, o presente estudo possui a finalidade de apresentar um protótipo de pequeno porte de um sistema de controle semiautomático microcontrolado. Será utilizada a tecnologia wireless, permitindo ao usuário a escolha da função automática ou manual de irrigação. Também irá fornecer informações de umidade do solo em tempo real e exibição de relatórios utilizando sistema em nuvem. Ao fim, o intuito do projeto é apresentar informações técnicas referentes à confecção do protótipo, apresentando as tecnologias implementadas bem como a implementação do mesmo em campo para o estudo de resultados obtidos da irrigação fornecida pelo protótipo.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 10:52:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AQUISIÇÃO DE DADOS AMBIENTAIS EM SISTEMA EMBARCADO SUSTENTÁVEL ENERGETICAMENTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente/file" length="332539" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente/file"
                fileSize="332539"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AQUISIÇÃO DE DADOS AMBIENTAIS EM SISTEMA EMBARCADO SUSTENTÁVEL ENERGETICAMENTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Controle, irrigação, produtividade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Com constantes pesquisas na área agrícola, em especial na parte de automação e controle de meios produtivos, nota-se um crescimento no investimento de grandes produtores em tecnologias para aumento da produção e da qualidade dos produtos cultivados. O controle da irrigação é vantajoso por gerar economia de água, consequentemente uma redução no custo mensal do produtor e um fator positivo em questões ambientais, aumento da sua produção e, consequentemente, no lucro líquido deste produtor. A proposta deste trabalho é elaborar uma solução para esse nicho de mercado sendo de fácil inserção tecnológica no campo e passível de difusão em grande escala para o auxílio destes pequenos produtores. Utilizou-se, portanto, tecnologias disponíveis no mercado, de alta confiabilidade e baixo custo que permitem a automação e aumento da produtividade e renda de pequenos produtores. Além disto, de forma genérica houve a consciência de se obter um sistema eficiente energeticamente, visto que a alimentação da placa eletrônica projetada se faz via painel solar e hidro gerador; de forma que os mesmos carregam a bateria que posteriormente alimenta a placa quando esta realiza a transmissão dos dados.</span></p>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/3038-aquisicao-de-dados-ambientais-em-sistema-embarcado-sustentavel-energeticamente?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Autores:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> SOUZA, T. A., SILVA, G. T. B., MARIANA FIORENTINI, M.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Ano da publicação:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2018</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">ISSN:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> 2358-582X</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; color: #333333; background: white; mso-fareast-language: PT-BR;">Área:</span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;"> Engenharia de Água e Solo (EAS)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Palavras-chave: </span></b><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Controle, irrigação, produtividade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Arial',sans-serif; color: #333333; background: white;">Com constantes pesquisas na área agrícola, em especial na parte de automação e controle de meios produtivos, nota-se um crescimento no investimento de grandes produtores em tecnologias para aumento da produção e da qualidade dos produtos cultivados. O controle da irrigação é vantajoso por gerar economia de água, consequentemente uma redução no custo mensal do produtor e um fator positivo em questões ambientais, aumento da sua produção e, consequentemente, no lucro líquido deste produtor. A proposta deste trabalho é elaborar uma solução para esse nicho de mercado sendo de fácil inserção tecnológica no campo e passível de difusão em grande escala para o auxílio destes pequenos produtores. Utilizou-se, portanto, tecnologias disponíveis no mercado, de alta confiabilidade e baixo custo que permitem a automação e aumento da produtividade e renda de pequenos produtores. Além disto, de forma genérica houve a consciência de se obter um sistema eficiente energeticamente, visto que a alimentação da placa eletrônica projetada se faz via painel solar e hidro gerador; de forma que os mesmos carregam a bateria que posteriormente alimenta a placa quando esta realiza a transmissão dos dados.</span></p>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 10:50:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE ECONÔMICA DA ADUÇÃO SUBAQUÁTICA DE RIOS EM AMBIENTES COSTEIROS SEMI-ÁRIDOS: ESTUDOS DE CASO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso/file" length="533037" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso/file"
                fileSize="533037"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIABILIDADE ECONÔMICA DA ADUÇÃO SUBAQUÁTICA DE RIOS EM AMBIENTES COSTEIROS SEMI-ÁRIDOS: ESTUDOS DE CASO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Silva, M.A.D., Melo, R.P., Garcia, A.P., Monteiro, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suprimento de água, região semiárida, dimensionamento tubulação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O fornecimento de água bruta para os habitantes das metrópoles não é um problema trivial, envolve muitos desafios, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade desta água. Quando estas metrópoles estão localizadas na região semi-árida, esse desafio leva proporções enormes e em muitas situações, não há soluções sustentáveis, especialmente nos tempos de mudança climática global. Uma hipótese para tentar mitigar esse problema nas cidades costeiras é a adução submarina dos rios. O objetivo deste trabalho é propor a realização da captação de água potável na foz dos grandes rios, perto das regiões semi-áridas. Esta água seria conduzida por uma tubulação que ficaria abaixo do nível da água e seguiria a rota do litoral, a energia para mover a água seria fornecida pela bomba hidráulica axial embutida na tubulação por motores elétricos refrigerados a água impulsionados pela energia gerada a partir de turbinas eólicas no exterior. Foram feitas estimativas para a quarta metrópolis em regiões semi-áridas: Fortaleza-Brasil, Dalian-China, Tel Aviv-Israel e Gaza-Palestina, foi possível calcular a viabilidade econômica através do Valor Presente, taxa interna de retorno e retorno. Este documento demonstrou que a gestão do abastecimento de água para consumo humano através da adução submarina de rios pode ser alcançada com depuração real de qualquer déficit no volume de água que, devido à mudança climática global, está se tornando mais freqüente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1280-viabilidade-economica-da-aducao-subaquatica-de-rios-em-ambientes-costeiros-semi-aridos-estudos-de-caso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Silva, M.A.D., Melo, R.P., Garcia, A.P., Monteiro, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suprimento de água, região semiárida, dimensionamento tubulação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O fornecimento de água bruta para os habitantes das metrópoles não é um problema trivial, envolve muitos desafios, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade desta água. Quando estas metrópoles estão localizadas na região semi-árida, esse desafio leva proporções enormes e em muitas situações, não há soluções sustentáveis, especialmente nos tempos de mudança climática global. Uma hipótese para tentar mitigar esse problema nas cidades costeiras é a adução submarina dos rios. O objetivo deste trabalho é propor a realização da captação de água potável na foz dos grandes rios, perto das regiões semi-áridas. Esta água seria conduzida por uma tubulação que ficaria abaixo do nível da água e seguiria a rota do litoral, a energia para mover a água seria fornecida pela bomba hidráulica axial embutida na tubulação por motores elétricos refrigerados a água impulsionados pela energia gerada a partir de turbinas eólicas no exterior. Foram feitas estimativas para a quarta metrópolis em regiões semi-áridas: Fortaleza-Brasil, Dalian-China, Tel Aviv-Israel e Gaza-Palestina, foi possível calcular a viabilidade econômica através do Valor Presente, taxa interna de retorno e retorno. Este documento demonstrou que a gestão do abastecimento de água para consumo humano através da adução submarina de rios pode ser alcançada com depuração real de qualquer déficit no volume de água que, devido à mudança climática global, está se tornando mais freqüente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:16:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA PARA UMA MICROBACIA EXPERIMENTAL PERTENCENTE À BACIA DO RIO DOCE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce/file" length="570695" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce/file"
                fileSize="570695"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA SATURADA PARA UMA MICROBACIA EXPERIMENTAL PERTENCENTE À BACIA DO RIO DOCE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, R.G., Alves, E.H.M., Nunes, J.V.V., Caldeira, J.P., Bueno, M.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Drenagens, zonas hidrogenéticas, sedimentos.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A bacia hidrográfica está prevista no código das águas como unidade de planejamento, entretanto, há poucos dados disponíveis sobre parâmetros físicos do solo. Neste contexto, o objetivo foi mapear a o comportamento da condutividade hidráulica saturada das camadas de solo de 0-20 (a) e 20-40 cm (b), nas diferentes zonas hidrogenéticas de uma microbacia experimental, pertencente à bacia do rio Doce, em Guanhães - MG. Os valores de condutividade hidráulica, em meio saturado, encontrados mostram uma variabilidade grande, para toda a microbacia: de 0,09 a 17,00 cm h1, com média igual a 3,33 cm h-1, e desvio-padrão de 4,21 cm h-1, avaliadas em 40 pontos, distribuídos aleatoriamente em toda microbacia. Entretanto, ao se analisar os dados de forma segregada por cada zona hidrogenética e profundidade, percebe-se que a formação de três grupos de valores estatisticamente diferentes, a nível de significância de 5%. Percebe-se que o parâmetro em estudo tem variabilidade grande, mas que a delimitação das zonas hidrogenéticas de uma microbacia pode facilitar este entendimento, tornando mais fácil o manejo do solo. Assim, implantação de terraços nas áreas de transmissão podem pode ser uma alternativa para a diminuição da perda de solo e favorecer o manejo da microbacia.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1274-variabilidade-espacial-da-condutividade-hidraulica-saturada-para-uma-microbacia-experimental-pertencente-a-bacia-do-rio-doce?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, R.G., Alves, E.H.M., Nunes, J.V.V., Caldeira, J.P., Bueno, M.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Drenagens, zonas hidrogenéticas, sedimentos.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A bacia hidrográfica está prevista no código das águas como unidade de planejamento, entretanto, há poucos dados disponíveis sobre parâmetros físicos do solo. Neste contexto, o objetivo foi mapear a o comportamento da condutividade hidráulica saturada das camadas de solo de 0-20 (a) e 20-40 cm (b), nas diferentes zonas hidrogenéticas de uma microbacia experimental, pertencente à bacia do rio Doce, em Guanhães - MG. Os valores de condutividade hidráulica, em meio saturado, encontrados mostram uma variabilidade grande, para toda a microbacia: de 0,09 a 17,00 cm h1, com média igual a 3,33 cm h-1, e desvio-padrão de 4,21 cm h-1, avaliadas em 40 pontos, distribuídos aleatoriamente em toda microbacia. Entretanto, ao se analisar os dados de forma segregada por cada zona hidrogenética e profundidade, percebe-se que a formação de três grupos de valores estatisticamente diferentes, a nível de significância de 5%. Percebe-se que o parâmetro em estudo tem variabilidade grande, mas que a delimitação das zonas hidrogenéticas de uma microbacia pode facilitar este entendimento, tornando mais fácil o manejo do solo. Assim, implantação de terraços nas áreas de transmissão podem pode ser uma alternativa para a diminuição da perda de solo e favorecer o manejo da microbacia.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:12:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UMIDADE DO SOLO EM FUNÇÃO DO TEMPO EM LATOSSOLO NA REGIÃO DO CERRADO MATO-GROSSENSE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense/file" length="478392" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense/file"
                fileSize="478392"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UMIDADE DO SOLO EM FUNÇÃO DO TEMPO EM LATOSSOLO NA REGIÃO DO CERRADO MATO-GROSSENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CONCEIÇÃO, M.O., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M., FENNER, W., DOURADO, L.G.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solo saturado; drenagem interna; água no solo.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os atributos físico-hídricos do solo influenciam diretamente na disponibilidade hídrica às culturas. Objetivou-se avaliar a variação da umidade em Latossolo Vermelho de região de Cerrado, por ocasião de um perfil instantâneo. Para tanto, realizou-se um ensaio para determinação da função K(θ) nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, Campus de Rondonópolis. Foi instalado um tubo de acesso para a medida da umidade volumétrica do solo (m3 m-3), por meio de uma sonda de capacitância modelo Diviner 2000, ao centro de uma parcela de 4 m de diâmetro delimitada lateralmente por uma chapa de aço galvanizado. O ensaio teve inicio após a saturação do solo até a última profundidade, no qual a superfície foi impermeabilizada e as leituras foram realizadas até o momento no qual a redistribuição de água no solo cessou. Para este trabalho, consideraram-se as profundidades de 0-0,2 m e 0,2-0,4 m para estabelecer a relação entre a umidade do solo ao longo do tempo. A umidade volumétrica do solo variou entre 0,37 a 0,26 e 0,31 a 0,24 m3 m-3 para a primeira e segunda camadas, estes valores representam a umidade de saturação e a umidade em que a densidade de fluxo no solo estabilizou.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1267-umidade-do-solo-em-funcao-do-tempo-em-latossolo-na-regiao-do-cerrado-mato-grossense?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CONCEIÇÃO, M.O., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M., FENNER, W., DOURADO, L.G.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solo saturado; drenagem interna; água no solo.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os atributos físico-hídricos do solo influenciam diretamente na disponibilidade hídrica às culturas. Objetivou-se avaliar a variação da umidade em Latossolo Vermelho de região de Cerrado, por ocasião de um perfil instantâneo. Para tanto, realizou-se um ensaio para determinação da função K(θ) nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT, Campus de Rondonópolis. Foi instalado um tubo de acesso para a medida da umidade volumétrica do solo (m3 m-3), por meio de uma sonda de capacitância modelo Diviner 2000, ao centro de uma parcela de 4 m de diâmetro delimitada lateralmente por uma chapa de aço galvanizado. O ensaio teve inicio após a saturação do solo até a última profundidade, no qual a superfície foi impermeabilizada e as leituras foram realizadas até o momento no qual a redistribuição de água no solo cessou. Para este trabalho, consideraram-se as profundidades de 0-0,2 m e 0,2-0,4 m para estabelecer a relação entre a umidade do solo ao longo do tempo. A umidade volumétrica do solo variou entre 0,37 a 0,26 e 0,31 a 0,24 m3 m-3 para a primeira e segunda camadas, estes valores representam a umidade de saturação e a umidade em que a densidade de fluxo no solo estabilizou.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:06:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMA RADICULAR DA CULTIVAR ‘GOLD JEWEL’ DE Kalanchoe blossfeldiana Poelln CULTIVADA EM SUBSTRATO COMERCIAL E EM DIFERENTES DOSAGENS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1264-sistema-radicular-da-cultivar-gold-jewel-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-cultivada-em-substrato-comercial-e-em-diferentes-dosagens-de-irrigacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1264-sistema-radicular-da-cultivar-gold-jewel-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-cultivada-em-substrato-comercial-e-em-diferentes-dosagens-de-irrigacao/file" length="474468" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1264-sistema-radicular-da-cultivar-gold-jewel-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-cultivada-em-substrato-comercial-e-em-diferentes-dosagens-de-irrigacao/file"
                fileSize="474468"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SISTEMA RADICULAR DA CULTIVAR ‘GOLD JEWEL’ DE Kalanchoe blossfeldiana Poelln CULTIVADA EM SUBSTRATO COMERCIAL E EM DIFERENTES DOSAGENS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEAL, A.F., DURAN, C.B., CORRÊA, F.R., SOARES, F.C., ABREU, G.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Kalanchoe, sistema radicular, lâminas de irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O sistema radicular é indispensável para a absorção de água e nutrientes do substrato. Embora seja indiscutível sua importância, este tem sido pouco estudado. Assim, objetivou-se avaliar a evolução do sistema radicular da Kalanchoe blossfeldiana Poelln., cv ‘Gold Jewel’, cultivada em substrato comercial, em função de diferentes lâminas de irrigação. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, no delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamento de irrigação (50, 38, 26 e 14% da capacidade de vaso (CV)) e seis repetições. As mudas foram feitas pelo método de estaquia e transplantadas para vasos, preenchidos de substrato comercial, após 32 dias. Ao longo do ciclo foi avaliado o número de flores por planta. Aos 51, 103 e 133 DAT (dias após o transplante) avaliou-se o sistema radicular, através do teor de umidade. Por meio dos resultados observou-se a máxima eficiência técnica, para o número de flores por planta, à lâmina de irrigação de 34% da CV. No final do ciclo, ambas as lâminas de irrigação apresentaram redução do sistema radicular. Conclui-se que tanto a falta quanto o excesso de umidade no substrato causam inibição do crescimento da parte aérea e radicular da cultivar, bem como redução da produtividade de flores.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1264-sistema-radicular-da-cultivar-gold-jewel-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-cultivada-em-substrato-comercial-e-em-diferentes-dosagens-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEAL, A.F., DURAN, C.B., CORRÊA, F.R., SOARES, F.C., ABREU, G.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Kalanchoe, sistema radicular, lâminas de irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O sistema radicular é indispensável para a absorção de água e nutrientes do substrato. Embora seja indiscutível sua importância, este tem sido pouco estudado. Assim, objetivou-se avaliar a evolução do sistema radicular da Kalanchoe blossfeldiana Poelln., cv ‘Gold Jewel’, cultivada em substrato comercial, em função de diferentes lâminas de irrigação. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, no delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamento de irrigação (50, 38, 26 e 14% da capacidade de vaso (CV)) e seis repetições. As mudas foram feitas pelo método de estaquia e transplantadas para vasos, preenchidos de substrato comercial, após 32 dias. Ao longo do ciclo foi avaliado o número de flores por planta. Aos 51, 103 e 133 DAT (dias após o transplante) avaliou-se o sistema radicular, através do teor de umidade. Por meio dos resultados observou-se a máxima eficiência técnica, para o número de flores por planta, à lâmina de irrigação de 34% da CV. No final do ciclo, ambas as lâminas de irrigação apresentaram redução do sistema radicular. Conclui-se que tanto a falta quanto o excesso de umidade no substrato causam inibição do crescimento da parte aérea e radicular da cultivar, bem como redução da produtividade de flores.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:01:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RISCO DE SALINIZAÇÃO E SODIFICAÇÃO NA SOLUÇÃO DO SOLO DEVIDO AO REÚSO DE ÁGUAS RESIDUAIS NA FERTIRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1261-risco-de-salinizacao-e-sodificacao-na-solucao-do-solo-devido-ao-reuso-de-aguas-residuais-na-fertirrigacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1261-risco-de-salinizacao-e-sodificacao-na-solucao-do-solo-devido-ao-reuso-de-aguas-residuais-na-fertirrigacao/file" length="245504" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1261-risco-de-salinizacao-e-sodificacao-na-solucao-do-solo-devido-ao-reuso-de-aguas-residuais-na-fertirrigacao/file"
                fileSize="245504"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">RISCO DE SALINIZAÇÃO E SODIFICAÇÃO NA SOLUÇÃO DO SOLO DEVIDO AO REÚSO DE ÁGUAS RESIDUAIS NA FERTIRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, A.M.S., FARIA, R.T., SARAN, L.M., COELHO, A.P., FISCHER FILHO, J.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise química, meio ambiente, sustentabilidade agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O reúso das águas residuais na agricultura torna-se uma alternativa cada vez mais promissora. No entanto, a principal questão para o reúso de efluentes de estação de tratamento de esgoto (EETE) na agricultura é o risco para saúde humana e ambiental. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar os riscos de salinização e sodificação da solução do solo irrigado com EETE, no cultivo de Brachiaria, em área experimental, em Jaboticabal, SP. O EETE foi aplicado durante 4 anos (2013 a 2017) em dois experimentos utilizando um sistema de aspersão em linha tripla, com delineamento faixas, com quatro repetições. Cinco tratamentos foram estabelecidos pela aplicação de lâmina uniforme de irrigação, mas gradual de EETE, com as seguintes frações do efluente em água: E5 = 100%; E4 = 87%; E3 = 60%; E2 = 31%; E1 = 11% e E0 = 0. Na solução do solo foram analisados pH, CE, Ca, Mg, Na e calculado a RAS. Durante o período estudado, a aplicação do efluente no cultivo de Brachiaria resultou em baixo risco de salinização e sodificação na solução do solo, apesar do aumento da concentração de sódio, da condutividade elétrica e da razão de adsorção de sódio nos tratamentos irrigados com EETE.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1261-risco-de-salinizacao-e-sodificacao-na-solucao-do-solo-devido-ao-reuso-de-aguas-residuais-na-fertirrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, A.M.S., FARIA, R.T., SARAN, L.M., COELHO, A.P., FISCHER FILHO, J.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise química, meio ambiente, sustentabilidade agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O reúso das águas residuais na agricultura torna-se uma alternativa cada vez mais promissora. No entanto, a principal questão para o reúso de efluentes de estação de tratamento de esgoto (EETE) na agricultura é o risco para saúde humana e ambiental. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar os riscos de salinização e sodificação da solução do solo irrigado com EETE, no cultivo de Brachiaria, em área experimental, em Jaboticabal, SP. O EETE foi aplicado durante 4 anos (2013 a 2017) em dois experimentos utilizando um sistema de aspersão em linha tripla, com delineamento faixas, com quatro repetições. Cinco tratamentos foram estabelecidos pela aplicação de lâmina uniforme de irrigação, mas gradual de EETE, com as seguintes frações do efluente em água: E5 = 100%; E4 = 87%; E3 = 60%; E2 = 31%; E1 = 11% e E0 = 0. Na solução do solo foram analisados pH, CE, Ca, Mg, Na e calculado a RAS. Durante o período estudado, a aplicação do efluente no cultivo de Brachiaria resultou em baixo risco de salinização e sodificação na solução do solo, apesar do aumento da concentração de sódio, da condutividade elétrica e da razão de adsorção de sódio nos tratamentos irrigados com EETE.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:59:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>REÚSO DE EFLUENTE DE ESGOTO TRATADO NA PRODUÇÃO DA CULTURA DO PIMENTÃO AMARELO*</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1260-reuso-de-efluente-de-esgoto-tratado-na-producao-da-cultura-do-pimentao-amarelo?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1260-reuso-de-efluente-de-esgoto-tratado-na-producao-da-cultura-do-pimentao-amarelo/file" length="113846" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1260-reuso-de-efluente-de-esgoto-tratado-na-producao-da-cultura-do-pimentao-amarelo/file"
                fileSize="113846"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">REÚSO DE EFLUENTE DE ESGOTO TRATADO NA PRODUÇÃO DA CULTURA DO PIMENTÃO AMARELO*</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Sandri, D., Silva Júnior, W.R., Figueiredo, C.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fenometria, Fertirrigação, Gotejamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com a crescente conscientização de que a água é um recurso natural limitado e de expressivo valor econômico, técnicas de uso sustentável e racional são cada vez mais difundidas. Dentre elas, o uso de efluentes de esgoto tratado (EET) para fins de irrigação se destaca, tanto pelo reaproveitamento da água, como pelo aporte de nutrientes ao solo e benefícios ambientais. Este trabalho objetivou avaliar a utilização de EET, proveniente da Fazenda Água Limpa da UnB, na irrigação da cultura do pimentão (Capsicum annuum L.), híbrido Canário F1. Avaliou-se o desenvolvimento das plantas e dos frutos em resposta aos seguintes tratamentos: irrigação com água de córrego; EET; água de córrego com adubação de base; EET com adubação de base; EET com adubação de cobertura; e EET com adubação de cobertura e de base. A massa úmida, perímetro e produção total dos frutos de pimentão são maiores nos tratamentos com EET. A aplicação de EET sem adubação química resulta em maior produção e altura de frutos. A irrigação com EET proporciona maior número de frutos. O EET pode ser utilizado sem interferir de forma negativa na cultura do pimentão.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1260-reuso-de-efluente-de-esgoto-tratado-na-producao-da-cultura-do-pimentao-amarelo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Sandri, D., Silva Júnior, W.R., Figueiredo, C.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fenometria, Fertirrigação, Gotejamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com a crescente conscientização de que a água é um recurso natural limitado e de expressivo valor econômico, técnicas de uso sustentável e racional são cada vez mais difundidas. Dentre elas, o uso de efluentes de esgoto tratado (EET) para fins de irrigação se destaca, tanto pelo reaproveitamento da água, como pelo aporte de nutrientes ao solo e benefícios ambientais. Este trabalho objetivou avaliar a utilização de EET, proveniente da Fazenda Água Limpa da UnB, na irrigação da cultura do pimentão (Capsicum annuum L.), híbrido Canário F1. Avaliou-se o desenvolvimento das plantas e dos frutos em resposta aos seguintes tratamentos: irrigação com água de córrego; EET; água de córrego com adubação de base; EET com adubação de base; EET com adubação de cobertura; e EET com adubação de cobertura e de base. A massa úmida, perímetro e produção total dos frutos de pimentão são maiores nos tratamentos com EET. A aplicação de EET sem adubação química resulta em maior produção e altura de frutos. A irrigação com EET proporciona maior número de frutos. O EET pode ser utilizado sem interferir de forma negativa na cultura do pimentão.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:57:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPOSTA DA CULTIVAR “DEBBIE” DE KALANCHOE BLOSSFELDIANA POELLN SOB DISTINTAS LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1259-resposta-da-cultivar-debbie-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-sob-distintas-laminas-de-irrigacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1259-resposta-da-cultivar-debbie-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-sob-distintas-laminas-de-irrigacao/file" length="426243" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1259-resposta-da-cultivar-debbie-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-sob-distintas-laminas-de-irrigacao/file"
                fileSize="426243"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">RESPOSTA DA CULTIVAR “DEBBIE” DE KALANCHOE BLOSSFELDIANA POELLN SOB DISTINTAS LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, G.T., SOARES, F.C., LEAL, A.F., DURAN, C.B., BORTOLÁS, F.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento, Desenvolvimento, Floricultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produtividade no setor da floricultura vem se expandindo ao longo dos<br style="box-sizing: border-box;" />anos, proporcionando rentabilidade para as regiões produtoras e oportunizando emprego. Dentro deste contexto objetivou-se avaliar lâminas de irrigação no crescimento e desenvolvimento da cultivar ‘Debbie’ de Kalanchoe Blossfeldiana Poelln. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal do Pampa, Alegrete/RS. A cultivar foi cultivada em vaso preenchido com substrato composto por: 50% de cinza de casca do arroz, 20% húmus, 25% de substrato comercial e 5% de pinha triturada. O delineamento foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos de irrigação e quatro repetições. As lâminas de irrigação foram correspondentes a reposição da capacidade de vaso (CV), sendo estas: 70, 50, 30 e 20% da CV. Ao longo do ciclo avaliou-se: altura de planta, número de folhas, diâmetro de caule e consumo hídrico. Os dados foram submetidos à análise de variância. A máxima eficiência técnica em função das lâminas de irrigação para altura de planta, número de folhas e diâmetro de caule corresponderam, respectivamente, a lâminas de irrigação referentes a 33%, 48% e 48,95% da CV. Conclui-se que a cultivar estudada apresentou sensibilidade tanto quanto exposta à condições de excesso quanto de déficit hídrico.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1259-resposta-da-cultivar-debbie-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-sob-distintas-laminas-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, G.T., SOARES, F.C., LEAL, A.F., DURAN, C.B., BORTOLÁS, F.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento, Desenvolvimento, Floricultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produtividade no setor da floricultura vem se expandindo ao longo dos<br style="box-sizing: border-box;" />anos, proporcionando rentabilidade para as regiões produtoras e oportunizando emprego. Dentro deste contexto objetivou-se avaliar lâminas de irrigação no crescimento e desenvolvimento da cultivar ‘Debbie’ de Kalanchoe Blossfeldiana Poelln. O experimento foi conduzido em casa de vegetação da Universidade Federal do Pampa, Alegrete/RS. A cultivar foi cultivada em vaso preenchido com substrato composto por: 50% de cinza de casca do arroz, 20% húmus, 25% de substrato comercial e 5% de pinha triturada. O delineamento foi inteiramente casualizado, com quatro tratamentos de irrigação e quatro repetições. As lâminas de irrigação foram correspondentes a reposição da capacidade de vaso (CV), sendo estas: 70, 50, 30 e 20% da CV. Ao longo do ciclo avaliou-se: altura de planta, número de folhas, diâmetro de caule e consumo hídrico. Os dados foram submetidos à análise de variância. A máxima eficiência técnica em função das lâminas de irrigação para altura de planta, número de folhas e diâmetro de caule corresponderam, respectivamente, a lâminas de irrigação referentes a 33%, 48% e 48,95% da CV. Conclui-se que a cultivar estudada apresentou sensibilidade tanto quanto exposta à condições de excesso quanto de déficit hídrico.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:56:41 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS PARA O USO NA AGRICULTURA NO ASSENTAMENTO ANTÔNIO CONSELHEIRO, ESTADO DE MATO GROSSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1254-qualidade-das-aguas-subterraneas-para-o-uso-na-agricultura-no-assentamento-antonio-conselheiro-estado-de-mato-grosso?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1254-qualidade-das-aguas-subterraneas-para-o-uso-na-agricultura-no-assentamento-antonio-conselheiro-estado-de-mato-grosso/file" length="248317" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1254-qualidade-das-aguas-subterraneas-para-o-uso-na-agricultura-no-assentamento-antonio-conselheiro-estado-de-mato-grosso/file"
                fileSize="248317"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">QUALIDADE DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS PARA O USO NA AGRICULTURA NO ASSENTAMENTO ANTÔNIO CONSELHEIRO, ESTADO DE MATO GROSSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, T.V., QUEIROZ, T.M., VINAGA, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>água na agricultura, infiltração da água, sanilidade do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As águas subterrâneas podem ser utilizadas na agricultura, uma vez que sua qualidade esteja adequada. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da água dos mananciais subterrâneos existentes na área do Assentamento Antônio Conselheiro (AAC), região Noroeste de Mato Grosso. A área do AAC está inserida na bacia hidrográfica do rio Sepotuba, cujos principais contribuintes são o rio Juba e o ribeirão Tarumã. Foram coletadas amostras em poços da área de contribuição dos três mananciais (Sepotuba, Juba e Tarumã) durante um ano. As variáveis analisadas foram Razão de Adsorção de Sódio (RAS), condutividade elétrica (CE) e pH. Os dados obtidos foram organizados em planilhas eletrônicas e submetidos ao teste de aderência, a 5% de significância, para verificação da normalidade. Adicionalmente, foi verificada a variância dos resultados e feito o teste de separação de médias. O pH foi a única variável que apresentou normalidade. Não há risco de salinização do solo nas bacias dos rios Sepotuba e Juba, enquanto no ribeirão Tarumã, este é moderado. A capacidade de infiltração dos solos pode ser comprometida em poços dos rios Sepotuba e Tarumã. Logo, as águas subterrâneas do AAC podem ser utilizadas para irrigação em sua maioria.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1254-qualidade-das-aguas-subterraneas-para-o-uso-na-agricultura-no-assentamento-antonio-conselheiro-estado-de-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, T.V., QUEIROZ, T.M., VINAGA, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>água na agricultura, infiltração da água, sanilidade do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As águas subterrâneas podem ser utilizadas na agricultura, uma vez que sua qualidade esteja adequada. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da água dos mananciais subterrâneos existentes na área do Assentamento Antônio Conselheiro (AAC), região Noroeste de Mato Grosso. A área do AAC está inserida na bacia hidrográfica do rio Sepotuba, cujos principais contribuintes são o rio Juba e o ribeirão Tarumã. Foram coletadas amostras em poços da área de contribuição dos três mananciais (Sepotuba, Juba e Tarumã) durante um ano. As variáveis analisadas foram Razão de Adsorção de Sódio (RAS), condutividade elétrica (CE) e pH. Os dados obtidos foram organizados em planilhas eletrônicas e submetidos ao teste de aderência, a 5% de significância, para verificação da normalidade. Adicionalmente, foi verificada a variância dos resultados e feito o teste de separação de médias. O pH foi a única variável que apresentou normalidade. Não há risco de salinização do solo nas bacias dos rios Sepotuba e Juba, enquanto no ribeirão Tarumã, este é moderado. A capacidade de infiltração dos solos pode ser comprometida em poços dos rios Sepotuba e Tarumã. Logo, as águas subterrâneas do AAC podem ser utilizadas para irrigação em sua maioria.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:52:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DE DOSES DE NITROGÊNIO E LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1250-produtividade-do-feijoeiro-em-funcao-de-doses-de-nitrogenio-e-laminas-de-irrigacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1250-produtividade-do-feijoeiro-em-funcao-de-doses-de-nitrogenio-e-laminas-de-irrigacao/file" length="186148" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1250-produtividade-do-feijoeiro-em-funcao-de-doses-de-nitrogenio-e-laminas-de-irrigacao/file"
                fileSize="186148"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO EM FUNÇÃO DE DOSES DE NITROGÊNIO E LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ASSIS, M.P., SANTANA, M.J., KEMPEN, J.C.V., SILVA, F.A., CARNEIRO, N.U.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L., adubação nitrogenada, déficit hídrico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A irrigação possibilita o aumento da produtividade na cultura do feijoeiro, no entanto se manejada de forma inadequada eleva o custo de produção e pode acarretar a lixiviação de nutrientes. O nitrogênio é um elemento fundamental no desenvolvimento desta cultura sendo de grande importância entender sua dinâmica com diferentes lâminas de irrigação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de lâminas de irrigação e doses de nitrogênio na produtividade e no número de vagens do feijoeiro comum. O experimento foi conduzido no IFTM – Campus Uberaba, em blocos casualizados (DBC), sendo empregado um esquema fatorial 4 x 4, constituído por quatro doses de nitrogênio (50, 100, 150 e 200 kg ha-1) e quatro lâminas de irrigação (100, 85, 70 e 55% da evapotranspiração da cultura) em quatro repetições, utilizando a cultivar BRS Majestoso. A análise de variância foi realizada pelo programa estatístico Sisvar versão 5.6. As doses de nitrogênio não influenciaram nas variáveis analisadas. As lâminas de irrigação apresentaram efeito significativo sobre a produtividade de grãos, onde a maior produtividade foi obtida com lâmina de 85% ao atingir 5108 kg ha-1. O número de vagens também atingiu maior valor no déficit de 15% quando se obteve 18 vagens por planta.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1250-produtividade-do-feijoeiro-em-funcao-de-doses-de-nitrogenio-e-laminas-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ASSIS, M.P., SANTANA, M.J., KEMPEN, J.C.V., SILVA, F.A., CARNEIRO, N.U.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L., adubação nitrogenada, déficit hídrico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A irrigação possibilita o aumento da produtividade na cultura do feijoeiro, no entanto se manejada de forma inadequada eleva o custo de produção e pode acarretar a lixiviação de nutrientes. O nitrogênio é um elemento fundamental no desenvolvimento desta cultura sendo de grande importância entender sua dinâmica com diferentes lâminas de irrigação. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de lâminas de irrigação e doses de nitrogênio na produtividade e no número de vagens do feijoeiro comum. O experimento foi conduzido no IFTM – Campus Uberaba, em blocos casualizados (DBC), sendo empregado um esquema fatorial 4 x 4, constituído por quatro doses de nitrogênio (50, 100, 150 e 200 kg ha-1) e quatro lâminas de irrigação (100, 85, 70 e 55% da evapotranspiração da cultura) em quatro repetições, utilizando a cultivar BRS Majestoso. A análise de variância foi realizada pelo programa estatístico Sisvar versão 5.6. As doses de nitrogênio não influenciaram nas variáveis analisadas. As lâminas de irrigação apresentaram efeito significativo sobre a produtividade de grãos, onde a maior produtividade foi obtida com lâmina de 85% ao atingir 5108 kg ha-1. O número de vagens também atingiu maior valor no déficit de 15% quando se obteve 18 vagens por planta.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:49:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DA ALFACE AMERICANA EM FUNÇÃO DO DÉFICIT HÍDRICO PARA A REGIÃO DE UBERABA-MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1249-produtividade-da-alface-americana-em-funcao-do-deficit-hidrico-para-a-regiao-de-uberaba-mg?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1249-produtividade-da-alface-americana-em-funcao-do-deficit-hidrico-para-a-regiao-de-uberaba-mg/file" length="301977" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1249-produtividade-da-alface-americana-em-funcao-do-deficit-hidrico-para-a-regiao-de-uberaba-mg/file"
                fileSize="301977"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE DA ALFACE AMERICANA EM FUNÇÃO DO DÉFICIT HÍDRICO PARA A REGIÃO DE UBERABA-MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARNEIRO, N.U., KEMPEN, J.C.V., ASSIS, M.P., FÁVARO, L.H.S., SANTANA, M.J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alface, déficit hídrico, manejo irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As olerícolas são culturas de extrema importância econômica e social. Dentro deste segmento há uma cultura de grande cultivo e consumo que é alface. Sempre presente no prato dos brasileiros écultivada em quase 80% das propriedades rurais. Na agricultura atual, uma das maiores preocupações advém com o uso racional da água, obtido por ora pelo manejo da irrigação. Este experimento foi conduzido em estufa no Instituto Federal do Triângulo Mineiro em Uberaba-MG, testando quatro lâminas de irrigação com déficits de 0%, 15%, 30% e 45% em duas cultivares de alface do tipo americana (Lucy Brown e Irene). O delineamento experimental foi em DBC. O manejo da irrigação foi efetuado a partir da estimativa da evapotranspiração da cultura. Para isto obteve-se a evapotranspiração de referência conforme método de Hargreaves. O sistema foi o gotejamento. Avaliou-se peso total, peso comercial e circunferência de cabeça. Dentre os resultados pode-se concluir que para o déficit de 45%, para as ambas cultivares, foi o mais satisfatório seguido pelo déficit 30%, que somente no parâmetro peso comercial obteve médias menores do que o déficit de 0% para Lucy Brow, para Irene o déficit de 30% obteve para todos os parâmetros médias maiores que o déficit de 0%.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1249-produtividade-da-alface-americana-em-funcao-do-deficit-hidrico-para-a-regiao-de-uberaba-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARNEIRO, N.U., KEMPEN, J.C.V., ASSIS, M.P., FÁVARO, L.H.S., SANTANA, M.J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alface, déficit hídrico, manejo irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As olerícolas são culturas de extrema importância econômica e social. Dentro deste segmento há uma cultura de grande cultivo e consumo que é alface. Sempre presente no prato dos brasileiros écultivada em quase 80% das propriedades rurais. Na agricultura atual, uma das maiores preocupações advém com o uso racional da água, obtido por ora pelo manejo da irrigação. Este experimento foi conduzido em estufa no Instituto Federal do Triângulo Mineiro em Uberaba-MG, testando quatro lâminas de irrigação com déficits de 0%, 15%, 30% e 45% em duas cultivares de alface do tipo americana (Lucy Brown e Irene). O delineamento experimental foi em DBC. O manejo da irrigação foi efetuado a partir da estimativa da evapotranspiração da cultura. Para isto obteve-se a evapotranspiração de referência conforme método de Hargreaves. O sistema foi o gotejamento. Avaliou-se peso total, peso comercial e circunferência de cabeça. Dentre os resultados pode-se concluir que para o déficit de 45%, para as ambas cultivares, foi o mais satisfatório seguido pelo déficit 30%, que somente no parâmetro peso comercial obteve médias menores do que o déficit de 0% para Lucy Brow, para Irene o déficit de 30% obteve para todos os parâmetros médias maiores que o déficit de 0%.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:47:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO E CRESCIMENTO DE MANJERICÃO (Ocimum basilicum L.) CULTIVADO COM E SEM RESTRIÇÃO HÍDRICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1248-producao-e-crescimento-de-manjericao-ocimum-basilicum-l-cultivado-com-e-sem-restricao-hidrica?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1248-producao-e-crescimento-de-manjericao-ocimum-basilicum-l-cultivado-com-e-sem-restricao-hidrica/file" length="224033" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1248-producao-e-crescimento-de-manjericao-ocimum-basilicum-l-cultivado-com-e-sem-restricao-hidrica/file"
                fileSize="224033"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUÇÃO E CRESCIMENTO DE MANJERICÃO (Ocimum basilicum L.) CULTIVADO COM E SEM RESTRIÇÃO HÍDRICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Palaretti, L.F., Oliverio, C., Martins, I.P., Farias, R.T., Dalri, A.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação, Gotejamento, evapotranspiração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As plantas aromáticas, além de produtoras de óleos essenciais, possuem também características medicinais. Dentre essas plantas está o manjericão (Ocimum basilicum L.), que possui importância econômica na produção de óleo essencial. De modo geral, são poucos os trabalhos referentes ao efeito do estresse hídrico em plantas medicinais. O objetivo neste trabalho foi avaliar o efeito de lâminas de irrigação sob o crescimento e produção do manjericão. As lâminas corresponderam a 100% e 50% da demanda hídrica da cultura, estimadas pela evapotranspiração, aplicadas por gotejamento. Foi avaliada a altura das plantas, diâmetro da haste principal, produção de massa fresca e massa seca de folhas e também do caule. Houve maior produção de massa fresca e de massa seca de folhas e de caule para as plantas que tiveram o tratamento de 100% de reposição da evapotranspiração. Para os parâmetros altura de planta e diâmetro da haste principal não houve diferença significativa entre os tratamentos.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1248-producao-e-crescimento-de-manjericao-ocimum-basilicum-l-cultivado-com-e-sem-restricao-hidrica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Palaretti, L.F., Oliverio, C., Martins, I.P., Farias, R.T., Dalri, A.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação, Gotejamento, evapotranspiração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As plantas aromáticas, além de produtoras de óleos essenciais, possuem também características medicinais. Dentre essas plantas está o manjericão (Ocimum basilicum L.), que possui importância econômica na produção de óleo essencial. De modo geral, são poucos os trabalhos referentes ao efeito do estresse hídrico em plantas medicinais. O objetivo neste trabalho foi avaliar o efeito de lâminas de irrigação sob o crescimento e produção do manjericão. As lâminas corresponderam a 100% e 50% da demanda hídrica da cultura, estimadas pela evapotranspiração, aplicadas por gotejamento. Foi avaliada a altura das plantas, diâmetro da haste principal, produção de massa fresca e massa seca de folhas e também do caule. Houve maior produção de massa fresca e de massa seca de folhas e de caule para as plantas que tiveram o tratamento de 100% de reposição da evapotranspiração. Para os parâmetros altura de planta e diâmetro da haste principal não houve diferença significativa entre os tratamentos.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:46:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE FITOMASSA DO MILHO IRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA EM SOLO REPRESENTATIVO DA BACIA DO RIO IPOJUCA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1246-producao-de-fitomassa-do-milho-irrigado-com-agua-residuaria-em-solo-representativo-da-bacia-do-rio-ipojuca?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1246-producao-de-fitomassa-do-milho-irrigado-com-agua-residuaria-em-solo-representativo-da-bacia-do-rio-ipojuca/file" length="198925" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1246-producao-de-fitomassa-do-milho-irrigado-com-agua-residuaria-em-solo-representativo-da-bacia-do-rio-ipojuca/file"
                fileSize="198925"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE FITOMASSA DO MILHO IRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA EM SOLO REPRESENTATIVO DA BACIA DO RIO IPOJUCA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, C.S., RIBEIRO, K.E.S., MOURA, R.F.A., MONTENEGRO, A.A.A., SANTOS JUNIOR, J.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso, massa vegetal, Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aproveitamento planejado de águas residuárias na agricultura é uma alternativa para controle da poluição de corpos d'água, disponibilização de água para as culturas e aumento de produção agrícola. Objetivou-se investigar, neste trabalho, os efeitos da aplicação de diferentes diluições de efluente doméstico tratado na produção de fitomassa na cultura do milho em solo representativo da bacia do Rio Ipojuca. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na área experimental do Campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE-Recife. O delineamento experimental foi em blocos inteiramente casualizados, com cinco repetições e cinco tratamentos: T1 – água de abastecimento + NPK; T2 – esgoto doméstico tratado; T3, T4, T5, proporção de água de esgoto doméstico tratado e abastecimento (75-25%; 50-50% e 25-75%, respectivamente). As variáveis analisadas foram: fitomassa seca da folha (FSF), fitomassa seca do caule (FSC), fitomassa seca da raiz (FSR), fitomassa seca total (FST). A variável fitomassa seca da folha sofreu influência positiva na aplicação de 100% de água residuária; as demais não sofreram efeitos quanto aos tipos de águas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1246-producao-de-fitomassa-do-milho-irrigado-com-agua-residuaria-em-solo-representativo-da-bacia-do-rio-ipojuca?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, C.S., RIBEIRO, K.E.S., MOURA, R.F.A., MONTENEGRO, A.A.A., SANTOS JUNIOR, J.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso, massa vegetal, Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aproveitamento planejado de águas residuárias na agricultura é uma alternativa para controle da poluição de corpos d'água, disponibilização de água para as culturas e aumento de produção agrícola. Objetivou-se investigar, neste trabalho, os efeitos da aplicação de diferentes diluições de efluente doméstico tratado na produção de fitomassa na cultura do milho em solo representativo da bacia do Rio Ipojuca. O experimento foi conduzido em casa de vegetação na área experimental do Campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE-Recife. O delineamento experimental foi em blocos inteiramente casualizados, com cinco repetições e cinco tratamentos: T1 – água de abastecimento + NPK; T2 – esgoto doméstico tratado; T3, T4, T5, proporção de água de esgoto doméstico tratado e abastecimento (75-25%; 50-50% e 25-75%, respectivamente). As variáveis analisadas foram: fitomassa seca da folha (FSF), fitomassa seca do caule (FSC), fitomassa seca da raiz (FSR), fitomassa seca total (FST). A variável fitomassa seca da folha sofreu influência positiva na aplicação de 100% de água residuária; as demais não sofreram efeitos quanto aos tipos de águas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:45:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POTENCIAL DE ASSOREAMENTO EM REPRESAS COM INFLUÊNCIA DE DIFERENTES USOS DO SOLO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1239-potencial-de-assoreamento-em-represas-com-influencia-de-diferentes-usos-do-solo?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1239-potencial-de-assoreamento-em-represas-com-influencia-de-diferentes-usos-do-solo/file" length="244542" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1239-potencial-de-assoreamento-em-represas-com-influencia-de-diferentes-usos-do-solo/file"
                fileSize="244542"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">POTENCIAL DE ASSOREAMENTO EM REPRESAS COM INFLUÊNCIA DE DIFERENTES USOS DO SOLO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GUIMARÃES, A.G., PRADO, F.S., SANTOS, G.O., MARASCA, I., DINIZ, R.G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Disponibilidade hídrica, curso d’água, carreamento.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O mau uso do solo, a ocupação inadequada próxima aos mananciais e a ausência de Área de Preservação Permanente (APP), influencia diretamente a qualidade e a quantidade de água em uma bacia hidrográfica. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial de assoreamento, por diferentes influências de usos do solo no município de Rio Verde, Goiás. Foram realizadas seis coletas de água em cada represa, sendo três no período chuvoso e três no período de estiagem, as amostras foram coletadas a jusante e a montante das represas e avaliou-se a concentração de sólidos totais na água. No período chuvoso, os parâmetros analisados obtiveram concentrações maiores que no período de estiagem devido ao carreamento de partículas sólidas para o curso d'água, que contribuiu para a diminuição da qualidade e da quantidade da água. Houve maior degradação da qualidade na bacia 4, com uso e ocupação de solo urbanização/solo exposto, devido ao lançamento clandestino de esgoto, além de ser a bacia que possui o maior potencial de assoreamento, sendo que em aproximadamente 22 anos esta represa estará totalmente assoreada.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1239-potencial-de-assoreamento-em-represas-com-influencia-de-diferentes-usos-do-solo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GUIMARÃES, A.G., PRADO, F.S., SANTOS, G.O., MARASCA, I., DINIZ, R.G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Disponibilidade hídrica, curso d’água, carreamento.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O mau uso do solo, a ocupação inadequada próxima aos mananciais e a ausência de Área de Preservação Permanente (APP), influencia diretamente a qualidade e a quantidade de água em uma bacia hidrográfica. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o potencial de assoreamento, por diferentes influências de usos do solo no município de Rio Verde, Goiás. Foram realizadas seis coletas de água em cada represa, sendo três no período chuvoso e três no período de estiagem, as amostras foram coletadas a jusante e a montante das represas e avaliou-se a concentração de sólidos totais na água. No período chuvoso, os parâmetros analisados obtiveram concentrações maiores que no período de estiagem devido ao carreamento de partículas sólidas para o curso d'água, que contribuiu para a diminuição da qualidade e da quantidade da água. Houve maior degradação da qualidade na bacia 4, com uso e ocupação de solo urbanização/solo exposto, devido ao lançamento clandestino de esgoto, além de ser a bacia que possui o maior potencial de assoreamento, sendo que em aproximadamente 22 anos esta represa estará totalmente assoreada.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:38:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Perfilhamento de cinco cultivares de cana de açúcar sob irrigação suplementar no terceiro ciclo de cultivo</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1238-perfilhamento-de-cinco-cultivares-de-cana-de-acucar-sob-irrigacao-suplementar-no-terceiro-ciclo-de-cultivo?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1238-perfilhamento-de-cinco-cultivares-de-cana-de-acucar-sob-irrigacao-suplementar-no-terceiro-ciclo-de-cultivo/file" length="1108259" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1238-perfilhamento-de-cinco-cultivares-de-cana-de-acucar-sob-irrigacao-suplementar-no-terceiro-ciclo-de-cultivo/file"
                fileSize="1108259"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Perfilhamento de cinco cultivares de cana de açúcar sob irrigação suplementar no terceiro ciclo de cultivo</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Cavichioli, T.H., Fischer Filho, J.A., Dalri, A.B., Coelho, A.P., Palaretti, L.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação subsuperficial, perfilhamento, Saccharum spp</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura da cana-de-açúcar é de extrema importância para o país, seja para produção de açúcar, etanol e geração de energia. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da irrigação, via gotejamento subsuperficial, no número de colmos por metro de cinco cultivares no terceiro ciclo de cultivo. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos incompletos balanceados, apresentando 12 blocos e dois fatores: cultivares e utilização de irrigação (sequeiro e suplementar). A irrigação foi manejada através do clima, aplicando 100% da evapotranspiração no regime suplementar. As avaliações foram realizadas a cada 30 dias a partir de 120 dias após a colheita (DAC) do segundo ciclo, até 300 DAC, também foi analisado o perfilhamento na colheita da cana-de-açúcar. Totalizando oito avaliações. Todas as cultivares em regime irrigado apresentaram pico de perfilhamento no início das avaliações, no regime de sequeiro este pico foi observado aos 180 DAC. Aos 300 DAC as cultivares CTC4 e IAC3046 apresentaram maior perfilhamento no tratamento com irrigação. As variedades RB7515 e IAC5000 apresentaram menor perfilhamento no período de colheita apresentando 12,48 e 14,88 colmos de cana-de-açúcar por metro no regime suplementar, respectivamente. A irrigação não favoreceu o aumento no número de perfilhos das cinco cultivares estudadas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1238-perfilhamento-de-cinco-cultivares-de-cana-de-acucar-sob-irrigacao-suplementar-no-terceiro-ciclo-de-cultivo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Cavichioli, T.H., Fischer Filho, J.A., Dalri, A.B., Coelho, A.P., Palaretti, L.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação subsuperficial, perfilhamento, Saccharum spp</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura da cana-de-açúcar é de extrema importância para o país, seja para produção de açúcar, etanol e geração de energia. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da irrigação, via gotejamento subsuperficial, no número de colmos por metro de cinco cultivares no terceiro ciclo de cultivo. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos incompletos balanceados, apresentando 12 blocos e dois fatores: cultivares e utilização de irrigação (sequeiro e suplementar). A irrigação foi manejada através do clima, aplicando 100% da evapotranspiração no regime suplementar. As avaliações foram realizadas a cada 30 dias a partir de 120 dias após a colheita (DAC) do segundo ciclo, até 300 DAC, também foi analisado o perfilhamento na colheita da cana-de-açúcar. Totalizando oito avaliações. Todas as cultivares em regime irrigado apresentaram pico de perfilhamento no início das avaliações, no regime de sequeiro este pico foi observado aos 180 DAC. Aos 300 DAC as cultivares CTC4 e IAC3046 apresentaram maior perfilhamento no tratamento com irrigação. As variedades RB7515 e IAC5000 apresentaram menor perfilhamento no período de colheita apresentando 12,48 e 14,88 colmos de cana-de-açúcar por metro no regime suplementar, respectivamente. A irrigação não favoreceu o aumento no número de perfilhos das cinco cultivares estudadas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:37:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELAGEM ESTOCÁSTICA DA SEQUÊNCIA DE DIAS SECOS EM SINOP, MT</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1230-modelagem-estocastica-da-sequencia-de-dias-secos-em-sinop-mt?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1230-modelagem-estocastica-da-sequencia-de-dias-secos-em-sinop-mt/file" length="198923" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1230-modelagem-estocastica-da-sequencia-de-dias-secos-em-sinop-mt/file"
                fileSize="198923"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MODELAGEM ESTOCÁSTICA DA SEQUÊNCIA DE DIAS SECOS EM SINOP, MT</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA JUNIOR, M.F., ULIANA, E.M., LISBOA, L., ULIANA, E.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cadeias de Markov, planejamento agrícola, precipitação.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento do número de dias secos consecutivos em uma região permite fazer o planejamento das atividades agrícolas, visto que sua variabilidade confere riscos relevantes às atividades do agronegócio. O objetivo do trabalho foi quantificar o número de dias secos consecutivos associados a diferentes períodos de retorno para o município de Sinop, MT. Foi utilizada uma série histórica de precipitação de 30 anos e para determinação da probabilidade de ocorrência de dias secos utilizou-se o modelo de cadeias de Markov. As sequências de dias secos mensais, calculadas com o modelo, apresentaram aderência aos dados observados, com exceção para os meses de junho, julho e agosto. Esse resultado era esperado visto que não ocorrem chuvas nesse período, fazendo com que a sequência de dias secos consecutivos seja igual ao número de dias do mês. Geralmente o vazio sanitário em Mato Grosso termina durante a segunda quinzena de setembro, no entanto, os resultados desse estudo sugerem que o plantio pode sofrer consequências da persistência de dias secos que ocorre nesse mês e em outubro. Os resultados do trabalho permitem concluir que é possível quantificar o número de dias secos consecutivos com cadeias de Markov, possibilitando o gerenciamento de riscos das atividades agrícolas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1230-modelagem-estocastica-da-sequencia-de-dias-secos-em-sinop-mt?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA JUNIOR, M.F., ULIANA, E.M., LISBOA, L., ULIANA, E.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cadeias de Markov, planejamento agrícola, precipitação.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O conhecimento do número de dias secos consecutivos em uma região permite fazer o planejamento das atividades agrícolas, visto que sua variabilidade confere riscos relevantes às atividades do agronegócio. O objetivo do trabalho foi quantificar o número de dias secos consecutivos associados a diferentes períodos de retorno para o município de Sinop, MT. Foi utilizada uma série histórica de precipitação de 30 anos e para determinação da probabilidade de ocorrência de dias secos utilizou-se o modelo de cadeias de Markov. As sequências de dias secos mensais, calculadas com o modelo, apresentaram aderência aos dados observados, com exceção para os meses de junho, julho e agosto. Esse resultado era esperado visto que não ocorrem chuvas nesse período, fazendo com que a sequência de dias secos consecutivos seja igual ao número de dias do mês. Geralmente o vazio sanitário em Mato Grosso termina durante a segunda quinzena de setembro, no entanto, os resultados desse estudo sugerem que o plantio pode sofrer consequências da persistência de dias secos que ocorre nesse mês e em outubro. Os resultados do trabalho permitem concluir que é possível quantificar o número de dias secos consecutivos com cadeias de Markov, possibilitando o gerenciamento de riscos das atividades agrícolas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:25:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MÉTODOS PARA CÁLCULO DE GRAUS-DIA PARA CULTIVARES DE FEIJÃO-COMUM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1229-metodos-para-calculo-de-graus-dia-para-cultivares-de-feijao-comum?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1229-metodos-para-calculo-de-graus-dia-para-cultivares-de-feijao-comum/file" length="428999" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1229-metodos-para-calculo-de-graus-dia-para-cultivares-de-feijao-comum/file"
                fileSize="428999"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MÉTODOS PARA CÁLCULO DE GRAUS-DIA PARA CULTIVARES DE FEIJÃO-COMUM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, M.J., ASSIS, M.P., VAN KEMPEN, J.C., MELLO, I.E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L., graus dia, soma térmica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Um manejo adequado da cultura do feijoeiro tem relação direta com as condições climáticas dos diversos locais de cultivo e as cultivares utilizadas. Dentre os diversos fatores que podem auxiliar na condução da cultura está a soma térmica ou graus-dia acumulados (GD). O objetivo do trabalho foi estimar os graus-dia acumulados (GD) de cultivares de feijão comum em função de diferentes métodos para cálculo. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso com cinco cultivares (BRS Estilo, BRS Cometa, BRSMG Madrepérola, BRSMG Majestoso e BRSMG Uai) e seis repetições. A semeadura foi realizada no setor de Culturas Anuais do IFTM em Uberaba, MG, em novembro de 2017. Nas subparcelas foram considerados três métodos de cálculos para estimar GD: Arnold (1959), Ometto (1981) e Lindsey e Newman (1956) adaptado por Villa Nova et al. (1972). Foram obtidos os GD em cada fase fenológica das cultivares. Dentre os resultados pode-se concluir que não houve diferença estatística entre os tratamentos testados para o GD acumulado. Os GDs acumulados até a fase de floração foi de aproximadamente 550 GD.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1229-metodos-para-calculo-de-graus-dia-para-cultivares-de-feijao-comum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, M.J., ASSIS, M.P., VAN KEMPEN, J.C., MELLO, I.E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L., graus dia, soma térmica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Um manejo adequado da cultura do feijoeiro tem relação direta com as condições climáticas dos diversos locais de cultivo e as cultivares utilizadas. Dentre os diversos fatores que podem auxiliar na condução da cultura está a soma térmica ou graus-dia acumulados (GD). O objetivo do trabalho foi estimar os graus-dia acumulados (GD) de cultivares de feijão comum em função de diferentes métodos para cálculo. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso com cinco cultivares (BRS Estilo, BRS Cometa, BRSMG Madrepérola, BRSMG Majestoso e BRSMG Uai) e seis repetições. A semeadura foi realizada no setor de Culturas Anuais do IFTM em Uberaba, MG, em novembro de 2017. Nas subparcelas foram considerados três métodos de cálculos para estimar GD: Arnold (1959), Ometto (1981) e Lindsey e Newman (1956) adaptado por Villa Nova et al. (1972). Foram obtidos os GD em cada fase fenológica das cultivares. Dentre os resultados pode-se concluir que não houve diferença estatística entre os tratamentos testados para o GD acumulado. Os GDs acumulados até a fase de floração foi de aproximadamente 550 GD.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:22:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E INOCULAÇÃO DO FEIJOEIRO-COMUM COM Rhizobium spp. PARA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1224-laminas-de-irrigacao-e-inoculacao-do-feijoeiro-comum-com-rhizobium-spp-para-regiao-do-triangulo-mineiro?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1224-laminas-de-irrigacao-e-inoculacao-do-feijoeiro-comum-com-rhizobium-spp-para-regiao-do-triangulo-mineiro/file" length="390292" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1224-laminas-de-irrigacao-e-inoculacao-do-feijoeiro-comum-com-rhizobium-spp-para-regiao-do-triangulo-mineiro/file"
                fileSize="390292"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E INOCULAÇÃO DO FEIJOEIRO-COMUM COM Rhizobium spp. PARA REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELLO, I.E., SANTANA, M.J., PAIVA, I.A., LEITE, L.S., MELO, F.A.D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adubação nitrogenada, Fixação biológica, Inoculação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A fixação biológica nitrogenada possui uma importância destacada devido ao alto custo dos fertilizantes nitrogenados, a qual se torna uma alternativa viável ao agricultor. O objetivo deste trabalho foi de avaliação da produtividade e a eficiência quanto ao uso da água (E.U.A.) no feijoeiro comum irrigado com diferentes lâminas e formas de adubação nitrogenada na região de Uberaba, MG. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições, sendo quatro lâminas de irrigação, três formas de adubação nitrogenada, inoculação com Rhizobium tropici e Rhizobium etli, aplicação de nitrogênio tanto na semeadura quanto na cobertura com 20 kg ha- 60 kg ha-1, respectivamente com ausência de inoculação e adubação nitrogenada. Estirpes de Rhizobium spp. apresentaram uma maior produtividade com a interação de lâmina superior a 100% da ETc. Lâminas excessivas promovem a queda na E.U.A. Houve uma máxima produtividade com o tratamento mineral com adubação combinada de reposição até 100% da ETc. Não foi verificado efeito para tratamentos e equações estudadas para a soma térmica do feijão.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1224-laminas-de-irrigacao-e-inoculacao-do-feijoeiro-comum-com-rhizobium-spp-para-regiao-do-triangulo-mineiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELLO, I.E., SANTANA, M.J., PAIVA, I.A., LEITE, L.S., MELO, F.A.D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adubação nitrogenada, Fixação biológica, Inoculação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A fixação biológica nitrogenada possui uma importância destacada devido ao alto custo dos fertilizantes nitrogenados, a qual se torna uma alternativa viável ao agricultor. O objetivo deste trabalho foi de avaliação da produtividade e a eficiência quanto ao uso da água (E.U.A.) no feijoeiro comum irrigado com diferentes lâminas e formas de adubação nitrogenada na região de Uberaba, MG. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições, sendo quatro lâminas de irrigação, três formas de adubação nitrogenada, inoculação com Rhizobium tropici e Rhizobium etli, aplicação de nitrogênio tanto na semeadura quanto na cobertura com 20 kg ha- 60 kg ha-1, respectivamente com ausência de inoculação e adubação nitrogenada. Estirpes de Rhizobium spp. apresentaram uma maior produtividade com a interação de lâmina superior a 100% da ETc. Lâminas excessivas promovem a queda na E.U.A. Houve uma máxima produtividade com o tratamento mineral com adubação combinada de reposição até 100% da ETc. Não foi verificado efeito para tratamentos e equações estudadas para a soma térmica do feijão.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:15:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E DENSIDADE DE SEMEADURA NO CULTIVO DE MINIMILHO EM LATOSSOLO VERMELHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1223-laminas-de-irrigacao-e-densidade-de-semeadura-no-cultivo-de-minimilho-em-latossolo-vermelho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1223-laminas-de-irrigacao-e-densidade-de-semeadura-no-cultivo-de-minimilho-em-latossolo-vermelho/file" length="178625" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1223-laminas-de-irrigacao-e-densidade-de-semeadura-no-cultivo-de-minimilho-em-latossolo-vermelho/file"
                fileSize="178625"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E DENSIDADE DE SEMEADURA NO CULTIVO DE MINIMILHO EM LATOSSOLO VERMELHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOARES, D.C., KOETZ, M., OLIVEIRA, J.R.S., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Minimilho, irrigação, Densidade de sementes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cultivo do minimilho no Brasil surge como uma nova alternativa de renda para o produtor rural. Objetivou-se avaliar a massa seca da bainha e a massa seca da folha sem bainha do milho cultivar AG 8690 cultivado para obtenção do minimilho. O experimento realizou-se a campo, na Universidade Federal de Mato Grosso no município de Rondonópolis, em esquema fatorial 5x5 em parcelas subdivididas, sendo as parcelas as lâminas de irrigação (40, 60, 80, 100 e 120% ETc.) via gotejamento e as subparcelas a densidade de semeadura (8, 10, 12, 14 e 16 plantas m-1) com três repetições. Os resultados foram submetidos à análise de variância e regressão ambos a 5% de probabilidade, A massa seca da bainha apresentou um comportamento linear decrescente conforme o aumentou-se a densidade de semeadura. A massa seca das folhas sem a bainha foi influenciada de forma isolada pelos tratamentos, onde a densidade de semeadura teve um comportamento linear decrescente. Já as lâminas de irrigação tiveram um comportamento linear crescente onde a maior lâmina (120% ETc) proporcionou a maior massa seca de folhas sem a bainha (32,14g). Assim sendo, as lâminas de irrigação e a densidade de semeadura influenciam o desenvolvimento do minimilho.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eas-engenharia-de-agua-e-solo-9/1223-laminas-de-irrigacao-e-densidade-de-semeadura-no-cultivo-de-minimilho-em-latossolo-vermelho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOARES, D.C., KOETZ, M., OLIVEIRA, J.R.S., SILVA, T.J.A., BONFIM-SILVA, E.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Minimilho, irrigação, Densidade de sementes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cultivo do minimilho no Brasil surge como uma nova alternativa de renda para o produtor rural. Objetivou-se avaliar a massa seca da bainha e a massa seca da folha sem bainha do milho cultivar AG 8690 cultivado para obtenção do minimilho. O experimento realizou-se a campo, na Universidade Federal de Mato Grosso no município de Rondonópolis, em esquema fatorial 5x5 em parcelas subdivididas, sendo as parcelas as lâminas de irrigação (40, 60, 80, 100 e 120% ETc.) via gotejamento e as subparcelas a densidade de semeadura (8, 10, 12, 14 e 16 plantas m-1) com três repetições. Os resultados foram submetidos à análise de variância e regressão ambos a 5% de probabilidade, A massa seca da bainha apresentou um comportamento linear decrescente conforme o aumentou-se a densidade de semeadura. A massa seca das folhas sem a bainha foi influenciada de forma isolada pelos tratamentos, onde a densidade de semeadura teve um comportamento linear decrescente. Já as lâminas de irrigação tiveram um comportamento linear crescente onde a maior lâmina (120% ETc) proporcionou a maior massa seca de folhas sem a bainha (32,14g). Assim sendo, as lâminas de irrigação e a densidade de semeadura influenciam o desenvolvimento do minimilho.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:12:39 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>