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       <title>Energia na Agricultura (EAG) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>USO DA GLICERINA ASSOCIADA COM NITROGÊNIO NA PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO</title>
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           <media:title type="plain">USO DA GLICERINA ASSOCIADA COM NITROGÊNIO NA PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Corrêa, L.N., Caione, G., Costa, W.C.A., Souza, J.B.C., Prado, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays, resíduo, fertilizantes fluidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produção de biodiesel tem gerado um grande excedente de glicerina bruta, principal resíduo gerado no processo produtivo. Sabe-se que aproveitamento de resíduos agroindustriais é de grande importância econômica e ambiental. Assim, objetivou-se avaliar os efeitos da adição da glicerina bruta ao fertilizante nitrogenado fluido (ureia) sobre o acúmulo de nitrogênio e de matéria seca por plantas de milho (Zea mays), cultivadas em dois tipos de solo. O experimento foi realizado em casa de vegetação na UNESP-FCAV. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2 + 1, sendo as fontes de nitrogênio ureia, e ureia associada à glicerina e dois solos (argissolo e latossolo) + dois tratamentos-controle (aplicação apenas de glicerina nos dois solos), com quatro repetições. Avaliou-se o acúmulo de matéria seca e de nitrogênio pelo milho. O acúmulo de N por plantas de milho no Argissolo foi superior com o uso da glicerina associada à ureia em relação à aplicação de ureia apenas; resultado inverso ocorreu no Latossolo, onde se observa maior acúmulo de N em relação ao uso de ureia apenas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1268-uso-da-glicerina-associada-com-nitrogenio-na-producao-de-materia-seca-de-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Corrêa, L.N., Caione, G., Costa, W.C.A., Souza, J.B.C., Prado, R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays, resíduo, fertilizantes fluidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento da produção de biodiesel tem gerado um grande excedente de glicerina bruta, principal resíduo gerado no processo produtivo. Sabe-se que aproveitamento de resíduos agroindustriais é de grande importância econômica e ambiental. Assim, objetivou-se avaliar os efeitos da adição da glicerina bruta ao fertilizante nitrogenado fluido (ureia) sobre o acúmulo de nitrogênio e de matéria seca por plantas de milho (Zea mays), cultivadas em dois tipos de solo. O experimento foi realizado em casa de vegetação na UNESP-FCAV. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2 + 1, sendo as fontes de nitrogênio ureia, e ureia associada à glicerina e dois solos (argissolo e latossolo) + dois tratamentos-controle (aplicação apenas de glicerina nos dois solos), com quatro repetições. Avaliou-se o acúmulo de matéria seca e de nitrogênio pelo milho. O acúmulo de N por plantas de milho no Argissolo foi superior com o uso da glicerina associada à ureia em relação à aplicação de ureia apenas; resultado inverso ocorreu no Latossolo, onde se observa maior acúmulo de N em relação ao uso de ureia apenas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:07:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DO USO DE ESTERCO OVINO COMO SUBSTRATO</title>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DO USO DE ESTERCO OVINO COMO SUBSTRATO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TOSCANO, M.A., MARTIN, S., RABELO, E.A., SILVA, D.F., FAGGION, F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a produção de biogás a partir da digestão anaeróbia de esterco ovino, e quantificar as alterações que ocorrem no substrato após a biodigestão. O estudo foi realizado com esterco coletado fresco e com o uso de biodigestores de bancada do tipo batelada, com 1600 cm³ de volume útil por garrafa. O afluente foi preparado com as proporções de 21,18% de esterco ovino, 20% de inóculo e 58,82% para água, totalizando 338,88 ml de esterco ovino, 320 ml de inóculo e 914,12 ml de água. Estas medidas foram adotadas para que no biorreator totalize 8% de sólidos totais. A avaliação da produção de biogás foi realizada a partir da mensuração do volume de gás produzido diariamente nos gasômetros e posterior correção do volume para as condições de 1 atmosfera e 20°C. A amostra de esterco ovino apresentou resultados de sólidos totais de 22,95%, sendo que ao final passou de 8,00 para 3,89%. O pH do esterco foi de 7,72 e o do biofertilizante de 7,80. A produção de biogás atingiu valores de 16.991,8 cm3 aos 44 dias, com composição de 77,5% de metano. Conclui-se que o esterco de ovino tem potencial para ser mais uma alternativa energética sustentável para propriedades rurais.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TOSCANO, M.A., MARTIN, S., RABELO, E.A., SILVA, D.F., FAGGION, F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a produção de biogás a partir da digestão anaeróbia de esterco ovino, e quantificar as alterações que ocorrem no substrato após a biodigestão. O estudo foi realizado com esterco coletado fresco e com o uso de biodigestores de bancada do tipo batelada, com 1600 cm³ de volume útil por garrafa. O afluente foi preparado com as proporções de 21,18% de esterco ovino, 20% de inóculo e 58,82% para água, totalizando 338,88 ml de esterco ovino, 320 ml de inóculo e 914,12 ml de água. Estas medidas foram adotadas para que no biorreator totalize 8% de sólidos totais. A avaliação da produção de biogás foi realizada a partir da mensuração do volume de gás produzido diariamente nos gasômetros e posterior correção do volume para as condições de 1 atmosfera e 20°C. A amostra de esterco ovino apresentou resultados de sólidos totais de 22,95%, sendo que ao final passou de 8,00 para 3,89%. O pH do esterco foi de 7,72 e o do biofertilizante de 7,80. A produção de biogás atingiu valores de 16.991,8 cm3 aos 44 dias, com composição de 77,5% de metano. Conclui-se que o esterco de ovino tem potencial para ser mais uma alternativa energética sustentável para propriedades rurais.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:43:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DO USO DA MISTURA DE ESTERCO BOVINO E OVINO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1244-producao-de-biogas-a-partir-do-uso-da-mistura-de-esterco-bovino-e-ovino?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DO USO DA MISTURA DE ESTERCO BOVINO E OVINO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D.F., MARTIN, S., RABELO, E.A., TOSCANO, M.A., MOSCON, E.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Esse trabalho tem por objetivo a avaliação da produção de biogás a partir da mistura de esterco bovino e ovino, bem como avaliar a qualidade do gás produzido e as características do afluente e do efluente. O estudo foi realizado em laboratório, em biodigestor de bancada do tipo batelada, com 1600 cm³ de volume útil. Foi utilizada a seguinte proporção de mistura, em volume: 25,71% de esterco bovino; 10,58% de esterco ovino; 20% de inoculo e 43,71% de água destilada, a fim de estabelecer um total de 8% de sólidos totais, em solução. Diariamente foram coletados dados de produção, durante o período de 21/03 a 03/05/2017 e corrigidos para as condições normais de temperatura e pressão (20º C e 1 atm). Ao final de 44 dias de coleta de dados foi obtido um total de 19.396,3 cm³ de biogás, com taxa de 77,5% de metano em sua composição; o teor de sólidos totais foi reduzido de 8% para 4,52%; em relação ao pH, o biofertilizante apresentou resultado de 7,50 (a mistura inicial de estercos apresentou pH de 7,48). A produção de biogás a partir da mistura de esterco bovino com ovino foi eficaz, dada a redução na concentração de sólidos totais.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1244-producao-de-biogas-a-partir-do-uso-da-mistura-de-esterco-bovino-e-ovino?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D.F., MARTIN, S., RABELO, E.A., TOSCANO, M.A., MOSCON, E.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Esse trabalho tem por objetivo a avaliação da produção de biogás a partir da mistura de esterco bovino e ovino, bem como avaliar a qualidade do gás produzido e as características do afluente e do efluente. O estudo foi realizado em laboratório, em biodigestor de bancada do tipo batelada, com 1600 cm³ de volume útil. Foi utilizada a seguinte proporção de mistura, em volume: 25,71% de esterco bovino; 10,58% de esterco ovino; 20% de inoculo e 43,71% de água destilada, a fim de estabelecer um total de 8% de sólidos totais, em solução. Diariamente foram coletados dados de produção, durante o período de 21/03 a 03/05/2017 e corrigidos para as condições normais de temperatura e pressão (20º C e 1 atm). Ao final de 44 dias de coleta de dados foi obtido um total de 19.396,3 cm³ de biogás, com taxa de 77,5% de metano em sua composição; o teor de sólidos totais foi reduzido de 8% para 4,52%; em relação ao pH, o biofertilizante apresentou resultado de 7,50 (a mistura inicial de estercos apresentou pH de 7,48). A produção de biogás a partir da mistura de esterco bovino com ovino foi eficaz, dada a redução na concentração de sólidos totais.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:43:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POTENCIAL DE GERAÇÃO DE BIOGÁS DE ESTERCO BOVINO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1240-potencial-de-geracao-de-biogas-de-esterco-bovino?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POTENCIAL DE GERAÇÃO DE BIOGÁS DE ESTERCO BOVINO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA JUNIOR, A.A., MARTIN, S., RABELO, E.A., SILVA , D.F., TOSCANO, M.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com a realização deste trabalho teve-se por objetivo analisar da produção de biogás a partir do uso de esterco bovino, e analisar as alterações que ocorreram no substrato após o processo de fermentação. O experimento foi realizado na região central do Brasil, utilizando-se de um biodigestor tipo batelada, com volume útil de 1600 cm³, sendo que o mesmo permaneceu a temperatura ambiente. Foram utilizadas as seguintes proporções, em volume: 51,43% de esterco bovino, 20% de inoculo e 28,57% de água destilada, com o intuito de estabelecer o teor de sólidos totais de 8% na mistura. Ao final de 44 dias de coleta de dados, foram obtidos os seguintes resultados: volume total de biogás produzido de 20.125,50 cm³ de biogás; concentração de metano e gás carbônico de 80 e 20%, ao final do experimento; redução dos sólidos totais de 8% para 5,56%; o pH medido para o biofertilizante (efluente resultado do processo) foi de 7,77. No início do estudo o pH medido para o esterco e o inóculo foram de 6,48 e 7,33, respectivamente. Conclui-se que o resultado da digestão anaeróbia de esterco bovino gera um efluente estável, que poderá ser utilizado como biofertilizante, reduzindo custos de produção nas propriedades rurais e também os impactos ambientais.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1240-potencial-de-geracao-de-biogas-de-esterco-bovino?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA JUNIOR, A.A., MARTIN, S., RABELO, E.A., SILVA , D.F., TOSCANO, M.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestores; biogás; metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com a realização deste trabalho teve-se por objetivo analisar da produção de biogás a partir do uso de esterco bovino, e analisar as alterações que ocorreram no substrato após o processo de fermentação. O experimento foi realizado na região central do Brasil, utilizando-se de um biodigestor tipo batelada, com volume útil de 1600 cm³, sendo que o mesmo permaneceu a temperatura ambiente. Foram utilizadas as seguintes proporções, em volume: 51,43% de esterco bovino, 20% de inoculo e 28,57% de água destilada, com o intuito de estabelecer o teor de sólidos totais de 8% na mistura. Ao final de 44 dias de coleta de dados, foram obtidos os seguintes resultados: volume total de biogás produzido de 20.125,50 cm³ de biogás; concentração de metano e gás carbônico de 80 e 20%, ao final do experimento; redução dos sólidos totais de 8% para 5,56%; o pH medido para o biofertilizante (efluente resultado do processo) foi de 7,77. No início do estudo o pH medido para o esterco e o inóculo foram de 6,48 e 7,33, respectivamente. Conclui-se que o resultado da digestão anaeróbia de esterco bovino gera um efluente estável, que poderá ser utilizado como biofertilizante, reduzindo custos de produção nas propriedades rurais e também os impactos ambientais.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:39:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DO ÓLEO BRUTO DE BABAÇU</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1236-obtencao-e-caracterizacao-de-biodiesel-a-partir-do-oleo-bruto-de-babacu?format=html</link>
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           <media:title type="plain">OBTENÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DO ÓLEO BRUTO DE BABAÇU</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENCINA FILHO, P.S.D., MENOCIN, D.P.T., SILVEIRA, E.L.C., OSTI, R.Z., SCHNEID, C.C.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodiesel, babaçu, transesterificação.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O babaçu (Orbignya sp) é uma palmeira encontrada principalmente na região de transição do cerrado e da mata amazônica. A fibra é utilizada na fabricação de artefatos, enquanto as amêndoas podem ser consumidas in natura, como também produzem um óleo que é usado na alimentação humana e na produção de cosméticos. Dentre as aplicações do babaçu, está seu uso na produção de biodiesel, desta forma, este trabalho apresenta o estudo para a produção de biodiesel, realizando a transesterificação do óleo bruto de babaçu, consistindo na conversão de triglicerídeos na presença de um álcool (metanol) e um catalisador (metilato de sódio) em ésteres alquílicos e glicerina. A reação ocorreu em duas etapas, ambas sob refluxo a 60 °C durante uma hora. Com a finalidade de se avaliar as características do biodiesel produzido, determinou-se o índice de acidez, viscosidade e densidade tanto do óleo bruto quanto do biodiesel. Tais parâmetros são importantes para a avaliação e produção de biodiesel a partir da matéria-prima escolhida. O índice de acidez do óleo bruto foi igual a 0,7 mg KOH.g-1 e de seu biodiesel 0,14 mg KOH.g-1. O biodiesel apresentou uma viscosidade cinemática a 40 °C igual a 4,15 mm2.s-1. O óleo de babaçu apresentou densidade igual a 916,6 kg.m-3 a 20 ºC, observando-se uma redução para 880 kg.m-3, obtida para o biodiesel. Os parâmetros analíticos avaliados estão de acordo com a resolução n° 45/2014 da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis -ANP.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENCINA FILHO, P.S.D., MENOCIN, D.P.T., SILVEIRA, E.L.C., OSTI, R.Z., SCHNEID, C.C.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodiesel, babaçu, transesterificação.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O babaçu (Orbignya sp) é uma palmeira encontrada principalmente na região de transição do cerrado e da mata amazônica. A fibra é utilizada na fabricação de artefatos, enquanto as amêndoas podem ser consumidas in natura, como também produzem um óleo que é usado na alimentação humana e na produção de cosméticos. Dentre as aplicações do babaçu, está seu uso na produção de biodiesel, desta forma, este trabalho apresenta o estudo para a produção de biodiesel, realizando a transesterificação do óleo bruto de babaçu, consistindo na conversão de triglicerídeos na presença de um álcool (metanol) e um catalisador (metilato de sódio) em ésteres alquílicos e glicerina. A reação ocorreu em duas etapas, ambas sob refluxo a 60 °C durante uma hora. Com a finalidade de se avaliar as características do biodiesel produzido, determinou-se o índice de acidez, viscosidade e densidade tanto do óleo bruto quanto do biodiesel. Tais parâmetros são importantes para a avaliação e produção de biodiesel a partir da matéria-prima escolhida. O índice de acidez do óleo bruto foi igual a 0,7 mg KOH.g-1 e de seu biodiesel 0,14 mg KOH.g-1. O biodiesel apresentou uma viscosidade cinemática a 40 °C igual a 4,15 mm2.s-1. O óleo de babaçu apresentou densidade igual a 916,6 kg.m-3 a 20 ºC, observando-se uma redução para 880 kg.m-3, obtida para o biodiesel. Os parâmetros analíticos avaliados estão de acordo com a resolução n° 45/2014 da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis -ANP.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:35:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE UM GRUPO GERADOR MONOCILINDRICO OPERANDO COM BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1157-desempenho-de-um-grupo-gerador-monocilindrico-operando-com-biodiesel-de-oleo-de-algodao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE UM GRUPO GERADOR MONOCILINDRICO OPERANDO COM BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENCINA FILHO P.S.D., SANTOS P.H.B. dos, ARAÚJO R.F.A. de, SILVEIRA E.L.C., FIORESE D.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodiesel, eficiência energética, consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho objetivou realizar a avaliação de desempenho de um grupo gerador utilizando-se como combustível o biodiesel metílico de algodão, e misturas com óleo diesel comercial. Utilizou-se de óleo diesel comercial B8 (testemunha), e misturas B25, B50, B75 e biodiesel B100 (puro). Para avaliação do desempenho do motor com o biodiesel utilizou-se de um motor-gerador monocilíndrico de 5 kW de potência, associado com um sistema de variação de cargas, medindo-se o consumo ponderal com balança de precisão e a partir da variação de carga entre 1 e 4 kW. Avaliou-se o consumo horário volumétrico, específico e eficiência do motor. Os resultados mostraram que o diesel comercial (B8) apresentou menores valores de consumo horário. Na maior carga aplicada (4kW) o consumo foi de 1,64 L h-1 com eficiência de 25,13% para B8 e de 1,90 L h-1 e 23,12% de eficiência para o B100, sendo que o aumento do consumo foi gradativo conforme adição de biodiesel na mistura. O consumo específico mostrou-se menor quando o motor estava operando nas cargas próximo de 3,5 kW, intervalo em que a eficiência é maior, consequentemente. Na blenda B25 observou-se comportamento similar a testemunha, indicando ser uma mistura que não afeta o consumo de combustível.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/eag-energia-na-agricultura-9/1157-desempenho-de-um-grupo-gerador-monocilindrico-operando-com-biodiesel-de-oleo-de-algodao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENCINA FILHO P.S.D., SANTOS P.H.B. dos, ARAÚJO R.F.A. de, SILVEIRA E.L.C., FIORESE D.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodiesel, eficiência energética, consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho objetivou realizar a avaliação de desempenho de um grupo gerador utilizando-se como combustível o biodiesel metílico de algodão, e misturas com óleo diesel comercial. Utilizou-se de óleo diesel comercial B8 (testemunha), e misturas B25, B50, B75 e biodiesel B100 (puro). Para avaliação do desempenho do motor com o biodiesel utilizou-se de um motor-gerador monocilíndrico de 5 kW de potência, associado com um sistema de variação de cargas, medindo-se o consumo ponderal com balança de precisão e a partir da variação de carga entre 1 e 4 kW. Avaliou-se o consumo horário volumétrico, específico e eficiência do motor. Os resultados mostraram que o diesel comercial (B8) apresentou menores valores de consumo horário. Na maior carga aplicada (4kW) o consumo foi de 1,64 L h-1 com eficiência de 25,13% para B8 e de 1,90 L h-1 e 23,12% de eficiência para o B100, sendo que o aumento do consumo foi gradativo conforme adição de biodiesel na mistura. O consumo específico mostrou-se menor quando o motor estava operando nas cargas próximo de 3,5 kW, intervalo em que a eficiência é maior, consequentemente. Na blenda B25 observou-se comportamento similar a testemunha, indicando ser uma mistura que não afeta o consumo de combustível.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:00:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>BALANÇO ENERGÉTICO E ECONÔMICO DA SEMEADURA CRUZADA DE SOJA</title>
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           <media:title type="plain">BALANÇO ENERGÉTICO E ECONÔMICO DA SEMEADURA CRUZADA DE SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIQUETTI, N.B., SILVA, P.R.A., SOUSA, S.F.G., TAVARES, L.A.F., CORREIA, T.P.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia na agricultura, custos de produção, arranjo de plantas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A necessidade de aumento do lucro financeiro com baixo impacto no ambiente faz com que se busquem novos sistemas de cultivo. No cultivo da soja alguns produtores buscaram realizar a semeadura cruzada da soja para obter melhor produtividade e, consequentemente, maior lucro. Nesse trabalho foi testado a semeadura cruzada com diferentes populações e doses de fertilizante e comparado com a semeadura em linhas paralelas T1, sendo este sistema utilizado como referência. No T2 foi realizada a semeadura cruzada, passando a semeadora duas vezes na mesma área, dobrando a quantidade de adubo e sementes. O T3 utilizou o dobro de sementes e a mesma dose de adubo do sistema em linhas paralelas. O T4 constou da mesma quantidade de sementes e o dobro de adubo do sistema em linhas paralelas. O T5 apresentou a mesma dose de adubo e de sementes que o sistema em linhas paralelas, onde 50% da dose de adubo e sementes foi distribuída na primeira passada e o restante na segunda passada (cruzada). Com base nos resultados obtidos, pode-se concluir que o sistema de semeadura cruzada não apresenta vantagens em termos energéticos, econômicos e agronômicos comparado com o sistema em linhas paralelas.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIQUETTI, N.B., SILVA, P.R.A., SOUSA, S.F.G., TAVARES, L.A.F., CORREIA, T.P.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia na agricultura, custos de produção, arranjo de plantas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A necessidade de aumento do lucro financeiro com baixo impacto no ambiente faz com que se busquem novos sistemas de cultivo. No cultivo da soja alguns produtores buscaram realizar a semeadura cruzada da soja para obter melhor produtividade e, consequentemente, maior lucro. Nesse trabalho foi testado a semeadura cruzada com diferentes populações e doses de fertilizante e comparado com a semeadura em linhas paralelas T1, sendo este sistema utilizado como referência. No T2 foi realizada a semeadura cruzada, passando a semeadora duas vezes na mesma área, dobrando a quantidade de adubo e sementes. O T3 utilizou o dobro de sementes e a mesma dose de adubo do sistema em linhas paralelas. O T4 constou da mesma quantidade de sementes e o dobro de adubo do sistema em linhas paralelas. O T5 apresentou a mesma dose de adubo e de sementes que o sistema em linhas paralelas, onde 50% da dose de adubo e sementes foi distribuída na primeira passada e o restante na segunda passada (cruzada). Com base nos resultados obtidos, pode-se concluir que o sistema de semeadura cruzada não apresenta vantagens em termos energéticos, econômicos e agronômicos comparado com o sistema em linhas paralelas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 07:51:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DA ESTRUTURA TARIFÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA DA UFMT CÂMPUS RONDONÓPOLIS</title>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Borges R.C., Silva L.T., Sohn A.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Demanda de energia, estrutura tarifária, eficiência energética.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As unidades consumidoras de energia elétrica são classificadas em dois grupos tarifários. Para cada grupo, aplica-se um determinado contrato de fornecimento de energia. Neste contexto, o gerenciamento da estrutura tarifária torna-se importante para a redução de custos associados à contratação de demanda de potência e ao consumo de energia. A escolha da melhor demanda evitará o desperdício financeiro, visto que pela legislação se a demanda registrada for inferior à demanda contratada, será faturada a demanda contratada e, se a demanda registrada for superior à demanda contratada, será aplicada a tarifa de ultrapassagem. Nestas duas situações, tanto o sub como o superdimensionamento da demanda contratada, provocarão uma elevação desnecessária dos custos finais com energia elétrica. O foco deste trabalho é realizar um estudo sobre a estrutura tarifária da UFMT localizada no município de Rondonópolis-MT a fim de viabilizar uma melhor eficiência na gestão dos recursos energéticos. Após as análises nas faturas de energia, verificou-se a necessidade de aumentar a demanda contratada uma vez que não houve atualização desde 2016 e, nesse período houve um aumento na carga instalada. Além disso, observou-se também que o fator de potência da unidade consumidora está abaixo do exigido pela norma, gerando custos adicionais na fatura de energia.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Borges R.C., Silva L.T., Sohn A.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Demanda de energia, estrutura tarifária, eficiência energética.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As unidades consumidoras de energia elétrica são classificadas em dois grupos tarifários. Para cada grupo, aplica-se um determinado contrato de fornecimento de energia. Neste contexto, o gerenciamento da estrutura tarifária torna-se importante para a redução de custos associados à contratação de demanda de potência e ao consumo de energia. A escolha da melhor demanda evitará o desperdício financeiro, visto que pela legislação se a demanda registrada for inferior à demanda contratada, será faturada a demanda contratada e, se a demanda registrada for superior à demanda contratada, será aplicada a tarifa de ultrapassagem. Nestas duas situações, tanto o sub como o superdimensionamento da demanda contratada, provocarão uma elevação desnecessária dos custos finais com energia elétrica. O foco deste trabalho é realizar um estudo sobre a estrutura tarifária da UFMT localizada no município de Rondonópolis-MT a fim de viabilizar uma melhor eficiência na gestão dos recursos energéticos. Após as análises nas faturas de energia, verificou-se a necessidade de aumentar a demanda contratada uma vez que não houve atualização desde 2016 e, nesse período houve um aumento na carga instalada. Além disso, observou-se também que o fator de potência da unidade consumidora está abaixo do exigido pela norma, gerando custos adicionais na fatura de energia.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:59:52 -0300</pubDate>
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