<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8?format=html</link>
              <lastBuildDate>Fri, 20 Mar 2020 09:18:44 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>VIGOR DE SEMENTES DE MAMONA SUBMETIDAS AO ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file" length="254084" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file"
                fileSize="254084"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIGOR DE SEMENTES DE MAMONA SUBMETIDAS AO ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., ZUCHI, J., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade fisiológica de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O ambiente e o tempo de armazenamento podem influenciar na qualidade das sementes armazenadas, principalmente as oleaginosas, mais propensas à deterioração. O objetivo deste trabalho foi avaliar o vigor das sementes de mamona de dois genótipos armazenadas durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. Realizou-se o teste da condutividade elétrica e envelhecimento acelerado dos lotes de sementes de cada genótipo (701 e 106) ao longo do armazenamento. As amostras foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualisado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As sementes do genótipo 106, quando armazenadas a 10ºC, apresentam menores valores de condutividade elétrica no período inicial do armazenamento. Posteriormente, há aumento nas leituras de condutividade elétrica, sugerindo que as sementes reduzem vigor após os 240 dias. Após o envelhecimento acelerado, as sementes do genótipo 106, armazenadas a 10ºC por 120, 180 e 300 dias, tiveram maior porcentagem de plântulas normais. Também aumentou a porcentagem de plântulas normais ao longo do armazenamento das sementes do genótipo 701, independentemente da temperatura do ambiente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1282-vigor-de-sementes-de-mamona-submetidas-ao-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., ZUCHI, J., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade fisiológica de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O ambiente e o tempo de armazenamento podem influenciar na qualidade das sementes armazenadas, principalmente as oleaginosas, mais propensas à deterioração. O objetivo deste trabalho foi avaliar o vigor das sementes de mamona de dois genótipos armazenadas durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. Realizou-se o teste da condutividade elétrica e envelhecimento acelerado dos lotes de sementes de cada genótipo (701 e 106) ao longo do armazenamento. As amostras foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualisado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. As sementes do genótipo 106, quando armazenadas a 10ºC, apresentam menores valores de condutividade elétrica no período inicial do armazenamento. Posteriormente, há aumento nas leituras de condutividade elétrica, sugerindo que as sementes reduzem vigor após os 240 dias. Após o envelhecimento acelerado, as sementes do genótipo 106, armazenadas a 10ºC por 120, 180 e 300 dias, tiveram maior porcentagem de plântulas normais. Também aumentou a porcentagem de plântulas normais ao longo do armazenamento das sementes do genótipo 701, independentemente da temperatura do ambiente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:18:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DOS FATORES DE FORMA DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI DURANTE A SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem/file" length="296278" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem/file"
                fileSize="296278"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DOS FATORES DE FORMA DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI DURANTE A SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., CAMPOS, S.C., MENEZES JR., J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, propriedades físicas.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a variação dos fatores de forma de grãos de feijão-caupi durante a secagem. Grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,112 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, foram medidas as dimensões características principais de grãos de feijão caupi (maior, menor e intermediária). Obtidas as dimensões características calculou-se a esfericidade, a circularidade(para a posição natural de repouso), a relação superfície-volume e o diâmetro geométrico. Verificou-se que o teor de água influenciou significativamente os fatores de forma analisados, proporcionando aumento da esfericidade, da circularidade e da relação superfície-volume com a redução do teor de água. Já o diâmetro geométrico diminuiu conforme a redução do teor de água durante a secagem.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1278-variacao-dos-fatores-de-forma-de-graos-de-feijao-caupi-durante-a-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., CAMPOS, S.C., MENEZES JR., J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, propriedades físicas.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a variação dos fatores de forma de grãos de feijão-caupi durante a secagem. Grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,112 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, foram medidas as dimensões características principais de grãos de feijão caupi (maior, menor e intermediária). Obtidas as dimensões características calculou-se a esfericidade, a circularidade(para a posição natural de repouso), a relação superfície-volume e o diâmetro geométrico. Verificou-se que o teor de água influenciou significativamente os fatores de forma analisados, proporcionando aumento da esfericidade, da circularidade e da relação superfície-volume com a redução do teor de água. Já o diâmetro geométrico diminuiu conforme a redução do teor de água durante a secagem.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:15:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SIMULAÇÃO EM ELEMENTOS FINITOS DE UM TANQUE DE RESFRIAMENTO DE LEITE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1263-simulacao-em-elementos-finitos-de-um-tanque-de-resfriamento-de-leite?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1263-simulacao-em-elementos-finitos-de-um-tanque-de-resfriamento-de-leite/file" length="248589" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1263-simulacao-em-elementos-finitos-de-um-tanque-de-resfriamento-de-leite/file"
                fileSize="248589"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SIMULAÇÃO EM ELEMENTOS FINITOS DE UM TANQUE DE RESFRIAMENTO DE LEITE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REZENDE, R.P., ANDRADE, E.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Modelagem; método dos elementos finitos; tanque de resfriamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Um modelo é uma representação de um sistema real que permite analisar e prever diversas condições de funcionamento. Assim, o objetivo deste trabalho foi modelar um tanque de resfriamento que resfria o leite até 4 ºC, de modo a manter sua qualidade após a ordenha em uma propriedade rural. O modelo do sistema foi construído e simulado no software ANSYS de análise de elementos finitos. Os resultados da simulação foram então comparados aos experimentais, e o modelo desenvolvido simulou o resfriamento do leite no tanque com um erro de aproximadamente 5%, o que configura um erro aceitável, possibilitando que o modelo possa ser utilizado para representar satisfatoriamente o sistema real. Com isso, testes de alternativas para melhorar e otimizar o processo, bem como uma melhor utilização do sistema podem ser feitas diretamente no modelo computacional, sem a necessidade de serem implementadas previamente no sistema real.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1263-simulacao-em-elementos-finitos-de-um-tanque-de-resfriamento-de-leite?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REZENDE, R.P., ANDRADE, E.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Modelagem; método dos elementos finitos; tanque de resfriamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Um modelo é uma representação de um sistema real que permite analisar e prever diversas condições de funcionamento. Assim, o objetivo deste trabalho foi modelar um tanque de resfriamento que resfria o leite até 4 ºC, de modo a manter sua qualidade após a ordenha em uma propriedade rural. O modelo do sistema foi construído e simulado no software ANSYS de análise de elementos finitos. Os resultados da simulação foram então comparados aos experimentais, e o modelo desenvolvido simulou o resfriamento do leite no tanque com um erro de aproximadamente 5%, o que configura um erro aceitável, possibilitando que o modelo possa ser utilizado para representar satisfatoriamente o sistema real. Com isso, testes de alternativas para melhorar e otimizar o processo, bem como uma melhor utilização do sistema podem ser feitas diretamente no modelo computacional, sem a necessidade de serem implementadas previamente no sistema real.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 09:00:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1252-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-caupi?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1252-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-caupi/file" length="264732" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1252-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-caupi/file"
                fileSize="264732"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., MENEZES JÚNIOR, J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar as propriedades físicas do feijão caupi em diferentes teores de água. Amostras de grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,13 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, para teores de água predeterminados, foram determinadas as propriedades físicas: ângulo de repouso, massa específica aparente, massa específica unitária, porosidade intergranular e massa de mil grãos. De acordo com os resultados obtidos observou-se que, o teor de água influenciou significativamente as propriedades físicas das amostras de feijão Caupi analisadas. Durante a secagem houve aumento da massa específica aparente e da massa específica unitária, além da redução da massa de mil grãos, do ângulo de repouso e da porosidade intergranular.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1252-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-caupi?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAÚJO, M.J.I., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., MENEZES JÚNIOR, J.A.N., ALMEIDA, L.C.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Vigna unguiculata, teor de água, secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho avaliar as propriedades físicas do feijão caupi em diferentes teores de água. Amostras de grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente e com teor de água inicial de 0,250 (b.s) foram secados em uma estufa com circulação forçada de ar à 40 °C até o teor de água final de 0,13 (b.s). A secagem foi acompanhada por diferença de massa, conhecendo-se o teor de água inicial. Ao longo da secagem, para teores de água predeterminados, foram determinadas as propriedades físicas: ângulo de repouso, massa específica aparente, massa específica unitária, porosidade intergranular e massa de mil grãos. De acordo com os resultados obtidos observou-se que, o teor de água influenciou significativamente as propriedades físicas das amostras de feijão Caupi analisadas. Durante a secagem houve aumento da massa específica aparente e da massa específica unitária, além da redução da massa de mil grãos, do ângulo de repouso e da porosidade intergranular.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:50:41 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES FÍSICAS DE DIFERENTES CULTIVARES DE SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1251-propriedades-fisicas-de-diferentes-cultivares-de-soja?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1251-propriedades-fisicas-de-diferentes-cultivares-de-soja/file" length="225037" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1251-propriedades-fisicas-de-diferentes-cultivares-de-soja/file"
                fileSize="225037"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PROPRIEDADES FÍSICAS DE DIFERENTES CULTIVARES DE SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Silva, C.T.R., Oliveira, W.C.M., Caneppele, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Beneficiamento de grãos, dimensionamento, produtos agrícolas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Para aprimorar os procedimentos de beneficiamento de grãos e sementes afim de obter produtos mais homogêneos e com menor índice de impurezas, é importante ter conhecimento das propriedades físicas dos produtos agrícolas devido seus diferentes tamanhos e formas existentes que implicam no dimensionamento de máquinas e equipamentos. Logo, o objetivo desta pesquisa foi determinar o ângulo de repouso, massa específica granular e porosidade da soja. O experimento foi realizado no Laboratório do Núcleo de Tecnologia em Armazenagem, da Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia do Campus Universitário de Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro cultivares de soja: (M7739; M8210; “Desafio”; M8372) e cinco repetições. De acordo, com os resultados obtidos houve diferença significativa para as variáveis ângulo de repouso e porosidade. Com variação de 14,818° a 17,078°; 41,7% a 44,3%; 665,6kg/m3 a 678,4kg/m3 para ângulo de repouso, porosidade e massa específica, respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1251-propriedades-fisicas-de-diferentes-cultivares-de-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Silva, C.T.R., Oliveira, W.C.M., Caneppele, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Beneficiamento de grãos, dimensionamento, produtos agrícolas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Para aprimorar os procedimentos de beneficiamento de grãos e sementes afim de obter produtos mais homogêneos e com menor índice de impurezas, é importante ter conhecimento das propriedades físicas dos produtos agrícolas devido seus diferentes tamanhos e formas existentes que implicam no dimensionamento de máquinas e equipamentos. Logo, o objetivo desta pesquisa foi determinar o ângulo de repouso, massa específica granular e porosidade da soja. O experimento foi realizado no Laboratório do Núcleo de Tecnologia em Armazenagem, da Faculdade de Agronomia, Medicina Veterinária e Zootecnia do Campus Universitário de Cuiabá da Universidade Federal de Mato Grosso. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com quatro cultivares de soja: (M7739; M8210; “Desafio”; M8372) e cinco repetições. De acordo, com os resultados obtidos houve diferença significativa para as variáveis ângulo de repouso e porosidade. Com variação de 14,818° a 17,078°; 41,7% a 44,3%; 665,6kg/m3 a 678,4kg/m3 para ângulo de repouso, porosidade e massa específica, respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:49:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELAGEM MATEMÁTICA DAS CURVAS DE SECAGEM DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1231-modelagem-matematica-das-curvas-de-secagem-de-graos-de-feijao-caupi?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1231-modelagem-matematica-das-curvas-de-secagem-de-graos-de-feijao-caupi/file" length="254790" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1231-modelagem-matematica-das-curvas-de-secagem-de-graos-de-feijao-caupi/file"
                fileSize="254790"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MODELAGEM MATEMÁTICA DAS CURVAS DE SECAGEM DE GRÃOS DE FEIJÃO CAUPI</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARLOT, K., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., OLIVEIRA, A., MENEZES JÚNIOR, J.A.N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>CINÉTICA DE SECAGEM, MODELOS MATEMÁTICOS, Vigna unguiculata</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A secagem de produtos agrícolas é amplamente utilizada no mundo para o controle e a manutenção da qualidade, tornando importante o estudo teórico e a modelagem do processo de secagem dos produtos agrícolas. Objetivou-se com o presente trabalho ajustar diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais da secagem de grãos de feijão caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.). Foram utilizados grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente, com teor de água inicial de aproximadamente 19,5% (b.s.). A secagem do feijão caupi foi realizada numa estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 60, 70 e 80 ± 1 °C até um teor de água final médio de 11% (b.s.). Aos dados experimentais foram ajustados dez modelos matemáticos tradicionalmente utilizados para a representação do processo de secagem de produtos agrícolas. A seleção do melhor modelo foi baseada na magnitude do erro cometido e na avaliação da distribuição residual. Conclui-se que, dentre os modelos analisadosos de Midilli, Aproximação da Difusão e Verma foram os que melhor se ajustaram aos dados observados experimentalmente e, consequentemente, os que melhor descreveramas curvas de secagem do feijão caupi.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1231-modelagem-matematica-das-curvas-de-secagem-de-graos-de-feijao-caupi?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARLOT, K., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., OLIVEIRA, A., MENEZES JÚNIOR, J.A.N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>CINÉTICA DE SECAGEM, MODELOS MATEMÁTICOS, Vigna unguiculata</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A secagem de produtos agrícolas é amplamente utilizada no mundo para o controle e a manutenção da qualidade, tornando importante o estudo teórico e a modelagem do processo de secagem dos produtos agrícolas. Objetivou-se com o presente trabalho ajustar diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais da secagem de grãos de feijão caupi (Vigna unguiculata (L.) Walp.). Foram utilizados grãos de feijão caupi colhidos e debulhados manualmente, com teor de água inicial de aproximadamente 19,5% (b.s.). A secagem do feijão caupi foi realizada numa estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 60, 70 e 80 ± 1 °C até um teor de água final médio de 11% (b.s.). Aos dados experimentais foram ajustados dez modelos matemáticos tradicionalmente utilizados para a representação do processo de secagem de produtos agrícolas. A seleção do melhor modelo foi baseada na magnitude do erro cometido e na avaliação da distribuição residual. Conclui-se que, dentre os modelos analisadosos de Midilli, Aproximação da Difusão e Verma foram os que melhor se ajustaram aos dados observados experimentalmente e, consequentemente, os que melhor descreveramas curvas de secagem do feijão caupi.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:26:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITOS DO HIDRORESFRIAMENTO NA QUALIDADE E CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CEBOLINHA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1193-efeitos-do-hidroresfriamento-na-qualidade-e-conservacao-pos-colheita-de-cebolinha?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1193-efeitos-do-hidroresfriamento-na-qualidade-e-conservacao-pos-colheita-de-cebolinha/file" length="647766" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1193-efeitos-do-hidroresfriamento-na-qualidade-e-conservacao-pos-colheita-de-cebolinha/file"
                fileSize="647766"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">EFEITOS DO HIDRORESFRIAMENTO NA QUALIDADE E CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CEBOLINHA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Betin, P.S., Peixoto, L.S., Fredericci, T., Fracarolli, J.A., Fukasawa, L.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pré-resfriamento, tratamento hidrotérmico, hortaliças.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cebolinha é uma das hortaliças mais utilizadas e comercializadas do mundo, com carácter essencialmente condimentar, porém, apresenta como características alta perecibilidade e suscetibilidade à perda de água, tendo sua vida útil comprometida. Fazendo-se, portanto, necessária a aplicação de técnicas pós-colheita com o intuito de diminuir a atividade metabólica e evitar a perda de água. O método do hidroresfriamento (imersão do produto em uma mistura de água e gelo) se apresenta como uma boa alternativa para retirada do calor de campo e favorecimento da umidade do produto, além de poder ser associado com o processo de sanitização do mesmo. O objetivo deste trabalho foi verificar a eficiência e os efeitos do hidroresfriamento na qualidade e conservação pós-colheita da cebolinha, através das análises de parâmetros de qualidade como perda de massa fresca, sólidos solúveis totais, pH, acidez total titulável, índice de clorofila, relação SST/ATT, respiração, índice de escurecimento e momento de inércia pelo método de biospeckle, para determinar o melhor tempo e eficiência de hidroresfriamento a 5ºC. O hidroresfriamento se mostrou eficiente, principalmente, no controle de perda de massa e nos aspectos visuais comerciais, sendo o tempo mais indicado de aplicação o de 10 minutos.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1193-efeitos-do-hidroresfriamento-na-qualidade-e-conservacao-pos-colheita-de-cebolinha?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Betin, P.S., Peixoto, L.S., Fredericci, T., Fracarolli, J.A., Fukasawa, L.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pré-resfriamento, tratamento hidrotérmico, hortaliças.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cebolinha é uma das hortaliças mais utilizadas e comercializadas do mundo, com carácter essencialmente condimentar, porém, apresenta como características alta perecibilidade e suscetibilidade à perda de água, tendo sua vida útil comprometida. Fazendo-se, portanto, necessária a aplicação de técnicas pós-colheita com o intuito de diminuir a atividade metabólica e evitar a perda de água. O método do hidroresfriamento (imersão do produto em uma mistura de água e gelo) se apresenta como uma boa alternativa para retirada do calor de campo e favorecimento da umidade do produto, além de poder ser associado com o processo de sanitização do mesmo. O objetivo deste trabalho foi verificar a eficiência e os efeitos do hidroresfriamento na qualidade e conservação pós-colheita da cebolinha, através das análises de parâmetros de qualidade como perda de massa fresca, sólidos solúveis totais, pH, acidez total titulável, índice de clorofila, relação SST/ATT, respiração, índice de escurecimento e momento de inércia pelo método de biospeckle, para determinar o melhor tempo e eficiência de hidroresfriamento a 5ºC. O hidroresfriamento se mostrou eficiente, principalmente, no controle de perda de massa e nos aspectos visuais comerciais, sendo o tempo mais indicado de aplicação o de 10 minutos.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 10:27:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE AERAÇÃO FORÇADA PARA UM SILO SECADOR DE ALVENARIA ARMADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1180-dimensionamento-de-um-sistema-de-aeracao-forcada-para-um-silo-secador-de-alvenaria-armada?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1180-dimensionamento-de-um-sistema-de-aeracao-forcada-para-um-silo-secador-de-alvenaria-armada/file" length="428124" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1180-dimensionamento-de-um-sistema-de-aeracao-forcada-para-um-silo-secador-de-alvenaria-armada/file"
                fileSize="428124"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE AERAÇÃO FORÇADA PARA UM SILO SECADOR DE ALVENARIA ARMADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOVATO, M.C., SCHNEIDER, R., GALLI, D.C., FRANCK, C. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Milho, secagem, ventilador</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Quando se pretende armazenar grãos por um maior período é necessário emprego de processos de secagem artificial. O projeto do sistema se baseia em fatores climáticos, características do secador e do produto. Este trabalho objetivou dimensionar um sistema de ventilação artificial forçada, com uso de ar natural, para um silo secador de alvenaria armada com capacidade para 30 toneladas de milho, com diâmetro de 5 m e 2 m de camada de grãos. Para que o tempo de secagem não supere dez dias se faz necessário o uso de um ventilador com vazão de ar: 6815 m³ de ar/h/t de grão; pressão estática: 51 mmCA e potência motora: 2,5 CV de acordo com a metodologia de Elias e Oliveira (20--). A partir destes valores utilizou-se o software Vortex para definição do tipo e modelo do equipamento, selecionando-se um ventilador centrífugo com pás voltadas para trás tipo “limit load” de simples aspiração, acionamento direto, modelo RLS-G da OTAM S&amp;P. Para estabilização do ar é necessário um duto de descarga com sessão 0,43 metros por 0,32 metros e comprimento de 1,21 metros.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1180-dimensionamento-de-um-sistema-de-aeracao-forcada-para-um-silo-secador-de-alvenaria-armada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOVATO, M.C., SCHNEIDER, R., GALLI, D.C., FRANCK, C. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Milho, secagem, ventilador</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Quando se pretende armazenar grãos por um maior período é necessário emprego de processos de secagem artificial. O projeto do sistema se baseia em fatores climáticos, características do secador e do produto. Este trabalho objetivou dimensionar um sistema de ventilação artificial forçada, com uso de ar natural, para um silo secador de alvenaria armada com capacidade para 30 toneladas de milho, com diâmetro de 5 m e 2 m de camada de grãos. Para que o tempo de secagem não supere dez dias se faz necessário o uso de um ventilador com vazão de ar: 6815 m³ de ar/h/t de grão; pressão estática: 51 mmCA e potência motora: 2,5 CV de acordo com a metodologia de Elias e Oliveira (20--). A partir destes valores utilizou-se o software Vortex para definição do tipo e modelo do equipamento, selecionando-se um ventilador centrífugo com pás voltadas para trás tipo “limit load” de simples aspiração, acionamento direto, modelo RLS-G da OTAM S&amp;P. Para estabilização do ar é necessário um duto de descarga com sessão 0,43 metros por 0,32 metros e comprimento de 1,21 metros.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:19:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DO EQUILÍBRIO HIGROSCÓPICO E DO CALOR ISOSTÉRICO DO ALHO &quot;ALLIUM SATIVUM&quot;</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1170-determinacao-do-equilibrio-higroscopico-e-do-calor-isosterico-do-alho-allium-sativum?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1170-determinacao-do-equilibrio-higroscopico-e-do-calor-isosterico-do-alho-allium-sativum/file" length="217821" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1170-determinacao-do-equilibrio-higroscopico-e-do-calor-isosterico-do-alho-allium-sativum/file"
                fileSize="217821"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DO EQUILÍBRIO HIGROSCÓPICO E DO CALOR ISOSTÉRICO DO ALHO &quot;ALLIUM SATIVUM&quot;</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amâncio, M.E., Andrade, E.T., Oliveira, F.S., Cardoso, D.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alho, higroscopicidade, calor isostérico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo com o presente trabalho foi determinar o equilíbrio higroscópico e o calor isostérico do alho brasileiro “Allium Sativum”. Analisou-se alguns modelos matemáticos e definiu-se o modelo que melhor representou o comportamento das curvas de sorção e calor isostérico do alho brasileiro. As amostras foram expostas a diferentes condições de temperatura controlada e umidade relativa do ar. Conforme os resultados encontrados, conclui-se que para os dados empíricos do processo de sorção do alho o modelo que melhor se ajustou foi o de Henderson Modificado com coeficiente de determinação de 98,41%. Para o calor isostérico integral de sorção do alho brasileiro, com teor de água variando de 0,08947001 a 0,63076 (b.s.), a equação empírica mostrou-se adequada para o produto, que apresenta necessidades energéticas para secagem variando de 2744,762 a 4278,189 kJ kg<sup>-1</sup>.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1170-determinacao-do-equilibrio-higroscopico-e-do-calor-isosterico-do-alho-allium-sativum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amâncio, M.E., Andrade, E.T., Oliveira, F.S., Cardoso, D.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alho, higroscopicidade, calor isostérico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo com o presente trabalho foi determinar o equilíbrio higroscópico e o calor isostérico do alho brasileiro “Allium Sativum”. Analisou-se alguns modelos matemáticos e definiu-se o modelo que melhor representou o comportamento das curvas de sorção e calor isostérico do alho brasileiro. As amostras foram expostas a diferentes condições de temperatura controlada e umidade relativa do ar. Conforme os resultados encontrados, conclui-se que para os dados empíricos do processo de sorção do alho o modelo que melhor se ajustou foi o de Henderson Modificado com coeficiente de determinação de 98,41%. Para o calor isostérico integral de sorção do alho brasileiro, com teor de água variando de 0,08947001 a 0,63076 (b.s.), a equação empírica mostrou-se adequada para o produto, que apresenta necessidades energéticas para secagem variando de 2744,762 a 4278,189 kJ kg<sup>-1</sup>.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:11:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DE ALGUMAS PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE QUINOA E AMARANTO EM FUNÇÃO DO TEOR DE ÁGUA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1169-determinacao-de-algumas-propriedades-fisicas-de-graos-de-quinoa-e-amaranto-em-funcao-do-teor-de-agua?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1169-determinacao-de-algumas-propriedades-fisicas-de-graos-de-quinoa-e-amaranto-em-funcao-do-teor-de-agua/file" length="178426" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1169-determinacao-de-algumas-propriedades-fisicas-de-graos-de-quinoa-e-amaranto-em-funcao-do-teor-de-agua/file"
                fileSize="178426"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DE ALGUMAS PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE QUINOA E AMARANTO EM FUNÇÃO DO TEOR DE ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Monteiro, N.O. C., Ribeiro, F.C., Rios, G.F.A., Soares, J.B., Martin, S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Amaranto, quinoa, propriedades físicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar algumas propriedades físicas de grãos de quinoa e amaranto. Nele investigou-se o efeito do teor de água na massa específica aparente e real, ângulo de repouso, massa de 1000 grãos e porosidade nas cultivares BRS Syetetuba (Chenopodium quinoa) e BRS Alegria (Amaranthus spp.). Os grãos colhidos na Fazenda Água Limpa pertencente a Universidade de Brasília, foram submetidos a um processo de reumidificação, trabalhou-se com três diferentes teores de água (T0= 10 ±0,5%, T1= 16 ±0,5% e T2= 20 ± 0,5%). Com base nos resultados obtidos, concluiu-se que para os grãos de amaranto o aumento no teor de água diminuiu a massa específica real e aparente e a porosidade, e aumentou o ângulo de repouso e a massa de 1000 grãos. Quanto aos grãos de quinoa, com o aumento do teor de água, ocorre inicialmente uma diminuição nas massas específicas reais e aparentes, posteriormente um aumento nesses valores. Houve também um aumento significativo no ângulo de repouso e na massa de 1000 grãos. No que se diz respeito ao teor de água, provou-se que existe interferência direta do mesmo nas propriedades físicas dos grãos.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1169-determinacao-de-algumas-propriedades-fisicas-de-graos-de-quinoa-e-amaranto-em-funcao-do-teor-de-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Monteiro, N.O. C., Ribeiro, F.C., Rios, G.F.A., Soares, J.B., Martin, S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Amaranto, quinoa, propriedades físicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar algumas propriedades físicas de grãos de quinoa e amaranto. Nele investigou-se o efeito do teor de água na massa específica aparente e real, ângulo de repouso, massa de 1000 grãos e porosidade nas cultivares BRS Syetetuba (Chenopodium quinoa) e BRS Alegria (Amaranthus spp.). Os grãos colhidos na Fazenda Água Limpa pertencente a Universidade de Brasília, foram submetidos a um processo de reumidificação, trabalhou-se com três diferentes teores de água (T0= 10 ±0,5%, T1= 16 ±0,5% e T2= 20 ± 0,5%). Com base nos resultados obtidos, concluiu-se que para os grãos de amaranto o aumento no teor de água diminuiu a massa específica real e aparente e a porosidade, e aumentou o ângulo de repouso e a massa de 1000 grãos. Quanto aos grãos de quinoa, com o aumento do teor de água, ocorre inicialmente uma diminuição nas massas específicas reais e aparentes, posteriormente um aumento nesses valores. Houve também um aumento significativo no ângulo de repouso e na massa de 1000 grãos. No que se diz respeito ao teor de água, provou-se que existe interferência direta do mesmo nas propriedades físicas dos grãos.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:10:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS EM DIFERENTES TIPOS DE FEIJÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1168-determinacao-das-propriedades-fisicas-em-diferentes-tipos-de-feijao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1168-determinacao-das-propriedades-fisicas-em-diferentes-tipos-de-feijao/file" length="263609" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1168-determinacao-das-propriedades-fisicas-em-diferentes-tipos-de-feijao/file"
                fileSize="263609"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICAS EM DIFERENTES TIPOS DE FEIJÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Oliveira, W.C.M., Silva, C.T.R., Caneppele, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ângulo de repouso, grãos, massa específica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">No Brasil existem quatorze tipos de feijões disponíveis para o consumo, essa diversidade acarreta em grande variação dos grãos produzidos. Em relação, as propriedades físicas dos grãos essa variação pode influenciar diretamente nos processos mecânicos e no dimensionamento do sistema durante o beneficiamento dos produtos. Deste modo, objetivo desta pesquisa foi avaliar as propriedades físicas de quatro tipos de feijões. Inicialmente, foram retiradas 3 amostras de cada variedade para obter a umidade atual, através do método gravimétrico. Em seguida, foram feitas analises do ângulo de repouso e massa específica dos grãos. Para a análise estatística, utilizou-se o programa SISVAR, e as médias foram submetidas ao teste Tukey a 5% de probabilidade. Foi constatado que houve diferença significativa entre os tipos de feijões nas duas variáveis em estudo. O feijão catador apresentou menor ângulo de repouso e menor massa específica.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1168-determinacao-das-propriedades-fisicas-em-diferentes-tipos-de-feijao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, M.T., Oliveira, W.C.M., Silva, C.T.R., Caneppele, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ângulo de repouso, grãos, massa específica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">No Brasil existem quatorze tipos de feijões disponíveis para o consumo, essa diversidade acarreta em grande variação dos grãos produzidos. Em relação, as propriedades físicas dos grãos essa variação pode influenciar diretamente nos processos mecânicos e no dimensionamento do sistema durante o beneficiamento dos produtos. Deste modo, objetivo desta pesquisa foi avaliar as propriedades físicas de quatro tipos de feijões. Inicialmente, foram retiradas 3 amostras de cada variedade para obter a umidade atual, através do método gravimétrico. Em seguida, foram feitas analises do ângulo de repouso e massa específica dos grãos. Para a análise estatística, utilizou-se o programa SISVAR, e as médias foram submetidas ao teste Tukey a 5% de probabilidade. Foi constatado que houve diferença significativa entre os tipos de feijões nas duas variáveis em estudo. O feijão catador apresentou menor ângulo de repouso e menor massa específica.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:09:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE MAMONA EM FUNÇÃO DO TEMPO DE ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1160-desenvolvimento-de-plantulas-de-mamona-em-funcao-do-tempo-de-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1160-desenvolvimento-de-plantulas-de-mamona-em-funcao-do-tempo-de-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file" length="260532" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1160-desenvolvimento-de-plantulas-de-mamona-em-funcao-do-tempo-de-armazenamento-em-diferentes-temperaturas/file"
                fileSize="260532"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DE MAMONA EM FUNÇÃO DO TEMPO DE ARMAZENAMENTO EM DIFERENTES TEMPERATURAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V., CARVALHO, N.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Armazenagem de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O armazenamento das sementes oleaginosas é dificultado devido ao alto conteúdo de óleo, sendo que a temperatura e umidade relativa do ar são fatores determinantes na manutenção da qualidade das sementes. Avaliou-se o desenvolvimento das plântulas de mamona de dois genótipos armazenados durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. As sementes de cada genótipo (701 e 106) foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. Para cada período de avaliação foram determinados comprimento e massa de matéria seca de parte aérea e raiz das plântulas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. O comprimento da parte aérea das plântulas reduziu ao longo do armazenamento por 300 dias para as temperaturas de 10 e 20ºC. O comprimento da raiz das plântulas, dos dois genótipos, aumentou quando as sementes estavam armazenadas a 10ºC. Entretanto, após este período, a massa de matéria seca das raízes e da parte aérea das plântulas reduziu para as duas temperaturas, mostrando queda no vigor das sementes de mamona, principalmente, depois de 180 dias de armazenamento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1160-desenvolvimento-de-plantulas-de-mamona-em-funcao-do-tempo-de-armazenamento-em-diferentes-temperaturas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUMOND, A.A.L., SALES, J.F., COSTA, T.R., SOUZA, M.M.V., CARVALHO, N.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Armazenagem de sementes, Ricinus communis, oleaginosas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O armazenamento das sementes oleaginosas é dificultado devido ao alto conteúdo de óleo, sendo que a temperatura e umidade relativa do ar são fatores determinantes na manutenção da qualidade das sementes. Avaliou-se o desenvolvimento das plântulas de mamona de dois genótipos armazenados durante 300 dias em ambientes a 10 e 20ºC. As sementes de cada genótipo (701 e 106) foram colocadas em B.O.D a 10 e 20 ºC, em embalagem de polipropileno de baixa densidade, com avaliações aos zero, 60, 120, 180, 240 e 300 dias de armazenamento. Para cada período de avaliação foram determinados comprimento e massa de matéria seca de parte aérea e raiz das plântulas. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 4 repetições, em esquema de parcelas sub-subdivididas. O comprimento da parte aérea das plântulas reduziu ao longo do armazenamento por 300 dias para as temperaturas de 10 e 20ºC. O comprimento da raiz das plântulas, dos dois genótipos, aumentou quando as sementes estavam armazenadas a 10ºC. Entretanto, após este período, a massa de matéria seca das raízes e da parte aérea das plântulas reduziu para as duas temperaturas, mostrando queda no vigor das sementes de mamona, principalmente, depois de 180 dias de armazenamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:03:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONTRAÇÃO VOLUMÉTRICA E PERDA DE MASSA DE FATIAS DE MAÇÃ FUJI DESIDRATADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1145-contracao-volumetrica-e-perda-de-massa-de-fatias-de-maca-fuji-desidratada?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1145-contracao-volumetrica-e-perda-de-massa-de-fatias-de-maca-fuji-desidratada/file" length="294521" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1145-contracao-volumetrica-e-perda-de-massa-de-fatias-de-maca-fuji-desidratada/file"
                fileSize="294521"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CONTRAÇÃO VOLUMÉTRICA E PERDA DE MASSA DE FATIAS DE MAÇÃ FUJI DESIDRATADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">utores: </span>KELLER A.M., RUFFATO S., OLIVEIRA F.C., ARAUJO M.J.I., FURTADO F.R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Perecíveis, bissulfito de sódio, ácido cítrico.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se por este estudo quantificar a perda de massa e avaliar a contração volumétrica de fatias de maçã em função de pré-tratamentos e, diferentes temperaturas de desidratação. As fatias foram submetidas a pré-tratamentos antioxidantes: solução de bissulfito de sódio (0,5%) e, solução de ácido cítrico (0,5%). A desidratação foi realizada em estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 70, e 90 ºC até o teor de água de 0,11± 0,02 (decimal b.s). O acompanhamento do processo de desidratação foi realizado pela perda de massa por meio de pesagens em intervalos de tempo, quando foram obtidas as dimensões das fatias para cálculo da contração volumétrica. Os resultados demonstraram que a contração volumétrica das fatias ocorreu de forma mais intensa nos primeiros 90 minutos de desidratação, correspondente a 30% do tempo necessário para finalização do processo. A contração no início da desidratação foi mais expressiva quando utilizado temperaturas maiores. Os pré-tratamentos não apresentaram influência sobre a contração. O tempo necessário para finalização da desidratação até a umidade pré-estabelecida nas temperaturas de 90 e 70 ºC foi 18,2 e 9,1%, respectivamente, menor que na temperatura de 50 ºC. A perda de massa média foi na ordem de 83%.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1145-contracao-volumetrica-e-perda-de-massa-de-fatias-de-maca-fuji-desidratada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">utores: </span>KELLER A.M., RUFFATO S., OLIVEIRA F.C., ARAUJO M.J.I., FURTADO F.R.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Perecíveis, bissulfito de sódio, ácido cítrico.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se por este estudo quantificar a perda de massa e avaliar a contração volumétrica de fatias de maçã em função de pré-tratamentos e, diferentes temperaturas de desidratação. As fatias foram submetidas a pré-tratamentos antioxidantes: solução de bissulfito de sódio (0,5%) e, solução de ácido cítrico (0,5%). A desidratação foi realizada em estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 70, e 90 ºC até o teor de água de 0,11± 0,02 (decimal b.s). O acompanhamento do processo de desidratação foi realizado pela perda de massa por meio de pesagens em intervalos de tempo, quando foram obtidas as dimensões das fatias para cálculo da contração volumétrica. Os resultados demonstraram que a contração volumétrica das fatias ocorreu de forma mais intensa nos primeiros 90 minutos de desidratação, correspondente a 30% do tempo necessário para finalização do processo. A contração no início da desidratação foi mais expressiva quando utilizado temperaturas maiores. Os pré-tratamentos não apresentaram influência sobre a contração. O tempo necessário para finalização da desidratação até a umidade pré-estabelecida nas temperaturas de 90 e 70 ºC foi 18,2 e 9,1%, respectivamente, menor que na temperatura de 50 ºC. A perda de massa média foi na ordem de 83%.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:39:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E MECÂNICAS DOS FILMES DE AMIDOS DE FRUTA-DO-LOBO, MILHO E BATATA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1137-comparacao-das-propriedades-fisico-quimicas-e-mecanicas-dos-filmes-de-amidos-de-fruta-do-lobo-milho-e-batata?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1137-comparacao-das-propriedades-fisico-quimicas-e-mecanicas-dos-filmes-de-amidos-de-fruta-do-lobo-milho-e-batata/file" length="269395" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1137-comparacao-das-propriedades-fisico-quimicas-e-mecanicas-dos-filmes-de-amidos-de-fruta-do-lobo-milho-e-batata/file"
                fileSize="269395"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">COMPARAÇÃO DAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS E MECÂNICAS DOS FILMES DE AMIDOS DE FRUTA-DO-LOBO, MILHO E BATATA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FARIAS V.P., BATISTA A.M.G., ASCHERI D.P.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Filmes a base de amido, pós-colheita, propriedades físico-químicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de filmes a base de amido extraídos de plantas nativas do Cerrado brasileiro se torna necessário a comparação de suas propriedades físico-químicas e mecânicas com filmes de amidos convencionais, a fim de tomar decisões quanto a sua utilização tecnológica. Por isso, este trabalho objetivou comparar as propriedades físico-químicas e mecânicas de filmes de amido da fruta-do-lobo (FF) com os de filmes de milho (FM) e batata (FB). Os filmes foram elaborados misturando 2 g de amido em 100 g de água e glicerol (5 a 20% em relação à massa de amido). Dos filmes se analisou a espessura, solubilidade, permeabilidade ao vapor de água e propriedades mecânicas. Os resultados mostraram que os FF apresentaram mesma espessura que de FB (0,06 mm), solubilidade intermediária (12,64-54,01%) entre os FM (13,53-62,60%) e FB (19,98-63,15%), e maior permeabilidade a 20% de glicerol (4,3 10-4 g mm h-1 m-2 kPa-1). Melhores resultados frente aos testes mecânicos apresentaram os FBs de fruta-do-lobo com 10% de glicerol. Nessas condições do trabalho, as características físico-químicas e mecânicas dos filmes de amido extraído da fruta-do-lobo são compatíveis com os de amidos convencionais e podem ser utilizados como substituto destes em diversas formas, principalmente para coberturas na tecnologia pós-colheita.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1137-comparacao-das-propriedades-fisico-quimicas-e-mecanicas-dos-filmes-de-amidos-de-fruta-do-lobo-milho-e-batata?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FARIAS V.P., BATISTA A.M.G., ASCHERI D.P.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Filmes a base de amido, pós-colheita, propriedades físico-químicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de filmes a base de amido extraídos de plantas nativas do Cerrado brasileiro se torna necessário a comparação de suas propriedades físico-químicas e mecânicas com filmes de amidos convencionais, a fim de tomar decisões quanto a sua utilização tecnológica. Por isso, este trabalho objetivou comparar as propriedades físico-químicas e mecânicas de filmes de amido da fruta-do-lobo (FF) com os de filmes de milho (FM) e batata (FB). Os filmes foram elaborados misturando 2 g de amido em 100 g de água e glicerol (5 a 20% em relação à massa de amido). Dos filmes se analisou a espessura, solubilidade, permeabilidade ao vapor de água e propriedades mecânicas. Os resultados mostraram que os FF apresentaram mesma espessura que de FB (0,06 mm), solubilidade intermediária (12,64-54,01%) entre os FM (13,53-62,60%) e FB (19,98-63,15%), e maior permeabilidade a 20% de glicerol (4,3 10-4 g mm h-1 m-2 kPa-1). Melhores resultados frente aos testes mecânicos apresentaram os FBs de fruta-do-lobo com 10% de glicerol. Nessas condições do trabalho, as características físico-químicas e mecânicas dos filmes de amido extraído da fruta-do-lobo são compatíveis com os de amidos convencionais e podem ser utilizados como substituto destes em diversas formas, principalmente para coberturas na tecnologia pós-colheita.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:33:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO E PROPRIEDADES TERMODINÂMICAS DA SECAGEM DE FEIJÃO CAUPI</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1134-coeficiente-de-difusao-efetivo-e-propriedades-termodinamicas-da-secagem-de-feijao-caupi?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1134-coeficiente-de-difusao-efetivo-e-propriedades-termodinamicas-da-secagem-de-feijao-caupi/file" length="316481" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1134-coeficiente-de-difusao-efetivo-e-propriedades-termodinamicas-da-secagem-de-feijao-caupi/file"
                fileSize="316481"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">COEFICIENTE DE DIFUSÃO EFETIVO E PROPRIEDADES TERMODINÂMICAS DA SECAGEM DE FEIJÃO CAUPI</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARLOT, K., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., OLIVEIRA, A., MENEZES JÚNIOR, J.A.N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>CINÉTICA DE SECAGEM, ENERGIA DE ATIVAÇÃO, Vigna Unguiculata</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho estudar a cinética e as propriedades termodinâmicas associadas à secagem de grãos de feijão caupi. Foram utilizados grãos de feijão colhidos e debulhados manualmente, com umidade inicial de 19,5% (b.s.). A secagem do feijão foi realizada numa estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 60, 70 e 80 °C até uma umidade final de 11% (b.s.). Os coeficientes de difusão efetivos (Def) foram obtidos por meio do modelo matemático da difusão líquida, que é uma solução analítica da segunda lei de Fick aos dados experimentais da secagem dos grãos de feijão. Baseando-se na dependência do Def com a temperatura, obteve-se ainda a energia de ativação e, por meio desta, a entalpia, entropia e energia livre de Gibbs de ativação. Conclui-se que, o Def aumentou com a elevação da temperatura do ar, sendo que os valores obtidos variaram entre 4,785×10-11 e 1,096×10-10 m2 s-1. A relação do Def com a temperatura de secagem foi descrita pela equação de Arrhenius, apresentando uma energia de ativação de 38,02 kJ mol-1 K-1. Observou-se ainda que a entalpia de ativação para a secagem diminuiu, enquanto que a entropia e a energia livre de Gibbs de ativação aumentaram.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1134-coeficiente-de-difusao-efetivo-e-propriedades-termodinamicas-da-secagem-de-feijao-caupi?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARLOT, K., BOTELHO, F.M., BOTELHO, S.C.C., OLIVEIRA, A., MENEZES JÚNIOR, J.A.N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>CINÉTICA DE SECAGEM, ENERGIA DE ATIVAÇÃO, Vigna Unguiculata</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho estudar a cinética e as propriedades termodinâmicas associadas à secagem de grãos de feijão caupi. Foram utilizados grãos de feijão colhidos e debulhados manualmente, com umidade inicial de 19,5% (b.s.). A secagem do feijão foi realizada numa estufa com circulação forçada de ar nas temperaturas de 50, 60, 70 e 80 °C até uma umidade final de 11% (b.s.). Os coeficientes de difusão efetivos (Def) foram obtidos por meio do modelo matemático da difusão líquida, que é uma solução analítica da segunda lei de Fick aos dados experimentais da secagem dos grãos de feijão. Baseando-se na dependência do Def com a temperatura, obteve-se ainda a energia de ativação e, por meio desta, a entalpia, entropia e energia livre de Gibbs de ativação. Conclui-se que, o Def aumentou com a elevação da temperatura do ar, sendo que os valores obtidos variaram entre 4,785×10-11 e 1,096×10-10 m2 s-1. A relação do Def com a temperatura de secagem foi descrita pela equação de Arrhenius, apresentando uma energia de ativação de 38,02 kJ mol-1 K-1. Observou-se ainda que a entalpia de ativação para a secagem diminuiu, enquanto que a entropia e a energia livre de Gibbs de ativação aumentaram.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:20:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CINÉTICAS DE SECAGEM DO ALHO CHINÊS &quot;Allium Tuberosum&quot;</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1131-cineticas-de-secagem-do-alho-chines-allium-tuberosum?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1131-cineticas-de-secagem-do-alho-chines-allium-tuberosum/file" length="406563" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1131-cineticas-de-secagem-do-alho-chines-allium-tuberosum/file"
                fileSize="406563"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CINÉTICAS DE SECAGEM DO ALHO CHINÊS &quot;Allium Tuberosum&quot;</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Moreira K.S., Andrade E.T., Rios P.A,, Amâncio M.E., Fernandes J.L.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alho, secagem, teor de água.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o aumento da produção do alho chinês e a exportação do produto para diversos países no mundo se faz necessário conhecer a cinética de secagem desse produto para otimizar e reforçar a viabilidade da aplicação comercial e de armazenamento do mesmo. Objetiva-se com esse trabalho determinar as curvas de secagem do alho (Allium Tuberosum) com cortes nas espessuras de 2 e 3 mm para as temperaturas do ar de 35, 45, 55, e 70ºC. Os testes de secagem foram realizados com três repetições em um secador com o fluxo de ar de 0,33 m3 min-1. Os dados experimentais foram ajustados aos modelos de cinética de secagem disponíveis na literatura. O modelo que melhor representou a cinética de secagem do alho foi o modelo de Page com coeficiente de determinação de 99,8%, e menores erros médio estimado e relativo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1131-cineticas-de-secagem-do-alho-chines-allium-tuberosum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Moreira K.S., Andrade E.T., Rios P.A,, Amâncio M.E., Fernandes J.L.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Alho, secagem, teor de água.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o aumento da produção do alho chinês e a exportação do produto para diversos países no mundo se faz necessário conhecer a cinética de secagem desse produto para otimizar e reforçar a viabilidade da aplicação comercial e de armazenamento do mesmo. Objetiva-se com esse trabalho determinar as curvas de secagem do alho (Allium Tuberosum) com cortes nas espessuras de 2 e 3 mm para as temperaturas do ar de 35, 45, 55, e 70ºC. Os testes de secagem foram realizados com três repetições em um secador com o fluxo de ar de 0,33 m3 min-1. Os dados experimentais foram ajustados aos modelos de cinética de secagem disponíveis na literatura. O modelo que melhor representou a cinética de secagem do alho foi o modelo de Page com coeficiente de determinação de 99,8%, e menores erros médio estimado e relativo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:17:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CINÉTICA DE SECAGEM E QUALIDADE DO ALHO &quot;ALLIUM SATIVUM L.&quot;</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1130-cinetica-de-secagem-e-qualidade-do-alho-allium-sativum-l?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1130-cinetica-de-secagem-e-qualidade-do-alho-allium-sativum-l/file" length="385648" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1130-cinetica-de-secagem-e-qualidade-do-alho-allium-sativum-l/file"
                fileSize="385648"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CINÉTICA DE SECAGEM E QUALIDADE DO ALHO &quot;ALLIUM SATIVUM L.&quot;</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amâncio, M.E., Andrade, E.T., Rios, P.A., Fernandes, J.L.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Secagem, Allium sativum L., Modelos matemáticos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A secagem é uma prática muito eficaz para diminuir o teor de água do produto e possibilitar a armazenagem por períodos mais longos sem perda significativa de qualidade ou deterioração do alho. O presente trabalho teve como objetivo analisar a cinética de secagem do alho brasileiro (Allium sativum L.) em secadores de camada fixa, determinar os modelos matemáticos representativos da cinética de secagem de acordo com os dados obtidos e analisar os efeitos visuais e qualitativos causados as amostras. O produto foi exposto as seguintes temperaturas do ar de secagem: 35, 45, 55, e 70ºC. Os dados obtidos depois do processo de secagem possibilitaram verificar que houve uma contração volumétrica com a redução do teor de água. O modelo de MIDILLI foi o que melhor representou a cinética de secagem, com coeficiente de determinação em torno de 99,3%. Houve efeito da temperatura de secagem no aspecto e na qualidade final do produto.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1130-cinetica-de-secagem-e-qualidade-do-alho-allium-sativum-l?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amâncio, M.E., Andrade, E.T., Rios, P.A., Fernandes, J.L.B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Secagem, Allium sativum L., Modelos matemáticos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A secagem é uma prática muito eficaz para diminuir o teor de água do produto e possibilitar a armazenagem por períodos mais longos sem perda significativa de qualidade ou deterioração do alho. O presente trabalho teve como objetivo analisar a cinética de secagem do alho brasileiro (Allium sativum L.) em secadores de camada fixa, determinar os modelos matemáticos representativos da cinética de secagem de acordo com os dados obtidos e analisar os efeitos visuais e qualitativos causados as amostras. O produto foi exposto as seguintes temperaturas do ar de secagem: 35, 45, 55, e 70ºC. Os dados obtidos depois do processo de secagem possibilitaram verificar que houve uma contração volumétrica com a redução do teor de água. O modelo de MIDILLI foi o que melhor representou a cinética de secagem, com coeficiente de determinação em torno de 99,3%. Houve efeito da temperatura de secagem no aspecto e na qualidade final do produto.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:16:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO AMIDO DA FRUTA-DO-LOBO EM FUNÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE INÓCULO, APÓS A FERMENTAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1122-caracteristicas-morfologicas-do-amido-da-fruta-do-lobo-em-funcao-da-concentracao-de-inoculo-apos-a-fermentacao?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1122-caracteristicas-morfologicas-do-amido-da-fruta-do-lobo-em-funcao-da-concentracao-de-inoculo-apos-a-fermentacao/file" length="326507" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1122-caracteristicas-morfologicas-do-amido-da-fruta-do-lobo-em-funcao-da-concentracao-de-inoculo-apos-a-fermentacao/file"
                fileSize="326507"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DO AMIDO DA FRUTA-DO-LOBO EM FUNÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE INÓCULO, APÓS A FERMENTAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA A.M.G., FARIAS V.P., ASCHERI D.P.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fermentação, grânulos de amido, Solanum lycocarpum St. Hil.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Cerrado brasileiro abriga inúmeras plantas que ainda são pouco exploradas e que poderiam ser utilizadas como fonte de amido. A fruta-do-lobo (Solanum lycocarpum St. Hil) ou também denominada de lobeira contém considerável teor de amido. Esse amido é extraído da polpa da fruta verde que é utilizada para o uso medicinal. Considerando sua importância na saúde, o amido da fruta-do-lobo também pode ser utilizado para a elaboração de polvilho azedo, aportando não tão só carboidratos como tão bem fibras alimentar. Por isso, com o objetivo de conhecer determinados parâmetros tecnológicos quanto à fermentação do amido de fruta-do-lobo, no presente trabalho se avaliou a influência da concentração de inóculo (1% a 10%) em um tempo de 20 dias, nas características morfologia do amido para a produção de polvilho azedo e monitoração do pH e acidez da água de fermentação. De acordo com os resultados obtidos após fermentação, conclui-se que o tempo de fermentação aplicado não foi suficiente para produzir polvilho azedo. O amido desta fruta tem forma semiesférica e irregular, com tamanho de 16,5 μm. A adição de 5 ou 10% de polvilho azedo de mandioca utilizado como inóculo, acelera o processo de fermentação do amido de fruta-de-lobo. A morfologia dos grânulos desses amidos fermentados diferem morfologicamente do amido puro, apresentado covinhas ou rachaduras no final da fermentação.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1122-caracteristicas-morfologicas-do-amido-da-fruta-do-lobo-em-funcao-da-concentracao-de-inoculo-apos-a-fermentacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA A.M.G., FARIAS V.P., ASCHERI D.P.R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fermentação, grânulos de amido, Solanum lycocarpum St. Hil.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Cerrado brasileiro abriga inúmeras plantas que ainda são pouco exploradas e que poderiam ser utilizadas como fonte de amido. A fruta-do-lobo (Solanum lycocarpum St. Hil) ou também denominada de lobeira contém considerável teor de amido. Esse amido é extraído da polpa da fruta verde que é utilizada para o uso medicinal. Considerando sua importância na saúde, o amido da fruta-do-lobo também pode ser utilizado para a elaboração de polvilho azedo, aportando não tão só carboidratos como tão bem fibras alimentar. Por isso, com o objetivo de conhecer determinados parâmetros tecnológicos quanto à fermentação do amido de fruta-do-lobo, no presente trabalho se avaliou a influência da concentração de inóculo (1% a 10%) em um tempo de 20 dias, nas características morfologia do amido para a produção de polvilho azedo e monitoração do pH e acidez da água de fermentação. De acordo com os resultados obtidos após fermentação, conclui-se que o tempo de fermentação aplicado não foi suficiente para produzir polvilho azedo. O amido desta fruta tem forma semiesférica e irregular, com tamanho de 16,5 μm. A adição de 5 ou 10% de polvilho azedo de mandioca utilizado como inóculo, acelera o processo de fermentação do amido de fruta-de-lobo. A morfologia dos grânulos desses amidos fermentados diferem morfologicamente do amido puro, apresentado covinhas ou rachaduras no final da fermentação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 07:55:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA COR DO ALHO BRASILEIRO “ALLIUM SATIVUM L.” SECADO SOB DIFERENTES TEMPERATURAS DO AR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1115-avaliacao-qualitativa-da-cor-do-alho-brasileiro-allium-sativum-l-secado-sob-diferentes-temperaturas-do-ar?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1115-avaliacao-qualitativa-da-cor-do-alho-brasileiro-allium-sativum-l-secado-sob-diferentes-temperaturas-do-ar/file" length="226818" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1115-avaliacao-qualitativa-da-cor-do-alho-brasileiro-allium-sativum-l-secado-sob-diferentes-temperaturas-do-ar/file"
                fileSize="226818"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA COR DO ALHO BRASILEIRO “ALLIUM SATIVUM L.” SECADO SOB DIFERENTES TEMPERATURAS DO AR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AMÂNCIO, M.E., ANDRADE, E.T., ARAÚJO, B.L.O., REZENDE, A.A., REZENDE, R.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise descritiva qualitativa, colorímetro, análise multivariada</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Diante do grande comercio e utilização intensa do alho na culinária brasileira, o presente trabalho teve como objetivo avaliar qualitativamente, os efeitos visuais no aspecto e na cor do alho brasileiro (Allium sativum L.) secado em diferentes temperaturas do ar. Para realizar o processo utilizou-se duas amostras com espessuras diferentes (2mm e 3mm) para cada tratamento (T1- FRESCO, T2-35ºC, T3-45ºC, T4-55ºC, T5- 70ºC) e para cada amostra 3 repetições, as amostras foram separadas de acordo com a temperatura utilizada no processo de secagem (fresco, 35ºC, 45ºC, 55ºC e 70ºC). Foi utilizado um colorímetro digital para medir a cor resultante nas amostras, os resultados obtidos apresentaram os seguintes parâmetros a*, b*e L*. As amostras, T1 e T2 Não diferiram significativamente entre si para valores de L*, T5 apresentou os valores mais altos para L*. O tratamento T5 representou para a* os valores mais elevados diferindo-se dos demais. T1 no parâmetro b* mostrou o menor valor, diferindo dos demais resultados. Contudo, pela análise dos dados as amostras que foram secas na temperatura de 35ºC obteve melhor aspecto visual do produto seco, mantendo ainda a qualidade do mesmo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1115-avaliacao-qualitativa-da-cor-do-alho-brasileiro-allium-sativum-l-secado-sob-diferentes-temperaturas-do-ar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AMÂNCIO, M.E., ANDRADE, E.T., ARAÚJO, B.L.O., REZENDE, A.A., REZENDE, R.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise descritiva qualitativa, colorímetro, análise multivariada</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Diante do grande comercio e utilização intensa do alho na culinária brasileira, o presente trabalho teve como objetivo avaliar qualitativamente, os efeitos visuais no aspecto e na cor do alho brasileiro (Allium sativum L.) secado em diferentes temperaturas do ar. Para realizar o processo utilizou-se duas amostras com espessuras diferentes (2mm e 3mm) para cada tratamento (T1- FRESCO, T2-35ºC, T3-45ºC, T4-55ºC, T5- 70ºC) e para cada amostra 3 repetições, as amostras foram separadas de acordo com a temperatura utilizada no processo de secagem (fresco, 35ºC, 45ºC, 55ºC e 70ºC). Foi utilizado um colorímetro digital para medir a cor resultante nas amostras, os resultados obtidos apresentaram os seguintes parâmetros a*, b*e L*. As amostras, T1 e T2 Não diferiram significativamente entre si para valores de L*, T5 apresentou os valores mais altos para L*. O tratamento T5 representou para a* os valores mais elevados diferindo-se dos demais. T1 no parâmetro b* mostrou o menor valor, diferindo dos demais resultados. Contudo, pela análise dos dados as amostras que foram secas na temperatura de 35ºC obteve melhor aspecto visual do produto seco, mantendo ainda a qualidade do mesmo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 07:50:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO POR COLORÍMETRO DIGITAL DA COR DO ALHO CHINÊS &quot;Allium Tuberosum&quot; SECADOS EM DIFERENTES TEMPERATURAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1114-avaliacao-por-colorimetro-digital-da-cor-do-alho-chines-allium-tuberosum-secados-em-diferentes-temperaturas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1114-avaliacao-por-colorimetro-digital-da-cor-do-alho-chines-allium-tuberosum-secados-em-diferentes-temperaturas/file" length="313404" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1114-avaliacao-por-colorimetro-digital-da-cor-do-alho-chines-allium-tuberosum-secados-em-diferentes-temperaturas/file"
                fileSize="313404"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO POR COLORÍMETRO DIGITAL DA COR DO ALHO CHINÊS &quot;Allium Tuberosum&quot; SECADOS EM DIFERENTES TEMPERATURAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Moreira K.S., Andrade E.T., Araújo B.L.O., Rezende A.A., Rezende R.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise descritiva qualitativa, calorímetros, análise multivariada.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A aparência de um alimento é a porta de entrada para o seu consumo. Um prato bem consistente e com um bom visual podem ser a diferença na escolha de uma refeição no dia a dia. O alho determina o sabor e o visual. Diante dessa necessidade se faz necessário conhecer a cor resultante das amostras de alho avaliados por meio de um calorímetro digital, em função do tipo de secagem realizado. Utilizou-se duas amostras de alho (Allium tuberosum), com espessuras de cortes diferentes (2mm e 3mm), para cada tratamento de secagem com diferentes temperaturas do ar (35ºC, 45ºC, 55ºC, 70ºC), e com fluxo de ar de 0,33 ms-1. Utilizou-se também calorímetro digital para medir a cor resultante nas amostras, os resultados obtidos apresentaram os seguintes parâmetros a*, b*, L*. As amostras (35ºC, 45ºC e 55ºC ) não diferiram significativamente entre si e assumiram os maiores valores de L*. A amostra secada com temperatura do ar de 70ºC representou a maior intensidade da cor para 2 e 3 mm. Contudo, pela análise dos dados, as amostras que foram secas na temperatura do ar de 35ºC obtiveram melhor aspecto visual do produto seco.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-8/1114-avaliacao-por-colorimetro-digital-da-cor-do-alho-chines-allium-tuberosum-secados-em-diferentes-temperaturas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Moreira K.S., Andrade E.T., Araújo B.L.O., Rezende A.A., Rezende R.P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise descritiva qualitativa, calorímetros, análise multivariada.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A aparência de um alimento é a porta de entrada para o seu consumo. Um prato bem consistente e com um bom visual podem ser a diferença na escolha de uma refeição no dia a dia. O alho determina o sabor e o visual. Diante dessa necessidade se faz necessário conhecer a cor resultante das amostras de alho avaliados por meio de um calorímetro digital, em função do tipo de secagem realizado. Utilizou-se duas amostras de alho (Allium tuberosum), com espessuras de cortes diferentes (2mm e 3mm), para cada tratamento de secagem com diferentes temperaturas do ar (35ºC, 45ºC, 55ºC, 70ºC), e com fluxo de ar de 0,33 ms-1. Utilizou-se também calorímetro digital para medir a cor resultante nas amostras, os resultados obtidos apresentaram os seguintes parâmetros a*, b*, L*. As amostras (35ºC, 45ºC e 55ºC ) não diferiram significativamente entre si e assumiram os maiores valores de L*. A amostra secada com temperatura do ar de 70ºC representou a maior intensidade da cor para 2 e 3 mm. Contudo, pela análise dos dados, as amostras que foram secas na temperatura do ar de 35ºC obtiveram melhor aspecto visual do produto seco.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 07:50:08 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>