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       <title>Construções Rurais e Ambiência (CRA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>NÍVEIS DE SOMBREAMENTO, MATERIAIS REFLETORES E PROFUNDIDADE DE SEMEADURA NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE BARU (Dipteryx alata VOG.)</title>
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           <media:title type="plain">NÍVEIS DE SOMBREAMENTO, MATERIAIS REFLETORES E PROFUNDIDADE DE SEMEADURA NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE BARU (Dipteryx alata VOG.)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G.G.S., COSTA, E., SILVA, E.M., BARBOSA, W.F.S., BORGES, R.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog., ambiência vegetal, fruto do cerrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A ambiência vegetal pode fornecer mudas de baru de elevada qualidade para a exploração da castanha de alto valor nutritivo. O objetivo deste trabalho foi avaliar níveis de sombreamento, material refletor em bancadas e profundidade de semeadura na formação de mudas de baruzeiro. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-Cassilândia-MS, no período de outubro de 2017 a fevereiro de 2018. Foram avaliados níveis de sombreamento de 0, 18, 35 e 50%. No interior de cada sombreamento foram testadas bancada com material refletivo (aluminet®) e sem material, assim como a profundidade de semeadura de 2 e 4cm. Em cada ambiente, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial duplo 2x2 (2 bancadas x 2 profundidades) e os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Aos 53 e 86 dias após semeadura foram avaliadas a altura de mudas e diâmetro do colo. Não houve diferença significativa para diâmetro do colo nos sombreamentos, no material refletivo e na profundidade de semeadura. Aos 53 e 86 dias após semeadura o ambiente com 50% de sombreamento promoveu as maiores alturas.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G.G.S., COSTA, E., SILVA, E.M., BARBOSA, W.F.S., BORGES, R.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog., ambiência vegetal, fruto do cerrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A ambiência vegetal pode fornecer mudas de baru de elevada qualidade para a exploração da castanha de alto valor nutritivo. O objetivo deste trabalho foi avaliar níveis de sombreamento, material refletor em bancadas e profundidade de semeadura na formação de mudas de baruzeiro. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul-Cassilândia-MS, no período de outubro de 2017 a fevereiro de 2018. Foram avaliados níveis de sombreamento de 0, 18, 35 e 50%. No interior de cada sombreamento foram testadas bancada com material refletivo (aluminet®) e sem material, assim como a profundidade de semeadura de 2 e 4cm. Em cada ambiente, o delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial duplo 2x2 (2 bancadas x 2 profundidades) e os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Aos 53 e 86 dias após semeadura foram avaliadas a altura de mudas e diâmetro do colo. Não houve diferença significativa para diâmetro do colo nos sombreamentos, no material refletivo e na profundidade de semeadura. Aos 53 e 86 dias após semeadura o ambiente com 50% de sombreamento promoveu as maiores alturas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:33:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDAS DE PARICÁ EM DIFERENTES AMBIENTES E MATERIAL REFLETOR EM BANCADAS</title>
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           <media:title type="plain">MUDAS DE PARICÁ EM DIFERENTES AMBIENTES E MATERIAL REFLETOR EM BANCADAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G.G.S., COSTA, E., BORGES, R.S., BARBOSA, W.F.S., MORTATE, R.K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Schizolobium amazonicum, mudas florestais, radiação fotossinteticamente ativa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Mudas florestais de elevada qualidade são necessárias para implantação dos cultivos e estudos com a ambiência vegetal auxiliam na determinação do melhor tipo de ambiente nessa etapa. O objetivo do trabalho foi avaliar a produção de mudas de paricá em diferentes ambientes e bancada com material refletor. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul- Cassilândia-MS no período de agosto a novembro de 2017. Foram avaliados os níveis de sombreamento de 0 (pleno sol), 18 e 35% e a estufa agrícola com tela termo-refletora sob o filme com 42/50% de sombreamento. Nos ambientes foram testadas bancadas de cultivo com material refletor (papel alumínio) e sem material refletor. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Aos 72 dias após o transplantio, foram avaliadas a altura da muda, o diâmetro do colo, a massa seca total e o índice de qualidade. Os ambientes protegidos formaram as melhores mudas. Não se recomenda a produção de mudas de paricá a pleno sol. O uso de material refletor proporcionou melhores mudas na estufa agrícola. No telado de 35% as melhores mudas foram obtidas em bancadas sem material refletor.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G.G.S., COSTA, E., BORGES, R.S., BARBOSA, W.F.S., MORTATE, R.K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Schizolobium amazonicum, mudas florestais, radiação fotossinteticamente ativa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Mudas florestais de elevada qualidade são necessárias para implantação dos cultivos e estudos com a ambiência vegetal auxiliam na determinação do melhor tipo de ambiente nessa etapa. O objetivo do trabalho foi avaliar a produção de mudas de paricá em diferentes ambientes e bancada com material refletor. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul- Cassilândia-MS no período de agosto a novembro de 2017. Foram avaliados os níveis de sombreamento de 0 (pleno sol), 18 e 35% e a estufa agrícola com tela termo-refletora sob o filme com 42/50% de sombreamento. Nos ambientes foram testadas bancadas de cultivo com material refletor (papel alumínio) e sem material refletor. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Aos 72 dias após o transplantio, foram avaliadas a altura da muda, o diâmetro do colo, a massa seca total e o índice de qualidade. Os ambientes protegidos formaram as melhores mudas. Não se recomenda a produção de mudas de paricá a pleno sol. O uso de material refletor proporcionou melhores mudas na estufa agrícola. No telado de 35% as melhores mudas foram obtidas em bancadas sem material refletor.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:28:38 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDAS DE ALFACE EM CASA DE VEGETAÇÃO COM DIFERENTES GRAUS TECNOLÓGICOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1232-mudas-de-alface-em-casa-de-vegetacao-com-diferentes-graus-tecnologicos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MUDAS DE ALFACE EM CASA DE VEGETAÇÃO COM DIFERENTES GRAUS TECNOLÓGICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA V.G., ZORZETO-CESAR T.Q.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cultivo protegido, resfriamento evaporativo, tela de sombreamento vermelha.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Diversos trabalhos científicos têm se concentrado no estudo e desenvolvimento de tecnologias que favoreçam o cultivo da alface ( Lactuca sativa ) em ambiente protegido, garantindo condições propícias para a produção com qualidade da hortaliça folhosa mais consumida no Brasil. Sendo largamente produzida em todo o mundo, o emprego de técnicas e condições inapropriadas de cultivo tem acarretado significativas perdas quantitativas e qualitativas, fazendo-se necessária a adoção estratégica de medidas para a produção de qualidade, desde a muda ao produto final. O presente trabalho, realizado na Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI/UNICAMP), avaliou a germinação de sementes e a produção de mudas de alface ‘mimosa’ verde e roxa, cultivadas em três casas de vegetação com diferentes graus tecnológicos (ventilação natural, tela de sombreamento vermelha e sistema de resfriamento evaporativo), tipos de substratos (casca de pinus e terra vegetal) e volumes de células (6,5ml, 25ml, 50ml e 100ml). A intensificação da faixa vermelha do espectro de radiação influencia significativamente o aumento da velocidade de germinação, assim como o uso de sistema de resfriamento evaporativo atribui conforto térmico, acarretando maiores taxas de germinação. Destacam-se os melhores resultados com o conforto térmico provido pelo resfriamento evaporativo e com o uso da casca de pinus como substrato.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA V.G., ZORZETO-CESAR T.Q.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cultivo protegido, resfriamento evaporativo, tela de sombreamento vermelha.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Diversos trabalhos científicos têm se concentrado no estudo e desenvolvimento de tecnologias que favoreçam o cultivo da alface ( Lactuca sativa ) em ambiente protegido, garantindo condições propícias para a produção com qualidade da hortaliça folhosa mais consumida no Brasil. Sendo largamente produzida em todo o mundo, o emprego de técnicas e condições inapropriadas de cultivo tem acarretado significativas perdas quantitativas e qualitativas, fazendo-se necessária a adoção estratégica de medidas para a produção de qualidade, desde a muda ao produto final. O presente trabalho, realizado na Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI/UNICAMP), avaliou a germinação de sementes e a produção de mudas de alface ‘mimosa’ verde e roxa, cultivadas em três casas de vegetação com diferentes graus tecnológicos (ventilação natural, tela de sombreamento vermelha e sistema de resfriamento evaporativo), tipos de substratos (casca de pinus e terra vegetal) e volumes de células (6,5ml, 25ml, 50ml e 100ml). A intensificação da faixa vermelha do espectro de radiação influencia significativamente o aumento da velocidade de germinação, assim como o uso de sistema de resfriamento evaporativo atribui conforto térmico, acarretando maiores taxas de germinação. Destacam-se os melhores resultados com o conforto térmico provido pelo resfriamento evaporativo e com o uso da casca de pinus como substrato.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:27:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>METODOLOGIA PARA VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS DE EXPOSIÇÃO AO ESTRESSE CLIMÁTICO DOS PRINCIPAIS PRODUTORES DE FRANGOS DE CORTE DE MATO GROSSO DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1228-metodologia-para-verificacao-dos-niveis-de-exposicao-ao-estresse-climatico-dos-principais-produtores-de-frangos-de-corte-de-mato-grosso-do-sul?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R.C., SILVA, N.C., ZUCCA, R., LOVATTO, F., GARCIA, R.G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência, frango de corte, níveis de estresse</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As variáveis climáticas disponibilizadas isoladamente são informações com pouco conteúdo informativo, dada existência do binômio temperatura/umidade relativa, bolsões de calor e frio, entre outras. Além disso normalmente as Agências Climáticas disponibilizam informações em horas UTC, pouco conhecidas pelos produtores e que podem causar confusão na tomada de decisões. Assim, foi objetivo desta pesquisa buscar dados climáticos de agência climática oficial e modelar de forma a disponibilizar aos produtores de modo didático o “Risco de Exposição ao Estresse Climático” dos dois principais polos produtores de aves de corte de MS. A análise foi feita na UFGD, Dourados - MS. O banco de dados fornecido pelo INMET foi constituído de informações referentes ao verão 2016/2017 para Sidrolândia-MS e Dourados-MS, de temperatura e umidade relativa, registradas hora a hora, 24 horas/dia, utilizados para cálculo do ITU. Realizou-se o cruzamento das informações por meio da “Matriz de Risco” sendo resposta os níveis de estresse proporcionado pela exposição climática. Concluiu-se com esta pesquisa que o ambiente de exposição ainda não é o principal fator considerado para instalação dos criatórios de frango de corte visto que o maior produtor do estado se encontra no local de clima menos adequado.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1228-metodologia-para-verificacao-dos-niveis-de-exposicao-ao-estresse-climatico-dos-principais-produtores-de-frangos-de-corte-de-mato-grosso-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R.C., SILVA, N.C., ZUCCA, R., LOVATTO, F., GARCIA, R.G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência, frango de corte, níveis de estresse</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As variáveis climáticas disponibilizadas isoladamente são informações com pouco conteúdo informativo, dada existência do binômio temperatura/umidade relativa, bolsões de calor e frio, entre outras. Além disso normalmente as Agências Climáticas disponibilizam informações em horas UTC, pouco conhecidas pelos produtores e que podem causar confusão na tomada de decisões. Assim, foi objetivo desta pesquisa buscar dados climáticos de agência climática oficial e modelar de forma a disponibilizar aos produtores de modo didático o “Risco de Exposição ao Estresse Climático” dos dois principais polos produtores de aves de corte de MS. A análise foi feita na UFGD, Dourados - MS. O banco de dados fornecido pelo INMET foi constituído de informações referentes ao verão 2016/2017 para Sidrolândia-MS e Dourados-MS, de temperatura e umidade relativa, registradas hora a hora, 24 horas/dia, utilizados para cálculo do ITU. Realizou-se o cruzamento das informações por meio da “Matriz de Risco” sendo resposta os níveis de estresse proporcionado pela exposição climática. Concluiu-se com esta pesquisa que o ambiente de exposição ainda não é o principal fator considerado para instalação dos criatórios de frango de corte visto que o maior produtor do estado se encontra no local de clima menos adequado.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:19:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MELHORAMENTO DO MICROCLIMA DE UMA ESTUFA PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE BEGÔNIA (Begonia elatior), KALANCHOE (Kalanchoe blossfeldiana) E CRISÂNTEMO (Dendranthema grandiflorum)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1227-melhoramento-do-microclima-de-uma-estufa-para-producao-de-mudas-de-begonia-begonia-elatior-kalanchoe-kalanchoe-blossfeldiana-e-crisantemo-dendranthema-grandiflorum?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MELHORAMENTO DO MICROCLIMA DE UMA ESTUFA PARA PRODUÇÃO DE MUDAS DE BEGÔNIA (Begonia elatior), KALANCHOE (Kalanchoe blossfeldiana) E CRISÂNTEMO (Dendranthema grandiflorum)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ERNSEN, J.C., SCHNEIDER, R., HOPPE, M., LOVATO, M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Radiação, Temperatura, Enraizamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Este trabalho visa apresentar técnicas, métodos e adequações que podem melhorar o microclima interno de uma estufa para a produção de mudas de Begonia elatior, Kalanchoe blossfeldiana e Dendranthema grandiflorum. Para o estudo foram utilizados os dados climáticos de 2004-2016 da cidade de Santa Cruz do Sul-RS. Após compilação dos dados de irradiação solar, foram recomendados os filmes plásticos, as malhas de proteção internas e externa, levando em conta a irradiação solar incidente multiplicada pela transmissividade dos materiais. A iluminação das bancadas de produção foi determinada de acordo com as equações luminotécnicas. A temperatura e umidade relativa delimitadas com o confronto dos referenciais e dados climatológicos das regiões de origem das culturas. Após as análises foram sugeridas mudanças nas instalações da estufa e elaboração de um plano operacional de forma que tenha maior aproveitamento da radiação sobre as plantas, temperatura ideal, umidade relativa e a iluminação interna da estufa de acordo com as necessidades de cada cultura. Percebeu-se que a maior fragilidade da estrutura é o manejo e a qualidade dos sistemas de aquecimento e de umidificação. No entanto, os maiores desafios para a implementação deste estudo serão os cuidados com a umidade e a temperatura no setor de enraizamento.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ERNSEN, J.C., SCHNEIDER, R., HOPPE, M., LOVATO, M.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Radiação, Temperatura, Enraizamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Este trabalho visa apresentar técnicas, métodos e adequações que podem melhorar o microclima interno de uma estufa para a produção de mudas de Begonia elatior, Kalanchoe blossfeldiana e Dendranthema grandiflorum. Para o estudo foram utilizados os dados climáticos de 2004-2016 da cidade de Santa Cruz do Sul-RS. Após compilação dos dados de irradiação solar, foram recomendados os filmes plásticos, as malhas de proteção internas e externa, levando em conta a irradiação solar incidente multiplicada pela transmissividade dos materiais. A iluminação das bancadas de produção foi determinada de acordo com as equações luminotécnicas. A temperatura e umidade relativa delimitadas com o confronto dos referenciais e dados climatológicos das regiões de origem das culturas. Após as análises foram sugeridas mudanças nas instalações da estufa e elaboração de um plano operacional de forma que tenha maior aproveitamento da radiação sobre as plantas, temperatura ideal, umidade relativa e a iluminação interna da estufa de acordo com as necessidades de cada cultura. Percebeu-se que a maior fragilidade da estrutura é o manejo e a qualidade dos sistemas de aquecimento e de umidificação. No entanto, os maiores desafios para a implementação deste estudo serão os cuidados com a umidade e a temperatura no setor de enraizamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 20 Mar 2020 08:19:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA MELHOR EFICIÊNCIA PRODUTIVA PROPORCIONADA PELO USO DE ÍNDICE DE CONFORTO AMBIENTAL ADEQUADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1203-estudo-da-melhor-eficiencia-produtiva-proporcionada-pelo-uso-de-indice-de-conforto-ambiental-adequado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DA MELHOR EFICIÊNCIA PRODUTIVA PROPORCIONADA PELO USO DE ÍNDICE DE CONFORTO AMBIENTAL ADEQUADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATTILANI, M., SANTOS, R.C., FAVARIM, A.P.C., LOVATTO, J., MACHADO, S.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência, produção animal, sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Variáveis climáticas como temperatura, umidade relativa, radiação solar e vento influenciam no estresse, bem-estar e produção animal, devendo assim ser observados em conjunto por meio dos “índices de conforto ambiental”, determinados a partir da combinação dessas variáveis. O uso de um índice que melhor represente o ambiente produtivo reflete no consumo energético dos dispositivos de climatização e na qualidade do produto, podendo ser assim, tratado como ação sustentável a ser adotado no contexto do desenvolvimento do agronegócio regional. Entre os índices existentes, destacam-se o índice de temperatura e umidade (ITU) e entalpia (H). Neste estudo utilizou-se uma série histórica para compará-los e verificar qual foi mais rigoroso na indicação de estresse, tendo como referência frangos de corte. A pesquisa foi realizada na UFGD, com dados climáticos de 2017 disponibilizados pelo INMET para Dourados-MS. Utilizando planilha eletrônica foram calculados e comparados hora a hora o ITU e H. Ao final da pesquisa concluiu-se que os índices diferem-se quanto à classificação do conforto, o quê proporciona maior gasto energético dos sistemas de climatização, dependendo do índice adotado como referência, sendo que Entalpia demonstrou ser mais rigoroso nas semanas iniciais dos frangos, o quê aconteceu com o ITU nas últimas semanas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1203-estudo-da-melhor-eficiencia-produtiva-proporcionada-pelo-uso-de-indice-de-conforto-ambiental-adequado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATTILANI, M., SANTOS, R.C., FAVARIM, A.P.C., LOVATTO, J., MACHADO, S.T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência, produção animal, sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Variáveis climáticas como temperatura, umidade relativa, radiação solar e vento influenciam no estresse, bem-estar e produção animal, devendo assim ser observados em conjunto por meio dos “índices de conforto ambiental”, determinados a partir da combinação dessas variáveis. O uso de um índice que melhor represente o ambiente produtivo reflete no consumo energético dos dispositivos de climatização e na qualidade do produto, podendo ser assim, tratado como ação sustentável a ser adotado no contexto do desenvolvimento do agronegócio regional. Entre os índices existentes, destacam-se o índice de temperatura e umidade (ITU) e entalpia (H). Neste estudo utilizou-se uma série histórica para compará-los e verificar qual foi mais rigoroso na indicação de estresse, tendo como referência frangos de corte. A pesquisa foi realizada na UFGD, com dados climáticos de 2017 disponibilizados pelo INMET para Dourados-MS. Utilizando planilha eletrônica foram calculados e comparados hora a hora o ITU e H. Ao final da pesquisa concluiu-se que os índices diferem-se quanto à classificação do conforto, o quê proporciona maior gasto energético dos sistemas de climatização, dependendo do índice adotado como referência, sendo que Entalpia demonstrou ser mais rigoroso nas semanas iniciais dos frangos, o quê aconteceu com o ITU nas últimas semanas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 10:41:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DOS MATERIAIS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS RURAIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1202-estudo-da-eficiencia-energetica-dos-materiais-utilizados-na-construcao-de-moradias-rurais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DOS MATERIAIS UTILIZADOS NA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS RURAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOVATTO, F., SANTOS, R.C., ZUCCA, R., LOVATTO, J., JORDAN, R.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Certificação PROCEL-EDIFICA, construção rural, materiais de construção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Casa própria com o mínimo de qualidade reflete diretamente no padrão de vida e bem-estar das famílias. Posto isto, este estudo teve por objetivo analisar uma residência típica financiada por programas habitacionais brasileiros, com o intuito de classificá-la dentro do Programa Nacional de Conservação e Eficiência Energética em Edificações (PROCEL–EDIFICA). Esta classificação tem notas que variam de “A” a “E”, de acordo com a eficiência energética dos materiais e consequente conforto térmico proporcionado, sendo a nota “A” para residências que podem ser até 30% mais eficientes que a nota “E”. A análise foi realizada na UFGD, Dourados - MS. O projeto arquitetônico considerado foi para uma família de 4 pessoas, dois dormitórios, um banheiro, sala e cozinha, seguindo a NBR 15575/2013, com fechamentos feitos de materiais diferentes como bloco cerâmico com e sem revestimento; bloco de concreto com e sem revestimento; concreto maciço de 10cm sem revestimento externo e com revestimento interno em gesso. O presente estudo verificou que a maioria dos fechamentos obtiveram classificação “D” pelo selo PROCEL-EDIFICA, sugerindo assim, outros materiais que proporcionem menor condutividade e maior inércia térmica, proporcionando uma economia energética que pode chegar a 30% se utilizados sistemas de arrefecimento térmico.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1202-estudo-da-eficiencia-energetica-dos-materiais-utilizados-na-construcao-de-moradias-rurais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOVATTO, F., SANTOS, R.C., ZUCCA, R., LOVATTO, J., JORDAN, R.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Certificação PROCEL-EDIFICA, construção rural, materiais de construção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Casa própria com o mínimo de qualidade reflete diretamente no padrão de vida e bem-estar das famílias. Posto isto, este estudo teve por objetivo analisar uma residência típica financiada por programas habitacionais brasileiros, com o intuito de classificá-la dentro do Programa Nacional de Conservação e Eficiência Energética em Edificações (PROCEL–EDIFICA). Esta classificação tem notas que variam de “A” a “E”, de acordo com a eficiência energética dos materiais e consequente conforto térmico proporcionado, sendo a nota “A” para residências que podem ser até 30% mais eficientes que a nota “E”. A análise foi realizada na UFGD, Dourados - MS. O projeto arquitetônico considerado foi para uma família de 4 pessoas, dois dormitórios, um banheiro, sala e cozinha, seguindo a NBR 15575/2013, com fechamentos feitos de materiais diferentes como bloco cerâmico com e sem revestimento; bloco de concreto com e sem revestimento; concreto maciço de 10cm sem revestimento externo e com revestimento interno em gesso. O presente estudo verificou que a maioria dos fechamentos obtiveram classificação “D” pelo selo PROCEL-EDIFICA, sugerindo assim, outros materiais que proporcionem menor condutividade e maior inércia térmica, proporcionando uma economia energética que pode chegar a 30% se utilizados sistemas de arrefecimento térmico.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 10:34:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIMENSÃO FRACTAL DE IMAGENS INFRAVERMELHAS POR MEIO DO MÉTODO BOX-COUNTING</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1179-dimensao-fractal-de-imagens-infravermelhas-por-meio-do-metodo-box-counting?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIMENSÃO FRACTAL DE IMAGENS INFRAVERMELHAS POR MEIO DO MÉTODO BOX-COUNTING</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., DUARTE-NETO, P., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise de imagem, mastite bovina, qualidade do leite</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A mastite é uma doença de grande importância na pecuária leiteira mundial pois provoca grandes perdas econômicas e compromete a qualidade do produto final. Uma das formas de diminuir esse índice é a detecção precoce da doença. Objetivou-se com esse estudo aplicar o método box-counting em um conjunto de imagens termográficas pré-selecionadas dos quartos mamários de vacas em lactação com ênfase na diferenciação de animais saudáveis de animais com mastite subclínica e clínica, por meio da dimensão fractal (DF). O estudo foi realizado na Fazenda Roçadinho em Capoeiras/PE e contou com vacas Girolando. As imagens térmicas foram obtidas a partir de uma câmera termográfica por infravermelho (FLIR E60) com resolução de 0,01ºC a 1,0 m de distância do animal com coeficiente de emissão 0,97. Verificou-se através dos gráficos que imagens dos quartos de vacas saudáveis possuem dimensão fractal menor do que os quartos de vacas com mastite subclínica e clínica. É possível observar também que as imagens dos quartos dos animais diagnosticados como saudáveis através do California Mastitis test apresentam valores próximos a 1,79± 0,08. Por outro lado, os animais diagnosticados com mastite subclínica e clínica apresentaram valores de DF por volta de 1,98 ± 0,2. O método box-counting foi eficiente na interpretação de imagens termográficas neste estudo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1179-dimensao-fractal-de-imagens-infravermelhas-por-meio-do-metodo-box-counting?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., DUARTE-NETO, P., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise de imagem, mastite bovina, qualidade do leite</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A mastite é uma doença de grande importância na pecuária leiteira mundial pois provoca grandes perdas econômicas e compromete a qualidade do produto final. Uma das formas de diminuir esse índice é a detecção precoce da doença. Objetivou-se com esse estudo aplicar o método box-counting em um conjunto de imagens termográficas pré-selecionadas dos quartos mamários de vacas em lactação com ênfase na diferenciação de animais saudáveis de animais com mastite subclínica e clínica, por meio da dimensão fractal (DF). O estudo foi realizado na Fazenda Roçadinho em Capoeiras/PE e contou com vacas Girolando. As imagens térmicas foram obtidas a partir de uma câmera termográfica por infravermelho (FLIR E60) com resolução de 0,01ºC a 1,0 m de distância do animal com coeficiente de emissão 0,97. Verificou-se através dos gráficos que imagens dos quartos de vacas saudáveis possuem dimensão fractal menor do que os quartos de vacas com mastite subclínica e clínica. É possível observar também que as imagens dos quartos dos animais diagnosticados como saudáveis através do California Mastitis test apresentam valores próximos a 1,79± 0,08. Por outro lado, os animais diagnosticados com mastite subclínica e clínica apresentaram valores de DF por volta de 1,98 ± 0,2. O método box-counting foi eficiente na interpretação de imagens termográficas neste estudo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:19:01 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETECÇÃO DE MASTITE SUBCLÍNICA BOVINA ATRAVÉS DE IMAGENS TERMOGRÁFICAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1164-deteccao-de-mastite-subclinica-bovina-atraves-de-imagens-termograficas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DETECÇÃO DE MASTITE SUBCLÍNICA BOVINA ATRAVÉS DE IMAGENS TERMOGRÁFICAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.P., SILVA, M.V. da, ALMEIDA NETO, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Correlação, imagens térmicas, temperature</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Essa pesquisa foi conduzida com o objetivo de avaliar a utilização da termografia infravermelha no diagnóstico de mastite subclínica e verificar a dependência de variáveis associadas a ocorrência da mesma. A quantidade de amostras foi determinada de acordo com os critérios de seleção e totalizaram 33 imagens, sendo três para cada animal, totalizando 11 animais. As imagens térmicas foram obtidas a partir de uma câmera de infravermelho (FLIR E60). As variáveis estudadas foram: a temperatura superficial do úbere, temperatura ocular, temperatura retal e frequência respiratória. Os dados foram submetidos a análise estatística descritiva e as correlações realizadas pelo coeficiente de correlação de Pearson. Nos quartos onde o California Mastitis test foi positivo, as temperaturas foram 1,58% maiores do que os quartos negativos. A correlação de Pearson indicou fraca dependência entre os quartos saudáveis e forte dependência para os quartos com mastite subclínica. A temperatura do úbere, a temperatura retal (0,996) e a temperatura ocular (0,156) apresentaram forte e fraca dependência. A correlação com a frequência respiratória foi de média a forte (saudáveis) e forte (subclínica). A termografia identificou com sucesso alterações da temperatura proveniente do quadro clínico dos animais e as variáveis mais associadas foram a temperatura retal e a frequência respiratória.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1164-deteccao-de-mastite-subclinica-bovina-atraves-de-imagens-termograficas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.P., SILVA, M.V. da, ALMEIDA NETO, L.A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Correlação, imagens térmicas, temperature</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Essa pesquisa foi conduzida com o objetivo de avaliar a utilização da termografia infravermelha no diagnóstico de mastite subclínica e verificar a dependência de variáveis associadas a ocorrência da mesma. A quantidade de amostras foi determinada de acordo com os critérios de seleção e totalizaram 33 imagens, sendo três para cada animal, totalizando 11 animais. As imagens térmicas foram obtidas a partir de uma câmera de infravermelho (FLIR E60). As variáveis estudadas foram: a temperatura superficial do úbere, temperatura ocular, temperatura retal e frequência respiratória. Os dados foram submetidos a análise estatística descritiva e as correlações realizadas pelo coeficiente de correlação de Pearson. Nos quartos onde o California Mastitis test foi positivo, as temperaturas foram 1,58% maiores do que os quartos negativos. A correlação de Pearson indicou fraca dependência entre os quartos saudáveis e forte dependência para os quartos com mastite subclínica. A temperatura do úbere, a temperatura retal (0,996) e a temperatura ocular (0,156) apresentaram forte e fraca dependência. A correlação com a frequência respiratória foi de média a forte (saudáveis) e forte (subclínica). A termografia identificou com sucesso alterações da temperatura proveniente do quadro clínico dos animais e as variáveis mais associadas foram a temperatura retal e a frequência respiratória.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 09:06:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DEPENDÊNCIA ESPACIAL DA TEMPERATURA SUPERFICIAL DO ÚBERE DE VACAS DE LEITE COM MASTITE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1154-dependencia-espacial-da-temperatura-superficial-do-ubere-de-vacas-de-leite-com-mastite?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DEPENDÊNCIA ESPACIAL DA TEMPERATURA SUPERFICIAL DO ÚBERE DE VACAS DE LEITE COM MASTITE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., MONTENEGRO, A.A.A., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, mastite subclínica, termografia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A pecuária leiteira é uma atividade de grande importância para o agronegócio brasileiro. Porém, há alguns entraves como a mastite, que é a inflamação da glândula mamária decorrente de infecção bacteriana. Buscou-se com esse estudo avaliar a termografia por infravermelho como ferramenta diagnostico para mastite e o padrão da variabilidade espacial da temperatura da superfície do úbere por meio da geoestatística. Observou-se que os quartos classificados como positivos para mastite apresentaram temperatura da superfície do úbere entre 33,2ºC±0,67 e 34,64ºC±1,07 e, os quartos negativos valores entre 29,3ºC±1,78 e 32,24ºC±0,62. A variabilidade espacial da temperatura da superfície do úbere mostrou dependência espacial e os modelos que melhor se ajustaram foram o gaussiano, o exponencial e o esférico, com forte grau de dependência. Os alcances dos semivariogramas para os animais com mastite foram maiores do que para os animais saudáveis. A termografia por infravermelho mostrou-se como importante ferramenta para a avaliação da temperatura da superfície do úbere de bovinos de leite e o seu padrão de variabilidade. A escala adotada para análise do padrão das imagens térmicas identificou com sucesso a dependência espacial da temperatura, o que contribui para a modernização e eficiência nos procedimentos de diagnóstico da mastite.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1154-dependencia-espacial-da-temperatura-superficial-do-ubere-de-vacas-de-leite-com-mastite?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R.A.B., MONTENEGRO, A.A.A., PANDORFI, H., ALMEIDA, G.L.S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, mastite subclínica, termografia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A pecuária leiteira é uma atividade de grande importância para o agronegócio brasileiro. Porém, há alguns entraves como a mastite, que é a inflamação da glândula mamária decorrente de infecção bacteriana. Buscou-se com esse estudo avaliar a termografia por infravermelho como ferramenta diagnostico para mastite e o padrão da variabilidade espacial da temperatura da superfície do úbere por meio da geoestatística. Observou-se que os quartos classificados como positivos para mastite apresentaram temperatura da superfície do úbere entre 33,2ºC±0,67 e 34,64ºC±1,07 e, os quartos negativos valores entre 29,3ºC±1,78 e 32,24ºC±0,62. A variabilidade espacial da temperatura da superfície do úbere mostrou dependência espacial e os modelos que melhor se ajustaram foram o gaussiano, o exponencial e o esférico, com forte grau de dependência. Os alcances dos semivariogramas para os animais com mastite foram maiores do que para os animais saudáveis. A termografia por infravermelho mostrou-se como importante ferramenta para a avaliação da temperatura da superfície do úbere de bovinos de leite e o seu padrão de variabilidade. A escala adotada para análise do padrão das imagens térmicas identificou com sucesso a dependência espacial da temperatura, o que contribui para a modernização e eficiência nos procedimentos de diagnóstico da mastite.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:58:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONFORTO TÉRMICO PARA BEZERROS LEITEIROS EM DIFERENTES COBERTURAS UTILIZANDO MATERIAIS ALTERNATIVOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1139-conforto-termico-para-bezerros-leiteiros-em-diferentes-coberturas-utilizando-materiais-alternativos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONFORTO TÉRMICO PARA BEZERROS LEITEIROS EM DIFERENTES COBERTURAS UTILIZANDO MATERIAIS ALTERNATIVOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARVALHO, G.S.M., DA MATA, M.P.G.R., RODRIGUES, N.M., FONSECA, P.C.D.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Índices térmicos, Variáveis ambientais</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O uso de abrigos individuais é prática comum e recomendável para a criação de bezerras leiteiras, entretanto, os mesmos devem possuir características como bom isolamento térmico, resistência, durabilidade e baixo custo. Desta forma, esta pesquisa teve por objetivo avaliar diferentes modelos de abrigos individuais para bezerras leiteiras através de índices de conforto térmico. Foi utilizado um delineamento experimental inteiramente casualisado, com quatro tratamentos e 16 repetições, sendo as repetições os dias de coleta. Os tratamentos foram: FVB – telha de fibra vegetal com pintura reflexiva, FTP – telha de tetra pak industrializado, FV – telha de fibra vegetal e FVF – telha de fibra vegetal com forro interno de tetra pak. Foram coletadas como variáveis ambientais, dentro dos abrigos, temperatura de globo negro (Tgn), umidade relativa do ar (UR), temperatura de bulbo seco (Tbs) e velocidade do vento (Vv), parâmetros utilizados para calcular os índices de conforto térmicos, índice de temperatura de globo negro (ITGU), temperatura média radiante (TMR) e carga térmica de radiação (CTR). Os dados foram coletados às 8h, 10h, 12h, 14h e 16h. Os dados foram analisados pelo programa computacional SISVAR, sendo as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott, a 1% de significância e a análise de variância pelo teste de Tukey, a 5%. As médias não apresentaram diferença estatística (P&gt;0,01) para os índices de conforto térmicos entre os abrigos estudados, sendo os valores observados superiores aos referenciados como de conforto para bezerras leiteiras. A análise de variância apresenta diferença significativa, na cobertura, para TMR e CTR e diferença significativa, nos horários, para CTR.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1139-conforto-termico-para-bezerros-leiteiros-em-diferentes-coberturas-utilizando-materiais-alternativos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARVALHO, G.S.M., DA MATA, M.P.G.R., RODRIGUES, N.M., FONSECA, P.C.D.F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Índices térmicos, Variáveis ambientais</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O uso de abrigos individuais é prática comum e recomendável para a criação de bezerras leiteiras, entretanto, os mesmos devem possuir características como bom isolamento térmico, resistência, durabilidade e baixo custo. Desta forma, esta pesquisa teve por objetivo avaliar diferentes modelos de abrigos individuais para bezerras leiteiras através de índices de conforto térmico. Foi utilizado um delineamento experimental inteiramente casualisado, com quatro tratamentos e 16 repetições, sendo as repetições os dias de coleta. Os tratamentos foram: FVB – telha de fibra vegetal com pintura reflexiva, FTP – telha de tetra pak industrializado, FV – telha de fibra vegetal e FVF – telha de fibra vegetal com forro interno de tetra pak. Foram coletadas como variáveis ambientais, dentro dos abrigos, temperatura de globo negro (Tgn), umidade relativa do ar (UR), temperatura de bulbo seco (Tbs) e velocidade do vento (Vv), parâmetros utilizados para calcular os índices de conforto térmicos, índice de temperatura de globo negro (ITGU), temperatura média radiante (TMR) e carga térmica de radiação (CTR). Os dados foram coletados às 8h, 10h, 12h, 14h e 16h. Os dados foram analisados pelo programa computacional SISVAR, sendo as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott, a 1% de significância e a análise de variância pelo teste de Tukey, a 5%. As médias não apresentaram diferença estatística (P&gt;0,01) para os índices de conforto térmicos entre os abrigos estudados, sendo os valores observados superiores aos referenciados como de conforto para bezerras leiteiras. A análise de variância apresenta diferença significativa, na cobertura, para TMR e CTR e diferença significativa, nos horários, para CTR.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:35:17 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SÊMEN BOVINO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2018/anais-2018/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-9/1111-avaliacao-do-sistema-fuzzy-de-avaliacao-da-qualidade-do-semen-bovino?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO SISTEMA FUZZY DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SÊMEN BOVINO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Gabriel Filho, L.R.A., Mazieiro, L., Gabriel, C.P.C., Putti, F.F., ChaCUR, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lógica fuzzy; validação de modelos; fertilidade de bovinos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo do presente trabalho foi avaliar um sistema fuzzy capaz de fornecer o escore de fertilidade de touros a partir da combinação das variáveis Turbilhão, Motilidade, Vigor, Defeitos Maiores, Defeitos Menores e Defeitos Totais do sêmen. Para isso, foram analisadas 152 amostras de sêmen válidas coletadas de touros da raça Nelore e Simental durante o período de um ano. Os resultados obtidos do sistema fuzzy avaliado, foram analisados por meio de análises de correlação e de clusters e curva ROC. A variável de saída, Fertilidade Fuzzy, mostrou maior similaridade com algumas variáveis, além de forte correlação com a maioria delas, o que significa que a retirada de alguma variável pode afetar a qualidade de predição do modelo.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Gabriel Filho, L.R.A., Mazieiro, L., Gabriel, C.P.C., Putti, F.F., ChaCUR, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2018</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lógica fuzzy; validação de modelos; fertilidade de bovinos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo do presente trabalho foi avaliar um sistema fuzzy capaz de fornecer o escore de fertilidade de touros a partir da combinação das variáveis Turbilhão, Motilidade, Vigor, Defeitos Maiores, Defeitos Menores e Defeitos Totais do sêmen. Para isso, foram analisadas 152 amostras de sêmen válidas coletadas de touros da raça Nelore e Simental durante o período de um ano. Os resultados obtidos do sistema fuzzy avaliado, foram analisados por meio de análises de correlação e de clusters e curva ROC. A variável de saída, Fertilidade Fuzzy, mostrou maior similaridade com algumas variáveis, além de forte correlação com a maioria delas, o que significa que a retirada de alguma variável pode afetar a qualidade de predição do modelo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 07:47:37 -0300</pubDate>
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