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       <title>Saneamento e Controle Ambiental (SCA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>Utilização de wetlands para remoção de nutrientes de esgoto sanitário</title>
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           <media:title type="plain">Utilização de wetlands para remoção de nutrientes de esgoto sanitário</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, L. C., JUNIOR, M. P. F., SIQUEIRA, J. C. D., FIA, R., FIA, F. R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Nitrogênio,àgua,Tratamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A remoção de nutrientes em estações de tratamento de esgoto convencional, em sua grande maioria não atende a legislação ambiental referente a remoção de nutrientes (fósforo e nitrogênio). O presente trabalho objetivou analisar a remoção desses nutrientes através da unidade de Wetlands Construídos / Sistemas Alagados Construídos (SAC). O SAC superficial possui volume útil de 237 litros, 2 metros de comprimento x 0,5 metros de largura x 0,7 metros de altura, preenchido com brita até a altura de 0,5 metros. Capim Tifton 85 (Cynodon spp.) foi a espécie plantada, com vazão média de 75 L/d-1 e carga de 0,12 Kg/ d-1. Amostras do afluente e efluente foram coletadas semanalmente, durante 30 dias, sendo posteriormente encaminhadas para o Laboratório de Análise de Água da Universidade Federal de Lavras, em que analisou-se o nitrogênio total de Kjeldahl (NTK) e fósforo, pelos métodos microKjeldahl, e fosfomolibdico de acordo com Standard Methods (APHA, 2005). Os valores médios de fósforo e nitrogênio do afluente foram de 7,43 e 9,55 mg/L respetivamente, enquanto os valores médios do efluente foram de 3,23 e 7,12 mg/L para fósforo e nitrogênio. Considerando SAC como uma unidade de polimento final, mostrou-se uma alternativa para remoção de nutrientes do esgoto.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1065-utilizacao-de-wetlands-para-remocao-de-nutrientes-de-esgoto-sanitario?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, L. C., JUNIOR, M. P. F., SIQUEIRA, J. C. D., FIA, R., FIA, F. R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Nitrogênio,àgua,Tratamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A remoção de nutrientes em estações de tratamento de esgoto convencional, em sua grande maioria não atende a legislação ambiental referente a remoção de nutrientes (fósforo e nitrogênio). O presente trabalho objetivou analisar a remoção desses nutrientes através da unidade de Wetlands Construídos / Sistemas Alagados Construídos (SAC). O SAC superficial possui volume útil de 237 litros, 2 metros de comprimento x 0,5 metros de largura x 0,7 metros de altura, preenchido com brita até a altura de 0,5 metros. Capim Tifton 85 (Cynodon spp.) foi a espécie plantada, com vazão média de 75 L/d-1 e carga de 0,12 Kg/ d-1. Amostras do afluente e efluente foram coletadas semanalmente, durante 30 dias, sendo posteriormente encaminhadas para o Laboratório de Análise de Água da Universidade Federal de Lavras, em que analisou-se o nitrogênio total de Kjeldahl (NTK) e fósforo, pelos métodos microKjeldahl, e fosfomolibdico de acordo com Standard Methods (APHA, 2005). Os valores médios de fósforo e nitrogênio do afluente foram de 7,43 e 9,55 mg/L respetivamente, enquanto os valores médios do efluente foram de 3,23 e 7,12 mg/L para fósforo e nitrogênio. Considerando SAC como uma unidade de polimento final, mostrou-se uma alternativa para remoção de nutrientes do esgoto.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:32:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Utilização de Efluente de Piscicultura Tratado por Processo Biológico em Hidroponia</title>
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           <media:title type="plain">Utilização de Efluente de Piscicultura Tratado por Processo Biológico em Hidroponia</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. J. D., ARAUJO, H., LEAL, P. A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>remoção de nitrogênio,hidroponia,reuso de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os efluentes de piscicultura intensiva contêm concentrações elevadas de matéria orgânica e formas reduzidas de nitrogênio, principalmente, nitrogênio amoniacal e nitrito devido à alta carga de alimento a base de proteína adicionada ao tanque. Esses nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo são utilizados pelas plantas em cultivos hidropônicos, reduzindo as concentrações desses nutrientes para a disposição no meio ambiente. Efluentes de pisciculturas também podem ser tratados por processos convencionais com o objetivo de remoção de matéria orgânica e amônia e resultar em concentrações de nitrito e nitrato que necessitam ser reduzidas. Neste trabalho avaliou-se a utilização de efluentes de piscicultura tratado em um sistema de reatores anaeróbios e aeróbio instalados em série, em cultivo hidropônico de alface da variedade Mimosa SF31 sob dois aspectos: desenvolvimento das plantas e capacidade de absorção de nitrogênio e fósforo. Com relação ao desenvolvimento das plantas em termos de comprimento, largura e altura das folhas e produção de massa verde concluiu-se que efluentes de piscicultura não são adequados para a produção de alface hidropônica, mas podem ser utilizados como coadjuvantes de soluções convencionais. Quanto à remoção de nitrato e fósforo do efluente de piscicultura pelo sistema de hidroponia as eficiências máximas foram 33% e 53%, respectivamente.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. J. D., ARAUJO, H., LEAL, P. A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>remoção de nitrogênio,hidroponia,reuso de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os efluentes de piscicultura intensiva contêm concentrações elevadas de matéria orgânica e formas reduzidas de nitrogênio, principalmente, nitrogênio amoniacal e nitrito devido à alta carga de alimento a base de proteína adicionada ao tanque. Esses nutrientes, principalmente nitrogênio e fósforo são utilizados pelas plantas em cultivos hidropônicos, reduzindo as concentrações desses nutrientes para a disposição no meio ambiente. Efluentes de pisciculturas também podem ser tratados por processos convencionais com o objetivo de remoção de matéria orgânica e amônia e resultar em concentrações de nitrito e nitrato que necessitam ser reduzidas. Neste trabalho avaliou-se a utilização de efluentes de piscicultura tratado em um sistema de reatores anaeróbios e aeróbio instalados em série, em cultivo hidropônico de alface da variedade Mimosa SF31 sob dois aspectos: desenvolvimento das plantas e capacidade de absorção de nitrogênio e fósforo. Com relação ao desenvolvimento das plantas em termos de comprimento, largura e altura das folhas e produção de massa verde concluiu-se que efluentes de piscicultura não são adequados para a produção de alface hidropônica, mas podem ser utilizados como coadjuvantes de soluções convencionais. Quanto à remoção de nitrato e fósforo do efluente de piscicultura pelo sistema de hidroponia as eficiências máximas foram 33% e 53%, respectivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:31:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE ALGAS MARINHAS (LITHOTHAMNIUM CALCAREUM) TRITURADAS NA NEUTRALIZAÇÃO DA ACIDEZ DE DIFERENTES SOLOS DE LAVRAS-MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1062-utilizacao-de-algas-marinhas-lithothamnium-calcareum-trituradas-na-neutralizacao-da-acidez-de-diferentes-solos-de-lavras-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE ALGAS MARINHAS (LITHOTHAMNIUM CALCAREUM) TRITURADAS NA NEUTRALIZAÇÃO DA ACIDEZ DE DIFERENTES SOLOS DE LAVRAS-MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELO, A. F. S. R. D., RIBEIRO, I. C. A., FIA, R., FIA, F. R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resíduo calcário, curvas de incubação,correção de pH</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A maioria dos solos brasileiros apresenta limitações ao estabelecimento e desenvolvimento de grande parte das culturas, em decorrência dos efeitos da acidez nas plantas. Dessa forma, objetivou-se com a realização desse trabalho obter a curva de neutralização da acidez de dois latossolos localizados na Universidade Federal de Lavras (MG). As algas (Lithothamnium calcareum) foram moídas em almofariz, de forma a se obter um pó fino. Em seguida, foi determinada a eficiência relativa (ER), por meio da quantificação do percentual do material nas diferentes classes granulométricas, e o Poder de Neutralização (PN). As amostras foram incubadas em sacos plásticos abertos, sendo adicionada água às mesmas até se obter conteúdo de água próximo ao da sua capacidade de campo, de acordo com análise anterior. As amostras foram misturadas, periodicamente, e depois de 14 dias de incubação, foi medido o pH em água destilada (suspensão preparada na proporção de 1:2,5). Para os solos estudados foi encontrado dosagens entre 2 a 4 t ha-1 para aumento no pH dos latossolos para faixa entre 5,5 a 6,0. Os resultados demonstraram que algas podem ser utilizadas como corretivo de acidez dos latossolos da região de Lavras.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1062-utilizacao-de-algas-marinhas-lithothamnium-calcareum-trituradas-na-neutralizacao-da-acidez-de-diferentes-solos-de-lavras-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MELO, A. F. S. R. D., RIBEIRO, I. C. A., FIA, R., FIA, F. R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resíduo calcário, curvas de incubação,correção de pH</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A maioria dos solos brasileiros apresenta limitações ao estabelecimento e desenvolvimento de grande parte das culturas, em decorrência dos efeitos da acidez nas plantas. Dessa forma, objetivou-se com a realização desse trabalho obter a curva de neutralização da acidez de dois latossolos localizados na Universidade Federal de Lavras (MG). As algas (Lithothamnium calcareum) foram moídas em almofariz, de forma a se obter um pó fino. Em seguida, foi determinada a eficiência relativa (ER), por meio da quantificação do percentual do material nas diferentes classes granulométricas, e o Poder de Neutralização (PN). As amostras foram incubadas em sacos plásticos abertos, sendo adicionada água às mesmas até se obter conteúdo de água próximo ao da sua capacidade de campo, de acordo com análise anterior. As amostras foram misturadas, periodicamente, e depois de 14 dias de incubação, foi medido o pH em água destilada (suspensão preparada na proporção de 1:2,5). Para os solos estudados foi encontrado dosagens entre 2 a 4 t ha-1 para aumento no pH dos latossolos para faixa entre 5,5 a 6,0. Os resultados demonstraram que algas podem ser utilizadas como corretivo de acidez dos latossolos da região de Lavras.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:24:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Secagem com radiação infravermelha de grãos de Moringa oleifera L. para utilização no tratamento de água</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1009-secagem-com-radiacao-infravermelha-de-graos-de-moringa-oleifera-l-para-utilizacao-no-tratamento-de-agua?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Secagem com radiação infravermelha de grãos de Moringa oleifera L. para utilização no tratamento de água</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, V. R. G., BIAGI, J. D., OLIVEIRA, R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Coagulante natural,Turbidez de água,Teor de proteína</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Grãos de Moringa oleifera L. podem ser utilizados como coagulante natural no tratamento de água, representando potencial substituto aos coagulantes químicos. A secagem desses grãos é frequentemente realizada antes do preparo da solução coagulante. No entanto, a literatura carece de informações a respeito das condições adequadas para a realização da secagem. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da secagem de grãos de moringa quanto ao tempo de secagem, teor de proteína e à eficiência na remoção da turbidez de água. Realizaram-se ensaios de secagem convectiva com aplicação de radiação infravermelha, utilizando temperatura do ar entre 30 e 58 ºC e tempo de aplicação dessa radiação de 2 a 4,8 min, com aplicação intermitente em intervalos de 15 minutos. O planejamento dos ensaios foi de acordo com delineamento composto central rotacional. Verificou-se que a temperatura do ar e o tempo de radiação apresentaram efeito significativo (95% de confiança) sobre o tempo de secagem, teor de proteína e turbidez da água. Conclui-se que, nas condições estudadas, a temperatura do ar de 44°C e o tempo de aplicação da radiação infravermelha de 3,4 min resultaram em maior concentração de proteína nos grãos e melhor remoção da turbidez de água.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1009-secagem-com-radiacao-infravermelha-de-graos-de-moringa-oleifera-l-para-utilizacao-no-tratamento-de-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, V. R. G., BIAGI, J. D., OLIVEIRA, R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Coagulante natural,Turbidez de água,Teor de proteína</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Grãos de Moringa oleifera L. podem ser utilizados como coagulante natural no tratamento de água, representando potencial substituto aos coagulantes químicos. A secagem desses grãos é frequentemente realizada antes do preparo da solução coagulante. No entanto, a literatura carece de informações a respeito das condições adequadas para a realização da secagem. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da secagem de grãos de moringa quanto ao tempo de secagem, teor de proteína e à eficiência na remoção da turbidez de água. Realizaram-se ensaios de secagem convectiva com aplicação de radiação infravermelha, utilizando temperatura do ar entre 30 e 58 ºC e tempo de aplicação dessa radiação de 2 a 4,8 min, com aplicação intermitente em intervalos de 15 minutos. O planejamento dos ensaios foi de acordo com delineamento composto central rotacional. Verificou-se que a temperatura do ar e o tempo de radiação apresentaram efeito significativo (95% de confiança) sobre o tempo de secagem, teor de proteína e turbidez da água. Conclui-se que, nas condições estudadas, a temperatura do ar de 44°C e o tempo de aplicação da radiação infravermelha de 3,4 min resultaram em maior concentração de proteína nos grãos e melhor remoção da turbidez de água.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:01:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RIZOGÊNESE, MÁXIMA EFICIÊNCIA TÉCNICA E MÁXIMA EFICIÊNCIA ECONÔMICA DA CULTURA DO MILHO SUBMETIDA À APLICAÇÃO DE DOSES E FONTES DE GESSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/1007-rizogenese-maxima-eficiencia-tecnica-e-maxima-eficiencia-economica-da-cultura-do-milho-submetida-a-aplicacao-de-doses-e-fontes-de-gesso?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RIZOGÊNESE, MÁXIMA EFICIÊNCIA TÉCNICA E MÁXIMA EFICIÊNCIA ECONÔMICA DA CULTURA DO MILHO SUBMETIDA À APLICAÇÃO DE DOSES E FONTES DE GESSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CASASOLA, D. A., LAJÚS, C. R., BORSUK, L. C., LUZ, G. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento de Raiz,Gessagem,Resíduo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi implantado a campo na safra agrícola 2015/2016 na propriedade do Sr. Vinicius Lehr, localizado na linha Flor, Guatambu - SC. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso (DBC), com 5 tratamentos e 3 repetições. Os tratamentos utilizados foram tipos de gesso, sendo gesso agrícola e resíduo de gesso da construção civil, e diferentes doses, sendo 1,5 ton/ha; 3,0 ton/ha; 4,5ton/ha; 6,0 ton/ha, além de Testemunha sem aplicação de gesso. Para avaliação das variáveis foram coletadas quatro plantas de cada parcela de forma aleatória determinando individualmente o comprimento da raiz e peso da massa seca, realizada nos estádios fenológicos V4, V6 e V8. A pesagem dos grãos para determinação do rendimento por parcela foi feita em balança analítica de precisão considerando-se uma umidade corrigida para 13%. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F. Nas características agronômicas avaliadas foram detectadas diferenças significativas (P≤0,05) entre os estádios e entre as doses e entre os tipos de gesso. Houve também diferença significativa (P≤0,05) entre os tratamentos na variável rendimento de grãos, sendo os tratamento com resíduo de gesso na dose de 3,0 ton/ha o gesso agrícola com 4,5 ton/ha, os que obtiveram os melhores resultados.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CASASOLA, D. A., LAJÚS, C. R., BORSUK, L. C., LUZ, G. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento de Raiz,Gessagem,Resíduo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi implantado a campo na safra agrícola 2015/2016 na propriedade do Sr. Vinicius Lehr, localizado na linha Flor, Guatambu - SC. Foi utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso (DBC), com 5 tratamentos e 3 repetições. Os tratamentos utilizados foram tipos de gesso, sendo gesso agrícola e resíduo de gesso da construção civil, e diferentes doses, sendo 1,5 ton/ha; 3,0 ton/ha; 4,5ton/ha; 6,0 ton/ha, além de Testemunha sem aplicação de gesso. Para avaliação das variáveis foram coletadas quatro plantas de cada parcela de forma aleatória determinando individualmente o comprimento da raiz e peso da massa seca, realizada nos estádios fenológicos V4, V6 e V8. A pesagem dos grãos para determinação do rendimento por parcela foi feita em balança analítica de precisão considerando-se uma umidade corrigida para 13%. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F. Nas características agronômicas avaliadas foram detectadas diferenças significativas (P≤0,05) entre os estádios e entre as doses e entre os tipos de gesso. Houve também diferença significativa (P≤0,05) entre os tratamentos na variável rendimento de grãos, sendo os tratamento com resíduo de gesso na dose de 3,0 ton/ha o gesso agrícola com 4,5 ton/ha, os que obtiveram os melhores resultados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:00:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESÍDUOS AGRÍCOLAS COMO SUBSTRATOS ALTERNATIVOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/998-residuos-agricolas-como-substratos-alternativos-na-producao-de-mudas-de-pimentao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESÍDUOS AGRÍCOLAS COMO SUBSTRATOS ALTERNATIVOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PIMENTÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>KRAUSE, M. R., MONACO2, P. A. V. L., HADDADE, I. R., MENEGHELLI, L. A. M., SANTOS, G. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum annuum L.,Variáveis de crescimento,Composição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos principais fatores relacionados à qualidade das mudas de olerícolas é o tipo de substrato utilizado. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, avaliar o efeito da incorporação de resíduos da secagem dos grãos de café em substratos alternativos compostos por fibra de coco, casca de ovo e substrato comercial, sobre o desenvolvimento de mudas de pimentão.O experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e sete repetições, sendo os tratamentos:T1 - substrato comercial Bioplant; T2 - 15% de resíduo da secagem dos grãos de café (“moinha”) + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 65% substrato comercial; T3 - 30% de moinha + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 50% substrato comercial; T4 - 45% de moinha + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 35% substrato comercial. As variáveis avaliadas foram: condutividade elétrica do substrato, altura de planta, diâmetro do coleto e massa seca total. As mudas de pimentão apresentam o melhor desenvolvimento com o uso de substrato alternativo, inclusive na proporção de 45% de moinha, quando comparado com o uso do substrato comercial isoladamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/998-residuos-agricolas-como-substratos-alternativos-na-producao-de-mudas-de-pimentao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>KRAUSE, M. R., MONACO2, P. A. V. L., HADDADE, I. R., MENEGHELLI, L. A. M., SANTOS, G. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum annuum L.,Variáveis de crescimento,Composição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos principais fatores relacionados à qualidade das mudas de olerícolas é o tipo de substrato utilizado. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, avaliar o efeito da incorporação de resíduos da secagem dos grãos de café em substratos alternativos compostos por fibra de coco, casca de ovo e substrato comercial, sobre o desenvolvimento de mudas de pimentão.O experimento foi conduzido no delineamento inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e sete repetições, sendo os tratamentos:T1 - substrato comercial Bioplant; T2 - 15% de resíduo da secagem dos grãos de café (“moinha”) + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 65% substrato comercial; T3 - 30% de moinha + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 50% substrato comercial; T4 - 45% de moinha + 15% fibra de coco + 5% casca de ovo + 35% substrato comercial. As variáveis avaliadas foram: condutividade elétrica do substrato, altura de planta, diâmetro do coleto e massa seca total. As mudas de pimentão apresentam o melhor desenvolvimento com o uso de substrato alternativo, inclusive na proporção de 45% de moinha, quando comparado com o uso do substrato comercial isoladamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:51:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESÍDUOS AGRÍCOLAS COMO SUBSTRATOS ALTERNATIVOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PEPINO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/997-residuos-agricolas-como-substratos-alternativos-na-producao-de-mudas-de-pepino?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESÍDUOS AGRÍCOLAS COMO SUBSTRATOS ALTERNATIVOS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE PEPINO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, K. M., MONACO, P. A. V. L., HADDADE, I. R., KRAUSE, M. R., GUISOLFI, L. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>moinha,variáveis de crescimento,Cucumis sativus.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos principais fatores relacionados à qualidade das mudas de olerícolas é o tipo de substrato utilizado. Avaliou-se as variáveis de crescimento de mudas de pepino produzidas em substratos com níveis crescentes de moinha. O experimento foi realizado no DIC, com 6 tratamentos e 10 repetições, sendo: T1: substrato comercial (SC); T2: 0% moinha (MO)+ 40% casca de arroz carbonizada (CAC) + 15% fibra de coco (FC) + 5% casca de ovo (CO) + 40% substrato comercial (SC); T3: 10% MO + 40% CAC + 15% FC+ 5% CO+ 30% SC; T4: 20% MO+ 40% CAC + 15% FC+ 5% CO+ 20% SC ; T5: 30% MO+ 40% CAC + 15% FC + 5% CO+ 10% SC; T6: 40% MO+ 40% CAC + 15% FC+ 5% CO + 0% SC. Avaliou-se a matéria seca raiz (MSR) e parte aérea (MSPA), altura (AP), número de folhas (NF) e condutividade elétrica (CE) dos substratos. Recomenda-se proporções de até 30% de moinha em substrato composto por 40% de CAC, 15% de FC, 5% de CO e 10% de SC, sem que haja prejuízo nas variáveis de crescimento de mudas de pepino.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/997-residuos-agricolas-como-substratos-alternativos-na-producao-de-mudas-de-pepino?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, K. M., MONACO, P. A. V. L., HADDADE, I. R., KRAUSE, M. R., GUISOLFI, L. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>moinha,variáveis de crescimento,Cucumis sativus.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos principais fatores relacionados à qualidade das mudas de olerícolas é o tipo de substrato utilizado. Avaliou-se as variáveis de crescimento de mudas de pepino produzidas em substratos com níveis crescentes de moinha. O experimento foi realizado no DIC, com 6 tratamentos e 10 repetições, sendo: T1: substrato comercial (SC); T2: 0% moinha (MO)+ 40% casca de arroz carbonizada (CAC) + 15% fibra de coco (FC) + 5% casca de ovo (CO) + 40% substrato comercial (SC); T3: 10% MO + 40% CAC + 15% FC+ 5% CO+ 30% SC; T4: 20% MO+ 40% CAC + 15% FC+ 5% CO+ 20% SC ; T5: 30% MO+ 40% CAC + 15% FC + 5% CO+ 10% SC; T6: 40% MO+ 40% CAC + 15% FC+ 5% CO + 0% SC. Avaliou-se a matéria seca raiz (MSR) e parte aérea (MSPA), altura (AP), número de folhas (NF) e condutividade elétrica (CE) dos substratos. Recomenda-se proporções de até 30% de moinha em substrato composto por 40% de CAC, 15% de FC, 5% de CO e 10% de SC, sem que haja prejuízo nas variáveis de crescimento de mudas de pepino.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:51:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>REATOR ANAERÓBIO E REATOR AERÓBIO PARA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA E SÓLIDOS NO EFLUENTE DE PISCICULTURA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/989-reator-anaerobio-e-reator-aerobio-para-remocao-de-materia-organica-e-solidos-no-efluente-de-piscicultura?format=html</link>
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           <media:title type="plain">REATOR ANAERÓBIO E REATOR AERÓBIO PARA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA E SÓLIDOS NO EFLUENTE DE PISCICULTURA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARRA, M. L., SILVA, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>aquicultura,tratamento de efluente,efluente de piscicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Para manutenção da água dos viveiros de piscicultura os produtores descartam a água dos tanques a cada despesca. Portanto este trabalho tem como objetivo propor um tratamento anaeróbio e aeróbio para efluente de pisciculturas. Foi instalado um aquário para cultivo de Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus) de 140 L e 8,4g peixe .l-1, seguido de um sistema de tratamento de efluentes a uma vazão de 20L.h-1 utilizando dois reatores anaeróbios de leito fixo de 130 L cada instalados em paralelo seguidos de um reator com baixa oxigenação e mistura completa de 130 L mantido em agitação por uma bomba submersa. Foram feitas análises de demanda química de oxigênio (DQO), nitrogênio total (NT) e carbono total (CT) e sólidos totais (ST), suspensos (SS) e suspensos voláteis (SSV). O reator anaeróbio reduziu 69% da DQO, 25% do NT, 2,74% do CT, 15% do ST, 88% do SS e 75% do SSV. Todo o tratamento reduziu 84% da DQO, 34% do NT, 21% do CT, 32% do ST, 90% do SS e 73% do SSV. Portanto o sistema combinado anaeróbio e aeróbio foi eficiente na redução de matéria orgânica e sólidos do efluente de piscicultura, mas pouco eficiente na remoção de nitrogênio total.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/989-reator-anaerobio-e-reator-aerobio-para-remocao-de-materia-organica-e-solidos-no-efluente-de-piscicultura?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARRA, M. L., SILVA, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>aquicultura,tratamento de efluente,efluente de piscicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Para manutenção da água dos viveiros de piscicultura os produtores descartam a água dos tanques a cada despesca. Portanto este trabalho tem como objetivo propor um tratamento anaeróbio e aeróbio para efluente de pisciculturas. Foi instalado um aquário para cultivo de Tilápias do Nilo (Oreochromis niloticus) de 140 L e 8,4g peixe .l-1, seguido de um sistema de tratamento de efluentes a uma vazão de 20L.h-1 utilizando dois reatores anaeróbios de leito fixo de 130 L cada instalados em paralelo seguidos de um reator com baixa oxigenação e mistura completa de 130 L mantido em agitação por uma bomba submersa. Foram feitas análises de demanda química de oxigênio (DQO), nitrogênio total (NT) e carbono total (CT) e sólidos totais (ST), suspensos (SS) e suspensos voláteis (SSV). O reator anaeróbio reduziu 69% da DQO, 25% do NT, 2,74% do CT, 15% do ST, 88% do SS e 75% do SSV. Todo o tratamento reduziu 84% da DQO, 34% do NT, 21% do CT, 32% do ST, 90% do SS e 73% do SSV. Portanto o sistema combinado anaeróbio e aeróbio foi eficiente na redução de matéria orgânica e sólidos do efluente de piscicultura, mas pouco eficiente na remoção de nitrogênio total.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:42:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RAZÃO DE ADSORÇÃO DE SÓDIO E SAIS EM PERCOLADO APÓS APLICAÇÃO DE AGUÁ RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/988-razao-de-adsorcao-de-sodio-e-sais-em-percolado-apos-aplicacao-de-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RAZÃO DE ADSORÇÃO DE SÓDIO E SAIS EM PERCOLADO APÓS APLICAÇÃO DE AGUÁ RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., FIA, F. R. L., OLIVEIRA, L. F. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teores de sódio,Reúso,Efluente agroindustrial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O reúso de águas residuárias na agricultura é uma prática importante que fornece água e nutrientes para as plantas, porém, sais em excesso reduz a capacidade produtiva dos solos. Objetivou-se avaliar a razão de adsorção de sódio e sais em percolados após aplicação de água residuária de abatedouro. Conduziu-se o experimento em colunas de PVC, com 0,30 m de diâmetro e 1,2 m de profundidade, preenchidas com amostras de Latossolo Vermelho Distrófico, com três repetições. Os tratamentos compreenderam de adubação mineral nas doses de 300, 310 e 200 kg ha-1 ano-1 de NPK, respectivamente, e quatro doses de ARA (100, 200, 300 e 400% da recomendação de N). As variáveis analisadas foram: condutividade elétrica (CE), Na+, Ca+2 + Mg+2 e a razão de adsorção de sódio (RAS). Realizou-se a avaliação dos resultados quanto as restrições de uso na irrigação para salinidade, sodicidade e toxicidade de íons específicos (AYERS &amp; WESTCOT, 1999). Os máximos valores de Na+, Ca+2 + Mg+2 e RAS foram de 31,67mgL-1,7,43mgL-1 e 18,89 (mmol L-1)0,5, respectivamente. Houve restrição severa para o Na+ RAS quanto salinidade, sodicidade e toxicidade por íons específicos. A adubação química incrementou 0,70 e 1,80 g kg-1 de Na e Ca+Mg no solo, respectivamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/988-razao-de-adsorcao-de-sodio-e-sais-em-percolado-apos-aplicacao-de-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., FIA, F. R. L., OLIVEIRA, L. F. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teores de sódio,Reúso,Efluente agroindustrial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O reúso de águas residuárias na agricultura é uma prática importante que fornece água e nutrientes para as plantas, porém, sais em excesso reduz a capacidade produtiva dos solos. Objetivou-se avaliar a razão de adsorção de sódio e sais em percolados após aplicação de água residuária de abatedouro. Conduziu-se o experimento em colunas de PVC, com 0,30 m de diâmetro e 1,2 m de profundidade, preenchidas com amostras de Latossolo Vermelho Distrófico, com três repetições. Os tratamentos compreenderam de adubação mineral nas doses de 300, 310 e 200 kg ha-1 ano-1 de NPK, respectivamente, e quatro doses de ARA (100, 200, 300 e 400% da recomendação de N). As variáveis analisadas foram: condutividade elétrica (CE), Na+, Ca+2 + Mg+2 e a razão de adsorção de sódio (RAS). Realizou-se a avaliação dos resultados quanto as restrições de uso na irrigação para salinidade, sodicidade e toxicidade de íons específicos (AYERS &amp; WESTCOT, 1999). Os máximos valores de Na+, Ca+2 + Mg+2 e RAS foram de 31,67mgL-1,7,43mgL-1 e 18,89 (mmol L-1)0,5, respectivamente. Houve restrição severa para o Na+ RAS quanto salinidade, sodicidade e toxicidade por íons específicos. A adubação química incrementou 0,70 e 1,80 g kg-1 de Na e Ca+Mg no solo, respectivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:41:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM ASSENTAMENTOS NA ZONA SUL DO RIO GRANDE DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/961-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-em-assentamentos-na-zona-sul-do-rio-grande-do-sul?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DA ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO EM ASSENTAMENTOS NA ZONA SUL DO RIO GRANDE DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PACHECO, A., GOLIN, N., GADOTTI, G. I., QUADRO, M. S., LEANDRO, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Assentamento rural,Qualidade da água,Contaminação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os assentamentos são os principais instrumentos de reforma agrária, e por se localizarem em zona rural possuem soluções alternativas para o abastecimento de água, as quais são mais passíveis de contaminação quando comparadas aos sistema convencionais. Tendo em vista a importância do consumo de água potável para os consumidores, buscamos avaliar a qualidade da água fornecida aos assentamentos da zona sul do Rio Grande do sul. Foram avaliados parâmetros físico-químicos e microbiológicos disponibilizados pelo Vigiagua. Dos 13 municípios avaliados, 8 não apresentaram dados de qualidade da água dentro de assentamentos, podendo expor estes consumidores a fatores de risco devido à falta de monitoramento. Dos 361 dados amostrais analisados 75,15% apresentaram cloro residual ou dióxido de cloro abaixo do permitido pela legislação vigente, 87,11% apresentaram coliformes totais, 67,42% obtiveram presença de E. coli, 77,23% teve um valor de turbidez acima do permitido e 94,74% não possuem fluoretação. Diante de tais resultados a água que está sendo consumida nos assentamentos analisados pode ser uma geradora de riscos para a saúde de seus consumidores, demonstrando a necessidade de ações corretivas para uma melhoria na qualidade da água nesses locais.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/961-qualidade-da-agua-para-consumo-humano-em-assentamentos-na-zona-sul-do-rio-grande-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PACHECO, A., GOLIN, N., GADOTTI, G. I., QUADRO, M. S., LEANDRO, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Assentamento rural,Qualidade da água,Contaminação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os assentamentos são os principais instrumentos de reforma agrária, e por se localizarem em zona rural possuem soluções alternativas para o abastecimento de água, as quais são mais passíveis de contaminação quando comparadas aos sistema convencionais. Tendo em vista a importância do consumo de água potável para os consumidores, buscamos avaliar a qualidade da água fornecida aos assentamentos da zona sul do Rio Grande do sul. Foram avaliados parâmetros físico-químicos e microbiológicos disponibilizados pelo Vigiagua. Dos 13 municípios avaliados, 8 não apresentaram dados de qualidade da água dentro de assentamentos, podendo expor estes consumidores a fatores de risco devido à falta de monitoramento. Dos 361 dados amostrais analisados 75,15% apresentaram cloro residual ou dióxido de cloro abaixo do permitido pela legislação vigente, 87,11% apresentaram coliformes totais, 67,42% obtiveram presença de E. coli, 77,23% teve um valor de turbidez acima do permitido e 94,74% não possuem fluoretação. Diante de tais resultados a água que está sendo consumida nos assentamentos analisados pode ser uma geradora de riscos para a saúde de seus consumidores, demonstrando a necessidade de ações corretivas para uma melhoria na qualidade da água nesses locais.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:18:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPOSTA DE PLANO PARA RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/955-proposta-de-plano-para-recuperacao-de-area-degradada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PROPOSTA DE PLANO PARA RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GALVÃO, F. F. D. D., SANTOS, C. E. S., LIMA, I. C. M., SOUSA, K. D. D., CARNEIRO, V. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PROPOSTA, COMBATE, EROSÃO</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A proposta de recuperação de área degradada por ravinamento foi desenvolvida em área da Universidade Estadual de Goiás, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, Anápolis-GO, com o intuito de descrever o estudo de campo realizado nas dependências desta universidade, em região limítrofe às cercanias do Distrito AgroIndustrial de Anápolis (DAIA). Este trabalho possibilitou o levantamento de dados para recuperação do processo de ravinamento, no qual tem como proposta de combate ao processo erosivo as práticas vegetativas e o uso de recursos como entulhos de construção civil e pneus usados. A proposta para a recuperação do processo erosivo consistiu em valer de meios naturais para o reaproveitamento de áreas dispostas à futuras utilizações no meio agrícola, valendo-se de informações adquiridas no decorrer do curso de Engenharia Agrícola, tendo como objetivos a recuperação de terras férteis submetidas ao processo de degradação e posteriormente ao uso das terras recuperadas com finalidades de utilização para atividades agrícolas, como a agricultura familiar, por exemplo.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GALVÃO, F. F. D. D., SANTOS, C. E. S., LIMA, I. C. M., SOUSA, K. D. D., CARNEIRO, V. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PROPOSTA, COMBATE, EROSÃO</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A proposta de recuperação de área degradada por ravinamento foi desenvolvida em área da Universidade Estadual de Goiás, Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, Anápolis-GO, com o intuito de descrever o estudo de campo realizado nas dependências desta universidade, em região limítrofe às cercanias do Distrito AgroIndustrial de Anápolis (DAIA). Este trabalho possibilitou o levantamento de dados para recuperação do processo de ravinamento, no qual tem como proposta de combate ao processo erosivo as práticas vegetativas e o uso de recursos como entulhos de construção civil e pneus usados. A proposta para a recuperação do processo erosivo consistiu em valer de meios naturais para o reaproveitamento de áreas dispostas à futuras utilizações no meio agrícola, valendo-se de informações adquiridas no decorrer do curso de Engenharia Agrícola, tendo como objetivos a recuperação de terras férteis submetidas ao processo de degradação e posteriormente ao uso das terras recuperadas com finalidades de utilização para atividades agrícolas, como a agricultura familiar, por exemplo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:13:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Produção e acúmulo de lodo no sistema tanque séptico-filtro anaeróbio do tratamento de efluente de canil</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/937-producao-e-acumulo-de-lodo-no-sistema-tanque-septico-filtro-anaerobio-do-tratamento-de-efluente-de-canil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Produção e acúmulo de lodo no sistema tanque séptico-filtro anaeróbio do tratamento de efluente de canil</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, A. D. R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B., LANDIM, D. V., FIA, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cães, Tratamento biológico, Carga Orgânica Biológica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente trabalho teve como objetivo quantificar a produção e acúmulo de lodo no sistema tanque séptico-filtro anaeróbio do tratamento de fluente de canil, pela diferença de concentração de sólidos totais e voláteis. Por meio de amostras homogêneas do conteúdo dos tanques, sendo uma após a limpeza do lodo de fundo e outra com aproximadamente 53 dias de operação do sistema de tratamento. Esse método foi repetido duas vezes, para avaliação dos dados. O acúmulo nos filtros foi maior do que nos tanques sépticos, nos dois monitoramentos, de 573 mg L<sup>-1</sup> no primeiro e 1200 mg L<sup>-1</sup> no segundo. O coeficiente, médio, de produção de sólidos no sistema, dos monitoramentos foi de 0,22 kg kg<sup>-1</sup> [SVT] [DQOR]<sup>-1</sup>, o qual levou à quantificação de lodo gerado de 0,88 kg d<sup>-1</sup> de SVT, em relação com a carga média de DQO na entrada do sistema (3,98 kg d<sup>-1</sup> de DQO), durante todo o período de monitoramento. Ou seja, 321 L de lodo por ano na forma de SVT nas unidades anaeróbias. Na forma de ST é de 508 L de lodo por ano. Valor equivalente a 2% do volume total das unidades, caracterizando um volume reduzido gerado anualmente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/937-producao-e-acumulo-de-lodo-no-sistema-tanque-septico-filtro-anaerobio-do-tratamento-de-efluente-de-canil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, A. D. R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B., LANDIM, D. V., FIA, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cães, Tratamento biológico, Carga Orgânica Biológica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente trabalho teve como objetivo quantificar a produção e acúmulo de lodo no sistema tanque séptico-filtro anaeróbio do tratamento de fluente de canil, pela diferença de concentração de sólidos totais e voláteis. Por meio de amostras homogêneas do conteúdo dos tanques, sendo uma após a limpeza do lodo de fundo e outra com aproximadamente 53 dias de operação do sistema de tratamento. Esse método foi repetido duas vezes, para avaliação dos dados. O acúmulo nos filtros foi maior do que nos tanques sépticos, nos dois monitoramentos, de 573 mg L<sup>-1</sup> no primeiro e 1200 mg L<sup>-1</sup> no segundo. O coeficiente, médio, de produção de sólidos no sistema, dos monitoramentos foi de 0,22 kg kg<sup>-1</sup> [SVT] [DQOR]<sup>-1</sup>, o qual levou à quantificação de lodo gerado de 0,88 kg d<sup>-1</sup> de SVT, em relação com a carga média de DQO na entrada do sistema (3,98 kg d<sup>-1</sup> de DQO), durante todo o período de monitoramento. Ou seja, 321 L de lodo por ano na forma de SVT nas unidades anaeróbias. Na forma de ST é de 508 L de lodo por ano. Valor equivalente a 2% do volume total das unidades, caracterizando um volume reduzido gerado anualmente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:20:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE METANO EM REATOR AnSBBR A PARTIR DE ÁGUA RESIDUÁRIA DE FECULARIA ACIDIFICADA NA PRODUÇÃO DE BIOHIDROGÊNIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/934-producao-de-metano-em-reator-ansbbr-a-partir-de-agua-residuaria-de-fecularia-acidificada-na-producao-de-biohidrogenio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE METANO EM REATOR AnSBBR A PARTIR DE ÁGUA RESIDUÁRIA DE FECULARIA ACIDIFICADA NA PRODUÇÃO DE BIOHIDROGÊNIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARI, A. G., TONELLO, T. U., ANDREANI, C. L., DIDONé, L. S., GOMES, S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biogás,Digestão Anaeróbia,Carga Orgânica Volumétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A água residuária de fecularia apresenta potencial para a produção de hidrogênio por meio da fermentação. Entretanto, este processo não é eficiente na remoção de carga orgânica, tornando necessário tratamento posterior. Este estudo avaliou a produção de CH4 em reator anaeróbio em batelada sequencial com biomassa imobilizada (AnSBBR) tratando água residuária de fecularia acidificada em processo de produção de biohidrogênio. Conduziram-se ensaios com cargas orgânicas volumétricas aplicadas (COVa) de 3,4 e 5,4 g DQO.L-1.d-1, em reator com volume útil de 2,9 L, meio suporte de espuma de poliuretano, agitação por recirculação do efluente e temperatura de 30 ºC. Foram avaliados os parâmetros produtividade molar de CH4 e eficiência média de remoção da DQO filtrada. O volume de biogás foi quantificado em frasco mariotte e sua composição obtida por cromatografia gasosa. Obtiveram-se produtividades médias de 65,04 e 125,4 mol.m-3.d-1 e remoções médias de DQO de 97 e 94% nos ensaios com COVa de 3,4 e 5,4 g DQO.L-1.d-1, respectivamente. O biogás apresentou elevado teor de metano (80%), devido à acidificação prévia na produção de biohidrogênio. Concluiu-se que, com o aumento da carga, foi possível obter maior produtividade de metano, com pequena diminuição na eficiência de remoção da carga orgânica.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/934-producao-de-metano-em-reator-ansbbr-a-partir-de-agua-residuaria-de-fecularia-acidificada-na-producao-de-biohidrogenio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARI, A. G., TONELLO, T. U., ANDREANI, C. L., DIDONé, L. S., GOMES, S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biogás,Digestão Anaeróbia,Carga Orgânica Volumétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A água residuária de fecularia apresenta potencial para a produção de hidrogênio por meio da fermentação. Entretanto, este processo não é eficiente na remoção de carga orgânica, tornando necessário tratamento posterior. Este estudo avaliou a produção de CH4 em reator anaeróbio em batelada sequencial com biomassa imobilizada (AnSBBR) tratando água residuária de fecularia acidificada em processo de produção de biohidrogênio. Conduziram-se ensaios com cargas orgânicas volumétricas aplicadas (COVa) de 3,4 e 5,4 g DQO.L-1.d-1, em reator com volume útil de 2,9 L, meio suporte de espuma de poliuretano, agitação por recirculação do efluente e temperatura de 30 ºC. Foram avaliados os parâmetros produtividade molar de CH4 e eficiência média de remoção da DQO filtrada. O volume de biogás foi quantificado em frasco mariotte e sua composição obtida por cromatografia gasosa. Obtiveram-se produtividades médias de 65,04 e 125,4 mol.m-3.d-1 e remoções médias de DQO de 97 e 94% nos ensaios com COVa de 3,4 e 5,4 g DQO.L-1.d-1, respectivamente. O biogás apresentou elevado teor de metano (80%), devido à acidificação prévia na produção de biohidrogênio. Concluiu-se que, com o aumento da carga, foi possível obter maior produtividade de metano, com pequena diminuição na eficiência de remoção da carga orgânica.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:18:02 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE BIOHIDROGÊNIO A PARTIR DE RESÍDUO DE FECULARIA EM REATOR AnSBBR ALIMENTADO EM BATELADA ALIMENTADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/926-producao-de-biohidrogenio-a-partir-de-residuo-de-fecularia-em-reator-ansbbr-alimentado-em-batelada-alimentada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE BIOHIDROGÊNIO A PARTIR DE RESÍDUO DE FECULARIA EM REATOR AnSBBR ALIMENTADO EM BATELADA ALIMENTADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TONELLO, T. U., ANDREANI, C. L., MARI, A. G., LEITE, L. C., GOMES, S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biogás,Digestão Anaeróbia,Bioenergia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O hidrogênio representa um combustível de elevada densidade energética. Estudos têm buscado verificar o potencial de diferentes resíduos e configurações de reator na produção do biohidrogênio. Diante disso, esse trabalho avaliou a produção de hidrogênio a partir da água residuária de fecularia de mandioca, utilizando reator anaeróbio operado em bateladas sequenciais com biomassa imobilizada, alimentado em batelada alimentada, com volume útil de 4,3L e sistema de agitação mecânica. O ensaio utilizou com carga orgânica volumétrica de 13,5 gcarboidratos totais.L-1d-1, tempo de ciclo de 4h, e temperatura controlada de 30 °C. O reator foi inoculado com lodo anaeróbio tratado termicamente. Foram avaliados a produtividade molar e o rendimento de hidrogênio. O volume de biogás foi quantificado utilizando-se frasco mariotte e sua composição verificada por cromatografia gasosa (Shimadzu® 2010, coluna Carboxen® 1010, gás de arraste argônio e detector de condutividade térmica TCD a 230 ºC). Os resultados mostram que foi possível produzir 35,8 molH2 m-3d-1, com o rendimento de hidrogênio sobre as cargas aplicada e removida de 2,42 e 4,6 molH2 Kg-1carboidratos totais, respectivamente. Concluiu-se que a produção de biohidrogênio a partir da água residuária de fecularia em reator AnSBBR alimentado em batelada alimentada foi possível, apresentando potencial neste sentido.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/926-producao-de-biohidrogenio-a-partir-de-residuo-de-fecularia-em-reator-ansbbr-alimentado-em-batelada-alimentada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TONELLO, T. U., ANDREANI, C. L., MARI, A. G., LEITE, L. C., GOMES, S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biogás,Digestão Anaeróbia,Bioenergia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O hidrogênio representa um combustível de elevada densidade energética. Estudos têm buscado verificar o potencial de diferentes resíduos e configurações de reator na produção do biohidrogênio. Diante disso, esse trabalho avaliou a produção de hidrogênio a partir da água residuária de fecularia de mandioca, utilizando reator anaeróbio operado em bateladas sequenciais com biomassa imobilizada, alimentado em batelada alimentada, com volume útil de 4,3L e sistema de agitação mecânica. O ensaio utilizou com carga orgânica volumétrica de 13,5 gcarboidratos totais.L-1d-1, tempo de ciclo de 4h, e temperatura controlada de 30 °C. O reator foi inoculado com lodo anaeróbio tratado termicamente. Foram avaliados a produtividade molar e o rendimento de hidrogênio. O volume de biogás foi quantificado utilizando-se frasco mariotte e sua composição verificada por cromatografia gasosa (Shimadzu® 2010, coluna Carboxen® 1010, gás de arraste argônio e detector de condutividade térmica TCD a 230 ºC). Os resultados mostram que foi possível produzir 35,8 molH2 m-3d-1, com o rendimento de hidrogênio sobre as cargas aplicada e removida de 2,42 e 4,6 molH2 Kg-1carboidratos totais, respectivamente. Concluiu-se que a produção de biohidrogênio a partir da água residuária de fecularia em reator AnSBBR alimentado em batelada alimentada foi possível, apresentando potencial neste sentido.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:09:53 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>O USO DA CALDA DE UMBU (PHYTOLACCA DIOICA) NO CONTROLE DE PRAGAS E INSETOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/897-o-uso-da-calda-de-umbu-phytolacca-dioica-no-controle-de-pragas-e-insetos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">O USO DA CALDA DE UMBU (PHYTOLACCA DIOICA) NO CONTROLE DE PRAGAS E INSETOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOLIN, N., PACHECO, A., GADOTTI, G. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umbu,Repelente,Macerado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos problemas para o meio ambiente, é o uso exacerbado de agrotóxicos com a finalidade de controlar as pragas e insetos, podendo ter como consequências o envenenamento dos seres vivos, contaminação de solos, lençóis freáticos e recursos hídricos. Práticas agroecológicas apresentam-se como solucionadoras destes problemas, porém muitos agricultores por medo da ineficiência dos produtos naturais, mostram-se receosos em transitar da agricultura convencional para a agroecologia. Sendo assim, torna-se necessário o desenvolvimento de produtos naturais, que sejam eficientes em afastar pragas e insetos das plantações. Para tal, buscou-se testar a calda de macerado de umbu (Phytolacca dioica), como repelente no controle de pragas e insetos em folhas de mudas de berinjela. O macerado foi preparado por meio da extração da seiva do fruto em extrato aquoso por um período de 40 dias e posteriormente foi feita a sua aplicação via foliar nas mudas de berinjela por 45 dias. A eficiência do macerado pode ser verificada pois 100% das plantas que não receberam a aplicação foram severamente atacadas por pulgão e formigas cortadeiras, enquanto que 100% das plantas tratadas não foram atacadas por pulgão e apenas 47,2% das folhas das mudas foram atacadas por formigas cortadeiras.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/897-o-uso-da-calda-de-umbu-phytolacca-dioica-no-controle-de-pragas-e-insetos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOLIN, N., PACHECO, A., GADOTTI, G. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umbu,Repelente,Macerado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um dos problemas para o meio ambiente, é o uso exacerbado de agrotóxicos com a finalidade de controlar as pragas e insetos, podendo ter como consequências o envenenamento dos seres vivos, contaminação de solos, lençóis freáticos e recursos hídricos. Práticas agroecológicas apresentam-se como solucionadoras destes problemas, porém muitos agricultores por medo da ineficiência dos produtos naturais, mostram-se receosos em transitar da agricultura convencional para a agroecologia. Sendo assim, torna-se necessário o desenvolvimento de produtos naturais, que sejam eficientes em afastar pragas e insetos das plantações. Para tal, buscou-se testar a calda de macerado de umbu (Phytolacca dioica), como repelente no controle de pragas e insetos em folhas de mudas de berinjela. O macerado foi preparado por meio da extração da seiva do fruto em extrato aquoso por um período de 40 dias e posteriormente foi feita a sua aplicação via foliar nas mudas de berinjela por 45 dias. A eficiência do macerado pode ser verificada pois 100% das plantas que não receberam a aplicação foram severamente atacadas por pulgão e formigas cortadeiras, enquanto que 100% das plantas tratadas não foram atacadas por pulgão e apenas 47,2% das folhas das mudas foram atacadas por formigas cortadeiras.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:42:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MONITORAMENTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DOS PIEZÔMETROS DO ATERRO SANITÁRIO AREIAS BRANCAS – FORMIGA MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/881-monitoramento-ambiental-estudo-de-caso-dos-piezometros-do-aterro-sanitario-areias-brancas-formiga-mg?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/881-monitoramento-ambiental-estudo-de-caso-dos-piezometros-do-aterro-sanitario-areias-brancas-formiga-mg/file" length="465482" type="application/pdf" />
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           <media:title type="plain">MONITORAMENTO AMBIENTAL: ESTUDO DE CASO DOS PIEZÔMETROS DO ATERRO SANITÁRIO AREIAS BRANCAS – FORMIGA MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, L. D. R., JESUS, N. P. D., SOUZA, A. D. R., ELIAS, V. C., CORREA, B. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>QUALIDADE DA ÁGUA,PIEZÔMETROS,RESÍDUOS SÓLIDOS</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">No Aterro Sanitário denominado Areias Brancas, localizado em Formiga – MG, foram instalados 04 piezômetros, que são utilizados como poços de monitoramento, com objetivo de avaliar a qualidade de águas subterrâneas do local. Estes foram instalados no entorno das células de disposição de resíduos sólidos urbanos, na mesma cota que as células, sendo 01 à montante e 03 à jusante. A coleta da água subterrânea é feita por meio de bailers, sendo o líquido armazenado em embalagens apropriadas e identificadas, para posterior envio ao laboratório especializado. As análises são feitas anualmente e avalia-se os parâmetros Pb, Cd, cloretos, Cu, condutividade elétrica, Cr, E. Coli, nitratos, nitrogênio amoniacal, Zn, pH e nível de água. De acordo com as análises obtidas, foram encontrados valores superiores ao estabelecido na Decisão de Diretoria 045/2014/E/C/I - CETESB para o elemento chumbo no piezômetro localizado à montante da célula, oriundo do material da tubulação do poço de monitoramento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/881-monitoramento-ambiental-estudo-de-caso-dos-piezometros-do-aterro-sanitario-areias-brancas-formiga-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, L. D. R., JESUS, N. P. D., SOUZA, A. D. R., ELIAS, V. C., CORREA, B. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>QUALIDADE DA ÁGUA,PIEZÔMETROS,RESÍDUOS SÓLIDOS</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">No Aterro Sanitário denominado Areias Brancas, localizado em Formiga – MG, foram instalados 04 piezômetros, que são utilizados como poços de monitoramento, com objetivo de avaliar a qualidade de águas subterrâneas do local. Estes foram instalados no entorno das células de disposição de resíduos sólidos urbanos, na mesma cota que as células, sendo 01 à montante e 03 à jusante. A coleta da água subterrânea é feita por meio de bailers, sendo o líquido armazenado em embalagens apropriadas e identificadas, para posterior envio ao laboratório especializado. As análises são feitas anualmente e avalia-se os parâmetros Pb, Cd, cloretos, Cu, condutividade elétrica, Cr, E. Coli, nitratos, nitrogênio amoniacal, Zn, pH e nível de água. De acordo com as análises obtidas, foram encontrados valores superiores ao estabelecido na Decisão de Diretoria 045/2014/E/C/I - CETESB para o elemento chumbo no piezômetro localizado à montante da célula, oriundo do material da tubulação do poço de monitoramento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:30:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ISOTERMAS DE ADSORÇÃO DE FÓSFORO EM QUITOSANA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/845-isotermas-de-adsorcao-de-fosforo-em-quitosana?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ISOTERMAS DE ADSORÇÃO DE FÓSFORO EM QUITOSANA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIBEIRO, I. C. A., FIA, R., FIA, F., MELO, A. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário,Langmuir,Freundlich</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O excesso de fósforo presente em efluentes agroindustriais, quando estes são despejado in natura, promove a eutrofização do curso hídrico levando ao crescimento exagerado de algas e ao comprometimento da vida aquática. A fim de se evitar tal evento, vem-se utilizando adsorventes de baixo custo para a remoção de fósforo, via adsorção, evitando de forma significativa os impactos causados ao meio ambiente. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a capacidade de adsorção de fósforo em quitosana a partir da análise das isotermas de adsorção ajustadas para os modelos de Langmuir e Freundlich. Para obtenção das isotermas , foi adicionada, separadamente, uma massa de 0,5 g do resíduo, em 10 mL de soluções de Fósforo com concentrações variando de 0 a 1000 mg L-1. As análises foram realizadas em triplicata. A significância estatística dos coeficientes de correlação para as isotermas foi o critério pelo qual seus dados foram testados. Os modelos se ajustaram bem aos dados experimentais obtendo coeficientes de determinação iguais acima de 0,88. O resultado encontrado indica possibilidades de utilização da quitosana em sistemas que visem à remoção do fósforo presente em águas residuárias.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIBEIRO, I. C. A., FIA, R., FIA, F., MELO, A. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário,Langmuir,Freundlich</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O excesso de fósforo presente em efluentes agroindustriais, quando estes são despejado in natura, promove a eutrofização do curso hídrico levando ao crescimento exagerado de algas e ao comprometimento da vida aquática. A fim de se evitar tal evento, vem-se utilizando adsorventes de baixo custo para a remoção de fósforo, via adsorção, evitando de forma significativa os impactos causados ao meio ambiente. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a capacidade de adsorção de fósforo em quitosana a partir da análise das isotermas de adsorção ajustadas para os modelos de Langmuir e Freundlich. Para obtenção das isotermas , foi adicionada, separadamente, uma massa de 0,5 g do resíduo, em 10 mL de soluções de Fósforo com concentrações variando de 0 a 1000 mg L-1. As análises foram realizadas em triplicata. A significância estatística dos coeficientes de correlação para as isotermas foi o critério pelo qual seus dados foram testados. Os modelos se ajustaram bem aos dados experimentais obtendo coeficientes de determinação iguais acima de 0,88. O resultado encontrado indica possibilidades de utilização da quitosana em sistemas que visem à remoção do fósforo presente em águas residuárias.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 17:09:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DO MANEJO DOS DEJETOS SUÍNOS NA SEPARAÇÃO SÓLIDO-LÍQUIDA POR SEDIMENTAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/837-influencia-do-manejo-dos-dejetos-suinos-na-separacao-solido-liquida-por-sedimentacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DO MANEJO DOS DEJETOS SUÍNOS NA SEPARAÇÃO SÓLIDO-LÍQUIDA POR SEDIMENTAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>HOLLAS, C. E., BORTOLI, M., CHINI, A., ANTES, F. G., KUNZ, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Separação de sólidos,Suinocultura,Tratamento de efluentes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A separação de fases no tratamento de dejetos animais é uma importante etapa no tratamento desses efluentes. No entanto, o tempo entre a geração desses dejetos e o início do tratamento pode interferir na eficiência do processo de separação sólido-líquido. Sendo assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar a influência do manejo dos dejetos suínos, entre a geração e o início do processo de tratamento, em suas características físicas e químicas. Foram caracterizados dejetos suínos de duas granjas, identificadas por 1 e 2, respectivamente. Foram realizados testes de sedimentação em cinco amostras coletadas em cada granja, determinando o teor de sólidos(ST,SF,SV,SS), nitrogênio(N-NH3) e carbono(COT) da fração líquida. Apesar das características químicas apresentarem semelhança nas amostras das duas granjas pôde-se observar distintas velocidades de sedimentação, 0,12 m.h-1 (granja 1) e 0,22 m.h-1 (granja 2). A velocidade de sedimentação das partículas da granja 1 em relação à granja 2 foi menor, provavelmente, devido a degradação do dejeto, pois na granja 1 o mesmo fica por um período de tempo maior retido nas calhas antes de iniciar o tratamento. Conclui-se que o tempo de detenção nas calhas, pode alterar suas características físicas e químicas prejudicando a eficiência da separação sólido–líquida por sedimentação.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/837-influencia-do-manejo-dos-dejetos-suinos-na-separacao-solido-liquida-por-sedimentacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>HOLLAS, C. E., BORTOLI, M., CHINI, A., ANTES, F. G., KUNZ, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Separação de sólidos,Suinocultura,Tratamento de efluentes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A separação de fases no tratamento de dejetos animais é uma importante etapa no tratamento desses efluentes. No entanto, o tempo entre a geração desses dejetos e o início do tratamento pode interferir na eficiência do processo de separação sólido-líquido. Sendo assim, o objetivo desse trabalho foi avaliar a influência do manejo dos dejetos suínos, entre a geração e o início do processo de tratamento, em suas características físicas e químicas. Foram caracterizados dejetos suínos de duas granjas, identificadas por 1 e 2, respectivamente. Foram realizados testes de sedimentação em cinco amostras coletadas em cada granja, determinando o teor de sólidos(ST,SF,SV,SS), nitrogênio(N-NH3) e carbono(COT) da fração líquida. Apesar das características químicas apresentarem semelhança nas amostras das duas granjas pôde-se observar distintas velocidades de sedimentação, 0,12 m.h-1 (granja 1) e 0,22 m.h-1 (granja 2). A velocidade de sedimentação das partículas da granja 1 em relação à granja 2 foi menor, provavelmente, devido a degradação do dejeto, pois na granja 1 o mesmo fica por um período de tempo maior retido nas calhas antes de iniciar o tratamento. Conclui-se que o tempo de detenção nas calhas, pode alterar suas características físicas e químicas prejudicando a eficiência da separação sólido–líquida por sedimentação.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 17:04:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INCORPORAÇÃO DE CÁLCIO, MAGNÉSIO E POTÁSSIO EM SOLO CULTIVADO E FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/812-incorporacao-de-calcio-magnesio-e-potassio-em-solo-cultivado-e-fertirrigado-com-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INCORPORAÇÃO DE CÁLCIO, MAGNÉSIO E POTÁSSIO EM SOLO CULTIVADO E FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teores de Nutrientes,Efluente agroindustrial,Reuso</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aproveitamento de águas residuária na agricultura é uma alternativa para controle da poluição ambiental e fornecimento de água e nutrientes para culturas. Objetivou-se avaliar a incorporação de cálcio, magnésio e potássio após aplicação de diferentes cargas de água residuária de abatedouro em solo cultivado. Conduziu-se o experimento em colunas de PVC, com 0,30 m de diâmetro e 1,2 m de profundidade, preenchidas com Latossolo Vermelho Distrófico, com três repetições. Aplicou-se os tratamentos com doses de 300, 310 e 200 kg ha-1 ano-1 de N, P e K (Tratamento mineral), respectivamente, e quatro doses de ARA 100, 200, 300 e 400% da recomendação de N. Realizou-se análise de regressão e variância. Após 120 de aplicação de ARA, observou-se que as máximas concentrações de potássio, cálcio e magnésio na camada 0-10 cm de solo foram de 5,49, 1,40 e 0,52 g kg-1, respectivamente, após aplicação total de 3912 m³ha-1 de ARA (400% da recomendação de N). Estes resultados foram 40, 8 e 6% superiores aos resultados obtidos com a adubação mineral para K, Ca e Mg, respectivamente. O incremento em relação ao solo inicial foi de 0,73, 0,32 e 2,40 g kg-1 de Ca, Mg e K para todos os tratamentos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/sca-saneamento-e-controle-ambiental-6/812-incorporacao-de-calcio-magnesio-e-potassio-em-solo-cultivado-e-fertirrigado-com-agua-residuaria-de-abatedouro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teores de Nutrientes,Efluente agroindustrial,Reuso</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aproveitamento de águas residuária na agricultura é uma alternativa para controle da poluição ambiental e fornecimento de água e nutrientes para culturas. Objetivou-se avaliar a incorporação de cálcio, magnésio e potássio após aplicação de diferentes cargas de água residuária de abatedouro em solo cultivado. Conduziu-se o experimento em colunas de PVC, com 0,30 m de diâmetro e 1,2 m de profundidade, preenchidas com Latossolo Vermelho Distrófico, com três repetições. Aplicou-se os tratamentos com doses de 300, 310 e 200 kg ha-1 ano-1 de N, P e K (Tratamento mineral), respectivamente, e quatro doses de ARA 100, 200, 300 e 400% da recomendação de N. Realizou-se análise de regressão e variância. Após 120 de aplicação de ARA, observou-se que as máximas concentrações de potássio, cálcio e magnésio na camada 0-10 cm de solo foram de 5,49, 1,40 e 0,52 g kg-1, respectivamente, após aplicação total de 3912 m³ha-1 de ARA (400% da recomendação de N). Estes resultados foram 40, 8 e 6% superiores aos resultados obtidos com a adubação mineral para K, Ca e Mg, respectivamente. O incremento em relação ao solo inicial foi de 0,73, 0,32 e 2,40 g kg-1 de Ca, Mg e K para todos os tratamentos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:34:30 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>GESTÃO DE ÓLEOS E GORDURAS RESIDUAIS EM TRÊS ESTABELECIMENTOS GASTRONÔMICOS DE LAVRAS-MG E SEU POTENCIAL DE APROVEITAMENTO COMO BIODIESEL</title>
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           <media:title type="plain">GESTÃO DE ÓLEOS E GORDURAS RESIDUAIS EM TRÊS ESTABELECIMENTOS GASTRONÔMICOS DE LAVRAS-MG E SEU POTENCIAL DE APROVEITAMENTO COMO BIODIESEL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, G. R. D., RIBEIRO, A. G. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>resíduos urbanos,coleta seletiva,biomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os óleos e gorduras residuais (OGR), quando descartados incorretamente, trazem prejuízos ambientais e econômicos. A gestão adequada deste resíduo permite reaproveitar seu potencial energético e mássico, representando um valor econômico positivo e benefícios socioambientais. Dentre as alternativas de reciclagem e reaproveitamento dos OGR, destaca-se a produção de biodiesel. Porém, é necessário garantir a qualidade do resíduo, a fim de aproveitar seu potencial e a gestão coordenada dos OGR, proporcionando uma destinação final adequada ao resíduo. Neste sentido, o objetivo foi avaliar a gestão dos OGR gerados em três estabelecimentos gastronômicos da cidade de Lavras-MG. Esta avaliação foi realizada levando em conta a quantidade gerada, a destinação adotada, e a qualidade do resíduo, por meio da análise do índice de acidez, índice de iodo, índice de peróxidos e índice de saponificação. Apesar da variação nos valores de índice de acidez (0,836 – 3,938 mgKOH/g) e o índice de peróxidos (3,789 – 11,318 meq/1000g), a mistura destes resíduos não representa um problema na produção de biodiesel, uma vez que é realizada a etapa de pré-tratamento. A cadeia de gestão do OGR é ampla e mostra o potencial de transformação do OGR em diversos produtos, além do biodiesel e do sabão artesanal.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, G. R. D., RIBEIRO, A. G. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>resíduos urbanos,coleta seletiva,biomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os óleos e gorduras residuais (OGR), quando descartados incorretamente, trazem prejuízos ambientais e econômicos. A gestão adequada deste resíduo permite reaproveitar seu potencial energético e mássico, representando um valor econômico positivo e benefícios socioambientais. Dentre as alternativas de reciclagem e reaproveitamento dos OGR, destaca-se a produção de biodiesel. Porém, é necessário garantir a qualidade do resíduo, a fim de aproveitar seu potencial e a gestão coordenada dos OGR, proporcionando uma destinação final adequada ao resíduo. Neste sentido, o objetivo foi avaliar a gestão dos OGR gerados em três estabelecimentos gastronômicos da cidade de Lavras-MG. Esta avaliação foi realizada levando em conta a quantidade gerada, a destinação adotada, e a qualidade do resíduo, por meio da análise do índice de acidez, índice de iodo, índice de peróxidos e índice de saponificação. Apesar da variação nos valores de índice de acidez (0,836 – 3,938 mgKOH/g) e o índice de peróxidos (3,789 – 11,318 meq/1000g), a mistura destes resíduos não representa um problema na produção de biodiesel, uma vez que é realizada a etapa de pré-tratamento. A cadeia de gestão do OGR é ampla e mostra o potencial de transformação do OGR em diversos produtos, além do biodiesel e do sabão artesanal.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:24:52 -0300</pubDate>
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