<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma?format=html</link>
              <lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2020 16:50:51 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>Viabilidade econômica de sistemas de preparo do solo para a cultura do milho</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1087-viabilidade-economica-de-sistemas-de-preparo-do-solo-para-a-cultura-do-milho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1087-viabilidade-economica-de-sistemas-de-preparo-do-solo-para-a-cultura-do-milho/file" length="328229" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1087-viabilidade-economica-de-sistemas-de-preparo-do-solo-para-a-cultura-do-milho/file"
                fileSize="328229"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Viabilidade econômica de sistemas de preparo do solo para a cultura do milho</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TAVARES, L. A. F., CORREIA, T. P. D. S., SULZBACH, F. M., GONçALVES, M. G. B., BARBOSA, G. J. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>rentabilidade,mecanização,plantio direto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Para os padrões de competitividade impostos pela agricultura contemporânea, o estudo econômico dos sistemas de preparo do solo auxiliam o entendimento dos custos de produção e favorecem tomadas de decisão para incremento de lucratividade com as culturas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi quantificar os custos, as rendas e o custo/benefício da cultura do milho implantada em diferentes sistemas de preparo do solo. O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental Santa Paula do Instituto de Ciências Agrárias da UFVJM - Unaí/MG, durante o ano agrícola 2015/2016. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualisados, em parcelas divididas, com quatro repetições. Os tratamentos incluíram o cultivo da cultura do milho em três sistemas de preparo do solo: plantio direto (PD), cultivo mínimo (CM) e preparo convencional (PC). A cultura do milho nos três sistemas de preparo do solo apresenta viabilidade econômica, entretanto o plantio direto é o que proporciona maior produtividade, rentabilidade econômica e relação custo/benefício.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1087-viabilidade-economica-de-sistemas-de-preparo-do-solo-para-a-cultura-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TAVARES, L. A. F., CORREIA, T. P. D. S., SULZBACH, F. M., GONçALVES, M. G. B., BARBOSA, G. J. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>rentabilidade,mecanização,plantio direto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Para os padrões de competitividade impostos pela agricultura contemporânea, o estudo econômico dos sistemas de preparo do solo auxiliam o entendimento dos custos de produção e favorecem tomadas de decisão para incremento de lucratividade com as culturas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi quantificar os custos, as rendas e o custo/benefício da cultura do milho implantada em diferentes sistemas de preparo do solo. O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental Santa Paula do Instituto de Ciências Agrárias da UFVJM - Unaí/MG, durante o ano agrícola 2015/2016. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualisados, em parcelas divididas, com quatro repetições. Os tratamentos incluíram o cultivo da cultura do milho em três sistemas de preparo do solo: plantio direto (PD), cultivo mínimo (CM) e preparo convencional (PC). A cultura do milho nos três sistemas de preparo do solo apresenta viabilidade econômica, entretanto o plantio direto é o que proporciona maior produtividade, rentabilidade econômica e relação custo/benefício.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:50:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE DE REPLANTIO DE MPB EM CANAVIAIS DE DIFERENTES PERCENTUAIS DE FALHAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1085-viabilidade-de-replantio-de-mpb-em-canaviais-de-diferentes-percentuais-de-falhas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1085-viabilidade-de-replantio-de-mpb-em-canaviais-de-diferentes-percentuais-de-falhas/file" length="172759" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1085-viabilidade-de-replantio-de-mpb-em-canaviais-de-diferentes-percentuais-de-falhas/file"
                fileSize="172759"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VIABILIDADE DE REPLANTIO DE MPB EM CANAVIAIS DE DIFERENTES PERCENTUAIS DE FALHAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NORONHA, R. H. D. F., DAMASCENO, A. F., FURLANI, C. E. A., SILVA, U. M. D., SANTOS, C. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>muda,longevidade canavial,maximização produtiva</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As usinas utilizam a própria cana que já foi plantada na área como muda para preencher as falhas ocasionadas por anomalias como doenças, pragas e/ou operações mecanizadas afim de retardar a renovação do canavial e aumentar a eficiência de colheita, com maior quantidade de matéria-prima colhida para o mesmo deslocamento da máquina. Assim, objetivou-se avaliar a viabilidade de replantio de mudas pré brotadas em canaviais de primeiro ao sétimo corte conforme seu percentual de falhas identificando a idade prioritária para essa nova modalidade para alcançar maiores produtividades. O trabalho foi desenvolvido em área de produção de cana-de-açúcar no município de Taiuva – SP, onde foram realizadas contabilizadas as falhas quando não possuiam soqueira de cana em um espaçamento maior que 0,50 m. Os resultados apresentaram maior longevidade e possibilidade prorrogação de renovar a área plantada por meio da eliminação de falhas e além de indicar a prioridade de operação de replantio até o terceiro corte.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1085-viabilidade-de-replantio-de-mpb-em-canaviais-de-diferentes-percentuais-de-falhas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NORONHA, R. H. D. F., DAMASCENO, A. F., FURLANI, C. E. A., SILVA, U. M. D., SANTOS, C. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>muda,longevidade canavial,maximização produtiva</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As usinas utilizam a própria cana que já foi plantada na área como muda para preencher as falhas ocasionadas por anomalias como doenças, pragas e/ou operações mecanizadas afim de retardar a renovação do canavial e aumentar a eficiência de colheita, com maior quantidade de matéria-prima colhida para o mesmo deslocamento da máquina. Assim, objetivou-se avaliar a viabilidade de replantio de mudas pré brotadas em canaviais de primeiro ao sétimo corte conforme seu percentual de falhas identificando a idade prioritária para essa nova modalidade para alcançar maiores produtividades. O trabalho foi desenvolvido em área de produção de cana-de-açúcar no município de Taiuva – SP, onde foram realizadas contabilizadas as falhas quando não possuiam soqueira de cana em um espaçamento maior que 0,50 m. Os resultados apresentaram maior longevidade e possibilidade prorrogação de renovar a área plantada por meio da eliminação de falhas e além de indicar a prioridade de operação de replantio até o terceiro corte.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:49:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Velocidades de semeadura na distribuição longitudinal na cultura do Milho</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1084-velocidades-de-semeadura-na-distribuicao-longitudinal-na-cultura-do-milho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1084-velocidades-de-semeadura-na-distribuicao-longitudinal-na-cultura-do-milho/file" length="322365" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1084-velocidades-de-semeadura-na-distribuicao-longitudinal-na-cultura-do-milho/file"
                fileSize="322365"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Velocidades de semeadura na distribuição longitudinal na cultura do Milho</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, D. T. D., ALCâNTARA, A. S., KOLACHINSKI, E. F., SOUZA, S. S. D., TANAKA, E. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Uniformidade da população,espaçamentos,Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil está entre os maiores produtores de milho no mundo juntamente com, Estados Unidos, China e Argentina que unidos somam 70% da produção mundial. A velocidade de semeadura é um dos aspectos que mais interferem na produtividade do milho através da uniformidade de distribuição das sementes. Com base nesse contexto, o trabalho tem por objetivo avaliar a distribuição longitudinal de plantas de milho em diferentes velocidades de deslocamento do conjunto trator-semeadora. O Experimento foi realizado no município de Itapeva-SP. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições, as parcelas foram compostas por duas linhas de semeadura com comprimento de cinco metros cada. Avaliando os espaçamentos entre plantas em normal, duplo e falha em três velocidades de deslocamento (5, 6 e 7 km h -1). Os dados foram submetidos à análise de variância e, quando significativo, utilizou-se o teste de Tukey a 5% de probabilidade. De acordo com teste de Tukey, ambas velocidades não apresentaram diferença significativa entre os fatores analisados. Pode-se concluir que o conjunto de tractor-semeador pode realizar a operação na velocidade maior sem comprometer a qualidade da distribuição longitudinal de plantas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1084-velocidades-de-semeadura-na-distribuicao-longitudinal-na-cultura-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, D. T. D., ALCâNTARA, A. S., KOLACHINSKI, E. F., SOUZA, S. S. D., TANAKA, E. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Uniformidade da população,espaçamentos,Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil está entre os maiores produtores de milho no mundo juntamente com, Estados Unidos, China e Argentina que unidos somam 70% da produção mundial. A velocidade de semeadura é um dos aspectos que mais interferem na produtividade do milho através da uniformidade de distribuição das sementes. Com base nesse contexto, o trabalho tem por objetivo avaliar a distribuição longitudinal de plantas de milho em diferentes velocidades de deslocamento do conjunto trator-semeadora. O Experimento foi realizado no município de Itapeva-SP. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com quatro repetições, as parcelas foram compostas por duas linhas de semeadura com comprimento de cinco metros cada. Avaliando os espaçamentos entre plantas em normal, duplo e falha em três velocidades de deslocamento (5, 6 e 7 km h -1). Os dados foram submetidos à análise de variância e, quando significativo, utilizou-se o teste de Tukey a 5% de probabilidade. De acordo com teste de Tukey, ambas velocidades não apresentaram diferença significativa entre os fatores analisados. Pode-se concluir que o conjunto de tractor-semeador pode realizar a operação na velocidade maior sem comprometer a qualidade da distribuição longitudinal de plantas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:48:45 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VELOCIDADE DE SEMEADURA NA IMPLANTAÇÃO DA CULTURA DA CANOLA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1083-velocidade-de-semeadura-na-implantacao-da-cultura-da-canola?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1083-velocidade-de-semeadura-na-implantacao-da-cultura-da-canola/file" length="258422" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1083-velocidade-de-semeadura-na-implantacao-da-cultura-da-canola/file"
                fileSize="258422"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VELOCIDADE DE SEMEADURA NA IMPLANTAÇÃO DA CULTURA DA CANOLA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BOTTEGA, E. L., PEREIRA, G. E., OLIVEIRA, Z. B. D., FERREIRA, P. A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Brassica napus,plantio direto,estande de plantas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A canola (Brassica napus L. var. oleifera), trata-se de uma cultura estratégica para produção de biodiesel, podendo ainda ser utilizada em sistemas de rotação de culturas, sendo cultivada no período do inverno. Além de sua utilização como biocombustível, o óleo pode ser consumido na alimentação humana. A torta residual do processo de extração do óleo apresenta-se como alternativa na alimentação animal, por apresentar elevado teor de proteína. Embora a cultura apresente os benefícios anteriormente citados, no Brasil a área cultivada ainda é inexpressiva. Este fato é explicado por dificuldades tecnológicas para implantação, condução e colheita da cultura. O presente estudo teve como objetivo avaliar a influência da velocidade de semeadura na distribuição longitudinal de sementes da cultura da canola. Na semeadura foram utilizados um trator John Deere® com potência nominal de 62,4 kW (85 cv) e uma semeadora-adubadora com cinco linhas espaçadas em 0,40 m, sendo cada linha equipada com kit específico para semeadura da canola, marca Socidisco®. O delineamento adotado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições. As velocidades testadas foram 3, 4, 6 e 7 km h-1. A velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora não influenciou a distribuição longitudinal de sementes.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1083-velocidade-de-semeadura-na-implantacao-da-cultura-da-canola?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BOTTEGA, E. L., PEREIRA, G. E., OLIVEIRA, Z. B. D., FERREIRA, P. A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Brassica napus,plantio direto,estande de plantas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A canola (Brassica napus L. var. oleifera), trata-se de uma cultura estratégica para produção de biodiesel, podendo ainda ser utilizada em sistemas de rotação de culturas, sendo cultivada no período do inverno. Além de sua utilização como biocombustível, o óleo pode ser consumido na alimentação humana. A torta residual do processo de extração do óleo apresenta-se como alternativa na alimentação animal, por apresentar elevado teor de proteína. Embora a cultura apresente os benefícios anteriormente citados, no Brasil a área cultivada ainda é inexpressiva. Este fato é explicado por dificuldades tecnológicas para implantação, condução e colheita da cultura. O presente estudo teve como objetivo avaliar a influência da velocidade de semeadura na distribuição longitudinal de sementes da cultura da canola. Na semeadura foram utilizados um trator John Deere® com potência nominal de 62,4 kW (85 cv) e uma semeadora-adubadora com cinco linhas espaçadas em 0,40 m, sendo cada linha equipada com kit específico para semeadura da canola, marca Socidisco®. O delineamento adotado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições. As velocidades testadas foram 3, 4, 6 e 7 km h-1. A velocidade de deslocamento do conjunto trator-semeadora não influenciou a distribuição longitudinal de sementes.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:48:03 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VEÍCULO TERRESTRE NÃO TRIPULADO (VTNT) PARA UTILIZAÇÃO NO CAMPO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1080-veiculo-terrestre-nao-tripulado-vtnt-para-utilizacao-no-campo?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1080-veiculo-terrestre-nao-tripulado-vtnt-para-utilizacao-no-campo/file" length="312275" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1080-veiculo-terrestre-nao-tripulado-vtnt-para-utilizacao-no-campo/file"
                fileSize="312275"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VEÍCULO TERRESTRE NÃO TRIPULADO (VTNT) PARA UTILIZAÇÃO NO CAMPO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SABóIA, H. D. S., LIRA, M. A., REZENDE, P. F. D., VILIOTTI, C. A., MION, R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Mecanização agrícola,plataforma agrícola,máquina universal para campo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de veículos terrestres não tripulados (VTNT) em zonas de produção agrícola, é uma realidade crescente em países desenvolvidos, representando atualmente um novo panorama para a agricultura brasileira. Objetivou-se construir um VTNT como plataforma para diversas finalidades, visando atender as demandas de pequenas propriedades. Realizou-se a construção do VTNT e as avaliações das variáveis consideradas na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Rondonópolis, no Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas. O protótipo foi construído com tubos retangulares de ferro, que proporcionaram maior estabilidade à estrutura. Com o auxílio de dois suportes reguláveis, foram acoplados dois motores de ½ cavalo de potência na estrutura. O sistema de engrenagens do veículo foi dimensionado para proporcionar melhor desempenho do motor em campo. As variáveis analisadas foram: torque, velocidade média e pesagem do equipamento. A plataforma em questão apresentou desempenho satisfatório para as condições de trabalho em campo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1080-veiculo-terrestre-nao-tripulado-vtnt-para-utilizacao-no-campo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SABóIA, H. D. S., LIRA, M. A., REZENDE, P. F. D., VILIOTTI, C. A., MION, R. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Mecanização agrícola,plataforma agrícola,máquina universal para campo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de veículos terrestres não tripulados (VTNT) em zonas de produção agrícola, é uma realidade crescente em países desenvolvidos, representando atualmente um novo panorama para a agricultura brasileira. Objetivou-se construir um VTNT como plataforma para diversas finalidades, visando atender as demandas de pequenas propriedades. Realizou-se a construção do VTNT e as avaliações das variáveis consideradas na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Rondonópolis, no Instituto de Ciências Agrárias e Tecnológicas. O protótipo foi construído com tubos retangulares de ferro, que proporcionaram maior estabilidade à estrutura. Com o auxílio de dois suportes reguláveis, foram acoplados dois motores de ½ cavalo de potência na estrutura. O sistema de engrenagens do veículo foi dimensionado para proporcionar melhor desempenho do motor em campo. As variáveis analisadas foram: torque, velocidade média e pesagem do equipamento. A plataforma em questão apresentou desempenho satisfatório para as condições de trabalho em campo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:45:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL E ADEQUAÇÃO DE DOSES DE HERBICIDAS NO CONTROLE DE PLANTAS INVASORAS EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1072-variabilidade-espacial-e-adequacao-de-doses-de-herbicidas-no-controle-de-plantas-invasoras-em-sistema-de-plantio-direto?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1072-variabilidade-espacial-e-adequacao-de-doses-de-herbicidas-no-controle-de-plantas-invasoras-em-sistema-de-plantio-direto/file" length="415200" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1072-variabilidade-espacial-e-adequacao-de-doses-de-herbicidas-no-controle-de-plantas-invasoras-em-sistema-de-plantio-direto/file"
                fileSize="415200"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL E ADEQUAÇÃO DE DOSES DE HERBICIDAS NO CONTROLE DE PLANTAS INVASORAS EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., BAUER, F. C., BOOM, G. L., KRETZER, S. G., GRUDTNER, G. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de precisão,Mapas de amostragem,Plantas daninhas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As plantas invasoras representam grande empecilho à boa condução e lucratividade das lavouras. Um método de controle largamente utilizado é o químico, por meio de herbicidas. Essas plantas apresentam distribuição heterogênea e demandam diferentes formas de manejo e variação nas dosagens de herbicida. A agricultura de precisão fornece instrumentos para que seja possível tratar os fatores de produção de forma localizada. Este trabalho objetivou avaliar a distribuição das invasoras na área de cultivo visando facilitar o manejo e adequar as doses de herbicidas. O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental da Ressacada – UFSC, Florianópolis/SC, numa área de 0,6 ha. Construiu-se uma malha regular contendo 18 pontos amostrais, nos quais foram amostradas as plantas invasoras, dentro de um quadro com lados de 1m. Identificaram-se as principais espécies de plantas daninhas, contabilizando o número de indivíduos de cada espécie e estimou-se o percentual de cobertura do solo por essas plantas. A partir dos dados obtidos foram elaborados mapas de distribuição das espécies daninhas e do grau de infestação considerando o número de indivíduos amostrados em cada ponto e o percentual de cobertura. Da análise desses dados foi possível elaborar um mapa de ocorrência e distribuição permitindo a adequação das doses de herbicida.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1072-variabilidade-espacial-e-adequacao-de-doses-de-herbicidas-no-controle-de-plantas-invasoras-em-sistema-de-plantio-direto?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., BAUER, F. C., BOOM, G. L., KRETZER, S. G., GRUDTNER, G. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de precisão,Mapas de amostragem,Plantas daninhas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As plantas invasoras representam grande empecilho à boa condução e lucratividade das lavouras. Um método de controle largamente utilizado é o químico, por meio de herbicidas. Essas plantas apresentam distribuição heterogênea e demandam diferentes formas de manejo e variação nas dosagens de herbicida. A agricultura de precisão fornece instrumentos para que seja possível tratar os fatores de produção de forma localizada. Este trabalho objetivou avaliar a distribuição das invasoras na área de cultivo visando facilitar o manejo e adequar as doses de herbicidas. O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental da Ressacada – UFSC, Florianópolis/SC, numa área de 0,6 ha. Construiu-se uma malha regular contendo 18 pontos amostrais, nos quais foram amostradas as plantas invasoras, dentro de um quadro com lados de 1m. Identificaram-se as principais espécies de plantas daninhas, contabilizando o número de indivíduos de cada espécie e estimou-se o percentual de cobertura do solo por essas plantas. A partir dos dados obtidos foram elaborados mapas de distribuição das espécies daninhas e do grau de infestação considerando o número de indivíduos amostrados em cada ponto e o percentual de cobertura. Da análise desses dados foi possível elaborar um mapa de ocorrência e distribuição permitindo a adequação das doses de herbicida.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:39:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS QUÍMICOS DO SOLO E SEUS EFEITOS NA PRODUTIVIDADE DO MILHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1071-variabilidade-espacial-de-atributos-quimicos-do-solo-e-seus-efeitos-na-produtividade-do-milho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1071-variabilidade-espacial-de-atributos-quimicos-do-solo-e-seus-efeitos-na-produtividade-do-milho/file" length="234181" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1071-variabilidade-espacial-de-atributos-quimicos-do-solo-e-seus-efeitos-na-produtividade-do-milho/file"
                fileSize="234181"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS QUÍMICOS DO SOLO E SEUS EFEITOS NA PRODUTIVIDADE DO MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., BAUER, F. C., GRUDTNER, G. H., KRETZER, S. G., TRAMONTIN, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Variabilidade do solo,Zea mays,mecanização</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura do milho (Zea mays L.) é a mais importante economicamente, sendo utilizada na alimentação animal e humana. O desenvolvimento da sua cadeia produtiva necessita de tecnologias de produção para contribuir na redução de gastos com insumos e aumentar a produtividade. A agricultura de precisão (AP) é uma das tecnologias empregadas na produção do milho, e vem apresentando resultados positivos em estudos científicos. Este trabalho teve como objetivo comparar a variabilidade espacial de atributos químicos do solo com a produtividade do milho, utilizando as ferramentas da agricultura de precisão. O experimento foi realizado em uma área de 0,6 hectares pertencente à Fazenda Experimental da Ressacada (CCA - UFSC). O método utilizado foi baseado em uma malha de amostragem contendo 18 pontos distribuídos uniformemente. A avaliação foi realizada com auxílio de mapas comparativos, gerados a partir de resultados de análises químicas (potássio, fósforo, nitrogênio), nas profundidades 0-10 cm e 10-20 cm e do mapa representativo da produtividade (kg ha-1). Concluiu-se que além dos teores de nutrientes presentes no solo, outros fatores podem ter interferir na produtividade.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1071-variabilidade-espacial-de-atributos-quimicos-do-solo-e-seus-efeitos-na-produtividade-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., BAUER, F. C., GRUDTNER, G. H., KRETZER, S. G., TRAMONTIN, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Variabilidade do solo,Zea mays,mecanização</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura do milho (Zea mays L.) é a mais importante economicamente, sendo utilizada na alimentação animal e humana. O desenvolvimento da sua cadeia produtiva necessita de tecnologias de produção para contribuir na redução de gastos com insumos e aumentar a produtividade. A agricultura de precisão (AP) é uma das tecnologias empregadas na produção do milho, e vem apresentando resultados positivos em estudos científicos. Este trabalho teve como objetivo comparar a variabilidade espacial de atributos químicos do solo com a produtividade do milho, utilizando as ferramentas da agricultura de precisão. O experimento foi realizado em uma área de 0,6 hectares pertencente à Fazenda Experimental da Ressacada (CCA - UFSC). O método utilizado foi baseado em uma malha de amostragem contendo 18 pontos distribuídos uniformemente. A avaliação foi realizada com auxílio de mapas comparativos, gerados a partir de resultados de análises químicas (potássio, fósforo, nitrogênio), nas profundidades 0-10 cm e 10-20 cm e do mapa representativo da produtividade (kg ha-1). Concluiu-se que além dos teores de nutrientes presentes no solo, outros fatores podem ter interferir na produtividade.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:38:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES TIPOS DE COBERTURA DE SOLO PARA PRODUÇÃO DE ACEROLA ORGÂNICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1063-utilizacao-de-diferentes-tipos-de-cobertura-de-solo-para-producao-de-acerola-organica?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1063-utilizacao-de-diferentes-tipos-de-cobertura-de-solo-para-producao-de-acerola-organica/file" length="580516" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1063-utilizacao-de-diferentes-tipos-de-cobertura-de-solo-para-producao-de-acerola-organica/file"
                fileSize="580516"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE DIFERENTES TIPOS DE COBERTURA DE SOLO PARA PRODUÇÃO DE ACEROLA ORGÂNICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DINIZ, J. V., MONTEIRO, J. V. L., AMORIM, M. Q., PONTES, A. T. A. C., SOARES, F. D. A. X.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Acerola,Cobertura do solo,Plantas invasoras</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de cobertura do solo tornou-se uma prática importante e têm elevado à produtividade em várias culturas, incluindo a acerola. A análise da cobertura do solo e produtividade é bastante utilizada para investigação do efeito de fenômenos sobre o comportamento das plantas. Objetivou-se com esse estudo avaliar a redução de ervas daninhas e produtividade com diferentes materiais de cobertura do solo na cultura de acerola (Malpighia emarginata D.C.). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, utilizando-se quatro tratamentos, com quatro repetições (palha de carnaúba 82 kg por planta, palha de carnaúba 20 kg por planta mais filme polietileno preto, filme polietileno preto, testemunha sem cobertura morta com capina manual uma vez por mês). A produtividade foi avaliada por cada tratamento e verificou-se que todos os materiais empregados como cobertura controlou a infestação de plantas invasoras. Entretanto, verificou-se uma pequena redução da produtividade da acerola sem tratamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1063-utilizacao-de-diferentes-tipos-de-cobertura-de-solo-para-producao-de-acerola-organica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DINIZ, J. V., MONTEIRO, J. V. L., AMORIM, M. Q., PONTES, A. T. A. C., SOARES, F. D. A. X.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Acerola,Cobertura do solo,Plantas invasoras</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de cobertura do solo tornou-se uma prática importante e têm elevado à produtividade em várias culturas, incluindo a acerola. A análise da cobertura do solo e produtividade é bastante utilizada para investigação do efeito de fenômenos sobre o comportamento das plantas. Objetivou-se com esse estudo avaliar a redução de ervas daninhas e produtividade com diferentes materiais de cobertura do solo na cultura de acerola (Malpighia emarginata D.C.). O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, utilizando-se quatro tratamentos, com quatro repetições (palha de carnaúba 82 kg por planta, palha de carnaúba 20 kg por planta mais filme polietileno preto, filme polietileno preto, testemunha sem cobertura morta com capina manual uma vez por mês). A produtividade foi avaliada por cada tratamento e verificou-se que todos os materiais empregados como cobertura controlou a infestação de plantas invasoras. Entretanto, verificou-se uma pequena redução da produtividade da acerola sem tratamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:29:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DO CONTROLE INTEGRADO DA ALTURA DO CORTE DE BASE EM RELAÇÃO ÀS PERDAS VEGETAIS NA COLHEITA MECANIZADA DE CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1057-uso-do-controle-integrado-da-altura-do-corte-de-base-em-relacao-as-perdas-vegetais-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1057-uso-do-controle-integrado-da-altura-do-corte-de-base-em-relacao-as-perdas-vegetais-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar/file" length="300538" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1057-uso-do-controle-integrado-da-altura-do-corte-de-base-em-relacao-as-perdas-vegetais-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar/file"
                fileSize="300538"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">USO DO CONTROLE INTEGRADO DA ALTURA DO CORTE DE BASE EM RELAÇÃO ÀS PERDAS VEGETAIS NA COLHEITA MECANIZADA DE CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINEZ, P. R., MARTINS, M. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>mecanização,eficiência,inovação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o aumento da colheita mecanizada surgiram inovações do setor para o aumento da eficiência dessa operação. O objetivo foi avaliar as perdas vegetais na colheita mecanizada de cana-de-açúcar com e sem o dispositivo CICB (Controle Integrado da altura do Corte de Base). O experimento foi realizado no município de Barra Bonita – SP, o canavial era composto pela variedade RB952847, com espaçamento de 0,90 x 1,50 m. Foram utilizadas duas colhedoras, uma com CICB e outra sem, as quais possuíam lâminas de corte novas e piloto automático, operando em três velocidades de deslocamento 3 km h -¹; 5 km h -¹ e 7 km h -¹. Para avaliação das perdas vegetais foram realizadas seis amostras em uma área 10 m² para cada velocidade, de cada colhedora. Na área amostral foram separados cada material encontrado (toco, cana inteira, tolete e estilhaço), e pesados em uma balança de precisão, e calculado a porcentagem de perda vegetal de cada velocidade. Os resultados foram submetidos a análise estatística foi efetuada pelo software Minitab (16). As médias foram analisadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Conclui-se que a colheita mecanizada realizada com CICB apresenta perdas menores em relação a feita sem CICB.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1057-uso-do-controle-integrado-da-altura-do-corte-de-base-em-relacao-as-perdas-vegetais-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINEZ, P. R., MARTINS, M. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>mecanização,eficiência,inovação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o aumento da colheita mecanizada surgiram inovações do setor para o aumento da eficiência dessa operação. O objetivo foi avaliar as perdas vegetais na colheita mecanizada de cana-de-açúcar com e sem o dispositivo CICB (Controle Integrado da altura do Corte de Base). O experimento foi realizado no município de Barra Bonita – SP, o canavial era composto pela variedade RB952847, com espaçamento de 0,90 x 1,50 m. Foram utilizadas duas colhedoras, uma com CICB e outra sem, as quais possuíam lâminas de corte novas e piloto automático, operando em três velocidades de deslocamento 3 km h -¹; 5 km h -¹ e 7 km h -¹. Para avaliação das perdas vegetais foram realizadas seis amostras em uma área 10 m² para cada velocidade, de cada colhedora. Na área amostral foram separados cada material encontrado (toco, cana inteira, tolete e estilhaço), e pesados em uma balança de precisão, e calculado a porcentagem de perda vegetal de cada velocidade. Os resultados foram submetidos a análise estatística foi efetuada pelo software Minitab (16). As médias foram analisadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Conclui-se que a colheita mecanizada realizada com CICB apresenta perdas menores em relação a feita sem CICB.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 15:24:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UNIFORMIDADE DE SEMEADURA DE MILHO EM FUNÇÃO DE VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1047-uniformidade-de-semeadura-de-milho-em-funcao-de-velocidades-de-deslocamento?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1047-uniformidade-de-semeadura-de-milho-em-funcao-de-velocidades-de-deslocamento/file" length="272501" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1047-uniformidade-de-semeadura-de-milho-em-funcao-de-velocidades-de-deslocamento/file"
                fileSize="272501"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UNIFORMIDADE DE SEMEADURA DE MILHO EM FUNÇÃO DE VELOCIDADES DE DESLOCAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ORMOND, A. T. S., NORONHA, R. H. D. F., MENEZES, P. C. D., VOLTARELLI, M. A., FURLANI, C. E. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caracteres agronômicos,Distribuição longitudinal,Produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na cultura do milho é necessário que a planta apresente condições adequadas de interceptação de radiação solar, a qual é função direta da população e da distribuição de plantas na área. Devido á isso a operação de semeadura tem efeito crucial na qualidade da lavoura. O presente trabalho visou o estudo de variadas velocidades de deslocamento para verificar a eficiência da semeadura. Uma vez que é diretamente ligado a distribuição adequada para melhorar o desempenho dos híbridos de milho atuais no mercado. O experimento foi realizado na UNESP - Campus Jaboticabal. O delineamento estatístico foi de blocos casualizados, tratamentos correspondentes a seis velocidades de deslocamento. Os parâmetros avaliados foram: Distribuição longitudinal de plântulas: ocorrência de espaçamentos normais, falhos e duplos e produtividade. Os dados foram submetidos a análise de variância do teste de probabilidade, quando significativo foi feita regressão dos mesmos pelo programa Sisvar. Na menor velocidade encontrou-se cerca de 80% de espaçamentos considerados normais conforme se aumentou a velocidade de semeadura ocorreu uma diminuição dos espaçamentos normais. Os espaçamentos duplos se mantiveram constante essa porcentagem mesmo com o aumento da velocidade. As menores velocidades analisadas apresentaram maior eficiência na distribuição de plântulas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1047-uniformidade-de-semeadura-de-milho-em-funcao-de-velocidades-de-deslocamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ORMOND, A. T. S., NORONHA, R. H. D. F., MENEZES, P. C. D., VOLTARELLI, M. A., FURLANI, C. E. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caracteres agronômicos,Distribuição longitudinal,Produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na cultura do milho é necessário que a planta apresente condições adequadas de interceptação de radiação solar, a qual é função direta da população e da distribuição de plantas na área. Devido á isso a operação de semeadura tem efeito crucial na qualidade da lavoura. O presente trabalho visou o estudo de variadas velocidades de deslocamento para verificar a eficiência da semeadura. Uma vez que é diretamente ligado a distribuição adequada para melhorar o desempenho dos híbridos de milho atuais no mercado. O experimento foi realizado na UNESP - Campus Jaboticabal. O delineamento estatístico foi de blocos casualizados, tratamentos correspondentes a seis velocidades de deslocamento. Os parâmetros avaliados foram: Distribuição longitudinal de plântulas: ocorrência de espaçamentos normais, falhos e duplos e produtividade. Os dados foram submetidos a análise de variância do teste de probabilidade, quando significativo foi feita regressão dos mesmos pelo programa Sisvar. Na menor velocidade encontrou-se cerca de 80% de espaçamentos considerados normais conforme se aumentou a velocidade de semeadura ocorreu uma diminuição dos espaçamentos normais. Os espaçamentos duplos se mantiveram constante essa porcentagem mesmo com o aumento da velocidade. As menores velocidades analisadas apresentaram maior eficiência na distribuição de plântulas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:42:01 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DA PONTA AXI 110 03 EM FUNÇÃO DA ALTURA DA BARRA DE PULVERIZAÇÃO E DISTANCIA ENTRE BICOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1046-uniformidade-de-distribuicao-da-ponta-axi-110-03-em-funcao-da-altura-da-barra-de-pulverizacao-e-distancia-entre-bicos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1046-uniformidade-de-distribuicao-da-ponta-axi-110-03-em-funcao-da-altura-da-barra-de-pulverizacao-e-distancia-entre-bicos/file" length="185314" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1046-uniformidade-de-distribuicao-da-ponta-axi-110-03-em-funcao-da-altura-da-barra-de-pulverizacao-e-distancia-entre-bicos/file"
                fileSize="185314"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DA PONTA AXI 110 03 EM FUNÇÃO DA ALTURA DA BARRA DE PULVERIZAÇÃO E DISTANCIA ENTRE BICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DADALTO, J. P., TEIXEIRA, M. M., FERNANDES, H. C., SANTOS , D. W. F. D. N., SILVA, R. M. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Coeficiente de variação,defensivos agrícolas,tecnologia de aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi determinar a uniformidade de distribuição de uma ponta hidráulica em função da altura da barra de pulverização e da distância entre bicos. O experimento foi realizado no Laboratório de Mecanização Agrícola do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa, em uma mesa de testes com canaletas espaçadas de 0,05 m. A ponta utilizada foi a AXI 110 03 de cerâmica da marca Jacto, pulverizando a 0,3 MPa de pressão por 60 segundos. A determinação da uniformidade de distribuição foi realizada utilizando altura da barra de pulverização e distancia entre bicos de 0,4; 0,5; e 0,6 m. A avaliação da uniformidade de distribuição se deu por meio do coeficiente de variação (CV). Utilizando a altura da barra de pulverização em 0,4 m e a distância entre bicos de 60 cm obteve-se um CV de 6,62%. Para as demais conformações de altura de barra e distancia entre bicos o CV foi superior a 7%, chegando a 27,9% quando a distancia entre bicos de 0,4 m e a altura da barra de 0,60 m.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1046-uniformidade-de-distribuicao-da-ponta-axi-110-03-em-funcao-da-altura-da-barra-de-pulverizacao-e-distancia-entre-bicos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DADALTO, J. P., TEIXEIRA, M. M., FERNANDES, H. C., SANTOS , D. W. F. D. N., SILVA, R. M. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Coeficiente de variação,defensivos agrícolas,tecnologia de aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi determinar a uniformidade de distribuição de uma ponta hidráulica em função da altura da barra de pulverização e da distância entre bicos. O experimento foi realizado no Laboratório de Mecanização Agrícola do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa, em uma mesa de testes com canaletas espaçadas de 0,05 m. A ponta utilizada foi a AXI 110 03 de cerâmica da marca Jacto, pulverizando a 0,3 MPa de pressão por 60 segundos. A determinação da uniformidade de distribuição foi realizada utilizando altura da barra de pulverização e distancia entre bicos de 0,4; 0,5; e 0,6 m. A avaliação da uniformidade de distribuição se deu por meio do coeficiente de variação (CV). Utilizando a altura da barra de pulverização em 0,4 m e a distância entre bicos de 60 cm obteve-se um CV de 6,62%. Para as demais conformações de altura de barra e distancia entre bicos o CV foi superior a 7%, chegando a 27,9% quando a distancia entre bicos de 0,4 m e a altura da barra de 0,60 m.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:41:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Transmissibilidade e amortecimento dos ramos de café submetidos à vibrações mecânicas</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1044-transmissibilidade-e-amortecimento-dos-ramos-de-cafe-submetidos-a-vibracoes-mecanicas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1044-transmissibilidade-e-amortecimento-dos-ramos-de-cafe-submetidos-a-vibracoes-mecanicas/file" length="463298" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1044-transmissibilidade-e-amortecimento-dos-ramos-de-cafe-submetidos-a-vibracoes-mecanicas/file"
                fileSize="463298"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Transmissibilidade e amortecimento dos ramos de café submetidos à vibrações mecânicas</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, E. Q., ZANELLA, M. A., QUEIROZ, D. M. D., SANTOS, F. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>café,colheita mecanizada,comportamento dinâmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A resposta dos esforços dinâmicos que atuam em plantas de café submetidas à vibração é complexa. Fatores como a transmissibilidade de vibração e amortecimento são importantes para o entendimento do processo de derriça dos frutos por vibrações. Trabalhos realizados nesta área, em sua maioria, não consideram a influência das folhas nestas propriedades. Portanto, objetivou-se determinar a influência das folhas na transmissibilidade e amortecimento do sistema fruto-pedúnculo-ramo-folhas de café. Os ramos, contendo frutos e folhas, foram coletados na fazenda experimental da Universidade Federal de Viçosa, em plantas da variedade Arábica e, posteriormente levados ao laboratório. Para os ensaios, foram utilizados acelerômetros presos ao ramo de café. Os dados de aceleração do sistema foram obtidos a partir de um sistema de aquisição de dados. Para vibrar os ramos utilizou-se uma máquina vibradora eletromagnética. Considerando-se 10 repetições para cada tratamento, realizou-se análise de variância e teste de média, segundo delineamento inteiramente casualizado. Como resultado observou-se que, em função da suas características e distribuição no ramo, as folhas podem alterar significativamente os resultados de transmissibilidade de vibração e amortecimento. Reforçando a necessidade de sua influência em estudos voltados a determinação do comportamento dinâmico de ramos de café submetidos à vibrações mecânicas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1044-transmissibilidade-e-amortecimento-dos-ramos-de-cafe-submetidos-a-vibracoes-mecanicas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, E. Q., ZANELLA, M. A., QUEIROZ, D. M. D., SANTOS, F. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>café,colheita mecanizada,comportamento dinâmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A resposta dos esforços dinâmicos que atuam em plantas de café submetidas à vibração é complexa. Fatores como a transmissibilidade de vibração e amortecimento são importantes para o entendimento do processo de derriça dos frutos por vibrações. Trabalhos realizados nesta área, em sua maioria, não consideram a influência das folhas nestas propriedades. Portanto, objetivou-se determinar a influência das folhas na transmissibilidade e amortecimento do sistema fruto-pedúnculo-ramo-folhas de café. Os ramos, contendo frutos e folhas, foram coletados na fazenda experimental da Universidade Federal de Viçosa, em plantas da variedade Arábica e, posteriormente levados ao laboratório. Para os ensaios, foram utilizados acelerômetros presos ao ramo de café. Os dados de aceleração do sistema foram obtidos a partir de um sistema de aquisição de dados. Para vibrar os ramos utilizou-se uma máquina vibradora eletromagnética. Considerando-se 10 repetições para cada tratamento, realizou-se análise de variância e teste de média, segundo delineamento inteiramente casualizado. Como resultado observou-se que, em função da suas características e distribuição no ramo, as folhas podem alterar significativamente os resultados de transmissibilidade de vibração e amortecimento. Reforçando a necessidade de sua influência em estudos voltados a determinação do comportamento dinâmico de ramos de café submetidos à vibrações mecânicas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:39:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TÉCNICAS DE PULVERIZAÇÃO NA APLICAÇÃO DE GLIFOSATO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1033-tecnicas-de-pulverizacao-na-aplicacao-de-glifosato?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1033-tecnicas-de-pulverizacao-na-aplicacao-de-glifosato/file" length="595739" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1033-tecnicas-de-pulverizacao-na-aplicacao-de-glifosato/file"
                fileSize="595739"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">TÉCNICAS DE PULVERIZAÇÃO NA APLICAÇÃO DE GLIFOSATO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MERANI, V. H., MUR, M., PONCE, M. J., GUILINO, F. D., PALANCAR, T. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>deriva,cobertura ,técnicas de aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Ensaios sobre palha do sorgo (Sorghum spp.) foram realizados para avaliar as técnicas de aplicação de glifosato. O experimento foi realizado em esquema fatorial 2x4 com oito repetições, constituído por duas técnicas de aplicação: bicos defletores 11002 com uma taxa de 70 L ha<sup>-1</sup> (AV) e bicos de disco e núcleo D513 distribuindo 30 L ha-<sup>1</sup> (BV), e quatro passadas para determinar os efeitos diretos da aplicação e deriva. Foram utilizados cartões hidrossensíveis a 0,12 m acima do solo e CIR 1.5® para sua avaliação, determinando as densidades de gotas, cobertura, eficiência e diâmetro de mediana volumétrica. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p≤0,05). BV reduziu a quantidade de glifosato recolhido (0,43 L ha<sup>-1</sup>) em comparação com AV (1,25 L ha<sup>-1</sup>), mas a quantidade de produto derivado não foi significativamente diferente. AV excedeu 3,5 vezes a cobertura do objeto de aplicação, em relação ao BV. Para duas técnicas, o densidade de gotas excede 120 gotas cm-2 na estrato superior e próximo a 100 gotas cm<sup>-2</sup> na parte inferior, excedendo ao mínimo exigido para o controle de plantas daninhas. No entanto não houve diferenças significativas entre as duas técnicas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1033-tecnicas-de-pulverizacao-na-aplicacao-de-glifosato?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MERANI, V. H., MUR, M., PONCE, M. J., GUILINO, F. D., PALANCAR, T. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>deriva,cobertura ,técnicas de aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Ensaios sobre palha do sorgo (Sorghum spp.) foram realizados para avaliar as técnicas de aplicação de glifosato. O experimento foi realizado em esquema fatorial 2x4 com oito repetições, constituído por duas técnicas de aplicação: bicos defletores 11002 com uma taxa de 70 L ha<sup>-1</sup> (AV) e bicos de disco e núcleo D513 distribuindo 30 L ha-<sup>1</sup> (BV), e quatro passadas para determinar os efeitos diretos da aplicação e deriva. Foram utilizados cartões hidrossensíveis a 0,12 m acima do solo e CIR 1.5® para sua avaliação, determinando as densidades de gotas, cobertura, eficiência e diâmetro de mediana volumétrica. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p≤0,05). BV reduziu a quantidade de glifosato recolhido (0,43 L ha<sup>-1</sup>) em comparação com AV (1,25 L ha<sup>-1</sup>), mas a quantidade de produto derivado não foi significativamente diferente. AV excedeu 3,5 vezes a cobertura do objeto de aplicação, em relação ao BV. Para duas técnicas, o densidade de gotas excede 120 gotas cm-2 na estrato superior e próximo a 100 gotas cm<sup>-2</sup> na parte inferior, excedendo ao mínimo exigido para o controle de plantas daninhas. No entanto não houve diferenças significativas entre as duas técnicas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:26:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMAS DE MANEJOS DO SOLO: CONTÍNUO E ALTERNADO PARA IMPLANTAÇÃO DO PLANTIO DIRETO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1028-sistemas-de-manejos-do-solo-continuo-e-alternado-para-implantacao-do-plantio-direto?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1028-sistemas-de-manejos-do-solo-continuo-e-alternado-para-implantacao-do-plantio-direto/file" length="84924" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1028-sistemas-de-manejos-do-solo-continuo-e-alternado-para-implantacao-do-plantio-direto/file"
                fileSize="84924"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SISTEMAS DE MANEJOS DO SOLO: CONTÍNUO E ALTERNADO PARA IMPLANTAÇÃO DO PLANTIO DIRETO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SHINKAI, A. L. F., YANO, TRINDADE, V.D.R., FERREIRA, R.A., SILVA, A.L.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema alternado,contínuo ,consolidado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo foi analisar o manejo do solo contínuo e alternado para estabilização do sistema plantio direto (SPD), na cultura de soja na região de Cerrado. O experimento foi instalado em área de irrigação complementar por pivô central na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos inteiramente casualizados com dez manejos do solo, contínuo e alternado em duas safras (verão e outono-inverno), sendo preparo convencional (PC)/PC, cultivo mínimo (CM)/CM, SPD de 1°ano/SPD, PC/CM, PC/SPD, CM/PC, CM/SPD, SPD/PC, SPD/CM e SPD/SPD de 34 anos de implantação. A massa de planta, população inicial e final de soja não variaram significativamente entre os manejos contínuo, alternado e estabilizado, diferentemente do índice de sobrevivência de plantas, diâmetro de colmo, altura de inserção da 1° vagem e planta, número de vagem/planta e produtividade de grãos. A maior sobrevivência e diâmetro de colmo de plantas refletiu no aumento de produtividade de grãos no preparo convencional contínuo. O preparo convencional alternado com SPD e CM/PC proporcionaram maior altura de inserção de 1a vagem em comparação ao PC/CM, refletindo diretamente na altura de planta. Concluiu-se que o manejo do solo alternado, contínuo e estabilizado interferem nas características produtivas da cultura.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1028-sistemas-de-manejos-do-solo-continuo-e-alternado-para-implantacao-do-plantio-direto?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SHINKAI, A. L. F., YANO, TRINDADE, V.D.R., FERREIRA, R.A., SILVA, A.L.M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema alternado,contínuo ,consolidado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo foi analisar o manejo do solo contínuo e alternado para estabilização do sistema plantio direto (SPD), na cultura de soja na região de Cerrado. O experimento foi instalado em área de irrigação complementar por pivô central na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos inteiramente casualizados com dez manejos do solo, contínuo e alternado em duas safras (verão e outono-inverno), sendo preparo convencional (PC)/PC, cultivo mínimo (CM)/CM, SPD de 1°ano/SPD, PC/CM, PC/SPD, CM/PC, CM/SPD, SPD/PC, SPD/CM e SPD/SPD de 34 anos de implantação. A massa de planta, população inicial e final de soja não variaram significativamente entre os manejos contínuo, alternado e estabilizado, diferentemente do índice de sobrevivência de plantas, diâmetro de colmo, altura de inserção da 1° vagem e planta, número de vagem/planta e produtividade de grãos. A maior sobrevivência e diâmetro de colmo de plantas refletiu no aumento de produtividade de grãos no preparo convencional contínuo. O preparo convencional alternado com SPD e CM/PC proporcionaram maior altura de inserção de 1a vagem em comparação ao PC/CM, refletindo diretamente na altura de planta. Concluiu-se que o manejo do solo alternado, contínuo e estabilizado interferem nas características produtivas da cultura.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:19:03 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS VIA BLUETOOTH PARA DETERMINAÇÃO DA PATINAGEM E AVANÇO EM TRATORES AGRÍCOLAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1022-sistema-de-aquisicao-de-dados-via-bluetooth-para-determinacao-da-patinagem-e-avanco-em-tratores-agricolas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1022-sistema-de-aquisicao-de-dados-via-bluetooth-para-determinacao-da-patinagem-e-avanco-em-tratores-agricolas/file" length="259295" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1022-sistema-de-aquisicao-de-dados-via-bluetooth-para-determinacao-da-patinagem-e-avanco-em-tratores-agricolas/file"
                fileSize="259295"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS VIA BLUETOOTH PARA DETERMINAÇÃO DA PATINAGEM E AVANÇO EM TRATORES AGRÍCOLAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, T. C., CHIODEROLI, C. A., NASCIMENTO, E. M. S., TEIXEIRA, A. D. S., RODRIGUES, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensores,Mecanização,Eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nas últimas décadas, para atender a demanda alimentar devido o crescimento populacional em detrimento da redução da área agropecuária, a produtividade e o manejo de técnicas agrícolas avançaram. Na agricultura, as máquinas e equipamentos agrícolas são cada vez mais essenciais para garantir esse resultado. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de um sistema de aquisição de dados via Bluetooth para determinação do patinamento e avanço de tratores agrícolas. O Sistema de Aquisição de Dados Indutivos de Patinamento e Avanço (SADIPA) é constituído por microcontrolador PIC18F4550 e sensores indutivos conectados (offboard) que registram os pulsos de uma roda auxiliar acoplada a roda do trator, garantindo a mesma velocidade angular, assim, os pulsos foram armazenados e, posteriormente, convertidos em número de voltas do rodado do trator. Os ensaios foram realizados numa área experimental da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, Ceará em pista de concreto e solo mobilizado na operação de aração. Os testes realizados foram satisfatórios, observou-se, durante os ensaios, facilidade de operação do sistema, permitindo rapidez na operação de aquisição de dados, e a capacidade de se combinar o sistema implementado para atender a demandas de diversas pesquisas, podendo ser utilizado em diferentes tipos de máquinas agrícolas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1022-sistema-de-aquisicao-de-dados-via-bluetooth-para-determinacao-da-patinagem-e-avanco-em-tratores-agricolas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, T. C., CHIODEROLI, C. A., NASCIMENTO, E. M. S., TEIXEIRA, A. D. S., RODRIGUES, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensores,Mecanização,Eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nas últimas décadas, para atender a demanda alimentar devido o crescimento populacional em detrimento da redução da área agropecuária, a produtividade e o manejo de técnicas agrícolas avançaram. Na agricultura, as máquinas e equipamentos agrícolas são cada vez mais essenciais para garantir esse resultado. O objetivo deste trabalho foi o desenvolvimento de um sistema de aquisição de dados via Bluetooth para determinação do patinamento e avanço de tratores agrícolas. O Sistema de Aquisição de Dados Indutivos de Patinamento e Avanço (SADIPA) é constituído por microcontrolador PIC18F4550 e sensores indutivos conectados (offboard) que registram os pulsos de uma roda auxiliar acoplada a roda do trator, garantindo a mesma velocidade angular, assim, os pulsos foram armazenados e, posteriormente, convertidos em número de voltas do rodado do trator. Os ensaios foram realizados numa área experimental da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, Ceará em pista de concreto e solo mobilizado na operação de aração. Os testes realizados foram satisfatórios, observou-se, durante os ensaios, facilidade de operação do sistema, permitindo rapidez na operação de aquisição de dados, e a capacidade de se combinar o sistema implementado para atender a demandas de diversas pesquisas, podendo ser utilizado em diferentes tipos de máquinas agrícolas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:13:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SIMULAÇÃO DO IMPACTO DOS ERROS CAUSADOS PELA SEMEADURA EM CURVAS SOBRE A PRODUÇÃO DO MILHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1021-simulacao-do-impacto-dos-erros-causados-pela-semeadura-em-curvas-sobre-a-producao-do-milho?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1021-simulacao-do-impacto-dos-erros-causados-pela-semeadura-em-curvas-sobre-a-producao-do-milho/file" length="234837" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1021-simulacao-do-impacto-dos-erros-causados-pela-semeadura-em-curvas-sobre-a-producao-do-milho/file"
                fileSize="234837"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SIMULAÇÃO DO IMPACTO DOS ERROS CAUSADOS PELA SEMEADURA EM CURVAS SOBRE A PRODUÇÃO DO MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORRÊA, R. D. G., FARIA, R. T. D., OLIVEIRA, M. F. D., ZERBATO, C., FURLANI, C. E. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Simulação,Semeadora,Semeadura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A semeadura é uma importante atividade mecanizada no ciclo produtivo da cultura do milho devido a alta sensibilidade a variações no arranjo de plantas. Entre os fatores de semeadura que podem causar essas variações, cita-se o erro ocasionado pela operação da semeadora em curvas. Dessa forma, objetivou-se neste trabalho simular os erros de dosagem de sementes causados por trajetos curvos, e analisar seus impactos sobre a produtividade do milho, utilizando-se o modelo Ceres-Maize. Assumiu-se a semeadura em 15 de novembro, durante 15 anos (1999-2014), com população desejada de 7,5 plantas m-², espaçamento entre linhas de 0,9 m, e 5 semeadoras, sendo elas de 30, 20, 10, 6, e 1 linha. Os níveis de curvatura foram definidosn nos raios de 100, 80 60, 40, e 20 m em relação ao centro do pivô central. De acordo com as condições simuladas, os resultados de produtividade só diferiram estatisticamente da testemunha para o raio de 20 m. Concluiu-se que a o raio de curvatura exerce influência sobre a produtividade simulada pelo modelo e, de acordo com o mesmo, as semeadoras menores que 9 m de largura não exercem efeitos negativos na produtividade em nenhum dos níveis de curvatura simulados.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1021-simulacao-do-impacto-dos-erros-causados-pela-semeadura-em-curvas-sobre-a-producao-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORRÊA, R. D. G., FARIA, R. T. D., OLIVEIRA, M. F. D., ZERBATO, C., FURLANI, C. E. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Simulação,Semeadora,Semeadura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A semeadura é uma importante atividade mecanizada no ciclo produtivo da cultura do milho devido a alta sensibilidade a variações no arranjo de plantas. Entre os fatores de semeadura que podem causar essas variações, cita-se o erro ocasionado pela operação da semeadora em curvas. Dessa forma, objetivou-se neste trabalho simular os erros de dosagem de sementes causados por trajetos curvos, e analisar seus impactos sobre a produtividade do milho, utilizando-se o modelo Ceres-Maize. Assumiu-se a semeadura em 15 de novembro, durante 15 anos (1999-2014), com população desejada de 7,5 plantas m-², espaçamento entre linhas de 0,9 m, e 5 semeadoras, sendo elas de 30, 20, 10, 6, e 1 linha. Os níveis de curvatura foram definidosn nos raios de 100, 80 60, 40, e 20 m em relação ao centro do pivô central. De acordo com as condições simuladas, os resultados de produtividade só diferiram estatisticamente da testemunha para o raio de 20 m. Concluiu-se que a o raio de curvatura exerce influência sobre a produtividade simulada pelo modelo e, de acordo com o mesmo, as semeadoras menores que 9 m de largura não exercem efeitos negativos na produtividade em nenhum dos níveis de curvatura simulados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:12:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SIMULAÇÃO DO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL EM RELAÇÃO A EFICIÊNCIA OPERACIONAL NA COLHEITA MECANIZADA DE CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1019-simulacao-do-consumo-de-combustivel-em-relacao-a-eficiencia-operacional-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1019-simulacao-do-consumo-de-combustivel-em-relacao-a-eficiencia-operacional-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar/file" length="325603" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1019-simulacao-do-consumo-de-combustivel-em-relacao-a-eficiencia-operacional-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar/file"
                fileSize="325603"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SIMULAÇÃO DO CONSUMO DE COMBUSTÍVEL EM RELAÇÃO A EFICIÊNCIA OPERACIONAL NA COLHEITA MECANIZADA DE CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUDI, F. S., TESTA, J. V. P., MARTINS, M. B., SANDI, J., LANÇAS, K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Colhedora de cana-de-açúcar,Desempenho energético,Mecanização agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A colheita mecanizada, na cultura da cana-de-açúcar, é considerada uma das operações mais importante em uma usina por ser responsável pela qualidade do material colhido. Com base nisso, avaliar o consumo de combustível é um dos fatores importantes para a melhor eficiência da operação. O trabalho teve como objetivo simular o consumo de combustível e a eficiência operacional de uma colhedora de cana-de-açúcar. O experimento foi realizado em um canavial colhido sem queima prévia no primeiro corte. A colhedora utilizada no ensaio foi equipada com fluxômetros, instalados no sistema de alimentação, para a aquisição do consumo de combustível e posteriormente verificado o desempenho energético. As avaliações de consumo foram feitas durante a operação de colheita, manobras de cabeceira e parada aguardando transbordo. Para a colheita foram selecionadas o uso de três velocidades de deslocamento da colhedora. Os dados foram submetidos a análise descritivas. Durante as avaliações verificou que quando aumentou a porcentagem no tempo de colheita efetiva houve uma melhora na eficiência da operação. Concluiu-se que a simulação do consumo de combustível é viável para a operação de colheita mecanizada na cana-de-açúcar.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1019-simulacao-do-consumo-de-combustivel-em-relacao-a-eficiencia-operacional-na-colheita-mecanizada-de-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DRUDI, F. S., TESTA, J. V. P., MARTINS, M. B., SANDI, J., LANÇAS, K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Colhedora de cana-de-açúcar,Desempenho energético,Mecanização agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A colheita mecanizada, na cultura da cana-de-açúcar, é considerada uma das operações mais importante em uma usina por ser responsável pela qualidade do material colhido. Com base nisso, avaliar o consumo de combustível é um dos fatores importantes para a melhor eficiência da operação. O trabalho teve como objetivo simular o consumo de combustível e a eficiência operacional de uma colhedora de cana-de-açúcar. O experimento foi realizado em um canavial colhido sem queima prévia no primeiro corte. A colhedora utilizada no ensaio foi equipada com fluxômetros, instalados no sistema de alimentação, para a aquisição do consumo de combustível e posteriormente verificado o desempenho energético. As avaliações de consumo foram feitas durante a operação de colheita, manobras de cabeceira e parada aguardando transbordo. Para a colheita foram selecionadas o uso de três velocidades de deslocamento da colhedora. Os dados foram submetidos a análise descritivas. Durante as avaliações verificou que quando aumentou a porcentagem no tempo de colheita efetiva houve uma melhora na eficiência da operação. Concluiu-se que a simulação do consumo de combustível é viável para a operação de colheita mecanizada na cana-de-açúcar.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:11:18 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Simulação da deriva de três pontas hidráulicas</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1013-simulacao-da-deriva-de-tres-pontas-hidraulicas?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1013-simulacao-da-deriva-de-tres-pontas-hidraulicas/file" length="252685" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1013-simulacao-da-deriva-de-tres-pontas-hidraulicas/file"
                fileSize="252685"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Simulação da deriva de três pontas hidráulicas</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FORASTIERE, P. R., SANTOS, D. W. F. D. N., GUAZZELLI, T. M., FERNANDES, H. C., SANTIAGO, H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverização ,Condições Climáticas ,Tecnologia de Aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente estudo teve como objetivo simular e comparar a deriva de três pontas hidráulicas distintas pulverizando em três períodos do dia. O experimento foi realizado na Universidade Federal de Viçosa. Foram utilizadas três pontas de pulverização hidráulicas, tipo leque simples, com vazão nominal de 0,8 L min-1 trabalhando a 300 kPa, confeccionadas em plástico por diferentes empresas (A, B e C). O espectro de gotas foi determinado por um analisador de partículas a laser da marca Spraytec, já a simulação da deriva foi realizada pelo programa Driftsim. Em cada período foram coletados temperatura, umidade do ar e velocidade do vento. O experimento foi disposto em um delineamento inteiramente casualizado, adotado um esquema fatorial (3x3), sendo 3 tipos de pontas hidráulicas e três períodos do dia, totalizando 9 tratamentos com 10 repetições cada. Houve interação significativa entres os fatores analisados, o que evidencia que o comportamento de um fator depende do outro. Os menores valores de deriva foram obtidos para a ponta C no período 3, onde as condições climáticas eram menos drásticas. Recomenda-se que a aplicação de defensivo seja realizada pela parte da manhã para obter a menor perda possível de produto.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1013-simulacao-da-deriva-de-tres-pontas-hidraulicas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FORASTIERE, P. R., SANTOS, D. W. F. D. N., GUAZZELLI, T. M., FERNANDES, H. C., SANTIAGO, H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverização ,Condições Climáticas ,Tecnologia de Aplicação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente estudo teve como objetivo simular e comparar a deriva de três pontas hidráulicas distintas pulverizando em três períodos do dia. O experimento foi realizado na Universidade Federal de Viçosa. Foram utilizadas três pontas de pulverização hidráulicas, tipo leque simples, com vazão nominal de 0,8 L min-1 trabalhando a 300 kPa, confeccionadas em plástico por diferentes empresas (A, B e C). O espectro de gotas foi determinado por um analisador de partículas a laser da marca Spraytec, já a simulação da deriva foi realizada pelo programa Driftsim. Em cada período foram coletados temperatura, umidade do ar e velocidade do vento. O experimento foi disposto em um delineamento inteiramente casualizado, adotado um esquema fatorial (3x3), sendo 3 tipos de pontas hidráulicas e três períodos do dia, totalizando 9 tratamentos com 10 repetições cada. Houve interação significativa entres os fatores analisados, o que evidencia que o comportamento de um fator depende do outro. Os menores valores de deriva foram obtidos para a ponta C no período 3, onde as condições climáticas eram menos drásticas. Recomenda-se que a aplicação de defensivo seja realizada pela parte da manhã para obter a menor perda possível de produto.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:04:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SENTIDO OPERACIONAL DO PREPARO DE SOLO PARA SEMEADURA DA SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1012-sentido-operacional-do-preparo-de-solo-para-semeadura-da-soja?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1012-sentido-operacional-do-preparo-de-solo-para-semeadura-da-soja/file" length="70856" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1012-sentido-operacional-do-preparo-de-solo-para-semeadura-da-soja/file"
                fileSize="70856"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">SENTIDO OPERACIONAL DO PREPARO DE SOLO PARA SEMEADURA DA SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TRINDADE, V. D. R., YANO, SHINKAI, A. L. F., CASAGRANDE, R., PAULA G.L.C.M.C.,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sentido operacional,escarificação cruzada,cultivo simultâneo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo foi analisar o sentido operacional dos manejos do solo realizados em direção perpendicular à semeadura da soja, com o propósito de quantificar a população inicial de plântulas e porcentagem de cobertura do solo, originário do cultivo simultâneo do milho com braquiária de “Terceira Caixa”. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial com cinco manejos do solo (cultivo mínimo (CM) perpendicular à direção de semeadura; CM cruzado em duas direções; preparo reduzido (PR) com grade média no sentido da soja e seguida da intersecção com CM no sentido contrário; CM e PR na mesma orientação da cultura) e dois mecanismos sulcadores (haste e disco), com 4 repetições. Independente do sentido da escarificação ter sido efetuada tanto na linha como no sentido perpendicular apresentaram menor mobilização da cobertura do solo. O preparo reduzido e cultivo mínimo realizado no mesmo sentido da semeadura promoveram menor estabilização inicial de plântulas de soja. A elevada quantidade de massa presente na superfície pelo consórcio associado ao teor de água do solo, influenciaram no desempenho das operações de manejo do solo e principalmente na semeadura com haste.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1012-sentido-operacional-do-preparo-de-solo-para-semeadura-da-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TRINDADE, V. D. R., YANO, SHINKAI, A. L. F., CASAGRANDE, R., PAULA G.L.C.M.C.,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sentido operacional,escarificação cruzada,cultivo simultâneo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo foi analisar o sentido operacional dos manejos do solo realizados em direção perpendicular à semeadura da soja, com o propósito de quantificar a população inicial de plântulas e porcentagem de cobertura do solo, originário do cultivo simultâneo do milho com braquiária de “Terceira Caixa”. O experimento foi instalado na FEPE, da FE de Ilha Solteira-UNESP, em Selvíria-MS. O delineamento estatístico foi de blocos ao acaso do tipo fatorial com cinco manejos do solo (cultivo mínimo (CM) perpendicular à direção de semeadura; CM cruzado em duas direções; preparo reduzido (PR) com grade média no sentido da soja e seguida da intersecção com CM no sentido contrário; CM e PR na mesma orientação da cultura) e dois mecanismos sulcadores (haste e disco), com 4 repetições. Independente do sentido da escarificação ter sido efetuada tanto na linha como no sentido perpendicular apresentaram menor mobilização da cobertura do solo. O preparo reduzido e cultivo mínimo realizado no mesmo sentido da semeadura promoveram menor estabilização inicial de plântulas de soja. A elevada quantidade de massa presente na superfície pelo consórcio associado ao teor de água do solo, influenciaram no desempenho das operações de manejo do solo e principalmente na semeadura com haste.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:04:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESISTÊNCIA MECÂNICA DO SOLO À PENETRAÇÃO EM SISTEMA DE PLANTIO CONVENCIONAL SOB TEMPOS DE MECANIZAÇÃO E TIPOS DE PENETRÔMETRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1001-resistencia-mecanica-do-solo-a-penetracao-em-sistema-de-plantio-convencional-sob-tempos-de-mecanizacao-e-tipos-de-penetrometro?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1001-resistencia-mecanica-do-solo-a-penetracao-em-sistema-de-plantio-convencional-sob-tempos-de-mecanizacao-e-tipos-de-penetrometro/file" length="192675" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1001-resistencia-mecanica-do-solo-a-penetracao-em-sistema-de-plantio-convencional-sob-tempos-de-mecanizacao-e-tipos-de-penetrometro/file"
                fileSize="192675"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">RESISTÊNCIA MECÂNICA DO SOLO À PENETRAÇÃO EM SISTEMA DE PLANTIO CONVENCIONAL SOB TEMPOS DE MECANIZAÇÃO E TIPOS DE PENETRÔMETRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PINTO, D. R. D. S., SILVA, V. F. A., VALENTE, G. F., SILVA, J. N. D., CARVALHO, L. L. B. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Máquinas,Resistência do solo a penetração,Compactação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A resistência mecânica do solo à penetração (RMSP) está entre os fatores que podem influenciar no desenvolvimento das plantas. Objetivou-se avaliar a RMSP em áreas com tempos de mecanização em plantio convencional e comparando penetrômetros. O experimento foi realizado no município de Parauapebas-Pará, em latossolo vermelho distrófico sob plantio convencional (duas gradagens e uma aração). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3x2, com tempos de mecanização da área (TM 5 anos, TM 3 anos e TM 2 anos) e dois tipos de penetrômetros (digital e impacto), com quatro repetições, perfazendo 24 unidades experimentais. A avaliação de RMSP foi feita na profundidade de 0,00-0,20m em todas as áreas analisadas, bem como, umidade do solo . Os penetrômetros apresentaram resultados diferentes na avaliação RMSP em todas as profundidades, onde o penetrômetro de impacto obteve valores superiores RSMP nas camadas de 0,05-0,20m em todas as áreas mecanizadas. Das áreas estudadas em relação ao tempo de mecanização a TM 2 anos foi a que apresentou maiores valores de umidade (22%) e RSMP (9,53 MPa), possivelmente devido ao impedimento mecânico de fragmentos de rocha. O TM 5 e TM 3 anos apresentaram valores acima de 3 MPa.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma/1001-resistencia-mecanica-do-solo-a-penetracao-em-sistema-de-plantio-convencional-sob-tempos-de-mecanizacao-e-tipos-de-penetrometro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PINTO, D. R. D. S., SILVA, V. F. A., VALENTE, G. F., SILVA, J. N. D., CARVALHO, L. L. B. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Máquinas,Resistência do solo a penetração,Compactação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A resistência mecânica do solo à penetração (RMSP) está entre os fatores que podem influenciar no desenvolvimento das plantas. Objetivou-se avaliar a RMSP em áreas com tempos de mecanização em plantio convencional e comparando penetrômetros. O experimento foi realizado no município de Parauapebas-Pará, em latossolo vermelho distrófico sob plantio convencional (duas gradagens e uma aração). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 3x2, com tempos de mecanização da área (TM 5 anos, TM 3 anos e TM 2 anos) e dois tipos de penetrômetros (digital e impacto), com quatro repetições, perfazendo 24 unidades experimentais. A avaliação de RMSP foi feita na profundidade de 0,00-0,20m em todas as áreas analisadas, bem como, umidade do solo . Os penetrômetros apresentaram resultados diferentes na avaliação RMSP em todas as profundidades, onde o penetrômetro de impacto obteve valores superiores RSMP nas camadas de 0,05-0,20m em todas as áreas mecanizadas. Das áreas estudadas em relação ao tempo de mecanização a TM 2 anos foi a que apresentou maiores valores de umidade (22%) e RSMP (9,53 MPa), possivelmente devido ao impedimento mecânico de fragmentos de rocha. O TM 5 e TM 3 anos apresentaram valores acima de 3 MPa.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:55:52 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>