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       <title>Engenharia de Água e Solo (EAS) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>COMPACTAÇÃO DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO</title>
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           <media:title type="plain">COMPACTAÇÃO DO SOLO EM DIFERENTES SISTEMAS DE PREPARO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, M. N. F. , LIMA, C. J. , GONÇALVES, A. L. L. , SILVA, P. H. O. , FILHO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Penetrômetro, preparo convencional, resistência à penetração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O preparo periódico do solo é um processo que acarreta em diferentes padrões verificados nas condições físicas locais após o uso de métodos distintos de manejo do solo. Com o objetivo de avaliar a resistência mecânica à penetração (RMSP) do solo preparado com a grade aradora intermediária, com o escarificador e com o sistema de plantio direto, foi realizado um experimento na Universidade Federal de Viçosa localizada em Rio Paranaíba-MG. Para a avaliação da RMSP foi utilizado o penetrômetro de impacto com avaliações de 0,10 em 0,10 m, contados da superfície do solo até a profundidade de 0,60 m. No momento do preparo, o solo encontrava-se com umidade adequada. Empregou-se o Delineamento Inteiramente Casualizado, com 4 repetições. Pode-se verificar maior RMSP na camada de 0,00-0,10 m, nas áreas sob ação do plantio direto e escarificador. A camada entre 0,50-0,60 m não sofreu efeitos dos equipamentos de preparo periódico. Nas demais camadas do solo a umidade interferiu nos resultados de RMSP, não podendo, portanto afirmar-se que para maiores valores de RMSP há maior compactação.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTANA, M. N. F. , LIMA, C. J. , GONÇALVES, A. L. L. , SILVA, P. H. O. , FILHO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Penetrômetro, preparo convencional, resistência à penetração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O preparo periódico do solo é um processo que acarreta em diferentes padrões verificados nas condições físicas locais após o uso de métodos distintos de manejo do solo. Com o objetivo de avaliar a resistência mecânica à penetração (RMSP) do solo preparado com a grade aradora intermediária, com o escarificador e com o sistema de plantio direto, foi realizado um experimento na Universidade Federal de Viçosa localizada em Rio Paranaíba-MG. Para a avaliação da RMSP foi utilizado o penetrômetro de impacto com avaliações de 0,10 em 0,10 m, contados da superfície do solo até a profundidade de 0,60 m. No momento do preparo, o solo encontrava-se com umidade adequada. Empregou-se o Delineamento Inteiramente Casualizado, com 4 repetições. Pode-se verificar maior RMSP na camada de 0,00-0,10 m, nas áreas sob ação do plantio direto e escarificador. A camada entre 0,50-0,60 m não sofreu efeitos dos equipamentos de preparo periódico. Nas demais camadas do solo a umidade interferiu nos resultados de RMSP, não podendo, portanto afirmar-se que para maiores valores de RMSP há maior compactação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 08:32:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Viabilidade econômica da irrigação: uma análise da produção de laranja no Estado de São Paulo</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1086-viabilidade-economica-da-irrigacao-uma-analise-da-producao-de-laranja-no-estado-de-sao-paulo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Viabilidade econômica da irrigação: uma análise da produção de laranja no Estado de São Paulo</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALCâNTARA, M. R. D., PATINO, M. T. O., PASETO, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>recursos hídricos,competitividade,citricultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O estado de São Paulo possui aproximadamente 10.000 citricultores, cujos pomares totalizam quase 170,0 milhões de plantas em produção em uma área de 465,0 mil hectares, além de 19,3 milhões de pés ainda sem produção em uma área de 33,5 mil hectares na safra 2016-17. A citricultura paulista teve como principal característica na última década, a adoção de tecnologia de manejo de pragas e doenças, aumento de densidade de plantio, irrigação e adubação, o que gerou ganhos de produtividade. Dentre essas tecnologias, a irrigação é uma das atividades econômicas que mais se utiliza dos recursos hídricos. Esta é importante na produção de certas culturas, contudo, determina aumentos nos custos de produção. Assim, esta pesquisa teve como objetivo comparar técnica e financeiramente os sistemas de produção com e sem irrigação na cultura da laranja no Estado de São Paulo. Os resultados mostram um maior custo de produção quando se utiliza irrigação quando comparada com sistema de produção tradicional, sem irrigação. Entretanto a irrigação determina incrementos na produtividade que levam a aumentos na relação benefício custo. O sistema de irrigação, determina um aumento de 5% nos custos de produção de laranja mas, gera um aumento de 54% na Relação Benefício-Custo (RBC).</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALCâNTARA, M. R. D., PATINO, M. T. O., PASETO, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>recursos hídricos,competitividade,citricultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O estado de São Paulo possui aproximadamente 10.000 citricultores, cujos pomares totalizam quase 170,0 milhões de plantas em produção em uma área de 465,0 mil hectares, além de 19,3 milhões de pés ainda sem produção em uma área de 33,5 mil hectares na safra 2016-17. A citricultura paulista teve como principal característica na última década, a adoção de tecnologia de manejo de pragas e doenças, aumento de densidade de plantio, irrigação e adubação, o que gerou ganhos de produtividade. Dentre essas tecnologias, a irrigação é uma das atividades econômicas que mais se utiliza dos recursos hídricos. Esta é importante na produção de certas culturas, contudo, determina aumentos nos custos de produção. Assim, esta pesquisa teve como objetivo comparar técnica e financeiramente os sistemas de produção com e sem irrigação na cultura da laranja no Estado de São Paulo. Os resultados mostram um maior custo de produção quando se utiliza irrigação quando comparada com sistema de produção tradicional, sem irrigação. Entretanto a irrigação determina incrementos na produtividade que levam a aumentos na relação benefício custo. O sistema de irrigação, determina um aumento de 5% nos custos de produção de laranja mas, gera um aumento de 54% na Relação Benefício-Custo (RBC).</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:50:03 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO DA ÁGUA NUM LATOSSOLO VERMELHO AMARELO DISTRÓFICO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO NAS CONDIÇÕES DO CERRADO GOIANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1082-velocidade-de-infiltracao-da-agua-num-latossolo-vermelho-amarelo-distrofico-em-diferentes-sistemas-de-manejo-nas-condicoes-do-cerrado-goiano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO DA ÁGUA NUM LATOSSOLO VERMELHO AMARELO DISTRÓFICO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO NAS CONDIÇÕES DO CERRADO GOIANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DOURADO, F. D. O., SILVA, S. M. D. C. E., CRUZ, G. H. T., CAPUCHINHO, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Relação água-solo,Irrigação,Infiltrômetro de duplo anel</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A taxa de infiltração da água no solo é um parâmetro importante para o planejamento de sistemas de irrigação e drenagem. Assim o presente estudo objetivou estimar a taxa de infiltração e a velocidade de infiltração da água num Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico pelo método do infiltrômetro de duplo anel. O experimento foi conduzido na Estação Experimental de Anápolis-GO da Emater. O plano amostral apresentou duas áreas com cultivo de grãos e uma área com cultivo de braquiária submetidas a diferentes sistemas de manejo: Área 1 – Sistema de Plantio Convencional, Área 2 – Sistema de Plantio Direto e Área 3 Sistema de Pastejo. As avaliações ocorreram no final da seca-início (novembro de 2016) do período chuvoso. O critério adotado nesse trabalho para condição de taxa de infiltração constante foi quando o valor da leitura da carga de água no cilindro interno se repetiu pelo menos três vezes. Foram elaboradas as curvas para infiltração acumulada e velocidade de infiltração das equações correspondentes. O solo das áreas avaliadas apresentou VIB muito alta, para as três condições de manejo. O preparo convencional do solo promoveu alterações na infiltração acumulada e na taxa de infiltração de água no solo.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DOURADO, F. D. O., SILVA, S. M. D. C. E., CRUZ, G. H. T., CAPUCHINHO, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Relação água-solo,Irrigação,Infiltrômetro de duplo anel</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A taxa de infiltração da água no solo é um parâmetro importante para o planejamento de sistemas de irrigação e drenagem. Assim o presente estudo objetivou estimar a taxa de infiltração e a velocidade de infiltração da água num Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico pelo método do infiltrômetro de duplo anel. O experimento foi conduzido na Estação Experimental de Anápolis-GO da Emater. O plano amostral apresentou duas áreas com cultivo de grãos e uma área com cultivo de braquiária submetidas a diferentes sistemas de manejo: Área 1 – Sistema de Plantio Convencional, Área 2 – Sistema de Plantio Direto e Área 3 Sistema de Pastejo. As avaliações ocorreram no final da seca-início (novembro de 2016) do período chuvoso. O critério adotado nesse trabalho para condição de taxa de infiltração constante foi quando o valor da leitura da carga de água no cilindro interno se repetiu pelo menos três vezes. Foram elaboradas as curvas para infiltração acumulada e velocidade de infiltração das equações correspondentes. O solo das áreas avaliadas apresentou VIB muito alta, para as três condições de manejo. O preparo convencional do solo promoveu alterações na infiltração acumulada e na taxa de infiltração de água no solo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:47:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA PARA A CULTURA DO MILHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1081-velocidade-de-emergencia-para-a-cultura-do-milho?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA PARA A CULTURA DO MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GONÇALVES, A.L.L., SILVA, P.H.O.D., LIMA, C.J., FERNANDES, M.N., FILHO, A.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Plantio,Milho,Preparo primário do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O microambiente próximo à semente é influenciado diretamente pelo tipo de preparo de solo podendo interferir na velocidade de emergência das plântulas, e conseqüentemente, no estabelecimento inicial de plantas de milho. Assim, foi realizado um experimento em Rio Paranaiba MG, com o objetivo de avaliar a influência do manejo do solo em relação à emergência de plântulas de milho (Zea mays), totalizando cinco tratamentos (grade de discos, arado de discos, plantio direto, escarificador e enxada rotativa), com quatro repetições, utilizando delineamento inteiramente casualizado. Foi avaliado diariamente a emergência de plântulas a partir do terceiro dia após a semeadura, até a sua estabilização. As Parcelas tratadas com enxada rotativa, grade de discos e escarificador, apresentaram populações maiores no início, entretanto os cinco manejos de solos não mostraram diferenças no número médio de dias para emergência de plântulas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1081-velocidade-de-emergencia-para-a-cultura-do-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GONÇALVES, A.L.L., SILVA, P.H.O.D., LIMA, C.J., FERNANDES, M.N., FILHO, A.C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Plantio,Milho,Preparo primário do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O microambiente próximo à semente é influenciado diretamente pelo tipo de preparo de solo podendo interferir na velocidade de emergência das plântulas, e conseqüentemente, no estabelecimento inicial de plantas de milho. Assim, foi realizado um experimento em Rio Paranaiba MG, com o objetivo de avaliar a influência do manejo do solo em relação à emergência de plântulas de milho (Zea mays), totalizando cinco tratamentos (grade de discos, arado de discos, plantio direto, escarificador e enxada rotativa), com quatro repetições, utilizando delineamento inteiramente casualizado. Foi avaliado diariamente a emergência de plântulas a partir do terceiro dia após a semeadura, até a sua estabilização. As Parcelas tratadas com enxada rotativa, grade de discos e escarificador, apresentaram populações maiores no início, entretanto os cinco manejos de solos não mostraram diferenças no número médio de dias para emergência de plântulas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:46:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÕES NA TEMPERATURA DO AR E UMIDADE RELATIVA ENTRE DIFERENTES LOCALIDADES COM LATITUDES APROXIMADAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1079-variacoes-na-temperatura-do-ar-e-umidade-relativa-entre-diferentes-localidades-com-latitudes-aproximadas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÕES NA TEMPERATURA DO AR E UMIDADE RELATIVA ENTRE DIFERENTES LOCALIDADES COM LATITUDES APROXIMADAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. S. D. S., SILVA, L. P. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>temperatura do ar,umidade relativa,latitude</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As variáveis climáticas de temperatura e umidade relativa encontram-se vinculadas, especialmente nas regiões tropicais onde diferenças na altitude de algumas centenas de metros ocasiona mudanças sensíveis no ambiente e adaptação da biota. A temperatura do ar é diretamente relacionada com a altitude, latitude e longitude, e tem influência direta com a umidade relativa local, assim cada local apresenta características climáticas específicas. Neste trabalho, observou-se dados de 17 estações climatológicas localizadas em cidades com latitudes aproximadas, Abrolhos e Caravelas - BA, Jataí, Mineiros, Morrinhos, Pires do Rio e Rio Verde - GO, Capelinha, Guarda Mor, João Pinheiro, Pirapora, Serra dos Aimorés e Teófilo Otoni - MG, Alto Araguaia, Alto Taquari e Itiquira - MT, e Sonora - MS. Foram feitas análises de correlação entre a temperatura média e umidade relativa média no período compreendido entre março e julho de 2016, e correlação entre as diferentes localidades, no mesmo período. A correlação da temperatura média do ar com a umidade relativa média foi diferente para as localidades, sendo fraca para a grande maioria. Os dados de temperatura do ar e umidade relativa sofrem pouca ou nenhuma influencia da latitude.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1079-variacoes-na-temperatura-do-ar-e-umidade-relativa-entre-diferentes-localidades-com-latitudes-aproximadas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. S. D. S., SILVA, L. P. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>temperatura do ar,umidade relativa,latitude</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As variáveis climáticas de temperatura e umidade relativa encontram-se vinculadas, especialmente nas regiões tropicais onde diferenças na altitude de algumas centenas de metros ocasiona mudanças sensíveis no ambiente e adaptação da biota. A temperatura do ar é diretamente relacionada com a altitude, latitude e longitude, e tem influência direta com a umidade relativa local, assim cada local apresenta características climáticas específicas. Neste trabalho, observou-se dados de 17 estações climatológicas localizadas em cidades com latitudes aproximadas, Abrolhos e Caravelas - BA, Jataí, Mineiros, Morrinhos, Pires do Rio e Rio Verde - GO, Capelinha, Guarda Mor, João Pinheiro, Pirapora, Serra dos Aimorés e Teófilo Otoni - MG, Alto Araguaia, Alto Taquari e Itiquira - MT, e Sonora - MS. Foram feitas análises de correlação entre a temperatura média e umidade relativa média no período compreendido entre março e julho de 2016, e correlação entre as diferentes localidades, no mesmo período. A correlação da temperatura média do ar com a umidade relativa média foi diferente para as localidades, sendo fraca para a grande maioria. Os dados de temperatura do ar e umidade relativa sofrem pouca ou nenhuma influencia da latitude.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:45:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÕES CLIMÁTICAS ENTRE DIFERENTES LOCALIDADES COM LATITUDES APROXIMADAS</title>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÕES CLIMÁTICAS ENTRE DIFERENTES LOCALIDADES COM LATITUDES APROXIMADAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. S. D. S., SILVA, L. P. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>temperatura do ar,umidade relativa,latitude</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As variáveis climáticas de temperatura e umidade relativa encontram-se vinculadas, especialmente nas regiões tropicais onde diferenças na altitude de algumas centenas de metros ocasionam mudanças sensíveis no ambiente e adaptação da biota. A temperatura do ar é diretamente relacionada com a altitude, latitude e longitude, e tem influência direta com a umidade relativa local, assim cada local apresenta características climáticas específicas. Neste trabalho, observou-se dados de 4 estações climatológicas localizadas em cidades com latitudes aproximadas, Tomé-Açu - PA, Presidente Figueiredo - AM, Urucará - AM e Santarém - PA, sendo realizadas análises de correlação entre a temperatura média e umidade relativa média no período compreendido entre abril e junho de 2016, e também correlação entre as diferentes localidades, no mesmo período. A correlação da temperatura média do ar com a umidade relativa média foi diferente para as localidades, sendo forte para Urucará, moderada para Santarém e Presidente Figueiredo e fraca para Tomé-Açu. Os dados de temperatura do ar e umidade relativa sofrem pouca ou nenhuma influência da latitude.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1078-variacoes-climaticas-entre-diferentes-localidades-com-latitudes-aproximadas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. S. D. S., SILVA, L. P. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>temperatura do ar,umidade relativa,latitude</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As variáveis climáticas de temperatura e umidade relativa encontram-se vinculadas, especialmente nas regiões tropicais onde diferenças na altitude de algumas centenas de metros ocasionam mudanças sensíveis no ambiente e adaptação da biota. A temperatura do ar é diretamente relacionada com a altitude, latitude e longitude, e tem influência direta com a umidade relativa local, assim cada local apresenta características climáticas específicas. Neste trabalho, observou-se dados de 4 estações climatológicas localizadas em cidades com latitudes aproximadas, Tomé-Açu - PA, Presidente Figueiredo - AM, Urucará - AM e Santarém - PA, sendo realizadas análises de correlação entre a temperatura média e umidade relativa média no período compreendido entre abril e junho de 2016, e também correlação entre as diferentes localidades, no mesmo período. A correlação da temperatura média do ar com a umidade relativa média foi diferente para as localidades, sendo forte para Urucará, moderada para Santarém e Presidente Figueiredo e fraca para Tomé-Açu. Os dados de temperatura do ar e umidade relativa sofrem pouca ou nenhuma influência da latitude.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:44:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DA RESPOSTA DE UM MODELO PARA ESTIMATIVA DE POTÁSSIO NA SOLUÇÃO DO SOLO COM O TEMPO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1077-variacao-da-resposta-de-um-modelo-para-estimativa-de-potassio-na-solucao-do-solo-com-o-tempo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DA RESPOSTA DE UM MODELO PARA ESTIMATIVA DE POTÁSSIO NA SOLUÇÃO DO SOLO COM O TEMPO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMPOS, M. D. S., COELHO, E. F., QUEIROZ, L. D. A., OLIVEIRA, B. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umidade,condutividade elétrica,TDR</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A fertirrigação é uma técnica que está em expansão nas áreas irrigadas devido a economia de mãos de obra e o parcelamento das doses de nutrientes. A aplicação de fertilizantes por fertirrigação tem a sua dinâmica aumentada o que pode contribuir para a lixiviação no perfil do solo causando perdas de nutrientes e a contaminação do lençol freático. O objetivo do trabalho foi avaliar a resposta de um modelo matemático para estimativa da concentração de potássio na solução do solo e a validade desse modelo com o tempo. O experimento foi realizado em campo em solo Franco Argilo-arenoso. A estimativa da concentração de potássio foi pelo modelo de Vogeler et al. 1996. O modelo ajustado a uma serie de dados mostrou um bom desempenho para as estimativas em curtos intervalos de tempo com valor da raiz quadrada da média dos quadrados dos erros (RMSE) de 1,50 e 9,80 mg L-1. O modelo estima bem a concentração de potássio na solução do solo, no entanto, deve ser ajustado para todas as concentrações possíveis de ocorrerem na solução do solo durante o ciclo da cultura.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1077-variacao-da-resposta-de-um-modelo-para-estimativa-de-potassio-na-solucao-do-solo-com-o-tempo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMPOS, M. D. S., COELHO, E. F., QUEIROZ, L. D. A., OLIVEIRA, B. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umidade,condutividade elétrica,TDR</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A fertirrigação é uma técnica que está em expansão nas áreas irrigadas devido a economia de mãos de obra e o parcelamento das doses de nutrientes. A aplicação de fertilizantes por fertirrigação tem a sua dinâmica aumentada o que pode contribuir para a lixiviação no perfil do solo causando perdas de nutrientes e a contaminação do lençol freático. O objetivo do trabalho foi avaliar a resposta de um modelo matemático para estimativa da concentração de potássio na solução do solo e a validade desse modelo com o tempo. O experimento foi realizado em campo em solo Franco Argilo-arenoso. A estimativa da concentração de potássio foi pelo modelo de Vogeler et al. 1996. O modelo ajustado a uma serie de dados mostrou um bom desempenho para as estimativas em curtos intervalos de tempo com valor da raiz quadrada da média dos quadrados dos erros (RMSE) de 1,50 e 9,80 mg L-1. O modelo estima bem a concentração de potássio na solução do solo, no entanto, deve ser ajustado para todas as concentrações possíveis de ocorrerem na solução do solo durante o ciclo da cultura.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:43:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DA PERDA DE CARGA NA MANGUEIRA EM FUNÇÃO DE SEU ENROLAMENTO</title>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DA PERDA DE CARGA NA MANGUEIRA EM FUNÇÃO DE SEU ENROLAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MORAES, D. H. M. D., SANTOS, M. V. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação,Perda de Carga,Carretel enrolador</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os sistemas de irrigação por aspersão devem ser manejados de modo a fornecer água, fazendo com que a umidade do solo permaneça sempre em condições ótimas para a cultura, com a finalidade de maximizar o lucro. Apesar de ao longo dos anos haver uma diminuição do uso do sistema de aspersão autopropelido em função das altas pressões utilizadas, esse sistema ainda é largamente utilizado no Brasil, especialmente nas regiões produtoras de cana de açúcar. Este trabalho teve como objetivo verificar o quanto foi significativo as alterações hidráulicas à medida que uma mangueira é enrolada em torno de um carretel enrolador em função do diâmetro do enrolamento e o número de camadas enroladas, analisado através de modelo reduzido de um carretel enrolador comercialmente vendido no Brasil. Para isso, verificou-se a vazão a cada volta completada pela mangueira no carretel, utilizando-se assim a equação Fair-Whipple-Hsiao, para encontrarmos a perda a cada volta. Assim, observamos que a perda de carga observada, corresponde a aproximadamente 1% da pressão inicial inserida no carretel. Concluindo assim que o calculo desse incremento é bastante significativo, uma vez para uma boa distribuição de água em sistemas de irrigação, é diretamente influenciado pela pressão.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MORAES, D. H. M. D., SANTOS, M. V. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação,Perda de Carga,Carretel enrolador</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os sistemas de irrigação por aspersão devem ser manejados de modo a fornecer água, fazendo com que a umidade do solo permaneça sempre em condições ótimas para a cultura, com a finalidade de maximizar o lucro. Apesar de ao longo dos anos haver uma diminuição do uso do sistema de aspersão autopropelido em função das altas pressões utilizadas, esse sistema ainda é largamente utilizado no Brasil, especialmente nas regiões produtoras de cana de açúcar. Este trabalho teve como objetivo verificar o quanto foi significativo as alterações hidráulicas à medida que uma mangueira é enrolada em torno de um carretel enrolador em função do diâmetro do enrolamento e o número de camadas enroladas, analisado através de modelo reduzido de um carretel enrolador comercialmente vendido no Brasil. Para isso, verificou-se a vazão a cada volta completada pela mangueira no carretel, utilizando-se assim a equação Fair-Whipple-Hsiao, para encontrarmos a perda a cada volta. Assim, observamos que a perda de carga observada, corresponde a aproximadamente 1% da pressão inicial inserida no carretel. Concluindo assim que o calculo desse incremento é bastante significativo, uma vez para uma boa distribuição de água em sistemas de irrigação, é diretamente influenciado pela pressão.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:42:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO SOB COLHEITA MECANIZADA DE CAPIM-BUFFEL NO AGRESTE PERNAMBUCANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1070-variabilidade-espacial-de-atributos-fisicos-do-solo-sob-colheita-mecanizada-de-capim-buffel-no-agreste-pernambucano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DE ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO SOB COLHEITA MECANIZADA DE CAPIM-BUFFEL NO AGRESTE PERNAMBUCANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA, P. H. D., ALMEIDA, G. L. P. D., COUTINHO, A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>beerkan,compactação,geoestatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Estudos sobre a qualidade física do solo evoluíram expressivamente ao longo dos últimos anos, principalmente em áreas cultivadas e sob pastagens. Objetivou-se avaliar a dependência espacial dos atributos físicos do solo, em um Neossolo Regolítico distrófico. O estudo foi conduzido na Fazenda Roçadinho localizada no município de Capoeiras, pertencente a Microrregião do Vale do Ipojuca, Mesorregião Agreste do Estado. A área de estudo é formada por pastagem de capim Búffel (Cenchrus ciliares L.) a mais de 6 anos, colhido mecanicamente. Para determinação dos atributos físicos do solo investigaram-se 3 camadas de solo (0,00-0,10, 0,10-0,20 e 0,20-0,30 m), a condutividade hidráulica do solo foi determinada pelo método de Beerkan, em 36 pontos de amostragem, em grade de 6 x 6 m. Os dados obtidos foram submetidos à análise geoestatística, para avaliação da dependência espacial das propriedades do solo. A distribuição normal foi verificada em todas as variáveis estudas. O coeficiente de variação foi classificado como baixo para todas as variáveis avaliadas, mostrando uma distribuição com baixa heterogeneidade nos dados. Os atributos apresentaram alta dependência espacial.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1070-variabilidade-espacial-de-atributos-fisicos-do-solo-sob-colheita-mecanizada-de-capim-buffel-no-agreste-pernambucano?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA, P. H. D., ALMEIDA, G. L. P. D., COUTINHO, A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>beerkan,compactação,geoestatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Estudos sobre a qualidade física do solo evoluíram expressivamente ao longo dos últimos anos, principalmente em áreas cultivadas e sob pastagens. Objetivou-se avaliar a dependência espacial dos atributos físicos do solo, em um Neossolo Regolítico distrófico. O estudo foi conduzido na Fazenda Roçadinho localizada no município de Capoeiras, pertencente a Microrregião do Vale do Ipojuca, Mesorregião Agreste do Estado. A área de estudo é formada por pastagem de capim Búffel (Cenchrus ciliares L.) a mais de 6 anos, colhido mecanicamente. Para determinação dos atributos físicos do solo investigaram-se 3 camadas de solo (0,00-0,10, 0,10-0,20 e 0,20-0,30 m), a condutividade hidráulica do solo foi determinada pelo método de Beerkan, em 36 pontos de amostragem, em grade de 6 x 6 m. Os dados obtidos foram submetidos à análise geoestatística, para avaliação da dependência espacial das propriedades do solo. A distribuição normal foi verificada em todas as variáveis estudas. O coeficiente de variação foi classificado como baixo para todas as variáveis avaliadas, mostrando uma distribuição com baixa heterogeneidade nos dados. Os atributos apresentaram alta dependência espacial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:37:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Variabilidad temporal del nivel freático de un humedal salino por efecto de la Oscilación del Sur</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1066-366941493681105barbosa-conbea-2017-expandidovariabilidad-temporal-del-nivel-freatico-de-un-humedal-salino-por-efecto-de-la-oscilacion-del-sur?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Variabilidad temporal del nivel freático de un humedal salino por efecto de la Oscilación del Sur</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, O. A., GARCIA, F. A., MORES, J. L., RISCOSA, D. A., CERDA, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Nivel freático,Humedal,Oscilación del sur</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Los humedales de San Luis (Argentina) se caracterizan por su elevado nivel freático. Nuestro objetivo fue estudiar la hidrología de un humedal del centro Este para evaluar sus tendencias y correlaciones con las precipitaciones. El área se localiza a 33º 37´ S y 65º 25´ W, con una altura de 505 msnm. Se determinó mensualmente las precipitaciones y el nivel freático en los tipos fisonómicos establecidos en trabajos anteriores. El muestreo entre agosto 2015 a enero 2016 periodo en que se presentó la anomalía de la oscilación del sur (“El Niño”) se comparó con uno realizado previamente en el mismo lugar durante agosto 2010 a enero 2012. Los resultados indican que cada tipo fisonómico en ambos muestreos presenta distintos niveles freáticos. Las precipitaciones aumentaron un 120,3 % con respecto al mismo periodo 2010/2, mientras los niveles freáticos aumentaron entre 50 a 107 % en los diferentes tipos fisonómicos. Por otro lado, no existe correlación entre las precipitaciones y el nivel freático para el periodo 2010/2 si bien mejora los valores para el 2015/7. Se concluye que el nivel freático aumento cuando se incrementaron las precipitaciones por el fenómeno “El Niño”, mientras la recarga no responde a los aportes locales de precipitaciones.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1066-366941493681105barbosa-conbea-2017-expandidovariabilidad-temporal-del-nivel-freatico-de-un-humedal-salino-por-efecto-de-la-oscilacion-del-sur?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, O. A., GARCIA, F. A., MORES, J. L., RISCOSA, D. A., CERDA, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Nivel freático,Humedal,Oscilación del sur</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Los humedales de San Luis (Argentina) se caracterizan por su elevado nivel freático. Nuestro objetivo fue estudiar la hidrología de un humedal del centro Este para evaluar sus tendencias y correlaciones con las precipitaciones. El área se localiza a 33º 37´ S y 65º 25´ W, con una altura de 505 msnm. Se determinó mensualmente las precipitaciones y el nivel freático en los tipos fisonómicos establecidos en trabajos anteriores. El muestreo entre agosto 2015 a enero 2016 periodo en que se presentó la anomalía de la oscilación del sur (“El Niño”) se comparó con uno realizado previamente en el mismo lugar durante agosto 2010 a enero 2012. Los resultados indican que cada tipo fisonómico en ambos muestreos presenta distintos niveles freáticos. Las precipitaciones aumentaron un 120,3 % con respecto al mismo periodo 2010/2, mientras los niveles freáticos aumentaron entre 50 a 107 % en los diferentes tipos fisonómicos. Por otro lado, no existe correlación entre las precipitaciones y el nivel freático para el periodo 2010/2 si bien mejora los valores para el 2015/7. Se concluye que el nivel freático aumento cuando se incrementaron las precipitaciones por el fenómeno “El Niño”, mientras la recarga no responde a los aportes locales de precipitaciones.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:33:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DO GEOPROCESSAMENTO NO PLANEJAMENTO E GESTÃO DOS RECURSOS HIDRICOS COMO SUBSÍDEO PARA IMPLANTAÇÃO DE UMA BARRAGEM NA BACIA DO RIO MANUEL ALVES, TO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1058-uso-do-geoprocessamento-no-planejamento-e-gestao-dos-recursos-hidricos-como-subsideo-para-implantacao-de-uma-barragem-na-bacia-do-rio-manuel-alves-to?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DO GEOPROCESSAMENTO NO PLANEJAMENTO E GESTÃO DOS RECURSOS HIDRICOS COMO SUBSÍDEO PARA IMPLANTAÇÃO DE UMA BARRAGEM NA BACIA DO RIO MANUEL ALVES, TO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIEIRA, N. P. A., RODRIGUES, J. A. M., SILVA, R. H. V. E., ALVES, G. J., COELHO, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>barragem,sistema de informação geográfica,espelho d’água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de sistemas de informação geográfica e sensoriamento remoto é uma ferramenta ampla que permite várias possibilidades de utilização no planejamento e gestão dos recursos hídricos. Por conseguinte, o objetivo do trabalho foi aplicar o geoprocessamento para analisar a melhor localização de uma barragem, para fins de irrigação, e avaliar os impactos sobre a perda de áreas de preservação permanente (APP) e o ganho em APP, devido ao enchimento do reservatório na bacia hidrográfica Manuel Alves, Tocantins. Para alcançar os objetivos foi utilizada como base de dados as imagens ASTERS disponíveis no site do EarthExplorer. O mapa de uso e ocupação do solo foi fornecido pelo SEPLAN e a delimitação da área de espelho d’água da barragem foi feita no ArcGIS, com base no modelo digital de elevação hidrologicamente consistente - MDEHC. A altura estimada da barragem foi de 10 m, a área alagada de 20,7 ha e o volume máximo do reservatório de 1,19 hm³. Dessa forma conclui-se que o uso do ArcGis juntamente com o MDEHC é adequado para o planejamento e alocação de barragens.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1058-uso-do-geoprocessamento-no-planejamento-e-gestao-dos-recursos-hidricos-como-subsideo-para-implantacao-de-uma-barragem-na-bacia-do-rio-manuel-alves-to?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIEIRA, N. P. A., RODRIGUES, J. A. M., SILVA, R. H. V. E., ALVES, G. J., COELHO, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>barragem,sistema de informação geográfica,espelho d’água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de sistemas de informação geográfica e sensoriamento remoto é uma ferramenta ampla que permite várias possibilidades de utilização no planejamento e gestão dos recursos hídricos. Por conseguinte, o objetivo do trabalho foi aplicar o geoprocessamento para analisar a melhor localização de uma barragem, para fins de irrigação, e avaliar os impactos sobre a perda de áreas de preservação permanente (APP) e o ganho em APP, devido ao enchimento do reservatório na bacia hidrográfica Manuel Alves, Tocantins. Para alcançar os objetivos foi utilizada como base de dados as imagens ASTERS disponíveis no site do EarthExplorer. O mapa de uso e ocupação do solo foi fornecido pelo SEPLAN e a delimitação da área de espelho d’água da barragem foi feita no ArcGIS, com base no modelo digital de elevação hidrologicamente consistente - MDEHC. A altura estimada da barragem foi de 10 m, a área alagada de 20,7 ha e o volume máximo do reservatório de 1,19 hm³. Dessa forma conclui-se que o uso do ArcGis juntamente com o MDEHC é adequado para o planejamento e alocação de barragens.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:21:46 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE RESÍDUOS COMPOSTOS NA BROTAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1053-uso-de-residuos-compostos-na-brotacao-da-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DE RESÍDUOS COMPOSTOS NA BROTAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, F. L., BRUNINI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>desenvolvimento,fuligem,gemas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil destaca-se como o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, gerando diversos produtos de consumo direto como o açúcar e álcool. O setor também é responsável pela produção de subprodutos (compostos e resíduos orgânicos). Utilizar novas técnicas no manejo de plantio da cultura aproveitando seus subprodutos é uma alternativa que contribui para o aumento do potencial produtivo, economia no uso de adubos e diminuição dos impactos ao meio ambiente. Objetivou-se com este trabalho analisar a influência na brotação da cana-de-açúcar sob diferentes tipos de resíduos e compostos orgânicos. A cana-de-açúcar foi cultivada sob fuligem e torta de filtro: in natura, curtida e enriquecida. A brotação da cana-de-açúcar, variedade RB975952, sofreu influência dos diferentes resíduos e compostos orgânicos oriundos da indústria sucroalcooleira, sendo que o tratamento (T4) com a cana cultivada sob torta de filtro enriquecida apresentou uma maior taxa de brotação e massa seca da parte aérea e das raízes, enquanto 100% das gemas morreram no tratamento com torta de filtro in natura. Portanto, é primordial estudar o uso de resíduos e compostos no cultivo de cana de açúcar a fim de economizar insumos agrícolas e reutilizar subprodutos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1053-uso-de-residuos-compostos-na-brotacao-da-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, F. L., BRUNINI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>desenvolvimento,fuligem,gemas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil destaca-se como o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, gerando diversos produtos de consumo direto como o açúcar e álcool. O setor também é responsável pela produção de subprodutos (compostos e resíduos orgânicos). Utilizar novas técnicas no manejo de plantio da cultura aproveitando seus subprodutos é uma alternativa que contribui para o aumento do potencial produtivo, economia no uso de adubos e diminuição dos impactos ao meio ambiente. Objetivou-se com este trabalho analisar a influência na brotação da cana-de-açúcar sob diferentes tipos de resíduos e compostos orgânicos. A cana-de-açúcar foi cultivada sob fuligem e torta de filtro: in natura, curtida e enriquecida. A brotação da cana-de-açúcar, variedade RB975952, sofreu influência dos diferentes resíduos e compostos orgânicos oriundos da indústria sucroalcooleira, sendo que o tratamento (T4) com a cana cultivada sob torta de filtro enriquecida apresentou uma maior taxa de brotação e massa seca da parte aérea e das raízes, enquanto 100% das gemas morreram no tratamento com torta de filtro in natura. Portanto, é primordial estudar o uso de resíduos e compostos no cultivo de cana de açúcar a fim de economizar insumos agrícolas e reutilizar subprodutos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 15:21:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Uso da Certificação Bonsucro para Auxílio na Produção Sustentável de Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1049-uso-da-certificacao-bonsucro-para-auxilio-na-producao-sustentavel-de-cana-de-acucar-no-estado-de-sao-paulo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Uso da Certificação Bonsucro para Auxílio na Produção Sustentável de Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FIORAVANTE, G. B., MATSURA, E. E., GONçALVES, I. D. S., TITTOTO, V. C., NAZARIO, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sustentabilidade,Melhoria,Meio Ambiente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção intensiva de cana-de-açúcar, assim como de outras monoculturas, quando não bem planejadas podem trazer algum tipo de impacto negativo ao meio ambiente. Entretanto se produzida seguindo diretrizes sustentáveis, sua produção também pode ser sustentável, como diminuição do uso de combustível fóssil e produção de açúcar. A sustentabilidade vista da forma tradicional considera os parâmetros econômicos, sociais e ambientais, ponderados igualmente. O objetivo deste trabalho é abordar a sustentabilidade de forma diferenciada com foco no aspecto ambiental e quanto as normas da certificação denominada Bonsucro se adéquam a essa preocupação. A metodologia deste trabalho foi avaliar os critérios definidos no padrão Bonsucro de produção, separados em características econômicas, sociais e ambientais, a fim de mensurar a relação com cada aspecto de sustentabilidade, com o propósito de obter um diagnóstico do subsídio da certificação para a produção sustentável. Conclui-se, deste artigo, que a certificação é um primeiro passo para a produção sustentável da cana-de-açúcar, contudo são necessárias melhorias, pois a certificação impõe um padrão mundial, que não considera todos os aspectos locais paulistas, responsável por 52% da produção do Brasil, e, ainda, é necessário dar maior relevância aos aspectos que completam a produção que não são compreendidos na certificação</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FIORAVANTE, G. B., MATSURA, E. E., GONçALVES, I. D. S., TITTOTO, V. C., NAZARIO, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sustentabilidade,Melhoria,Meio Ambiente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção intensiva de cana-de-açúcar, assim como de outras monoculturas, quando não bem planejadas podem trazer algum tipo de impacto negativo ao meio ambiente. Entretanto se produzida seguindo diretrizes sustentáveis, sua produção também pode ser sustentável, como diminuição do uso de combustível fóssil e produção de açúcar. A sustentabilidade vista da forma tradicional considera os parâmetros econômicos, sociais e ambientais, ponderados igualmente. O objetivo deste trabalho é abordar a sustentabilidade de forma diferenciada com foco no aspecto ambiental e quanto as normas da certificação denominada Bonsucro se adéquam a essa preocupação. A metodologia deste trabalho foi avaliar os critérios definidos no padrão Bonsucro de produção, separados em características econômicas, sociais e ambientais, a fim de mensurar a relação com cada aspecto de sustentabilidade, com o propósito de obter um diagnóstico do subsídio da certificação para a produção sustentável. Conclui-se, deste artigo, que a certificação é um primeiro passo para a produção sustentável da cana-de-açúcar, contudo são necessárias melhorias, pois a certificação impõe um padrão mundial, que não considera todos os aspectos locais paulistas, responsável por 52% da produção do Brasil, e, ainda, é necessário dar maior relevância aos aspectos que completam a produção que não são compreendidos na certificação</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:43:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DA ÁGUA RESIDUARIA DA SUINOCULTURA PARA A IRRIGAÇÃO DO CAPIM SUDÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1048-uso-da-agua-residuaria-da-suinocultura-para-a-irrigacao-do-capim-sudao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DA ÁGUA RESIDUARIA DA SUINOCULTURA PARA A IRRIGAÇÃO DO CAPIM SUDÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CABRAL, M., HAEBERLIN, L., PIVOTO, O., JORGE, R. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sorghum sudanense L,Pastagem,Efluente Suíno</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As águas residuárias provenientes da suinocultura podem suprir tanto as necessidades hídricas quanto as necessidades nutricionais das plantas, além de diminuir a poluição de rios, solos e ar pelo descarte incorreto desses efluentes. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a viabilidade do uso de efluente suíno para a irrigação de Capim Sudão em vasos, através da produção de massa seca dos cortes a 30 e 60 dias. O experimento foi conduzido na Área Experimental da Engenharia Agrícola (AEEA) localizada na Universidade Federal do Pampa - Campus Alegrete, em vasos de 30 cm de diâmetro e 45 cm de comprimento preenchidos com solo local, Neossolo Litólico. O manejo da irrigação foi determinado pelo método de Penmann-Montheith para ambos os tratamentos, o testemunha com adubação química e irrigação com água de poço, e a fertirrigação com efluente da suinocultura sem adubação química. A produtividade do capim sudão irrigado com efluente suíno não apresentou diferença significativa para o corte aos 30 dias, porém aos 60 dias sua produção de massa seca foi significativamente inferior à produção do testemunha. Sendo assim, o estudo demonstrou potencial produtivo para o uso de água residuária da suinocultura para irrigação do capim sudão, necessitando aprimoramento de estudo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1048-uso-da-agua-residuaria-da-suinocultura-para-a-irrigacao-do-capim-sudao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CABRAL, M., HAEBERLIN, L., PIVOTO, O., JORGE, R. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sorghum sudanense L,Pastagem,Efluente Suíno</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As águas residuárias provenientes da suinocultura podem suprir tanto as necessidades hídricas quanto as necessidades nutricionais das plantas, além de diminuir a poluição de rios, solos e ar pelo descarte incorreto desses efluentes. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a viabilidade do uso de efluente suíno para a irrigação de Capim Sudão em vasos, através da produção de massa seca dos cortes a 30 e 60 dias. O experimento foi conduzido na Área Experimental da Engenharia Agrícola (AEEA) localizada na Universidade Federal do Pampa - Campus Alegrete, em vasos de 30 cm de diâmetro e 45 cm de comprimento preenchidos com solo local, Neossolo Litólico. O manejo da irrigação foi determinado pelo método de Penmann-Montheith para ambos os tratamentos, o testemunha com adubação química e irrigação com água de poço, e a fertirrigação com efluente da suinocultura sem adubação química. A produtividade do capim sudão irrigado com efluente suíno não apresentou diferença significativa para o corte aos 30 dias, porém aos 60 dias sua produção de massa seca foi significativamente inferior à produção do testemunha. Sendo assim, o estudo demonstrou potencial produtivo para o uso de água residuária da suinocultura para irrigação do capim sudão, necessitando aprimoramento de estudo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:42:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TOLERÂNCIA À SALINIDADE DE QUATRO ESPÉCIES ORNAMENTAIS SOB DIFERENTES MODOS DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1042-tolerancia-a-salinidade-de-quatro-especies-ornamentais-sob-diferentes-modos-de-irrigacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TOLERÂNCIA À SALINIDADE DE QUATRO ESPÉCIES ORNAMENTAIS SOB DIFERENTES MODOS DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, F. L. F., MEDEIROS, J. F. MEDEIROS, OLIVEIRA, D. R., NEVES, A. L., LACERDA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Água salina,Índice de tolerância,Irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a tolerância de quatro espécies ornamentais à salinidade da água e diferentes modos de irrigação. A pesquisa foi desenvolvida entre setembro e novembro de 2015, no Campus do Pici, Universidade Federal do Ceará, município de Fortaleza, Ceará. Os tratamentos foram distribuídos em blocos casualizados, arranjados em parcelas subsubdivididas, com quatro repetições, sendo seis níveis de salinidade da água de irrigação nas parcelas (0,6; 1,2; 1,8; 2,4; 3,0 e 3,6 dS m-1), dois modos de irrigação nas subparcelas (irrigação localizada e aspersão) e quatro espécies ornamentais nas subsubparcelas (Catharanthus roseus; Allamanda cathartica; Ixora coccinea e Duranta erecta). As mudas foram transplantadas para vasos (volume de 7 litros), preenchidos com substrato composto pela mistura de areia e húmus de minhoca. Foi avaliado o acúmulo de matéria seca, área foliar e taxa de fotossíntese e obtido os índices de tolerância das plantas. As variáveis mais adequadas para classificar as espécies, quanto a tolerância a salinidade, são as relacionadas a produção de biomassa. As espécies são mais sensíveis à irrigação quando a água e aplicada por aspersão. As espécies que se mostraram mais tolerantes a salinidade da água de irrigação foram a Catharanthus roseus e Ixora coccinea.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1042-tolerancia-a-salinidade-de-quatro-especies-ornamentais-sob-diferentes-modos-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, F. L. F., MEDEIROS, J. F. MEDEIROS, OLIVEIRA, D. R., NEVES, A. L., LACERDA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Água salina,Índice de tolerância,Irrigação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a tolerância de quatro espécies ornamentais à salinidade da água e diferentes modos de irrigação. A pesquisa foi desenvolvida entre setembro e novembro de 2015, no Campus do Pici, Universidade Federal do Ceará, município de Fortaleza, Ceará. Os tratamentos foram distribuídos em blocos casualizados, arranjados em parcelas subsubdivididas, com quatro repetições, sendo seis níveis de salinidade da água de irrigação nas parcelas (0,6; 1,2; 1,8; 2,4; 3,0 e 3,6 dS m-1), dois modos de irrigação nas subparcelas (irrigação localizada e aspersão) e quatro espécies ornamentais nas subsubparcelas (Catharanthus roseus; Allamanda cathartica; Ixora coccinea e Duranta erecta). As mudas foram transplantadas para vasos (volume de 7 litros), preenchidos com substrato composto pela mistura de areia e húmus de minhoca. Foi avaliado o acúmulo de matéria seca, área foliar e taxa de fotossíntese e obtido os índices de tolerância das plantas. As variáveis mais adequadas para classificar as espécies, quanto a tolerância a salinidade, são as relacionadas a produção de biomassa. As espécies são mais sensíveis à irrigação quando a água e aplicada por aspersão. As espécies que se mostraram mais tolerantes a salinidade da água de irrigação foram a Catharanthus roseus e Ixora coccinea.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:38:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEOR RELATIVO DE ÁGUA EM PLANTAS DE Eruca sativa L. CULTIVADA EM HIDROPONIA DE BAIXO CUSTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1039-teor-relativo-de-agua-em-plantas-de-eruca-sativa-l-cultivada-em-hidroponia-de-baixo-custo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEOR RELATIVO DE ÁGUA EM PLANTAS DE Eruca sativa L. CULTIVADA EM HIDROPONIA DE BAIXO CUSTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARTUSCH, V. P., JUNIOR, J. E. C., JUNIOR, F. J. D. S., FIGUEIROA, A. J. T., JUNIOR, J. A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rúcula, Águas salobras, Água de abastecimento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A irregularidade da distribuição das chuvas e elevada evapotranspiração no semiárido provoca acúmulo de sais nas fontes de água. O objetivo desse trabalho foi avaliar o teor relativo de água na total, parte aérea e raiz de plantas de rúcula (cv. Folha larga) cultivadas em sistema hidropônico sob salinidade. Dois estudos foram desenvolvidos em ambiente protegido na UFRPE, onde os tratamentos consistiram em seis níveis de salinidade da solução nutritiva (1,5; 3,0; 4,5; 6,0; 7,5 e 9 dS m-1) e duas frequências de circulação (duas vezes ao dia às 8 e às 16 horas; e três vezes ao dia às 8, 12 e 16 horas). No primeiro experimento, a reposição da lâmina evapotranspirada foi efetuada com a água salobra utilizada no preparo da solução nutritiva e, no segundo experimento, com água de abastecimento local. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 6 x 2, com cinco repetições, totalizando 60 unidades experimentais. Os resultados foram submetidos ao teste F e, quando houve significância, comparados mediante análise de regressão. O acúmulo de sais solúveis nos órgãos da planta ocasionou ajuste osmótico reduzindo o teor de água nas diversas partes do vegetal.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1039-teor-relativo-de-agua-em-plantas-de-eruca-sativa-l-cultivada-em-hidroponia-de-baixo-custo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARTUSCH, V. P., JUNIOR, J. E. C., JUNIOR, F. J. D. S., FIGUEIROA, A. J. T., JUNIOR, J. A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rúcula, Águas salobras, Água de abastecimento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A irregularidade da distribuição das chuvas e elevada evapotranspiração no semiárido provoca acúmulo de sais nas fontes de água. O objetivo desse trabalho foi avaliar o teor relativo de água na total, parte aérea e raiz de plantas de rúcula (cv. Folha larga) cultivadas em sistema hidropônico sob salinidade. Dois estudos foram desenvolvidos em ambiente protegido na UFRPE, onde os tratamentos consistiram em seis níveis de salinidade da solução nutritiva (1,5; 3,0; 4,5; 6,0; 7,5 e 9 dS m-1) e duas frequências de circulação (duas vezes ao dia às 8 e às 16 horas; e três vezes ao dia às 8, 12 e 16 horas). No primeiro experimento, a reposição da lâmina evapotranspirada foi efetuada com a água salobra utilizada no preparo da solução nutritiva e, no segundo experimento, com água de abastecimento local. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 6 x 2, com cinco repetições, totalizando 60 unidades experimentais. Os resultados foram submetidos ao teste F e, quando houve significância, comparados mediante análise de regressão. O acúmulo de sais solúveis nos órgãos da planta ocasionou ajuste osmótico reduzindo o teor de água nas diversas partes do vegetal.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:32:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TENDÊNCIA DE ÍNDICES DE EXTREMOS CLIMÁTICOS DE PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1037-tendencia-de-indices-de-extremos-climaticos-de-precipitacao-no-estado-do-rio-grande-do-sul?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TENDÊNCIA DE ÍNDICES DE EXTREMOS CLIMÁTICOS DE PRECIPITAÇÃO NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COUTO, R. S. D., DAMÉ, R. D. C. F., TEIXEIRA-GRANDA, C. F. A., MANKE, E. B., MELLO, L. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Mudança climática,Tendência,Mann-Kendall</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A ocorrência de eventos extremos de precipitação e sua relação com as mudanças climáticas tem sido foco de pesquisa da comunidade científica, devido ao potencial impacto que oferecem à vida humana, aos ecossistemas e à economia. Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo verificar a existência de tendência em índices de detecção de mudanças climáticas obtidos a partir de dados diários observados de precipitação. Para tanto, foram utilizadas séries históricas de precipitação de 24 postos de monitoramento localizados no estado Rio Grande do Sul, com período de 40 anos (1966 a 2005). A partir dos dados observados, foram calculados 11 índices de extremos climáticos relacionados à precipitação. Para a avaliação de tendências climáticas foi utilizado o teste estatístico não paramétrico de Mann-Kendall. Resultados preliminares identificaram tendência estatisticamente significativa ao nível de significância pesquisado para R95p (Dias muito úmidos), R99p (Dias extremamente úmidos) e PRCPTOT (Precipitação total em dias úmidos), para determinadas estações e conforme período estudado. Entretanto, recomenda-se a complementação da pesquisa com a utilização de outras variáveis climatológicas, tendo em vista que a partir dos resultados obtidos não é possível afirmar que mudanças nos padrões pluviométricos para as regiões estudadas estão ocorrendo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1037-tendencia-de-indices-de-extremos-climaticos-de-precipitacao-no-estado-do-rio-grande-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COUTO, R. S. D., DAMÉ, R. D. C. F., TEIXEIRA-GRANDA, C. F. A., MANKE, E. B., MELLO, L. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Mudança climática,Tendência,Mann-Kendall</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A ocorrência de eventos extremos de precipitação e sua relação com as mudanças climáticas tem sido foco de pesquisa da comunidade científica, devido ao potencial impacto que oferecem à vida humana, aos ecossistemas e à economia. Diante do exposto, o presente trabalho teve como objetivo verificar a existência de tendência em índices de detecção de mudanças climáticas obtidos a partir de dados diários observados de precipitação. Para tanto, foram utilizadas séries históricas de precipitação de 24 postos de monitoramento localizados no estado Rio Grande do Sul, com período de 40 anos (1966 a 2005). A partir dos dados observados, foram calculados 11 índices de extremos climáticos relacionados à precipitação. Para a avaliação de tendências climáticas foi utilizado o teste estatístico não paramétrico de Mann-Kendall. Resultados preliminares identificaram tendência estatisticamente significativa ao nível de significância pesquisado para R95p (Dias muito úmidos), R99p (Dias extremamente úmidos) e PRCPTOT (Precipitação total em dias úmidos), para determinadas estações e conforme período estudado. Entretanto, recomenda-se a complementação da pesquisa com a utilização de outras variáveis climatológicas, tendo em vista que a partir dos resultados obtidos não é possível afirmar que mudanças nos padrões pluviométricos para as regiões estudadas estão ocorrendo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:29:45 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEMPERATURA DO SOLO PARA GERMINAÇÃO DO MILHO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1036-temperatura-do-solo-para-germinacao-do-milho-em-diferentes-sistemas-de-manejo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEMPERATURA DO SOLO PARA GERMINAÇÃO DO MILHO EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANTONELLO, M. C., PETRY, M., RODRIGUES, G., DANTAS, M., ROSáRIO, C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays,Emergência,Temperatura do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A temperatura do solo está ligada com os processos de interação solo-planta-atmosfera, afetando diretamente o crescimento e desenvolvimento das plantas. Os sistemas de manejo do solo tem efeito na temperatura, pois modificam as condições da superfície do solo, afetando o fluxo de calor do solo e para o solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da temperatura do solo na duração do subperíodo semeadura-emergência da cultura do milho (Zea mays), em diferentes sistemas de manejo. Dois experimentos foram instalados e conduzidos na área experimental do Departamento de Engenharia Rural, Campus Universidade Federal de Santa Maria. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, bifatorial, onde cada experimento consistiu de uma cultivar de milho e três sistemas de cultivo do solo (plantio direto, solo revolvido e solo sem palha), em diferentes épocas de semeadura, com duas repetições. Um termopar no centro de cada parcela, na profundidade de 2,5 cm, conectados à um modelo de leitura e aquisição de dados, programado para realizar uma leitura a cada quinze minutos. Após cada semeadura, eram realizadas vistorias diárias para contagem do número de plantas emergidas por parcela. Após as plantas atingirem o estágio V1, as mesmas eram arrancadas, realizando-se nova semeadura.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANTONELLO, M. C., PETRY, M., RODRIGUES, G., DANTAS, M., ROSáRIO, C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Zea mays,Emergência,Temperatura do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A temperatura do solo está ligada com os processos de interação solo-planta-atmosfera, afetando diretamente o crescimento e desenvolvimento das plantas. Os sistemas de manejo do solo tem efeito na temperatura, pois modificam as condições da superfície do solo, afetando o fluxo de calor do solo e para o solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da temperatura do solo na duração do subperíodo semeadura-emergência da cultura do milho (Zea mays), em diferentes sistemas de manejo. Dois experimentos foram instalados e conduzidos na área experimental do Departamento de Engenharia Rural, Campus Universidade Federal de Santa Maria. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado, bifatorial, onde cada experimento consistiu de uma cultivar de milho e três sistemas de cultivo do solo (plantio direto, solo revolvido e solo sem palha), em diferentes épocas de semeadura, com duas repetições. Um termopar no centro de cada parcela, na profundidade de 2,5 cm, conectados à um modelo de leitura e aquisição de dados, programado para realizar uma leitura a cada quinze minutos. Após cada semeadura, eram realizadas vistorias diárias para contagem do número de plantas emergidas por parcela. Após as plantas atingirem o estágio V1, as mesmas eram arrancadas, realizando-se nova semeadura.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:28:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SOLUÇÃO DO SOLO PARA MONITORAMENTO DA APLICAÇÃO DE EFLUENTE DE ESGOTO DOMÉSTICO TRATADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1031-solucao-do-solo-para-monitoramento-da-aplicacao-de-efluente-de-esgoto-domestico-tratado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SOLUÇÃO DO SOLO PARA MONITORAMENTO DA APLICAÇÃO DE EFLUENTE DE ESGOTO DOMÉSTICO TRATADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAZÁRIO, A. A., GONÇALVES, I. Z., BARBOSA, E. A. A., SANTOS, L. N. S. D., MATSURA, E. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras chave: </span>Irrigação,gotejamento subsuperficiaL,cana-de-açúcar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso agrícola do efluente de esgoto doméstico é uma alternativa viável para a reciclagem de nutrientes, embora haja certa preocupação com o aumento de espécies químicas presentes neste tipo de efluente. O objetivo deste trabalho foi identificar variáveis relacionadas com a solução do solo e alteradas, em razão do uso do efluente de esgoto doméstico. O experimento foi delineamento com blocos casualizados (DBC) com 5 tratamentos e 5 repetições. Os tratamentos estão distribuídos de acordo com o tipo de água a ser utilizada na irrigação (água de reservatório superficial (ARS) ou de esgoto doméstico tratado (EDT)), e a profundidade de instalação do sistema de irrigação subsuperficial (0,2 ou 0,4 m de profundidade), dispostos da seguinte maneira: SI = cultivo não irrigado; E20 = EDT + prof. 0,2 m; E40 = EDT + prof. 0,4 m; A20 = Água + prof. 0,2 m, e A40 = Água + prof. 0,4 m. As variáveis Ca2+, Mg2+, NO3-, K+ e C.E se mostraram como indicadores da solução do solo para monitorar áreas irrigadas com qualidade de água similar a do experimento e o aporte de nutrientes fornecidos pelo EDT não alterou a qualidade da solução do solo em curto prazo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1031-solucao-do-solo-para-monitoramento-da-aplicacao-de-efluente-de-esgoto-domestico-tratado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAZÁRIO, A. A., GONÇALVES, I. Z., BARBOSA, E. A. A., SANTOS, L. N. S. D., MATSURA, E. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras chave: </span>Irrigação,gotejamento subsuperficiaL,cana-de-açúcar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso agrícola do efluente de esgoto doméstico é uma alternativa viável para a reciclagem de nutrientes, embora haja certa preocupação com o aumento de espécies químicas presentes neste tipo de efluente. O objetivo deste trabalho foi identificar variáveis relacionadas com a solução do solo e alteradas, em razão do uso do efluente de esgoto doméstico. O experimento foi delineamento com blocos casualizados (DBC) com 5 tratamentos e 5 repetições. Os tratamentos estão distribuídos de acordo com o tipo de água a ser utilizada na irrigação (água de reservatório superficial (ARS) ou de esgoto doméstico tratado (EDT)), e a profundidade de instalação do sistema de irrigação subsuperficial (0,2 ou 0,4 m de profundidade), dispostos da seguinte maneira: SI = cultivo não irrigado; E20 = EDT + prof. 0,2 m; E40 = EDT + prof. 0,4 m; A20 = Água + prof. 0,2 m, e A40 = Água + prof. 0,4 m. As variáveis Ca2+, Mg2+, NO3-, K+ e C.E se mostraram como indicadores da solução do solo para monitorar áreas irrigadas com qualidade de água similar a do experimento e o aporte de nutrientes fornecidos pelo EDT não alterou a qualidade da solução do solo em curto prazo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:24:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Sistema radicular do trigo submetido a combinações de doses de fósforo e potássio em Latossolo vermelho do Cerrado</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1027-sistema-radicular-do-trigo-submetido-a-combinacoes-de-doses-de-fosforo-e-potassio-em-latossolo-vermelho-do-cerrado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Sistema radicular do trigo submetido a combinações de doses de fósforo e potássio em Latossolo vermelho do Cerrado</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. R. S., BONFIM-SILVA, E. M., CARVALHO, I. C., SILVA, T. J. A., SOUSA, H. H. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Triticum aestivum,raiz,interação de nutrientes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O sucesso de cultivos agrícolas em novos ambientes depende, sobretudo, da sua relação com a fertilidade do solo. Objetivou-se avaliar a massa seca e volume de raízes do trigo (Triticum aestivum) submetido a combinações de doses de fósforo e potássio em Latossolo vermelho. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, dispostos em 25 tratamentos, com 4 repetições, em esquema fatorial 5x2 com cinco doses de fósforo (0; 90;180;360 e 540 mg dm-3) e potássio (0; 100; 200; 400 e 600mg dm-3), em casa de vegetação. O volume radicular foi mensurado pelo método direto da proveta graduada e a fitomassa radicular por secagem das raízes em estufa de circulação forçada à 65ºC. Os dados foram submetidos à análise de variância e, em seguida, regressão, ambos a 5% de probabilidade. Não houve interação significativa entre os dois nutrientes e o efeito isolado foi observado apenas para o fósforo, nas duas variáveis. Ambas se ajustaram ao modelo quadrático de regressão, sendo as doses máximas de fósforo de 268,75 e 333,33 mg dm-³ para o volume de 8,29 mL vaso-¹ e massa de 1,80 g vaso-¹, respectivamente. O desenvolvimento do sistema radicular do trigo é influenciado pelo aporte de fósforo ao solo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eas-engenharia-de-agua-e-solo-6/1027-sistema-radicular-do-trigo-submetido-a-combinacoes-de-doses-de-fosforo-e-potassio-em-latossolo-vermelho-do-cerrado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. R. S., BONFIM-SILVA, E. M., CARVALHO, I. C., SILVA, T. J. A., SOUSA, H. H. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Triticum aestivum,raiz,interação de nutrientes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O sucesso de cultivos agrícolas em novos ambientes depende, sobretudo, da sua relação com a fertilidade do solo. Objetivou-se avaliar a massa seca e volume de raízes do trigo (Triticum aestivum) submetido a combinações de doses de fósforo e potássio em Latossolo vermelho. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, dispostos em 25 tratamentos, com 4 repetições, em esquema fatorial 5x2 com cinco doses de fósforo (0; 90;180;360 e 540 mg dm-3) e potássio (0; 100; 200; 400 e 600mg dm-3), em casa de vegetação. O volume radicular foi mensurado pelo método direto da proveta graduada e a fitomassa radicular por secagem das raízes em estufa de circulação forçada à 65ºC. Os dados foram submetidos à análise de variância e, em seguida, regressão, ambos a 5% de probabilidade. Não houve interação significativa entre os dois nutrientes e o efeito isolado foi observado apenas para o fósforo, nas duas variáveis. Ambas se ajustaram ao modelo quadrático de regressão, sendo as doses máximas de fósforo de 268,75 e 333,33 mg dm-³ para o volume de 8,29 mL vaso-¹ e massa de 1,80 g vaso-¹, respectivamente. O desenvolvimento do sistema radicular do trigo é influenciado pelo aporte de fósforo ao solo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:18:19 -0300</pubDate>
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