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       <title>Energia na Agricultura (EAG) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS PARA FABRICAÇÃO DE COLETORES TERMOSSOLARES DO TIPO PLANO FECHADO PARA O AQUECIMENTO DE ÁGUA</title>
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           <media:title type="plain">USO DE MATERIAIS ALTERNATIVOS PARA FABRICAÇÃO DE COLETORES TERMOSSOLARES DO TIPO PLANO FECHADO PARA O AQUECIMENTO DE ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENZ, A. M., SOUZA, S. N. M. D., VENDRAMIN, A. L., GNOATTO, E., FERRUZZI, Y.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Termossolar, Aquecimento,radiação solar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Dentro do consumo energético residencial Brasileiro, a maior parcela é consumida por sistemas de aquecimento de água, para isso usa-se normalmente o chuveiro elétrico é alimentado pela energia elétrica do sistema elétrico de potência, este que tem como principal fonte a hidroeletricidade que está sujeita a variações climáticas. Visando minimizar a pressão sobre o sistema elétrico por parte do aquecimento de água, uma alternativa é o uso dos painéis termosolares. O objetivo deste trabalho é avaliar um sistema de aquecimento termosolar construído com materiais comumente encontrados em construção civil de 1 m². Os experimentos foram conduzidos em Cascavel-PR, no campus da UNIOESTE, a coleta dos dados de temperatura fora feito com auxílio de termopares do tipo J, e um Piranometro, todos acoplado a um dattalloguer CR-1000, que realizou leituras e coleta a cada 5 minutos durante 8 meses. Após a coleta e análise dos dados, verificou-se que o sistema apresentou eficiência mensais variando de 36,63 a 83,37%, e a energia absorvida mensal absorvida variou de 32,15 á 115,03kWh. Assim este sistema para as condições do experimento, é o mais indicado para ser utilizado em aquecimento de água residencial ou rural, reduzindo a conta de energia elétrica.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/1051-uso-de-materiais-alternativos-para-fabricacao-de-coletores-termossolares-do-tipo-plano-fechado-para-o-aquecimento-de-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LENZ, A. M., SOUZA, S. N. M. D., VENDRAMIN, A. L., GNOATTO, E., FERRUZZI, Y.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Termossolar, Aquecimento,radiação solar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Dentro do consumo energético residencial Brasileiro, a maior parcela é consumida por sistemas de aquecimento de água, para isso usa-se normalmente o chuveiro elétrico é alimentado pela energia elétrica do sistema elétrico de potência, este que tem como principal fonte a hidroeletricidade que está sujeita a variações climáticas. Visando minimizar a pressão sobre o sistema elétrico por parte do aquecimento de água, uma alternativa é o uso dos painéis termosolares. O objetivo deste trabalho é avaliar um sistema de aquecimento termosolar construído com materiais comumente encontrados em construção civil de 1 m². Os experimentos foram conduzidos em Cascavel-PR, no campus da UNIOESTE, a coleta dos dados de temperatura fora feito com auxílio de termopares do tipo J, e um Piranometro, todos acoplado a um dattalloguer CR-1000, que realizou leituras e coleta a cada 5 minutos durante 8 meses. Após a coleta e análise dos dados, verificou-se que o sistema apresentou eficiência mensais variando de 36,63 a 83,37%, e a energia absorvida mensal absorvida variou de 32,15 á 115,03kWh. Assim este sistema para as condições do experimento, é o mais indicado para ser utilizado em aquecimento de água residencial ou rural, reduzindo a conta de energia elétrica.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:44:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESULTADO ECONÓMICO EM CANA-DE-AÇÚCAR SOB IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO</title>
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           <media:title type="plain">RESULTADO ECONÓMICO EM CANA-DE-AÇÚCAR SOB IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., BRUNINI, R. G., OLIVEIRA, P. J. D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>cana de açucar,sistemas tarifários de energia,energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar o resultado econômico em cultura de cana-de-açúcar irrigada. A pesquisa foi desenvolvida em uma estrutura denominada Bacia Hidrográfica Experimental do Departamento de Engenharia Rural, Faculdade de Ciências agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, UNESP - Univ Estadual Paulista, Brasil. Nessa estrutura, foram utilizadas superfícies, duas na horizontal e as demais inclinadas a 20% e exposições norte e sul. A rega na superfície foi realizada no final da tarde, utilizando-se sistema de irrigação por gotejamento. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cana-de-açucar. Os resultados deste estudo mostraram que a superfície que apresentou maior resultado económico foi a sul com declividade 20%.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., BRUNINI, R. G., OLIVEIRA, P. J. D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>cana de açucar,sistemas tarifários de energia,energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar o resultado econômico em cultura de cana-de-açúcar irrigada. A pesquisa foi desenvolvida em uma estrutura denominada Bacia Hidrográfica Experimental do Departamento de Engenharia Rural, Faculdade de Ciências agrárias e Veterinárias de Jaboticabal, UNESP - Univ Estadual Paulista, Brasil. Nessa estrutura, foram utilizadas superfícies, duas na horizontal e as demais inclinadas a 20% e exposições norte e sul. A rega na superfície foi realizada no final da tarde, utilizando-se sistema de irrigação por gotejamento. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cana-de-açucar. Os resultados deste estudo mostraram que a superfície que apresentou maior resultado económico foi a sul com declividade 20%.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:58:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE ENERGÉTICA DO SORGO BIOMASSA EM DIFERENTES ÉPOCAS DE COLHEITA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/952-produtividade-energetica-do-sorgo-biomassa-em-diferentes-epocas-de-colheita?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE ENERGÉTICA DO SORGO BIOMASSA EM DIFERENTES ÉPOCAS DE COLHEITA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>URIBE, R. A. M., SILVéRIO, P. C., COSTA, G. H. G., CIARAMELLO, S., STRINGACI, L. D. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sorghum bicolor L. Moench,bioenergia,co-geração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de observar a influência da época de colheita do sorgo biomassa na produtividade de megawatt, foi testado o cultivar Palo Alto®, semeado em 14/12/2015 e densidade de 150.000 plantas.ha-1. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com 4 tratamentos e 4 repetições, conduzido até 16 de abril de 2016. Foram testados épocas de colheita: T0- pré-florescimento, T1- florescimento, T2 grão leitoso e T3- grão duro. Foi realizada a biometria, para determinação da massa de matéria fresca (TCH) de 2 metros lineares (ao acaso) das parcelas de cada tratamento. Foram coletadas amostras da biomassa para determinação da umidade. A seguir, o TCH foi corrigido para que todas as biomassas apresentassem 50% de umidade, sendo posteriormente calculado a quantidade de energia produzida por hectare (MW.ha-1), considerando valores obtidos na literatura em que o sorgo biomassa apresenta 4011MJ/kg. Os tratamentos não apresentaram diferenças significativas na produtividade de MW.ha-1 com médias de 210,67 MW.ha-1. Entretanto houve diferença na produtividade de massa verde sendo maior nas três primeiras épocas (96,54; 103,71; 92,36 Mg ha-1, respectivamente). Demonstra-se que o sorgo biomassa pode ser colhido já desde a época de pré-florescimento (PF), com 90 dias aliando alta produtividade de fitomassa e rendimento energético.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>URIBE, R. A. M., SILVéRIO, P. C., COSTA, G. H. G., CIARAMELLO, S., STRINGACI, L. D. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sorghum bicolor L. Moench,bioenergia,co-geração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de observar a influência da época de colheita do sorgo biomassa na produtividade de megawatt, foi testado o cultivar Palo Alto®, semeado em 14/12/2015 e densidade de 150.000 plantas.ha-1. O experimento foi conduzido em blocos ao acaso, com 4 tratamentos e 4 repetições, conduzido até 16 de abril de 2016. Foram testados épocas de colheita: T0- pré-florescimento, T1- florescimento, T2 grão leitoso e T3- grão duro. Foi realizada a biometria, para determinação da massa de matéria fresca (TCH) de 2 metros lineares (ao acaso) das parcelas de cada tratamento. Foram coletadas amostras da biomassa para determinação da umidade. A seguir, o TCH foi corrigido para que todas as biomassas apresentassem 50% de umidade, sendo posteriormente calculado a quantidade de energia produzida por hectare (MW.ha-1), considerando valores obtidos na literatura em que o sorgo biomassa apresenta 4011MJ/kg. Os tratamentos não apresentaram diferenças significativas na produtividade de MW.ha-1 com médias de 210,67 MW.ha-1. Entretanto houve diferença na produtividade de massa verde sendo maior nas três primeiras épocas (96,54; 103,71; 92,36 Mg ha-1, respectivamente). Demonstra-se que o sorgo biomassa pode ser colhido já desde a época de pré-florescimento (PF), com 90 dias aliando alta produtividade de fitomassa e rendimento energético.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 10:36:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Produção de aquecedores solares de baixo custo utilizando folha de alumínio e latinhas de alumínio</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/925-producao-de-aquecedores-solares-de-baixo-custo-utilizando-folha-de-aluminio-e-latinhas-de-aluminio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Produção de aquecedores solares de baixo custo utilizando folha de alumínio e latinhas de alumínio</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAULA, F. J. D., PAULA, F. J. D., OLIVEIRA, M., GAMA, L. D. S., SALDANHA, T. D. L. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento Solar, Energia,Sustentabilidade.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A montagem de um equipamento de aquecimento solar de baixo custo é o mote desta pesquisa por se entender que a utilização desse tipo de sistema leva à economia de energia com custos acessíveis. O material sugerido na confecção do aquecedor foi tubos PVC, revestido por folha de alumínio e latinhas de alumínio. As temperaturas nos aquecedores feitos com os materiais de alumínio acima foram comparadas com temperaturas de aquecedores mais tradicionais como aqueles feitos com placas e com tubos de PVC. Foram trabalhados e especificados os materiais necessários à estruturação de cada componente do sistema, como coletor e boiler, além da correta forma de manipulação das placas. A pesquisa também discorre sobre a importância de se multiplicar e socializar a construção desses sistemas em complemento àqueles convencionais, uma vez que são mais sustentáveis, de fácil construção e possuem um custo financeiro baixo, em torno de R$ 81,16. É recomendável, portanto, que se incentive o uso de aquecedores solares em escolas, hospitais e áreas de grande concentração de público onde haja incidência de luz solar e necessidade de água quente. A principal contribuição deste trabalho é o incentivo ao uso de energias limpas, através do aquecedor solar de baixo custo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/925-producao-de-aquecedores-solares-de-baixo-custo-utilizando-folha-de-aluminio-e-latinhas-de-aluminio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAULA, F. J. D., PAULA, F. J. D., OLIVEIRA, M., GAMA, L. D. S., SALDANHA, T. D. L. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento Solar, Energia,Sustentabilidade.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A montagem de um equipamento de aquecimento solar de baixo custo é o mote desta pesquisa por se entender que a utilização desse tipo de sistema leva à economia de energia com custos acessíveis. O material sugerido na confecção do aquecedor foi tubos PVC, revestido por folha de alumínio e latinhas de alumínio. As temperaturas nos aquecedores feitos com os materiais de alumínio acima foram comparadas com temperaturas de aquecedores mais tradicionais como aqueles feitos com placas e com tubos de PVC. Foram trabalhados e especificados os materiais necessários à estruturação de cada componente do sistema, como coletor e boiler, além da correta forma de manipulação das placas. A pesquisa também discorre sobre a importância de se multiplicar e socializar a construção desses sistemas em complemento àqueles convencionais, uma vez que são mais sustentáveis, de fácil construção e possuem um custo financeiro baixo, em torno de R$ 81,16. É recomendável, portanto, que se incentive o uso de aquecedores solares em escolas, hospitais e áreas de grande concentração de público onde haja incidência de luz solar e necessidade de água quente. A principal contribuição deste trabalho é o incentivo ao uso de energias limpas, através do aquecedor solar de baixo custo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:08:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR COM APENAS UMA IRRIGAÇÃO APÓS O PLANTIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/924-producao-da-cana-de-acucar-com-apenas-uma-irrigacao-apos-o-plantio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR COM APENAS UMA IRRIGAÇÃO APÓS O PLANTIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, M. W. D., PEREIRA, M. G., OLIVEIRA, T. B. A., JúNIOR, C. L. F., PAULA, A. C. B. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema de produção,Sustentabilidade,Gerenciaimento agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Avaliou-se a influência de apenas uma irrigação, com lâmina de 45 mm, na sobrevivência dos perfilhos, da área foliar da cana, do número de plantas na fase de crescimento máximo da cultura, da produção de colmos industrializáveis e da qualidade industrial desses colmos. As variáveis relacionadas à qualidade dos colmos foram: pureza do caldo, teor de sacarose nos colmos, fibra dos colmos industrializáveis (fibra) e total de açúcares recuperáveis. O estudo foi conduzido em área comercial, no agreste alagoano, em dois lotes de cana-de-açúcar cultivados com a variedade VAT90212. Em cada lote, para todas as variáveis analisadas, realizaram-se 10 amostragens de 10 m2 cada uma. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e compararam-se as médias pelo teste t. Apenas a pureza do caldo, o teor de sacarose nos colmos e a fibra dos colmos não foram influenciados pela irrigação. A produção de colmos industrializáveis, em t por hectare, elevou-se de 70,0 para 88,8; enquanto a produção de açúcares recuperáveis aumentou de 8.653 para 11.287 kg por hectare.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/924-producao-da-cana-de-acucar-com-apenas-uma-irrigacao-apos-o-plantio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, M. W. D., PEREIRA, M. G., OLIVEIRA, T. B. A., JúNIOR, C. L. F., PAULA, A. C. B. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema de produção,Sustentabilidade,Gerenciaimento agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Avaliou-se a influência de apenas uma irrigação, com lâmina de 45 mm, na sobrevivência dos perfilhos, da área foliar da cana, do número de plantas na fase de crescimento máximo da cultura, da produção de colmos industrializáveis e da qualidade industrial desses colmos. As variáveis relacionadas à qualidade dos colmos foram: pureza do caldo, teor de sacarose nos colmos, fibra dos colmos industrializáveis (fibra) e total de açúcares recuperáveis. O estudo foi conduzido em área comercial, no agreste alagoano, em dois lotes de cana-de-açúcar cultivados com a variedade VAT90212. Em cada lote, para todas as variáveis analisadas, realizaram-se 10 amostragens de 10 m2 cada uma. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e compararam-se as médias pelo teste t. Apenas a pureza do caldo, o teor de sacarose nos colmos e a fibra dos colmos não foram influenciados pela irrigação. A produção de colmos industrializáveis, em t por hectare, elevou-se de 70,0 para 88,8; enquanto a produção de açúcares recuperáveis aumentou de 8.653 para 11.287 kg por hectare.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:07:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>NOVA ABORDAGEM DE CARACTERIZAÇÃO DOS CAVACOS E DETERMINAÇÃO DO SEU PODER CALORÍFICO EM UMA USINA MÓVEL DE PRODUÇÃO A PARTIR DE EUCALIPTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/896-nova-abordagem-de-caracterizacao-dos-cavacos-e-determinacao-do-seu-poder-calorifico-em-uma-usina-movel-de-producao-a-partir-de-eucalipto?format=html</link>
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           <media:title type="plain">NOVA ABORDAGEM DE CARACTERIZAÇÃO DOS CAVACOS E DETERMINAÇÃO DO SEU PODER CALORÍFICO EM UMA USINA MÓVEL DE PRODUÇÃO A PARTIR DE EUCALIPTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELFIM, A. F. R., REZENDE, M. S., BARBOSA, T. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biomassa,Energia,Eucalipto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A combustão direta da madeira é, claramente, o processo mais simples e econômico de se obter energia. Seu uso apresenta menores problemas de poluição quando comparado aos combustíveis fósseis, em razão do baixo teor de enxofre. Para ampliação da sua utilização em escala industrial, faz-se necessário a determinação de características importantes como: teor de umidade, densidade e poder calorífico. Este último entende-se como a quantidade de energia na forma de calor liberada pela combustão de uma unidade de massa da madeira. Porém, devido à falta de padronização da biomassa de cavaco de eucalipto, por exemplo, sua adaptação é dificultada nas fornalhas, já que não estão preparadas para essa variabilidade das propriedades do combustível, estando o cavaco ora seco e denso, ora úmido e com alto percentual de casca, afetando diretamente o poder calorífico. Dessa forma, o presente trabalho visa propor a caracterização técnica de cavacos de eucalipto de modo a criar divisões categóricas, detalhar o funcionamento inovador de uma planta móvel de produção de cavaco e aplicar metodologias de testes laboratoriais para determinação das propriedades ótimas de queima do produto. Dado a disparidade nas propriedades de combustão encontradas nas amostras, a classificação proposta revelou-se de extrema importância na caracterização dos cavacos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/896-nova-abordagem-de-caracterizacao-dos-cavacos-e-determinacao-do-seu-poder-calorifico-em-uma-usina-movel-de-producao-a-partir-de-eucalipto?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELFIM, A. F. R., REZENDE, M. S., BARBOSA, T. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biomassa,Energia,Eucalipto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A combustão direta da madeira é, claramente, o processo mais simples e econômico de se obter energia. Seu uso apresenta menores problemas de poluição quando comparado aos combustíveis fósseis, em razão do baixo teor de enxofre. Para ampliação da sua utilização em escala industrial, faz-se necessário a determinação de características importantes como: teor de umidade, densidade e poder calorífico. Este último entende-se como a quantidade de energia na forma de calor liberada pela combustão de uma unidade de massa da madeira. Porém, devido à falta de padronização da biomassa de cavaco de eucalipto, por exemplo, sua adaptação é dificultada nas fornalhas, já que não estão preparadas para essa variabilidade das propriedades do combustível, estando o cavaco ora seco e denso, ora úmido e com alto percentual de casca, afetando diretamente o poder calorífico. Dessa forma, o presente trabalho visa propor a caracterização técnica de cavacos de eucalipto de modo a criar divisões categóricas, detalhar o funcionamento inovador de uma planta móvel de produção de cavaco e aplicar metodologias de testes laboratoriais para determinação das propriedades ótimas de queima do produto. Dado a disparidade nas propriedades de combustão encontradas nas amostras, a classificação proposta revelou-se de extrema importância na caracterização dos cavacos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:42:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Método de correção de curvas de potência e corrente fotovoltaica aplicadas em um sistema de bombeamento de água utilizando lógica fuzzy</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/870-metodo-de-correcao-de-curvas-de-potencia-e-corrente-fotovoltaica-aplicadas-em-um-sistema-de-bombeamento-de-agua-utilizando-logica-fuzzy?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Método de correção de curvas de potência e corrente fotovoltaica aplicadas em um sistema de bombeamento de água utilizando lógica fuzzy</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GABRIEL FILHO, L. R. A., PIAZENTIN, J. C., CREMASCO, C. P., PUTTI, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>geração de energia,fotobombeamento, lógica difusa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A geração de eletricidade através da energia solar, além de ser uma fonte renovável, reduz o custo ao produtor rural em diversas situações principalmente quando o acesso à energia elétrica (em determinados locais da propriedade rural) não é oferecido. O presente trabalho visa construir analiticamente curvas de corrente e potência fotovoltaicas para um sistema de fotobombeamento, bem como criar novas curvas relativas aos erros observados entre o modelo teórico e o aferido em campo, utilizando lógica fuzzy. O experimento foi realizado na Faculdade de Ciências e Engenharia da FCE-UNESP, com dois módulos fotovoltaicos de silício policristalino, com potência nominal de 85. Os dados utilizados foram fornecidos pelo fabricante dos módulos para elaboração das curvas corrigidas de corrente e potência fotovoltaica. Foram criadas classes de curvas de corrente e potência a partir da lógica fuzzy, representando todas as possíveis aproximações entre o modelo matemático e a curva ajustada às condições de teste em campo apresentadas pelo fabricante, e estas apresentaram eficiência perante ao objetivos do trabalho.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/870-metodo-de-correcao-de-curvas-de-potencia-e-corrente-fotovoltaica-aplicadas-em-um-sistema-de-bombeamento-de-agua-utilizando-logica-fuzzy?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GABRIEL FILHO, L. R. A., PIAZENTIN, J. C., CREMASCO, C. P., PUTTI, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>geração de energia,fotobombeamento, lógica difusa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A geração de eletricidade através da energia solar, além de ser uma fonte renovável, reduz o custo ao produtor rural em diversas situações principalmente quando o acesso à energia elétrica (em determinados locais da propriedade rural) não é oferecido. O presente trabalho visa construir analiticamente curvas de corrente e potência fotovoltaicas para um sistema de fotobombeamento, bem como criar novas curvas relativas aos erros observados entre o modelo teórico e o aferido em campo, utilizando lógica fuzzy. O experimento foi realizado na Faculdade de Ciências e Engenharia da FCE-UNESP, com dois módulos fotovoltaicos de silício policristalino, com potência nominal de 85. Os dados utilizados foram fornecidos pelo fabricante dos módulos para elaboração das curvas corrigidas de corrente e potência fotovoltaica. Foram criadas classes de curvas de corrente e potência a partir da lógica fuzzy, representando todas as possíveis aproximações entre o modelo matemático e a curva ajustada às condições de teste em campo apresentadas pelo fabricante, e estas apresentaram eficiência perante ao objetivos do trabalho.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:15:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Incremento da cogeração de energia numa usina sucroalcooleira através do aproveitamento do palhiço</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/813-incremento-da-cogeracao-de-energia-numa-usina-sucroalcooleira-atraves-do-aproveitamento-do-palhico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Incremento da cogeração de energia numa usina sucroalcooleira através do aproveitamento do palhiço</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LACERDA, K. A., ERAZO, R. G. T. P., MAIA, C. R. M., RAMOS, R. A. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cogeração,Cana-de-açúcar,Palha</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho propõe um estudo da viabilidade de soluções que visam o aproveitamento do palhiço da cana-de-açúcar em uma usina sucroalcooleira paulista, gerando, assim, maiores excedentes de eletricidade tanto na safra quanto na entressafra. A fim de fornecer indícios da viabilidade de cada uma das soluções, foram empregadas investigações de caráter termodinâmico, termoeconômico e econômico. Cinco propostas de adequações da planta de cogeração foram analisadas, sendo que, em quatro delas, foram realizadas modificações e melhorias na planta já instalada, enquanto em um caso foi proposta a inserção de uma planta de cogeração paralela alimentada exclusivamente por palhiço. Dentre as soluções analisadas, além de se confirmar o elevado potencial do palhiço para incremento da produção de excedentes de eletricidade, foi possível obter em alguns casos um custo de eletricidade inferior aquele verificado atualmente na planta em operação. Entretanto, através da análise econômica constatou-se que a atual política de preços de venda de eletricidade aplicada ao mercado elétrico brasileiro, com valores frequentemente inferiores àqueles necessários para garantir o retorno de investimentos em ampliação da capacidade instalada, falta de incentivos fiscais e subsídios ao setor, ainda são entraves para a viabilização de novos projetos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/813-incremento-da-cogeracao-de-energia-numa-usina-sucroalcooleira-atraves-do-aproveitamento-do-palhico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LACERDA, K. A., ERAZO, R. G. T. P., MAIA, C. R. M., RAMOS, R. A. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cogeração,Cana-de-açúcar,Palha</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho propõe um estudo da viabilidade de soluções que visam o aproveitamento do palhiço da cana-de-açúcar em uma usina sucroalcooleira paulista, gerando, assim, maiores excedentes de eletricidade tanto na safra quanto na entressafra. A fim de fornecer indícios da viabilidade de cada uma das soluções, foram empregadas investigações de caráter termodinâmico, termoeconômico e econômico. Cinco propostas de adequações da planta de cogeração foram analisadas, sendo que, em quatro delas, foram realizadas modificações e melhorias na planta já instalada, enquanto em um caso foi proposta a inserção de uma planta de cogeração paralela alimentada exclusivamente por palhiço. Dentre as soluções analisadas, além de se confirmar o elevado potencial do palhiço para incremento da produção de excedentes de eletricidade, foi possível obter em alguns casos um custo de eletricidade inferior aquele verificado atualmente na planta em operação. Entretanto, através da análise econômica constatou-se que a atual política de preços de venda de eletricidade aplicada ao mercado elétrico brasileiro, com valores frequentemente inferiores àqueles necessários para garantir o retorno de investimentos em ampliação da capacidade instalada, falta de incentivos fiscais e subsídios ao setor, ainda são entraves para a viabilização de novos projetos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:35:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DO TEOR DE ÁGUA NA SECAGEM DA MAÇÃ EM SECADOR HÍBRIDO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/781-estudo-do-teor-de-agua-na-secagem-da-maca-em-secador-hibrido?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DO TEOR DE ÁGUA NA SECAGEM DA MAÇÃ EM SECADOR HÍBRIDO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMELO, R. S. D. S., PAES, J. L., LOUVISI, T. A. D. P., GUIMARãES, C. L., BRUGGIANESI, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Solar,Energia elétrica convencional,Energias Alternativas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A pouca disponibilidade de eletricidade da rede pública em áreas rurais, aliado ao apelo ambiental para utilização de fontes energéticas ecologicamente corretas, faz com que a energia solar seja uma opção promissora para o avanço da agricultura. Para tanto, objetivou-se estudar a secagem da maçã Fuji em secador híbrido composto por coletor solar, câmara de secagem e exaustor acionado por energia elétrica convencional. Avaliou-se o teor de água das frutas em cilindros de 1 cm ao longo de 75 h de secagem, sendo 13 h de intermitência (período noturno). A redução da massa das frutas durante a secagem foi monitorada por gravimetria, pesando-se o conjunto bandeja/amostra a cada uma hora até atingir valor constante por três vezes consecutivas. O experimento foi realizado em triplicata. A variação média da temperatura e umidade relativa entre o ar de secagem no interior da câmara e ambiente foi, respectivamente, 7,8 ºC e 3,1%, com velocidade do ar 1,0 m s-1.Observou-se rápida redução do teor de água nas primeiras horas em cada dia de secagem.O teor de água da maçã tendeu atingir o equilíbrio no final de cada dia de secagem desde o primeiro dia de secagem, seguido por elevação após o período de intermitência.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/781-estudo-do-teor-de-agua-na-secagem-da-maca-em-secador-hibrido?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMELO, R. S. D. S., PAES, J. L., LOUVISI, T. A. D. P., GUIMARãES, C. L., BRUGGIANESI, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Solar,Energia elétrica convencional,Energias Alternativas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A pouca disponibilidade de eletricidade da rede pública em áreas rurais, aliado ao apelo ambiental para utilização de fontes energéticas ecologicamente corretas, faz com que a energia solar seja uma opção promissora para o avanço da agricultura. Para tanto, objetivou-se estudar a secagem da maçã Fuji em secador híbrido composto por coletor solar, câmara de secagem e exaustor acionado por energia elétrica convencional. Avaliou-se o teor de água das frutas em cilindros de 1 cm ao longo de 75 h de secagem, sendo 13 h de intermitência (período noturno). A redução da massa das frutas durante a secagem foi monitorada por gravimetria, pesando-se o conjunto bandeja/amostra a cada uma hora até atingir valor constante por três vezes consecutivas. O experimento foi realizado em triplicata. A variação média da temperatura e umidade relativa entre o ar de secagem no interior da câmara e ambiente foi, respectivamente, 7,8 ºC e 3,1%, com velocidade do ar 1,0 m s-1.Observou-se rápida redução do teor de água nas primeiras horas em cada dia de secagem.O teor de água da maçã tendeu atingir o equilíbrio no final de cada dia de secagem desde o primeiro dia de secagem, seguido por elevação após o período de intermitência.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:58:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA CARGA ORGÂNICA VOLUMÉTRICA SOBRE A PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR E DEJETOS DE SUÍNOS EM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES DE REATORES ANAERÓBIOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/771-estudo-da-carga-organica-volumetrica-sobre-a-producao-de-biogas-a-partir-e-dejetos-de-suinos-em-diferentes-configuracoes-de-reatores-anaerobios?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DA CARGA ORGÂNICA VOLUMÉTRICA SOBRE A PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR E DEJETOS DE SUÍNOS EM DIFERENTES CONFIGURAÇÕES DE REATORES ANAERÓBIOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LINS, M. A., NETO, S. P., STEINMETZ, R. L. R., KUNZ, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>dejeto de suíno,bioenergia,biomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de reatores anaeróbios com finalidades energéticas é uma forma eficaz no tratamento de efluentes da suinocultura. O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da progressão de carga orgânica volumétrica (COV) sobre a produção de biogás a partir de dejetos de suínos em reatores UASB e CSTR, ambos de bancada, operados a 37 °C de forma contínua e semicontínua, respectivamente. A maior produtividade no reator UASB foi de 1,8 m3N biogás m-3 reator d-1, e 75% de metano no momento que operava com COV de 2,9 gsv L-1 d-1 e TRH de 36 horas, enquanto que os piores resultados foram no momento em que operava com COV de 8,4 gsv L-1 d-1 e TRH de 24 horas. No reator CSTR a maior produtividade foi na COV de 2,0 gSV L-1 d-1 e TRH de 11 dias, com 0,8 m3N biogás m-3 reator d-1 e 50% de metano e os piores resultados no momento em que operava com COV de 3,0 gSV L d-1 e TRH de 9 dias. Estudos sobre as faixas de COV tolerada por diferentes configurações de reatores no tratamento de dejetos suínos, possibilita identificar as melhores condições operacionais para otimização da geração de biogás.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/771-estudo-da-carga-organica-volumetrica-sobre-a-producao-de-biogas-a-partir-e-dejetos-de-suinos-em-diferentes-configuracoes-de-reatores-anaerobios?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LINS, M. A., NETO, S. P., STEINMETZ, R. L. R., KUNZ, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>dejeto de suíno,bioenergia,biomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de reatores anaeróbios com finalidades energéticas é uma forma eficaz no tratamento de efluentes da suinocultura. O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito da progressão de carga orgânica volumétrica (COV) sobre a produção de biogás a partir de dejetos de suínos em reatores UASB e CSTR, ambos de bancada, operados a 37 °C de forma contínua e semicontínua, respectivamente. A maior produtividade no reator UASB foi de 1,8 m3N biogás m-3 reator d-1, e 75% de metano no momento que operava com COV de 2,9 gsv L-1 d-1 e TRH de 36 horas, enquanto que os piores resultados foram no momento em que operava com COV de 8,4 gsv L-1 d-1 e TRH de 24 horas. No reator CSTR a maior produtividade foi na COV de 2,0 gSV L-1 d-1 e TRH de 11 dias, com 0,8 m3N biogás m-3 reator d-1 e 50% de metano e os piores resultados no momento em que operava com COV de 3,0 gSV L d-1 e TRH de 9 dias. Estudos sobre as faixas de COV tolerada por diferentes configurações de reatores no tratamento de dejetos suínos, possibilita identificar as melhores condições operacionais para otimização da geração de biogás.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:35:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA BIODIGESTÃO ANAERÓBICA DE DEJETOS DE SUÍNO SUBMETIDOS A DIFERENTES TEMPOS DE RETENÇÃO HIDRAULICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/770-estudo-da-biodigestao-anaerobica-de-dejetos-de-suino-submetidos-a-diferentes-tempos-de-retencao-hidraulica?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DA BIODIGESTÃO ANAERÓBICA DE DEJETOS DE SUÍNO SUBMETIDOS A DIFERENTES TEMPOS DE RETENÇÃO HIDRAULICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAES, J. L., MATOS, C. F., FERNANDES, P. L. B. G., BRUGGIANESI, G., QUEIROZ, C. K. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>biodigestor,características físico-quimica,biogás</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Diante da crise energética que vem causando grandes transtornos, torna-se evidente a necessidade de investimentos nos setores alternativos de geração de energia. Partindo do problema referente a disposição final de dejetos, o biodigestor apresenta ser uma fonte energética viável. Dessa forma, objetivou-se neste trabalho avaliar o processo de biodigestão anaeróbica em biodigestores abastecidos com dejetos de suíno em três tempos de retenção hidraulica. Utilizaram-se protótipos de biodigestores modelo indiano para estudar os efeitos do processo de biodigestão anaeróbica nos teores de sólidos totais e voláteis, condutividade elétrica e pH durante 5, 9 e 28 semanas. Avaliou-se a produção e potencial do biogás e o índice de explosividade. Os efluentes mantiveram-se dentro da faixa ideal de pH para produção de biogás, apresentaram aumento da condutividade elétrica e reduções de sólidos totais e voláteis. A produção de biogás máxima ocorreu após a 14ª semana do início da biodigestão.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/770-estudo-da-biodigestao-anaerobica-de-dejetos-de-suino-submetidos-a-diferentes-tempos-de-retencao-hidraulica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAES, J. L., MATOS, C. F., FERNANDES, P. L. B. G., BRUGGIANESI, G., QUEIROZ, C. K. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>biodigestor,características físico-quimica,biogás</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Diante da crise energética que vem causando grandes transtornos, torna-se evidente a necessidade de investimentos nos setores alternativos de geração de energia. Partindo do problema referente a disposição final de dejetos, o biodigestor apresenta ser uma fonte energética viável. Dessa forma, objetivou-se neste trabalho avaliar o processo de biodigestão anaeróbica em biodigestores abastecidos com dejetos de suíno em três tempos de retenção hidraulica. Utilizaram-se protótipos de biodigestores modelo indiano para estudar os efeitos do processo de biodigestão anaeróbica nos teores de sólidos totais e voláteis, condutividade elétrica e pH durante 5, 9 e 28 semanas. Avaliou-se a produção e potencial do biogás e o índice de explosividade. Os efluentes mantiveram-se dentro da faixa ideal de pH para produção de biogás, apresentaram aumento da condutividade elétrica e reduções de sólidos totais e voláteis. A produção de biogás máxima ocorreu após a 14ª semana do início da biodigestão.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 14:34:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTIMATIVA DA IRRADIAÇÃO SOLAR GLOBAL PELOS MODELOS DE HARGREAVES-SAMANI E APRENDIZADO DE MÁQUINA SVM E ANN EM BOTUCATU/SP/BRASIL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/764-estimativa-da-irradiacao-solar-global-pelos-modelos-de-hargreaves-samani-e-aprendizado-de-maquina-svm-e-ann-em-botucatu-sp-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTIMATIVA DA IRRADIAÇÃO SOLAR GLOBAL PELOS MODELOS DE HARGREAVES-SAMANI E APRENDIZADO DE MÁQUINA SVM E ANN EM BOTUCATU/SP/BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAES, A. C., ESCOBEDO, J. F., SILVA, M. B. P. D., SANTOS, C. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Radiação solar,modelagem estatística,inteligência artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Neste trabalho é apresentado o estudo comparativo entre dois métodos de estimativas da radiação solar global: modelo estatístico de Hargreaves e Samani, e o modelo de aprendizado de máquinas Artificial Neural Network (ANN) e Suport Vector Machine (SVM). A técnica SVM apresentou melhores desempenho que a rede ANN e o modelo estatístico, enquanto que a técnica ANN apresentou melhor desempenho que o modelo estatístico.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/764-estimativa-da-irradiacao-solar-global-pelos-modelos-de-hargreaves-samani-e-aprendizado-de-maquina-svm-e-ann-em-botucatu-sp-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAES, A. C., ESCOBEDO, J. F., SILVA, M. B. P. D., SANTOS, C. M. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Radiação solar,modelagem estatística,inteligência artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Neste trabalho é apresentado o estudo comparativo entre dois métodos de estimativas da radiação solar global: modelo estatístico de Hargreaves e Samani, e o modelo de aprendizado de máquinas Artificial Neural Network (ANN) e Suport Vector Machine (SVM). A técnica SVM apresentou melhores desempenho que a rede ANN e o modelo estatístico, enquanto que a técnica ANN apresentou melhor desempenho que o modelo estatístico.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 11:25:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EQUAÇÕES DE ESTIMATIVAS PARA IRRADIAÇÕES GLOBAL, DIFUSA E DIRETA INFRAVERMELHA MENSAIS EM BOTUCATU/SP/BRASIL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/757-equacoes-de-estimativas-para-irradiacoes-global-difusa-e-direta-infravermelha-mensais-em-botucatu-sp-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EQUAÇÕES DE ESTIMATIVAS PARA IRRADIAÇÕES GLOBAL, DIFUSA E DIRETA INFRAVERMELHA MENSAIS EM BOTUCATU/SP/BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSSI, T. J., ROSSI, L. R., SANTOS, C. M. D., SILVA, M. B. P. D., ESCOBEDO, J. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>radiação solar,radiação infravermelha,equações de estimativa.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">É descrito no trabalho a obtenção das equações para estimativas mensais das irradiações global(HGIV), difusa(HdIV) e direta(HDIV) do espectro infravermelho em função das irradiações global (HGd), difusa (Hdd) e direta (HDd) do espectro total respectivamente. O conhecimento das irradiações IV na superfície terrestre é importante para calibração de satélite, fisiologia vegetal e otimização de projetos em meios protegidos. As equações para estimativas da IV em função da radiação total apresentaram elevados coeficientes de determinação. Em comparação à equação anual KdGIV=(HdGIV/HGd)= 46,1%, na equação mensal o valor de KdGIV é menor nos meses de novembro(44,9%), dezembro(44,3%), janeiro(44,9%), fevereiro(44,2%) e março(45,2%), e maior nos meses: abril(46,9%), maio(47,7%), junho(47,7%), julho(47,6%), agosto(48,4%), setembro(47,9%) e outubro(46,3%). Em comparação à equação anual KddIV =(HddIV/Hdd)= 38,1%, na equação mensal, o valor de KddIV é maior nos meses de novembro(40,4%), dezembro(41,4%), janeiro (39,6%), e menor em fevereiro(37,7%), março(37,2%), abril(35,7%), maio(34,9%), junho(33,0%), julho(35,2%), agosto(30,6%), setembro(34,7%) e outubro(37,6%). Em comparação à equação anual KdDIV = (HdDIV/HDd)=51,1%, na equação mensal HdDIV é menor em novembro(49,0%), dezembro(47,2%), janeiro(49,0%), fevereiro(48,3%) e março(50,0%) e é maior em abril(51,9%), maio (52,7%), junho(53,3%), julho(53,0%), agosto(53,8%), setembro(54,6%) e outubro (51,7%).</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/757-equacoes-de-estimativas-para-irradiacoes-global-difusa-e-direta-infravermelha-mensais-em-botucatu-sp-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSSI, T. J., ROSSI, L. R., SANTOS, C. M. D., SILVA, M. B. P. D., ESCOBEDO, J. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>radiação solar,radiação infravermelha,equações de estimativa.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">É descrito no trabalho a obtenção das equações para estimativas mensais das irradiações global(HGIV), difusa(HdIV) e direta(HDIV) do espectro infravermelho em função das irradiações global (HGd), difusa (Hdd) e direta (HDd) do espectro total respectivamente. O conhecimento das irradiações IV na superfície terrestre é importante para calibração de satélite, fisiologia vegetal e otimização de projetos em meios protegidos. As equações para estimativas da IV em função da radiação total apresentaram elevados coeficientes de determinação. Em comparação à equação anual KdGIV=(HdGIV/HGd)= 46,1%, na equação mensal o valor de KdGIV é menor nos meses de novembro(44,9%), dezembro(44,3%), janeiro(44,9%), fevereiro(44,2%) e março(45,2%), e maior nos meses: abril(46,9%), maio(47,7%), junho(47,7%), julho(47,6%), agosto(48,4%), setembro(47,9%) e outubro(46,3%). Em comparação à equação anual KddIV =(HddIV/Hdd)= 38,1%, na equação mensal, o valor de KddIV é maior nos meses de novembro(40,4%), dezembro(41,4%), janeiro (39,6%), e menor em fevereiro(37,7%), março(37,2%), abril(35,7%), maio(34,9%), junho(33,0%), julho(35,2%), agosto(30,6%), setembro(34,7%) e outubro(37,6%). Em comparação à equação anual KdDIV = (HdDIV/HDd)=51,1%, na equação mensal HdDIV é menor em novembro(49,0%), dezembro(47,2%), janeiro(49,0%), fevereiro(48,3%) e março(50,0%) e é maior em abril(51,9%), maio (52,7%), junho(53,3%), julho(53,0%), agosto(53,8%), setembro(54,6%) e outubro (51,7%).</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 11:17:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESEMPENHO DE MOTOR DIESEL QUANDO ALIMENTADO COM ÓLEO DE CRAMBE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/666-desempenho-de-motor-diesel-quando-alimentado-com-oleo-de-crambe?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESEMPENHO DE MOTOR DIESEL QUANDO ALIMENTADO COM ÓLEO DE CRAMBE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELALIBERA, H. C., BOMFATI, B. M., GOUVÊA, A. P., HIGASHIBARA, L. R., NETO, P. H. W.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Potência,Óleo vegetal,Petrodisel</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, impulsionado pela facilidade de aquisição e pelo menor custo em relação ao biodiesel, tem-se observado o uso de óleos vegetais como combustível para motores Diesel. Neste trabalho foram realizados ensaios para avaliar o desempenho de um motor Diesel, quando alimentado com óleo de crambe puro, pré-aquecido a 100 °C (CR). O ensaio teve duração de 30 horas, sendo realizada uma avaliação no tempo zero e mais duas avaliações espaçadas de 15 horas. Utilizou-se como parâmetro de desempenho três variáveis: consumo em três regimes de trabalho (lenta, livre de carga a 1.800 rmp e, carga de 3,9kW a 1.800 rpm); perda de potência relativa com demanda de potencia de 3,9kW (66% da nominal do motor) a 1.800 rpm e, a emissão de material particulado pela NBR13.037. Todas comparadas no tempo e com o petrodiesel (PD). Na média geral o CR apresentou consumo de combustível maior que o PD. O CR apresentou redução da perda de potencia relativa durante o tempo, sendo que, no tempo 30, este se apresentou significativamente menor em relação ao PD. Para a emissão de material particulado, não foi possível discorrer análise, pois, aparentemente as emissões ultrapassaram a escala de leitura do equipamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/666-desempenho-de-motor-diesel-quando-alimentado-com-oleo-de-crambe?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELALIBERA, H. C., BOMFATI, B. M., GOUVÊA, A. P., HIGASHIBARA, L. R., NETO, P. H. W.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Potência,Óleo vegetal,Petrodisel</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, impulsionado pela facilidade de aquisição e pelo menor custo em relação ao biodiesel, tem-se observado o uso de óleos vegetais como combustível para motores Diesel. Neste trabalho foram realizados ensaios para avaliar o desempenho de um motor Diesel, quando alimentado com óleo de crambe puro, pré-aquecido a 100 °C (CR). O ensaio teve duração de 30 horas, sendo realizada uma avaliação no tempo zero e mais duas avaliações espaçadas de 15 horas. Utilizou-se como parâmetro de desempenho três variáveis: consumo em três regimes de trabalho (lenta, livre de carga a 1.800 rmp e, carga de 3,9kW a 1.800 rpm); perda de potência relativa com demanda de potencia de 3,9kW (66% da nominal do motor) a 1.800 rpm e, a emissão de material particulado pela NBR13.037. Todas comparadas no tempo e com o petrodiesel (PD). Na média geral o CR apresentou consumo de combustível maior que o PD. O CR apresentou redução da perda de potencia relativa durante o tempo, sendo que, no tempo 30, este se apresentou significativamente menor em relação ao PD. Para a emissão de material particulado, não foi possível discorrer análise, pois, aparentemente as emissões ultrapassaram a escala de leitura do equipamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 09:14:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSTRUÇÃO DE UM BIODIGESTOR PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE BIOMASSA VEGETAL E DEJETOS ANIMAIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/632-construcao-de-um-biodigestor-para-producao-de-biogas-a-partir-de-biomassa-vegetal-e-dejetos-animais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONSTRUÇÃO DE UM BIODIGESTOR PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE BIOMASSA VEGETAL E DEJETOS ANIMAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GUALBERTO, M. A. M., JúNIOR, J. G. L., GONçALVES, B. C., SILVA, M. S. E., SIQUEIRA, W. D. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão,Biocombustível,Sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de fontes renováveis para obtenção de energia tem sido tema abordado em todo mundo devido ao âmbito de preservar o meio ambiente. Os biodigestores são utilizados para fermentar os dejetos animais através de bactérias anaeróbicas, resultando como principal produto o biogás que é composto basicamente de metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2), tendo como subproduto o biofertilizante, ambos podem ser empregados nas atividades das propriedades agregando assim valor a estes. O biogás pode ser substituto do gás de cozinha, pode ser utilizado em motores geradores, em aquecimento de granjas, entre outros, sendo adotado como um biocombustível alternativo; já o biofertilizante se torna uma boa alternativa para substituir os fertilizantes químicos utilizados nas lavouras. Logo, o objetivo deste trabalho foi construir um biodigestor para produção de biogás, utilizando para sua alimentação uma biomassa composta de restos de comida e dejetos bovinos, atentando-se para materiais de fácil aquisição e que tornasse sua confecção a mais acessível para qualquer pessoa, facilitando sua instalação desde meio rural até o urbano. O biodigestor construído teve um preço reduzido sendo economicamente viável, além de uma excelente ferramenta de tratamento de resíduos e produção de biofertilizantes.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/632-construcao-de-um-biodigestor-para-producao-de-biogas-a-partir-de-biomassa-vegetal-e-dejetos-animais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GUALBERTO, M. A. M., JúNIOR, J. G. L., GONçALVES, B. C., SILVA, M. S. E., SIQUEIRA, W. D. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão,Biocombustível,Sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de fontes renováveis para obtenção de energia tem sido tema abordado em todo mundo devido ao âmbito de preservar o meio ambiente. Os biodigestores são utilizados para fermentar os dejetos animais através de bactérias anaeróbicas, resultando como principal produto o biogás que é composto basicamente de metano (CH4) e dióxido de carbono (CO2), tendo como subproduto o biofertilizante, ambos podem ser empregados nas atividades das propriedades agregando assim valor a estes. O biogás pode ser substituto do gás de cozinha, pode ser utilizado em motores geradores, em aquecimento de granjas, entre outros, sendo adotado como um biocombustível alternativo; já o biofertilizante se torna uma boa alternativa para substituir os fertilizantes químicos utilizados nas lavouras. Logo, o objetivo deste trabalho foi construir um biodigestor para produção de biogás, utilizando para sua alimentação uma biomassa composta de restos de comida e dejetos bovinos, atentando-se para materiais de fácil aquisição e que tornasse sua confecção a mais acessível para qualquer pessoa, facilitando sua instalação desde meio rural até o urbano. O biodigestor construído teve um preço reduzido sendo economicamente viável, além de uma excelente ferramenta de tratamento de resíduos e produção de biofertilizantes.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 10:29:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONFECÇÃO DE BIODIGESTOR CASEIRO PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE DEJETOS SUINOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/628-confeccao-de-biodigestor-caseiro-para-producao-de-biogas-a-partir-de-dejetos-suinos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONFECÇÃO DE BIODIGESTOR CASEIRO PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS A PARTIR DE DEJETOS SUINOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA, F. D. A., DIAS, C. B. G., LOPES, J. O., SIQUEIRA, W. D. C., ABRAHÃO, S. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestor,Batelada,Biofertilizante</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A atividade da suinocultura, atualmente, é bastante representativa no Brasil. Pode-se considerar que com a industrialização está atividade evoluiu de forma expressiva, podendo ser comparada ao crescimento da população humana. A partir disso, a utilização dos dejetos em regiões suinocultoras tem demandado a aplicação de critérios técnicos e de manejo adequados, visando impedir que ocorra a contaminação dos recursos hídricos e assim manter a qualidade de vida. Com base nisso, este trabalho teve como objetivo a realização de um levantamento dos custos e apresentação dos benefícios econômicos e ambientais referentes à confecção de um biodigestor de modelo caseiro para o tratamento correto de dejetos oriundos da atividade suinícola do Instituto Federal de Mato Grosso – Campus Cáceres. O estudo se baseou nos métodos quantitativo, qualitativo e descritivo, sendo os dados coletados diariamente, desde o início da confecção do biodigestor, até a fase final da fermentação, que é a produção do biofertilizante. Assim sendo, conclui-se que neste estudo o biodigestor, além de uma excelente ferramenta de tratamento de resíduos, apresenta grandes benefícios econômicos e ambientais.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/628-confeccao-de-biodigestor-caseiro-para-producao-de-biogas-a-partir-de-dejetos-suinos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BATISTA, F. D. A., DIAS, C. B. G., LOPES, J. O., SIQUEIRA, W. D. C., ABRAHÃO, S. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestor,Batelada,Biofertilizante</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A atividade da suinocultura, atualmente, é bastante representativa no Brasil. Pode-se considerar que com a industrialização está atividade evoluiu de forma expressiva, podendo ser comparada ao crescimento da população humana. A partir disso, a utilização dos dejetos em regiões suinocultoras tem demandado a aplicação de critérios técnicos e de manejo adequados, visando impedir que ocorra a contaminação dos recursos hídricos e assim manter a qualidade de vida. Com base nisso, este trabalho teve como objetivo a realização de um levantamento dos custos e apresentação dos benefícios econômicos e ambientais referentes à confecção de um biodigestor de modelo caseiro para o tratamento correto de dejetos oriundos da atividade suinícola do Instituto Federal de Mato Grosso – Campus Cáceres. O estudo se baseou nos métodos quantitativo, qualitativo e descritivo, sendo os dados coletados diariamente, desde o início da confecção do biodigestor, até a fase final da fermentação, que é a produção do biofertilizante. Assim sendo, conclui-se que neste estudo o biodigestor, além de uma excelente ferramenta de tratamento de resíduos, apresenta grandes benefícios econômicos e ambientais.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 10:24:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO DO BIOPRODUTO LIQUIDO ORIUNDO DA PIRÓLISE LENTA PRESSURIZADA DO HÍBRIDO PMN10TX15</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/583-caracterizacao-do-bioproduto-liquido-oriundo-da-pirolise-lenta-pressurizada-do-hibrido-pmn10tx15?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO DO BIOPRODUTO LIQUIDO ORIUNDO DA PIRÓLISE LENTA PRESSURIZADA DO HÍBRIDO PMN10TX15</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMELO, A., CAPAREDA, S. C., PAES, J. L., JR., A. L. M., KONGKASAWAN, J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>fenol,Pennisetum glaucum L. R. Br,Pennisetum purpureum Schumach</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Atualmente, a crise no setor energético e os efeitos do aquecimento global impulsionam o uso de energias renováveis. A adoção dessas tecnologias visa o baixo índice de emissão de gases do efeito estufa para geração de energia e compostos de interesse industrial. Objetivou-se com o presente estudo a caracterização dos compostos químicos gerados na pirólise lenta pressurizada do novo híbrido entre Milheto e Capim elefante (Pennisetum glaucum L. R. Br. x Pennisetum purpureum Schumach), denominado PMN10TX15. O híbrido foi desenvolvido pelo Programa de Cruzamento de Plantas do Departamento de Ciências do Solo e Culturas da Texas A&amp;M University (TAMU), e o estudo realizado nas dependências do Laboratório de Testes e Análises em Bioenergia, Departamento de Engenharia Agrícola e Biológica da TAMU. As reações de termoquímicas foram realizadas em reator em bateladas a 600 °C e pressão atmosférica visando a obtenção de compostos químicos no líquido orgânico (bioóleo) e inorgânico (fase aquosa). A caracterização dos bioprodutos foi realizada em Cromatografia de Gás-Espectrometria de Massa (GC-MS). Por meio desta análise, identificou-se ácidos, álcoois, alcanos, cetonas e fenóis. O composto fenol destacou-se como um dos grupos funcionais mais presente totalizando 66.99% da composição do bioóleo e 36.42% da composição da fase aquosa.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/583-caracterizacao-do-bioproduto-liquido-oriundo-da-pirolise-lenta-pressurizada-do-hibrido-pmn10tx15?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMELO, A., CAPAREDA, S. C., PAES, J. L., JR., A. L. M., KONGKASAWAN, J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>fenol,Pennisetum glaucum L. R. Br,Pennisetum purpureum Schumach</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Atualmente, a crise no setor energético e os efeitos do aquecimento global impulsionam o uso de energias renováveis. A adoção dessas tecnologias visa o baixo índice de emissão de gases do efeito estufa para geração de energia e compostos de interesse industrial. Objetivou-se com o presente estudo a caracterização dos compostos químicos gerados na pirólise lenta pressurizada do novo híbrido entre Milheto e Capim elefante (Pennisetum glaucum L. R. Br. x Pennisetum purpureum Schumach), denominado PMN10TX15. O híbrido foi desenvolvido pelo Programa de Cruzamento de Plantas do Departamento de Ciências do Solo e Culturas da Texas A&amp;M University (TAMU), e o estudo realizado nas dependências do Laboratório de Testes e Análises em Bioenergia, Departamento de Engenharia Agrícola e Biológica da TAMU. As reações de termoquímicas foram realizadas em reator em bateladas a 600 °C e pressão atmosférica visando a obtenção de compostos químicos no líquido orgânico (bioóleo) e inorgânico (fase aquosa). A caracterização dos bioprodutos foi realizada em Cromatografia de Gás-Espectrometria de Massa (GC-MS). Por meio desta análise, identificou-se ácidos, álcoois, alcanos, cetonas e fenóis. O composto fenol destacou-se como um dos grupos funcionais mais presente totalizando 66.99% da composição do bioóleo e 36.42% da composição da fase aquosa.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 08:36:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO DA BIOMASSA PROVENIENTE DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/581-caracterizacao-da-biomassa-proveniente-de-residuos-agroindustriais?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO DA BIOMASSA PROVENIENTE DE RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CANDINE, P. F., MORAES, M. J. D., CAMPOS, J. C. D., MAZALI, A. Z., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico,Energia térmica,Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os resíduos agroindustriais ou biomassa armazenam uma grande quantidade de energia e são descartados diariamente no meio ambiente, mas estes resíduos podem ser aproveitados para fornecer energia. Esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as propriedades de alguns resíduos agroindustriais (casca de laranja, bagaço de laranja, casca de pequi) in natura quanto ao seu poder energético, visando produção de energia térmica. A caracterização das diferentes biomassas deu-se por meio das seguintes análises: Teor de umidade (%); Teor de cinzas (%); Teor de materiais voláteis; Teor de carbono fixo (%); Análise elementar (%), Análise termogravimétrica; Granulométrica e Poder calorífico superior (MJ/kg). Sendo que todas as análises foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. Os resultados obtidos para cada resíduo foram submetidos a uma análise de variância pelo teste F e as comparações das médias pelo teste de Tukey no nível de 5% de probabilidade. Dos materiais analisados os que apresentaram maior poder calorífico e voláteis foram resíduos proveniente do pequi com percentuais em torno de 17Mjkg e 85% respectivamente, o mesmo também apresentou menor teores de cinza.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/581-caracterizacao-da-biomassa-proveniente-de-residuos-agroindustriais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CANDINE, P. F., MORAES, M. J. D., CAMPOS, J. C. D., MAZALI, A. Z., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico,Energia térmica,Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os resíduos agroindustriais ou biomassa armazenam uma grande quantidade de energia e são descartados diariamente no meio ambiente, mas estes resíduos podem ser aproveitados para fornecer energia. Esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as propriedades de alguns resíduos agroindustriais (casca de laranja, bagaço de laranja, casca de pequi) in natura quanto ao seu poder energético, visando produção de energia térmica. A caracterização das diferentes biomassas deu-se por meio das seguintes análises: Teor de umidade (%); Teor de cinzas (%); Teor de materiais voláteis; Teor de carbono fixo (%); Análise elementar (%), Análise termogravimétrica; Granulométrica e Poder calorífico superior (MJ/kg). Sendo que todas as análises foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. Os resultados obtidos para cada resíduo foram submetidos a uma análise de variância pelo teste F e as comparações das médias pelo teste de Tukey no nível de 5% de probabilidade. Dos materiais analisados os que apresentaram maior poder calorífico e voláteis foram resíduos proveniente do pequi com percentuais em torno de 17Mjkg e 85% respectivamente, o mesmo também apresentou menor teores de cinza.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 08:34:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO DA BIOMASSA PROVENIENTE DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/580-caracterizacao-da-biomassa-proveniente-de-residuos-agricolas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO DA BIOMASSA PROVENIENTE DE RESÍDUOS AGRÍCOLAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MAZALI, A. Z., CAMPOS, J. C. D., CANDINE, P. F., MORAIS, M. J. D., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico,Energia térmica,Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os resíduos agrícolas ou biomassa armazenam uma grande quantidade de energia, que em sua maior parte não é aproveitada, principalmente para fornecer energia térmica sendo considerado como um processo simples. Esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as propriedades de alguns resíduos agrícolas (palha de bambu, palha de milho, sabugo de milho, grama esmeralda e casca de mamona) obtidos no laboratório de secagem e armazenagem de grãos da UEG/CCET. A caracterização das diferentes biomassas deu-se por meio das seguintes análises: Teor de umidade (%); Teor de cinzas (%); Teor de materiais voláteis; Teor de carbono fixo (%); Análise elementar (%), Análise termogravimétrica; Granulométrica e Poder calorífico superior (MJ/kg). Sendo que todas as análises foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. Os resultados obtidos para cada resíduo foram submetidos a uma análise de variância pelo teste F e as comparações das médias pelo teste de Tukey no nível de 5% de probabilidade. Dos materiais analisados os que apresentaram maior poder calorífico e voláteis foram resíduos proveniente da cultura do milho (palha e sabugo) com percentuais em torno de 17Mjkg-1 e 89% respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/eag-energia-na-agricultura-6/580-caracterizacao-da-biomassa-proveniente-de-residuos-agricolas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MAZALI, A. Z., CAMPOS, J. C. D., CANDINE, P. F., MORAIS, M. J. D., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico,Energia térmica,Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os resíduos agrícolas ou biomassa armazenam uma grande quantidade de energia, que em sua maior parte não é aproveitada, principalmente para fornecer energia térmica sendo considerado como um processo simples. Esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as propriedades de alguns resíduos agrícolas (palha de bambu, palha de milho, sabugo de milho, grama esmeralda e casca de mamona) obtidos no laboratório de secagem e armazenagem de grãos da UEG/CCET. A caracterização das diferentes biomassas deu-se por meio das seguintes análises: Teor de umidade (%); Teor de cinzas (%); Teor de materiais voláteis; Teor de carbono fixo (%); Análise elementar (%), Análise termogravimétrica; Granulométrica e Poder calorífico superior (MJ/kg). Sendo que todas as análises foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. Os resultados obtidos para cada resíduo foram submetidos a uma análise de variância pelo teste F e as comparações das médias pelo teste de Tukey no nível de 5% de probabilidade. Dos materiais analisados os que apresentaram maior poder calorífico e voláteis foram resíduos proveniente da cultura do milho (palha e sabugo) com percentuais em torno de 17Mjkg-1 e 89% respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 08:30:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA SUBSTITUIÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO POR MOTORES DE MAIOR RENDIMENTO PARA SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO (PIVÔ CENTRAL)</title>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA SUBSTITUIÇÃO DE MOTOR ELÉTRICO POR MOTORES DE MAIOR RENDIMENTO PARA SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO (PIVÔ CENTRAL)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CINTRA, L. M., BRITO, S. L. R., MORAES, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rendimento,Motores elétricos,Energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Recentemente, a eletricidade passou a ser um fator fundamental para o setor agropecuário. Onde o maior gasto de energia se concentra no uso de motores elétricos, principalmente na pressurização de água para sistema de irrigação. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a substituição de motores elétricos por motores com rendimento maior para uma propriedade localizada em Anápolis-GO. Para esta avaliação foram levantados dados de três motores (175, 50 e 75 cv), como: tempo de uso, rendimento, manutenção e horas de trabalho/ano. Após a coleta de dados foi realizado uma simulação da avaliação econômica utilizando o programa da Empresa WEG de cálculo de retorno de investimento para motores elétricos, considerando motores de quatro pólos com 2400 horas de trabalho/ano e substituição de um motor queimado por dois modelos de alto rendimento vendido pela mesma empresa (W22-IR3 e W22- IR4). Para todas as simulações realizadas o motor de 50 cv apresentou menor tempo de retorno, isto devido o rendimento aumentar mais nos modelos em substituição. O melhor resultado encontrado foi para trocar o motor de 50 cv por o motor W22-IR3, com tempo de retorno de 3,68 anos, apesar do W22-IR4 apresentar rendimento maior, porém seu preço inicial é mais elevado.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CINTRA, L. M., BRITO, S. L. R., MORAES, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rendimento,Motores elétricos,Energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Recentemente, a eletricidade passou a ser um fator fundamental para o setor agropecuário. Onde o maior gasto de energia se concentra no uso de motores elétricos, principalmente na pressurização de água para sistema de irrigação. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a substituição de motores elétricos por motores com rendimento maior para uma propriedade localizada em Anápolis-GO. Para esta avaliação foram levantados dados de três motores (175, 50 e 75 cv), como: tempo de uso, rendimento, manutenção e horas de trabalho/ano. Após a coleta de dados foi realizado uma simulação da avaliação econômica utilizando o programa da Empresa WEG de cálculo de retorno de investimento para motores elétricos, considerando motores de quatro pólos com 2400 horas de trabalho/ano e substituição de um motor queimado por dois modelos de alto rendimento vendido pela mesma empresa (W22-IR3 e W22- IR4). Para todas as simulações realizadas o motor de 50 cv apresentou menor tempo de retorno, isto devido o rendimento aumentar mais nos modelos em substituição. O melhor resultado encontrado foi para trocar o motor de 50 cv por o motor W22-IR3, com tempo de retorno de 3,68 anos, apesar do W22-IR4 apresentar rendimento maior, porém seu preço inicial é mais elevado.</p>
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           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 11 Feb 2020 07:55:52 -0300</pubDate>
       </item>
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