<?xml version="1.0" encoding="utf-8" ?><rss version="2.0"
     xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
     xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
     xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/">

   <channel>
       <title>Construções Rurais e Ambiência (CRA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
       <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6?format=html</link>
              <lastBuildDate>Mon, 16 Mar 2020 16:23:35 -0300</lastBuildDate>
       <atom:link href="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6?format=rss" rel="self" type="application/rss+xml"/>
       <language>pt-BR</language>
       <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
       <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>

              <item>
           <title>Utilização da técnica de velocimetria por imagens de partículas (PIV) para o estudo de elasticidade de madeira de Pinus oocarpa</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1061-utilizacao-da-tecnica-de-velocimetria-por-imagens-de-particulas-piv-para-o-estudo-de-elasticidade-de-madeira-de-pinus-oocarpa?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1061-utilizacao-da-tecnica-de-velocimetria-por-imagens-de-particulas-piv-para-o-estudo-de-elasticidade-de-madeira-de-pinus-oocarpa/file" length="568476" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1061-utilizacao-da-tecnica-de-velocimetria-por-imagens-de-particulas-piv-para-o-estudo-de-elasticidade-de-madeira-de-pinus-oocarpa/file"
                fileSize="568476"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Utilização da técnica de velocimetria por imagens de partículas (PIV) para o estudo de elasticidade de madeira de Pinus oocarpa</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MIRANDA, E. H. D. N., PEREIRA, R. A., GOMES, F. C., JUNIOR, R. A. B., RIVERA, F. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Módulo de elasticidade,Flexão Estática,Técnica não destruitiva</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Várias são as metodologias e técnicas de ensaio capazes de caracterizar os materiais. No entanto, a maioria destas técnicas apresentam problemas como o custo dos equipamentos e dos ensaios. Neste contexto, surgem alternativas quanto a estes problemas, dentre as quais estão as técnicas não destrutivas de ensaio, destacando-se a técnica de velocimetria por imagens de partículas (PIV). O objetivo deste estudo é avaliar a técnica PIV como ferramenta para caracterização de madeira de Pinus Oocarpa a partir do seu módulo de elasticidade. Foram submetidos a ensaio de flexão estática em máquina universal de ensaios, 23 corpos de prova de Pinus Oocarpa e para análise das deformações ocorridas aplicou-se a técnica PIV e também utilizou-se para fins de comparação três relógios comparadores. Os valores médios de módulo de elasticidade encontrados para madeira de Pinus Oocarpa foram de 6.418,8 MPa pela técnica PIV e 6.171,6 MPa pelos valores oriundos do relógio comparador. Com a aplicação de teste “t de student” com nível de significância de 1%, verificou-se que as médias são iguais estatisticamente. Concluiu-se que a técnica PIV foi capaz de fornecer os valores de módulo de elasticidade com a mesma precisão dos métodos convencionalmente utilizados</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1061-utilizacao-da-tecnica-de-velocimetria-por-imagens-de-particulas-piv-para-o-estudo-de-elasticidade-de-madeira-de-pinus-oocarpa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MIRANDA, E. H. D. N., PEREIRA, R. A., GOMES, F. C., JUNIOR, R. A. B., RIVERA, F. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Módulo de elasticidade,Flexão Estática,Técnica não destruitiva</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Várias são as metodologias e técnicas de ensaio capazes de caracterizar os materiais. No entanto, a maioria destas técnicas apresentam problemas como o custo dos equipamentos e dos ensaios. Neste contexto, surgem alternativas quanto a estes problemas, dentre as quais estão as técnicas não destrutivas de ensaio, destacando-se a técnica de velocimetria por imagens de partículas (PIV). O objetivo deste estudo é avaliar a técnica PIV como ferramenta para caracterização de madeira de Pinus Oocarpa a partir do seu módulo de elasticidade. Foram submetidos a ensaio de flexão estática em máquina universal de ensaios, 23 corpos de prova de Pinus Oocarpa e para análise das deformações ocorridas aplicou-se a técnica PIV e também utilizou-se para fins de comparação três relógios comparadores. Os valores médios de módulo de elasticidade encontrados para madeira de Pinus Oocarpa foram de 6.418,8 MPa pela técnica PIV e 6.171,6 MPa pelos valores oriundos do relógio comparador. Com a aplicação de teste “t de student” com nível de significância de 1%, verificou-se que as médias são iguais estatisticamente. Concluiu-se que a técnica PIV foi capaz de fornecer os valores de módulo de elasticidade com a mesma precisão dos métodos convencionalmente utilizados</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:23:35 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Tratamento pós-colheita de bambu (Bambusa vulgaris) contra ataque de insetos xilófagos</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1045-tratamento-pos-colheita-de-bambu-bambusa-vulgaris-contra-ataque-de-insetos-xilofagos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1045-tratamento-pos-colheita-de-bambu-bambusa-vulgaris-contra-ataque-de-insetos-xilofagos/file" length="323913" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1045-tratamento-pos-colheita-de-bambu-bambusa-vulgaris-contra-ataque-de-insetos-xilofagos/file"
                fileSize="323913"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Tratamento pós-colheita de bambu (Bambusa vulgaris) contra ataque de insetos xilófagos</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D. F. D., CORDEIRO, M. B., REZENDE, N. S., SILVA, N. G., SOUSA, L. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bambú,ácido Bórico,Durabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso da madeira para edificações rurais é intensa e exige uma demanda cada vez maior, provocando muitas vezes o desmatamento de áreas florestais. Uma alternativa ao uso da madeira convencional é o bambu. No entanto, o bambu, especialmente o da espécie Bambusa vulgaris, é considerado um material de baixa qualidade devido ao ataque de agentes deteriorantes, sendo os insetos da espécie Rhinastus sp. os que provocam maiores prejuízos. O presente estudo buscou avaliar a eficiência do tratamento pós-colheita do bambu realizado por submersão em diferentes concentrações (0,0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0%) de ácido bórico e em diferentes períodos de submersão (05, 10 e 15 dias). O experimento foi disposto num arranjo fatorial 5x3, tendo como repetições 6 amostras de bambus de 1m de comprimento por tratamento. Após o término dos banhos, os bambus foram postos para secar durante 21 dias em um barracão coberto e aberto lateralmente. Depois da secagem, metade dos bambus de cada tratamento foram expostos ao ar livre em condições de campo e a outra metade ficou abrigada no mesmo galpão de secagem. Foram feitas medições semanais para avaliar o ataque de brocas através de observações visuais de perfurações nas paredes internas e externas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1045-tratamento-pos-colheita-de-bambu-bambusa-vulgaris-contra-ataque-de-insetos-xilofagos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D. F. D., CORDEIRO, M. B., REZENDE, N. S., SILVA, N. G., SOUSA, L. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bambú,ácido Bórico,Durabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso da madeira para edificações rurais é intensa e exige uma demanda cada vez maior, provocando muitas vezes o desmatamento de áreas florestais. Uma alternativa ao uso da madeira convencional é o bambu. No entanto, o bambu, especialmente o da espécie Bambusa vulgaris, é considerado um material de baixa qualidade devido ao ataque de agentes deteriorantes, sendo os insetos da espécie Rhinastus sp. os que provocam maiores prejuízos. O presente estudo buscou avaliar a eficiência do tratamento pós-colheita do bambu realizado por submersão em diferentes concentrações (0,0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0%) de ácido bórico e em diferentes períodos de submersão (05, 10 e 15 dias). O experimento foi disposto num arranjo fatorial 5x3, tendo como repetições 6 amostras de bambus de 1m de comprimento por tratamento. Após o término dos banhos, os bambus foram postos para secar durante 21 dias em um barracão coberto e aberto lateralmente. Depois da secagem, metade dos bambus de cada tratamento foram expostos ao ar livre em condições de campo e a outra metade ficou abrigada no mesmo galpão de secagem. Foram feitas medições semanais para avaliar o ataque de brocas através de observações visuais de perfurações nas paredes internas e externas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:40:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TOMADAS DE DECISÃO NA PRODUÇÃO AVÍCOLA BASEADAS EM DIFERENTES LOCAIS DE COLETAS DE DADOS CLIMÁTICOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1043-tomadas-de-decisao-na-producao-avicola-baseadas-em-diferentes-locais-de-coletas-de-dados-climaticos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1043-tomadas-de-decisao-na-producao-avicola-baseadas-em-diferentes-locais-de-coletas-de-dados-climaticos/file" length="237410" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1043-tomadas-de-decisao-na-producao-avicola-baseadas-em-diferentes-locais-de-coletas-de-dados-climaticos/file"
                fileSize="237410"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">TOMADAS DE DECISÃO NA PRODUÇÃO AVÍCOLA BASEADAS EM DIFERENTES LOCAIS DE COLETAS DE DADOS CLIMÁTICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. C., BATTILANI, M., FILHO, R. R. G., MARTINS, E. A. S., JORDAN, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>produção animal,estresse térmico,avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Estado de MS vem se destacando no cenário nacional de produção avícola. Aumentos da temperatura e umidade relativa do ar ocasionam estresse, podendo levar até a morte. À medida que o binômio temperatura ambiental / umidade relativa se distancia da zona de conforto cresce em importância o uso de artifícios capazes de controlar o efeito dessa situação estressora. Visto que muitos produtores usam como ferramenta para tomada de decisão dados climáticos fornecidos por agências climáticas o presente estudo teve como objetivo comparar as condições de exposição ambiental de um aviário com as fornecidas por um site oficial. O experimento foi realizado em janeiro de 2016 em Dourados/MS, com coletas de dados in loco no Campus II da UFGD, sob o beiral de um galpão de aves de postura e no site do INMET, referente à estação instalada na cidade. Foi calculado o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), analisado por meio do software Minitab 17®. Foram coletadas 13 (treze) horas/dia durante 10 (dez) dias experimentais. Ao final, concluiu-se que as médias horárias do ITU calculadas para o galpão e estação do INMET são estatisticamente diferentes entre si, sugerindo a instalação de estações meteorológicas portáteis nos criatórios animais.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1043-tomadas-de-decisao-na-producao-avicola-baseadas-em-diferentes-locais-de-coletas-de-dados-climaticos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. C., BATTILANI, M., FILHO, R. R. G., MARTINS, E. A. S., JORDAN, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>produção animal,estresse térmico,avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Estado de MS vem se destacando no cenário nacional de produção avícola. Aumentos da temperatura e umidade relativa do ar ocasionam estresse, podendo levar até a morte. À medida que o binômio temperatura ambiental / umidade relativa se distancia da zona de conforto cresce em importância o uso de artifícios capazes de controlar o efeito dessa situação estressora. Visto que muitos produtores usam como ferramenta para tomada de decisão dados climáticos fornecidos por agências climáticas o presente estudo teve como objetivo comparar as condições de exposição ambiental de um aviário com as fornecidas por um site oficial. O experimento foi realizado em janeiro de 2016 em Dourados/MS, com coletas de dados in loco no Campus II da UFGD, sob o beiral de um galpão de aves de postura e no site do INMET, referente à estação instalada na cidade. Foi calculado o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), analisado por meio do software Minitab 17®. Foram coletadas 13 (treze) horas/dia durante 10 (dez) dias experimentais. Ao final, concluiu-se que as médias horárias do ITU calculadas para o galpão e estação do INMET são estatisticamente diferentes entre si, sugerindo a instalação de estações meteorológicas portáteis nos criatórios animais.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:39:13 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPOSTAS PRODUTIVAS DE FRANGOS DE CORTE SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES E DURAÇÕES DE ESTRESSE TÉRMICO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1004-respostas-produtivas-de-frangos-de-corte-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-estresse-termico?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1004-respostas-produtivas-de-frangos-de-corte-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-estresse-termico/file" length="148279" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1004-respostas-produtivas-de-frangos-de-corte-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-estresse-termico/file"
                fileSize="148279"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">RESPOSTAS PRODUTIVAS DE FRANGOS DE CORTE SUBMETIDOS A DIFERENTES INTENSIDADES E DURAÇÕES DE ESTRESSE TÉRMICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., LORENCONI, D., LIMA, R. R. D., BAHUTI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,Desempenho,Conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Frangos de cortes submetidos a diferentes intensidades e durações de estresse térmico estão sujeitos à diminuição de desempenho. Objetivou-se com o presente trabalho, analisar os efeitos de diferentes temperaturas de bulbo seco do ar (24, 27, 30 e 33 °C) e durações de estresse (1, 2, 3 e 4 dias) em frangos de corte, na segunda semana de vida. O experimento foi conduzido em túneis de vento climatizados, sendo que, a umidade relativa e velocidade do ar foram fixadas em 60% e 0,2 m s-1, respectivamente. Foram avaliados 240 frangos de corte, consistindo de 16 tratamentos, 3 repetições e 60 aves por etapa. O consumo de ração (CR), ganho de peso e conversão alimentar foram avaliadas no final da terceira semana. Análise de variância e o teste de médias de Scott Knott ao nível de 5% probabilidade foram aplicados aos dados. Diante dos resultados, verifica-se que em baixa temperatura (24 °C) ocorreu um aumento do CR (p&lt;0,05, teste Scott-Knott) e quando o estresse térmico foi por alta temperatura (33 °C) verificou-se a diminuição do consumo de ração em função da duração do estresse térmico.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/1004-respostas-produtivas-de-frangos-de-corte-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-estresse-termico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., LORENCONI, D., LIMA, R. R. D., BAHUTI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,Desempenho,Conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Frangos de cortes submetidos a diferentes intensidades e durações de estresse térmico estão sujeitos à diminuição de desempenho. Objetivou-se com o presente trabalho, analisar os efeitos de diferentes temperaturas de bulbo seco do ar (24, 27, 30 e 33 °C) e durações de estresse (1, 2, 3 e 4 dias) em frangos de corte, na segunda semana de vida. O experimento foi conduzido em túneis de vento climatizados, sendo que, a umidade relativa e velocidade do ar foram fixadas em 60% e 0,2 m s-1, respectivamente. Foram avaliados 240 frangos de corte, consistindo de 16 tratamentos, 3 repetições e 60 aves por etapa. O consumo de ração (CR), ganho de peso e conversão alimentar foram avaliadas no final da terceira semana. Análise de variância e o teste de médias de Scott Knott ao nível de 5% probabilidade foram aplicados aos dados. Diante dos resultados, verifica-se que em baixa temperatura (24 °C) ocorreu um aumento do CR (p&lt;0,05, teste Scott-Knott) e quando o estresse térmico foi por alta temperatura (33 °C) verificou-se a diminuição do consumo de ração em função da duração do estresse térmico.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:57:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS SUBMETIDAS A AMBIENTES CONTROLADOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/969-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas-submetidas-a-ambientes-controlados?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/969-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas-submetidas-a-ambientes-controlados/file" length="350107" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/969-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas-submetidas-a-ambientes-controlados/file"
                fileSize="350107"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">QUALIDADE DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS SUBMETIDAS A AMBIENTES CONTROLADOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R. C., NASCIMENTO, J. W. B. D., RODRIGUES, L. R., LEITE, P. G., SOBRINHO, T. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>zona de conforto térmico,câmara climática,ambiência animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção de codornas japonesas vem ganhando destaque no cenário nacional frente as demais produções pecuárias já consolidadas dentro do sistema agroindustrial avícola, principalmente nas últimas duas décadas, destacam-se o bem estar das aves nos ambientes de criação, pois o entendimento das respostas fisiológicas das aves frente às variações climáticas é fator preponderante para que se busque elevados índices de produtividade. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito das variáveis bioclimáticas na qualidade dos ovos dessas aves. O experimento foi desenvolvido no Laboratório de Construções Rurais e Ambiência da Universidade Federal de Campina Grande - PB, em câmara climática onde foram inseridas três minicâmaras com um sistema de ventilação, cada minicâmara 10 codornas japonesas; as variáveis bioclimáticas foram controladas e monitoradas, nas temperaturas 20, 26 e 32 oC e duas velocidades do ar 0,5m/s e 2m/s. A produção de ovos foi coletada para a análise da qualidade. Observou-se que nas combinações de estresse, 20 °C e 2,0 m/s, e 32 °C e 0,5 m/s, grande parte dos parâmetros de qualidade dos ovos foram afetados negativamente, evidenciando a preocupação do produtor em proporcionar um ambiente confortável para essas aves.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/969-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas-submetidas-a-ambientes-controlados?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R. C., NASCIMENTO, J. W. B. D., RODRIGUES, L. R., LEITE, P. G., SOBRINHO, T. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>zona de conforto térmico,câmara climática,ambiência animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção de codornas japonesas vem ganhando destaque no cenário nacional frente as demais produções pecuárias já consolidadas dentro do sistema agroindustrial avícola, principalmente nas últimas duas décadas, destacam-se o bem estar das aves nos ambientes de criação, pois o entendimento das respostas fisiológicas das aves frente às variações climáticas é fator preponderante para que se busque elevados índices de produtividade. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito das variáveis bioclimáticas na qualidade dos ovos dessas aves. O experimento foi desenvolvido no Laboratório de Construções Rurais e Ambiência da Universidade Federal de Campina Grande - PB, em câmara climática onde foram inseridas três minicâmaras com um sistema de ventilação, cada minicâmara 10 codornas japonesas; as variáveis bioclimáticas foram controladas e monitoradas, nas temperaturas 20, 26 e 32 oC e duas velocidades do ar 0,5m/s e 2m/s. A produção de ovos foi coletada para a análise da qualidade. Observou-se que nas combinações de estresse, 20 °C e 2,0 m/s, e 32 °C e 0,5 m/s, grande parte dos parâmetros de qualidade dos ovos foram afetados negativamente, evidenciando a preocupação do produtor em proporcionar um ambiente confortável para essas aves.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:24:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE MUDAS DE SERINGUEIRA DESENVOLVIDAS EM AMBIENTES E SUBSTRATOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/968-qualidade-de-mudas-de-seringueira-desenvolvidas-em-ambientes-e-substratos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/968-qualidade-de-mudas-de-seringueira-desenvolvidas-em-ambientes-e-substratos/file" length="409662" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/968-qualidade-de-mudas-de-seringueira-desenvolvidas-em-ambientes-e-substratos/file"
                fileSize="409662"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">QUALIDADE DE MUDAS DE SERINGUEIRA DESENVOLVIDAS EM AMBIENTES E SUBSTRATOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. G. D., COSTA, E., PEREIRA, T. C. C., AGUIAR, F. K. O. M., PINTO, A. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hevea brasiliensis,GT1,esterco bovino</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A heveicultura é uma atividade agrícola importante que tem se expandido no território nacional. A exigência por mudas de qualidade para porta-enxerto aumenta de acordo com a expansão dessa atividade. O objetivo foi avaliar a qualidade das mudas de Hevea brasiliensis, clone GT1, produzidas em diferentes ambientes e substratos. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia - MS. Utilizou o delineamento experimental inteiramente casualizado com 5 repetições de 4 mudas. Os tratamentos foram constituídos de 13 diferentes substratos confeccionados por combinações de proporções de esterco bovino, terra de barranco, vermiculita média, vermiculita superfina e areia fina lavada; conduzidos em dois ambientes: estufa com tela aluminizada de 50% de sombreamento sob o filme e telado agrícola com malha de Sombrite® de 50% de sombreamento. Aos 280 dias após a semeadura foram avaliados a fitomassa seca (do sistema radicular, da parte aérea e total), altura da parte aérea, diâmetro do colo e índice de qualidade de Dickson. A interação da estufa com os substratos promoveu muda de maior qualidade. Os substratos com baixa porcentagem de esterco bovino promoveram mudas de seringueira com maior massa seca total.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/968-qualidade-de-mudas-de-seringueira-desenvolvidas-em-ambientes-e-substratos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. G. D., COSTA, E., PEREIRA, T. C. C., AGUIAR, F. K. O. M., PINTO, A. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hevea brasiliensis,GT1,esterco bovino</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A heveicultura é uma atividade agrícola importante que tem se expandido no território nacional. A exigência por mudas de qualidade para porta-enxerto aumenta de acordo com a expansão dessa atividade. O objetivo foi avaliar a qualidade das mudas de Hevea brasiliensis, clone GT1, produzidas em diferentes ambientes e substratos. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia - MS. Utilizou o delineamento experimental inteiramente casualizado com 5 repetições de 4 mudas. Os tratamentos foram constituídos de 13 diferentes substratos confeccionados por combinações de proporções de esterco bovino, terra de barranco, vermiculita média, vermiculita superfina e areia fina lavada; conduzidos em dois ambientes: estufa com tela aluminizada de 50% de sombreamento sob o filme e telado agrícola com malha de Sombrite® de 50% de sombreamento. Aos 280 dias após a semeadura foram avaliados a fitomassa seca (do sistema radicular, da parte aérea e total), altura da parte aérea, diâmetro do colo e índice de qualidade de Dickson. A interação da estufa com os substratos promoveu muda de maior qualidade. Os substratos com baixa porcentagem de esterco bovino promoveram mudas de seringueira com maior massa seca total.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:23:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE MUDAS DE Schizolobium amazonicum SOB DIFERENTES AMBIENTES E TAMANHOS DE RECIPIENTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/967-qualidade-de-mudas-de-schizolobium-amazonicum-sob-diferentes-ambientes-e-tamanhos-de-recipiente?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/967-qualidade-de-mudas-de-schizolobium-amazonicum-sob-diferentes-ambientes-e-tamanhos-de-recipiente/file" length="295688" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/967-qualidade-de-mudas-de-schizolobium-amazonicum-sob-diferentes-ambientes-e-tamanhos-de-recipiente/file"
                fileSize="295688"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">QUALIDADE DE MUDAS DE Schizolobium amazonicum SOB DIFERENTES AMBIENTES E TAMANHOS DE RECIPIENTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, C. P., SOUZA, A. M. D., CAIONI, C., CALDEIRA, D. S. A., NASCIMENTO, J. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Chromatinet Vermelha,Luminosidade,Ambiente Protegido</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex Ducke), tem sua maior distribuição nas áreas de matas primária e secundária do bioma amazônico. Um plantio florestal depende da qualidade das mudas produzidas que por sua vez, sofrem influência das condições microclimáticas como intensidade luminosa, temperatura, umidade e outros fatores como tamanho do recipiente. Objetivou-se avaliar a qualidade de mudas de Schizolobium amazonicum em diferentes ambientes e tamanhos de recipiente. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 3x2 (três ambientes e dois recipientes), com quatro repetições. Realizou-se a semeadura em sacos de polietileno (15x20cm e 18x20cm) e submetidas aos seguintes ambientes: tela Chromatinet vermelha, tela preta (ambos 50% sombreamento) e pleno sol. Os recipientes foram preenchidos com mistura de subsolo e serragem na proporção 3:1. A avaliação foi realizada 90 dias após a semeadura. Analisou-se: altura da planta, diâmetro de colo e número de folhas e variáveis climáticas: temperatura, umidade relativa e luminosidade. Na condição de pleno sol, os valores de temperatura e luminosidade apresentaram-se superiores e a umidade relativa inferior. A tela Chromatinet vermelha apresentou-se mais eficiente no ganho em matéria seca. Os ambientes e recipientes não influenciaram a qualidade das mudas de paricá.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/967-qualidade-de-mudas-de-schizolobium-amazonicum-sob-diferentes-ambientes-e-tamanhos-de-recipiente?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, C. P., SOUZA, A. M. D., CAIONI, C., CALDEIRA, D. S. A., NASCIMENTO, J. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Chromatinet Vermelha,Luminosidade,Ambiente Protegido</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex Ducke), tem sua maior distribuição nas áreas de matas primária e secundária do bioma amazônico. Um plantio florestal depende da qualidade das mudas produzidas que por sua vez, sofrem influência das condições microclimáticas como intensidade luminosa, temperatura, umidade e outros fatores como tamanho do recipiente. Objetivou-se avaliar a qualidade de mudas de Schizolobium amazonicum em diferentes ambientes e tamanhos de recipiente. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 3x2 (três ambientes e dois recipientes), com quatro repetições. Realizou-se a semeadura em sacos de polietileno (15x20cm e 18x20cm) e submetidas aos seguintes ambientes: tela Chromatinet vermelha, tela preta (ambos 50% sombreamento) e pleno sol. Os recipientes foram preenchidos com mistura de subsolo e serragem na proporção 3:1. A avaliação foi realizada 90 dias após a semeadura. Analisou-se: altura da planta, diâmetro de colo e número de folhas e variáveis climáticas: temperatura, umidade relativa e luminosidade. Na condição de pleno sol, os valores de temperatura e luminosidade apresentaram-se superiores e a umidade relativa inferior. A tela Chromatinet vermelha apresentou-se mais eficiente no ganho em matéria seca. Os ambientes e recipientes não influenciaram a qualidade das mudas de paricá.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:22:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROGRAMAS DE ILUMINAÇÃO E SUA INFLUÊNCIA SOBRE O DESEMPENHO E COMPORTAMENTO DE FRANGOS DE CORTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/953-programas-de-iluminacao-e-sua-influencia-sobre-o-desempenho-e-comportamento-de-frangos-de-corte?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/953-programas-de-iluminacao-e-sua-influencia-sobre-o-desempenho-e-comportamento-de-frangos-de-corte/file" length="102830" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/953-programas-de-iluminacao-e-sua-influencia-sobre-o-desempenho-e-comportamento-de-frangos-de-corte/file"
                fileSize="102830"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PROGRAMAS DE ILUMINAÇÃO E SUA INFLUÊNCIA SOBRE O DESEMPENHO E COMPORTAMENTO DE FRANGOS DE CORTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PANDORFI, H., ARAúJO, J. E. M., LUCENA, A. C. D., ALMEIDA, G. L. P. D., GUISELINI, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura,bem-estar animal,iluminação artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A crescente demanda por carne de frango faz com que os produtores invistam cada vez mais em tecnologia e no bem-estar animal. Nesse contexto, objetivou-se nesta pesquisa analisar os efeitos de programas de iluminação por meio de diodo emissor de luz (azul/verde) e fluorescente compacta (branco), no desempenho, respostas fisiológicas e comportamentais de frangos de corte. O período experimental foi de 42 dias e contou com 384 aves da linhagem Cobb 500. Os programas de iluminação adotados foram 12L:4E:4L:4E (P1), 16L:8E (P2); 18L:6E (P3); 16L:2E:1L:2E:1L:2E (P4). As variáveis respostas registradas nas aves foram temperatura cloacal (oC), frequência respiratória (mov min-1), temperatura da superfície corporal (oC), ganho de peso (kg), conversão alimentar, consumo de ração (kg) e peso vivo (kg). O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x2. A análise comportamental foi realizada com base no comportamento ingestivo e na postura das aves. As fontes de iluminação não influenciaram as variáveis respostas. Os programas de iluminação P3 e P4 foram aqueles que proporcionaram melhores respostas produtivas das aves e maior frequência na postura sentada.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/953-programas-de-iluminacao-e-sua-influencia-sobre-o-desempenho-e-comportamento-de-frangos-de-corte?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PANDORFI, H., ARAúJO, J. E. M., LUCENA, A. C. D., ALMEIDA, G. L. P. D., GUISELINI, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura,bem-estar animal,iluminação artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A crescente demanda por carne de frango faz com que os produtores invistam cada vez mais em tecnologia e no bem-estar animal. Nesse contexto, objetivou-se nesta pesquisa analisar os efeitos de programas de iluminação por meio de diodo emissor de luz (azul/verde) e fluorescente compacta (branco), no desempenho, respostas fisiológicas e comportamentais de frangos de corte. O período experimental foi de 42 dias e contou com 384 aves da linhagem Cobb 500. Os programas de iluminação adotados foram 12L:4E:4L:4E (P1), 16L:8E (P2); 18L:6E (P3); 16L:2E:1L:2E:1L:2E (P4). As variáveis respostas registradas nas aves foram temperatura cloacal (oC), frequência respiratória (mov min-1), temperatura da superfície corporal (oC), ganho de peso (kg), conversão alimentar, consumo de ração (kg) e peso vivo (kg). O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x2. A análise comportamental foi realizada com base no comportamento ingestivo e na postura das aves. As fontes de iluminação não influenciaram as variáveis respostas. Os programas de iluminação P3 e P4 foram aqueles que proporcionaram melhores respostas produtivas das aves e maior frequência na postura sentada.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:10:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Produção de Mudas de Cumbaru sob Diferentes Ambientes e Substratos</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/935-producao-de-mudas-de-cumbaru-sob-diferentes-ambientes-e-substratos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/935-producao-de-mudas-de-cumbaru-sob-diferentes-ambientes-e-substratos/file" length="349785" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/935-producao-de-mudas-de-cumbaru-sob-diferentes-ambientes-e-substratos/file"
                fileSize="349785"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Produção de Mudas de Cumbaru sob Diferentes Ambientes e Substratos</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, J. C., OLIVEIRA, P. R. D., VILARINHO, M. K. C., CALDEIRA, D. S. A., OLIVEIRA, C. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog,Espécie Florestal, Luminosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O cumbaru (Dipteryx alata Vog.) é uma espécie com ocorrência no Cerrado e Cerradões do Brasil. Objetivou-se avaliar a influência de ambientes e substratos na produção dessa espécie. As sementes foram coletadas de matrizes localizadas em regiões aleatórias do município de Cáceres. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 3x4 (três substratos e quatro ambientes), com quatro repetições. Foi realizada a semeadura em sacos de polietileno compostos por areia lavada (A), substrato comercial (SC) e areia+comercial (A+SC) na proporção de 1:1. Utilizou-se duas sementes por recipiente a uma profundidade de 2 cm que foram alocados nos seguintes ambientes: telado vermelho, telado termorrefletor e telado preto, (todos com 50% de sombreamento) e pleno sol. Os períodos de avaliação foram 21, 36, 51 e 66 dias após a semeadura. Analisou-se: diâmetro do colo, altura da planta e número de folhas. Houve diferença para altura de plantas a partir dos 21 DAS. Para diâmetro de colo e número de folhas a partir dos 51 DAS, verificou-se os menores valores para todos os ambientes no substrato areia. O ambiente telado vermelho favoreceu melhor desenvolvimento para as mudas. O uso do substrato A+SC favoreceu o melhor desenvolvimento de mudas de cumbaru.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/935-producao-de-mudas-de-cumbaru-sob-diferentes-ambientes-e-substratos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, J. C., OLIVEIRA, P. R. D., VILARINHO, M. K. C., CALDEIRA, D. S. A., OLIVEIRA, C. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog,Espécie Florestal, Luminosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O cumbaru (Dipteryx alata Vog.) é uma espécie com ocorrência no Cerrado e Cerradões do Brasil. Objetivou-se avaliar a influência de ambientes e substratos na produção dessa espécie. As sementes foram coletadas de matrizes localizadas em regiões aleatórias do município de Cáceres. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 3x4 (três substratos e quatro ambientes), com quatro repetições. Foi realizada a semeadura em sacos de polietileno compostos por areia lavada (A), substrato comercial (SC) e areia+comercial (A+SC) na proporção de 1:1. Utilizou-se duas sementes por recipiente a uma profundidade de 2 cm que foram alocados nos seguintes ambientes: telado vermelho, telado termorrefletor e telado preto, (todos com 50% de sombreamento) e pleno sol. Os períodos de avaliação foram 21, 36, 51 e 66 dias após a semeadura. Analisou-se: diâmetro do colo, altura da planta e número de folhas. Houve diferença para altura de plantas a partir dos 21 DAS. Para diâmetro de colo e número de folhas a partir dos 51 DAS, verificou-se os menores valores para todos os ambientes no substrato areia. O ambiente telado vermelho favoreceu melhor desenvolvimento para as mudas. O uso do substrato A+SC favoreceu o melhor desenvolvimento de mudas de cumbaru.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:18:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PREVISÃO DE MORTALIDADE DE GALINHAS POEDEIRAS EM FUNÇÃO DE ONDAS DE CALOR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/921-previsao-de-mortalidade-de-galinhas-poedeiras-em-funcao-de-ondas-de-calor?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/921-previsao-de-mortalidade-de-galinhas-poedeiras-em-funcao-de-ondas-de-calor/file" length="238273" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/921-previsao-de-mortalidade-de-galinhas-poedeiras-em-funcao-de-ondas-de-calor/file"
                fileSize="238273"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PREVISÃO DE MORTALIDADE DE GALINHAS POEDEIRAS EM FUNÇÃO DE ONDAS DE CALOR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIQUENA, R. D. S., PEREIRA, D. F., VALE, M. M. D., SALGADO, D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>mineração de dados,avicultura de postura,mudanças climáticas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A mortalidade de galinhas poedeiras constitui considerável perda econômica e está diretamente associada a ondas de calor. Este trabalho desenvolveu um modelo de previsão de mortalidade de poedeiras em função de ondas de calor. Os dados de mortalidade foram obtidos em dois aviários localizados na cidade de Bastos-SP, durante outubro de 2014 e janeiro de 2016 e os dados do clima foram obtidos em estações meteorológicas vizinhas durante 2010 e 2015. As ondas de calor foram analisadas segundo diferentes critérios de classificação para definir qual critério que melhor se ajusta a alta mortalidade na região. A mortalidade foi classificada em normal (&lt;0,0204%/dia) e alta e foi relacionada com as ondas de calor em uma única base de dados, a qual aplicou-se mineração dos dados utilizando o algoritmo J48 para se obter uma árvore de classificação. Os resultados permitiram associar as ocorrências de onda de calor ao aumento da mortalidade. O modelo de previsão de mortalidade considera variáveis do clima de dois dias anteriores ao evento de mortalidade previsto, tendo acertado 95,5% dos casos registrados. O modelo de previsão de mortalidade associado a previsão meteorológica permite que o avicultor antecipe um possível evento de mortalidade alta e atue preventivamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/921-previsao-de-mortalidade-de-galinhas-poedeiras-em-funcao-de-ondas-de-calor?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIQUENA, R. D. S., PEREIRA, D. F., VALE, M. M. D., SALGADO, D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>mineração de dados,avicultura de postura,mudanças climáticas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A mortalidade de galinhas poedeiras constitui considerável perda econômica e está diretamente associada a ondas de calor. Este trabalho desenvolveu um modelo de previsão de mortalidade de poedeiras em função de ondas de calor. Os dados de mortalidade foram obtidos em dois aviários localizados na cidade de Bastos-SP, durante outubro de 2014 e janeiro de 2016 e os dados do clima foram obtidos em estações meteorológicas vizinhas durante 2010 e 2015. As ondas de calor foram analisadas segundo diferentes critérios de classificação para definir qual critério que melhor se ajusta a alta mortalidade na região. A mortalidade foi classificada em normal (&lt;0,0204%/dia) e alta e foi relacionada com as ondas de calor em uma única base de dados, a qual aplicou-se mineração dos dados utilizando o algoritmo J48 para se obter uma árvore de classificação. Os resultados permitiram associar as ocorrências de onda de calor ao aumento da mortalidade. O modelo de previsão de mortalidade considera variáveis do clima de dois dias anteriores ao evento de mortalidade previsto, tendo acertado 95,5% dos casos registrados. O modelo de previsão de mortalidade associado a previsão meteorológica permite que o avicultor antecipe um possível evento de mortalidade alta e atue preventivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:05:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Predição fuzzy do comportamento de agrupamento de pintinhos submetidos a diferentes intensidades e durações de exposição térmica</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/919-predicao-fuzzy-do-comportamento-de-agrupamento-de-pintinhos-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-exposicao-termica?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/919-predicao-fuzzy-do-comportamento-de-agrupamento-de-pintinhos-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-exposicao-termica/file" length="361696" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/919-predicao-fuzzy-do-comportamento-de-agrupamento-de-pintinhos-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-exposicao-termica/file"
                fileSize="361696"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Predição fuzzy do comportamento de agrupamento de pintinhos submetidos a diferentes intensidades e durações de exposição térmica</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALCâNTARA, D. A., JUNIOR, T. Y., ABREU, L. H. P., CAMPOS, A. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema fuzzy,Ambiente térmico,Comportamento animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O conforto térmico de pintinhos pode ser avaliado por meio do comportamento de agrupamento (AG), que constitui em uma forma não invasiva de avaliação. Objetivou-se com o presente estudo desenvolver um sistema de inferência fuzzy para estimar o comportamento AG de frangos de corte, entre o oitavo e o décimo primeiro dias de vida em função do ambiente térmico e da duração da exposição térmica. O estudo foi conduzido com duzentos e quarenta frangos de corte submetidos a 4 temperaturas do ar (tar: 24, 27, 30 e 33 °C) e 4 durações de exposição térmica (DET: 1, 2, 3 e 4 dias) em túneis de vento climatizados. O comportamento AG foi avaliado durante 24 horas entre o 8° e 11° dias de vida. Um sistema de inferência fuzzy foi desenvolvido para AG em função de tar (°C) e DET (dias). Curvas de pertinência triangulares foram utilizadas para representar os dados de entrada e de saída. Os métodos de inferência e defuzzificação usados foram, respectivamente, Mamdani e centro de gravidade. O sistema de inferência fuzzy mostrou-se adequado para a predição do comportamento AG de pintinhos com idades variando de 8 a 11 dias, apresentando erro percentual médio de 2,16%.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/919-predicao-fuzzy-do-comportamento-de-agrupamento-de-pintinhos-submetidos-a-diferentes-intensidades-e-duracoes-de-exposicao-termica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALCâNTARA, D. A., JUNIOR, T. Y., ABREU, L. H. P., CAMPOS, A. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema fuzzy,Ambiente térmico,Comportamento animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O conforto térmico de pintinhos pode ser avaliado por meio do comportamento de agrupamento (AG), que constitui em uma forma não invasiva de avaliação. Objetivou-se com o presente estudo desenvolver um sistema de inferência fuzzy para estimar o comportamento AG de frangos de corte, entre o oitavo e o décimo primeiro dias de vida em função do ambiente térmico e da duração da exposição térmica. O estudo foi conduzido com duzentos e quarenta frangos de corte submetidos a 4 temperaturas do ar (tar: 24, 27, 30 e 33 °C) e 4 durações de exposição térmica (DET: 1, 2, 3 e 4 dias) em túneis de vento climatizados. O comportamento AG foi avaliado durante 24 horas entre o 8° e 11° dias de vida. Um sistema de inferência fuzzy foi desenvolvido para AG em função de tar (°C) e DET (dias). Curvas de pertinência triangulares foram utilizadas para representar os dados de entrada e de saída. Os métodos de inferência e defuzzificação usados foram, respectivamente, Mamdani e centro de gravidade. O sistema de inferência fuzzy mostrou-se adequado para a predição do comportamento AG de pintinhos com idades variando de 8 a 11 dias, apresentando erro percentual médio de 2,16%.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 09:03:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PAINÉIS DE COMPÓSITOS DESENVOLVIDOS A PARTIR DO BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/901-paineis-de-compositos-desenvolvidos-a-partir-do-bagaco-de-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/901-paineis-de-compositos-desenvolvidos-a-partir-do-bagaco-de-cana-de-acucar/file" length="475110" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/901-paineis-de-compositos-desenvolvidos-a-partir-do-bagaco-de-cana-de-acucar/file"
                fileSize="475110"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">PAINÉIS DE COMPÓSITOS DESENVOLVIDOS A PARTIR DO BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIANA, E. W. P., VANZELA, L. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>resíduos sólidos,alternativas sustentáveis,setor sucroenergético</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de bagaço de cana-de-açúcar misturado a adesivos a base de ureia formaldeído para a produção de painéis aglomerados, consiste numa alternativa sustentável para o aproveitamento desse resíduo pelas usinas de açúcar e etanol. Assim, neste trabalho foi desenvolvido a tecnologia de produção de painéis prensados provenientes de bagaço de cana-de-açúcar. As placas foram desenvolvidas por meio de processo de produção de aglomerado com 100% de bagaço de cana-de-açúcar misturado a adesivos e aditivos. Para avaliar a qualidade do material produzido, foram determinadas as propriedades físicas e mecânicas dos corpos de prova, com os seguintes ensaios: densidade, umidade, inchamento durante 24 h e 2h de imersão em água, flexão estática e tração perpendicular. Todos esses ensaios foram realizados conforme a norma ABNT NBR 14810-2. O processo permitiu desenvolver painéis de aglomerado de bagaço de cana-de-açúcar, que atendeu a NBR 14810-2 nos quesitos de densidade, umidade e inchamento, com qualidade promissora para uma indústria de compósitos sustentável.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/901-paineis-de-compositos-desenvolvidos-a-partir-do-bagaco-de-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIANA, E. W. P., VANZELA, L. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>resíduos sólidos,alternativas sustentáveis,setor sucroenergético</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A utilização de bagaço de cana-de-açúcar misturado a adesivos a base de ureia formaldeído para a produção de painéis aglomerados, consiste numa alternativa sustentável para o aproveitamento desse resíduo pelas usinas de açúcar e etanol. Assim, neste trabalho foi desenvolvido a tecnologia de produção de painéis prensados provenientes de bagaço de cana-de-açúcar. As placas foram desenvolvidas por meio de processo de produção de aglomerado com 100% de bagaço de cana-de-açúcar misturado a adesivos e aditivos. Para avaliar a qualidade do material produzido, foram determinadas as propriedades físicas e mecânicas dos corpos de prova, com os seguintes ensaios: densidade, umidade, inchamento durante 24 h e 2h de imersão em água, flexão estática e tração perpendicular. Todos esses ensaios foram realizados conforme a norma ABNT NBR 14810-2. O processo permitiu desenvolver painéis de aglomerado de bagaço de cana-de-açúcar, que atendeu a NBR 14810-2 nos quesitos de densidade, umidade e inchamento, com qualidade promissora para uma indústria de compósitos sustentável.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:46:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATO PARA MUDAS DE ACHACHAIRU</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/894-niveis-de-sombreamento-e-substrato-para-mudas-de-achachairu?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/894-niveis-de-sombreamento-e-substrato-para-mudas-de-achachairu/file" length="288678" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/894-niveis-de-sombreamento-e-substrato-para-mudas-de-achachairu/file"
                fileSize="288678"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATO PARA MUDAS DE ACHACHAIRU</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, E., SILVA, B. L. B. D., SALLES, J. S., PEREIRA, T. C. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Garcinia humilis,Ambiência Vegetal,Solo de encosta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho avaliou níveis de sombreamentos e diferentes substratos para altura, diâmetro do colo, massa seca aérea, massa seca do sistema radicular, massa seca total e índice de qualidade de Dickson de mudas de achachairu. Foram avaliados ambientes de cultivos com 0, 18% e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. O ambiente com 50% de sombreamento promoveu melhores condições para o desenvolvimento das mudas de achachairu. Todos os substratos foram adequados para a formação das mudas, com destaque para o substrato S3.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/894-niveis-de-sombreamento-e-substrato-para-mudas-de-achachairu?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, E., SILVA, B. L. B. D., SALLES, J. S., PEREIRA, T. C. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Garcinia humilis,Ambiência Vegetal,Solo de encosta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho avaliou níveis de sombreamentos e diferentes substratos para altura, diâmetro do colo, massa seca aérea, massa seca do sistema radicular, massa seca total e índice de qualidade de Dickson de mudas de achachairu. Foram avaliados ambientes de cultivos com 0, 18% e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. O ambiente com 50% de sombreamento promoveu melhores condições para o desenvolvimento das mudas de achachairu. Todos os substratos foram adequados para a formação das mudas, com destaque para o substrato S3.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:40:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDAS DE MANGABA EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/889-mudas-de-mangaba-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/889-mudas-de-mangaba-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos/file" length="331334" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/889-mudas-de-mangaba-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos/file"
                fileSize="331334"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MUDAS DE MANGABA EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, A. H. F. D., LIMA, I. M. D. O., SALLES, J. S., JúNIOR, J. S. S., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hancornia speciosa, produção de mudas,ambiência vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A mangaba é frutífera do Cerrado utilizada para diversas finalidades alimentícias e fabricação de látex. O trabalho teve como objetivo avaliar níveis de sombreamentos e diferentes substratos para o diâmetro do colo, massas secas aérea, radicular e total de mudas de mangaba. Foram avaliados ambientes de cultivos com 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. O substrato S2 proporcionou condição favorável para a formação de maiores diâmetros e melhores fitomassas em todos os ambientes. O ambiente sem sombreamento favoreceu a formação de mudas de qualidade.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/889-mudas-de-mangaba-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, A. H. F. D., LIMA, I. M. D. O., SALLES, J. S., JúNIOR, J. S. S., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hancornia speciosa, produção de mudas,ambiência vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A mangaba é frutífera do Cerrado utilizada para diversas finalidades alimentícias e fabricação de látex. O trabalho teve como objetivo avaliar níveis de sombreamentos e diferentes substratos para o diâmetro do colo, massas secas aérea, radicular e total de mudas de mangaba. Foram avaliados ambientes de cultivos com 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. O substrato S2 proporcionou condição favorável para a formação de maiores diâmetros e melhores fitomassas em todos os ambientes. O ambiente sem sombreamento favoreceu a formação de mudas de qualidade.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:36:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDAS DE MAMOEIRO EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/888-mudas-de-mamoeiro-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/888-mudas-de-mamoeiro-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos/file" length="295902" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/888-mudas-de-mamoeiro-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos/file"
                fileSize="295902"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MUDAS DE MAMOEIRO EM DIFERENTES NÍVEIS DE SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SALLES, J. S., LIMA, A. H. F. D., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Carica Papaya,Ambiência Vegetal ,Solo de encosta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho avaliou níveis de sombreamentos e diferentes substratos para mudas de mamoeiro na região de Cassilândia – MS. Foram avaliados os níveis 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Foram avaliados a altura de mudas, diâmetro do colo, massa seca da parte aérea, massa seca do sistema radicular, massa seca total e o índice de qualidade de Dickson. Os substratos S3 e S4 produziram as melhores mudas do mamoeiro. Para todas as variáveis os sobreamentos 18, 35 e 50% formaram as melhores mudas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/888-mudas-de-mamoeiro-em-diferentes-niveis-de-sombreamento-e-substratos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SALLES, J. S., LIMA, A. H. F. D., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Carica Papaya,Ambiência Vegetal ,Solo de encosta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho avaliou níveis de sombreamentos e diferentes substratos para mudas de mamoeiro na região de Cassilândia – MS. Foram avaliados os níveis 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. Nesses ambientes foram avaliados quatro substratos (S) oriundos das combinações (%) de solo de encosta (SE), esterco bovino (EB), Bioplant® (BP), Areia fina lavada (AR) e vermiculita de granulometria super fina (VF), sendo: S1 = 0% SE + 45% EB + 20% BP + 20% AR + 15 VF; S2 = 15% SE + 30% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S3 = 30% SE + 15% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF; S4 = 45% SE + 0% EB + 20% BP + 20% AR + 15% VF. O experimento foi conduzido em DIC em cada ambiente. Os ambientes foram comparados pela análise conjunta. Foram avaliados a altura de mudas, diâmetro do colo, massa seca da parte aérea, massa seca do sistema radicular, massa seca total e o índice de qualidade de Dickson. Os substratos S3 e S4 produziram as melhores mudas do mamoeiro. Para todas as variáveis os sobreamentos 18, 35 e 50% formaram as melhores mudas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:36:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MUDAS DE IPÊ AMARELO PRODUZIDAS EM BANCADA COM MATERIAIS REFLETORES E SUBSTRATOS DISTINTOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/887-mudas-de-ipe-amarelo-produzidas-em-bancada-com-materiais-refletores-e-substratos-distintos?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/887-mudas-de-ipe-amarelo-produzidas-em-bancada-com-materiais-refletores-e-substratos-distintos/file" length="393109" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/887-mudas-de-ipe-amarelo-produzidas-em-bancada-com-materiais-refletores-e-substratos-distintos/file"
                fileSize="393109"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MUDAS DE IPÊ AMARELO PRODUZIDAS EM BANCADA COM MATERIAIS REFLETORES E SUBSTRATOS DISTINTOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. G. D., PAULA, R. D. C. M. D., OLIVEIRA, J. V. T. M. D., PEREIRA, T. C. C., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tabebuia chrysotricha Standl,esterco bovino,produção vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As espécies florestais são utilizadas em projetos de recuperação de sistemas degrados e para composição da paisagem de áreas urbanas. O objetivo desse estudo foi avaliar a qualidade das mudas de ipê amarelo influenciadas por materiais refletores e substratos. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia - MS. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado com esquema fatorial 5 x 4 com 4 repetições de 3 mudas. Os tratamentos foram constituídos por materiais refletores sobre a bancada (controle – sem material refletor, papel alumínio, tecido de cor prata, embalagem Tetra Pak e espelho) e substratos compostos por porcentagem de esterco (variando de 0, 15, 30 e 45%), vermiculita (40%), solo de barranco (variando de 45, 30, 15 e 0%) e areia (15%). O ensaio foi conduzido em ambiente do tipo telado com 30% de sombreamento. Aos 90 dias após a semeadura, foram avaliados a fitomassa seca do sistema radicular, da parte aérea e total e foi calculado o Índice de Qualidade de Dickson. Não houve interação entre os tratamentos. Os materiais refletores promoveram resultados semelhantes no desenvolvimento dessa espécie. O substrato com 15 % de esterco promoveu mudas com qualidade superior.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/887-mudas-de-ipe-amarelo-produzidas-em-bancada-com-materiais-refletores-e-substratos-distintos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, A. G. D., PAULA, R. D. C. M. D., OLIVEIRA, J. V. T. M. D., PEREIRA, T. C. C., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tabebuia chrysotricha Standl,esterco bovino,produção vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As espécies florestais são utilizadas em projetos de recuperação de sistemas degrados e para composição da paisagem de áreas urbanas. O objetivo desse estudo foi avaliar a qualidade das mudas de ipê amarelo influenciadas por materiais refletores e substratos. O experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia - MS. Foi utilizado o delineamento experimental inteiramente casualizado com esquema fatorial 5 x 4 com 4 repetições de 3 mudas. Os tratamentos foram constituídos por materiais refletores sobre a bancada (controle – sem material refletor, papel alumínio, tecido de cor prata, embalagem Tetra Pak e espelho) e substratos compostos por porcentagem de esterco (variando de 0, 15, 30 e 45%), vermiculita (40%), solo de barranco (variando de 45, 30, 15 e 0%) e areia (15%). O ensaio foi conduzido em ambiente do tipo telado com 30% de sombreamento. Aos 90 dias após a semeadura, foram avaliados a fitomassa seca do sistema radicular, da parte aérea e total e foi calculado o Índice de Qualidade de Dickson. Não houve interação entre os tratamentos. Os materiais refletores promoveram resultados semelhantes no desenvolvimento dessa espécie. O substrato com 15 % de esterco promoveu mudas com qualidade superior.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:35:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MATERIAL REFLEXIVO EM BANCADAS DE CULTIVO NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/866-material-reflexivo-em-bancadas-de-cultivo-na-formacao-de-mudas-de-maracujazeiro?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/866-material-reflexivo-em-bancadas-de-cultivo-na-formacao-de-mudas-de-maracujazeiro/file" length="355940" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/866-material-reflexivo-em-bancadas-de-cultivo-na-formacao-de-mudas-de-maracujazeiro/file"
                fileSize="355940"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">MATERIAL REFLEXIVO EM BANCADAS DE CULTIVO NA FORMAÇÃO DE MUDAS DE MARACUJAZEIRO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOPES, T. C., SANTOS, T. V., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Passiflora edulis,Ambiente protegido,Luz</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O maracujá amarelo é uma das espécies frutíferas mais cultivadas no Brasil e mudas vigorosas são necessárias para implantação e manutenção de pomares. O trabalho objetivou-se na utilização de diferentes tipos de material reflexivo em bancadas de cultivo visando melhor aproveitamento da luz no interior do ambiente protegido, para obtenção de mudas de maracujazeiro vigorosas e de elevada qualidade. O experimento foi instalado num ambiente protegido (telado agrícola), coberto com tela aluminizada termorrefletora de 50% de sombreamento, e fechamentos laterais com tela preta de 50% de sombreamento, num delineamento inteiramente casualizado, com 5 tratamentos e 6 repetições. Foram testados os seguintes tratamentos: testemunha, bancada sem material reflexivo; bancada coberta com papel alumínio; bancada coberta com tecido chamado “falso paetê”; bancada coberta com espelho; bancada coberta com bandeja laminada. Foi avaliado: altura média de plantas, número de folhas, clorofila, matéria seca da parte aérea, matéria seca da raiz, matéria seca total. O uso de bancada com material reflexivo de espelho propicia melhores mudas que o uso do tecido. O uso do espelho como material reflexivo proporciona maior crescimento absoluto de mudas de maracujá amarelo aos 70 dias. Não se recomenda o uso de tecido como material reflexivo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/866-material-reflexivo-em-bancadas-de-cultivo-na-formacao-de-mudas-de-maracujazeiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LOPES, T. C., SANTOS, T. V., COSTA, E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Passiflora edulis,Ambiente protegido,Luz</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O maracujá amarelo é uma das espécies frutíferas mais cultivadas no Brasil e mudas vigorosas são necessárias para implantação e manutenção de pomares. O trabalho objetivou-se na utilização de diferentes tipos de material reflexivo em bancadas de cultivo visando melhor aproveitamento da luz no interior do ambiente protegido, para obtenção de mudas de maracujazeiro vigorosas e de elevada qualidade. O experimento foi instalado num ambiente protegido (telado agrícola), coberto com tela aluminizada termorrefletora de 50% de sombreamento, e fechamentos laterais com tela preta de 50% de sombreamento, num delineamento inteiramente casualizado, com 5 tratamentos e 6 repetições. Foram testados os seguintes tratamentos: testemunha, bancada sem material reflexivo; bancada coberta com papel alumínio; bancada coberta com tecido chamado “falso paetê”; bancada coberta com espelho; bancada coberta com bandeja laminada. Foi avaliado: altura média de plantas, número de folhas, clorofila, matéria seca da parte aérea, matéria seca da raiz, matéria seca total. O uso de bancada com material reflexivo de espelho propicia melhores mudas que o uso do tecido. O uso do espelho como material reflexivo proporciona maior crescimento absoluto de mudas de maracujá amarelo aos 70 dias. Não se recomenda o uso de tecido como material reflexivo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:10:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Malhas fotosseletivas na brotação de mudas de cana-de-açúcar</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/849-malhas-fotosseletivas-na-brotacao-de-mudas-de-cana-de-acucar?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/849-malhas-fotosseletivas-na-brotacao-de-mudas-de-cana-de-acucar/file" length="447155" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/849-malhas-fotosseletivas-na-brotacao-de-mudas-de-cana-de-acucar/file"
                fileSize="447155"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Malhas fotosseletivas na brotação de mudas de cana-de-açúcar</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORDEIRO JUNIOR, J. J. F. C., GUISELINI, C., NETO, L. A. D. A., JúNIOR, G. R. D. S., CAVALCANTI, S. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Saccharum officinarum,brotação de mudas,malha de sombreamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar. A técnica de produção de mudas pré-brotadas (MPB) eleva a sanidade e qualidade dos canaviais. Objetivou-se verificar a influência de malhas fotosseletivas na brotação de MPB de cana-de-açúcar. A pesquisa foi realizada em ambiente protegido na UFRPE (Recife-PE). As mudas foram obtidas por meio da técnica de produção de mudas pré-brotadas (MPB) e os ambientes protegidos divididos em quatro módulos: malha vermelha Solpack® (T1), malha branca Solpack®(T2), malha freshnet Solpack®(T3) e sem malha fotosseletiva (T4). Foram registrados os dados micrometeorológicos nos ambientes internos e externo: temperatura do substrato e do ar (T, °C), e também as variáveis de brotação, a primeira contagem de brotação (PCB, %), o índice de velocidade de brotação (IVB) e a porcentagem de brotação (BRT, %). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), com teste de Tukey a 5% para comparação entre as médias. O substrato sob malhas fotosseletivas branca e vermelha apresentaram temperaturas médias de 32,9 e 30,2 °C, que foram superiores a do substrato sob malha freshnet e sem malha com 28 e 29,1°C, respectivamente. O IVB e a BRT apresentaram superioridade com uso de malhas fotosseletivas e diferiram significativamente do controle.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/849-malhas-fotosseletivas-na-brotacao-de-mudas-de-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORDEIRO JUNIOR, J. J. F. C., GUISELINI, C., NETO, L. A. D. A., JúNIOR, G. R. D. S., CAVALCANTI, S. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Saccharum officinarum,brotação de mudas,malha de sombreamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar. A técnica de produção de mudas pré-brotadas (MPB) eleva a sanidade e qualidade dos canaviais. Objetivou-se verificar a influência de malhas fotosseletivas na brotação de MPB de cana-de-açúcar. A pesquisa foi realizada em ambiente protegido na UFRPE (Recife-PE). As mudas foram obtidas por meio da técnica de produção de mudas pré-brotadas (MPB) e os ambientes protegidos divididos em quatro módulos: malha vermelha Solpack® (T1), malha branca Solpack®(T2), malha freshnet Solpack®(T3) e sem malha fotosseletiva (T4). Foram registrados os dados micrometeorológicos nos ambientes internos e externo: temperatura do substrato e do ar (T, °C), e também as variáveis de brotação, a primeira contagem de brotação (PCB, %), o índice de velocidade de brotação (IVB) e a porcentagem de brotação (BRT, %). O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado (DIC), com teste de Tukey a 5% para comparação entre as médias. O substrato sob malhas fotosseletivas branca e vermelha apresentaram temperaturas médias de 32,9 e 30,2 °C, que foram superiores a do substrato sob malha freshnet e sem malha com 28 e 29,1°C, respectivamente. O IVB e a BRT apresentaram superioridade com uso de malhas fotosseletivas e diferiram significativamente do controle.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 21 Feb 2020 08:54:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Inferência fuzzy para predição de estresse térmico em frangos de corte através da temperatura cloacal</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/823-inferencia-fuzzy-para-predicao-de-estresse-termico-em-frangos-de-corte-atraves-da-temperatura-cloacal?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/823-inferencia-fuzzy-para-predicao-de-estresse-termico-em-frangos-de-corte-atraves-da-temperatura-cloacal/file" length="341835" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/823-inferencia-fuzzy-para-predicao-de-estresse-termico-em-frangos-de-corte-atraves-da-temperatura-cloacal/file"
                fileSize="341835"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">Inferência fuzzy para predição de estresse térmico em frangos de corte através da temperatura cloacal</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BAHUTI, M., ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., LORENÇONI, D., DAMASCENO, F. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura,temperatura cloacal,lógica fuzzy</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Por meio de parâmetros fisiológicos das aves é possível determinar a condição de estresse proporcionado pelas condições climáticas de confinamento. Em vista disso, objetivou-se avaliar e predizer a temperatura cloacal de frangos de corte submetidos a estresse térmico, durante a segunda semana de vida, sobre diferentes intensidades e durações. Para realizar a predição, a lógica fuzzy surge como alternativa para embarque em sistemas eletrônicos a fim de auxiliar a tomada de decisão. Como variáveis de entrada para o modelo foi estabelecido a temperatura de bulbo seco do ar (º C), a duração do estresse (dias) e do número de dias após o estresse térmico, totalizando a partir dessas, 120 regras tratadas com a inferência de Mamdani. Comparados os resultados obtidos pelo modelo fuzzy com os dados experimentais, obteve-se valores satisfatórios para desvios padrão, erro percentual e coeficientes de determinação (R2) para todas as durações de estresse, equivalentes a 0,02, 0,08% e 0,998, respectivamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/823-inferencia-fuzzy-para-predicao-de-estresse-termico-em-frangos-de-corte-atraves-da-temperatura-cloacal?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BAHUTI, M., ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., LORENÇONI, D., DAMASCENO, F. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura,temperatura cloacal,lógica fuzzy</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Por meio de parâmetros fisiológicos das aves é possível determinar a condição de estresse proporcionado pelas condições climáticas de confinamento. Em vista disso, objetivou-se avaliar e predizer a temperatura cloacal de frangos de corte submetidos a estresse térmico, durante a segunda semana de vida, sobre diferentes intensidades e durações. Para realizar a predição, a lógica fuzzy surge como alternativa para embarque em sistemas eletrônicos a fim de auxiliar a tomada de decisão. Como variáveis de entrada para o modelo foi estabelecido a temperatura de bulbo seco do ar (º C), a duração do estresse (dias) e do número de dias após o estresse térmico, totalizando a partir dessas, 120 regras tratadas com a inferência de Mamdani. Comparados os resultados obtidos pelo modelo fuzzy com os dados experimentais, obteve-se valores satisfatórios para desvios padrão, erro percentual e coeficientes de determinação (R2) para todas as durações de estresse, equivalentes a 0,02, 0,08% e 0,998, respectivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:52:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PRODUÇÃO DE OVOS DE POEDEIRAS: ANÁLISE PARA O MUNICÍPIO DE BASTOS-SP</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/807-impactos-das-mudancas-climaticas-na-producao-de-ovos-de-poedeiras-analise-para-o-municipio-de-bastos-sp?format=html</link>
           <enclosure url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/807-impactos-das-mudancas-climaticas-na-producao-de-ovos-de-poedeiras-analise-para-o-municipio-de-bastos-sp/file" length="285002" type="application/pdf" />
           <media:content
                url="https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/807-impactos-das-mudancas-climaticas-na-producao-de-ovos-de-poedeiras-analise-para-o-municipio-de-bastos-sp/file"
                fileSize="285002"
                type="application/pdf"
                medium="document"
           />
           <media:title type="plain">IMPACTOS DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NA PRODUÇÃO DE OVOS DE POEDEIRAS: ANÁLISE PARA O MUNICÍPIO DE BASTOS-SP</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LAMARCA, D. S. F., PEREIRA, D. F., MAGALHãES, M. M. D., SALGADO, D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura de postura,mortalidade,zootecnia de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As mudanças climáticas afetarão fortemente os sistemas agropecuários, entre eles o sistema de avicultura de postura. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) elabora possíveis cenários futuros de variação de temperatura e precipitação, para que seja possível projetar impactos socioeconômicos e ambientais. Este trabalho realizou uma análise da viabilidade da produção de ovos do município de Bastos-SP, considerando o impacto gerado por ondas de calor na mortalidade das aves previstos nos cenários climáticos do IPCC apresentados no relatório AR5. O IPCC aponta que nos próximos anos em várias regiões do planeta, incluindo a região Sudeste do Brasil, haverá aumento de temperatura e também da frequência e intensidade de eventos extremos, entre eles as ondas de calor. Essa previsão representará aumento dos riscos de produção de ovos e afetará a viabilidade técnica e econômica dos produtores da região de Bastos-SP, principalmente daqueles que não possuírem aviários climatizados. Considerando o que se conhece da literatura sobre estresse térmico em aves e os impactos de ondas de calor na mortalidade de poedeiras, pode-se afirmar que os produtores de ovos do município de Bastos-SP que não optarem por climatizar seus aviários terão seus sistemas de produção comprometidos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-6/807-impactos-das-mudancas-climaticas-na-producao-de-ovos-de-poedeiras-analise-para-o-municipio-de-bastos-sp?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LAMARCA, D. S. F., PEREIRA, D. F., MAGALHãES, M. M. D., SALGADO, D. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>avicultura de postura,mortalidade,zootecnia de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As mudanças climáticas afetarão fortemente os sistemas agropecuários, entre eles o sistema de avicultura de postura. O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) elabora possíveis cenários futuros de variação de temperatura e precipitação, para que seja possível projetar impactos socioeconômicos e ambientais. Este trabalho realizou uma análise da viabilidade da produção de ovos do município de Bastos-SP, considerando o impacto gerado por ondas de calor na mortalidade das aves previstos nos cenários climáticos do IPCC apresentados no relatório AR5. O IPCC aponta que nos próximos anos em várias regiões do planeta, incluindo a região Sudeste do Brasil, haverá aumento de temperatura e também da frequência e intensidade de eventos extremos, entre eles as ondas de calor. Essa previsão representará aumento dos riscos de produção de ovos e afetará a viabilidade técnica e econômica dos produtores da região de Bastos-SP, principalmente daqueles que não possuírem aviários climatizados. Considerando o que se conhece da literatura sobre estresse térmico em aves e os impactos de ondas de calor na mortalidade de poedeiras, pode-se afirmar que os produtores de ovos do município de Bastos-SP que não optarem por climatizar seus aviários terão seus sistemas de produção comprometidos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Fri, 14 Feb 2020 16:29:17 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
</rss>