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       <title>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>Variação da condutividade elétrica de sementes de soja produzidas em duas épocas durante o armazenamento</title>
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           <media:title type="plain">Variação da condutividade elétrica de sementes de soja produzidas em duas épocas durante o armazenamento</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., BARBOZA, V. C., SIQUEIRA, V. C., PATRICIO, V. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Qualidade de sementes,Pós-colheita.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A época de cultivo e o armazenamento podem ser determinantes para o estabelecimento inicial da qualidade das sementes de soja, assim como para sua manutenção qualitativa, particularmente para as regiões tropicais. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a condutividade elétrica de sementes de soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, durante o armazenamento. As sementes foram colhidas com 20% de teor de água, secas até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes as sementes foram submetidas a avaliação qualitativa de sua integridade, por meio do teste de condutividade elétrica. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: as sementes de soja produzidas na segunda safra apresentaram melhor qualidade inicial e uma melhor qualidade durante o armazenamento, visto os resultados do teste serem menores quando comparados aos das sementes produzidas na primeira safra; as condições de temperatura e umidade relativa foram determinantes para o melhor estabelecimento da qualidade inicial das sementes de soja produzidas na segunda safra, assim como para uma melhor manutenção de sua armazenabilidade, devido as condições ambientais mais amenas no estádio de maturidade das sementes e durante o armazenamento.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., BARBOZA, V. C., SIQUEIRA, V. C., PATRICIO, V. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Qualidade de sementes,Pós-colheita.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A época de cultivo e o armazenamento podem ser determinantes para o estabelecimento inicial da qualidade das sementes de soja, assim como para sua manutenção qualitativa, particularmente para as regiões tropicais. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a condutividade elétrica de sementes de soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, durante o armazenamento. As sementes foram colhidas com 20% de teor de água, secas até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes as sementes foram submetidas a avaliação qualitativa de sua integridade, por meio do teste de condutividade elétrica. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: as sementes de soja produzidas na segunda safra apresentaram melhor qualidade inicial e uma melhor qualidade durante o armazenamento, visto os resultados do teste serem menores quando comparados aos das sementes produzidas na primeira safra; as condições de temperatura e umidade relativa foram determinantes para o melhor estabelecimento da qualidade inicial das sementes de soja produzidas na segunda safra, assim como para uma melhor manutenção de sua armazenabilidade, devido as condições ambientais mais amenas no estádio de maturidade das sementes e durante o armazenamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 16:42:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TESTE DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE PLANTAS AROMÁTICAS NA SECAGEM</title>
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           <media:title type="plain">TESTE DE CONDUTIVIDADE ELÉTRICA PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE PLANTAS AROMÁTICAS NA SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., MULLER, A., SCHMIDT, D. A., OURIVES, F. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Plantas aromáticas,Pós-colheita,Secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do estudo foi desenvolver uma metodologia para o teste de condutividade elétrica na avaliação da qualidade de plantas aromáticas e medicinais, quanto ao rendimento de óleo essencial do material vegetal, após secagem em camada fina. Foram realizados ensaios experimentais para três plantas aromáticas: manjericão (Ocimum spp.), guaco (Mikania Glomerata Sprengel) e manjerona (Origanum majorana L.), utilizando três temperaturas do ar de secagem (30, 50 e 70 °C), para um delineamento experimental (DIC), fatorial (3x3). Os parâmetros definidos para validação da metodologia de ensaio da condutividade elétrica nas plantas aromáticas foram o tempo de 33 horas de exposição do material e 5 g de material vegetal verde em 75 mL de água deionizada e 1 g de material vegetal seco em 50 mL de água deionizada, ambos a 25 °C. O aumento da temperatura do ar de secagem influenciou no aumento da taxa de remoção de água das plantas aromáticas e medicinais. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade das plantas, avaliada pelo teste de condutividade elétrica e o rendimento de óleo essencial. A condutividade elétrica mostrou-se um teste efetivo para avaliação da qualidade de plantas medicinais e aromáticas após secagem.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., MULLER, A., SCHMIDT, D. A., OURIVES, F. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Plantas aromáticas,Pós-colheita,Secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do estudo foi desenvolver uma metodologia para o teste de condutividade elétrica na avaliação da qualidade de plantas aromáticas e medicinais, quanto ao rendimento de óleo essencial do material vegetal, após secagem em camada fina. Foram realizados ensaios experimentais para três plantas aromáticas: manjericão (Ocimum spp.), guaco (Mikania Glomerata Sprengel) e manjerona (Origanum majorana L.), utilizando três temperaturas do ar de secagem (30, 50 e 70 °C), para um delineamento experimental (DIC), fatorial (3x3). Os parâmetros definidos para validação da metodologia de ensaio da condutividade elétrica nas plantas aromáticas foram o tempo de 33 horas de exposição do material e 5 g de material vegetal verde em 75 mL de água deionizada e 1 g de material vegetal seco em 50 mL de água deionizada, ambos a 25 °C. O aumento da temperatura do ar de secagem influenciou no aumento da taxa de remoção de água das plantas aromáticas e medicinais. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade das plantas, avaliada pelo teste de condutividade elétrica e o rendimento de óleo essencial. A condutividade elétrica mostrou-se um teste efetivo para avaliação da qualidade de plantas medicinais e aromáticas após secagem.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:34:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Teste de Condutividade Elétrica em Sementes de Cumbaru</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/1040-teste-de-condutividade-eletrica-em-sementes-de-cumbaru?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Teste de Condutividade Elétrica em Sementes de Cumbaru</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, J. C., VIANA, R. B., VILARINHO, M. K. C., CALDEIRA, D. S. A., JUNIOR, E. A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog, Lotes, Período de embebição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A análise de sementes contribui para a complementação de informações fornecidas por alguns testes de qualidade, dentre eles, destaca-se o de condutividade elétrica. Para sementes de cumbaru (Dipteryx alata Vog.), não existe na literatura, informações referentes à metodologia. Objetivou-se estabelecer uma metodologia para o teste de condutividade elétrica em sementes de cumbaru, em função do número de sementes e do período de embebição. O teste de condutividade elétrica foi realizado em quatro lotes de sementes de cumbaru com as seguintes variações: 5, 10, 15 e 25 sementes, embebidas em 75ml de água destilada à 25 ºC em BOD, sendo as leituras realizadas após 2, 6, 10, 14, 18 e 22 horas de embebição. Foram determinadas as porcentagens de germinação e índice de velocidade de emergência. Verificou-se maior eficiência nas metodologias com 15 e 25 sementes e leitura após 18 e 22 horas. O teste de condutividade elétrica foi eficiente para diferenciar a qualidade fisiológica das sementes com relação a lotes, número de sementes e período de embebição.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, J. C., VIANA, R. B., VILARINHO, M. K. C., CALDEIRA, D. S. A., JUNIOR, E. A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dipteryx alata Vog, Lotes, Período de embebição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A análise de sementes contribui para a complementação de informações fornecidas por alguns testes de qualidade, dentre eles, destaca-se o de condutividade elétrica. Para sementes de cumbaru (Dipteryx alata Vog.), não existe na literatura, informações referentes à metodologia. Objetivou-se estabelecer uma metodologia para o teste de condutividade elétrica em sementes de cumbaru, em função do número de sementes e do período de embebição. O teste de condutividade elétrica foi realizado em quatro lotes de sementes de cumbaru com as seguintes variações: 5, 10, 15 e 25 sementes, embebidas em 75ml de água destilada à 25 ºC em BOD, sendo as leituras realizadas após 2, 6, 10, 14, 18 e 22 horas de embebição. Foram determinadas as porcentagens de germinação e índice de velocidade de emergência. Verificou-se maior eficiência nas metodologias com 15 e 25 sementes e leitura após 18 e 22 horas. O teste de condutividade elétrica foi eficiente para diferenciar a qualidade fisiológica das sementes com relação a lotes, número de sementes e período de embebição.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:33:39 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEOR DE ÁGUA DAS SEMENTES EM FUNÇÃO DA COLORAÇÃO DOS CAPÍTULOS DE GIRASSOL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/1038-teor-de-agua-das-sementes-em-funcao-da-coloracao-dos-capitulos-de-girassol?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEOR DE ÁGUA DAS SEMENTES EM FUNÇÃO DA COLORAÇÃO DOS CAPÍTULOS DE GIRASSOL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WENNECK, G. S., SAATH, R., TELES, M. S., FRATTA, N. L., REIS, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus,Ponto de colheita,Qualidade e produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O déficit na produção de girassol deve-se parcialmente as dificuldades de colheita. De modo geral, reflexo do teor de água das sementes, os danos agravam-se em função da rotação do cilindro e velocidade da colhedora na colheita. Para estudar a maturação em genótipos de girassol, baseado na umidade dos capítulos e sementes, considerando a coloração do dorso dos capítulos, acompanhou-se a variação do teor de água entre capítulo e sementes. No fomento de informações, colheu-se girassóis em diferentes épocas, avaliando-se nas colheitas a coloração, o diâmetro e umidade dos capítulos e teor de água das sementes. Com elevado teor de água, a diferença de umidade entre capitulo e aquênio variou 25-18% (bu). Enquanto capítulos com coloração nos estágios verde-cana e amarela encontram-se com umidade 94-85% (bu), seus aquênios presentam teor de água entre 59-83%; na coloração amarela o teor de água dos capítulos variou entre 70-76% e suas sementes 48-60% (bu); à medida que a coloração dos capítulos passa do amarelo com bordas castanho para castanho com borda marrom ocorre uma redução de 70% para 40% de umidade, enquanto nos aquênios a varia de 48% para 28%. Colheita de capítulos com coloração marrom apresentam sementes de baixa qualidade e produção.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/1038-teor-de-agua-das-sementes-em-funcao-da-coloracao-dos-capitulos-de-girassol?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WENNECK, G. S., SAATH, R., TELES, M. S., FRATTA, N. L., REIS, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus,Ponto de colheita,Qualidade e produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O déficit na produção de girassol deve-se parcialmente as dificuldades de colheita. De modo geral, reflexo do teor de água das sementes, os danos agravam-se em função da rotação do cilindro e velocidade da colhedora na colheita. Para estudar a maturação em genótipos de girassol, baseado na umidade dos capítulos e sementes, considerando a coloração do dorso dos capítulos, acompanhou-se a variação do teor de água entre capítulo e sementes. No fomento de informações, colheu-se girassóis em diferentes épocas, avaliando-se nas colheitas a coloração, o diâmetro e umidade dos capítulos e teor de água das sementes. Com elevado teor de água, a diferença de umidade entre capitulo e aquênio variou 25-18% (bu). Enquanto capítulos com coloração nos estágios verde-cana e amarela encontram-se com umidade 94-85% (bu), seus aquênios presentam teor de água entre 59-83%; na coloração amarela o teor de água dos capítulos variou entre 70-76% e suas sementes 48-60% (bu); à medida que a coloração dos capítulos passa do amarelo com bordas castanho para castanho com borda marrom ocorre uma redução de 70% para 40% de umidade, enquanto nos aquênios a varia de 48% para 28%. Colheita de capítulos com coloração marrom apresentam sementes de baixa qualidade e produção.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:31:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Simulação da qualidade de sementes de soja pós-expedição</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/1016-simulacao-da-qualidade-de-sementes-de-soja-pos-expedicao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Simulação da qualidade de sementes de soja pós-expedição</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PASCUALI, L. C., PORTO, A. G., SANTOS, J. E. T. D., JORGE, C. D. S., REIS, D. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>armazenamento,germinação,vigor</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade fisiológica das sementes após a expedição é um fator preocupante, devido à falta de informações sobre o período suportado durante o transporte e armazenamento nas propriedades até que ocorra redução de qualidade. O presente estudo foi desenvolvido na Universidade do Estado de Mato Grosso com sementes de soja da variedade M-7739-IPRO submetidas a três condições de armazenamento, (20°C, 25°C e alternada de 20-40°C) situação similar a encontrada em barracões onde muitos agricultores armazenam suas sementes até o plantio. A qualidade foi determinada com 1, 2, 3, 4, 7, 14, 21, 28, 35 dias pelos testes de germinação, envelhecimento acelerado e emergência em solo. Os resultados obtidos evidenciam que após 4 dias, independente da condição de armazenamento os resultados do teste de germinação foram inferiores ao estabelecido nas Regras de Análise de Sementes para a comercialização, sendo a redução semelhante nos três ambientes até 28 dias, com redução de 31 pontos percentuais dos 28 aos 35 dias no ambiente com temperatura alternada, efeito semelhante também observado no teste de vigor até 14 dias. No entanto, a percentagem de emergência em solo não apresentou diferenças significativas entre os ambientes durante o período de condução do experimento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/1016-simulacao-da-qualidade-de-sementes-de-soja-pos-expedicao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PASCUALI, L. C., PORTO, A. G., SANTOS, J. E. T. D., JORGE, C. D. S., REIS, D. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>armazenamento,germinação,vigor</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade fisiológica das sementes após a expedição é um fator preocupante, devido à falta de informações sobre o período suportado durante o transporte e armazenamento nas propriedades até que ocorra redução de qualidade. O presente estudo foi desenvolvido na Universidade do Estado de Mato Grosso com sementes de soja da variedade M-7739-IPRO submetidas a três condições de armazenamento, (20°C, 25°C e alternada de 20-40°C) situação similar a encontrada em barracões onde muitos agricultores armazenam suas sementes até o plantio. A qualidade foi determinada com 1, 2, 3, 4, 7, 14, 21, 28, 35 dias pelos testes de germinação, envelhecimento acelerado e emergência em solo. Os resultados obtidos evidenciam que após 4 dias, independente da condição de armazenamento os resultados do teste de germinação foram inferiores ao estabelecido nas Regras de Análise de Sementes para a comercialização, sendo a redução semelhante nos três ambientes até 28 dias, com redução de 31 pontos percentuais dos 28 aos 35 dias no ambiente com temperatura alternada, efeito semelhante também observado no teste de vigor até 14 dias. No entanto, a percentagem de emergência em solo não apresentou diferenças significativas entre os ambientes durante o período de condução do experimento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 09:08:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE PINHA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/987-radiacao-uv-c-na-qualidade-pos-colheita-de-pinha?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE PINHA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA, K. D. D., COSTA, G. G., CRUZ, G. H. T., CAPUCHINHO, F. F., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Annona squamosa.,Ultravioleta.,Armazenamento.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A família Annonaceae compreende grande número de gêneros e espécies, a maioria nativa das regiões tropicais ou subtropicais. Devido à alta perecibilidade, os frutos das anonáceas apresentam problemas em sua conservação pós-colheita. Portanto, objetivou-se avaliar o efeito da radiação UV-C na qualidade pós-colheita de pinha, provenientes da região de Padre Bernardo/GO. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado, no esquema fatorial 5x6 (tempos de radiação UV-C x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição dos frutos a radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) e 6 dias de avaliação (0, 2, 4, 6, 8 e 10 dias), onde foram analisados pH, firmeza de polpa e firmeza de casca. Os dados originados das análises dos frutos foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05 e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade (P&lt;0,05). Com base nos resultados, os maiores tempos de exposição à UV-C proporcionaram manutenção da qualidade da pinha durante os dias de armazenamento, por maior período. Os frutos expostos por menor tempo à radiação resultaram em menor firmeza da casca. Em relação aos dias de análise, a pinha apresentou características pós-colheita adequadas para a comercialização após 10 dias de armazenamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/987-radiacao-uv-c-na-qualidade-pos-colheita-de-pinha?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA, K. D. D., COSTA, G. G., CRUZ, G. H. T., CAPUCHINHO, F. F., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Annona squamosa.,Ultravioleta.,Armazenamento.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A família Annonaceae compreende grande número de gêneros e espécies, a maioria nativa das regiões tropicais ou subtropicais. Devido à alta perecibilidade, os frutos das anonáceas apresentam problemas em sua conservação pós-colheita. Portanto, objetivou-se avaliar o efeito da radiação UV-C na qualidade pós-colheita de pinha, provenientes da região de Padre Bernardo/GO. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado, no esquema fatorial 5x6 (tempos de radiação UV-C x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição dos frutos a radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) e 6 dias de avaliação (0, 2, 4, 6, 8 e 10 dias), onde foram analisados pH, firmeza de polpa e firmeza de casca. Os dados originados das análises dos frutos foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05 e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade (P&lt;0,05). Com base nos resultados, os maiores tempos de exposição à UV-C proporcionaram manutenção da qualidade da pinha durante os dias de armazenamento, por maior período. Os frutos expostos por menor tempo à radiação resultaram em menor firmeza da casca. Em relação aos dias de análise, a pinha apresentou características pós-colheita adequadas para a comercialização após 10 dias de armazenamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:40:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA MANUTENÇÃO PÓS-COLHEITA DA JABUTICABA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/986-radiacao-uv-c-na-manutencao-pos-colheita-da-jabuticaba?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA MANUTENÇÃO PÓS-COLHEITA DA JABUTICABA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIMOLI, P. A. R., MOREIRA, M. S., SOUSA, K. D. D., ALMEIDA, R. R. D., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Conservação,Myrciaria jaboticaba,Ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A perecibilidade da jabuticaba é um dos principais problemas de sua comercialização, tornando-se necessária a adoção de práticas pós-colheita. Portanto, este trabalho teve objetivo de avaliar o efeito da radiação UV-C na conservação pós-colheita de jabuticaba. A pesquisa deu-se na Universidade Estadual de Goiás – Campus CET em Anápolis – Goiás. Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jaboticabal em Nova Fátima, Distrito de Hidrolândia – Goiás. Utilizou-se do delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x5, sendo 5 tempos de radiação (0, 2, 4, 6 e 8 minutos de UV-C) e 5 dias de análise (0, 2, 4, 6 e 8 dias), com 4 repetições, armazenado em B.O.D. à 12º C, com 85-90% de UR. Foram realizadas análises como: perda de massa, acidez titulável e croma. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05) e, quando significativos, fez-se a análise de Regressão. Com base nos resultados, o tratamento com 8 minutos de UV-C apresentou o menor percentual de perda de massa (9,91%), este que, em conjunto com o 4 minutos de UV-C, apresentaram maior estabilidade quanto a acidez e intensidade da cor (C) durante os 8 dias de armazenamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/986-radiacao-uv-c-na-manutencao-pos-colheita-da-jabuticaba?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RIMOLI, P. A. R., MOREIRA, M. S., SOUSA, K. D. D., ALMEIDA, R. R. D., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Conservação,Myrciaria jaboticaba,Ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A perecibilidade da jabuticaba é um dos principais problemas de sua comercialização, tornando-se necessária a adoção de práticas pós-colheita. Portanto, este trabalho teve objetivo de avaliar o efeito da radiação UV-C na conservação pós-colheita de jabuticaba. A pesquisa deu-se na Universidade Estadual de Goiás – Campus CET em Anápolis – Goiás. Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jaboticabal em Nova Fátima, Distrito de Hidrolândia – Goiás. Utilizou-se do delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x5, sendo 5 tempos de radiação (0, 2, 4, 6 e 8 minutos de UV-C) e 5 dias de análise (0, 2, 4, 6 e 8 dias), com 4 repetições, armazenado em B.O.D. à 12º C, com 85-90% de UR. Foram realizadas análises como: perda de massa, acidez titulável e croma. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05) e, quando significativos, fez-se a análise de Regressão. Com base nos resultados, o tratamento com 8 minutos de UV-C apresentou o menor percentual de perda de massa (9,91%), este que, em conjunto com o 4 minutos de UV-C, apresentaram maior estabilidade quanto a acidez e intensidade da cor (C) durante os 8 dias de armazenamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:38:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade tecnológica de grãos de feijoeiro submetido a doses de nitrogênio em adubação de cobertura</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/984-qualidade-tecnologica-de-graos-de-feijoeiro-submetido-a-doses-de-nitrogenio-em-adubacao-de-cobertura?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade tecnológica de grãos de feijoeiro submetido a doses de nitrogênio em adubação de cobertura</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, S. S. D., FLÔRES, J. D. A., JUNIOR, P. A. C., DAMIÃO, V. D., LEMOS, L. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L.,sistema plantio direto,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O nitrogênio é o nutriente mais exigido pela cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.). Sendo assim, o adequado fornecimento do elemento pode promover, não só a produção satisfatória da cultura, mas também alterar a qualidade tecnológica do grão, um aspecto que influência a aceitação pelo consumidor. Objetivou-se a caracterização de teor de proteína bruta, tempo de cocção, tempo para máxima hidratação e relação de hidratação para grãos de feijão comum do grupo carioca, em função de doses de nitrogênio, aplicadas via adubação de cobertura. O delineamento experimental foi em blocos casualizados e os tratamentos utilizados foram cinco doses de nitrogênio (0, 50, 100, 150 e 200 kg ha-1) em adubação de cobertura, com 20 repetições. O experimento foi conduzido em Jaboticabal-SP em sistema plantio direto. Realizou-se análise de variância, cujo estudo demonstrou que as variáveis analisadas não diferiram em relação às doses de nitrogênio. Assim, os resultados médios para teor de proteína bruta, tempo de cocção, tempo para máxima hidratação e relação de hidratação foram, respectivamente, 20,4%; 19 minutos; 11 horas e 35 minutos e 2,01. Concluiu-se que as doses de nitrogênio aplicadas em adubação de cobertura no feijoeiro, não interferiram nas variáveis de qualidade tecnológica do grão.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, S. S. D., FLÔRES, J. D. A., JUNIOR, P. A. C., DAMIÃO, V. D., LEMOS, L. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris L.,sistema plantio direto,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O nitrogênio é o nutriente mais exigido pela cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.). Sendo assim, o adequado fornecimento do elemento pode promover, não só a produção satisfatória da cultura, mas também alterar a qualidade tecnológica do grão, um aspecto que influência a aceitação pelo consumidor. Objetivou-se a caracterização de teor de proteína bruta, tempo de cocção, tempo para máxima hidratação e relação de hidratação para grãos de feijão comum do grupo carioca, em função de doses de nitrogênio, aplicadas via adubação de cobertura. O delineamento experimental foi em blocos casualizados e os tratamentos utilizados foram cinco doses de nitrogênio (0, 50, 100, 150 e 200 kg ha-1) em adubação de cobertura, com 20 repetições. O experimento foi conduzido em Jaboticabal-SP em sistema plantio direto. Realizou-se análise de variância, cujo estudo demonstrou que as variáveis analisadas não diferiram em relação às doses de nitrogênio. Assim, os resultados médios para teor de proteína bruta, tempo de cocção, tempo para máxima hidratação e relação de hidratação foram, respectivamente, 20,4%; 19 minutos; 11 horas e 35 minutos e 2,01. Concluiu-se que as doses de nitrogênio aplicadas em adubação de cobertura no feijoeiro, não interferiram nas variáveis de qualidade tecnológica do grão.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:36:35 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE GRÃOS DE SOJA PRODUZIDA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/982-qualidade-pos-colheita-de-graos-de-soja-produzida-no-parana-e-no-mato-grosso?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE GRÃOS DE SOJA PRODUZIDA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ONETTA, J. D. S., RUFFATO, S., ROSA, H. A. D., RUFFATO, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>propriedades físicas,proteína bruta,cultivares</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção da soja tem aumentado de forma expressiva a cada safra, e embora seja utilizada como alimento, pouca preocupação tem sido observada em relação a sua qualidade. Objetivou-se com este trabalho avaliar comparativamente a qualidade física e a composição de grãos de soja produzidos nos estados do Paraná e Mato Grosso. As análises físicas referem-se à: massa de mil grãos, massa específica aparente, massa específica unitária, tamanho e forma dos grãos. Quanto à composição, foram determinados os teores de proteína bruta, matéria seca e nitrogênio presentes nos grãos. Os materiais avaliados foram acompanhados do plantio a colheita. Após colheita mecânica, as amostras foram acondicionadas em embalagens de polipropileno e mantidas refrigeradas até realização das análises qualitativas. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&gt;0,05) e as médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Scott Knott a 5% de probabilidade. Pela análise dos dados foi contatado que as cultivares de soja produzidas no Paraná possuem uma qualidade física superior às cultivares produzidas no Mato Grosso. Quanto à composição química, não foram constatadas diferenças expressivas entre estados. As diferenças varietais demonstraram influência significativa sobre aspectos físicos de grãos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/982-qualidade-pos-colheita-de-graos-de-soja-produzida-no-parana-e-no-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ONETTA, J. D. S., RUFFATO, S., ROSA, H. A. D., RUFFATO, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>propriedades físicas,proteína bruta,cultivares</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A produção da soja tem aumentado de forma expressiva a cada safra, e embora seja utilizada como alimento, pouca preocupação tem sido observada em relação a sua qualidade. Objetivou-se com este trabalho avaliar comparativamente a qualidade física e a composição de grãos de soja produzidos nos estados do Paraná e Mato Grosso. As análises físicas referem-se à: massa de mil grãos, massa específica aparente, massa específica unitária, tamanho e forma dos grãos. Quanto à composição, foram determinados os teores de proteína bruta, matéria seca e nitrogênio presentes nos grãos. Os materiais avaliados foram acompanhados do plantio a colheita. Após colheita mecânica, as amostras foram acondicionadas em embalagens de polipropileno e mantidas refrigeradas até realização das análises qualitativas. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&gt;0,05) e as médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Scott Knott a 5% de probabilidade. Pela análise dos dados foi contatado que as cultivares de soja produzidas no Paraná possuem uma qualidade física superior às cultivares produzidas no Mato Grosso. Quanto à composição química, não foram constatadas diferenças expressivas entre estados. As diferenças varietais demonstraram influência significativa sobre aspectos físicos de grãos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:34:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA SAFRA 2016/17 DO SUL DO RIO GRANDE DO SUL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/980-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-safra-2016-17-do-sul-do-rio-grande-do-sul?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA SAFRA 2016/17 DO SUL DO RIO GRANDE DO SUL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MEDEIROS, D. C. D., NADAL, A. P., MALDANER, H. R., MATTOS, F. P., GADOTTI, G. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Germinação,Glycine max (L.),vigor</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura da soja é uma das mais cultivadas no mundo atualmente, sendo o Brasil um dos maiores produtores. O estado do Rio Grande do Sul corresponde a uma produção superior a 15 mil t na safra 2015/16, para tanto a avaliação das sementes utilizadas pelos produtores durante a safra torna-se importante, visto que as sementes são consideradas um veículo de transferência de tecnologia, através do potencial genético expresso pelo desenvolvimento de plantas oriundas de sementes com alta qualidade. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes de soja utilizadas pelos produtores da região sul do estado. As sementes foram coletadas em diferentes localidades e encaminhadas para o laboratório de Ciência e Tecnologia de Sementes da Universidade Federal de Pelotas onde foram avaliados teste de primeira contagem de germinação e germinação, envelhecimento acelerado e tamanho das sementes através do teste de peneiras. Com base nos dados obtidos, houve diferença nos testes avaliados em relação a qualidade fisiológica, tanto em relação a sua germinação como no seu tamanho. Pode-se concluir que sementes de soja utilizadas na safra 2016/17 pelos produtores possuem diferenças em sua qualidade fisiológica.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/980-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-safra-2016-17-do-sul-do-rio-grande-do-sul?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MEDEIROS, D. C. D., NADAL, A. P., MALDANER, H. R., MATTOS, F. P., GADOTTI, G. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Germinação,Glycine max (L.),vigor</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura da soja é uma das mais cultivadas no mundo atualmente, sendo o Brasil um dos maiores produtores. O estado do Rio Grande do Sul corresponde a uma produção superior a 15 mil t na safra 2015/16, para tanto a avaliação das sementes utilizadas pelos produtores durante a safra torna-se importante, visto que as sementes são consideradas um veículo de transferência de tecnologia, através do potencial genético expresso pelo desenvolvimento de plantas oriundas de sementes com alta qualidade. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes de soja utilizadas pelos produtores da região sul do estado. As sementes foram coletadas em diferentes localidades e encaminhadas para o laboratório de Ciência e Tecnologia de Sementes da Universidade Federal de Pelotas onde foram avaliados teste de primeira contagem de germinação e germinação, envelhecimento acelerado e tamanho das sementes através do teste de peneiras. Com base nos dados obtidos, houve diferença nos testes avaliados em relação a qualidade fisiológica, tanto em relação a sua germinação como no seu tamanho. Pode-se concluir que sementes de soja utilizadas na safra 2016/17 pelos produtores possuem diferenças em sua qualidade fisiológica.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:32:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA DURANTE MATURAÇÃO E TOLERÂNCIA A SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/979-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-durante-maturacao-e-tolerancia-a-secagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA DURANTE MATURAÇÃO E TOLERÂNCIA A SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., OBA, G. C., SARATH, K. L. L., PAGNONCELLI, L. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de sementes,secagem artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A colheita de sementes em diferentes épocas pode ser uma alternativa para atenuar as adversidades climáticas após a maturação, especialmente nas regiões tropicais. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade de sementes de soja provenientes de duas épocas de semeaduras, colhidas com diferentes teores de água e submetidas a diferentes temperaturas de secagem. As sementes foram colhidas com teores de água de 55, 50, 45, 40, 35, 30, 25 e 20%. Para cada colheita, houve a separação das sementes em três partes, sendo uma diretamente submetida à avaliação da germinação, do índice de velocidade de germinação e do tempo médio de germinação, e as outras secas a 40 e 50 °C, até atingirem o teor de água de 11,5%. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: o máximo potencial fisiológico das sementes de soja é alcançado com 55% de teor de água; a permanência das sementes no campo provoca o decréscimo em seu potencial fisiológico; as sementes tornam-se tolerantes à dessecação com aproximadamente 30% de teor de água; a germinação e o vigor das sementes reduzem com o aumento da temperatura do ar de secagem, sendo esse efeito potencializado quando os teores de água são acima de 30%.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/979-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-durante-maturacao-e-tolerancia-a-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., OBA, G. C., SARATH, K. L. L., PAGNONCELLI, L. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de sementes,secagem artificial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A colheita de sementes em diferentes épocas pode ser uma alternativa para atenuar as adversidades climáticas após a maturação, especialmente nas regiões tropicais. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade de sementes de soja provenientes de duas épocas de semeaduras, colhidas com diferentes teores de água e submetidas a diferentes temperaturas de secagem. As sementes foram colhidas com teores de água de 55, 50, 45, 40, 35, 30, 25 e 20%. Para cada colheita, houve a separação das sementes em três partes, sendo uma diretamente submetida à avaliação da germinação, do índice de velocidade de germinação e do tempo médio de germinação, e as outras secas a 40 e 50 °C, até atingirem o teor de água de 11,5%. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: o máximo potencial fisiológico das sementes de soja é alcançado com 55% de teor de água; a permanência das sementes no campo provoca o decréscimo em seu potencial fisiológico; as sementes tornam-se tolerantes à dessecação com aproximadamente 30% de teor de água; a germinação e o vigor das sementes reduzem com o aumento da temperatura do ar de secagem, sendo esse efeito potencializado quando os teores de água são acima de 30%.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:31:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade fisiológica de sementes de Moringa oleífera L. durante armazenamento</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/978-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-moringa-oleifera-l-durante-armazenamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade fisiológica de sementes de Moringa oleífera L. durante armazenamento</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, V. R. G., BIAGI, J. D., OLIVEIRA, R. A. D., AGUIAR, R. H., BRAZ, M. R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>germinação,embalagem,estocagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Moringa oleifera L. é uma planta de uso múltiplo, suas raízes, folhas, frutos e sementes têm aplicação alimentícia, medicinal, industrial e na clarificação de água. Em virtude disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes de moringa durante o armazenamento. Realizaram-se ensaios de acordo com delineamento inteiramente casualisado, em arranjo fatorial 2x4: dois tipos de embalagens (saco de papel pardo e saco plástico) e cinco períodos de armazenamento (1, 2, 3, 4 e 5 meses) em câmara refrigerada com temperatura de 17 ºC, de dois lotes de sementes. A qualidade fisiológica foi avaliada pelo teste de germinação. A partir da análise dos resultados (Teste de Tukey), não se observou diferença significativa (5% de probabilidade) da germinação das sementes de ambos os lotes entre as embalagens. Durante os 5 meses, a germinação do lote 1, embalado em sacos de papel, manteve-se sem variação. No entanto, o lote 1 em sacos plásticos, apresentou redução da germinação do segundo ao quarto mês de armazenamento. Considerando o lote 2, em sacos de papel, observou-se redução da germinação no terceiro e quarto mês de armazenamento, enquanto que as sementes embaladas em sacos plásticos mantiveram a germinação sem variação durante o armazenamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/978-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-moringa-oleifera-l-durante-armazenamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NASCIMENTO, V. R. G., BIAGI, J. D., OLIVEIRA, R. A. D., AGUIAR, R. H., BRAZ, M. R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>germinação,embalagem,estocagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Moringa oleifera L. é uma planta de uso múltiplo, suas raízes, folhas, frutos e sementes têm aplicação alimentícia, medicinal, industrial e na clarificação de água. Em virtude disso, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade fisiológica de sementes de moringa durante o armazenamento. Realizaram-se ensaios de acordo com delineamento inteiramente casualisado, em arranjo fatorial 2x4: dois tipos de embalagens (saco de papel pardo e saco plástico) e cinco períodos de armazenamento (1, 2, 3, 4 e 5 meses) em câmara refrigerada com temperatura de 17 ºC, de dois lotes de sementes. A qualidade fisiológica foi avaliada pelo teste de germinação. A partir da análise dos resultados (Teste de Tukey), não se observou diferença significativa (5% de probabilidade) da germinação das sementes de ambos os lotes entre as embalagens. Durante os 5 meses, a germinação do lote 1, embalado em sacos de papel, manteve-se sem variação. No entanto, o lote 1 em sacos plásticos, apresentou redução da germinação do segundo ao quarto mês de armazenamento. Considerando o lote 2, em sacos de papel, observou-se redução da germinação no terceiro e quarto mês de armazenamento, enquanto que as sementes embaladas em sacos plásticos mantiveram a germinação sem variação durante o armazenamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:30:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE FEIJÃO AO LONGO DO ARMAZENAMENTO EM FUNÇÃO DA DESSECAÇÃO EM PRÉ-COLHEITA COM ETEPHON</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/977-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-feijao-ao-longo-do-armazenamento-em-funcao-da-dessecacao-em-pre-colheita-com-etephon?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAUJO, M. E. V. D., ARAUJO, R. S. L., ARAúJO, Y. J. D., LISBOA, C. F., TEIXEIRA, I. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris,Dessecante,Qualidade de semente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A não observação da época adequada de aplicação de herbicida dessecante pode comprometer o processo de acúmulo de reservas nas sementes, colaborando para o decréscimo do rendimento da cultura e da qualidade de semente durante o período de acondicionamento. Este trabalho teve por objetivo acompanhar por meio de análises laboratoriais o processo de deterioração fisiológica de sementes de feijão dessecadas com etephon na pré-colheita, ocorridas durante o acondicionamento. Empregou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 5 x 6, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos da aplicação do herbicida dessecante etephon em dois estádios de crescimento das plantas (R8 e R9), com cinco fracionamentos de doses (0 - testemunha, 100, 200, 400 e 800 ppm/ha), combinadas com avaliações mensais, durante seis meses. Durante o armazenamento foram feitos os testes de germinação, primeira contagem, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica, além do acompanhamento do teor de água das sementes. A qualidade de sementes de feijão armazenada durante os seis meses foi mantida quando as plantas foram dessecadas no estádio R8, empregando a dose de 400 ppm/ha, mostrando que a aplicação de etephon, não compromete as qualidades fisiológicas das sementes de feijão, se aplicada no momento certo e dose correta.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/977-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-feijao-ao-longo-do-armazenamento-em-funcao-da-dessecacao-em-pre-colheita-com-etephon?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAUJO, M. E. V. D., ARAUJO, R. S. L., ARAúJO, Y. J. D., LISBOA, C. F., TEIXEIRA, I. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Phaseolus vulgaris,Dessecante,Qualidade de semente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A não observação da época adequada de aplicação de herbicida dessecante pode comprometer o processo de acúmulo de reservas nas sementes, colaborando para o decréscimo do rendimento da cultura e da qualidade de semente durante o período de acondicionamento. Este trabalho teve por objetivo acompanhar por meio de análises laboratoriais o processo de deterioração fisiológica de sementes de feijão dessecadas com etephon na pré-colheita, ocorridas durante o acondicionamento. Empregou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 5 x 6, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos da aplicação do herbicida dessecante etephon em dois estádios de crescimento das plantas (R8 e R9), com cinco fracionamentos de doses (0 - testemunha, 100, 200, 400 e 800 ppm/ha), combinadas com avaliações mensais, durante seis meses. Durante o armazenamento foram feitos os testes de germinação, primeira contagem, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica, além do acompanhamento do teor de água das sementes. A qualidade de sementes de feijão armazenada durante os seis meses foi mantida quando as plantas foram dessecadas no estádio R8, empregando a dose de 400 ppm/ha, mostrando que a aplicação de etephon, não compromete as qualidades fisiológicas das sementes de feijão, se aplicada no momento certo e dose correta.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:29:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FÍSICA E SANITÁRIA DE GRÃOS DE SOJA ARMAZENADOS NA REGIÃO DE SINOP-MT</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/975-qualidade-fisica-e-sanitaria-de-graos-de-soja-armazenados-na-regiao-de-sinop-mt?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FÍSICA E SANITÁRIA DE GRÃOS DE SOJA ARMAZENADOS NA REGIÃO DE SINOP-MT</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAULA, T. M. L. D., RUFFATO, S., BONALDO, S. M., TAFFAREL, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pós-colheita,Propriedades Físicas,Qualidade Sanitária</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se por este estudo, caracterizar qualitativamente grãos de soja armazenados na região Médio-norte de Mato Grosso, para tanto, foi realizada a detecção e caracterização de fungos associados, bem como, determinação de propriedades físicas dos grãos. Foram coletadas amostras em 22 unidades localizadas na região. Os grãos foram submetidos a detecção e identificação da microbiota fúngica pelo método do papel de filtro (“blotter test”). Foram determinadas as seguintes propriedades físicas: tamanho e forma, massa específica aparente, massa de 1.000 grãos, volume e massa individual do grão. Das propriedades físicas tem-se uma grande variação nos grãos de soja, sendo mais expressiva para massa de mil grãos, seguido da massa específica aparente. Houve ainda variação significativa de características relacionadas ao tamanho e forma dos grãos de soja, podendo interferir nos processos de pós-colheita. A incidência fúngica dos grãos é significativa e preocupante, com altas incidências para fungos toxigênicos, como Aspergillus, Fusarium e Penicilium, tendo 38%, 25% e 47% de incidência média, respectivamente. Além da alta contaminação pelo fungo Rhizopus, sendo que em torno de 37% das amostras foi detectada incidência de 100% do mesmo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/975-qualidade-fisica-e-sanitaria-de-graos-de-soja-armazenados-na-regiao-de-sinop-mt?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PAULA, T. M. L. D., RUFFATO, S., BONALDO, S. M., TAFFAREL, C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pós-colheita,Propriedades Físicas,Qualidade Sanitária</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se por este estudo, caracterizar qualitativamente grãos de soja armazenados na região Médio-norte de Mato Grosso, para tanto, foi realizada a detecção e caracterização de fungos associados, bem como, determinação de propriedades físicas dos grãos. Foram coletadas amostras em 22 unidades localizadas na região. Os grãos foram submetidos a detecção e identificação da microbiota fúngica pelo método do papel de filtro (“blotter test”). Foram determinadas as seguintes propriedades físicas: tamanho e forma, massa específica aparente, massa de 1.000 grãos, volume e massa individual do grão. Das propriedades físicas tem-se uma grande variação nos grãos de soja, sendo mais expressiva para massa de mil grãos, seguido da massa específica aparente. Houve ainda variação significativa de características relacionadas ao tamanho e forma dos grãos de soja, podendo interferir nos processos de pós-colheita. A incidência fúngica dos grãos é significativa e preocupante, com altas incidências para fungos toxigênicos, como Aspergillus, Fusarium e Penicilium, tendo 38%, 25% e 47% de incidência média, respectivamente. Além da alta contaminação pelo fungo Rhizopus, sendo que em torno de 37% das amostras foi detectada incidência de 100% do mesmo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:28:37 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FÍSICA E SANITÁRIA DE CASTANHA-DO-BRASIL (NATIVA E ENXERTADA)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/974-qualidade-fisica-e-sanitaria-de-castanha-do-brasil-nativa-e-enxertada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FÍSICA E SANITÁRIA DE CASTANHA-DO-BRASIL (NATIVA E ENXERTADA)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARFELI, M. J., RUFFATO, S., VETTORAZZI, G. H. R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bertholletia excelsa,propriedades físicas,incidência fúngica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Apesar da importância, pouco se sabe a respeito da qualidade da Castanha-do-Brasil produzida por enxertia, neste sentido, objetivou-se com este trabalho avaliar, por meio de análises físicas e sanitárias, a castanha produzida por enxerto comparando com a castanha nativa. As amostras dos frutos nativos foram obtidas com castanheiros do município de Itaúba – MT, e as amostras de castanha enxertada em propriedade localizada no município de Santa Carmem – MT. Para ambos os sistemas de produção foram realizadas duas coletas. As amostras foram preparadas sem casca para determinação das seguintes variáveis: tamanho e forma; massa e incidência fúngica. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&lt;0,05) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Dos principais resultados tem-se que, a castanha produzida sob enxertia apresenta massa, volume e dimensões maiores que a nativa. Quanto à esfericidade e a circularidade os maiores valores foram para a castanha nativa. Na 1ª coleta a incidência foi maior para castanha enxertada, do contrário na 2ª coleta a incidência para este sistema foi menor. Os principais gêneros de fungos encontrados foram: Fusarium spp. e Penicillium spp.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/974-qualidade-fisica-e-sanitaria-de-castanha-do-brasil-nativa-e-enxertada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARFELI, M. J., RUFFATO, S., VETTORAZZI, G. H. R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bertholletia excelsa,propriedades físicas,incidência fúngica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Apesar da importância, pouco se sabe a respeito da qualidade da Castanha-do-Brasil produzida por enxertia, neste sentido, objetivou-se com este trabalho avaliar, por meio de análises físicas e sanitárias, a castanha produzida por enxerto comparando com a castanha nativa. As amostras dos frutos nativos foram obtidas com castanheiros do município de Itaúba – MT, e as amostras de castanha enxertada em propriedade localizada no município de Santa Carmem – MT. Para ambos os sistemas de produção foram realizadas duas coletas. As amostras foram preparadas sem casca para determinação das seguintes variáveis: tamanho e forma; massa e incidência fúngica. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&lt;0,05) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Dos principais resultados tem-se que, a castanha produzida sob enxertia apresenta massa, volume e dimensões maiores que a nativa. Quanto à esfericidade e a circularidade os maiores valores foram para a castanha nativa. Na 1ª coleta a incidência foi maior para castanha enxertada, do contrário na 2ª coleta a incidência para este sistema foi menor. Os principais gêneros de fungos encontrados foram: Fusarium spp. e Penicillium spp.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:27:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade do óleo bruto da soja produzida em duas épocas durante o armazenamento</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/972-qualidade-do-oleo-bruto-da-soja-produzida-em-duas-epocas-durante-o-armazenamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade do óleo bruto da soja produzida em duas épocas durante o armazenamento</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., OBA, G. C., MARTINS, E. A. S., RIBEIRO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de grãos,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Alguns subprodutos, como o óleo bruto da soja, tem a capacidade de evidenciar também a real qualidade do material produzido e armazenado. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade do óleo bruto da soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, submetidas ao armazenamento. Os grãos foram colhidos com 20% de teor de água, secos até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a qualidade do óleo bruto foi avaliada por meio da determinação do índice de acidez e do índice de peróxido. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: a soja produzida na segunda safra apresentou melhor qualidade durante o armazenamento; a qualidade do óleo bruto extraído da soja produzida na segunda safra foi superior quando comparado ao da soja primeira safra, visto esse apresentar menores valores de índice de acidez e peróxido; o óleo bruto proveniente da soja, independentemente da safra produzida, não superou os limites de acidez e peróxido estabelecidos pela Anvisa, refletindo, em geral, uma manutenção qualitativa eficiente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/972-qualidade-do-oleo-bruto-da-soja-produzida-em-duas-epocas-durante-o-armazenamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., OBA, G. C., MARTINS, E. A. S., RIBEIRO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de grãos,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Alguns subprodutos, como o óleo bruto da soja, tem a capacidade de evidenciar também a real qualidade do material produzido e armazenado. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade do óleo bruto da soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, submetidas ao armazenamento. Os grãos foram colhidos com 20% de teor de água, secos até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a qualidade do óleo bruto foi avaliada por meio da determinação do índice de acidez e do índice de peróxido. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: a soja produzida na segunda safra apresentou melhor qualidade durante o armazenamento; a qualidade do óleo bruto extraído da soja produzida na segunda safra foi superior quando comparado ao da soja primeira safra, visto esse apresentar menores valores de índice de acidez e peróxido; o óleo bruto proveniente da soja, independentemente da safra produzida, não superou os limites de acidez e peróxido estabelecidos pela Anvisa, refletindo, em geral, uma manutenção qualitativa eficiente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:26:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE GRÃOS DE SOJA ARMAZENADA EM SILO-SECADOR-AERADOR</title>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DE GRÃOS DE SOJA ARMAZENADA EM SILO-SECADOR-AERADOR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., LEMES, A. F. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Armazenagem,Glycine max L.,Secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste estudo foi verificar a capacidade de um equipamento protótipo silo-secador-aerador em operar como silo-armazenador-aerador para avaliação da qualidade de grãos de soja após secagem com diferentes temperaturas do ar e armazenamento. Para realização dos testes de secagem utilizaram-se grãos de soja com teores de água iniciais de 17% (b.u.) coletados na descarga de uma unidade armazenadora de grãos. Em seguida, os grãos foram submetidos ao armazenamento em um sistema de silo-secador-aerador, projetado com uma câmara e com quatro células independentes de armazenagem, com capacidade de 164 kg. Outro lote de grãos foi armazenamento em um silo-armazenador-aerador com capacidade de 1200 kg. O experimento foi montado em um delineamento experimental inteiramente casualizado, fatorial (5x4), sendo cinco lotes de grãos armazenados após secagem com temperaturas do ar de secagem (30, 40, 50 °C, misturados), nas células 1, 2, 3 e 4, respectivamente, do sistema silo-secador-aerador e um lote de grãos misturados e armazenados no sistema silo-armazenador-aerador, quatro tempos de armazenamento (zero, um, dois e três meses). Observou-se que não houve diferença, entre os grãos armazenados no silo-secador-aerador e no silo-armazenador-aerador quanto à qualidade físico-química dos grãos ao final dos três meses de armazenamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/965-qualidade-de-graos-de-soja-armazenada-em-silo-secador-aerador?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., LEMES, A. F. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Armazenagem,Glycine max L.,Secagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste estudo foi verificar a capacidade de um equipamento protótipo silo-secador-aerador em operar como silo-armazenador-aerador para avaliação da qualidade de grãos de soja após secagem com diferentes temperaturas do ar e armazenamento. Para realização dos testes de secagem utilizaram-se grãos de soja com teores de água iniciais de 17% (b.u.) coletados na descarga de uma unidade armazenadora de grãos. Em seguida, os grãos foram submetidos ao armazenamento em um sistema de silo-secador-aerador, projetado com uma câmara e com quatro células independentes de armazenagem, com capacidade de 164 kg. Outro lote de grãos foi armazenamento em um silo-armazenador-aerador com capacidade de 1200 kg. O experimento foi montado em um delineamento experimental inteiramente casualizado, fatorial (5x4), sendo cinco lotes de grãos armazenados após secagem com temperaturas do ar de secagem (30, 40, 50 °C, misturados), nas células 1, 2, 3 e 4, respectivamente, do sistema silo-secador-aerador e um lote de grãos misturados e armazenados no sistema silo-armazenador-aerador, quatro tempos de armazenamento (zero, um, dois e três meses). Observou-se que não houve diferença, entre os grãos armazenados no silo-secador-aerador e no silo-armazenador-aerador quanto à qualidade físico-química dos grãos ao final dos três meses de armazenamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:21:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade da soja produzida em duas épocas durante o armazenamento</title>
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           <media:title type="plain">Qualidade da soja produzida em duas épocas durante o armazenamento</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., SIQUEIRA, V. C., RIBEIRO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de grãos,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A época de cultivo e o armazenamento podem ser determinantes para a manutenção qualitativa da soja, particularmente para as regiões tropicais, visto o primeiro fator inferir na qualidade inicial do produto e o segundo ter a capacidade de potencializar os danos já estabelecidos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade da soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, durante o armazenamento. Os grãos foram colhidos com 20% de teor de água, secos até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes os grãos foram submetidos a avaliação da perda de matéria seca, massa específica aparente, teor de proteína bruta e de óleo bruto. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: a soja produzida na segunda safra apresentou melhor qualidade durante o armazenamento; a perda de matéria seca é maior para a soja produzida na primeira safra, devido às condições mais quentes e úmidas de armazenamento; a soja produzida na segunda safra apresenta uma menor redução para a massa específica aparente, para o teor de proteína bruta e de óleo bruto durante o armazenamento, refletindo uma maior manutenção qualitativa.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/963-qualidade-da-soja-produzida-em-duas-epocas-durante-o-armazenamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., SIQUEIRA, V. C., RIBEIRO, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,qualidade de grãos,pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A época de cultivo e o armazenamento podem ser determinantes para a manutenção qualitativa da soja, particularmente para as regiões tropicais, visto o primeiro fator inferir na qualidade inicial do produto e o segundo ter a capacidade de potencializar os danos já estabelecidos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a qualidade da soja proveniente de duas épocas de semeaduras, primeira e segunda safra, durante o armazenamento. Os grãos foram colhidos com 20% de teor de água, secos até 11,5% e armazenadas durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes os grãos foram submetidos a avaliação da perda de matéria seca, massa específica aparente, teor de proteína bruta e de óleo bruto. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que: a soja produzida na segunda safra apresentou melhor qualidade durante o armazenamento; a perda de matéria seca é maior para a soja produzida na primeira safra, devido às condições mais quentes e úmidas de armazenamento; a soja produzida na segunda safra apresenta uma menor redução para a massa específica aparente, para o teor de proteína bruta e de óleo bruto durante o armazenamento, refletindo uma maior manutenção qualitativa.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:20:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES FÍSICAS DOS GRÃOS DE NIGER</title>
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           <media:title type="plain">PROPRIEDADES FÍSICAS DOS GRÃOS DE NIGER</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, F. P. D., SIQUEIRA, V. C., PAGNONCELLI, L. C., FERRAZ, L. R., GONELI, A. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>índice de contração volumétrica,massa específica,porosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os estudos das propriedades físicas de produtos agrícolas fornece informações informações necessárias para a otimização de processos pós-colheita. Objetivou-se avaliar o efeito da secagem sobre as características físicas dos grãos de niger. O teor de água inicial dos grãos de niger foi de aproximadamente 0,54 decimal (base seca, b.s.), e foram submetidos à secagem em estufa com circulação forçada de ar, a temperatura de 40 °C. A redução do teor de água foi acompanhada por meio da perda de massa, até 0,09 decimal (b.s.). Foram determinadas as propriedades físicas: massa específica aparente, massa específica unitária e porosidade, além dos índices de contração volumétrica e unitária. A porosidade foi determinada de forma indireta, relacionando os resultados da massa específica aparente e unitária. Com base nos resultados obtidos conclui-se que a redução do teor de água proporciona redução da massa específica unitária e da porosidade, e aumento da massa específica aparente. A contração volumétrica da massa e a contração volumétrica unitária foram influenciadas pela redução do teor de água, levando à redução de seus valores em torno de 33 e 17%, respectivamente. A contração volumétrica da massa e dos grãos pode ser satisfatoriamente representada por um modelo de regressão Polinomial de segunda ordem.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2017/anais-2017/ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-ctp/957-propriedades-fisicas-dos-graos-de-niger?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, F. P. D., SIQUEIRA, V. C., PAGNONCELLI, L. C., FERRAZ, L. R., GONELI, A. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>índice de contração volumétrica,massa específica,porosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os estudos das propriedades físicas de produtos agrícolas fornece informações informações necessárias para a otimização de processos pós-colheita. Objetivou-se avaliar o efeito da secagem sobre as características físicas dos grãos de niger. O teor de água inicial dos grãos de niger foi de aproximadamente 0,54 decimal (base seca, b.s.), e foram submetidos à secagem em estufa com circulação forçada de ar, a temperatura de 40 °C. A redução do teor de água foi acompanhada por meio da perda de massa, até 0,09 decimal (b.s.). Foram determinadas as propriedades físicas: massa específica aparente, massa específica unitária e porosidade, além dos índices de contração volumétrica e unitária. A porosidade foi determinada de forma indireta, relacionando os resultados da massa específica aparente e unitária. Com base nos resultados obtidos conclui-se que a redução do teor de água proporciona redução da massa específica unitária e da porosidade, e aumento da massa específica aparente. A contração volumétrica da massa e a contração volumétrica unitária foram influenciadas pela redução do teor de água, levando à redução de seus valores em torno de 33 e 17%, respectivamente. A contração volumétrica da massa e dos grãos pode ser satisfatoriamente representada por um modelo de regressão Polinomial de segunda ordem.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 08:15:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PERDAS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DO MILHO</title>
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           <media:title type="plain">PERDAS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DO MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNIOR, S. C. M., CANEPPELE, C., CANEPPELE, M. A., ROMAGNOLI, G. T., X.PEREIRA, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>MILHO,TRANSPORTE,DESPERDÍCIO</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil é um dos maiores produtores de grãos do mundo, perdendo em volume apenas para EUA e China. A produção vem crescendo, porém o desperdício também, e este pode ser visto nos acostamentos das rodovias (principal meio utilizado no país). Foram avaliadas as perdas no transporte rodoviário de milho (do armazenamento até porto), pelas rodovias Br 163 e Br 364, onde ocorre maior fluxo de transporte desse produto. Foram aplicadas diferentes metodologias, sendo estas: perdas de grãos baseada nos romaneios (documentos que informam a quantidade de grãos que saem da origem até o destino), pesagem na origem e no destino, e questionários para os motoristas que carregam os grãos. Os resultados são expressos em percentagem de perdas em relação ao volume transportado, quantidade (kg) perdida por quilometro percorrido e perdas em função da qualidade dos caminhões e rodovias. No resultado obtido, o coeficiente de perdas é de 0,188 Kg/Km. Os questionários mostram que a frota é relativamente nova e o principal problema apontado são as condições das rodovias. Tais informações são importantes para estimar um índice geral de perdas e sugerir melhorias nas tecnologias de transporte, visando minimizar a perda quantitativa no transporte.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNIOR, S. C. M., CANEPPELE, C., CANEPPELE, M. A., ROMAGNOLI, G. T., X.PEREIRA, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2017</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>MILHO,TRANSPORTE,DESPERDÍCIO</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Brasil é um dos maiores produtores de grãos do mundo, perdendo em volume apenas para EUA e China. A produção vem crescendo, porém o desperdício também, e este pode ser visto nos acostamentos das rodovias (principal meio utilizado no país). Foram avaliadas as perdas no transporte rodoviário de milho (do armazenamento até porto), pelas rodovias Br 163 e Br 364, onde ocorre maior fluxo de transporte desse produto. Foram aplicadas diferentes metodologias, sendo estas: perdas de grãos baseada nos romaneios (documentos que informam a quantidade de grãos que saem da origem até o destino), pesagem na origem e no destino, e questionários para os motoristas que carregam os grãos. Os resultados são expressos em percentagem de perdas em relação ao volume transportado, quantidade (kg) perdida por quilometro percorrido e perdas em função da qualidade dos caminhões e rodovias. No resultado obtido, o coeficiente de perdas é de 0,188 Kg/Km. Os questionários mostram que a frota é relativamente nova e o principal problema apontado são as condições das rodovias. Tais informações são importantes para estimar um índice geral de perdas e sugerir melhorias nas tecnologias de transporte, visando minimizar a perda quantitativa no transporte.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Fri, 13 Mar 2020 08:56:35 -0300</pubDate>
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