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       <title>Anais 2016 - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE RECRIA E TERMINAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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           <media:title type="plain">VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE RECRIA E TERMINAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, clima, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na suinocultura, a recria e a terminação são as fases finais do processo produção, os fatores ambientais são fundamentais e de extrema importância para que se obtenha um ótimo resultado produtivo e um produto final de excelente qualidade. Este trabalho teve por objetivo estudar a possibilidade de produzir suínos em fase de recria e terminação em cidades da região nordeste do estado de São Paulo. Desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A cidade de Franca é a que apresentou melhores condições ambientais para a criação de suínos em fase de creche e terminação, apresentando temperatura média do ar dentro da faixa de conforto (12 a 21 oC) entre os meses de abril a setembro. Nas demais cidades estudadas, as condições ambientais se mantiveram adequadas apenas entre o período de maio a agosto. Os resultados evidenciaram que a região nordeste do estado de São Paulo apresenta um clima que não atende a criação de suínos em fase de recria e terminação sem a climatização artificial.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1986-viabilidade-da-criacao-de-suinos-em-fase-de-recria-e-terminacao-na-regiao-nordeste-do-estado-de-sao-paulo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, clima, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na suinocultura, a recria e a terminação são as fases finais do processo produção, os fatores ambientais são fundamentais e de extrema importância para que se obtenha um ótimo resultado produtivo e um produto final de excelente qualidade. Este trabalho teve por objetivo estudar a possibilidade de produzir suínos em fase de recria e terminação em cidades da região nordeste do estado de São Paulo. Desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A cidade de Franca é a que apresentou melhores condições ambientais para a criação de suínos em fase de creche e terminação, apresentando temperatura média do ar dentro da faixa de conforto (12 a 21 oC) entre os meses de abril a setembro. Nas demais cidades estudadas, as condições ambientais se mantiveram adequadas apenas entre o período de maio a agosto. Os resultados evidenciaram que a região nordeste do estado de São Paulo apresenta um clima que não atende a criação de suínos em fase de recria e terminação sem a climatização artificial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:56:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE CRECHE NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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           <media:title type="plain">VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE CRECHE NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MANTOVANI, A. G., MARCHIORI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, ambiente, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na produção de suínos, a fase de creche é uma das etapas mais importantes e tem reflexo direto no sucesso da atividade. Os animais devem receber condições favoráveis para que expressem seu máximo potencial de produção. Dentre os principais fatores que influenciam na criação de suínos, estão os fatores ambientais, sendo os mais relevantes a temperatura e umidade relativa do ar. Com objetivo de avaliar a criação de suínos em fase de creche em cidades da região nordeste do estado de São Paulo, o estudo foi desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. De acordo com a faixa de temperatura de conforto térmico, de 22 a 26 oC, para suínos em fase de creche, todas as cidades apresentaram médias mensais abaixo da critica superior. Exceto os meses mais frios, de maio a setembro para Franca e junho a agosto para as outras, com medias abaixo da mínima critica. Demonstrando que a criação de suínos em fase de creche e possível sem muitos recursos de climatização artificial.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MANTOVANI, A. G., MARCHIORI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, ambiente, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na produção de suínos, a fase de creche é uma das etapas mais importantes e tem reflexo direto no sucesso da atividade. Os animais devem receber condições favoráveis para que expressem seu máximo potencial de produção. Dentre os principais fatores que influenciam na criação de suínos, estão os fatores ambientais, sendo os mais relevantes a temperatura e umidade relativa do ar. Com objetivo de avaliar a criação de suínos em fase de creche em cidades da região nordeste do estado de São Paulo, o estudo foi desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. De acordo com a faixa de temperatura de conforto térmico, de 22 a 26 oC, para suínos em fase de creche, todas as cidades apresentaram médias mensais abaixo da critica superior. Exceto os meses mais frios, de maio a setembro para Franca e junho a agosto para as outras, com medias abaixo da mínima critica. Demonstrando que a criação de suínos em fase de creche e possível sem muitos recursos de climatização artificial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:55:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO BÁSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO EUTRÓFICO FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA SANITÁRIA TRATADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1984-velocidade-de-infiltracao-basica-de-um-latossolo-vermelho-eutrofico-fertirrigado-com-agua-residuaria-sanitaria-tratada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO BÁSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO EUTRÓFICO FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA SANITÁRIA TRATADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAúJO, E. D., ALVES, P. F. S., GUERRA, J. V. S., CARVALHO, A. R. D. J., SANTOS, S. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reciclagem de nutrientes,Dispersão de argila, eluviação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de águas residuárias (AR) na agricultura potencializa a produção de alimentos em virtude do aporte e reciclagem de nutrientes. Entretanto, a aplicação de AR em longo prazo, podem promover alterações nas propriedades físicas e químicas do solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de diferentes doses de água residuária sobre a velocidade de infiltração básica (VIB) em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’. O trabalho foi conduzido em Janaúba-MG. O delineamento foi em blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na aplicação de diferentes doses de água residuária sanitária tratada (ART): T1: testemunha; T2: 70 %; T3: 130 %; T4: 170 % e; T5: 200 % de ART em relação ao o limite máximo de aplicação anual (LMA) de 150 kg ha-1 de sódio (Na). A infiltração de água no solo foi determinada pelo método do infiltrômetro de duplo anel. A VIB foi crescente com o aumento das doses de ART, sendo dois fenômenos responsáveis, a dispersão de argila proporcionada principalmente pelo aporte de Na e a eluviação dos coloides ao longo do tempo. A aplicação de ART aumenta a VIB em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1984-velocidade-de-infiltracao-basica-de-um-latossolo-vermelho-eutrofico-fertirrigado-com-agua-residuaria-sanitaria-tratada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAúJO, E. D., ALVES, P. F. S., GUERRA, J. V. S., CARVALHO, A. R. D. J., SANTOS, S. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reciclagem de nutrientes,Dispersão de argila, eluviação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de águas residuárias (AR) na agricultura potencializa a produção de alimentos em virtude do aporte e reciclagem de nutrientes. Entretanto, a aplicação de AR em longo prazo, podem promover alterações nas propriedades físicas e químicas do solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de diferentes doses de água residuária sobre a velocidade de infiltração básica (VIB) em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’. O trabalho foi conduzido em Janaúba-MG. O delineamento foi em blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na aplicação de diferentes doses de água residuária sanitária tratada (ART): T1: testemunha; T2: 70 %; T3: 130 %; T4: 170 % e; T5: 200 % de ART em relação ao o limite máximo de aplicação anual (LMA) de 150 kg ha-1 de sódio (Na). A infiltração de água no solo foi determinada pelo método do infiltrômetro de duplo anel. A VIB foi crescente com o aumento das doses de ART, sendo dois fenômenos responsáveis, a dispersão de argila proporcionada principalmente pelo aporte de Na e a eluviação dos coloides ao longo do tempo. A aplicação de ART aumenta a VIB em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:55:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DE TEMPO NO TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO EM EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1983-variacao-de-tempo-no-tratamento-fisico-quimico-em-efluente-de-abatedouro-utilizando-moringa-oleifera-lam-como-coagulante?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DE TEMPO NO TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO EM EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>20163</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,moringa,tratamento de efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os abatedouros de animais são responsáveis pela geração de efluentes com alto potencial poluidor. A necessidade de novas alternativas de tratamento para essa fonte poluidora nos direcionou a avaliar a ação da semente de Moringa Oleifera Lam no processo de coagulação/floculação, em diferentes tempos de sedimentação (20 e 60 minutos), em efluente proveniente de um abatedouro de suínos localizado no município de Sinop- MT. O efluente utilizado não foi submetido a qualquer tipo de tratamento inicial. O coagulante foi preparado em solução aquosa, utilizando-se água destilada, sendo avaliado na faixa de dosagem entre 200 e 7000 mg/L. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. De acordo com os resultados obtidos, observou-se remoções de turbidez tanto para 20 minutos como para 60 minutos de sedimentação com dosagem ótima de 4000 mg/L em ambos os tempos, com remoção de 86,6% e 92,1%, respectivamente, podendo este ser considerado um coagulante potencial no tratamento de efluentes de abatedouro de suínos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1983-variacao-de-tempo-no-tratamento-fisico-quimico-em-efluente-de-abatedouro-utilizando-moringa-oleifera-lam-como-coagulante?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>20163</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,moringa,tratamento de efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os abatedouros de animais são responsáveis pela geração de efluentes com alto potencial poluidor. A necessidade de novas alternativas de tratamento para essa fonte poluidora nos direcionou a avaliar a ação da semente de Moringa Oleifera Lam no processo de coagulação/floculação, em diferentes tempos de sedimentação (20 e 60 minutos), em efluente proveniente de um abatedouro de suínos localizado no município de Sinop- MT. O efluente utilizado não foi submetido a qualquer tipo de tratamento inicial. O coagulante foi preparado em solução aquosa, utilizando-se água destilada, sendo avaliado na faixa de dosagem entre 200 e 7000 mg/L. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. De acordo com os resultados obtidos, observou-se remoções de turbidez tanto para 20 minutos como para 60 minutos de sedimentação com dosagem ótima de 4000 mg/L em ambos os tempos, com remoção de 86,6% e 92,1%, respectivamente, podendo este ser considerado um coagulante potencial no tratamento de efluentes de abatedouro de suínos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:54:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE NPK EM SOLUÇÃO NUTRITIVA SALINA NO CULTIVO DE FLORES DE GIRASSOL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1982-variacao-da-concentracao-de-npk-em-solucao-nutritiva-salina-no-cultivo-de-flores-de-girassol?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE NPK EM SOLUÇÃO NUTRITIVA SALINA NO CULTIVO DE FLORES DE GIRASSOL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., SANTOS JÚNIOR, J. A., CAMPOS JÚNIOR, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semi-hidroponia, Floricultura,Semiárido brasileiro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A necessidade da racionalização do uso de fertilizantes e a utilização de águas salinas no preparo de soluções nutritivas, são fundamentais para o desenvolvimento de empreendimentos hidropônicos no semiárido brasileiro. Neste sentido, visando avaliar a relação salinidade vs concentração de NPK sobre componentes de produção da flor do girassol, aplicou-se, no presente trabalho, soluções nutritivas salinas (1,7 - controle; 4,3; 6,0 e 9,0 dS m-1) com diferentes concentrações de NPK (55; 70; 85 e 100%) em plantas da cultivar EMBRAPA 122/V2000, cultivadas em semi-hidroponia, utilizando areia como substrato. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 4 x 4, com três repetições, totalizando 48 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e comparados mediante análise de regressão. Verificou-se que não é viável a utilização de soluções salinas acima de 9 dS m-1, independente da concentração de NPK, no entanto, registrou-se sensibilidade à interação entre a salinidade e a concentração de NPK para o início do florescimento e o diâmetro do capítulo, diferente do número de pétalas, que foi sensível ao efeito isolado da salinidade, com redução total estimada em 36,7% até 9 dS m-1.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1982-variacao-da-concentracao-de-npk-em-solucao-nutritiva-salina-no-cultivo-de-flores-de-girassol?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., SANTOS JÚNIOR, J. A., CAMPOS JÚNIOR, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semi-hidroponia, Floricultura,Semiárido brasileiro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A necessidade da racionalização do uso de fertilizantes e a utilização de águas salinas no preparo de soluções nutritivas, são fundamentais para o desenvolvimento de empreendimentos hidropônicos no semiárido brasileiro. Neste sentido, visando avaliar a relação salinidade vs concentração de NPK sobre componentes de produção da flor do girassol, aplicou-se, no presente trabalho, soluções nutritivas salinas (1,7 - controle; 4,3; 6,0 e 9,0 dS m-1) com diferentes concentrações de NPK (55; 70; 85 e 100%) em plantas da cultivar EMBRAPA 122/V2000, cultivadas em semi-hidroponia, utilizando areia como substrato. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 4 x 4, com três repetições, totalizando 48 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e comparados mediante análise de regressão. Verificou-se que não é viável a utilização de soluções salinas acima de 9 dS m-1, independente da concentração de NPK, no entanto, registrou-se sensibilidade à interação entre a salinidade e a concentração de NPK para o início do florescimento e o diâmetro do capítulo, diferente do número de pétalas, que foi sensível ao efeito isolado da salinidade, com redução total estimada em 36,7% até 9 dS m-1.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:53:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL E DEFINIÇÃO DE CLASSES DE PRODUTIVIDADE DA SOJA EM SOLOS DO CERRADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1981-variabilidade-espacial-e-definicao-de-classes-de-produtividade-da-soja-em-solos-do-cerrado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL E DEFINIÇÃO DE CLASSES DE PRODUTIVIDADE DA SOJA EM SOLOS DO CERRADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>UMBELINO, A. D. S., OLIVEIRA, D. G. D., OLIVEIRA, M. P. D., LEMOS, P. D. S., REIS, E. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dependência espacial, geoestatistica, classes de produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Mapas de produtividade é uma informação importante quando se quer otimizar a produção agrícola. O objetivo deste estudo foi caracterizar a variabilidade espacial e definir classes de produtividade da soja em solos do cerrado. A produtividade da soja foi determinada coletando todas as plantas em 1m², em 88 pontos espaçados de 60mX60m em dois anos consecutivos. Os grãos foram pesados e extrapolados para t ha-1 considerando umidade de 10 %. Os mapas de classes foram gerados pelo software GS+ versão 7.0 em intervalos da média +/- 1,5 vezes o desvio padrão. A área de cada classe de produtividade foi calculada com o auxilio do programa Google Earth por meio de sobreposição dos mapas. Foi utilizada estatística descritiva para análise exploratória e a geoestatistica para dependência espacial. A produtividade média variou de 4,77 - 5,39 t ha-1. Na análise de classes de produtividade 98,25% e 98,46% da área foram classificadas como produtividade média para as duas safras estudadas. Os dados apresentaram correlação negativa entre as safras. A dependência espacial da produtividade de soja diminuiu entre os anos estudados, classificada como baixa no primeiro ano e muito baixa para o segundo ano, advindo de forma descontinua ao longo do tempo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1981-variabilidade-espacial-e-definicao-de-classes-de-produtividade-da-soja-em-solos-do-cerrado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>UMBELINO, A. D. S., OLIVEIRA, D. G. D., OLIVEIRA, M. P. D., LEMOS, P. D. S., REIS, E. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dependência espacial, geoestatistica, classes de produtividade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Mapas de produtividade é uma informação importante quando se quer otimizar a produção agrícola. O objetivo deste estudo foi caracterizar a variabilidade espacial e definir classes de produtividade da soja em solos do cerrado. A produtividade da soja foi determinada coletando todas as plantas em 1m², em 88 pontos espaçados de 60mX60m em dois anos consecutivos. Os grãos foram pesados e extrapolados para t ha-1 considerando umidade de 10 %. Os mapas de classes foram gerados pelo software GS+ versão 7.0 em intervalos da média +/- 1,5 vezes o desvio padrão. A área de cada classe de produtividade foi calculada com o auxilio do programa Google Earth por meio de sobreposição dos mapas. Foi utilizada estatística descritiva para análise exploratória e a geoestatistica para dependência espacial. A produtividade média variou de 4,77 - 5,39 t ha-1. Na análise de classes de produtividade 98,25% e 98,46% da área foram classificadas como produtividade média para as duas safras estudadas. Os dados apresentaram correlação negativa entre as safras. A dependência espacial da produtividade de soja diminuiu entre os anos estudados, classificada como baixa no primeiro ano e muito baixa para o segundo ano, advindo de forma descontinua ao longo do tempo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:52:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DOS NÍVEIS DE pH DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE DA CULTURA DE SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1980-variabilidade-espacial-dos-niveis-de-ph-do-solo-e-sua-influencia-na-produtividade-da-cultura-de-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DOS NÍVEIS DE pH DO SOLO E SUA INFLUÊNCIA NA PRODUTIVIDADE DA CULTURA DE SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BONNIN, J. J., IBARS, R. F., OJEDA, P. A. V., CABRERA, M. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Soja,potencial hidrogeniônico,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de estudar a variabilidade espacial dos níveis de pH do solo e sua influência destes na produtividade da soja, em uma lavoura comercial com plantio direto consolidado, em um Luvissolo, localizada no Distrito de Villeta (Paraguai). Foi realizada uma amostragem de solo georreferenciada, em numa superfície de 21,03 ha, coletaram-se 30 amostras compostas, a uma profundidade de 0,00-0,20 m. Os dados de pH coletados diretamente por meio de trado e envio ao laboratório. As produtividades, foram coletadas em células amostrais de 3 m2, nas mesmas coordenadas geográficas dos pontos amostrais do pH. Para analisar os dados, realizou-se, uma análise exploratória a fim de descrever os parâmetros estatísticos, também foi realizada a análise de correlação de Pearson e análise espacial (CR-Campeiro7), para identificar a estrutura da dependência espacial entre as amostras, através do semivariograma experimental ajustado. Não foi possível detectar uma correlação entre os valores de pH e a produtividade da soja. As variáveis estudadas apresentavam dependência espacial moderada. Na avaliação do pH, verificou-se que 55,83% da área em estudo, apresentava uma classificado de solo muito ácido e a produtividade mais representativa foi de 3.335,14 a 4.267,17 kg/ha, em 43,89% da área total.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1980-variabilidade-espacial-dos-niveis-de-ph-do-solo-e-sua-influencia-na-produtividade-da-cultura-de-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BONNIN, J. J., IBARS, R. F., OJEDA, P. A. V., CABRERA, M. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Soja,potencial hidrogeniônico,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de estudar a variabilidade espacial dos níveis de pH do solo e sua influência destes na produtividade da soja, em uma lavoura comercial com plantio direto consolidado, em um Luvissolo, localizada no Distrito de Villeta (Paraguai). Foi realizada uma amostragem de solo georreferenciada, em numa superfície de 21,03 ha, coletaram-se 30 amostras compostas, a uma profundidade de 0,00-0,20 m. Os dados de pH coletados diretamente por meio de trado e envio ao laboratório. As produtividades, foram coletadas em células amostrais de 3 m2, nas mesmas coordenadas geográficas dos pontos amostrais do pH. Para analisar os dados, realizou-se, uma análise exploratória a fim de descrever os parâmetros estatísticos, também foi realizada a análise de correlação de Pearson e análise espacial (CR-Campeiro7), para identificar a estrutura da dependência espacial entre as amostras, através do semivariograma experimental ajustado. Não foi possível detectar uma correlação entre os valores de pH e a produtividade da soja. As variáveis estudadas apresentavam dependência espacial moderada. Na avaliação do pH, verificou-se que 55,83% da área em estudo, apresentava uma classificado de solo muito ácido e a produtividade mais representativa foi de 3.335,14 a 4.267,17 kg/ha, em 43,89% da área total.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:51:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Variabilidade espacial dos atributos físicos do solo em sistema de plantio direto e cultivo mínim</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1979-variabilidade-espacial-dos-atributos-fisicos-do-solo-em-sistema-de-plantio-direto-e-cultivo-minim?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Variabilidade espacial dos atributos físicos do solo em sistema de plantio direto e cultivo mínim</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RAFAIN, E. F., ROSA, D. P. D., FACHI, S. M., ALVES, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo cultural,agricultura de precisão,reestruturação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A agricultura de precisão é uma ferramenta de grande importância no gerenciamento do sistema agrícola, nesse sentido as condições físicas do solo e sua variabilidade interferem diretamente no desenvolvimento e produtividade. Objetivo desse trabalho foi avaliar a variabilidade espacial das propriedades físicas de um Nitossolo Vermelho sob sistema plantio direto e cultivo mínimo. O experimento foi realizado em uma área de 2,6 ha, em que foi esquematizado um gride de 0,25 ha.Os tratamentos em estudo foram solo em sistema plantio direto (SPD) há 5 anos, e sob cultivo mínimo (CM) há 1,5 anos, realizado com subsolador, atuando há 0,3m. Para qualificação dos manejos foram coletados: resistência mecânica à penetração (RP) e a macroporosidade. A macroporosidade não apresentou diferença significativa quanto em ambos os manejos nas diferentes camadas amostradas. Porém no parâmetro de resistência mecânica a penetração o SPD apresentou valores maiores em relação ao CM, nas camadas, 0,03 a 0,08 m (370kPa contra 290kPa), 0,08 a 0,13 m (1550kPa contra 528kPa), 0,15 a 0,20 m (2350kPa contra 1026kPa). Contudo o CM encontra-se em processo de reestruturação de modo que novas avaliações com períodos mais longos de duração devem ser procedidas a fim de mensurar o processo de reestruturação deste solo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1979-variabilidade-espacial-dos-atributos-fisicos-do-solo-em-sistema-de-plantio-direto-e-cultivo-minim?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RAFAIN, E. F., ROSA, D. P. D., FACHI, S. M., ALVES, A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo cultural,agricultura de precisão,reestruturação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A agricultura de precisão é uma ferramenta de grande importância no gerenciamento do sistema agrícola, nesse sentido as condições físicas do solo e sua variabilidade interferem diretamente no desenvolvimento e produtividade. Objetivo desse trabalho foi avaliar a variabilidade espacial das propriedades físicas de um Nitossolo Vermelho sob sistema plantio direto e cultivo mínimo. O experimento foi realizado em uma área de 2,6 ha, em que foi esquematizado um gride de 0,25 ha.Os tratamentos em estudo foram solo em sistema plantio direto (SPD) há 5 anos, e sob cultivo mínimo (CM) há 1,5 anos, realizado com subsolador, atuando há 0,3m. Para qualificação dos manejos foram coletados: resistência mecânica à penetração (RP) e a macroporosidade. A macroporosidade não apresentou diferença significativa quanto em ambos os manejos nas diferentes camadas amostradas. Porém no parâmetro de resistência mecânica a penetração o SPD apresentou valores maiores em relação ao CM, nas camadas, 0,03 a 0,08 m (370kPa contra 290kPa), 0,08 a 0,13 m (1550kPa contra 528kPa), 0,15 a 0,20 m (2350kPa contra 1026kPa). Contudo o CM encontra-se em processo de reestruturação de modo que novas avaliações com períodos mais longos de duração devem ser procedidas a fim de mensurar o processo de reestruturação deste solo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:50:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DOS ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO E COMPONENTES DE PRODUÇÃO DO MILHO SILAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1978-variabilidade-espacial-dos-atributos-fisicos-do-solo-e-componentes-de-producao-do-milho-silagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DOS ATRIBUTOS FÍSICOS DO SOLO E COMPONENTES DE PRODUÇÃO DO MILHO SILAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEMOS, P. D. S., OLIVEIRA, D. G. D., MARTINS, M. P. D. O., UMBERLINO, A. D. S., REIS, E. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, dependência espacial,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura do milho apresenta sistema radicular com alto potencial de crescimento, em que os atributos físicos do solo são de extrema importância para produtividade. Objetivou-se com esse trabalho avaliar a variabilidade espacial e as correlações de atributos físicos do solo com os componentes de produção da cultura do milho para silagem. Com auxilio de um receptor GPS foi construída uma grade amostral de 37 x 37 m, totalizando 40 pontos, onde foram mensurados os atributos físicos do solo: densidade do solo, resistência mecânica à penetração do solo e a umidade do solo na camada de 0,0 - 0,20 metros. Para os componentes de produção, foram coletadas plantas em um metro quadrado no centro de cada ponto da grade amostral, onde foram mensurados altura de plantas, diâmetro médio de colmo, massa verde e teor de matéria seca. Os modelos para definição dos mapas de krigagem e o índice de dependência espacial foram analisados pelo software GS+ versão 7.0, entretanto as correlações foram feitas no software Excel. Os atributos físicos do solo apresentaram efeito pepita pura, com exceção para a resistência à penetração explicada pelo modelo exponencial. Os componentes de produção apresentaram baixa e moderada dependência espacial, explicados pelo modelo Gaussiano.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1978-variabilidade-espacial-dos-atributos-fisicos-do-solo-e-componentes-de-producao-do-milho-silagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEMOS, P. D. S., OLIVEIRA, D. G. D., MARTINS, M. P. D. O., UMBERLINO, A. D. S., REIS, E. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, dependência espacial,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A cultura do milho apresenta sistema radicular com alto potencial de crescimento, em que os atributos físicos do solo são de extrema importância para produtividade. Objetivou-se com esse trabalho avaliar a variabilidade espacial e as correlações de atributos físicos do solo com os componentes de produção da cultura do milho para silagem. Com auxilio de um receptor GPS foi construída uma grade amostral de 37 x 37 m, totalizando 40 pontos, onde foram mensurados os atributos físicos do solo: densidade do solo, resistência mecânica à penetração do solo e a umidade do solo na camada de 0,0 - 0,20 metros. Para os componentes de produção, foram coletadas plantas em um metro quadrado no centro de cada ponto da grade amostral, onde foram mensurados altura de plantas, diâmetro médio de colmo, massa verde e teor de matéria seca. Os modelos para definição dos mapas de krigagem e o índice de dependência espacial foram analisados pelo software GS+ versão 7.0, entretanto as correlações foram feitas no software Excel. Os atributos físicos do solo apresentaram efeito pepita pura, com exceção para a resistência à penetração explicada pelo modelo exponencial. Os componentes de produção apresentaram baixa e moderada dependência espacial, explicados pelo modelo Gaussiano.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:49:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DO RENDIMENTO E DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA EM UM CAMPO DE PRODUÇÃO COMERCIAL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1977-variabilidade-espacial-do-rendimento-e-da-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-em-um-campo-de-producao-comercial?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DO RENDIMENTO E DA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE SOJA EM UM CAMPO DE PRODUÇÃO COMERCIAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Gomes, A. D., Castellanos, C. I. S., Menegaz, W., Gadotti, G. I., Meneghello, G. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glicyne max. L, Agricultura de precisão, germinação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A semente é fundamental na cadeia produtiva da soja, uma vez que é através dela que novas cultivares são disponibilizadas no mercado. O objetivo do trabalho foi caracterizar a variabilidade espacial da produtividade e da qualidade de sementes de soja em um campo produção comercial usando ferramentas de agricultura de precisão. O experimento foi realizado em um campo de produção comercial de sementes de soja, cultivar BMX Desafio, com área de 32,8 ha durante a safra 2014/2015. A amostragem foi realizada com uma malha de 49 pontos amostrais (75 x 75 m), onde se tirou, em cada ponto, uma amostra de plantas de 7 m lineares distribuídas em sete subamostras de um metro linear cada. Com as plantas coletadas se determinou o rendimento, a porcentagem de germinação e primeira contagem de germinação de sementes. Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística descritiva e geoestatística. Concluiu-se que existe variabilidade espacial de todas as variáveis analisadas. A germinação média do talhão foi superior a 80%, no entanto, a produção de sementes de alta qualidade está restrita a 37,1% da área estudada. O rendimento apresentou dependência espacial forte, enquanto que a germinação e a primeira contagem de germinação apresentaram dependência espacial moderada.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1977-variabilidade-espacial-do-rendimento-e-da-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-soja-em-um-campo-de-producao-comercial?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Gomes, A. D., Castellanos, C. I. S., Menegaz, W., Gadotti, G. I., Meneghello, G. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glicyne max. L, Agricultura de precisão, germinação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A semente é fundamental na cadeia produtiva da soja, uma vez que é através dela que novas cultivares são disponibilizadas no mercado. O objetivo do trabalho foi caracterizar a variabilidade espacial da produtividade e da qualidade de sementes de soja em um campo produção comercial usando ferramentas de agricultura de precisão. O experimento foi realizado em um campo de produção comercial de sementes de soja, cultivar BMX Desafio, com área de 32,8 ha durante a safra 2014/2015. A amostragem foi realizada com uma malha de 49 pontos amostrais (75 x 75 m), onde se tirou, em cada ponto, uma amostra de plantas de 7 m lineares distribuídas em sete subamostras de um metro linear cada. Com as plantas coletadas se determinou o rendimento, a porcentagem de germinação e primeira contagem de germinação de sementes. Os dados obtidos foram submetidos a análise estatística descritiva e geoestatística. Concluiu-se que existe variabilidade espacial de todas as variáveis analisadas. A germinação média do talhão foi superior a 80%, no entanto, a produção de sementes de alta qualidade está restrita a 37,1% da área estudada. O rendimento apresentou dependência espacial forte, enquanto que a germinação e a primeira contagem de germinação apresentaram dependência espacial moderada.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:48:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Variabilidade espacial da resistência a penetração do solo em duas faixas de profundidade e produtividade do feijoeiro comum</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1976-variabilidade-espacial-da-resistencia-a-penetracao-do-solo-em-duas-faixas-de-profundidade-e-produtividade-do-feijoeiro-comum?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Variabilidade espacial da resistência a penetração do solo em duas faixas de profundidade e produtividade do feijoeiro comum</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LACERDA, E. D. G., SIMON, C. D. P., FERONI, W. J., SIMON, C. A., MALIKOUSKI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Krigagem,Geoestatística,Física do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">É crescente a preocupação com a conservação dos solos e recursos hídricos, um bom indicador de qualidade do solo é a resistência a penetração, que por sua vez depende do sistema de manejo adotado pelo agricultor. Objetivou-se analisar a variabilidade espacial da resistência a penetração média em duas faixas de profundidades e sua relação com a produtividade da cultura do feijoeiro comum. O trabalho foi desenvolvido na área experimental do IFES - Campus Santa Teresa, sob um Pivôt central, com malha amostral 3 x 20, totalizando 60 pontos com pixels de 20 x 20 m. A resistência a Penetração obtida através do penetrógrafo marca SOIL CONTROL, modelo SC-60, de nas faixas de profundidade 0 a 0,15m e de 0,15 a 0,30 m sendo seus valores expressos em MPa. A produtividade foi amostrada em 6,0 m2, em torno de cada ponto da malha amostral. A resistência a penetração na faixa de 0 a 0,15 possui relação direta com a produtividade, para todos os parâmetros o índice de dependência espacial encontrado demonstra forte dependência espacial. As analises geoestatísticas dos parâmetros dos semivariogramas, dos mapas temáticos foram estimados pelo método da krigagem com a versão gratuita do Software Geostatistical for environmental science GS+.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1976-variabilidade-espacial-da-resistencia-a-penetracao-do-solo-em-duas-faixas-de-profundidade-e-produtividade-do-feijoeiro-comum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LACERDA, E. D. G., SIMON, C. D. P., FERONI, W. J., SIMON, C. A., MALIKOUSKI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Krigagem,Geoestatística,Física do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">É crescente a preocupação com a conservação dos solos e recursos hídricos, um bom indicador de qualidade do solo é a resistência a penetração, que por sua vez depende do sistema de manejo adotado pelo agricultor. Objetivou-se analisar a variabilidade espacial da resistência a penetração média em duas faixas de profundidades e sua relação com a produtividade da cultura do feijoeiro comum. O trabalho foi desenvolvido na área experimental do IFES - Campus Santa Teresa, sob um Pivôt central, com malha amostral 3 x 20, totalizando 60 pontos com pixels de 20 x 20 m. A resistência a Penetração obtida através do penetrógrafo marca SOIL CONTROL, modelo SC-60, de nas faixas de profundidade 0 a 0,15m e de 0,15 a 0,30 m sendo seus valores expressos em MPa. A produtividade foi amostrada em 6,0 m2, em torno de cada ponto da malha amostral. A resistência a penetração na faixa de 0 a 0,15 possui relação direta com a produtividade, para todos os parâmetros o índice de dependência espacial encontrado demonstra forte dependência espacial. As analises geoestatísticas dos parâmetros dos semivariogramas, dos mapas temáticos foram estimados pelo método da krigagem com a versão gratuita do Software Geostatistical for environmental science GS+.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:41:42 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Variabilidade espacial da palhada de cobertura do sistema de plantio direto e produtividade do feijoeiro</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1975-variabilidade-espacial-da-palhada-de-cobertura-do-sistema-de-plantio-direto-e-produtividade-do-feijoeiro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Variabilidade espacial da palhada de cobertura do sistema de plantio direto e produtividade do feijoeiro</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. D. P., LACERDA, E. D. G., SIMON, C. A., FERREIRA, E. P., GARCIA, W. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, Krigagem, Manejo do Solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Sistema de Plantio Direto (SPD) é uma prática conservacionista, difundida principalmente em grandes propriedades produtoras de grãos, sendo uma alternativa para a aumento do rendimento das culturas, da responsabilidade social e ambiental. Objetivou-se avaliar o conteúdo de matéria seca presente na cobertura do SPD e sua interação com a produtividade do feijoeiro comum. O estudo foi realizado IFES - Campus Santa Teresa, na área com pivô central com SPD implantado há 6 anos, contando com 60 pixels, de 20 x 20 m, em uma área de 3 ha. A matéria seca foi obtida por meio de uma amostragem de 5 m² por pixel, a produtividade foi amostrada na colheita considerando o ponto central de cada pixel. Na comparação dos mapas de krigagem a concentração de palhada e a produtividade apresentaram semelhanças entre si, possuindo dependência espacial.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1975-variabilidade-espacial-da-palhada-de-cobertura-do-sistema-de-plantio-direto-e-produtividade-do-feijoeiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. D. P., LACERDA, E. D. G., SIMON, C. A., FERREIRA, E. P., GARCIA, W. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, Krigagem, Manejo do Solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Sistema de Plantio Direto (SPD) é uma prática conservacionista, difundida principalmente em grandes propriedades produtoras de grãos, sendo uma alternativa para a aumento do rendimento das culturas, da responsabilidade social e ambiental. Objetivou-se avaliar o conteúdo de matéria seca presente na cobertura do SPD e sua interação com a produtividade do feijoeiro comum. O estudo foi realizado IFES - Campus Santa Teresa, na área com pivô central com SPD implantado há 6 anos, contando com 60 pixels, de 20 x 20 m, em uma área de 3 ha. A matéria seca foi obtida por meio de uma amostragem de 5 m² por pixel, a produtividade foi amostrada na colheita considerando o ponto central de cada pixel. Na comparação dos mapas de krigagem a concentração de palhada e a produtividade apresentaram semelhanças entre si, possuindo dependência espacial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:40:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DA LUCRATIVIDADE E PRODUTIVIDADE NA CULTURA DE SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1974-variabilidade-espacial-da-lucratividade-e-produtividade-na-cultura-de-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DA LUCRATIVIDADE E PRODUTIVIDADE NA CULTURA DE SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BONNIN, J. J., BONNIN, J. J., IBARS, R. F., CABRERA, M. G., GONZÁLEZ, J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rentabilidade,custo de produção,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi avaliar a variabilidade espacial do lucro ou prejuízo em função dos dados de produtividade da soja. A pesquisa realizou-se na fazenda Querencia (Paraguai). A variedade de soja utilizada foi a Syn 1161RR. A implantação da cultura foi numa superfície de 21,03 ha. O manejo da fertilização, doenças e pragas foram realizadas de acordo às recomendações e necessidades da cultura. Para a determinação da Produtividade, foi realizado uma amostragem em malha, de modo a proporcionar o maior número de pontos possíveis para a melhor caracterização espacial da área, totalizando assim 39 pontos de colheita manual, numa superfície de 3 m2. A localização e distribuição geográfica dos pontos de amostragem realizou-se com o receptor GPS Trimble Juno 3B. No custo de produção contemplaram-se custos operacionais ($/ha). Determinou-se o Lucro Bruto por hectare no momento da comercialização. Para analisar os dados, realizou-se, uma análise exploratória para descrever os parâmetros estatísticos e a análise espacial utilizou-se o software CR-Campeiro7, para identificar a estrutura espacial entre as amostras, através do semivariograma. As variáveis estudadas apresentavam dependência espacial moderada. A lucratividade mais representativa foi de 409,93 a 969,15 $/ha, em 71,95% da área total, com uma produtividade de 2.403,11 a 4.267,17 kg/ha.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1974-variabilidade-espacial-da-lucratividade-e-produtividade-na-cultura-de-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BONNIN, J. J., BONNIN, J. J., IBARS, R. F., CABRERA, M. G., GONZÁLEZ, J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Rentabilidade,custo de produção,agricultura de precisão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi avaliar a variabilidade espacial do lucro ou prejuízo em função dos dados de produtividade da soja. A pesquisa realizou-se na fazenda Querencia (Paraguai). A variedade de soja utilizada foi a Syn 1161RR. A implantação da cultura foi numa superfície de 21,03 ha. O manejo da fertilização, doenças e pragas foram realizadas de acordo às recomendações e necessidades da cultura. Para a determinação da Produtividade, foi realizado uma amostragem em malha, de modo a proporcionar o maior número de pontos possíveis para a melhor caracterização espacial da área, totalizando assim 39 pontos de colheita manual, numa superfície de 3 m2. A localização e distribuição geográfica dos pontos de amostragem realizou-se com o receptor GPS Trimble Juno 3B. No custo de produção contemplaram-se custos operacionais ($/ha). Determinou-se o Lucro Bruto por hectare no momento da comercialização. Para analisar os dados, realizou-se, uma análise exploratória para descrever os parâmetros estatísticos e a análise espacial utilizou-se o software CR-Campeiro7, para identificar a estrutura espacial entre as amostras, através do semivariograma. As variáveis estudadas apresentavam dependência espacial moderada. A lucratividade mais representativa foi de 409,93 a 969,15 $/ha, em 71,95% da área total, com uma produtividade de 2.403,11 a 4.267,17 kg/ha.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:39:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Variabilidade espacial da fertilidade do solo e sua relação com a produtividade da soja</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1973-variabilidade-espacial-da-fertilidade-do-solo-e-sua-relacao-com-a-produtividade-da-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Variabilidade espacial da fertilidade do solo e sua relação com a produtividade da soja</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, N. T. D., ROSA, D. P. D., XAVIER, C. R., GOTZ, A. P., VIDAL, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de Precisão,Georeferenciamento,Macronutrientes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O fósforo, potássio e enxofre (P, K e S), são nutrientes essenciais para o desenvolvimento da soja, atuando em diversas etapas do desenvolvimento da cultura, sendo que a deficiência de enxofre nessa cultura pode causar redução de rizóbios, diminuindo a fixação natural de N, no entanto, esse elemento e os demais possuem variabilidade no solo que, repercutirá na planta. Nesse sentido, objetivo desse trabalho foi avaliar a variabilidade espacial do P, K e S na cultura da soja sob sistema plantio direto. A variabilidade foi avaliada por meio de técnicas de agricultura de precisão, para tal, foi analisado uma área de 13ha, em que foram coletados um ponto georreferenciado, sendo esses em locais de diferenças topográficas. Amostras de estrutura não preservada foram coletadas nas camadas 0,0 – 0,1 m, para análise da fertilidade do solo, após, correlacionados com o mapa de produtividade. Dentre os elementos químicos, o fósforo foi o que teve maior importância no desenvolvimento da cultura, sendo que na zona de manejo em que seu teor era alto (12,7 mg dm-³), foi encontrada a maior produtividade da soja (4260 kg ha-1), no teor médio houve 3240 kg ha-1 e no muito baixo 2100 kg ha-1.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1973-variabilidade-espacial-da-fertilidade-do-solo-e-sua-relacao-com-a-produtividade-da-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, N. T. D., ROSA, D. P. D., XAVIER, C. R., GOTZ, A. P., VIDAL, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agricultura de Precisão,Georeferenciamento,Macronutrientes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O fósforo, potássio e enxofre (P, K e S), são nutrientes essenciais para o desenvolvimento da soja, atuando em diversas etapas do desenvolvimento da cultura, sendo que a deficiência de enxofre nessa cultura pode causar redução de rizóbios, diminuindo a fixação natural de N, no entanto, esse elemento e os demais possuem variabilidade no solo que, repercutirá na planta. Nesse sentido, objetivo desse trabalho foi avaliar a variabilidade espacial do P, K e S na cultura da soja sob sistema plantio direto. A variabilidade foi avaliada por meio de técnicas de agricultura de precisão, para tal, foi analisado uma área de 13ha, em que foram coletados um ponto georreferenciado, sendo esses em locais de diferenças topográficas. Amostras de estrutura não preservada foram coletadas nas camadas 0,0 – 0,1 m, para análise da fertilidade do solo, após, correlacionados com o mapa de produtividade. Dentre os elementos químicos, o fósforo foi o que teve maior importância no desenvolvimento da cultura, sendo que na zona de manejo em que seu teor era alto (12,7 mg dm-³), foi encontrada a maior produtividade da soja (4260 kg ha-1), no teor médio houve 3240 kg ha-1 e no muito baixo 2100 kg ha-1.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:38:36 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIABILIDADE ESPACIAL DA COMPACTÇÃO DO SOLO ASSOCIADO A VALORES MÁXIMOS E MÍNIMOS USANDO A TECNICA DE KRIGAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1972-variabilidade-espacial-da-compactcao-do-solo-associado-a-valores-maximos-e-minimos-usando-a-tecnica-de-krigagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIABILIDADE ESPACIAL DA COMPACTÇÃO DO SOLO ASSOCIADO A VALORES MÁXIMOS E MÍNIMOS USANDO A TECNICA DE KRIGAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VALENTE, I. Q. M., MOTOMIYA, A. V. D. A., CORTEZ, J. W., CAVASSINI, V. H., FLEITAS, M. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatistica, compactação, krigagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a variabilidade espacial dos efeitos da compactação do solo utilizando valores máximos e mínimos sob sistema de semeadura direta em área de Latossolo Vermelho. A coleta de dados utilizou um conjunto quadriciclo+penetrômetro eletrônico+coletor de dados, até 0,40 m de profundidade com malha amostral de 126 há, totalizando um ponto por há, ou seja, 126 pontos amostrais distribuídos na área. Os dados foram submetidos à estatística descritiva e geoestatistica. Observamos amplitudes entra valores máximos e mínimos, indicativo de que pontos dentro da área precisa de um manejo diferenciado. A análise geoestatística revelou que os atributos estudados apresentaram ajuste a um modelo matemático teórico. Para estimar o valor das variáveis em locais não amostrados e confeccionar os mapas temáticos, foi utilizado o estimador por krigagem. Os dados de resistência à penetração do solo apresentaram variabilidade espacial, o que sugere que um manejo diferenciado na área pode melhorar as condições físicas do solo. Os valores máximos e mínimos são indicativos relevantes em que podemos estimar possíveis locais com níveis de compactação elevados, prevendo assim, o uso de subsolagem para reduzir o efeito de compactação e mesmo a redução o uso de máquinas para tal operação.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/tap-tecnologias-em-agricultura-de-precisao-3/1972-variabilidade-espacial-da-compactcao-do-solo-associado-a-valores-maximos-e-minimos-usando-a-tecnica-de-krigagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VALENTE, I. Q. M., MOTOMIYA, A. V. D. A., CORTEZ, J. W., CAVASSINI, V. H., FLEITAS, M. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatistica, compactação, krigagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a variabilidade espacial dos efeitos da compactação do solo utilizando valores máximos e mínimos sob sistema de semeadura direta em área de Latossolo Vermelho. A coleta de dados utilizou um conjunto quadriciclo+penetrômetro eletrônico+coletor de dados, até 0,40 m de profundidade com malha amostral de 126 há, totalizando um ponto por há, ou seja, 126 pontos amostrais distribuídos na área. Os dados foram submetidos à estatística descritiva e geoestatistica. Observamos amplitudes entra valores máximos e mínimos, indicativo de que pontos dentro da área precisa de um manejo diferenciado. A análise geoestatística revelou que os atributos estudados apresentaram ajuste a um modelo matemático teórico. Para estimar o valor das variáveis em locais não amostrados e confeccionar os mapas temáticos, foi utilizado o estimador por krigagem. Os dados de resistência à penetração do solo apresentaram variabilidade espacial, o que sugere que um manejo diferenciado na área pode melhorar as condições físicas do solo. Os valores máximos e mínimos são indicativos relevantes em que podemos estimar possíveis locais com níveis de compactação elevados, prevendo assim, o uso de subsolagem para reduzir o efeito de compactação e mesmo a redução o uso de máquinas para tal operação.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Tecnologias em Agricultura de Precisão (TAP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:37:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Utilización de un SIG para estudiar el efecto de “El Niño” sobre el nivel freático y salinidad de un humedal de San Luis</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/geo-geomatica-3/1971-utilizacion-de-un-sig-para-estudiar-el-efecto-de-el-nino-sobre-el-nivel-freatico-y-salinidad-de-un-humedal-de-san-luis?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Utilización de un SIG para estudiar el efecto de “El Niño” sobre el nivel freático y salinidad de un humedal de San Luis</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, O. A., DIEZ, J. M., MORES, J. L., CASALE, P. J., RISCOSA, D. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática (GEO)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>SIG,Humedal,Nivel freático</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Los humedales son ambientes frecuentemente inundados y freáticas salinas cercanas a la superficie. Nuestro objetivo fue mapear la freática y el contenido de sales comparándolos con los obtenidos en 2011 en un humedal salino del centro Este de la provincia de San Luis. El área se localiza a 33º 37´ S y 65º 25´ W, con una altura de 505 msnm. Se determino el nivel freático y las características químicas de sus aguas de acuerdo a los tipos fisonómicos establecidos anteriormente. El muestreo se comparó con uno realizado previamente en el mismo lugar y misma época. Los resultados indican en ambos muestreos que cada tipo fisonómico presenta distintos niveles freáticos como salinidad, desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina (área más baja). En todos los meses donde se comparo el nivel freático del 2011 con respecto al 2015 se obtuvieron incrementos entre 39,4 a 125,1 % para la época más seca y entre 41,3 a 143,2 % para la época más húmeda en todos los tipos fisonómicos bajo estudio. La salinidad también se comporto de igual manera. Se concluye que la utilización del SIG mejoro el estudio de la dinámica freática del humedal.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/geo-geomatica-3/1971-utilizacion-de-un-sig-para-estudiar-el-efecto-de-el-nino-sobre-el-nivel-freatico-y-salinidad-de-un-humedal-de-san-luis?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, O. A., DIEZ, J. M., MORES, J. L., CASALE, P. J., RISCOSA, D. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática (GEO)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>SIG,Humedal,Nivel freático</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Los humedales son ambientes frecuentemente inundados y freáticas salinas cercanas a la superficie. Nuestro objetivo fue mapear la freática y el contenido de sales comparándolos con los obtenidos en 2011 en un humedal salino del centro Este de la provincia de San Luis. El área se localiza a 33º 37´ S y 65º 25´ W, con una altura de 505 msnm. Se determino el nivel freático y las características químicas de sus aguas de acuerdo a los tipos fisonómicos establecidos anteriormente. El muestreo se comparó con uno realizado previamente en el mismo lugar y misma época. Los resultados indican en ambos muestreos que cada tipo fisonómico presenta distintos niveles freáticos como salinidad, desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina (área más baja). En todos los meses donde se comparo el nivel freático del 2011 con respecto al 2015 se obtuvieron incrementos entre 39,4 a 125,1 % para la época más seca y entre 41,3 a 143,2 % para la época más húmeda en todos los tipos fisonómicos bajo estudio. La salinidad también se comporto de igual manera. Se concluye que la utilización del SIG mejoro el estudio de la dinámica freática del humedal.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática (GEO)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:35:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DO INVERSOR DE FREQUÊNCIA COMO ESTRATEGIA PARA O AUMENTO DA EFICIÊNCIA ENERGETICA EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1970-utilizacao-do-inversor-de-frequencia-como-estrategia-para-o-aumento-da-eficiencia-energetica-em-sistema-de-irrigacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DO INVERSOR DE FREQUÊNCIA COMO ESTRATEGIA PARA O AUMENTO DA EFICIÊNCIA ENERGETICA EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Microaspersão,rotação variável, redução de custo de eletricidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aumento da tarifa energética ocorrido nos últimos tempos deixou em alerta o sistema produtivo, em especial o setor rural, aumentando os custos de produção. Na agricultura irrigada o sistema de bombeamento é um dos maiores consumidores de energia elétrica. Com base neste contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar o consumo de energia de um sistema de irrigação por microaspersão em função da variação da rotação do conjunto motobomba acionado por inversor de frequência (IF). O sistema foi instalado em uma área de plantio de coco de 36 ha, no Perímetro Irrigado do Baixo Acaraú, Marco-Ce, composta de 6 setores de irrigação. Para cada setor, foi ajustada uma rotação no conjunto motobomba mantendo-se as mesmas condições de aplicação do emissor como pressão de serviço, vazão e diâmetro irrigado. Foram determinadas, com o auxílio do IF, as características elétricas de funcionamento, como consumo de energia e rotação do motor. Os resultados encontrados permitiram avaliar que houve redução do consumo de energia e a pressão de serviço dos microaspersores foi mantida, variando apenas a vazão requerida, conforme o setor de irrigação em trabalho. Verificou-se que o IF proporcionou economia de até 55% quando comparado com o sistema trabalhando em rotação constante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1970-utilizacao-do-inversor-de-frequencia-como-estrategia-para-o-aumento-da-eficiencia-energetica-em-sistema-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Microaspersão,rotação variável, redução de custo de eletricidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aumento da tarifa energética ocorrido nos últimos tempos deixou em alerta o sistema produtivo, em especial o setor rural, aumentando os custos de produção. Na agricultura irrigada o sistema de bombeamento é um dos maiores consumidores de energia elétrica. Com base neste contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar o consumo de energia de um sistema de irrigação por microaspersão em função da variação da rotação do conjunto motobomba acionado por inversor de frequência (IF). O sistema foi instalado em uma área de plantio de coco de 36 ha, no Perímetro Irrigado do Baixo Acaraú, Marco-Ce, composta de 6 setores de irrigação. Para cada setor, foi ajustada uma rotação no conjunto motobomba mantendo-se as mesmas condições de aplicação do emissor como pressão de serviço, vazão e diâmetro irrigado. Foram determinadas, com o auxílio do IF, as características elétricas de funcionamento, como consumo de energia e rotação do motor. Os resultados encontrados permitiram avaliar que houve redução do consumo de energia e a pressão de serviço dos microaspersores foi mantida, variando apenas a vazão requerida, conforme o setor de irrigação em trabalho. Verificou-se que o IF proporcionou economia de até 55% quando comparado com o sistema trabalhando em rotação constante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:32:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO ORGÂNICO PROVENIENTE DE RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS E BIOFERTILIZANTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1969-utilizacao-de-residuo-organico-proveniente-de-restaurante-universitario-para-producao-de-biogas-e-biofertilizante?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO ORGÂNICO PROVENIENTE DE RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS E BIOFERTILIZANTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., KRETZER, S. G., BAUER, F. C., MORAES, I. L. R. G., MOREIRA, T. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,temperatura,digestão anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de avaliar a produção de biogás e biofertilizante em biodigestores feitos de garrafas PET e abastecidos com diferentes resíduos orgânicos coletados no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. Os tratamentos foram realizados com os seguintes resíduos: arroz; salada; feijão e mistura dos três em mesma proporção (500g), de acordo com seu teor de umidade, para uma mesma quantidade de água (proporção de 2:1) e inoculo (150g), com 3 repetições por tratamento. Foram monitoradas as temperaturas internas dos biodigestores, temperatura interna e externa da caixa com isolamento térmico, onde os biodigestores estavam instalados e devidamente instrumentados. Observou-se neste experimento que a produção de biogás se iniciou a partir de 7 dias após a incubação no tratamento com arroz, enquanto que o tratamento com feijão teve maior produção de biogás que os demais. Os tratamentos com salada e mistura dos três, tiveram produção nula. Concluiu-se que as condições ambientais como temperatura podem afetar o desempenho da digestão anaeróbia e o biodigestor abastecido com resíduo de restaurante tem potencial para produção de biogás e biofertilizante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1969-utilizacao-de-residuo-organico-proveniente-de-restaurante-universitario-para-producao-de-biogas-e-biofertilizante?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., KRETZER, S. G., BAUER, F. C., MORAES, I. L. R. G., MOREIRA, T. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,temperatura,digestão anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de avaliar a produção de biogás e biofertilizante em biodigestores feitos de garrafas PET e abastecidos com diferentes resíduos orgânicos coletados no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. Os tratamentos foram realizados com os seguintes resíduos: arroz; salada; feijão e mistura dos três em mesma proporção (500g), de acordo com seu teor de umidade, para uma mesma quantidade de água (proporção de 2:1) e inoculo (150g), com 3 repetições por tratamento. Foram monitoradas as temperaturas internas dos biodigestores, temperatura interna e externa da caixa com isolamento térmico, onde os biodigestores estavam instalados e devidamente instrumentados. Observou-se neste experimento que a produção de biogás se iniciou a partir de 7 dias após a incubação no tratamento com arroz, enquanto que o tratamento com feijão teve maior produção de biogás que os demais. Os tratamentos com salada e mistura dos três, tiveram produção nula. Concluiu-se que as condições ambientais como temperatura podem afetar o desempenho da digestão anaeróbia e o biodigestor abastecido com resíduo de restaurante tem potencial para produção de biogás e biofertilizante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:31:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA GESTÃO DA QUALIDADE NA DEFINIÇÃO DE AÇÕES PARA PADRONIZAÇÃO DA ATIVIDADE DE SEMEADURA MECANIZADA DE MILHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma-1/1968-utilizacao-das-ferramentas-da-gestao-da-qualidade-na-definicao-de-acoes-para-padronizacao-da-atividade-de-semeadura-mecanizada-de-milho?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DAS FERRAMENTAS DA GESTÃO DA QUALIDADE NA DEFINIÇÃO DE AÇÕES PARA PADRONIZAÇÃO DA ATIVIDADE DE SEMEADURA MECANIZADA DE MILHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DAMASCENO, L. J., SILVA, V. F. A., PINTO, D. R. D. S., VALENTE, G. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ferramenta, produtividade, fenômeno</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com custos operacionais cada vez mais altos e recursos cada vez mais escassos, é um desafio reduzir custos de produção sem que estes interfiram na qualidade, no preço e na produtividade. Este trabalho objetiva aplicar a ferramenta de gestão conhecida como ciclo do PDCA para identificar, planejar e definir novos padrões para a atividade de Semeadura Mecanizada da cultura do milho no município de Parauapebas-PA. Inicialmente foi feita a identificação, observação e analise do fenômeno, onde os dados foram estratificados utilizando o Diagrama de Ishikawa, por meio de brainstorming. Os resultados receberam as classificações: muito provável, pouco provável e improvável. As causas vitais foram separadas das triviais, sendo definidas para plano de ação as causas muito prováveis: Falta de realização de experimento, falta de conhecimento no gerenciamento de rotina e falta de procedimento associado a densidade de plantio no município. Foi elaborado plano de ação 5W2H tendo como principais ações: Definir área para plantio, selecionar cultivar, fazer o preparo do solo, identificar o período de plantio, regular equipamento e realizar plantio piloto; ações que resultaram na elaboração de um sistema de padronização, visando garantir a previsibilidade dos resultados e para treinamento dos que executarão a atividade posteriormente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/maquinas-e-mecanizacao-agricola-mma-1/1968-utilizacao-das-ferramentas-da-gestao-da-qualidade-na-definicao-de-acoes-para-padronizacao-da-atividade-de-semeadura-mecanizada-de-milho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DAMASCENO, L. J., SILVA, V. F. A., PINTO, D. R. D. S., VALENTE, G. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ferramenta, produtividade, fenômeno</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com custos operacionais cada vez mais altos e recursos cada vez mais escassos, é um desafio reduzir custos de produção sem que estes interfiram na qualidade, no preço e na produtividade. Este trabalho objetiva aplicar a ferramenta de gestão conhecida como ciclo do PDCA para identificar, planejar e definir novos padrões para a atividade de Semeadura Mecanizada da cultura do milho no município de Parauapebas-PA. Inicialmente foi feita a identificação, observação e analise do fenômeno, onde os dados foram estratificados utilizando o Diagrama de Ishikawa, por meio de brainstorming. Os resultados receberam as classificações: muito provável, pouco provável e improvável. As causas vitais foram separadas das triviais, sendo definidas para plano de ação as causas muito prováveis: Falta de realização de experimento, falta de conhecimento no gerenciamento de rotina e falta de procedimento associado a densidade de plantio no município. Foi elaborado plano de ação 5W2H tendo como principais ações: Definir área para plantio, selecionar cultivar, fazer o preparo do solo, identificar o período de plantio, regular equipamento e realizar plantio piloto; ações que resultaram na elaboração de um sistema de padronização, visando garantir a previsibilidade dos resultados e para treinamento dos que executarão a atividade posteriormente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:30:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Utilização da Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) no monitoramento do conteúdo de seiva xilemática em cana de açúcar</title>
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           <media:title type="plain">Utilização da Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) no monitoramento do conteúdo de seiva xilemática em cana de açúcar</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMIONE, J. R., GALVÃO, G. C., MENDONÇA, T. G., SOUZA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>TDR, Manejo da Água, Irrigação Subsuperficial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A técnica TDR pode contribuir para o monitoramento da água, por ser considerado um método preciso e ter um potencial de monitorar a solução xilemática em plantas. O objetivo deste trabalho foi determinar se há correlação entre o conteúdo de seiva xilemática e a água disponível no solo para a cana-de-açúcar utilizando a técnica da TDR. O estudo foi realizado em ambiente protegido com oito recipientes. Os recipientes foram divididos para a utilização de diferentes taxas de aplicação (1,6 e 3,4 L h-1) de água por irrigação subsuperficial. Cada sonda foi inserida na parte mediana do caule, totalizando 12 sondas TDR com três hastes de 0,0016m de diâmetro e 0,02m de comprimento por taxa de aplicação. A água no solo foi monitorada por 20 sondas TDR com três hastes de 0,003m de diâmetro e 0,2m de comprimento inseridas no recipiente com solo. Como resultado, obteve-se que o conteúdo xilemático está diretamente relacionado com a umidade do solo, havendo uma rápida absorção e movimento na dinâmica da planta de cana-de-açúcar a partir da irrigação e da fertirrigação. Entretanto a constante dielétrica do solo com a da planta apresentou maior correlação no tratamento 2, na qual nenhuma planta sofreu por déficit hídrico.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1967-utilizacao-da-reflectometria-no-dominio-do-tempo-tdr-no-monitoramento-do-conteudo-de-seiva-xilematica-em-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMIONE, J. R., GALVÃO, G. C., MENDONÇA, T. G., SOUZA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>TDR, Manejo da Água, Irrigação Subsuperficial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A técnica TDR pode contribuir para o monitoramento da água, por ser considerado um método preciso e ter um potencial de monitorar a solução xilemática em plantas. O objetivo deste trabalho foi determinar se há correlação entre o conteúdo de seiva xilemática e a água disponível no solo para a cana-de-açúcar utilizando a técnica da TDR. O estudo foi realizado em ambiente protegido com oito recipientes. Os recipientes foram divididos para a utilização de diferentes taxas de aplicação (1,6 e 3,4 L h-1) de água por irrigação subsuperficial. Cada sonda foi inserida na parte mediana do caule, totalizando 12 sondas TDR com três hastes de 0,0016m de diâmetro e 0,02m de comprimento por taxa de aplicação. A água no solo foi monitorada por 20 sondas TDR com três hastes de 0,003m de diâmetro e 0,2m de comprimento inseridas no recipiente com solo. Como resultado, obteve-se que o conteúdo xilemático está diretamente relacionado com a umidade do solo, havendo uma rápida absorção e movimento na dinâmica da planta de cana-de-açúcar a partir da irrigação e da fertirrigação. Entretanto a constante dielétrica do solo com a da planta apresentou maior correlação no tratamento 2, na qual nenhuma planta sofreu por déficit hídrico.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:24:31 -0300</pubDate>
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