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       <title>Saneamento e Controle Ambiental (SCA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>VARIAÇÃO DE TEMPO NO TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO EM EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE</title>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DE TEMPO NO TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO EM EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>20163</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,moringa,tratamento de efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os abatedouros de animais são responsáveis pela geração de efluentes com alto potencial poluidor. A necessidade de novas alternativas de tratamento para essa fonte poluidora nos direcionou a avaliar a ação da semente de Moringa Oleifera Lam no processo de coagulação/floculação, em diferentes tempos de sedimentação (20 e 60 minutos), em efluente proveniente de um abatedouro de suínos localizado no município de Sinop- MT. O efluente utilizado não foi submetido a qualquer tipo de tratamento inicial. O coagulante foi preparado em solução aquosa, utilizando-se água destilada, sendo avaliado na faixa de dosagem entre 200 e 7000 mg/L. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. De acordo com os resultados obtidos, observou-se remoções de turbidez tanto para 20 minutos como para 60 minutos de sedimentação com dosagem ótima de 4000 mg/L em ambos os tempos, com remoção de 86,6% e 92,1%, respectivamente, podendo este ser considerado um coagulante potencial no tratamento de efluentes de abatedouro de suínos.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>20163</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,moringa,tratamento de efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Os abatedouros de animais são responsáveis pela geração de efluentes com alto potencial poluidor. A necessidade de novas alternativas de tratamento para essa fonte poluidora nos direcionou a avaliar a ação da semente de Moringa Oleifera Lam no processo de coagulação/floculação, em diferentes tempos de sedimentação (20 e 60 minutos), em efluente proveniente de um abatedouro de suínos localizado no município de Sinop- MT. O efluente utilizado não foi submetido a qualquer tipo de tratamento inicial. O coagulante foi preparado em solução aquosa, utilizando-se água destilada, sendo avaliado na faixa de dosagem entre 200 e 7000 mg/L. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. De acordo com os resultados obtidos, observou-se remoções de turbidez tanto para 20 minutos como para 60 minutos de sedimentação com dosagem ótima de 4000 mg/L em ambos os tempos, com remoção de 86,6% e 92,1%, respectivamente, podendo este ser considerado um coagulante potencial no tratamento de efluentes de abatedouro de suínos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:54:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE CAIXA DE GORDURA (CG) UTILIZANDO O PROCESSO GRAVITACIONAL E FLOTAÇÃO FORÇADA NA REMOÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS DE EFLUENTE DE COZINHA INDUSTRIAL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1964-uso-de-caixa-de-gordura-cg-utilizando-o-processo-gravitacional-e-flotacao-forcada-na-remocao-de-oleos-e-graxas-de-efluente-de-cozinha-industrial?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DE CAIXA DE GORDURA (CG) UTILIZANDO O PROCESSO GRAVITACIONAL E FLOTAÇÃO FORÇADA NA REMOÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS DE EFLUENTE DE COZINHA INDUSTRIAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNQUEIRA, W. B. D. C., FERREIRA, H. K., COSTA, R., DAMASCENO, A. A., CAMPOS, C. M. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Óleos e graxas, água residuárias, caixa de gordura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este estudo teve como objetivo avaliar o desempenho de uma Caixa de Gordura (CG) em escala real, na remoção de óleos e graxas (O&amp;G) provenientes de água residuária da cozinha industrial do restaurante universitário da Universidade Federal de Lavras (RU/UFLA). A CG funcionou em condições operacionais distintas, operando por flotação gravitacional (primeira etapa); e posteriormente utilizando flotação forçada auxiliada por meio de difusores de ar (segunda etapa). O efluente do RU sofria variações diárias em função do cardápio. As análises físico-químicas foram realizadas no Laboratório de Análise de Água do Departamento de Engenharia (LAADEG) da UFLA. A CG trabalhou com vazão média de 0,9 e 0,79 L s-1, mínima de 0,63 e 0,49 L s-1 e máxima de 1,19 e 1,22 L s-1, na primeira e segunda etapas, respectivamente. A eficiência na remoção foi de 57 e 52% na remoção de O&amp;G, na primeira e segunda etapa, respectivamente. Em termos estastícios não houve diferença significativa (p&gt;0,05) entre os tratamentos. Na primeira etapa observou-se que as temperaturas mais baixas auxiliaram na remoção física da gordura, incrementando assim as condições de flotação. Na segunda etapa, devido a flotação forçada, a oxidação dos O&amp;G foi bastante efetiva auxiliando ua remoção.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNQUEIRA, W. B. D. C., FERREIRA, H. K., COSTA, R., DAMASCENO, A. A., CAMPOS, C. M. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Óleos e graxas, água residuárias, caixa de gordura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este estudo teve como objetivo avaliar o desempenho de uma Caixa de Gordura (CG) em escala real, na remoção de óleos e graxas (O&amp;G) provenientes de água residuária da cozinha industrial do restaurante universitário da Universidade Federal de Lavras (RU/UFLA). A CG funcionou em condições operacionais distintas, operando por flotação gravitacional (primeira etapa); e posteriormente utilizando flotação forçada auxiliada por meio de difusores de ar (segunda etapa). O efluente do RU sofria variações diárias em função do cardápio. As análises físico-químicas foram realizadas no Laboratório de Análise de Água do Departamento de Engenharia (LAADEG) da UFLA. A CG trabalhou com vazão média de 0,9 e 0,79 L s-1, mínima de 0,63 e 0,49 L s-1 e máxima de 1,19 e 1,22 L s-1, na primeira e segunda etapas, respectivamente. A eficiência na remoção foi de 57 e 52% na remoção de O&amp;G, na primeira e segunda etapa, respectivamente. Em termos estastícios não houve diferença significativa (p&gt;0,05) entre os tratamentos. Na primeira etapa observou-se que as temperaturas mais baixas auxiliaram na remoção física da gordura, incrementando assim as condições de flotação. Na segunda etapa, devido a flotação forçada, a oxidação dos O&amp;G foi bastante efetiva auxiliando ua remoção.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:19:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE SUINOCULTURA EM SISTEMA ALAGADO CONSTRUÍDO CULTIVADO COM PLANTA ORNAMENTAL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1958-tratamento-de-aguas-residuarias-de-suinocultura-em-sistema-alagado-construido-cultivado-com-planta-ornamental?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, R. J. D., MONACO, P. A. V. L., COLOMBO, R. B., OZA, E. F., MENEGHELLI, L. A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,remoção,eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Em razão da água residuária de suinocultura constituir uma rica fonte de matéria orgânica e nutrientes minerais, técnicas de tratamento visando ao seu aproveitamento ganharam impulso, principalmente aquelas que aumentam a produção de biomassa vegetal e até mesmo proporcionem efeito paisagístico. Avaliou-se a eficiência de um sistema alagado construído, cultivado com planta ornamental, no tratamento de água residuária de suinocultura. Foi construído um Sistema Alagado Construído (SAC) cultivado com cana-de-macaco (Costus spicatus), submetido à taxa de carregamento orgânico (TCO) de 100 kg ha-1 d-1 de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), baseando-se no valor médio da DBO da água residuária de suinocultura. Para avaliar a eficiência do sistema, análises de Sólidos Totais (ST), Sólidos Fixos (SF), Sólidos Voláteis (SV) e Sólidos Suspensos (SS) foram realizadas no afluente e no efluente ao SAC, a cada 15 dias, durante o funcionamento do sistema. A eficiência média na remoção das variáveis foi calculada a partir de concentração afluente e efluente, obtidas nas ocasiões em que as amostras foram coletadas. O sistema alagado construído cultivado com a planta ornamental proporcionou eficiências médias de remoção de 71,4% de ST; 71,5% de SF; 67,7% de SV e 81,4% de SS.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1958-tratamento-de-aguas-residuarias-de-suinocultura-em-sistema-alagado-construido-cultivado-com-planta-ornamental?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, R. J. D., MONACO, P. A. V. L., COLOMBO, R. B., OZA, E. F., MENEGHELLI, L. A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,remoção,eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Em razão da água residuária de suinocultura constituir uma rica fonte de matéria orgânica e nutrientes minerais, técnicas de tratamento visando ao seu aproveitamento ganharam impulso, principalmente aquelas que aumentam a produção de biomassa vegetal e até mesmo proporcionem efeito paisagístico. Avaliou-se a eficiência de um sistema alagado construído, cultivado com planta ornamental, no tratamento de água residuária de suinocultura. Foi construído um Sistema Alagado Construído (SAC) cultivado com cana-de-macaco (Costus spicatus), submetido à taxa de carregamento orgânico (TCO) de 100 kg ha-1 d-1 de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO), baseando-se no valor médio da DBO da água residuária de suinocultura. Para avaliar a eficiência do sistema, análises de Sólidos Totais (ST), Sólidos Fixos (SF), Sólidos Voláteis (SV) e Sólidos Suspensos (SS) foram realizadas no afluente e no efluente ao SAC, a cada 15 dias, durante o funcionamento do sistema. A eficiência média na remoção das variáveis foi calculada a partir de concentração afluente e efluente, obtidas nas ocasiões em que as amostras foram coletadas. O sistema alagado construído cultivado com a planta ornamental proporcionou eficiências médias de remoção de 71,4% de ST; 71,5% de SF; 67,7% de SV e 81,4% de SS.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:08:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Tratamento biológico em reatores UASB da Universidade Federal de Lavras (UFLA)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1957-tratamento-biologico-em-reatores-uasb-da-universidade-federal-de-lavras-ufla?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Tratamento biológico em reatores UASB da Universidade Federal de Lavras (UFLA)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, L. C., CAMPOS, C. M. M., FIA, R., BARBOSA, P. F., JUNIOR, M. P. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Efluente, Matéria Orgânica, Eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho teve por objetivo analisar a eficiência dos reatores anaeróbios de fluxo ascendente (UASB) da estação de tratamento de esgoto da Universidade Federal de Lavras (ETE/ UFLA). O sistema de tratamento anaeróbio analisado consiste de seis unidades UASB, operando em paralelo. As amostras foram coletadas no afluente e efluente de cada reator UASB e as análises realizadas no Laboratório de Análise de Resíduos de Efluentes do Núcleo de Engenharia Ambiental e Sanitária do DEG/UFLA. Foram realizadas as seguintes analises: nitrogênio total de Kjeldahl (NTK), pelo método microKjeldahl, fósforo total pelo método fosfomolibdico e a demanda química de oxigênio (DQO) pelo método de refluxo fechado. Os valores afluente e efluente foram respectivamente: DQO 378,2 mg/L e 60,6 mg/L; fósforo 7,2 mg/L e 5,2 mg/L; nitrogênio 140,0 mg/L e 117,6 mg/L. Por tanto, observou-se uma eficiência de remoção de 83,99% para DQO; 27,6% para fósforo e 16% para nitrogênio. Os valores apresentados demonstram uma boa eficiência para os reatores UASB operacionalizados na UFLA.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1957-tratamento-biologico-em-reatores-uasb-da-universidade-federal-de-lavras-ufla?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, L. C., CAMPOS, C. M. M., FIA, R., BARBOSA, P. F., JUNIOR, M. P. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Efluente, Matéria Orgânica, Eficiência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho teve por objetivo analisar a eficiência dos reatores anaeróbios de fluxo ascendente (UASB) da estação de tratamento de esgoto da Universidade Federal de Lavras (ETE/ UFLA). O sistema de tratamento anaeróbio analisado consiste de seis unidades UASB, operando em paralelo. As amostras foram coletadas no afluente e efluente de cada reator UASB e as análises realizadas no Laboratório de Análise de Resíduos de Efluentes do Núcleo de Engenharia Ambiental e Sanitária do DEG/UFLA. Foram realizadas as seguintes analises: nitrogênio total de Kjeldahl (NTK), pelo método microKjeldahl, fósforo total pelo método fosfomolibdico e a demanda química de oxigênio (DQO) pelo método de refluxo fechado. Os valores afluente e efluente foram respectivamente: DQO 378,2 mg/L e 60,6 mg/L; fósforo 7,2 mg/L e 5,2 mg/L; nitrogênio 140,0 mg/L e 117,6 mg/L. Por tanto, observou-se uma eficiência de remoção de 83,99% para DQO; 27,6% para fósforo e 16% para nitrogênio. Os valores apresentados demonstram uma boa eficiência para os reatores UASB operacionalizados na UFLA.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:07:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPIRAÇÃO BASAL DE LATOSSOLO VERMELHO CULTIVADO COM CAPIM TIFTON E FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE LATICÍNIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1942-respiracao-basal-de-latossolo-vermelho-cultivado-com-capim-tifton-e-fertirrigado-com-agua-residuaria-de-laticinio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESPIRAÇÃO BASAL DE LATOSSOLO VERMELHO CULTIVADO COM CAPIM TIFTON E FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE LATICÍNIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., LANDIM, D. V., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Atividade biológica,Reuso,Água residuária</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A respiração microbiológica consiste em uma atividade antiga da avaliação do potencial degradativo de matéria orgânica, em solos, através de microorganismos aeróbios, que utilizam O2 como aceptor de eletros e liberando CO2. O objetivo do trabalho foi avaliar a respiração basal (RBS) de um latossolo vermelho fertirrigado com água residuária de laticínio. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados, no núcleo de Engenharia Ambiental da UFLA. Os tratamentos foram compostos por ADQ (Adubação Química) e ARL (Água Residuária de Laticínio). Os volumes de ARL aplicados foram determinados segundo a carga de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações) e aplicados por 120 dias. Os tratamentos consistem em 1X (ADQ) a recomendação, 1X (ALT1), 2X (ALT2), 3X (ALT3) e 4X (ALT4) a carga de N recomendada. Foram coletadas amostras de solo na profundidade de 0 – 10cm, determinadas as umidades e incubadas por 10 dias em ambiente à 25ºC. Observou-se que os maiores valores de RBS foram no tratamento ALT2 com 0,28 mg de C-CO2 kg-1 solo hora-1. Os tratamentos ALT3 e ALT4 apresentaram RBS de 0,23 mg de C-CO2 kg-1 solo hora-1, sendo influenciadas pelas respectivas umidades de cada solo coletado.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1942-respiracao-basal-de-latossolo-vermelho-cultivado-com-capim-tifton-e-fertirrigado-com-agua-residuaria-de-laticinio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., LANDIM, D. V., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Atividade biológica,Reuso,Água residuária</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A respiração microbiológica consiste em uma atividade antiga da avaliação do potencial degradativo de matéria orgânica, em solos, através de microorganismos aeróbios, que utilizam O2 como aceptor de eletros e liberando CO2. O objetivo do trabalho foi avaliar a respiração basal (RBS) de um latossolo vermelho fertirrigado com água residuária de laticínio. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados, no núcleo de Engenharia Ambiental da UFLA. Os tratamentos foram compostos por ADQ (Adubação Química) e ARL (Água Residuária de Laticínio). Os volumes de ARL aplicados foram determinados segundo a carga de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações) e aplicados por 120 dias. Os tratamentos consistem em 1X (ADQ) a recomendação, 1X (ALT1), 2X (ALT2), 3X (ALT3) e 4X (ALT4) a carga de N recomendada. Foram coletadas amostras de solo na profundidade de 0 – 10cm, determinadas as umidades e incubadas por 10 dias em ambiente à 25ºC. Observou-se que os maiores valores de RBS foram no tratamento ALT2 com 0,28 mg de C-CO2 kg-1 solo hora-1. Os tratamentos ALT3 e ALT4 apresentaram RBS de 0,23 mg de C-CO2 kg-1 solo hora-1, sendo influenciadas pelas respectivas umidades de cada solo coletado.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:32:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade de água utilizada para consumo humano e na produção agropecuária no município de Pompéu/MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1932-qualidade-de-agua-utilizada-para-consumo-humano-e-na-producao-agropecuaria-no-municipio-de-pompeu-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade de água utilizada para consumo humano e na produção agropecuária no município de Pompéu/MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, L. D. S., SOUSA, S. R. D., DUTRA, J. D. C. F., SPELTA, A. C. F., SILVA, I. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agropecuária,saúde pública,controle ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A população residente na zona rural na grande maioria não é atendida pelo sistema de abastecimento público de água, tendo de utilizar fontes existentes na região muitas vezes sem nenhum tipo de tratamento o que pode trazer grandes impactos na saúde pública e afetar economicamente a produção agropecuária. Objetivou-se com esse trabalho avaliar a qualidade da água utilizada para consumo humano e produção agropecuária pelos proprietários rurais do município de Pompéu/MG. Foram coletadas 20 amostras de água em 12 fazendas para a realização de análises microbiológicas (coliformes termotolerantes e Escherichia coli) e físico-químicas (pH, alcalinidade, sólidos dissolvidos, dureza, cloretos) de água. Observou-se que 85% das amostras apresentaram-se fora do padrão de potabilidade devido à presença de coliformes, e quanto aos parâmetros físico-químicos todos atenderam o padrão de potabilidade para a água utilizada no consumo humano, porém em relação à qualidade de água para sala de ordenha observou-se que valores encontrados para dureza podem afetar a higienização. A partir dos resultados obtidos, pode se concluir que a água utilizada tanto para consumo humano como utilizado na sala de ordenha se apresentam com qualidade insatisfatória.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1932-qualidade-de-agua-utilizada-para-consumo-humano-e-na-producao-agropecuaria-no-municipio-de-pompeu-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, L. D. S., SOUSA, S. R. D., DUTRA, J. D. C. F., SPELTA, A. C. F., SILVA, I. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agropecuária,saúde pública,controle ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A população residente na zona rural na grande maioria não é atendida pelo sistema de abastecimento público de água, tendo de utilizar fontes existentes na região muitas vezes sem nenhum tipo de tratamento o que pode trazer grandes impactos na saúde pública e afetar economicamente a produção agropecuária. Objetivou-se com esse trabalho avaliar a qualidade da água utilizada para consumo humano e produção agropecuária pelos proprietários rurais do município de Pompéu/MG. Foram coletadas 20 amostras de água em 12 fazendas para a realização de análises microbiológicas (coliformes termotolerantes e Escherichia coli) e físico-químicas (pH, alcalinidade, sólidos dissolvidos, dureza, cloretos) de água. Observou-se que 85% das amostras apresentaram-se fora do padrão de potabilidade devido à presença de coliformes, e quanto aos parâmetros físico-químicos todos atenderam o padrão de potabilidade para a água utilizada no consumo humano, porém em relação à qualidade de água para sala de ordenha observou-se que valores encontrados para dureza podem afetar a higienização. A partir dos resultados obtidos, pode se concluir que a água utilizada tanto para consumo humano como utilizado na sala de ordenha se apresentam com qualidade insatisfatória.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:24:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DO CAPIM JIGGS CULTIVADO EM SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS NO TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DA SUINOCULTURA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1922-produtividade-do-capim-jiggs-cultivado-em-sistemas-alagados-construidos-no-tratamento-de-aguas-residuarias-da-suinocultura?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE DO CAPIM JIGGS CULTIVADO EM SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS NO TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DA SUINOCULTURA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. D. P., MONACO, P. A. V. L., OZA, E. F., SILVA, L. C. R. D., BARBOSA, J. H. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produtividade, capim Jiggs, sistemas alagados construídos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Em razão da elevada quantidade de matéria orgânica e nutrientes presentes na água residuária de suinocultura, técnicas de tratamento visando ao aproveitamento dessas águas ganharam impulso, principalmente aquelas que aumentam a produção de biomassa vegetal. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, avaliar a produtividade do capim Jiggs cultivado em sistemas alagados construídos, operados com diferentes taxas de carregamento orgânico, no tratamento de água residuária de suinocultura. Foram construídos quatro Sistemas Alagados Construídos cultivados com capim Jiggs, submetidos a quatro taxas de carregamento orgânico (TCO) de água residuária de suinocultura: 100; 200; 300 e 400 kg ha- 1 d -1 de DBO. Avaliaram-se as produtividades médias de matéria fresca e seca do capim Jiggs, em 3 cortes realizados, durante 3 meses de funcionamento do sistema. De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que as produtividades médias de matéria fresca e seca variaram de 8,88 a 10,17 t ha-1 e de 1,94 a 2,17 t ha-1 , respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1922-produtividade-do-capim-jiggs-cultivado-em-sistemas-alagados-construidos-no-tratamento-de-aguas-residuarias-da-suinocultura?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. D. P., MONACO, P. A. V. L., OZA, E. F., SILVA, L. C. R. D., BARBOSA, J. H. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produtividade, capim Jiggs, sistemas alagados construídos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Em razão da elevada quantidade de matéria orgânica e nutrientes presentes na água residuária de suinocultura, técnicas de tratamento visando ao aproveitamento dessas águas ganharam impulso, principalmente aquelas que aumentam a produção de biomassa vegetal. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, avaliar a produtividade do capim Jiggs cultivado em sistemas alagados construídos, operados com diferentes taxas de carregamento orgânico, no tratamento de água residuária de suinocultura. Foram construídos quatro Sistemas Alagados Construídos cultivados com capim Jiggs, submetidos a quatro taxas de carregamento orgânico (TCO) de água residuária de suinocultura: 100; 200; 300 e 400 kg ha- 1 d -1 de DBO. Avaliaram-se as produtividades médias de matéria fresca e seca do capim Jiggs, em 3 cortes realizados, durante 3 meses de funcionamento do sistema. De acordo com os resultados obtidos, pode-se concluir que as produtividades médias de matéria fresca e seca variaram de 8,88 a 10,17 t ha-1 e de 1,94 a 2,17 t ha-1 , respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:15:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DE CAPIM TIFTON 85 FERTIRRIGADOS COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO SUÍNO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1920-produtividade-de-capim-tifton-85-fertirrigados-com-agua-residuaria-de-abatedouro-suino?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTIVIDADE DE CAPIM TIFTON 85 FERTIRRIGADOS COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO SUÍNO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso,Água residuária,Pastagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho é avaliar o efeito de diferentes dosagens de água residuária de abatedouro suíno (ARA) e adubação química (ADQ) na produtividade do capim Tifton 85 (Cynodon spp. L.) cultivado em colunas de solos. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados, no núcleo de Engenharia Ambiental da UFLA. Os tratamentos de ADQ e ARA foram compostos por 1X (QT1) e 1X (AAT1), 2X (AAT2), 3X (AAT3) e 4X (AAT4), respectivamente, a necessidade de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações, uma por mês). Foram realizadas 3 cortes, sendo o primeiro aos 60 dias, o segundo aos 90 dias e o terceiro aos 120 dias de monitoramento. Observou-se que o tratamento com ADQ, no primeiro corte, apresentou maior produtividade (34,32 t ha-1), sendo 66,60% superior à maior dosagem de ARA, este fato está associado a rápida absorção das plantas e adaptação das mudas nas colunas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1920-produtividade-de-capim-tifton-85-fertirrigados-com-agua-residuaria-de-abatedouro-suino?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., VILELA, H. S., MAFRA, D. C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso,Água residuária,Pastagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho é avaliar o efeito de diferentes dosagens de água residuária de abatedouro suíno (ARA) e adubação química (ADQ) na produtividade do capim Tifton 85 (Cynodon spp. L.) cultivado em colunas de solos. O experimento foi realizado em delineamento em blocos casualizados, no núcleo de Engenharia Ambiental da UFLA. Os tratamentos de ADQ e ARA foram compostos por 1X (QT1) e 1X (AAT1), 2X (AAT2), 3X (AAT3) e 4X (AAT4), respectivamente, a necessidade de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações, uma por mês). Foram realizadas 3 cortes, sendo o primeiro aos 60 dias, o segundo aos 90 dias e o terceiro aos 120 dias de monitoramento. Observou-se que o tratamento com ADQ, no primeiro corte, apresentou maior produtividade (34,32 t ha-1), sendo 66,60% superior à maior dosagem de ARA, este fato está associado a rápida absorção das plantas e adaptação das mudas nas colunas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:13:41 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRÉ-TRATAMENTO TERMOQUÍMICO EM CAMA DE FRANGO PARA PRODUÇÃO DE METANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1913-pre-tratamento-termoquimico-em-cama-de-frango-para-producao-de-metano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRÉ-TRATAMENTO TERMOQUÍMICO EM CAMA DE FRANGO PARA PRODUÇÃO DE METANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BRUINSMA, E., KUNZ, A., AMARAL, A. C. D., GASPARETO, T. C., WENZEL, B. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biometano,potencial metanogênico específico,resíduo da avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Uma das formas de destino da cama de frango é a utilização em processos de digestão anaeróbia, visando a produção de biogás e biofertilizante. Porém, sua degradação pode ser lenta e pouco eficiente, principalmente pela presença de materiais lignocelulósicos. Desta forma, o presente estudo avaliou o efeito de pré-tratamentos termoquímicos, em cama de frango, na produção de metano. Amostras de 50 g de cama de frango foram pré-tratadas através da adição de 8 mL de uma solução de NaOH com concentração de 15g L-1 (6% NaOH g-1STadic.) em três condições distintas de temperatura e tempo de exposição: 22ºC (72 h), 70ºC (24 h) e 100ºC (24 h) e foram comparadas a amostra natural (sem pré-tratamento). O potencial metanogênico específico foi avaliado segundo norma internacional VDI 4630. Todos os tratamentos apresentaram recuperação de metano superior a amostrar natural (124,86 mLCH4.gSV-1), sendo T 22ºC (72 h) – 197,37 mLCH4.gSV-1; 70ºC (24 h) – 269,02 mLCH4.gSV-1e T 100oC (24h) - 216,97 mLCH4.gSV-1. A melhor recuperação de metano ocorreu no teste T70oC (24h), sendo 115% superior à amostra natura.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1913-pre-tratamento-termoquimico-em-cama-de-frango-para-producao-de-metano?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BRUINSMA, E., KUNZ, A., AMARAL, A. C. D., GASPARETO, T. C., WENZEL, B. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biometano,potencial metanogênico específico,resíduo da avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Uma das formas de destino da cama de frango é a utilização em processos de digestão anaeróbia, visando a produção de biogás e biofertilizante. Porém, sua degradação pode ser lenta e pouco eficiente, principalmente pela presença de materiais lignocelulósicos. Desta forma, o presente estudo avaliou o efeito de pré-tratamentos termoquímicos, em cama de frango, na produção de metano. Amostras de 50 g de cama de frango foram pré-tratadas através da adição de 8 mL de uma solução de NaOH com concentração de 15g L-1 (6% NaOH g-1STadic.) em três condições distintas de temperatura e tempo de exposição: 22ºC (72 h), 70ºC (24 h) e 100ºC (24 h) e foram comparadas a amostra natural (sem pré-tratamento). O potencial metanogênico específico foi avaliado segundo norma internacional VDI 4630. Todos os tratamentos apresentaram recuperação de metano superior a amostrar natural (124,86 mLCH4.gSV-1), sendo T 22ºC (72 h) – 197,37 mLCH4.gSV-1; 70ºC (24 h) – 269,02 mLCH4.gSV-1e T 100oC (24h) - 216,97 mLCH4.gSV-1. A melhor recuperação de metano ocorreu no teste T70oC (24h), sendo 115% superior à amostra natura.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:53:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POTENCIAL DO COAGULANTE FOLHA NEEM NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE ABATEDOURO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1912-potencial-do-coagulante-folha-neem-no-tratamento-de-efluente-de-abatedouro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POTENCIAL DO COAGULANTE FOLHA NEEM NO TRATAMENTO DE EFLUENTE DE ABATEDOURO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WERBERICH, T., OLIVEIRA, A. D., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,UV254nm,dosagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O tratamento de efluentes é de fundamental importância para o controle de poluição do ambiente, a necessidade de buscar maneiras alternativas para realizar o tratamento desses efluentes objetivou a pesquisa à avaliar o desempenho de um coagulante natural (Folha Neem), utilizando o processo de coagulação/floculação na remoção de turbidez e Uv 254nm em um efluente agroindustrial proveniente de um abatedouro de suínos, localizado no município de Sinop- MT, sendo este denominado efluente bruto, ou seja, não era submetido a qualquer tipo de tratamento preliminar. Para os ensaios de coagulação/floculação foram utilizadas folhas da planta Neem (Azadirachta indica) como coagulante natural. Este coagulante foi preparado, em solução aquosa utilizando-se água destilada e solução salina (NaCl – 1M), variando sua dosagem entre 200, 500, 1000, 1500, 2500, 5000 e 10000 mg.L-1 para ambas as soluções. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. No efluente utilizado, não houve remoção de nenhum dos parâmetros analisados, quando utilizado as folhas da planta Neem como coagulante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1912-potencial-do-coagulante-folha-neem-no-tratamento-de-efluente-de-abatedouro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WERBERICH, T., OLIVEIRA, A. D., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,UV254nm,dosagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O tratamento de efluentes é de fundamental importância para o controle de poluição do ambiente, a necessidade de buscar maneiras alternativas para realizar o tratamento desses efluentes objetivou a pesquisa à avaliar o desempenho de um coagulante natural (Folha Neem), utilizando o processo de coagulação/floculação na remoção de turbidez e Uv 254nm em um efluente agroindustrial proveniente de um abatedouro de suínos, localizado no município de Sinop- MT, sendo este denominado efluente bruto, ou seja, não era submetido a qualquer tipo de tratamento preliminar. Para os ensaios de coagulação/floculação foram utilizadas folhas da planta Neem (Azadirachta indica) como coagulante natural. Este coagulante foi preparado, em solução aquosa utilizando-se água destilada e solução salina (NaCl – 1M), variando sua dosagem entre 200, 500, 1000, 1500, 2500, 5000 e 10000 mg.L-1 para ambas as soluções. Os testes de coagulação/floculação foram realizados no aparelho jar test de seis provas com regulador de rotação para a mistura das soluções. Em todas as etapas do estudo foi aplicado um delineamento experimental. No efluente utilizado, não houve remoção de nenhum dos parâmetros analisados, quando utilizado as folhas da planta Neem como coagulante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:52:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POTENCIAL DE COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO DE MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE EM EFLUENTE DE ABATEDOURO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1911-potencial-de-coagulacao-floculacao-de-moringa-oleifera-lam-como-coagulante-em-efluente-de-abatedouro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POTENCIAL DE COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO DE MORINGA OLEIFERA LAM COMO COAGULANTE EM EFLUENTE DE ABATEDOURO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M., AMARAL, A. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,cor,coagulante natural</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Por conta da necessidade crescente de tratamentos alternativos, de águas residuárias, de baixo custo e de fácil acesso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência de um produto natural (Moringa oleifera lam), quando utilizado como agente coagulante, na remoção de turbidez e cor de um efluente proveniente de abatedouro de suínos localizado em Sinop- MT. O coagulante foi preparado, em solução salina (NaCl – 1M) e solução salina (KCl – 1M), todas as soluções do coagulante foram preparadas no momento do ensaio. Para avaliação do efeito do coagulante no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação utilizando o aparelho Jar- test, sendo avaliados os efeitos das dosagens de 200, 500, 1000, 1500 e 2000 mg.L-1 de Moringa em ambas as soluções (NaCl e KCl). Os parâmetros analisados foram cor e turbidez. Pelos resultados da análise estatística, as dosagens ótimas obtidas para o coagulante Moringa NaCl e Moringa KCl foram 1000 mg.L-1 e 1500 mg.L-1, respectivamente. Com estas dosagens observaram-se remoções dos parâmetros analisados quando da utilização da solução salina NaCl (63,9% turbidez e 56,3% cor) e quando se utiliza o coagulante em solução salina KCl (57,4% turbidez e 45,2 % cor).</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1911-potencial-de-coagulacao-floculacao-de-moringa-oleifera-lam-como-coagulante-em-efluente-de-abatedouro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. D., WERBERICH, T., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M., AMARAL, A. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez,cor,coagulante natural</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Por conta da necessidade crescente de tratamentos alternativos, de águas residuárias, de baixo custo e de fácil acesso, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência de um produto natural (Moringa oleifera lam), quando utilizado como agente coagulante, na remoção de turbidez e cor de um efluente proveniente de abatedouro de suínos localizado em Sinop- MT. O coagulante foi preparado, em solução salina (NaCl – 1M) e solução salina (KCl – 1M), todas as soluções do coagulante foram preparadas no momento do ensaio. Para avaliação do efeito do coagulante no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação utilizando o aparelho Jar- test, sendo avaliados os efeitos das dosagens de 200, 500, 1000, 1500 e 2000 mg.L-1 de Moringa em ambas as soluções (NaCl e KCl). Os parâmetros analisados foram cor e turbidez. Pelos resultados da análise estatística, as dosagens ótimas obtidas para o coagulante Moringa NaCl e Moringa KCl foram 1000 mg.L-1 e 1500 mg.L-1, respectivamente. Com estas dosagens observaram-se remoções dos parâmetros analisados quando da utilização da solução salina NaCl (63,9% turbidez e 56,3% cor) e quando se utiliza o coagulante em solução salina KCl (57,4% turbidez e 45,2 % cor).</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:51:23 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFICIÊNCIA DE SISTEMA REATOR UASB – FILTRO ANAERÓBIO EM ESCALA REAL TRATANDO EFLUENTES DE SUINOCULTURA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1836-eficiencia-de-sistema-reator-uasb-filtro-anaerobio-em-escala-real-tratando-efluentes-de-suinocultura?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, L. D. S., SALOMãO, R. E. J., NAPOLI, M. Y. R., TORRES, E. P., SILVA, I. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>impacto ambiental,agropecuária,resíduos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a eficiência de um sistema em dois estágios composto por reator UASB seguido de filtro anaeróbio no tratamento de águas residuárias de suinocultura. O trabalho foi realizado junto às instalações da suinocultura da Fazenda Três Irmãos, localizada no município de Congonhas, Minas Gerais. O sistema de tratamento foi composto pelas seguintes unidades: filtro mecânico, caixa de gordura, tanque de equalização, reator anaeróbio de manta de lodo (reator UASB) e filtro anaeróbio. O programa de monitoramento foi realizado durante seis meses com coletas no afluente e efluentes do filtro mecânico, tanque de equalização, reator UASB e filtro anaeróbio. Os parâmetros analisados foram: pH, alcalinidade, demanda bioquímica de oxigênio (DBO), série de sólidos, e demanda química de oxigênio (DQO). As eficiências de remoção de DBO, DQO e SST no reator UASB foram respectivamente de 59,5%, 57,8% e 26%, e o sistema apresentou eficiência global de 92,8% de DBO, 90,6% de DQO e 89,1% de SST. Podemos concluir que o sistema composto pelo reator UASB seguido de filtro anaeróbio apresentou alta eficiência na remoção de matéria orgânica e sólidos, sendo ótima alternativa no tratamento de águas residuárias de suinocultura.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1836-eficiencia-de-sistema-reator-uasb-filtro-anaerobio-em-escala-real-tratando-efluentes-de-suinocultura?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, L. D. S., SALOMãO, R. E. J., NAPOLI, M. Y. R., TORRES, E. P., SILVA, I. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>impacto ambiental,agropecuária,resíduos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a eficiência de um sistema em dois estágios composto por reator UASB seguido de filtro anaeróbio no tratamento de águas residuárias de suinocultura. O trabalho foi realizado junto às instalações da suinocultura da Fazenda Três Irmãos, localizada no município de Congonhas, Minas Gerais. O sistema de tratamento foi composto pelas seguintes unidades: filtro mecânico, caixa de gordura, tanque de equalização, reator anaeróbio de manta de lodo (reator UASB) e filtro anaeróbio. O programa de monitoramento foi realizado durante seis meses com coletas no afluente e efluentes do filtro mecânico, tanque de equalização, reator UASB e filtro anaeróbio. Os parâmetros analisados foram: pH, alcalinidade, demanda bioquímica de oxigênio (DBO), série de sólidos, e demanda química de oxigênio (DQO). As eficiências de remoção de DBO, DQO e SST no reator UASB foram respectivamente de 59,5%, 57,8% e 26%, e o sistema apresentou eficiência global de 92,8% de DBO, 90,6% de DQO e 89,1% de SST. Podemos concluir que o sistema composto pelo reator UASB seguido de filtro anaeróbio apresentou alta eficiência na remoção de matéria orgânica e sólidos, sendo ótima alternativa no tratamento de águas residuárias de suinocultura.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:02:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Efeito do coagulante natural de moringa na remoção de cianobactérias tóxicas de águas superficiais e sua influência na filtração lenta com não-tecidos</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1830-efeito-do-coagulante-natural-de-moringa-na-remocao-de-cianobacterias-toxicas-de-aguas-superficiais-e-sua-influencia-na-filtracao-lenta-com-nao-tecidos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Efeito do coagulante natural de moringa na remoção de cianobactérias tóxicas de águas superficiais e sua influência na filtração lenta com não-tecidos</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARROS, S. G. D., PATERNIANI, J. E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>tratamento de água,microcistinas,moringa oleifera</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Cianobactérias representam uma séria preocupação em Saúde Pública por liberarem cianotoxinas na água de mananciais de captação para consumo humano. Estratégias mitigatórias devem ser implementadas em processos de tratamento de água para remover esses compostos indesejáveis. Objetivou-se avaliar a influência do coagulante de sementes de moringa na remoção de cianobactérias tóxicas da água, bem como sua interferência no desempenho da filtração lenta com não-tecidos. Através do Planejamento Experimental Fatorial Completo, a dose de extrato aquoso de sementes de moringa e a densidade celular inicial foram analisados obtendo-se remoção celular e de turbidez máximas de cerca de 90 % (dose de moringa de 350 mg.L-1 e 9,28 x 105 cels.mL-1 de BCCUSP232 Microcystis aeruginosa, produtora de microcistinas). Além disso, o uso do coagulante da moringa aumentou o tempo de duração da carreira de filtração lenta (6,0 m3.m-2.dia-1) em não-tecidos em 40 % mantendo o efluente com níveis muito baixos de densidade celular do início ao fim da filtração. Concluiu-se que o uso da moringa ocasiona vantagens no desempenho da filtração lenta com não-tecidos, pois este é beneficiado pela sedimentação da maior parte das células suspensas, promovida pela ação do coagulante, representando uma eficiente remoção de microcistinas suspensas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1830-efeito-do-coagulante-natural-de-moringa-na-remocao-de-cianobacterias-toxicas-de-aguas-superficiais-e-sua-influencia-na-filtracao-lenta-com-nao-tecidos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARROS, S. G. D., PATERNIANI, J. E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>tratamento de água,microcistinas,moringa oleifera</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Cianobactérias representam uma séria preocupação em Saúde Pública por liberarem cianotoxinas na água de mananciais de captação para consumo humano. Estratégias mitigatórias devem ser implementadas em processos de tratamento de água para remover esses compostos indesejáveis. Objetivou-se avaliar a influência do coagulante de sementes de moringa na remoção de cianobactérias tóxicas da água, bem como sua interferência no desempenho da filtração lenta com não-tecidos. Através do Planejamento Experimental Fatorial Completo, a dose de extrato aquoso de sementes de moringa e a densidade celular inicial foram analisados obtendo-se remoção celular e de turbidez máximas de cerca de 90 % (dose de moringa de 350 mg.L-1 e 9,28 x 105 cels.mL-1 de BCCUSP232 Microcystis aeruginosa, produtora de microcistinas). Além disso, o uso do coagulante da moringa aumentou o tempo de duração da carreira de filtração lenta (6,0 m3.m-2.dia-1) em não-tecidos em 40 % mantendo o efluente com níveis muito baixos de densidade celular do início ao fim da filtração. Concluiu-se que o uso da moringa ocasiona vantagens no desempenho da filtração lenta com não-tecidos, pois este é beneficiado pela sedimentação da maior parte das células suspensas, promovida pela ação do coagulante, representando uma eficiente remoção de microcistinas suspensas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:57:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DISPOSIÇÃO DE RESÍDUO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM TIJOLOS SOLO-CIMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1824-disposicao-de-residuo-de-estacao-de-tratamento-de-agua-em-tijolos-solo-cimento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DISPOSIÇÃO DE RESÍDUO DE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA EM TIJOLOS SOLO-CIMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., FIA, R., ARANTES, R. B. D. S., TONIN, L. R., VIANA, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lodo de ETA,Tijolos solo cimento, Resíduo sólido.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho teve por objetivo confeccionar tijolos de solo-cimento com diferentes quantidades deste resíduo de ETA, visando uma correta disposição. Os resíduos foram coletados, adensados e desidratados em leito de secagem, frações mássicas (0%, 3%, 5%, 8% e 10%) foram inseridas na matriz de tijolos de solo-cimento perfazendo os tratamentos T0, T1, T2, T3 e T4. Os tijolos foram ensaiados no 14º e 28º dia de cura quanto à resistência à compressão, segundo NBR 8491. Os resultados da resistência a compressão no 14º dia de cura foram de 0,73, 0,61, 0,54, 0,48, 0,51 MPa para T0, T1, T2, T3 e T4 respectivamente, já para o 28º dia foram de 0,96, 0,82, 0,81, 0,68, 0,67 MPa para T0, T1, T2, T3 e T4 respectivamente, indicando a ocorrência da estabilização da mistura solo-cimento. No entanto, nenhum tratamento atendeu a normativa. Conclui que incorporar lodo de ETA provoca alterações negativas na resistência dos tijolos. Não se pode concluir que o resíduo de ETA não pode ser utilizado como material para confecção de tijolos, uma vez que mesmo o T0 não atingiu a resistência à compressão mínima exigida pela normativa, indicando que outros fatores também interferiram nas propriedades físicas e mecânicas dos tijolos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1824-disposicao-de-residuo-de-estacao-de-tratamento-de-agua-em-tijolos-solo-cimento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., FIA, R., ARANTES, R. B. D. S., TONIN, L. R., VIANA, A. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lodo de ETA,Tijolos solo cimento, Resíduo sólido.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho teve por objetivo confeccionar tijolos de solo-cimento com diferentes quantidades deste resíduo de ETA, visando uma correta disposição. Os resíduos foram coletados, adensados e desidratados em leito de secagem, frações mássicas (0%, 3%, 5%, 8% e 10%) foram inseridas na matriz de tijolos de solo-cimento perfazendo os tratamentos T0, T1, T2, T3 e T4. Os tijolos foram ensaiados no 14º e 28º dia de cura quanto à resistência à compressão, segundo NBR 8491. Os resultados da resistência a compressão no 14º dia de cura foram de 0,73, 0,61, 0,54, 0,48, 0,51 MPa para T0, T1, T2, T3 e T4 respectivamente, já para o 28º dia foram de 0,96, 0,82, 0,81, 0,68, 0,67 MPa para T0, T1, T2, T3 e T4 respectivamente, indicando a ocorrência da estabilização da mistura solo-cimento. No entanto, nenhum tratamento atendeu a normativa. Conclui que incorporar lodo de ETA provoca alterações negativas na resistência dos tijolos. Não se pode concluir que o resíduo de ETA não pode ser utilizado como material para confecção de tijolos, uma vez que mesmo o T0 não atingiu a resistência à compressão mínima exigida pela normativa, indicando que outros fatores também interferiram nas propriedades físicas e mecânicas dos tijolos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:50:51 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO DE EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO PAC E TANFLOC COMO COAGULANTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1765-coagulacao-floculacao-de-efluente-de-abatedouro-utilizando-pac-e-tanfloc-como-coagulante?format=html</link>
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           <media:title type="plain">COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO DE EFLUENTE DE ABATEDOURO UTILIZANDO PAC E TANFLOC COMO COAGULANTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WERBERICH, T., OLIVEIRA, A. D., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M., AMARAL, A. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez, cor, efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A consciência crescente de que o tratamento de efluentes é de fundamental importância para a saúde pública e para o controle de poluição do meio, nos direciona a necessidade de buscar alternativas e de baixo custo para realizar o tratamento desses efluentes. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar a influência de dois coagulantes, sendo um inorgânico e um natural, (PAC e Tanfloc), no tratamento de um efluente proveniente de abatedouro de suínos. Ambos os coagulantes foram preparados em solução aquosa no momento do ensaio, sendo 1% (v/v) para o PAC e 0,5% (m/v) para o Tanfloc. Para avaliação do efeito dos coagulantes no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação utilizando o aparelho jar-test. As dosagens avaliadas para ambos os coagulantes foram de 50, 100, 150, 200, 250 e 300 mg.L-1. Os parâmetros analisados foram cor e turbidez. Pelos resultados da análise estatística, as dosagens ótimas obtidas para ambos os coagulantes foi de 250 mg.L-1. Com estas dosagens observou-se remoções dos parâmetros analisados (&gt; 94% para turbidez e &gt; 85% para cor) com residuais (&lt;40 NTU para turbidez e &lt;400 uH para cor), evidenciando nesta dosagem ótima melhores resultados quando o Tanfloc é utilizado como coagulante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1765-coagulacao-floculacao-de-efluente-de-abatedouro-utilizando-pac-e-tanfloc-como-coagulante?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>WERBERICH, T., OLIVEIRA, A. D., BONGIOVANI, M. C., SCHNEIDER, R. M., AMARAL, A. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Turbidez, cor, efluente</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A consciência crescente de que o tratamento de efluentes é de fundamental importância para a saúde pública e para o controle de poluição do meio, nos direciona a necessidade de buscar alternativas e de baixo custo para realizar o tratamento desses efluentes. Neste contexto, essa pesquisa teve como objetivo avaliar a influência de dois coagulantes, sendo um inorgânico e um natural, (PAC e Tanfloc), no tratamento de um efluente proveniente de abatedouro de suínos. Ambos os coagulantes foram preparados em solução aquosa no momento do ensaio, sendo 1% (v/v) para o PAC e 0,5% (m/v) para o Tanfloc. Para avaliação do efeito dos coagulantes no efluente, foram realizados ensaios de coagulação/floculação utilizando o aparelho jar-test. As dosagens avaliadas para ambos os coagulantes foram de 50, 100, 150, 200, 250 e 300 mg.L-1. Os parâmetros analisados foram cor e turbidez. Pelos resultados da análise estatística, as dosagens ótimas obtidas para ambos os coagulantes foi de 250 mg.L-1. Com estas dosagens observou-se remoções dos parâmetros analisados (&gt; 94% para turbidez e &gt; 85% para cor) com residuais (&lt;40 NTU para turbidez e &lt;400 uH para cor), evidenciando nesta dosagem ótima melhores resultados quando o Tanfloc é utilizado como coagulante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 08:50:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Avaliação temporal do potencial poluidor da água residuária de laticínio</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1750-avaliacao-temporal-do-potencial-poluidor-da-agua-residuaria-de-laticinio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Avaliação temporal do potencial poluidor da água residuária de laticínio</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., OLIVEIRA, J. F. D., FIA, R., MAFRA, D. C. B., LANDIM, D. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Contaminação hídrica,tratamento de efluente, Conama 430/2011</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi a determinação do potencial poluidor de águas residuárias de laticínio e comparação com os padrões de lançamento de efluente da CONAMA. O trabalho foi desenvolvido em um sistema de tratamento de efluente gerado em um laticínio localizado em Lavras – MG. As coletas e análises do efluente foram realizadas mensalmente em um período de cinco meses. As amostras eram coletadas após a unidade de tratamento preliminar composto por uma caixa de areia e outra de gordura mais um sistema de equalização, as análises para caracterização físico-química e biológica da água residuárias foram realizada nos laboratórios do núcleo de engenharia ambiental e sanitária da UFLA. Os resultados médios da caracterização da água residuária foram pH 7,8, CE 3,2 dS m-1, Sólidos Totais 4423 mg L-1, DQO 7176 mg L-1, DBO 2429 mg L-1, Fósforo 16,1 mg L-1, Nitrogênio 84,8 mg L-1 e Coliformes Totais 3,5x1015 NMP 100 mL-1. Somente os resultados de pH se enquadra nos parâmetros de lançamento de efluente da CONAMA 430/2011, indicando que o efluente possui um alto potencial poluidor e não pode ser lançando no meio ambiente sem os devidos processos de tratamento.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1750-avaliacao-temporal-do-potencial-poluidor-da-agua-residuaria-de-laticinio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., OLIVEIRA, J. F. D., FIA, R., MAFRA, D. C. B., LANDIM, D. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Contaminação hídrica,tratamento de efluente, Conama 430/2011</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi a determinação do potencial poluidor de águas residuárias de laticínio e comparação com os padrões de lançamento de efluente da CONAMA. O trabalho foi desenvolvido em um sistema de tratamento de efluente gerado em um laticínio localizado em Lavras – MG. As coletas e análises do efluente foram realizadas mensalmente em um período de cinco meses. As amostras eram coletadas após a unidade de tratamento preliminar composto por uma caixa de areia e outra de gordura mais um sistema de equalização, as análises para caracterização físico-química e biológica da água residuárias foram realizada nos laboratórios do núcleo de engenharia ambiental e sanitária da UFLA. Os resultados médios da caracterização da água residuária foram pH 7,8, CE 3,2 dS m-1, Sólidos Totais 4423 mg L-1, DQO 7176 mg L-1, DBO 2429 mg L-1, Fósforo 16,1 mg L-1, Nitrogênio 84,8 mg L-1 e Coliformes Totais 3,5x1015 NMP 100 mL-1. Somente os resultados de pH se enquadra nos parâmetros de lançamento de efluente da CONAMA 430/2011, indicando que o efluente possui um alto potencial poluidor e não pode ser lançando no meio ambiente sem os devidos processos de tratamento.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:38:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Avaliação temporal da água residuárias de abatedouro suíno após tratamento preliminar</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1749-avaliacao-temporal-da-agua-residuarias-de-abatedouro-suino-apos-tratamento-preliminar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Avaliação temporal da água residuárias de abatedouro suíno após tratamento preliminar</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., OLIVEIRA, J. F. D., FIA, R., VILELA, H. S., BARBOSA, B. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poluição ambiental, Disposição de efluentes, Conama 430/2011</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi a determinação do potencial poluidor de águas residuárias de abatedouro suíno, após tratamento preliminar. O trabalho foi desenvolvido em um sistema de tratamento de efluente gerado em um abatedouro de suínos localizado na região do sul de Minas Gerais. As coletas e análises do efluente foram realizadas mensalmente em um período de cinco meses. As amostras eram coletadas após a unidade de tratamento preliminar composta por uma peneira estática e as análises para caracterização físico-química e biológica da água residuárias foram realizada nos laboratórios do núcleo de engenharia ambiental e sanitária da UFLA. Os resultados médios da caracterização da água residuária foram pH 7,7, CE 1,23 dS m-1, Sólidos Totais 1996 mg L-1, DQO 4817mg L-1, DBO 2360 mg L-1, Fósforo 11,91 mg L-1, Nitrogênio 157,45mg L-1 e Coliformes Totais 3,5x1015NMP 100 mL-1. Somente os resultados de pH se enquadra nos parâmetros de lançamento de efluente da CONAMA 430/2011, indicando que o efluente possui um alto potencial poluidor e não pode ser lançando no meio ambiente sem os devidos processos de tratamento. Indica-se um processo de tratamento biológico para o tratamento da água residuária, pois a mesma apresenta uma elevada fração biodegradável.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1749-avaliacao-temporal-da-agua-residuarias-de-abatedouro-suino-apos-tratamento-preliminar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, F. N., OLIVEIRA, J. F. D., FIA, R., VILELA, H. S., BARBOSA, B. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poluição ambiental, Disposição de efluentes, Conama 430/2011</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do trabalho foi a determinação do potencial poluidor de águas residuárias de abatedouro suíno, após tratamento preliminar. O trabalho foi desenvolvido em um sistema de tratamento de efluente gerado em um abatedouro de suínos localizado na região do sul de Minas Gerais. As coletas e análises do efluente foram realizadas mensalmente em um período de cinco meses. As amostras eram coletadas após a unidade de tratamento preliminar composta por uma peneira estática e as análises para caracterização físico-química e biológica da água residuárias foram realizada nos laboratórios do núcleo de engenharia ambiental e sanitária da UFLA. Os resultados médios da caracterização da água residuária foram pH 7,7, CE 1,23 dS m-1, Sólidos Totais 1996 mg L-1, DQO 4817mg L-1, DBO 2360 mg L-1, Fósforo 11,91 mg L-1, Nitrogênio 157,45mg L-1 e Coliformes Totais 3,5x1015NMP 100 mL-1. Somente os resultados de pH se enquadra nos parâmetros de lançamento de efluente da CONAMA 430/2011, indicando que o efluente possui um alto potencial poluidor e não pode ser lançando no meio ambiente sem os devidos processos de tratamento. Indica-se um processo de tratamento biológico para o tratamento da água residuária, pois a mesma apresenta uma elevada fração biodegradável.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:35:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DAS FORMAS NITROGENADAS NO PERCOLADO DE COLUNAS DE SOLO FERTIRRIGADAS COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO DE SUÍNOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1739-avaliacao-das-formas-nitrogenadas-no-percolado-de-colunas-de-solo-fertirrigadas-com-agua-residuaria-de-abatedouro-de-suinos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DAS FORMAS NITROGENADAS NO PERCOLADO DE COLUNAS DE SOLO FERTIRRIGADAS COM ÁGUA RESIDUÁRIA DE ABATEDOURO DE SUÍNOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., LANDIM, D. V., VILELA, H. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso agrícola,disposição no solo,águas subterrâneas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a concentração de formas nitrogenadas no percolado de colunas de solo com diferentes doses de água residuárias de abatedouro de suínos (ARA). As colunas foram cultivadas com capim-tifton 85 (Cynodon spp.). Os tratamentos de ARA foram compostos por 1X (AAT1), 2X (AAT2), 3X (AAT3) e 4X (AAT4), a necessidade de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações, uma por mês). O líquido percolado nas colunas de solo foi coletado em frascos de polietileno. Em função da percolação do líquido nas colunas em um período de 120 dias, foi avaliado o percolado em termos de pH e das formas de N (NTK, NO3- e NO2-). Observou-se concentrações médias de 0,044; 0,229; 0,338, 0,427 e 0,225 mg L-1 de NO2-; 14,02; 15,40; 22,92; 22,21 e 23,90 mg L-1 de NO3-; e 8,16; 8,39; 9,93; 8,61 e 11,64mg L-1 de NTK para T0, T1, T2, T3 e T4, respectivamente. Observou-se que os teores de NO3- estão acima dos valores permitidos, mesmo para as menores doses aplicadas, o que pode acarretar na contaminação das águas subterrâneas. Conclui-se que a planta não foi capaz de absorver todo nitrogênio disponível na ARA.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1739-avaliacao-das-formas-nitrogenadas-no-percolado-de-colunas-de-solo-fertirrigadas-com-agua-residuaria-de-abatedouro-de-suinos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, J. F. D., RODRIGUES, F. N., FIA, R., LANDIM, D. V., VILELA, H. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso agrícola,disposição no solo,águas subterrâneas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a concentração de formas nitrogenadas no percolado de colunas de solo com diferentes doses de água residuárias de abatedouro de suínos (ARA). As colunas foram cultivadas com capim-tifton 85 (Cynodon spp.). Os tratamentos de ARA foram compostos por 1X (AAT1), 2X (AAT2), 3X (AAT3) e 4X (AAT4), a necessidade de nitrogênio recomendada pela CFSEMG (150 kg ha-1 divididos em 5 aplicações, uma por mês). O líquido percolado nas colunas de solo foi coletado em frascos de polietileno. Em função da percolação do líquido nas colunas em um período de 120 dias, foi avaliado o percolado em termos de pH e das formas de N (NTK, NO3- e NO2-). Observou-se concentrações médias de 0,044; 0,229; 0,338, 0,427 e 0,225 mg L-1 de NO2-; 14,02; 15,40; 22,92; 22,21 e 23,90 mg L-1 de NO3-; e 8,16; 8,39; 9,93; 8,61 e 11,64mg L-1 de NTK para T0, T1, T2, T3 e T4, respectivamente. Observou-se que os teores de NO3- estão acima dos valores permitidos, mesmo para as menores doses aplicadas, o que pode acarretar na contaminação das águas subterrâneas. Conclui-se que a planta não foi capaz de absorver todo nitrogênio disponível na ARA.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:24:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Alcalinidade total, pH e acidez volátil da co-digestão de dejetos de bovinos de corte e cana-de-açúcar triturada</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1706-alcalinidade-total-ph-e-acidez-volatil-da-co-digestao-de-dejetos-de-bovinos-de-corte-e-cana-de-acucar-triturada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Alcalinidade total, pH e acidez volátil da co-digestão de dejetos de bovinos de corte e cana-de-açúcar triturada</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NOGUEIRA, R. G. S., BRANCO, P. M. P., FERREIRA, L. M. S., JUNIOR, J. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cana-de-açúcar,Co-digestão,Fermentação anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de avaliar a alcalinidade total (AT), pH e acidez volátil (AV) da co-digestão entre dejetos bovinos e 7% de cana-de-açúcar triturada, 9 biodigestores contínuos foram utilizados durante 120 dias, operados com 60 litros e 30 dias de tempo de retenção hidráulica. Diariamente os biodigestores eram abastecidos com 2 kg de substrato. A carga diária em gramas de sólidos voláteis por litro foi de 14.1 para controle e 22.1 co-digestão. A AT foi realizada segundo APHA, (2000), a AV conforme Dilallo &amp; Albertson (1961) e o pH foi realizado utilizando-se o medidor de pH digital (DMPH – 2). Ambas análises foram realizadas semanalmente no afluente e efluente. O afluente da co-digestão apresentou menor pH, (6.12 vs 6.35±0.04 p=0.0001) e maior AT (1285 vs 1237±9.07 mg CaCO3/L p=0.0001) a AV (1943 vs 1538±69.1 ácidos/mL p=0.001), comparado ao controle. O efluente da co-digestão teve um menor pH (6.27 vs 6.91±0.04 p=0.0001) e AT (1657 vs 1918±33.1 mg CaCO3 L-1 p=0.0001) e maior AV (1816 vs 1604±33.1 ácidos/mL p=0.0001) comparado ao tratamento controle. A co-digestão de dejetos bovinos com 7% de cana-de-açúcar triturada altera o padrão da fermentação em biodigestores, reduzindo o pH e AT e aumentando a quantidade de AV.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/sca-saneamento-e-controle-ambiental-3/1706-alcalinidade-total-ph-e-acidez-volatil-da-co-digestao-de-dejetos-de-bovinos-de-corte-e-cana-de-acucar-triturada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NOGUEIRA, R. G. S., BRANCO, P. M. P., FERREIRA, L. M. S., JUNIOR, J. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cana-de-açúcar,Co-digestão,Fermentação anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de avaliar a alcalinidade total (AT), pH e acidez volátil (AV) da co-digestão entre dejetos bovinos e 7% de cana-de-açúcar triturada, 9 biodigestores contínuos foram utilizados durante 120 dias, operados com 60 litros e 30 dias de tempo de retenção hidráulica. Diariamente os biodigestores eram abastecidos com 2 kg de substrato. A carga diária em gramas de sólidos voláteis por litro foi de 14.1 para controle e 22.1 co-digestão. A AT foi realizada segundo APHA, (2000), a AV conforme Dilallo &amp; Albertson (1961) e o pH foi realizado utilizando-se o medidor de pH digital (DMPH – 2). Ambas análises foram realizadas semanalmente no afluente e efluente. O afluente da co-digestão apresentou menor pH, (6.12 vs 6.35±0.04 p=0.0001) e maior AT (1285 vs 1237±9.07 mg CaCO3/L p=0.0001) a AV (1943 vs 1538±69.1 ácidos/mL p=0.001), comparado ao controle. O efluente da co-digestão teve um menor pH (6.27 vs 6.91±0.04 p=0.0001) e AT (1657 vs 1918±33.1 mg CaCO3 L-1 p=0.0001) e maior AV (1816 vs 1604±33.1 ácidos/mL p=0.0001) comparado ao tratamento controle. A co-digestão de dejetos bovinos com 7% de cana-de-açúcar triturada altera o padrão da fermentação em biodigestores, reduzindo o pH e AT e aumentando a quantidade de AV.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 15:49:06 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
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