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       <title>Engenharia de Água e Solo (EAS) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO BÁSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO EUTRÓFICO FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA SANITÁRIA TRATADA</title>
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           <media:title type="plain">VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO BÁSICA DE UM LATOSSOLO VERMELHO EUTRÓFICO FERTIRRIGADO COM ÁGUA RESIDUÁRIA SANITÁRIA TRATADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAúJO, E. D., ALVES, P. F. S., GUERRA, J. V. S., CARVALHO, A. R. D. J., SANTOS, S. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reciclagem de nutrientes,Dispersão de argila, eluviação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de águas residuárias (AR) na agricultura potencializa a produção de alimentos em virtude do aporte e reciclagem de nutrientes. Entretanto, a aplicação de AR em longo prazo, podem promover alterações nas propriedades físicas e químicas do solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de diferentes doses de água residuária sobre a velocidade de infiltração básica (VIB) em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’. O trabalho foi conduzido em Janaúba-MG. O delineamento foi em blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na aplicação de diferentes doses de água residuária sanitária tratada (ART): T1: testemunha; T2: 70 %; T3: 130 %; T4: 170 % e; T5: 200 % de ART em relação ao o limite máximo de aplicação anual (LMA) de 150 kg ha-1 de sódio (Na). A infiltração de água no solo foi determinada pelo método do infiltrômetro de duplo anel. A VIB foi crescente com o aumento das doses de ART, sendo dois fenômenos responsáveis, a dispersão de argila proporcionada principalmente pelo aporte de Na e a eluviação dos coloides ao longo do tempo. A aplicação de ART aumenta a VIB em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1984-velocidade-de-infiltracao-basica-de-um-latossolo-vermelho-eutrofico-fertirrigado-com-agua-residuaria-sanitaria-tratada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAúJO, E. D., ALVES, P. F. S., GUERRA, J. V. S., CARVALHO, A. R. D. J., SANTOS, S. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reciclagem de nutrientes,Dispersão de argila, eluviação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de águas residuárias (AR) na agricultura potencializa a produção de alimentos em virtude do aporte e reciclagem de nutrientes. Entretanto, a aplicação de AR em longo prazo, podem promover alterações nas propriedades físicas e químicas do solo. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da aplicação de diferentes doses de água residuária sobre a velocidade de infiltração básica (VIB) em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’. O trabalho foi conduzido em Janaúba-MG. O delineamento foi em blocos casualizados com quatro repetições. Os tratamentos consistiram na aplicação de diferentes doses de água residuária sanitária tratada (ART): T1: testemunha; T2: 70 %; T3: 130 %; T4: 170 % e; T5: 200 % de ART em relação ao o limite máximo de aplicação anual (LMA) de 150 kg ha-1 de sódio (Na). A infiltração de água no solo foi determinada pelo método do infiltrômetro de duplo anel. A VIB foi crescente com o aumento das doses de ART, sendo dois fenômenos responsáveis, a dispersão de argila proporcionada principalmente pelo aporte de Na e a eluviação dos coloides ao longo do tempo. A aplicação de ART aumenta a VIB em um Latossolo Vermelho eutrófico cultivado com bananeira ‘Prata-anã’.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:55:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE NPK EM SOLUÇÃO NUTRITIVA SALINA NO CULTIVO DE FLORES DE GIRASSOL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1982-variacao-da-concentracao-de-npk-em-solucao-nutritiva-salina-no-cultivo-de-flores-de-girassol?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE NPK EM SOLUÇÃO NUTRITIVA SALINA NO CULTIVO DE FLORES DE GIRASSOL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., SANTOS JÚNIOR, J. A., CAMPOS JÚNIOR, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semi-hidroponia, Floricultura,Semiárido brasileiro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A necessidade da racionalização do uso de fertilizantes e a utilização de águas salinas no preparo de soluções nutritivas, são fundamentais para o desenvolvimento de empreendimentos hidropônicos no semiárido brasileiro. Neste sentido, visando avaliar a relação salinidade vs concentração de NPK sobre componentes de produção da flor do girassol, aplicou-se, no presente trabalho, soluções nutritivas salinas (1,7 - controle; 4,3; 6,0 e 9,0 dS m-1) com diferentes concentrações de NPK (55; 70; 85 e 100%) em plantas da cultivar EMBRAPA 122/V2000, cultivadas em semi-hidroponia, utilizando areia como substrato. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 4 x 4, com três repetições, totalizando 48 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e comparados mediante análise de regressão. Verificou-se que não é viável a utilização de soluções salinas acima de 9 dS m-1, independente da concentração de NPK, no entanto, registrou-se sensibilidade à interação entre a salinidade e a concentração de NPK para o início do florescimento e o diâmetro do capítulo, diferente do número de pétalas, que foi sensível ao efeito isolado da salinidade, com redução total estimada em 36,7% até 9 dS m-1.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., SANTOS JÚNIOR, J. A., CAMPOS JÚNIOR, J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semi-hidroponia, Floricultura,Semiárido brasileiro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A necessidade da racionalização do uso de fertilizantes e a utilização de águas salinas no preparo de soluções nutritivas, são fundamentais para o desenvolvimento de empreendimentos hidropônicos no semiárido brasileiro. Neste sentido, visando avaliar a relação salinidade vs concentração de NPK sobre componentes de produção da flor do girassol, aplicou-se, no presente trabalho, soluções nutritivas salinas (1,7 - controle; 4,3; 6,0 e 9,0 dS m-1) com diferentes concentrações de NPK (55; 70; 85 e 100%) em plantas da cultivar EMBRAPA 122/V2000, cultivadas em semi-hidroponia, utilizando areia como substrato. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 4 x 4, com três repetições, totalizando 48 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e comparados mediante análise de regressão. Verificou-se que não é viável a utilização de soluções salinas acima de 9 dS m-1, independente da concentração de NPK, no entanto, registrou-se sensibilidade à interação entre a salinidade e a concentração de NPK para o início do florescimento e o diâmetro do capítulo, diferente do número de pétalas, que foi sensível ao efeito isolado da salinidade, com redução total estimada em 36,7% até 9 dS m-1.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:53:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UTILIZAÇÃO DO INVERSOR DE FREQUÊNCIA COMO ESTRATEGIA PARA O AUMENTO DA EFICIÊNCIA ENERGETICA EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1970-utilizacao-do-inversor-de-frequencia-como-estrategia-para-o-aumento-da-eficiencia-energetica-em-sistema-de-irrigacao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UTILIZAÇÃO DO INVERSOR DE FREQUÊNCIA COMO ESTRATEGIA PARA O AUMENTO DA EFICIÊNCIA ENERGETICA EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Microaspersão,rotação variável, redução de custo de eletricidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aumento da tarifa energética ocorrido nos últimos tempos deixou em alerta o sistema produtivo, em especial o setor rural, aumentando os custos de produção. Na agricultura irrigada o sistema de bombeamento é um dos maiores consumidores de energia elétrica. Com base neste contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar o consumo de energia de um sistema de irrigação por microaspersão em função da variação da rotação do conjunto motobomba acionado por inversor de frequência (IF). O sistema foi instalado em uma área de plantio de coco de 36 ha, no Perímetro Irrigado do Baixo Acaraú, Marco-Ce, composta de 6 setores de irrigação. Para cada setor, foi ajustada uma rotação no conjunto motobomba mantendo-se as mesmas condições de aplicação do emissor como pressão de serviço, vazão e diâmetro irrigado. Foram determinadas, com o auxílio do IF, as características elétricas de funcionamento, como consumo de energia e rotação do motor. Os resultados encontrados permitiram avaliar que houve redução do consumo de energia e a pressão de serviço dos microaspersores foi mantida, variando apenas a vazão requerida, conforme o setor de irrigação em trabalho. Verificou-se que o IF proporcionou economia de até 55% quando comparado com o sistema trabalhando em rotação constante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1970-utilizacao-do-inversor-de-frequencia-como-estrategia-para-o-aumento-da-eficiencia-energetica-em-sistema-de-irrigacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, M. A., TEIXEIRA, A. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Microaspersão,rotação variável, redução de custo de eletricidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O aumento da tarifa energética ocorrido nos últimos tempos deixou em alerta o sistema produtivo, em especial o setor rural, aumentando os custos de produção. Na agricultura irrigada o sistema de bombeamento é um dos maiores consumidores de energia elétrica. Com base neste contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar o consumo de energia de um sistema de irrigação por microaspersão em função da variação da rotação do conjunto motobomba acionado por inversor de frequência (IF). O sistema foi instalado em uma área de plantio de coco de 36 ha, no Perímetro Irrigado do Baixo Acaraú, Marco-Ce, composta de 6 setores de irrigação. Para cada setor, foi ajustada uma rotação no conjunto motobomba mantendo-se as mesmas condições de aplicação do emissor como pressão de serviço, vazão e diâmetro irrigado. Foram determinadas, com o auxílio do IF, as características elétricas de funcionamento, como consumo de energia e rotação do motor. Os resultados encontrados permitiram avaliar que houve redução do consumo de energia e a pressão de serviço dos microaspersores foi mantida, variando apenas a vazão requerida, conforme o setor de irrigação em trabalho. Verificou-se que o IF proporcionou economia de até 55% quando comparado com o sistema trabalhando em rotação constante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:32:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Utilização da Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) no monitoramento do conteúdo de seiva xilemática em cana de açúcar</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1967-utilizacao-da-reflectometria-no-dominio-do-tempo-tdr-no-monitoramento-do-conteudo-de-seiva-xilematica-em-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Utilização da Reflectometria no Domínio do Tempo (TDR) no monitoramento do conteúdo de seiva xilemática em cana de açúcar</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMIONE, J. R., GALVÃO, G. C., MENDONÇA, T. G., SOUZA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>TDR, Manejo da Água, Irrigação Subsuperficial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A técnica TDR pode contribuir para o monitoramento da água, por ser considerado um método preciso e ter um potencial de monitorar a solução xilemática em plantas. O objetivo deste trabalho foi determinar se há correlação entre o conteúdo de seiva xilemática e a água disponível no solo para a cana-de-açúcar utilizando a técnica da TDR. O estudo foi realizado em ambiente protegido com oito recipientes. Os recipientes foram divididos para a utilização de diferentes taxas de aplicação (1,6 e 3,4 L h-1) de água por irrigação subsuperficial. Cada sonda foi inserida na parte mediana do caule, totalizando 12 sondas TDR com três hastes de 0,0016m de diâmetro e 0,02m de comprimento por taxa de aplicação. A água no solo foi monitorada por 20 sondas TDR com três hastes de 0,003m de diâmetro e 0,2m de comprimento inseridas no recipiente com solo. Como resultado, obteve-se que o conteúdo xilemático está diretamente relacionado com a umidade do solo, havendo uma rápida absorção e movimento na dinâmica da planta de cana-de-açúcar a partir da irrigação e da fertirrigação. Entretanto a constante dielétrica do solo com a da planta apresentou maior correlação no tratamento 2, na qual nenhuma planta sofreu por déficit hídrico.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1967-utilizacao-da-reflectometria-no-dominio-do-tempo-tdr-no-monitoramento-do-conteudo-de-seiva-xilematica-em-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMIONE, J. R., GALVÃO, G. C., MENDONÇA, T. G., SOUZA, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>TDR, Manejo da Água, Irrigação Subsuperficial</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A técnica TDR pode contribuir para o monitoramento da água, por ser considerado um método preciso e ter um potencial de monitorar a solução xilemática em plantas. O objetivo deste trabalho foi determinar se há correlação entre o conteúdo de seiva xilemática e a água disponível no solo para a cana-de-açúcar utilizando a técnica da TDR. O estudo foi realizado em ambiente protegido com oito recipientes. Os recipientes foram divididos para a utilização de diferentes taxas de aplicação (1,6 e 3,4 L h-1) de água por irrigação subsuperficial. Cada sonda foi inserida na parte mediana do caule, totalizando 12 sondas TDR com três hastes de 0,0016m de diâmetro e 0,02m de comprimento por taxa de aplicação. A água no solo foi monitorada por 20 sondas TDR com três hastes de 0,003m de diâmetro e 0,2m de comprimento inseridas no recipiente com solo. Como resultado, obteve-se que o conteúdo xilemático está diretamente relacionado com a umidade do solo, havendo uma rápida absorção e movimento na dinâmica da planta de cana-de-açúcar a partir da irrigação e da fertirrigação. Entretanto a constante dielétrica do solo com a da planta apresentou maior correlação no tratamento 2, na qual nenhuma planta sofreu por déficit hídrico.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:24:31 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>UNIFORMIDADE DE EMISSÃO DE ÁGUA POR GOTEJAMENTO NA VIDEIRA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1960-uniformidade-de-emissao-de-agua-por-gotejamento-na-videira?format=html</link>
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           <media:title type="plain">UNIFORMIDADE DE EMISSÃO DE ÁGUA POR GOTEJAMENTO NA VIDEIRA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>HOLANDA FILHO, R. S. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação localizada,Distribuição de água,Coeficiente de uniformidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um teste foi realizado tendo em vista determinar a uniformidade de emissão de água de um sistema de irrigação por gotejamento na cultura da uva, em área da fazenda Milano, situada na zona rural do município de Santa Maria da Boa Vista (-8.78o, -39.82o), estado de Pernambuco. A área irrigada que sofreu o teste foi dividida em 02 lotes. Em cada lote foram feitas 03 repetições. Os parâmetros utilizados para determinar a uniformidade de emissão foram o coeficiente de uniformidade de Christiansen (CUC) e o coeficiente de uniformidade de distribuição (CUD). Após a realização do teste, concluiu-se que o sistema por gotejamento utilizado na uva tem boa uniformidade de emissão, exceto no lote 02, que apresentou uniformidade regular em uma das classificações.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1960-uniformidade-de-emissao-de-agua-por-gotejamento-na-videira?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>HOLANDA FILHO, R. S. F. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação localizada,Distribuição de água,Coeficiente de uniformidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Um teste foi realizado tendo em vista determinar a uniformidade de emissão de água de um sistema de irrigação por gotejamento na cultura da uva, em área da fazenda Milano, situada na zona rural do município de Santa Maria da Boa Vista (-8.78o, -39.82o), estado de Pernambuco. A área irrigada que sofreu o teste foi dividida em 02 lotes. Em cada lote foram feitas 03 repetições. Os parâmetros utilizados para determinar a uniformidade de emissão foram o coeficiente de uniformidade de Christiansen (CUC) e o coeficiente de uniformidade de distribuição (CUD). Após a realização do teste, concluiu-se que o sistema por gotejamento utilizado na uva tem boa uniformidade de emissão, exceto no lote 02, que apresentou uniformidade regular em uma das classificações.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:11:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TURNO DE REGA E ADUBAÇÃO FOLIAR COM MICRONUTRIENTES NA PRODUÇÃO DO FEIJÃO-COMUM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1959-turno-de-rega-e-adubacao-foliar-com-micronutrientes-na-producao-do-feijao-comum?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TURNO DE REGA E ADUBAÇÃO FOLIAR COM MICRONUTRIENTES NA PRODUÇÃO DO FEIJÃO-COMUM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NETO, O. F. D. S., SANTANA, M. J. D., GONçALVES, R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo de irrigação,produtividade do feijoeiro,Phaseolus vulgaris L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Atualmente inúmeras técnicas podem contribuir para o aumento da produtividade da cultura do feijoeiro, tais como a irrigação e adubação equilibrada. Os micronutrientes, apesar de requeridos em doses baixas, são muito importantes. A deficiência de um micronutriente nas plantas pode desorganizar os processos metabólicos e causar a deficiência de um macronutriente. A irrigação, por sua vez, possibilita, no cultivo de inverno do feijão, a obtenção de produtividades cerca de três vezes superiores às obtidas em outras épocas de cultivo. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência da aplicação de micronutrientes via foliar e turnos de rega para a cultura do feijoeiro. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso (DBC), em esquema fatorial duplo 4x4, sendo 4 adubações foliares (testemunha; cálcio + boro (CaB); boro (B) e manganês (Mn)), 4 turnos de rega (1; 2; 3 e 4 dias) e 4 repetições. A interação das adubações foliares com os turnos de rega apresentou valores que diferiram estatisticamente entre si apenas para a variável produtividade, sendo que os maiores valores encontrados foram 5177,18; 5306,34; 5263,91 e 5658,72 kg ha-1 referentes, respectivamente, às adubações testemunha, CaB, B e Mn realizadas nas plantas submetidas ao turno de rega de 2 dias.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1959-turno-de-rega-e-adubacao-foliar-com-micronutrientes-na-producao-do-feijao-comum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NETO, O. F. D. S., SANTANA, M. J. D., GONçALVES, R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo de irrigação,produtividade do feijoeiro,Phaseolus vulgaris L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Atualmente inúmeras técnicas podem contribuir para o aumento da produtividade da cultura do feijoeiro, tais como a irrigação e adubação equilibrada. Os micronutrientes, apesar de requeridos em doses baixas, são muito importantes. A deficiência de um micronutriente nas plantas pode desorganizar os processos metabólicos e causar a deficiência de um macronutriente. A irrigação, por sua vez, possibilita, no cultivo de inverno do feijão, a obtenção de produtividades cerca de três vezes superiores às obtidas em outras épocas de cultivo. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência da aplicação de micronutrientes via foliar e turnos de rega para a cultura do feijoeiro. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso (DBC), em esquema fatorial duplo 4x4, sendo 4 adubações foliares (testemunha; cálcio + boro (CaB); boro (B) e manganês (Mn)), 4 turnos de rega (1; 2; 3 e 4 dias) e 4 repetições. A interação das adubações foliares com os turnos de rega apresentou valores que diferiram estatisticamente entre si apenas para a variável produtividade, sendo que os maiores valores encontrados foram 5177,18; 5306,34; 5263,91 e 5658,72 kg ha-1 referentes, respectivamente, às adubações testemunha, CaB, B e Mn realizadas nas plantas submetidas ao turno de rega de 2 dias.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:09:53 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEOR DE ÁGUA NO SOLO: ANÁLISE E MONITORAMENTO EM TEMPO REAL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1954-teor-de-agua-no-solo-analise-e-monitoramento-em-tempo-real?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEOR DE ÁGUA NO SOLO: ANÁLISE E MONITORAMENTO EM TEMPO REAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, P. S. L., MENEZES, P. L. D., SEFFRIN, R., BAZZI, C. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação automatizada,Umidade do Solo,Monitoramento em tempo real</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A disponibilidade de água é um dos principais fatores para o bom desenvolvimento das plantas, bem como requisito para elevada produção. A irrigação automatizada mostra-se como ferramenta estratégica para o uso consciente da água. Assim, com intuito de subsidiar informações sobre o teor de água existente no solo em determinado momento, este trabalho objetivou a integração de tecnologias inovadoras, como o microcontrolador ESP8266-12E, o Sensor de Umidade do Solo e a Plataforma WEB ThingSpeak. Foi coletado solo a 20 cm de profundidade e armazenado em cano de PVC de 100 mm de diâmetro, onde foram realizadas leituras a cada 15 segundos, durante 24 horas, e enviadas da rede por meio WiFi (contida no microcontrolador) para a plataforma web. O envio das informações mostrou-se eficaz, uma vez que os mesmos permanecem armazenados na plataforma mesmo que o sistema de leitura esteja desligado. No quesito acessibilidade, os dados foram visualizados por meio de computador doméstico, notebook, smartphone e tablet, bem como sistemas operacionais Windows (7; 8) e Linux, tornando a aplicação multiplataforma e acessível por qualquer dos dispositivos supracitados.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1954-teor-de-agua-no-solo-analise-e-monitoramento-em-tempo-real?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, P. S. L., MENEZES, P. L. D., SEFFRIN, R., BAZZI, C. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Irrigação automatizada,Umidade do Solo,Monitoramento em tempo real</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A disponibilidade de água é um dos principais fatores para o bom desenvolvimento das plantas, bem como requisito para elevada produção. A irrigação automatizada mostra-se como ferramenta estratégica para o uso consciente da água. Assim, com intuito de subsidiar informações sobre o teor de água existente no solo em determinado momento, este trabalho objetivou a integração de tecnologias inovadoras, como o microcontrolador ESP8266-12E, o Sensor de Umidade do Solo e a Plataforma WEB ThingSpeak. Foi coletado solo a 20 cm de profundidade e armazenado em cano de PVC de 100 mm de diâmetro, onde foram realizadas leituras a cada 15 segundos, durante 24 horas, e enviadas da rede por meio WiFi (contida no microcontrolador) para a plataforma web. O envio das informações mostrou-se eficaz, uma vez que os mesmos permanecem armazenados na plataforma mesmo que o sistema de leitura esteja desligado. No quesito acessibilidade, os dados foram visualizados por meio de computador doméstico, notebook, smartphone e tablet, bem como sistemas operacionais Windows (7; 8) e Linux, tornando a aplicação multiplataforma e acessível por qualquer dos dispositivos supracitados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:01:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TENDÊNCIAS EM ÍNDICES EXTREMOS DE TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE LAVRAS, MG</title>
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           <media:title type="plain">TENDÊNCIAS EM ÍNDICES EXTREMOS DE TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE LAVRAS, MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, A. F., PEREIRA, G. A., OLIVEIRA, A. S. D., MELLO, C. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento Global,Teste de Mann-Kendall,Temperatura do Ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nos últimos anos muito se tem discutido sobre o aumento da temperatura devido, principalmente, às atividades antrópicas relacionadas à emissão de gases do efeito estufa. No entanto, é de grande importância a compreensão do comportamento desta temperatura de maneira regionalizada. Neste contexto, objetivou-se neste trabalho, verificar se há tendência de aumento ou redução nos índices extremos de temperatura do ar, relacionados às temperaturas mínimas (TNn, TNx), e as temperaturas máximas (TXn, TXx), para a cidade de Lavras-MG. Para tanto, empregou-se o teste não paramétrico de Mann-Kendall. As séries históricas de temperaturas mínimas e máximas do ar foram obtidas da estação meteorológica de Lavras, MG junto ao INMET, compreendendo os períodos entre 1961-2010. Os resultados mostraram que há tendência de aumento para todos os índices extremos de temperatura do ar, a partir da década de 1970. Para os índices TNn e TNx ocorreram acréscimos na temperatura respectivamente, de 1,0 e 1,1 ºC. Já para os índices TXx e TXn este aumento foi da ordem de 2,0 e 0,6 ºC. Estas alterações na temperatura do ar implicam em dias e noites mais quentes nesta região.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1953-tendencias-em-indices-extremos-de-temperatura-do-ar-na-cidade-de-lavras-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODRIGUES, A. F., PEREIRA, G. A., OLIVEIRA, A. S. D., MELLO, C. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento Global,Teste de Mann-Kendall,Temperatura do Ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nos últimos anos muito se tem discutido sobre o aumento da temperatura devido, principalmente, às atividades antrópicas relacionadas à emissão de gases do efeito estufa. No entanto, é de grande importância a compreensão do comportamento desta temperatura de maneira regionalizada. Neste contexto, objetivou-se neste trabalho, verificar se há tendência de aumento ou redução nos índices extremos de temperatura do ar, relacionados às temperaturas mínimas (TNn, TNx), e as temperaturas máximas (TXn, TXx), para a cidade de Lavras-MG. Para tanto, empregou-se o teste não paramétrico de Mann-Kendall. As séries históricas de temperaturas mínimas e máximas do ar foram obtidas da estação meteorológica de Lavras, MG junto ao INMET, compreendendo os períodos entre 1961-2010. Os resultados mostraram que há tendência de aumento para todos os índices extremos de temperatura do ar, a partir da década de 1970. Para os índices TNn e TNx ocorreram acréscimos na temperatura respectivamente, de 1,0 e 1,1 ºC. Já para os índices TXx e TXn este aumento foi da ordem de 2,0 e 0,6 ºC. Estas alterações na temperatura do ar implicam em dias e noites mais quentes nesta região.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:43:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TENDÊNCIAS DE ÍNDICES EXTREMOS DE TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE UBERABA, MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1952-tendencias-de-indices-extremos-de-temperatura-do-ar-na-cidade-de-uberaba-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TENDÊNCIAS DE ÍNDICES EXTREMOS DE TEMPERATURA DO AR NA CIDADE DE UBERABA, MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PEREIRA, G. A., RODRIGUES, A. F., OLIVEIRA, A. S. D., MELLO, C. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento global,Teste de Mann-Kendall,Temperatura do ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O planeta terra vem sofrendo mudanças de temperatura devido ao aumento da concentração dos gases de efeito estufa ocorrida nos últimos anos, oriundos principalmente das atividades antrópicas, promovendo mudanças a nível global e regional. Neste contexto, objetivou-se avaliar se há tendência nos extremos de temperatura do ar utilizando-se quatro índices de temperaturas extremas, TNn e TNx; TXn e TXx, respectivamente, relacionados a temperaturas mínimas e máximas do ar, para a cidade de Uberaba, MG. As séries históricas de temperatura do ar foram obtidas da estação meteorológica de Uberaba, MG pertencente ao INMET, compreendendo os períodos de 1961-2010. Para tanto, empregou-se o teste de tendência não paramétrico de Mann-Kendall. Os resultados mostraram tendência de aumento em todos os índices extremos de temperatura do ar, com exceção do TNn, a partir da década de 1980. Para o índice TNx ocorreu um acréscimo na temperatura do ar de 1,6 °C. Já para os índices TXn e TXx os acréscimos foram de, respectivamente, 1,6 °C e 1,2 °C. Estas alterações na temperatura do ar resultam em dias e noites mais quentes para a região de Uberaba.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1952-tendencias-de-indices-extremos-de-temperatura-do-ar-na-cidade-de-uberaba-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PEREIRA, G. A., RODRIGUES, A. F., OLIVEIRA, A. S. D., MELLO, C. R. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Aquecimento global,Teste de Mann-Kendall,Temperatura do ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O planeta terra vem sofrendo mudanças de temperatura devido ao aumento da concentração dos gases de efeito estufa ocorrida nos últimos anos, oriundos principalmente das atividades antrópicas, promovendo mudanças a nível global e regional. Neste contexto, objetivou-se avaliar se há tendência nos extremos de temperatura do ar utilizando-se quatro índices de temperaturas extremas, TNn e TNx; TXn e TXx, respectivamente, relacionados a temperaturas mínimas e máximas do ar, para a cidade de Uberaba, MG. As séries históricas de temperatura do ar foram obtidas da estação meteorológica de Uberaba, MG pertencente ao INMET, compreendendo os períodos de 1961-2010. Para tanto, empregou-se o teste de tendência não paramétrico de Mann-Kendall. Os resultados mostraram tendência de aumento em todos os índices extremos de temperatura do ar, com exceção do TNn, a partir da década de 1980. Para o índice TNx ocorreu um acréscimo na temperatura do ar de 1,6 °C. Já para os índices TXn e TXx os acréscimos foram de, respectivamente, 1,6 °C e 1,2 °C. Estas alterações na temperatura do ar resultam em dias e noites mais quentes para a região de Uberaba.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:42:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMAS DE SEMEADURA E MANEJO DO SOLO NO DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1948-sistemas-de-semeadura-e-manejo-do-solo-no-desenvolvimento-da-cultura-da-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SISTEMAS DE SEMEADURA E MANEJO DO SOLO NO DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MENEZES, P. C. D., ORMOND, A. T. S., POLIZEL, A. C., KAZAMA, E. H., BORBA, M. A. D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Arranjo de espacial,Glycine max,Produtividade de grãos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A manipulação no espaçamento entre as linhas e a densidade de plantas podem estabelecer o arranjo mais adequado à obtenção de maior produtividade e adaptação à colheita mecanizada. Assim, objetivou-se com este trabalho avaliar o desenvolvimento da cultura da soja em três sistemas de semeadura da soja e manejo do solo. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, em esquema de faixas 3x3, correspondentes a três sistemas de manejo do solo (preparo convencional, reduzido e plantio direto) e três sistemas de semeadura para a soja (semeadura convencional, semeadura cruzada e semeadura adensada) com quatro repetições. Os parâmetros avaliados foram: altura da planta na floração, maturação e inserção da primeira vagem; população de plantas e produtividade de grãos. Após as análises estatísticas, verificou-se que a altura de plantas na floração, população de plantas e produtividade de grãos obtiveram os maiores desempenhos no preparo reduzido de solo com sistema adensado de semeadura. Para a altura de inserção da primeira vagem, os resultados satisfatórios foram observados com a interação preparo reduzido do solo x semeadura cruzada. Já para a altura de plantas na maturação, a interação plantio direto x semeadura adensada apresentaram os melhores resultados.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1948-sistemas-de-semeadura-e-manejo-do-solo-no-desenvolvimento-da-cultura-da-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MENEZES, P. C. D., ORMOND, A. T. S., POLIZEL, A. C., KAZAMA, E. H., BORBA, M. A. D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Arranjo de espacial,Glycine max,Produtividade de grãos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A manipulação no espaçamento entre as linhas e a densidade de plantas podem estabelecer o arranjo mais adequado à obtenção de maior produtividade e adaptação à colheita mecanizada. Assim, objetivou-se com este trabalho avaliar o desenvolvimento da cultura da soja em três sistemas de semeadura da soja e manejo do solo. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, em esquema de faixas 3x3, correspondentes a três sistemas de manejo do solo (preparo convencional, reduzido e plantio direto) e três sistemas de semeadura para a soja (semeadura convencional, semeadura cruzada e semeadura adensada) com quatro repetições. Os parâmetros avaliados foram: altura da planta na floração, maturação e inserção da primeira vagem; população de plantas e produtividade de grãos. Após as análises estatísticas, verificou-se que a altura de plantas na floração, população de plantas e produtividade de grãos obtiveram os maiores desempenhos no preparo reduzido de solo com sistema adensado de semeadura. Para a altura de inserção da primeira vagem, os resultados satisfatórios foram observados com a interação preparo reduzido do solo x semeadura cruzada. Já para a altura de plantas na maturação, a interação plantio direto x semeadura adensada apresentaram os melhores resultados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:39:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SIMULAÇÃO E ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA UTILIZANDO O MODELO SWAT</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1946-simulacao-e-analise-da-precipitacao-pluviometrica-utilizando-o-modelo-swat?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SIMULAÇÃO E ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA UTILIZANDO O MODELO SWAT</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., CARLETO, N., PISSARRA, T. C. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Modelo SWAT ,Estação Meteorológica Automática ,Precipitação Pluviométrica.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar e simular a precipitação pluviométrica utilizando o modelo SWAT (Soil and Water Assessment Tool). Os dados foram obtidos por meio de uma estação meteorologia automática (EMA) da marca Campbell Scientific, Inc. instalada no Departamento de Engenharia Rural da FCAV/UNESP (Câmpus de Jaboticabal/SP). Foram aplicadas técnicas para verificar a integridade dos dados da EMA e o modelo SWAT para simular a precipitação pluviométrica. Observou-se que os dados apresentados pela EMA mostraram-se satisfatórios para serem utilizados no dimensionamento de barragens, para a conservação da água e do solo, para analisar déficit hídrico e/ou saturação do solo, na melhoria do sistema de gestão de recursos hídricos e naturais, bem como para projetos de integração floresta – agricultura - pecuária.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1946-simulacao-e-analise-da-precipitacao-pluviometrica-utilizando-o-modelo-swat?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., CARLETO, N., PISSARRA, T. C. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Modelo SWAT ,Estação Meteorológica Automática ,Precipitação Pluviométrica.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar e simular a precipitação pluviométrica utilizando o modelo SWAT (Soil and Water Assessment Tool). Os dados foram obtidos por meio de uma estação meteorologia automática (EMA) da marca Campbell Scientific, Inc. instalada no Departamento de Engenharia Rural da FCAV/UNESP (Câmpus de Jaboticabal/SP). Foram aplicadas técnicas para verificar a integridade dos dados da EMA e o modelo SWAT para simular a precipitação pluviométrica. Observou-se que os dados apresentados pela EMA mostraram-se satisfatórios para serem utilizados no dimensionamento de barragens, para a conservação da água e do solo, para analisar déficit hídrico e/ou saturação do solo, na melhoria do sistema de gestão de recursos hídricos e naturais, bem como para projetos de integração floresta – agricultura - pecuária.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:37:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RESPOSTAS DA INTERAÇÃO ENTRE CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO E CULTIVARES COUVE-FLOR NA REGIÃO MÉDIO-NORTE DO MATO GROSSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1944-respostas-da-interacao-entre-condicoes-de-sombreamento-e-cultivares-couve-flor-na-regiao-medio-norte-do-mato-grosso?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RESPOSTAS DA INTERAÇÃO ENTRE CONDIÇÕES DE SOMBREAMENTO E CULTIVARES COUVE-FLOR NA REGIÃO MÉDIO-NORTE DO MATO GROSSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTIM, C. C., BORELLA, D. R., TANAKA, A. A., SOUZA, A. P. D., SILVA, A. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cultivo protegido, telas de sombreamento,planejamento agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, os principais centros produtores de hortaliças se localizam nas regiões Sul e Sudeste (com características de clima temperado e/ou altitudes médias). No Mato Grosso existem duas estações climáticas bem definidas: chuvosa (outubro a abril) e seca (maio a setembro), com inverno com temperaturas diurnas elevadas e baixa umidade do ar, dificultando assim, o cultivo de hortaliças sensíveis a variações ambientais, como a couve-flor. Buscando alternativas de cultivo, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes telas de sombreamento (poliefinas pretas de 35, 50, 65 e 80%; aluminet 50% e pleno sol) quanto ao desempenho de quatro cultivares de Couve-Flor (Barcelona, Sharon, Verona e Vick) na região Médio-Norte do Mato Grosso, entre 23/05 e 16/09/2015. Foram avaliadas as seguintes características: comprimento, largura e peso fresco da inflorescência, área foliar, número e peso seco das folhas. A cultivar Barcelona (meia estação) não apresentou potencial para inserção nas condições climáticas da região, enquanto que Sharon e Verona apresentaram melhores respostas nas telas de 50, 65% e Aluminet. As taxas de crescimento das cultivares Verona e Sharon podem ser descritas por polinômios de segundo e terceiro grau, respectivamente. As interações observadas subsidiarão pesquisas vinculadas a determinação das necessidades hídricas e as funções de resposta.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1944-respostas-da-interacao-entre-condicoes-de-sombreamento-e-cultivares-couve-flor-na-regiao-medio-norte-do-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTIM, C. C., BORELLA, D. R., TANAKA, A. A., SOUZA, A. P. D., SILVA, A. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cultivo protegido, telas de sombreamento,planejamento agrícola</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, os principais centros produtores de hortaliças se localizam nas regiões Sul e Sudeste (com características de clima temperado e/ou altitudes médias). No Mato Grosso existem duas estações climáticas bem definidas: chuvosa (outubro a abril) e seca (maio a setembro), com inverno com temperaturas diurnas elevadas e baixa umidade do ar, dificultando assim, o cultivo de hortaliças sensíveis a variações ambientais, como a couve-flor. Buscando alternativas de cultivo, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes telas de sombreamento (poliefinas pretas de 35, 50, 65 e 80%; aluminet 50% e pleno sol) quanto ao desempenho de quatro cultivares de Couve-Flor (Barcelona, Sharon, Verona e Vick) na região Médio-Norte do Mato Grosso, entre 23/05 e 16/09/2015. Foram avaliadas as seguintes características: comprimento, largura e peso fresco da inflorescência, área foliar, número e peso seco das folhas. A cultivar Barcelona (meia estação) não apresentou potencial para inserção nas condições climáticas da região, enquanto que Sharon e Verona apresentaram melhores respostas nas telas de 50, 65% e Aluminet. As taxas de crescimento das cultivares Verona e Sharon podem ser descritas por polinômios de segundo e terceiro grau, respectivamente. As interações observadas subsidiarão pesquisas vinculadas a determinação das necessidades hídricas e as funções de resposta.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:34:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTORES DE DOIS MUNICÍPIOS DO SERTÃO PERNAMBUCANO COM RELAÇÃO A ITENS RELEVANTES DA AGRICULTURA IRRIGADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1924-produtores-de-dois-municipios-do-sertao-pernambucano-com-relacao-a-itens-relevantes-da-agricultura-irrigada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUTORES DE DOIS MUNICÍPIOS DO SERTÃO PERNAMBUCANO COM RELAÇÃO A ITENS RELEVANTES DA AGRICULTURA IRRIGADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, R. S. F. D. H., MELO, J. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Perfil de agricultores,pagamento de água,uso de hidrômetro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se neste trabalho traçar o perfil de pequenos produtores dos municípios de Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, ambos no estado de Pernambuco, quanto a itens como uso do hidrômetro, do manômetro e do filtro. Além desses itens, trabalharam-se no perfil também o pagamento da água utilizada na irrigação, o tipo de irrigação utilizada, as culturas trabalhadas e o tamanho da área de cultivo. Para a obtenção desse perfil, aplicou-se aos agricultores um questionário com essas questões. Após a análise dos dados obtidos, concluiu-se que predominou entre os agricultores o não uso do manômetro e hidrômetro, e o não pagamento da água utilizada na irrigação. Quanto ao uso dos filtros e da irrigação localizada, houve predominância dos que utilizavam esses itens. A maioria dos agricultores apresentaram área inferior a 3ha e as principais culturas trabalhadas foram goiaba, uva, manga, maracujá e melancia.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1924-produtores-de-dois-municipios-do-sertao-pernambucano-com-relacao-a-itens-relevantes-da-agricultura-irrigada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, R. S. F. D. H., MELO, J. G. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Perfil de agricultores,pagamento de água,uso de hidrômetro</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se neste trabalho traçar o perfil de pequenos produtores dos municípios de Lagoa Grande e Santa Maria da Boa Vista, ambos no estado de Pernambuco, quanto a itens como uso do hidrômetro, do manômetro e do filtro. Além desses itens, trabalharam-se no perfil também o pagamento da água utilizada na irrigação, o tipo de irrigação utilizada, as culturas trabalhadas e o tamanho da área de cultivo. Para a obtenção desse perfil, aplicou-se aos agricultores um questionário com essas questões. Após a análise dos dados obtidos, concluiu-se que predominou entre os agricultores o não uso do manômetro e hidrômetro, e o não pagamento da água utilizada na irrigação. Quanto ao uso dos filtros e da irrigação localizada, houve predominância dos que utilizavam esses itens. A maioria dos agricultores apresentaram área inferior a 3ha e as principais culturas trabalhadas foram goiaba, uva, manga, maracujá e melancia.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:16:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DO PIMENTÃO EM FUNÇÃO DAS LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO DETERMINADAS POR MODELOS DE ESTIMATIVAS DA EVAPOTRANSPIRAÇÃO DA CULTURA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1923-produtividade-do-pimentao-em-funcao-das-laminas-de-irrigacao-determinadas-por-modelos-de-estimativas-da-evapotranspiracao-da-cultura?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEITE, L. D. S., PIVA, I. A. D., RIBEIRO, M. D. S., SANTANA, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ETo,lâminas de irrigação,Capsicum annum L</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Dentre as hortaliças o pimentão é uma das principais culturas de importância sócio/econômica no país, sendo exigente em tratos culturais, destacando manejo da irrigação. O objetivo do trabalho foi avaliar a produtividade do pimentão em função dos modelos de estimativa da evapotranspiração de referência (ETo). O experimento foi realizado em ambiente protegido localizado no IFTM campus Uberaba, MG e conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC) com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram em três modelos de determinação da ETo (Blaney-Cridlle, Hargreaves e tanque classe A) e por tensiometria. A cultivar utilizada foi a Dahra Rx. A irrigação foi realizada por gotejamento. Observou-se que não houve diferença estatística entre os tratamentos para as variáveis avaliadas e as produtividades médias encontradas para os métodos de Hargreaves, TCA, Tensiometria e Blaney Criddle foram respectivamente de 6,28, 4,48, 4,15 e 3,81 kg planta-1.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1923-produtividade-do-pimentao-em-funcao-das-laminas-de-irrigacao-determinadas-por-modelos-de-estimativas-da-evapotranspiracao-da-cultura?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEITE, L. D. S., PIVA, I. A. D., RIBEIRO, M. D. S., SANTANA, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ETo,lâminas de irrigação,Capsicum annum L</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Dentre as hortaliças o pimentão é uma das principais culturas de importância sócio/econômica no país, sendo exigente em tratos culturais, destacando manejo da irrigação. O objetivo do trabalho foi avaliar a produtividade do pimentão em função dos modelos de estimativa da evapotranspiração de referência (ETo). O experimento foi realizado em ambiente protegido localizado no IFTM campus Uberaba, MG e conduzido em delineamento inteiramente casualizado (DIC) com quatro tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos consistiram em três modelos de determinação da ETo (Blaney-Cridlle, Hargreaves e tanque classe A) e por tensiometria. A cultivar utilizada foi a Dahra Rx. A irrigação foi realizada por gotejamento. Observou-se que não houve diferença estatística entre os tratamentos para as variáveis avaliadas e as produtividades médias encontradas para os métodos de Hargreaves, TCA, Tensiometria e Blaney Criddle foram respectivamente de 6,28, 4,48, 4,15 e 3,81 kg planta-1.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:16:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUTIVIDADE DE FLORES DE Kalanchoe blossfeldiana Poelln SOB DIFERENTES ÉPOCAS DE PLANTIO E DOSES DE IRRIGAÇÃO EM ALEGRETE-RS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1921-produtividade-de-flores-de-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-sob-diferentes-epocas-de-plantio-e-doses-de-irrigacao-em-alegrete-rs?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BORTOLAS, F. A., SOARES, F. C., PARIZI, A. R. C., CORREA, F. R., RUSSI, J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produção de flores,de transplante,cultivares</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, o interesse pelo cultivo de flores e plantas ornamentais, começou nos anos 70, demandandoassim, estudos e pesquisas envolvendo as várias etapas desse processo. Diante disso, o trabalho teve por objetivo verificar a influência da época de transplante, cultivares e lâminas de irrigação na produtividade de KalanchoeblossfeldianaPoelln. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento trifatorial, inteiramente casualizado, com quatro repetições. O primeiro fator foi época de transplante (outubro, novembro e dezembro de 2013), segundo fator cultivares (‘debbie’ e ‘simone’) e o terceiro fator lâminas de irrigação (100, 80, 60 e 40% da capacidade de vaso – CV). Avaliou-se a produtividade no final do ciclo, através das seguintes variáveis: número de flores e inflorescência por planta e diâmetro da copada. Os resultados foram submetidos à análise da variância, e ao teste de tukey à 5%. As cultivares apresentaram maiores produtividade quando transplantadas em outubro e submetidas a lâminas de irrigação inferiores a 100% da CV. Entretanto, a cultivar ‘debbie’ apresentou produtividade de flores, estatisticamente superiores à cultivar ‘simone’. Ambas as cultivares, quando transplantadas em outubro e submetidas a irrigações correspondentes a 60% da sua capacidade de vaso, adaptam-se as condições da região em estudo.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BORTOLAS, F. A., SOARES, F. C., PARIZI, A. R. C., CORREA, F. R., RUSSI, J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produção de flores,de transplante,cultivares</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No Brasil, o interesse pelo cultivo de flores e plantas ornamentais, começou nos anos 70, demandandoassim, estudos e pesquisas envolvendo as várias etapas desse processo. Diante disso, o trabalho teve por objetivo verificar a influência da época de transplante, cultivares e lâminas de irrigação na produtividade de KalanchoeblossfeldianaPoelln. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento trifatorial, inteiramente casualizado, com quatro repetições. O primeiro fator foi época de transplante (outubro, novembro e dezembro de 2013), segundo fator cultivares (‘debbie’ e ‘simone’) e o terceiro fator lâminas de irrigação (100, 80, 60 e 40% da capacidade de vaso – CV). Avaliou-se a produtividade no final do ciclo, através das seguintes variáveis: número de flores e inflorescência por planta e diâmetro da copada. Os resultados foram submetidos à análise da variância, e ao teste de tukey à 5%. As cultivares apresentaram maiores produtividade quando transplantadas em outubro e submetidas a lâminas de irrigação inferiores a 100% da CV. Entretanto, a cultivar ‘debbie’ apresentou produtividade de flores, estatisticamente superiores à cultivar ‘simone’. Ambas as cultivares, quando transplantadas em outubro e submetidas a irrigações correspondentes a 60% da sua capacidade de vaso, adaptam-se as condições da região em estudo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:14:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Produtividade de capim Mombaça sob diferentes lâminas de irrigação e níveis de adubação com potássio, em colheitas de verão e inverno</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1919-produtividade-de-capim-mombaca-sob-diferentes-laminas-de-irrigacao-e-niveis-de-adubacao-com-potassio-em-colheitas-de-verao-e-inverno?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERRAIRO, G. R., CARDOSO, J. C. Q., FRESCHI, J. P. B., TOMAZ, R. S., LIMA, R. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Panicum maximum,manejo hídrico,fertilizantes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Capim-Mombaça se destaca por ser uma forrageira altamente produtiva quando bem manejada quanto ao suprimento hídrico via irrigação na ausência de chuvas e nutricional, por meio da adubação do solo no fornecimento dos principais nutrientes, dentre eles o potássio que participa em processos osmóticos, abertura e fechamento de estômatos, e atividades metabólicas das plantas. Com o intuito de quantificar a produtividade dessa forrageira, foi considerado um experimento em DBC, em esquema fatorial 5x4, com 4 repetições, realizado na Área Experimental Irrigada da FCAT/UNESP, Dracena – SP. O objetivo do trabalho foi coletar e avaliar dados relativos à produção de massa seca de cortes realizados nos períodos de inverno e verão. Foi procedida ANOVA e testes de médias comparando-se a produtividade. Foram detectados efeitos significativos para o fator lâmina de irrigação em ambos os cortes. O nível de 130% ETo de lâmina de irrigação foi a que apresentou maiores valores, em ambos os casos, sendo a produtividade de 1358 e 3054 kg.ha-1 para inverno e verão, respectivamente. Para o fator adubação com potássio, foi detectado efeito significativo apenas o corte de inverno. Neste caso, a máxima produtividade se deu com nível de 200 kg.ha-1 K obtendo 1075 kg.ha-1 de massa seca.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1919-produtividade-de-capim-mombaca-sob-diferentes-laminas-de-irrigacao-e-niveis-de-adubacao-com-potassio-em-colheitas-de-verao-e-inverno?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERRAIRO, G. R., CARDOSO, J. C. Q., FRESCHI, J. P. B., TOMAZ, R. S., LIMA, R. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Panicum maximum,manejo hídrico,fertilizantes</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Capim-Mombaça se destaca por ser uma forrageira altamente produtiva quando bem manejada quanto ao suprimento hídrico via irrigação na ausência de chuvas e nutricional, por meio da adubação do solo no fornecimento dos principais nutrientes, dentre eles o potássio que participa em processos osmóticos, abertura e fechamento de estômatos, e atividades metabólicas das plantas. Com o intuito de quantificar a produtividade dessa forrageira, foi considerado um experimento em DBC, em esquema fatorial 5x4, com 4 repetições, realizado na Área Experimental Irrigada da FCAT/UNESP, Dracena – SP. O objetivo do trabalho foi coletar e avaliar dados relativos à produção de massa seca de cortes realizados nos períodos de inverno e verão. Foi procedida ANOVA e testes de médias comparando-se a produtividade. Foram detectados efeitos significativos para o fator lâmina de irrigação em ambos os cortes. O nível de 130% ETo de lâmina de irrigação foi a que apresentou maiores valores, em ambos os casos, sendo a produtividade de 1358 e 3054 kg.ha-1 para inverno e verão, respectivamente. Para o fator adubação com potássio, foi detectado efeito significativo apenas o corte de inverno. Neste caso, a máxima produtividade se deu com nível de 200 kg.ha-1 K obtendo 1075 kg.ha-1 de massa seca.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:12:54 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE FITOMASSA POR ESPÉCIES DE COBERTURA NA ENTRESSAFRA NO CERRADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1917-producao-de-fitomassa-por-especies-de-cobertura-na-entressafra-no-cerrado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE FITOMASSA POR ESPÉCIES DE COBERTURA NA ENTRESSAFRA NO CERRADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARRASQUEIRA, M. H. S., PACHECO, L. P., MIGUEL, A. S. D. C. S., BERTOCCO, L. M., OLIVEIRA, R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema Plantio Direto,Plantas de cobertura,Produção de fitomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O clima no Cerrado, durante a entressafra, é bastante rigoroso para o estabelecimento de espécies vegetais, com chuvas esporádicas e elevadas temperaturas. Para tanto, as espécies de cobertura para sistema plantio direto (SPD) que possuem crescimento acelerado e que suportem estas condições edafoclimáticas, são capazes de se desenvolver com o mínimo estresse e obtém elevada produção de fitomassa para cobertura do solo. O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade de produção de fitomassa por plantas de cobertura cultivadas em consórcio ou solteiras no período de entressafra no Cerrado sul-mato-grossense. O experimento foi conduzido no ano de 2015 na área experimental da UFMT/Rondonópolis, que é constituída de um Latossolo Vermelho distrófico. O delineamento experimental foi em blocos casualizados sendo os tratamentos: pousio em sistema plantio convencional (SPC), feijão-caupi e milho + Urochloa ruziziensis. As coletas foram realizadas no florescimento para determinação do ápice de produção de fitomassa das culturas. Foram coletadas separadamente as fitomassas das plantas de cobertura sob consórcio e separadas novamente em caules e folhas para obtenção das produções reais de cada tratamento. O tratamento milho + Urochloa ruziziensis proporciona maior produção de fitomassa total. O feijão-caupi e o pousio SPC não possuem potencial para produção de fitomassa.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1917-producao-de-fitomassa-por-especies-de-cobertura-na-entressafra-no-cerrado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARRASQUEIRA, M. H. S., PACHECO, L. P., MIGUEL, A. S. D. C. S., BERTOCCO, L. M., OLIVEIRA, R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema Plantio Direto,Plantas de cobertura,Produção de fitomassa</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O clima no Cerrado, durante a entressafra, é bastante rigoroso para o estabelecimento de espécies vegetais, com chuvas esporádicas e elevadas temperaturas. Para tanto, as espécies de cobertura para sistema plantio direto (SPD) que possuem crescimento acelerado e que suportem estas condições edafoclimáticas, são capazes de se desenvolver com o mínimo estresse e obtém elevada produção de fitomassa para cobertura do solo. O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade de produção de fitomassa por plantas de cobertura cultivadas em consórcio ou solteiras no período de entressafra no Cerrado sul-mato-grossense. O experimento foi conduzido no ano de 2015 na área experimental da UFMT/Rondonópolis, que é constituída de um Latossolo Vermelho distrófico. O delineamento experimental foi em blocos casualizados sendo os tratamentos: pousio em sistema plantio convencional (SPC), feijão-caupi e milho + Urochloa ruziziensis. As coletas foram realizadas no florescimento para determinação do ápice de produção de fitomassa das culturas. Foram coletadas separadamente as fitomassas das plantas de cobertura sob consórcio e separadas novamente em caules e folhas para obtenção das produções reais de cada tratamento. O tratamento milho + Urochloa ruziziensis proporciona maior produção de fitomassa total. O feijão-caupi e o pousio SPC não possuem potencial para produção de fitomassa.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 14:08:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL PARA O MUNICÍPIO DE NOVA MUTUM, MATO GROSSO</title>
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           <media:title type="plain">PRECIPITAÇÃO PROVÁVEL PARA O MUNICÍPIO DE NOVA MUTUM, MATO GROSSO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>KOELLN, M. F. B., ULIANA, E. M., SOUZA, A. P. D., MARTIM, C. C., KOELLN, F. H. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Planejamento agrícola,distribuição de probabilidade, hidrologia estatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O município de Nova Mutum, localizado na região Médio-Norte do Mato Grosso, destaca-se como um dos principais produtores de grãos do Brasil. Em função da importância da disponibilidade hídrica para a região, a definição das precipitações prováveis permite subsídios para o planejamento agrícola e/ou tomadas de decisão, minimizando os riscos climáticos associados ao agronegócio. Foram avaliados dados de 32 anos, registrados na estação 01356002 da rede hidrometeorológica da Agência Nacional de Águas. Na determinação das precipitações prováveis mensais e anuais, para níveis de probabilidade de 50 e 75%, foram utilizadas as distribuições contínuas de Pearson 3P e Johnson SB. As aderências aos dados foram verificadas com o teste de qui-quadrado ao nível de 5% de significância. As precipitações totais mensais entre maio e setembro variam de 0,0 a 17,0 mm, enquanto que de outubro a abril acumulam de 87 a 358 mm, definindo as estações seca e chuvosa. Os totais anuais de chuvas, associados a probabilidades de 50 e 75% são de 1830 e 1644 mm, respectivamente. As distribuições de Johnson SB e Pearson 3P possuem aderência nos períodos seco e chuvoso, respectivamente. Os meses mais chuvosos são janeiro e fevereiro, enquanto os mais secos são julho e agosto.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1914-precipitacao-provavel-para-o-municipio-de-nova-mutum-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>KOELLN, M. F. B., ULIANA, E. M., SOUZA, A. P. D., MARTIM, C. C., KOELLN, F. H. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Planejamento agrícola,distribuição de probabilidade, hidrologia estatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O município de Nova Mutum, localizado na região Médio-Norte do Mato Grosso, destaca-se como um dos principais produtores de grãos do Brasil. Em função da importância da disponibilidade hídrica para a região, a definição das precipitações prováveis permite subsídios para o planejamento agrícola e/ou tomadas de decisão, minimizando os riscos climáticos associados ao agronegócio. Foram avaliados dados de 32 anos, registrados na estação 01356002 da rede hidrometeorológica da Agência Nacional de Águas. Na determinação das precipitações prováveis mensais e anuais, para níveis de probabilidade de 50 e 75%, foram utilizadas as distribuições contínuas de Pearson 3P e Johnson SB. As aderências aos dados foram verificadas com o teste de qui-quadrado ao nível de 5% de significância. As precipitações totais mensais entre maio e setembro variam de 0,0 a 17,0 mm, enquanto que de outubro a abril acumulam de 87 a 358 mm, definindo as estações seca e chuvosa. Os totais anuais de chuvas, associados a probabilidades de 50 e 75% são de 1830 e 1644 mm, respectivamente. As distribuições de Johnson SB e Pearson 3P possuem aderência nos períodos seco e chuvoso, respectivamente. Os meses mais chuvosos são janeiro e fevereiro, enquanto os mais secos são julho e agosto.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:54:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>NUTRIÇÃO DO MORANGUEIRO SOB DIFERENTES DOSES DE BIOFERTILIZANTE EM DUAS CONDIÇÕES DE AMBIENTES NA REGIÃO DO MACIÇO DE BATURITÉ-CE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1903-nutricao-do-morangueiro-sob-diferentes-doses-de-biofertilizante-em-duas-condicoes-de-ambientes-na-regiao-do-macico-de-baturite-ce?format=html</link>
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           <media:title type="plain">NUTRIÇÃO DO MORANGUEIRO SOB DIFERENTES DOSES DE BIOFERTILIZANTE EM DUAS CONDIÇÕES DE AMBIENTES NA REGIÃO DO MACIÇO DE BATURITÉ-CE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAUJO, M. C. D., MARINHO, A. B., CALVET, A. S. F., ARRUDA, R. D. S., PEREIRA, E. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fragaria x ananassa Duch,nutrição,ambientes de cultivo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No manejo ambientalmente adequado o biofertilizante surge como uma alternativa, devido ao seu baixo custo e a sua boa concentração de nutrientes. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as diferentes condições de ambientes de cultivo e doses de biofertilizante nos teores nutricionais de folhas do morangueiro, cultivar Oso Grande, nas condições edafoclimáticas do Maciço de Baturité. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, no esquema de parcelas subdivididas com quatro blocos. As parcelas foram constituídas por duas condições de ambiente: campo aberto (CA) e telado artesanal (T), e as subparcelas por cinco dosagens do biofertilizante bovino: 0, 400, 800, 1200 e 1600 mL planta-1 semana-1, parceladas em duas aplicações por semana. Cada subparcela foi composta de três plantas úteis, totalizando 15 unidades experimentais por bloco e 120 plantas em todo experimento. Tanto as doses de biofertilizante quanto os ambientes de cultivo proporcionaram efeitos significativos nos teores nutricionais. O cultivo sob telado artesanal proporcionou maiores teores de nutrientes quando comparados ao ambiente campo aberto. As doses de biofertilizante variando de 917 a 1.000 mL planta-1 semana-1 otimizaram os teores nutricionais de N, P e K. Os teores de Ca diminuíram com o aumento das doses de biofertilizante.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1903-nutricao-do-morangueiro-sob-diferentes-doses-de-biofertilizante-em-duas-condicoes-de-ambientes-na-regiao-do-macico-de-baturite-ce?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ARAUJO, M. C. D., MARINHO, A. B., CALVET, A. S. F., ARRUDA, R. D. S., PEREIRA, E. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fragaria x ananassa Duch,nutrição,ambientes de cultivo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">No manejo ambientalmente adequado o biofertilizante surge como uma alternativa, devido ao seu baixo custo e a sua boa concentração de nutrientes. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as diferentes condições de ambientes de cultivo e doses de biofertilizante nos teores nutricionais de folhas do morangueiro, cultivar Oso Grande, nas condições edafoclimáticas do Maciço de Baturité. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, no esquema de parcelas subdivididas com quatro blocos. As parcelas foram constituídas por duas condições de ambiente: campo aberto (CA) e telado artesanal (T), e as subparcelas por cinco dosagens do biofertilizante bovino: 0, 400, 800, 1200 e 1600 mL planta-1 semana-1, parceladas em duas aplicações por semana. Cada subparcela foi composta de três plantas úteis, totalizando 15 unidades experimentais por bloco e 120 plantas em todo experimento. Tanto as doses de biofertilizante quanto os ambientes de cultivo proporcionaram efeitos significativos nos teores nutricionais. O cultivo sob telado artesanal proporcionou maiores teores de nutrientes quando comparados ao ambiente campo aberto. As doses de biofertilizante variando de 917 a 1.000 mL planta-1 semana-1 otimizaram os teores nutricionais de N, P e K. Os teores de Ca diminuíram com o aumento das doses de biofertilizante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 17:07:18 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Modelagem do balanço hídrico do solo cultivado com feijão no Sul do Brasil utilizando o modelo SIMDualKc</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1894-modelagem-do-balanco-hidrico-do-solo-cultivado-com-feijao-no-sul-do-brasil-utilizando-o-modelo-simdualkc?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Modelagem do balanço hídrico do solo cultivado com feijão no Sul do Brasil utilizando o modelo SIMDualKc</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSáRIO, C. R., GOMES, V. S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>modelo SIMDualKc,Coeficientes culturais duai,Balanço hídrico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo desse estudo foi calibrar e validar a metodologia da FAO dos coeficientes culturais duais para a cultura do feijão, e avaliar os impactos de diferentes estratégias de irrigação no balanço hídrico do solo. Durante o ano agrícola 2010/11conduziu-se um experimento em Santa Maria, RS, cujos tratamentos consistiram na imposição de diferentes níveis de déficit hídrico à cultura do feijoeiro. Utilizou-se o modelo de balanço hídrico SIMDualKc, que foi calibrado com um dos tratamentos e validado com os demais. Os resultados demonstraram que não houve indução de déficit hídrico nos tratamentos com 100 e 75% da reposição da evapotranspiração da cultura (ETc), enquanto nos tratamentos com reposição de 50 e 25% da ETc, observou-se a ocorrência de déficit hídrico. Indicadores estatísticos mostram boa concordância entre os dados observados e simulados de água disponível no solo (ASW), com um R2 de 0,98 e RMSE de 5% da água total disponível. Os valores do coeficiente de cultura basal (Kcb) calibrados para o período inicial, intermediário e final foi de 0,15; 1,03 e 0,2, respectivamente. O SIMDualKc não apresentou tendência para sub ou superestimar a ASW durante os diferentes estádios de desenvolvimento das plantas e permitiu determinar os coeficientes de cultura basal.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eas-engenharia-de-agua-e-solo-3/1894-modelagem-do-balanco-hidrico-do-solo-cultivado-com-feijao-no-sul-do-brasil-utilizando-o-modelo-simdualkc?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ROSáRIO, C. R., GOMES, V. S. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>modelo SIMDualKc,Coeficientes culturais duai,Balanço hídrico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo desse estudo foi calibrar e validar a metodologia da FAO dos coeficientes culturais duais para a cultura do feijão, e avaliar os impactos de diferentes estratégias de irrigação no balanço hídrico do solo. Durante o ano agrícola 2010/11conduziu-se um experimento em Santa Maria, RS, cujos tratamentos consistiram na imposição de diferentes níveis de déficit hídrico à cultura do feijoeiro. Utilizou-se o modelo de balanço hídrico SIMDualKc, que foi calibrado com um dos tratamentos e validado com os demais. Os resultados demonstraram que não houve indução de déficit hídrico nos tratamentos com 100 e 75% da reposição da evapotranspiração da cultura (ETc), enquanto nos tratamentos com reposição de 50 e 25% da ETc, observou-se a ocorrência de déficit hídrico. Indicadores estatísticos mostram boa concordância entre os dados observados e simulados de água disponível no solo (ASW), com um R2 de 0,98 e RMSE de 5% da água total disponível. Os valores do coeficiente de cultura basal (Kcb) calibrados para o período inicial, intermediário e final foi de 0,15; 1,03 e 0,2, respectivamente. O SIMDualKc não apresentou tendência para sub ou superestimar a ASW durante os diferentes estádios de desenvolvimento das plantas e permitiu determinar os coeficientes de cultura basal.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:57:48 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
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