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       <title>Energia na Agricultura (EAG) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO ORGÂNICO PROVENIENTE DE RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS E BIOFERTILIZANTE</title>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., KRETZER, S. G., BAUER, F. C., MORAES, I. L. R. G., MOREIRA, T. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,temperatura,digestão anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de avaliar a produção de biogás e biofertilizante em biodigestores feitos de garrafas PET e abastecidos com diferentes resíduos orgânicos coletados no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. Os tratamentos foram realizados com os seguintes resíduos: arroz; salada; feijão e mistura dos três em mesma proporção (500g), de acordo com seu teor de umidade, para uma mesma quantidade de água (proporção de 2:1) e inoculo (150g), com 3 repetições por tratamento. Foram monitoradas as temperaturas internas dos biodigestores, temperatura interna e externa da caixa com isolamento térmico, onde os biodigestores estavam instalados e devidamente instrumentados. Observou-se neste experimento que a produção de biogás se iniciou a partir de 7 dias após a incubação no tratamento com arroz, enquanto que o tratamento com feijão teve maior produção de biogás que os demais. Os tratamentos com salada e mistura dos três, tiveram produção nula. Concluiu-se que as condições ambientais como temperatura podem afetar o desempenho da digestão anaeróbia e o biodigestor abastecido com resíduo de restaurante tem potencial para produção de biogás e biofertilizante.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NAGAOKA, A. K., KRETZER, S. G., BAUER, F. C., MORAES, I. L. R. G., MOREIRA, T. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Matéria orgânica,temperatura,digestão anaeróbia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O experimento foi desenvolvido no Centro de Ciências Agrárias (CCA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de avaliar a produção de biogás e biofertilizante em biodigestores feitos de garrafas PET e abastecidos com diferentes resíduos orgânicos coletados no Restaurante Universitário do Centro de Ciências Agrárias da UFSC. Os tratamentos foram realizados com os seguintes resíduos: arroz; salada; feijão e mistura dos três em mesma proporção (500g), de acordo com seu teor de umidade, para uma mesma quantidade de água (proporção de 2:1) e inoculo (150g), com 3 repetições por tratamento. Foram monitoradas as temperaturas internas dos biodigestores, temperatura interna e externa da caixa com isolamento térmico, onde os biodigestores estavam instalados e devidamente instrumentados. Observou-se neste experimento que a produção de biogás se iniciou a partir de 7 dias após a incubação no tratamento com arroz, enquanto que o tratamento com feijão teve maior produção de biogás que os demais. Os tratamentos com salada e mistura dos três, tiveram produção nula. Concluiu-se que as condições ambientais como temperatura podem afetar o desempenho da digestão anaeróbia e o biodigestor abastecido com resíduo de restaurante tem potencial para produção de biogás e biofertilizante.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:31:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO DO PRÉ-TRATAMENTO QUÍMICO DE DEJETO BOVINO NA PRODUÇÃO DE BIOGÁS</title>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANDRADE, W. R., CLARK, O., BOH, M. Y., NWANZE, K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ácido acético,digestão anaeróbia,óxido de cálcio</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a producão de biogás e metano de dejetos bovino submetidos a pré-tratamentos químicos. Os tratamentos experimentais foram: controle (água), ácido acético (CH3COOH) e óxido de cálcio (CaO) em triplicata (total de 9 biodigestores), configurando um arranjo inteiramente casualisado. O pré-tratamento foi de uma semana e a fase de digestão anaeróbia durou 10 dias. O pH do substrato foi registrado no início e ao final de cada fase, embora tenha sido neutralizado no início da fase de digestão anaeróbia. As análises de pH, sólidos totais e voláteis foram efetuadas no dia 1 e dia 10. O volume total de gás foi registado diariamente e a concentração de metano foi medida nos 3 dias finais. Valores médios de pH variaram entre 5,08 a 5,75 no final de ambas as fases. Não houve diferenças significativas na produção total de biogás. O pré-tratamento alcalino não teve efeito significativo na produção de metano. No entanto, a produção de metano para pré-tratamento com ácido foi significativamente menor comparado ao controle. Conclui-se que, enquanto pré-tratamento alcalino de dejetos bovino não teve efeito significativo sobre a produção de biogás, o pré-tratamento ácido pode reduzir potencialmente a produção inicial de metano.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANDRADE, W. R., CLARK, O., BOH, M. Y., NWANZE, K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ácido acético,digestão anaeróbia,óxido de cálcio</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a producão de biogás e metano de dejetos bovino submetidos a pré-tratamentos químicos. Os tratamentos experimentais foram: controle (água), ácido acético (CH3COOH) e óxido de cálcio (CaO) em triplicata (total de 9 biodigestores), configurando um arranjo inteiramente casualisado. O pré-tratamento foi de uma semana e a fase de digestão anaeróbia durou 10 dias. O pH do substrato foi registrado no início e ao final de cada fase, embora tenha sido neutralizado no início da fase de digestão anaeróbia. As análises de pH, sólidos totais e voláteis foram efetuadas no dia 1 e dia 10. O volume total de gás foi registado diariamente e a concentração de metano foi medida nos 3 dias finais. Valores médios de pH variaram entre 5,08 a 5,75 no final de ambas as fases. Não houve diferenças significativas na produção total de biogás. O pré-tratamento alcalino não teve efeito significativo na produção de metano. No entanto, a produção de metano para pré-tratamento com ácido foi significativamente menor comparado ao controle. Conclui-se que, enquanto pré-tratamento alcalino de dejetos bovino não teve efeito significativo sobre a produção de biogás, o pré-tratamento ácido pode reduzir potencialmente a produção inicial de metano.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:59:38 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESINFESTAÇÃO DE SUBSTRATO COM COLETOR SOLAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1815-desinfestacao-de-substrato-com-coletor-solar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESINFESTAÇÃO DE SUBSTRATO COM COLETOR SOLAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. A. D., JUNIOR, E. F. F., SILVA, D. M. D., RESENDE, V. N. P., ROSSATI, K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solarização,grilo-preto,tempo de exposição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O substrato utilizado na produção de mudas pode atuar como meios de disseminação de plantas daninhas, nematoides, doenças e pragas, influenciando diretamente na formação, vigor, sanidade e qualidade das plantas. Atualmente, o seu tratamento ocorre com a aplicação de agroquímicos, os quais são geralmente tóxicos, com riscos de contaminação do homem e ambiente. Contudo, o emprego da solarização tem sido considerado uma alternativa promissora, do ponto de vista técnico e econômico. Desta forma, este trabalho teve como objetivo estudar a eficiência de um coletor solar na desinfestação de substrato com grilo (Gryllus assimilis), nas condições climáticas de Monte Carmelo, MG. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos, referentes a quatro tempos de exposição à radiação solar, 1, 2, 3 e 4 horas, e cinco repetições. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e teste de Tukey, permitindo constatar que o tratamento com duas horas de exposição à radiação solar foi o que provocou a morte mais precoce dos insetos, ao nível de 5% de significância. No interior do coletor solar, o substrato atingiu uma temperatura média de 60,4 ºC, enquanto que o substrato testemunha, situado em local protegido da radiação solar, registrou 25,0 ºC.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. A. D., JUNIOR, E. F. F., SILVA, D. M. D., RESENDE, V. N. P., ROSSATI, K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solarização,grilo-preto,tempo de exposição</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O substrato utilizado na produção de mudas pode atuar como meios de disseminação de plantas daninhas, nematoides, doenças e pragas, influenciando diretamente na formação, vigor, sanidade e qualidade das plantas. Atualmente, o seu tratamento ocorre com a aplicação de agroquímicos, os quais são geralmente tóxicos, com riscos de contaminação do homem e ambiente. Contudo, o emprego da solarização tem sido considerado uma alternativa promissora, do ponto de vista técnico e econômico. Desta forma, este trabalho teve como objetivo estudar a eficiência de um coletor solar na desinfestação de substrato com grilo (Gryllus assimilis), nas condições climáticas de Monte Carmelo, MG. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos, referentes a quatro tempos de exposição à radiação solar, 1, 2, 3 e 4 horas, e cinco repetições. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de variância e teste de Tukey, permitindo constatar que o tratamento com duas horas de exposição à radiação solar foi o que provocou a morte mais precoce dos insetos, ao nível de 5% de significância. No interior do coletor solar, o substrato atingiu uma temperatura média de 60,4 ºC, enquanto que o substrato testemunha, situado em local protegido da radiação solar, registrou 25,0 ºC.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:38:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONTEÚDO ENERGÉTICO DOS MATERIAIS EMPREGADOS NA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÕES RURAIS</title>
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           <media:title type="plain">CONTEÚDO ENERGÉTICO DOS MATERIAIS EMPREGADOS NA CONSTRUÇÃO DE HABITAÇÕES RURAIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ORLANDO, M. B. S., BUENO, O. D. C., SOUZA, S. R. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise energética, Desenvolvimento rural, Sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho objetivou mensurar os conteúdos energéticos dos materiais construtivos utilizados na execução do modelo habitacional proposto pelo Programa Nacional de Habitação Rural e implantado nos municípios de Itararé/SP e São Miguel Arcanjo/SP, obtendo uma estimativa da energia empregada na construção de uma moradia que apresente condições adequadas de ambiência, indicando materiais com custo energético reduzido e menor dependência de energia oriunda de fontes não renováveis. Para mensurar o consumo da energia dos materiais de construção foram utilizados coeficientes energéticos admitidos e calculados por autores que estimaram a energia empregada na execução de diferentes tipologias de edificação. Foi considerada a energia embutida nos materiais e o dispêndio energético do trabalho humano nos processos de construção da edificação. A unidade habitacional implantada em Itararé consumiu um total de 271.011,52 MJ, enquanto o modelo de São Miguel Arcanjo apresentou um custo energético de 262.980,99 MJ. Da energia total empregada na construção das unidades os itens fundação, piso, fechamento, revestimento e cobertura representaram 32,47, 0,38, 20,29, 8,29 e 38,57%, respectivamente, no modelo de Itararé e, 37,46, 0,43, 19,85, 7,39 e 34,87% na unidade de São Miguel Arcanjo. O aço e o forro de PVC foram os materiais com os maiores índices energéticos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1778-conteudo-energetico-dos-materiais-empregados-na-construcao-de-habitacoes-rurais?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ORLANDO, M. B. S., BUENO, O. D. C., SOUZA, S. R. L. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Análise energética, Desenvolvimento rural, Sustentabilidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O trabalho objetivou mensurar os conteúdos energéticos dos materiais construtivos utilizados na execução do modelo habitacional proposto pelo Programa Nacional de Habitação Rural e implantado nos municípios de Itararé/SP e São Miguel Arcanjo/SP, obtendo uma estimativa da energia empregada na construção de uma moradia que apresente condições adequadas de ambiência, indicando materiais com custo energético reduzido e menor dependência de energia oriunda de fontes não renováveis. Para mensurar o consumo da energia dos materiais de construção foram utilizados coeficientes energéticos admitidos e calculados por autores que estimaram a energia empregada na execução de diferentes tipologias de edificação. Foi considerada a energia embutida nos materiais e o dispêndio energético do trabalho humano nos processos de construção da edificação. A unidade habitacional implantada em Itararé consumiu um total de 271.011,52 MJ, enquanto o modelo de São Miguel Arcanjo apresentou um custo energético de 262.980,99 MJ. Da energia total empregada na construção das unidades os itens fundação, piso, fechamento, revestimento e cobertura representaram 32,47, 0,38, 20,29, 8,29 e 38,57%, respectivamente, no modelo de Itararé e, 37,46, 0,43, 19,85, 7,39 e 34,87% na unidade de São Miguel Arcanjo. O aço e o forro de PVC foram os materiais com os maiores índices energéticos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:20:48 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSUMO E CUSTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CULTURA DE CANA-DE-AÇÚCAR IRRIGADA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1775-consumo-e-custo-de-energia-eletrica-em-cultura-de-cana-de-acucar-irrigada?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONSUMO E CUSTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CULTURA DE CANA-DE-AÇÚCAR IRRIGADA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., BRUNINI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>cana de açúcar, sistemas tarifários de energia, energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar o consumo, custo de energia elétrica, e resultado econômico em cultura de cana-de-açúcar irrigada. A pesquisa foi desenvolvida em uma estrutura denominada Bacia Hidrográfica Experimental do Departamento de Engenharia Rural, Universidade Estadual Paulista, FCAV/UNESP, Brasil. Nessa estrutura, foram utilizadas duas superfícies caracterizadas como HI (horizontal irrigada), HNI (horizontal não irrigada). A rega na superfície foi realizada no final da tarde, utilizando-se sistema de irrigação por gotejamento. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). Os resultados desse estudo mostram que o melhor horário para irrigar é no horário noturno (21:30 – 6:00) com consequente economia do custo da irrigação. O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cana-de-açucar.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1775-consumo-e-custo-de-energia-eletrica-em-cultura-de-cana-de-acucar-irrigada?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., BRUNINI, R. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>cana de açúcar, sistemas tarifários de energia, energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com este trabalho o objetivo foi analisar o consumo, custo de energia elétrica, e resultado econômico em cultura de cana-de-açúcar irrigada. A pesquisa foi desenvolvida em uma estrutura denominada Bacia Hidrográfica Experimental do Departamento de Engenharia Rural, Universidade Estadual Paulista, FCAV/UNESP, Brasil. Nessa estrutura, foram utilizadas duas superfícies caracterizadas como HI (horizontal irrigada), HNI (horizontal não irrigada). A rega na superfície foi realizada no final da tarde, utilizando-se sistema de irrigação por gotejamento. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). Os resultados desse estudo mostram que o melhor horário para irrigar é no horário noturno (21:30 – 6:00) com consequente economia do custo da irrigação. O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cana-de-açucar.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:07:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSUMO DE ENERGIA EM FUNÇÃO DA DISPONIBILIDADE COMERCIAL DE ALGUMAS POTÊNCIAS PREDETERMINADAS DE MOTORES ELÉTRICOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1774-consumo-de-energia-em-funcao-da-disponibilidade-comercial-de-algumas-potencias-predeterminadas-de-motores-eletricos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONSUMO DE ENERGIA EM FUNÇÃO DA DISPONIBILIDADE COMERCIAL DE ALGUMAS POTÊNCIAS PREDETERMINADAS DE MOTORES ELÉTRICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, E. G., MORAES, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Motobomba,Eficiência,Consumo de energia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A irrigação é de fundamental importância para o incremento da produtividade dos alimentos. Como consequencia aumenta-se cada vez mais o consumo de energia elétrica. Objetivou-se com esta pesquisa verificar a influência da potência comercial de motores elétricos no consumo de energia em sistemas de irrigação. Dimensionou-se um sistema de bombeamento para pivô central com pressão de serviço de 196 kPa, altura manométrica de 490 kPa, para áreas de 100, 110, 120 hectares, com vazões de 329,13; 362,05; 394,96 m³/l, respectivamente. Com base nesses valores, determinou-se o modelo de bomba em razão do maior rendimento em cada ponto e considerando também a potência solicitada na bomba para cada área, são elas: 78; 84 e 91 cv. Portanto, o motor comercial para atendê-las seria de 100 cv. Para o modelo comercial os índices de carregamento foram de 76,73; 83,88; 90,26 %, respectivamente. Verificou-se que a disponibilidade comercial de apenas algumas potências predeterminadas de motores elétricos ocasionou nestas áreas um aumento do gasto de energia elétrica anual em torno de 10; 8 e 6 % respectivamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1774-consumo-de-energia-em-funcao-da-disponibilidade-comercial-de-algumas-potencias-predeterminadas-de-motores-eletricos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, E. G., MORAES, M. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Motobomba,Eficiência,Consumo de energia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A irrigação é de fundamental importância para o incremento da produtividade dos alimentos. Como consequencia aumenta-se cada vez mais o consumo de energia elétrica. Objetivou-se com esta pesquisa verificar a influência da potência comercial de motores elétricos no consumo de energia em sistemas de irrigação. Dimensionou-se um sistema de bombeamento para pivô central com pressão de serviço de 196 kPa, altura manométrica de 490 kPa, para áreas de 100, 110, 120 hectares, com vazões de 329,13; 362,05; 394,96 m³/l, respectivamente. Com base nesses valores, determinou-se o modelo de bomba em razão do maior rendimento em cada ponto e considerando também a potência solicitada na bomba para cada área, são elas: 78; 84 e 91 cv. Portanto, o motor comercial para atendê-las seria de 100 cv. Para o modelo comercial os índices de carregamento foram de 76,73; 83,88; 90,26 %, respectivamente. Verificou-se que a disponibilidade comercial de apenas algumas potências predeterminadas de motores elétricos ocasionou nestas áreas um aumento do gasto de energia elétrica anual em torno de 10; 8 e 6 % respectivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 09:04:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CARACTERIZAÇÃO DA CASCA DE PEQUI (Caryocar Brasiliense Camb.) PARA SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOMASSA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1760-caracterizacao-da-casca-de-pequi-caryocar-brasiliense-camb-para-sua-utilizacao-como-biomassa?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CARACTERIZAÇÃO DA CASCA DE PEQUI (Caryocar Brasiliense Camb.) PARA SUA UTILIZAÇÃO COMO BIOMASSA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, E. G., MORAES, M. J. D., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico, Energia térmica, Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O pequi é uma das frutas mais importantes do bioma cerrado, e é muito consumido pela população principalmente do centro oeste. O pequi é composto por casca, polpa e sementes, a casca do fruto maduro corresponde a aproximadamente cerca de 84% do seu peso, sendo que a grande maioria é descartada como lixo, podendo causar impactos ambientais. Esta pesquisa tem como objetivo a caracterização das cascas do pequi visando sua utilização como biomassa. A caracterização da casca do pequi se deu por meio das seguintes análises: teor de umidade; cinzas; materiais voláteis; carbono fixo; massa específica; análise termogravimétrica; granulometria e poder calorífico superior. Sendo que todas as análise foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. As análises mostraram que a casca do pequi in natura apresenta um alto teor de umidade em torno de 73 % e um teor de cinzas de 2,2%. O poder calorífico da casca do pequi obtido foi entorno de 15 MJ.kg-1 sendo semelhante a outros resíduos agrícolas usados para geração de energia térmica. Os resultados obtidos mostraram que a casca de pequi apresenta elevado potencial para ser utilizado como biomassa na geração de energia térmica.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1760-caracterizacao-da-casca-de-pequi-caryocar-brasiliense-camb-para-sua-utilizacao-como-biomassa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BARBOSA, E. G., MORAES, M. J. D., OLIVEIRA, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poder calorífico, Energia térmica, Impacto ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O pequi é uma das frutas mais importantes do bioma cerrado, e é muito consumido pela população principalmente do centro oeste. O pequi é composto por casca, polpa e sementes, a casca do fruto maduro corresponde a aproximadamente cerca de 84% do seu peso, sendo que a grande maioria é descartada como lixo, podendo causar impactos ambientais. Esta pesquisa tem como objetivo a caracterização das cascas do pequi visando sua utilização como biomassa. A caracterização da casca do pequi se deu por meio das seguintes análises: teor de umidade; cinzas; materiais voláteis; carbono fixo; massa específica; análise termogravimétrica; granulometria e poder calorífico superior. Sendo que todas as análise foram obtidas seguindo as normas brasileiras da ABNT NBR 8112 e 8633. As análises mostraram que a casca do pequi in natura apresenta um alto teor de umidade em torno de 73 % e um teor de cinzas de 2,2%. O poder calorífico da casca do pequi obtido foi entorno de 15 MJ.kg-1 sendo semelhante a outros resíduos agrícolas usados para geração de energia térmica. Os resultados obtidos mostraram que a casca de pequi apresenta elevado potencial para ser utilizado como biomassa na geração de energia térmica.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 08:44:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>BIODIGESTÃO ANAERÓBIA DE DEJETO BOVINO SUBMETIDO À PRÉ-TRATAMENTO QUÍMICO: PARÂMETROS DE MONITORAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1751-biodigestao-anaerobia-de-dejeto-bovino-submetido-a-pre-tratamento-quimico-parametros-de-monitoramento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">BIODIGESTÃO ANAERÓBIA DE DEJETO BOVINO SUBMETIDO À PRÉ-TRATAMENTO QUÍMICO: PARÂMETROS DE MONITORAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANDRADE, W. R., SANTOS, T. M. B. D., CAPPI, N., ARRUDA, L. D. D. O., ROSA, E. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ácido clorídrico,calcário dolomítico,matéria orgânica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de pré-tratamento químico pode acelerar a degradação da matéria orgânica permitindo seu melhor aproveitamento, porém, parâmetros de monitoramento que estão diretamente ligados ao bom funcionamento do sistema de digestão anaeróbia podem ser afetados. Portanto, objetivou-se avaliar o monitoramento da biodigestão anaeróbia de dejetos bovinos submetidos a pré-tratamento químico. Foram utilizados 10 biodigestores batelada de bancada com capacidade para 1,5L operados por 120 dias. Foram avaliados quatro pré-tratamentos: controle (água) (massa/volume), 2,5% de ácido clorídrico (HCl) (massa/volume), 2,5% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) (massa/volume), 5,0% de ácido clorídrico (HCl) (massa/volume) e 5,0% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) ácido (massa/volume). Avaliaram-se os valores de pH, N amoniacal, alcalinidade intermediária (AI) e parcial (AP), e relação AI:AP dos afluentes e efluentes dos biodigestores. Os valores de pH e N amoniacal variaram de 7,28 a 7,72 e de 61 a 183 mg/L-1. A alcalinidade parcial apresentou valores acima do limite operacional recomendado de 1.200 CaCO3/L-1. Os valores para relação AI:AP variaram entre 0.14 a 0.31CaCO3/L-1.Os pré-tratamentos químicos utilizando 2,5% de HCl, 2,5% de CaCO3MgCO3, 5,0% de HCl e 5,0% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) não comprometeram os parâmetros de monitoramento avaliados.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1751-biodigestao-anaerobia-de-dejeto-bovino-submetido-a-pre-tratamento-quimico-parametros-de-monitoramento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ANDRADE, W. R., SANTOS, T. M. B. D., CAPPI, N., ARRUDA, L. D. D. O., ROSA, E. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ácido clorídrico,calcário dolomítico,matéria orgânica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O uso de pré-tratamento químico pode acelerar a degradação da matéria orgânica permitindo seu melhor aproveitamento, porém, parâmetros de monitoramento que estão diretamente ligados ao bom funcionamento do sistema de digestão anaeróbia podem ser afetados. Portanto, objetivou-se avaliar o monitoramento da biodigestão anaeróbia de dejetos bovinos submetidos a pré-tratamento químico. Foram utilizados 10 biodigestores batelada de bancada com capacidade para 1,5L operados por 120 dias. Foram avaliados quatro pré-tratamentos: controle (água) (massa/volume), 2,5% de ácido clorídrico (HCl) (massa/volume), 2,5% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) (massa/volume), 5,0% de ácido clorídrico (HCl) (massa/volume) e 5,0% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) ácido (massa/volume). Avaliaram-se os valores de pH, N amoniacal, alcalinidade intermediária (AI) e parcial (AP), e relação AI:AP dos afluentes e efluentes dos biodigestores. Os valores de pH e N amoniacal variaram de 7,28 a 7,72 e de 61 a 183 mg/L-1. A alcalinidade parcial apresentou valores acima do limite operacional recomendado de 1.200 CaCO3/L-1. Os valores para relação AI:AP variaram entre 0.14 a 0.31CaCO3/L-1.Os pré-tratamentos químicos utilizando 2,5% de HCl, 2,5% de CaCO3MgCO3, 5,0% de HCl e 5,0% de calcário dolomítico (CaCO3MgCO3) não comprometeram os parâmetros de monitoramento avaliados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:38:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE DO POTENCIAL DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A PARTIR DA VINHAÇA NO ESTADO DE MATO GROSSO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1720-analise-do-potencial-de-geracao-de-energia-eletrica-a-partir-da-vinhaca-no-estado-de-mato-grosso?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COELHO, W. L. V., SILVA, F. S. D., DALLACORT, R., CARNEIRO, P. A. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Setor sucroenergético,Biodigestão,Etanol</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O setor sucroenergético brasileiro encontra-se em constante crescimento, tendo como característica negativa a elevada geração de resíduos, dentre os quais destaca-se a vinhaça, gerada na produção do etanol, que é nociva ao meio ambiente se destinada de forma inadequada. Portanto, é de suma importância a utilização de metodologias que venham reduzir impactos ambientais causados por ela principalmente nos locais onde são depositadas. Uma alternativa de tratamento é a biodigestão anaeróbia, na qual a matéria orgânica é degradada resultando na produção de metano, que pode ser utilizado na produção de energia limpa. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de geração de energia a partir da vinhaça no Estado de Mato Grosso. O estudo foi realizado com dados produtivos das usinas mato-grossenses, por meio da aplicação de equações baseadas na utilização da biodigestão da vinhaça, em três diferentes cenários produtivos, 100, 75 e 50% da safra destinada a produção de etanol. Com os resultados obtidos, observou-se o grande potencial do setor na geração de energia a partir da vinhaça que foi de 11,93 GWh, 8,94 GWh e 5,96 GWh por safra para 100, 75 e 50% do volume de produção, respectivamente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1720-analise-do-potencial-de-geracao-de-energia-eletrica-a-partir-da-vinhaca-no-estado-de-mato-grosso?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COELHO, W. L. V., SILVA, F. S. D., DALLACORT, R., CARNEIRO, P. A. V.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Setor sucroenergético,Biodigestão,Etanol</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O setor sucroenergético brasileiro encontra-se em constante crescimento, tendo como característica negativa a elevada geração de resíduos, dentre os quais destaca-se a vinhaça, gerada na produção do etanol, que é nociva ao meio ambiente se destinada de forma inadequada. Portanto, é de suma importância a utilização de metodologias que venham reduzir impactos ambientais causados por ela principalmente nos locais onde são depositadas. Uma alternativa de tratamento é a biodigestão anaeróbia, na qual a matéria orgânica é degradada resultando na produção de metano, que pode ser utilizado na produção de energia limpa. O objetivo deste trabalho foi avaliar o potencial de geração de energia a partir da vinhaça no Estado de Mato Grosso. O estudo foi realizado com dados produtivos das usinas mato-grossenses, por meio da aplicação de equações baseadas na utilização da biodigestão da vinhaça, em três diferentes cenários produtivos, 100, 75 e 50% da safra destinada a produção de etanol. Com os resultados obtidos, observou-se o grande potencial do setor na geração de energia a partir da vinhaça que foi de 11,93 GWh, 8,94 GWh e 5,96 GWh por safra para 100, 75 e 50% do volume de produção, respectivamente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:04:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ADIÇÃO DE BIORREMEDIADOR EM DEJETO BOVINO LEITEIRO EM BIODIGESTORES BATELADA PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1705-adicao-de-biorremediador-em-dejeto-bovino-leiteiro-em-biodigestores-batelada-para-producao-de-biogas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ADIÇÃO DE BIORREMEDIADOR EM DEJETO BOVINO LEITEIRO EM BIODIGESTORES BATELADA PARA PRODUÇÃO DE BIOGÁS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, L. M. S., BRANCO, P. M. P., NOGUEIRA, R. G. S., OTENIO, M. H., JUNIOR, J. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras chave: </span>Biodigestão anaeróbia, Manejo de dejetos, Metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a produção e a qualidade do biogás, bem como o potencial de produção de biogás, a partir de dejetos da pecuária leiteira com a adição de biorremediador (B) em biodigestores batelada. O ensaio teve duração de 189 dias, sendo utilizados 16 biodigestores batelada divididos em 4 tratamentos: com separação (CS), com separação + B (CS+B), sem separação (SS), sem separação + B (SS+B). A maior produção total de biogás foi obtida no tratamento SS+ B que produziu 0,010 m3 de biogás. Os picos de produção ocorreram aos 128 dias para o tratamento CS e aos 132 para SS. Este resultado pode ser atribuído a maior quantidade de sólidos solúveis no tratamento CS, pois a hidrólise acontece mais rápida, influenciando na produção de biogás. O potencial de produção foi maior nos SS, sendo que a adição do biorremediador não interferiu estatisticamente entre os tratamentos. A porcentagem semanal de metano foi maior para os tratamentos CS (84,41%) e CS+ B (86,34%) comparando com os tratamentos SS (80,85%) e SS+ B (75,63%). A maior porcentagem na fração peneirada pode ter ocorrido pela maior presença de nutrientes solúveis no afluente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/eag-energia-na-agricultura-3/1705-adicao-de-biorremediador-em-dejeto-bovino-leiteiro-em-biodigestores-batelada-para-producao-de-biogas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERREIRA, L. M. S., BRANCO, P. M. P., NOGUEIRA, R. G. S., OTENIO, M. H., JUNIOR, J. D. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras chave: </span>Biodigestão anaeróbia, Manejo de dejetos, Metano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a produção e a qualidade do biogás, bem como o potencial de produção de biogás, a partir de dejetos da pecuária leiteira com a adição de biorremediador (B) em biodigestores batelada. O ensaio teve duração de 189 dias, sendo utilizados 16 biodigestores batelada divididos em 4 tratamentos: com separação (CS), com separação + B (CS+B), sem separação (SS), sem separação + B (SS+B). A maior produção total de biogás foi obtida no tratamento SS+ B que produziu 0,010 m3 de biogás. Os picos de produção ocorreram aos 128 dias para o tratamento CS e aos 132 para SS. Este resultado pode ser atribuído a maior quantidade de sólidos solúveis no tratamento CS, pois a hidrólise acontece mais rápida, influenciando na produção de biogás. O potencial de produção foi maior nos SS, sendo que a adição do biorremediador não interferiu estatisticamente entre os tratamentos. A porcentagem semanal de metano foi maior para os tratamentos CS (84,41%) e CS+ B (86,34%) comparando com os tratamentos SS (80,85%) e SS+ B (75,63%). A maior porcentagem na fração peneirada pode ter ocorrido pela maior presença de nutrientes solúveis no afluente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 15:46:54 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
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