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       <title>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>USO DO SOFTWARE IRRIGAUTO NO MANEJO DA IRRIGAÇÃO COM DIFERENTS LÂMINAS E DOSES DE POTÁSSIO NA QUALIDADE À COLHEITA DE MELANCIA</title>
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           <media:title type="plain">USO DO SOFTWARE IRRIGAUTO NO MANEJO DA IRRIGAÇÃO COM DIFERENTS LÂMINAS E DOSES DE POTÁSSIO NA QUALIDADE À COLHEITA DE MELANCIA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, J. L. D. N. N., TEIXEIRA, A. D. S., MACHADO, F. L. D. C., COSTA, J. M. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Citrulus lanatus,Sensor capacitivo,qualidade à colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A qualidade à colheita de frutas em melancia encontra-se diretamente relacionada ao manejo executado no cultivo, sendo a aplicação de água e adubos fatores determinantes a serem otimizados. O uso de Software objetivando a otimização destes fatores vem sendo estudado. O software ‘irrigauto’ associado aos fatores lâmina de irrigação e adubação na produção e na qualidade à colheita da melancia, híbrido ‘Explorer F1’, foi estudado. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em parcelas sub-divididas, onde a parcela principal foi constituída de lâminas de irrigação em mm (3, 6, 9, 12) enquanto as parcelas menores foram constituídas de doses de Potássio (kg K2O/ha) (90, 120, 135, 150, 180). Foram utilizadas três repetições, sendo uma planta igual a uma repetição. A qualidade dos frutos à colheita foi acessada através das variáveis massa à colheita, tamanho, cor da casca (ângulo hue de cor, cromaticidade e luminosidade), sólidos solúveis, acidez titulável, relação sólidos solúveis e acidez titulável e pH. Os maiores valores de sólidos solúveis e acidez titulável foram proporcionados pelas interações menores lâminas de irrigação maiores quantidades de adubo, enquanto o pH e coloração da casca foram influenciados apenas pelo fator adubação.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1966-uso-do-software-irrigauto-no-manejo-da-irrigacao-com-diferents-laminas-e-doses-de-potassio-na-qualidade-a-colheita-de-melancia?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, J. L. D. N. N., TEIXEIRA, A. D. S., MACHADO, F. L. D. C., COSTA, J. M. C. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Citrulus lanatus,Sensor capacitivo,qualidade à colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A qualidade à colheita de frutas em melancia encontra-se diretamente relacionada ao manejo executado no cultivo, sendo a aplicação de água e adubos fatores determinantes a serem otimizados. O uso de Software objetivando a otimização destes fatores vem sendo estudado. O software ‘irrigauto’ associado aos fatores lâmina de irrigação e adubação na produção e na qualidade à colheita da melancia, híbrido ‘Explorer F1’, foi estudado. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em parcelas sub-divididas, onde a parcela principal foi constituída de lâminas de irrigação em mm (3, 6, 9, 12) enquanto as parcelas menores foram constituídas de doses de Potássio (kg K2O/ha) (90, 120, 135, 150, 180). Foram utilizadas três repetições, sendo uma planta igual a uma repetição. A qualidade dos frutos à colheita foi acessada através das variáveis massa à colheita, tamanho, cor da casca (ângulo hue de cor, cromaticidade e luminosidade), sólidos solúveis, acidez titulável, relação sólidos solúveis e acidez titulável e pH. Os maiores valores de sólidos solúveis e acidez titulável foram proporcionados pelas interações menores lâminas de irrigação maiores quantidades de adubo, enquanto o pH e coloração da casca foram influenciados apenas pelo fator adubação.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:23:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA NA MANUTENÇÃO DA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE FIGOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1965-uso-de-radiacao-ultravioleta-na-manutencao-da-qualidade-pos-colheita-de-figos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA NA MANUTENÇÃO DA QUALIDADE PÓS-COLHEITA DE FIGOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAVASINI, R., LIRA, L. P., USBERTI, F. C. S., FERRAZ, A. C. D. O., HENZLER, D. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ficus carica L.,UV-C,Tratamento físico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O figo apresenta alto grau de perecibilidade, pois além da baixa resistência mecânica e elevada perda de água, tem a pós-colheita prejudicada pelo intenso ataque microbiológico, o que afeta seu armazenamento por maiores períodos. Dessa forma, esse trabalho foi realizado com o objetivo de verificar as características dos figos após a aplicação de diferentes energias de radiação e, para tal foi utilizado esquema fatorial 3x4, sendo três níveis de radiação UV-C (0; 1,98 e 7,42 kJ.m-2) e 4 dias de análise (0, 1, 3 e 4 dias). Os frutos foram condicionados em bandejas plásticas, as quais foram armazenadas e mantidas à 20ºC e UR entre 85-90% durante cinco dias, sendo dispostos 8 frutos por bandeja. Os atributos de qualidade avaliados aparência, firmeza, perda de massa, grau umidade, pH, acidez titulável, teores de sólidos solúveis e pigmentos. Constatou-se que o uso de radiação ultravioleta com energia 1,98 kJ.m-2 foi o tratamento mais eficiente na manutenção dos atributos de aparência, redução de perda de massa das frutas e teor de antocianina.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAVASINI, R., LIRA, L. P., USBERTI, F. C. S., FERRAZ, A. C. D. O., HENZLER, D. D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ficus carica L.,UV-C,Tratamento físico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O figo apresenta alto grau de perecibilidade, pois além da baixa resistência mecânica e elevada perda de água, tem a pós-colheita prejudicada pelo intenso ataque microbiológico, o que afeta seu armazenamento por maiores períodos. Dessa forma, esse trabalho foi realizado com o objetivo de verificar as características dos figos após a aplicação de diferentes energias de radiação e, para tal foi utilizado esquema fatorial 3x4, sendo três níveis de radiação UV-C (0; 1,98 e 7,42 kJ.m-2) e 4 dias de análise (0, 1, 3 e 4 dias). Os frutos foram condicionados em bandejas plásticas, as quais foram armazenadas e mantidas à 20ºC e UR entre 85-90% durante cinco dias, sendo dispostos 8 frutos por bandeja. Os atributos de qualidade avaliados aparência, firmeza, perda de massa, grau umidade, pH, acidez titulável, teores de sólidos solúveis e pigmentos. Constatou-se que o uso de radiação ultravioleta com energia 1,98 kJ.m-2 foi o tratamento mais eficiente na manutenção dos atributos de aparência, redução de perda de massa das frutas e teor de antocianina.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:21:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Teste de Condutividade Elétrica em Sementes de Alface</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1955-teste-de-condutividade-eletrica-em-sementes-de-alface?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Teste de Condutividade Elétrica em Sementes de Alface</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VILARINHO, M. K. C., NOGUEIRA, J. E., SOBRINHO, S. P., ANTONIACOMI, L. A. M., CÂNDIDO, A. K. A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Eletrólitos lixiviados,Lactuca sativa L.,Potencial fisiológico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O teste de vigor tem se constituído como uma ferramenta de uso indispensável na avaliação da qualidade das sementes. Além do teste de germinação, métodos rápidos, de fácil execução tem sido utilizados para a avaliação do potencial fisiológico das sementes. Por permitirem tomadas de decisão em menor tempo, a condutividade elétrica tem sido bastante utilizada, por apresentar resultados consistentes em diversas culturas. A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Sementes do Curso de Agronomia, da Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Cáceres - MT. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado com sete tratamentos (lotes) e quatro repetições. Foram utilizadas sementes nuas de alface do tipo crespa, representadas por sete lotes, provenientes de mercado local e avaliados através dos seguintes testes: teor de água da semente, germinação e condutividade elétrica, em seis períodos de embebição (4, 8, 12, 16, 20 e 24 horas). Os testes de germinação mostraram diferença significativa entre lotes com relação ao potencial fisiológico. O teste de condutividade elétrica foi eficiente para avaliação do vigor de sementes de alface a partir do segundo período de embebição (8 horas), observando-se a melhor extratificação dos resultados quando conduzido em um período de embebição de 16 horas.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VILARINHO, M. K. C., NOGUEIRA, J. E., SOBRINHO, S. P., ANTONIACOMI, L. A. M., CÂNDIDO, A. K. A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Eletrólitos lixiviados,Lactuca sativa L.,Potencial fisiológico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O teste de vigor tem se constituído como uma ferramenta de uso indispensável na avaliação da qualidade das sementes. Além do teste de germinação, métodos rápidos, de fácil execução tem sido utilizados para a avaliação do potencial fisiológico das sementes. Por permitirem tomadas de decisão em menor tempo, a condutividade elétrica tem sido bastante utilizada, por apresentar resultados consistentes em diversas culturas. A pesquisa foi conduzida no Laboratório de Sementes do Curso de Agronomia, da Universidade do Estado de Mato Grosso, Campus de Cáceres - MT. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado com sete tratamentos (lotes) e quatro repetições. Foram utilizadas sementes nuas de alface do tipo crespa, representadas por sete lotes, provenientes de mercado local e avaliados através dos seguintes testes: teor de água da semente, germinação e condutividade elétrica, em seis períodos de embebição (4, 8, 12, 16, 20 e 24 horas). Os testes de germinação mostraram diferença significativa entre lotes com relação ao potencial fisiológico. O teste de condutividade elétrica foi eficiente para avaliação do vigor de sementes de alface a partir do segundo período de embebição (8 horas), observando-se a melhor extratificação dos resultados quando conduzido em um período de embebição de 16 horas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:02:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE MORANGO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1939-radiacao-uv-c-na-conservacao-pos-colheita-de-morango?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE MORANGO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOREIRA, M. S., ALMEIDA, R. R. D., SILVA, M. R. T. D., CAMPOS, G. A. M., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fragaria x ananassa ,ultravioleta,qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O morango é altamente perecível pós-colheita, necessitando de cuidado para prolongar seus dias úteis, sendo a radiação ultravioleta uma importante e eficiente aliada neste processo. Objetivou-se nesse experimento avaliar o efeito radioativo na conservação pós-colheita dos morangos. Foram utilizados morangos provenientes de Goianápolis-GO, cujo delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, no esquema fatorial 5x6 (radiação UV-C x dias de análises), sendo 5 tempos de exposição a radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) e analisados a cada dois dias (0, 2, 4, 6, 8 e 10 dias), com quatro repetições, onde os frutos foram armazenados em embalagens de cloreto de polivinila (PVC) + poliestireno expandido (EPS). As variáveis estudadas foram perda de massa, conservação pós-colheita, luminosidade (L) e croma (C). Os dados originados das análises foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05) e comparados pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e regressão. Com base nos dados, o tratamento com 2 minutos de UV-C obteve o maior índice de conservação pós-colheita dos frutos, proporcionando baixa perda de massa, quanto aos parâmetros L e C obteve-se os maiores índices com a radiação de 4 minutos, indicando uma coloração mais clara (L) e maior intensidade da cor (C).</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1939-radiacao-uv-c-na-conservacao-pos-colheita-de-morango?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOREIRA, M. S., ALMEIDA, R. R. D., SILVA, M. R. T. D., CAMPOS, G. A. M., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Fragaria x ananassa ,ultravioleta,qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O morango é altamente perecível pós-colheita, necessitando de cuidado para prolongar seus dias úteis, sendo a radiação ultravioleta uma importante e eficiente aliada neste processo. Objetivou-se nesse experimento avaliar o efeito radioativo na conservação pós-colheita dos morangos. Foram utilizados morangos provenientes de Goianápolis-GO, cujo delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, no esquema fatorial 5x6 (radiação UV-C x dias de análises), sendo 5 tempos de exposição a radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) e analisados a cada dois dias (0, 2, 4, 6, 8 e 10 dias), com quatro repetições, onde os frutos foram armazenados em embalagens de cloreto de polivinila (PVC) + poliestireno expandido (EPS). As variáveis estudadas foram perda de massa, conservação pós-colheita, luminosidade (L) e croma (C). Os dados originados das análises foram submetidos à análise de variância (P&lt;0,05) e comparados pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e regressão. Com base nos dados, o tratamento com 2 minutos de UV-C obteve o maior índice de conservação pós-colheita dos frutos, proporcionando baixa perda de massa, quanto aos parâmetros L e C obteve-se os maiores índices com a radiação de 4 minutos, indicando uma coloração mais clara (L) e maior intensidade da cor (C).</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:29:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Propriedades Termodinâmicas dos Grãos de Urucum</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1928-propriedades-termodinamicas-dos-graos-de-urucum?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Propriedades Termodinâmicas dos Grãos de Urucum</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODOVALHO, R. S., NETO, H. C. D. S., SILVA, I. L., FAGUNDES, N. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bixa orellana,difusividade,energia de ativação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O urucum (Bixa orellana) é tradicionalmente conhecido como condimento e tem origem no Brasil. Seus grãos apresentam grande potencial de tingimento, sendo assim muito utilizado na indústria de alimentos, cosméticos e têxteis. Devido a sua importância, este trabalho teve como objetivo avaliar a cinética de secagem dos grãos de urucum em diferentes temperaturas do ar de secagem (30, 40, 50 e 60°C) bem como suas propriedades termodinâmicas. Os grãos foram extraídos a seco e ficaram em repouso para evaporação da umidade superficial. Foram utilizadas câmaras de ventilação forçada para a cinética de secagem. Os grãos de urucum, com teor de água inicial em 9 % b.s., foram pesados em intervalos de 20 em 20 minutos por um tempo de 8 horas durante a secagem. Vários modelos matemáticos foram ajustados aos dados experimentais para caracterizar os processos de secagem. No procedimento estatístico foram usados como critério de seleção o coeficiente de determinação da regressão não linear, o erro médio relativo, o erro médio estimado. A partir do modelo selecionado e da equação de Arrhenius, foram obtidos o coeficiente de difusão efetivo e a energia de ativação usada para o cálculo da entalpia, entropia e energia livre de Gibbs. A equação de Page foi o melhor modelo para representação da cinética de secagem de grãos de urucum nas temperaturas de 30, 40, 50 e 60 °C. O aumento da temperatura do ar de secagem proporciona a redução da entalpia, o aumento da energia livre de Gibbs e mantém entropia negativa.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1928-propriedades-termodinamicas-dos-graos-de-urucum?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>RODOVALHO, R. S., NETO, H. C. D. S., SILVA, I. L., FAGUNDES, N. H.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bixa orellana,difusividade,energia de ativação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O urucum (Bixa orellana) é tradicionalmente conhecido como condimento e tem origem no Brasil. Seus grãos apresentam grande potencial de tingimento, sendo assim muito utilizado na indústria de alimentos, cosméticos e têxteis. Devido a sua importância, este trabalho teve como objetivo avaliar a cinética de secagem dos grãos de urucum em diferentes temperaturas do ar de secagem (30, 40, 50 e 60°C) bem como suas propriedades termodinâmicas. Os grãos foram extraídos a seco e ficaram em repouso para evaporação da umidade superficial. Foram utilizadas câmaras de ventilação forçada para a cinética de secagem. Os grãos de urucum, com teor de água inicial em 9 % b.s., foram pesados em intervalos de 20 em 20 minutos por um tempo de 8 horas durante a secagem. Vários modelos matemáticos foram ajustados aos dados experimentais para caracterizar os processos de secagem. No procedimento estatístico foram usados como critério de seleção o coeficiente de determinação da regressão não linear, o erro médio relativo, o erro médio estimado. A partir do modelo selecionado e da equação de Arrhenius, foram obtidos o coeficiente de difusão efetivo e a energia de ativação usada para o cálculo da entalpia, entropia e energia livre de Gibbs. A equação de Page foi o melhor modelo para representação da cinética de secagem de grãos de urucum nas temperaturas de 30, 40, 50 e 60 °C. O aumento da temperatura do ar de secagem proporciona a redução da entalpia, o aumento da energia livre de Gibbs e mantém entropia negativa.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:15:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE FEIJÃO CARIOCA EM DIFERENTES TEORES DE ÁGUA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1927-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-carioca-em-diferentes-teores-de-agua?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PROPRIEDADES FÍSICAS DE GRÃOS DE FEIJÃO CARIOCA EM DIFERENTES TEORES DE ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, M. M., DEVILLA, I. A., MELO, P. D. C., ANTUNES, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tamanho,Forma,Phaseolus vulgaris</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As propriedades físicas dos produtos agrícolas são alteradas pelo processo de secagem, com isso, existe a necessidade das mesmas serem investigadas durante este processo, pois tais alterações podem influenciar no dimensionamento de equipamentos utilizados na colheita e pós-colheita. O presente trabalho objetivou determinar e modelar as propriedades físicas dos grãos de feijão em diferentes teores de água. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, no qual o tratamento foram os teores de água. Foram utilizados grãos de feijão Carioca, cultivar BRS Estilo. As propriedades foram investigadas em sete teores de água (32,9; 28,1; 24,9; 21,9; 18,9; 16,2; 13,6% b.s.). Dentre as propriedades físicas, determinou-se os eixos característicos (comprimento, largura, espessura), circularidade, esfericidade e a massa específica aparente. Após a coleta de dados, foram ajustados modelos matemáticos aos dados experimentais, utilizando o software STATISTICA 12.0. Na escolha do melhor modelo foram considerados: a magnitude do coeficiente de determinação ajustado (R²) e o erro relativo (P). A análise dos resultados permitiu concluir que os eixos e a circularidade dos grãos de feijão são diretamente proporcionais a redução do teor de água. A massa específica aparente diminuiu com o aumento do teor de água. A esfericidade permaneceu constante com o decréscimo do teor de água.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1927-propriedades-fisicas-de-graos-de-feijao-carioca-em-diferentes-teores-de-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, M. M., DEVILLA, I. A., MELO, P. D. C., ANTUNES, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tamanho,Forma,Phaseolus vulgaris</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As propriedades físicas dos produtos agrícolas são alteradas pelo processo de secagem, com isso, existe a necessidade das mesmas serem investigadas durante este processo, pois tais alterações podem influenciar no dimensionamento de equipamentos utilizados na colheita e pós-colheita. O presente trabalho objetivou determinar e modelar as propriedades físicas dos grãos de feijão em diferentes teores de água. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, no qual o tratamento foram os teores de água. Foram utilizados grãos de feijão Carioca, cultivar BRS Estilo. As propriedades foram investigadas em sete teores de água (32,9; 28,1; 24,9; 21,9; 18,9; 16,2; 13,6% b.s.). Dentre as propriedades físicas, determinou-se os eixos característicos (comprimento, largura, espessura), circularidade, esfericidade e a massa específica aparente. Após a coleta de dados, foram ajustados modelos matemáticos aos dados experimentais, utilizando o software STATISTICA 12.0. Na escolha do melhor modelo foram considerados: a magnitude do coeficiente de determinação ajustado (R²) e o erro relativo (P). A análise dos resultados permitiu concluir que os eixos e a circularidade dos grãos de feijão são diretamente proporcionais a redução do teor de água. A massa específica aparente diminuiu com o aumento do teor de água. A esfericidade permaneceu constante com o decréscimo do teor de água.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:15:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PERDA DE MATÉRIA SECA DA SOJA PRODUZIDA NA SEGUNDA SAFRA DURANTE A SECAGEM E O ARMAZENAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1905-perda-de-materia-seca-da-soja-produzida-na-segunda-safra-durante-a-secagem-e-o-armazenamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PERDA DE MATÉRIA SECA DA SOJA PRODUZIDA NA SEGUNDA SAFRA DURANTE A SECAGEM E O ARMAZENAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., FERREIRA, L. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Qualidade ,Pós-Colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho objetivou avaliar o efeito da temperatura do ar de secagem sobre a perda de matéria seca da soja produzida na segunda safra durante o armazenamento. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a perda de matéria seca era determinada, levando-se em conta o teor de água do produto e o valor médio referente a massa de cinco repetições contendo aproximadamente 150 g de soja, as quais foram colocadas no interior de embalagens confeccionadas com material perfurado, lacradas e distribuídas no interior da massa armazenada. Com base nos resultados obtidos pôde-se verificar que a mediada que a temperatura do ar de secagem foi elevada a perda de matéria seca foi intensificada, sendo esse ainda efeito potencializado com tempo de armazenamento. Na faixa de temperatura testada, a temperatura do ar de 40 °C foi a que menos influiu sobre a perda de matéria seca das sementes de soja.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1905-perda-de-materia-seca-da-soja-produzida-na-segunda-safra-durante-a-secagem-e-o-armazenamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., FERREIRA, L. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Qualidade ,Pós-Colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho objetivou avaliar o efeito da temperatura do ar de secagem sobre a perda de matéria seca da soja produzida na segunda safra durante o armazenamento. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a perda de matéria seca era determinada, levando-se em conta o teor de água do produto e o valor médio referente a massa de cinco repetições contendo aproximadamente 150 g de soja, as quais foram colocadas no interior de embalagens confeccionadas com material perfurado, lacradas e distribuídas no interior da massa armazenada. Com base nos resultados obtidos pôde-se verificar que a mediada que a temperatura do ar de secagem foi elevada a perda de matéria seca foi intensificada, sendo esse ainda efeito potencializado com tempo de armazenamento. Na faixa de temperatura testada, a temperatura do ar de 40 °C foi a que menos influiu sobre a perda de matéria seca das sementes de soja.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 17:08:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELAGEM MATEMÁTICA DA SECAGEM DAS FOLHAS DO MELÃO-DE-SÃO CAETANO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1895-modelagem-matematica-da-secagem-das-folhas-do-melao-de-sao-caetano?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODELAGEM MATEMÁTICA DA SECAGEM DAS FOLHAS DO MELÃO-DE-SÃO CAETANO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D. P. D., SANTOS, S. G. F. D., RODOVALHO, R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cinética de secagem,plantas medicinais,Momordica charantia L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As folhas de Melão-de-São Caetano são utilizadas como plantas medicinais pela população brasileira, no tratamento caseiro de verminose, hemorroidas inflamadas e diarreias. O estudo da cinética de secagem das folhas de Melão-de-São Caetano contribui para a simulação de secagem do produto visando a manutenção posterior de suas qualidades fitoterápicas. O objetivo neste trabalho foi ajustar diversos modelos matemáticos para secagem das folhas do Melão-de-São Caetano nas temperaturas de 20, 30, 40, 50 e 60 °C. As amostras foram submetidas à secagem em estufa tipo BOD e suas massas foram pesadas periodicamente até o equilíbrio higroscópico. Dez modelos matemáticos foram ajustados aos dados experimentais por regressão não linear para caracterizar os processos de secagem. Entre os modelos matemáticos ajustados Midilli, Midilli Modificado e Page Modificado apresentaram os maiores valores do coeficiente de determinação, os menores valores do erro médio estimado, os menores valores do soma residual dos quadrados e o comportamento aleatório da distribuição dos resíduos em todas as temperaturas estudadas. Entretanto apenas o modelo de Page Modificado apresentou todos os coeficientes significativos a 5% de probabilidade pelo teste t. Conclui-se que Page Modificado foi o melhor modelo ajustado para representação da cinética de secagem das folhas de Melão-de-São Caetano.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1895-modelagem-matematica-da-secagem-das-folhas-do-melao-de-sao-caetano?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, D. P. D., SANTOS, S. G. F. D., RODOVALHO, R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cinética de secagem,plantas medicinais,Momordica charantia L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As folhas de Melão-de-São Caetano são utilizadas como plantas medicinais pela população brasileira, no tratamento caseiro de verminose, hemorroidas inflamadas e diarreias. O estudo da cinética de secagem das folhas de Melão-de-São Caetano contribui para a simulação de secagem do produto visando a manutenção posterior de suas qualidades fitoterápicas. O objetivo neste trabalho foi ajustar diversos modelos matemáticos para secagem das folhas do Melão-de-São Caetano nas temperaturas de 20, 30, 40, 50 e 60 °C. As amostras foram submetidas à secagem em estufa tipo BOD e suas massas foram pesadas periodicamente até o equilíbrio higroscópico. Dez modelos matemáticos foram ajustados aos dados experimentais por regressão não linear para caracterizar os processos de secagem. Entre os modelos matemáticos ajustados Midilli, Midilli Modificado e Page Modificado apresentaram os maiores valores do coeficiente de determinação, os menores valores do erro médio estimado, os menores valores do soma residual dos quadrados e o comportamento aleatório da distribuição dos resíduos em todas as temperaturas estudadas. Entretanto apenas o modelo de Page Modificado apresentou todos os coeficientes significativos a 5% de probabilidade pelo teste t. Conclui-se que Page Modificado foi o melhor modelo ajustado para representação da cinética de secagem das folhas de Melão-de-São Caetano.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:58:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ISOTERMAS DE SORÇÃO DE GRÃOS DE FEIJÃO COM DANIFICAÇÃO MECÂNICA INDUZIDA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1887-isotermas-de-sorcao-de-graos-de-feijao-com-danificacao-mecanica-induzida?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ISOTERMAS DE SORÇÃO DE GRÃOS DE FEIJÃO COM DANIFICAÇÃO MECÂNICA INDUZIDA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMPOS, R. D. C., ZEYMER, J. S., CORREA, P. C., MOURA, B. R., FERNANDES, C. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>danos mecânicos,equilíbrio higroscópico,histerese</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Injúrias mecânicas em produtos agrícolas modificam parâmetros tecnológicos e qualitativos. O nível de danificação mecânica influencia diretamente nas diversas operações do processamento às quais os grãos são submetidos, destacando-se a secagem (dessorção), adsorção e absorção de água. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da danificação mecânica nas isotermas de sorção de grãos de feijão com danificação mecânica induzida, em diferentes condições de temperatura e umidade relativa. Foram utilizados grãos de feijão (Phaseolus vulgaris L.) colhidos manualmente com teor de água de 35% (b.u.). Parte desse produto foi submetido à danificação mecânica induzida e a secagem controlada (amostra danificada e testemunha), para os processos de sorção. As isotermas de sorção da água foram analisadas para diferentes condições de temperatura: 20, 30, 40 e 50 °C; e umidade relativa: 0,3; 0,4; 0,5; 0,7 e 0,9 (decimal). Os dados de teor de água de equilíbrio foram correlacionados com seis modelos matemáticos, sendo que o modelo Oswin Modificado foi o que mais se ajustou aos dados experimentais.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1887-isotermas-de-sorcao-de-graos-de-feijao-com-danificacao-mecanica-induzida?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMPOS, R. D. C., ZEYMER, J. S., CORREA, P. C., MOURA, B. R., FERNANDES, C. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>danos mecânicos,equilíbrio higroscópico,histerese</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Injúrias mecânicas em produtos agrícolas modificam parâmetros tecnológicos e qualitativos. O nível de danificação mecânica influencia diretamente nas diversas operações do processamento às quais os grãos são submetidos, destacando-se a secagem (dessorção), adsorção e absorção de água. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da danificação mecânica nas isotermas de sorção de grãos de feijão com danificação mecânica induzida, em diferentes condições de temperatura e umidade relativa. Foram utilizados grãos de feijão (Phaseolus vulgaris L.) colhidos manualmente com teor de água de 35% (b.u.). Parte desse produto foi submetido à danificação mecânica induzida e a secagem controlada (amostra danificada e testemunha), para os processos de sorção. As isotermas de sorção da água foram analisadas para diferentes condições de temperatura: 20, 30, 40 e 50 °C; e umidade relativa: 0,3; 0,4; 0,5; 0,7 e 0,9 (decimal). Os dados de teor de água de equilíbrio foram correlacionados com seis modelos matemáticos, sendo que o modelo Oswin Modificado foi o que mais se ajustou aos dados experimentais.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:51:20 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DO CONGELAMENTO NA CINÉTICA DE SECAGEM DE PIMENTA BIQUINHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1881-influencia-do-congelamento-na-cinetica-de-secagem-de-pimenta-biquinho?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DO CONGELAMENTO NA CINÉTICA DE SECAGEM DE PIMENTA BIQUINHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., SANTOS, P. D., SILVA, F. S. D., PORTO, A. G., SOARES, E. J. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum Chinense,conservação,Midilli e Kucuk</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Muito utilizada na culinária brasileira, a pimenta biquinho (Capsicum Chinense), tem em sua composição compostos benéficos a saúde, o que pode classificá-la como alimento funcional. Na indústria alimentícia sempre há a preocupação de converter os alimentos perecíveis em produtos estáveis que possam ser armazenados por longos períodos, diminuindo assim as suas perdas. Sendo assim, a secagem é provavelmente o método mais antigo de preservação de alimentos utilizado. Este trabalho foi realizado com objetivo de estudar a influência do congelamento na cinética de secagem da pimenta biquinho. As secagens foram realizadas em condições controladas de temperatura do ar por meio de um secador, na temperatura de 40° e 60º C velocidade do ar a 2 m/s. Durante a operação de secagem foram realizadas pesagens periódicas, até se atingir o peso constante nas amostras. As amostras submetidas ao congelamento apresentaram maior tempo de secagem quando comparadas a in natura. Todos os modelos matemáticos proporcionaram bons ajustes aos dados experimentais, com destaque para os modelos de Midilli e Kucuk, Page e Thompson.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1881-influencia-do-congelamento-na-cinetica-de-secagem-de-pimenta-biquinho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., SANTOS, P. D., SILVA, F. S. D., PORTO, A. G., SOARES, E. J. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum Chinense,conservação,Midilli e Kucuk</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Muito utilizada na culinária brasileira, a pimenta biquinho (Capsicum Chinense), tem em sua composição compostos benéficos a saúde, o que pode classificá-la como alimento funcional. Na indústria alimentícia sempre há a preocupação de converter os alimentos perecíveis em produtos estáveis que possam ser armazenados por longos períodos, diminuindo assim as suas perdas. Sendo assim, a secagem é provavelmente o método mais antigo de preservação de alimentos utilizado. Este trabalho foi realizado com objetivo de estudar a influência do congelamento na cinética de secagem da pimenta biquinho. As secagens foram realizadas em condições controladas de temperatura do ar por meio de um secador, na temperatura de 40° e 60º C velocidade do ar a 2 m/s. Durante a operação de secagem foram realizadas pesagens periódicas, até se atingir o peso constante nas amostras. As amostras submetidas ao congelamento apresentaram maior tempo de secagem quando comparadas a in natura. Todos os modelos matemáticos proporcionaram bons ajustes aos dados experimentais, com destaque para os modelos de Midilli e Kucuk, Page e Thompson.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:12:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DO ACONDICIONAMENTO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE GERGELIM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1879-influencia-do-acondicionamento-na-qualidade-fisiologica-de-sementes-de-gergelim?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DO ACONDICIONAMENTO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE GERGELIM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, F. A., ARAÚJO, M. E. V., ARAÚJO, R. S. L., LISBOA, C. F., TEIXEIRA, I. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sesamum indicum L.,maturação,pós colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O gergelim é uma oleaginosa de importância mundial, com ampla adaptação aos diversos solos e climas, resistente ao déficit hídrico, sendo uma boa opção de cultivo nas condições de cerrado. Contudo, a sua área de cultivo será ampliada com sementes de qualidade superior, e neste sentido, o armazenamento configura como prática importante para que isso aconteça. Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de gergelim colhidas em distintas posições da planta e percentuais de maturação, armazenadas durante doze meses nas condições climáticas do cerrado. Foi empregado o delineamento inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 2x3x3, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de sementes de gergelim com tegumento de duas colorações, coletadas em três posições da planta, apresentando três percentuais de maturação, com avaliações bimestrais durante doze meses. A análise da qualidade fisiológica das sementes foi feita por meio dos seguintes testes: teste padrão de germinação, primeira contagem, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. Conclui-se que a queda da qualidade fisiológica ocorreu de forma mais acentuada a partir do oitavo mês de armazenamento. Lotes de sementes de tegumento creme apresentaram qualidade superior quando colhidos no terço médio da planta, com sementes 90% maduras.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, F. A., ARAÚJO, M. E. V., ARAÚJO, R. S. L., LISBOA, C. F., TEIXEIRA, I. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sesamum indicum L.,maturação,pós colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O gergelim é uma oleaginosa de importância mundial, com ampla adaptação aos diversos solos e climas, resistente ao déficit hídrico, sendo uma boa opção de cultivo nas condições de cerrado. Contudo, a sua área de cultivo será ampliada com sementes de qualidade superior, e neste sentido, o armazenamento configura como prática importante para que isso aconteça. Este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade fisiológica de sementes de gergelim colhidas em distintas posições da planta e percentuais de maturação, armazenadas durante doze meses nas condições climáticas do cerrado. Foi empregado o delineamento inteiramente ao acaso, em esquema fatorial 2x3x3, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de sementes de gergelim com tegumento de duas colorações, coletadas em três posições da planta, apresentando três percentuais de maturação, com avaliações bimestrais durante doze meses. A análise da qualidade fisiológica das sementes foi feita por meio dos seguintes testes: teste padrão de germinação, primeira contagem, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. Conclui-se que a queda da qualidade fisiológica ocorreu de forma mais acentuada a partir do oitavo mês de armazenamento. Lotes de sementes de tegumento creme apresentaram qualidade superior quando colhidos no terço médio da planta, com sementes 90% maduras.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:06:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA FERMENTAÇÃO NA CINÉTICA DE SECAGEM DE AMÊNDOAS DE CUPUAÇU</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1871-influencia-da-fermentacao-na-cinetica-de-secagem-de-amendoas-de-cupuacu?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., SANTOS, A. D. R. D., SILVA, F. S. D., PORTO, A. G., SOARES, E. J. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Theobroma grandiflorum,conservação,Midilli e Kucuk</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Cupuaçu (Theobroma grandiflorum) é caracterizado pelas suas características agradáveis de sabor e aroma, apresentando elevado teor de água, sendo necessária para sua conservação a realização da secagem, ou seja, redução do grau de umidade. Durante o processamento, as amêndoas de cupuaçu são fermentadas para permitir o desenvolvimento dos inúmeros compostos do sabor. O objetivo desse estudo foi analisar a influência da fermentação na cinética de secagem de amêndoas de cupuaçu. As amêndoas foram extraídas do fruto, selecionadas e higienizadas, sendo posteriormente fermentadas segundo a metodologia descrita na literatura especializada. Na secagem utilizaram-se amêndoas fermentadas e não fermentadas, em um secador de bandejas com temperaturas do ar de 40, 50 e 60°C e velocidade de 1,0m/s. Os resultados obtidos foram que a temperatura de secagem é fator que influencia diretamente na constante de secagem, bem como o processo de fermentação promove uma facilidade das amêndoas em perder umidade, devido possivelmente a uma diminuição na resistência de suas paredes celulares. O modelo de Midilli e Kucuk foi o que se ajustou melhor aos dados experimentais; os valores de difusividade efetiva variaram de 1,58 x 10-9 a 3,75 x 10-9 m2/s; e a energia de ativação variou de 66,44 a 68,29KJ/mol.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1871-influencia-da-fermentacao-na-cinetica-de-secagem-de-amendoas-de-cupuacu?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., SANTOS, A. D. R. D., SILVA, F. S. D., PORTO, A. G., SOARES, E. J. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Theobroma grandiflorum,conservação,Midilli e Kucuk</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O Cupuaçu (Theobroma grandiflorum) é caracterizado pelas suas características agradáveis de sabor e aroma, apresentando elevado teor de água, sendo necessária para sua conservação a realização da secagem, ou seja, redução do grau de umidade. Durante o processamento, as amêndoas de cupuaçu são fermentadas para permitir o desenvolvimento dos inúmeros compostos do sabor. O objetivo desse estudo foi analisar a influência da fermentação na cinética de secagem de amêndoas de cupuaçu. As amêndoas foram extraídas do fruto, selecionadas e higienizadas, sendo posteriormente fermentadas segundo a metodologia descrita na literatura especializada. Na secagem utilizaram-se amêndoas fermentadas e não fermentadas, em um secador de bandejas com temperaturas do ar de 40, 50 e 60°C e velocidade de 1,0m/s. Os resultados obtidos foram que a temperatura de secagem é fator que influencia diretamente na constante de secagem, bem como o processo de fermentação promove uma facilidade das amêndoas em perder umidade, devido possivelmente a uma diminuição na resistência de suas paredes celulares. O modelo de Midilli e Kucuk foi o que se ajustou melhor aos dados experimentais; os valores de difusividade efetiva variaram de 1,58 x 10-9 a 3,75 x 10-9 m2/s; e a energia de ativação variou de 66,44 a 68,29KJ/mol.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:48:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS DE MILHO PARA PRODUÇÃO DE ETANOL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1851-estudo-da-secagem-e-armazenagem-de-graos-de-milho-para-producao-de-etanol?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., MILANE, L. V., ANDRADE, M. G. D. O., CAMILO, L. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biocombustíveis,Indústria,Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos das temperaturas do ar de secagem e das condições de armazenamento sobre a qualidade dos grãos de milho para produção de etanol. O trabalho de pesquisa foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O experimento foi instalado em um delineamento inteiramente casualisado, em esquema fatorial (3x2x2) (temperaturas do ar de secagem de 80, 100 e 120 ºC x condições de armazenamento à 23 ºC e 10 ºC x tempo de armazenamento de zero e seis meses). Os grãos de milho foram colhidos com teor de água de 18% (b.u.). Os grãos foram submetidos à secagem em estufa de convecção com ventilação forçada do ar até atingirem os teores de água de 12% (b.u.), em seguida, os grãos foram armazenados. Concluiu-se que o aumento da temperatura do ar de secagem reduziu os teores de lipídeos, a porcentagem de amido e o rendimento de etanol em 38,74 L ton-¹ de grãos. A condição de armazenamento em ambiente refrigerado a 10 °C foi favorável à manutenção dos teores de lipídeos (+2%), porcentagem de amido (+6%) e rendimento de etanol (+33 L ton-¹ de grãos).</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1851-estudo-da-secagem-e-armazenagem-de-graos-de-milho-para-producao-de-etanol?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CORADI, P. C., MILANE, L. V., ANDRADE, M. G. D. O., CAMILO, L. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biocombustíveis,Indústria,Zea mays L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos das temperaturas do ar de secagem e das condições de armazenamento sobre a qualidade dos grãos de milho para produção de etanol. O trabalho de pesquisa foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O experimento foi instalado em um delineamento inteiramente casualisado, em esquema fatorial (3x2x2) (temperaturas do ar de secagem de 80, 100 e 120 ºC x condições de armazenamento à 23 ºC e 10 ºC x tempo de armazenamento de zero e seis meses). Os grãos de milho foram colhidos com teor de água de 18% (b.u.). Os grãos foram submetidos à secagem em estufa de convecção com ventilação forçada do ar até atingirem os teores de água de 12% (b.u.), em seguida, os grãos foram armazenados. Concluiu-se que o aumento da temperatura do ar de secagem reduziu os teores de lipídeos, a porcentagem de amido e o rendimento de etanol em 38,74 L ton-¹ de grãos. A condição de armazenamento em ambiente refrigerado a 10 °C foi favorável à manutenção dos teores de lipídeos (+2%), porcentagem de amido (+6%) e rendimento de etanol (+33 L ton-¹ de grãos).</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:16:17 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO IMEDIATO E LATENTE DA TEMPERATURA DO AR DE SECAGEM SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE SOJA PRODUZIDAS NA SEGUNDA SAFRA</title>
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           <media:title type="plain">EFEITO IMEDIATO E LATENTE DA TEMPERATURA DO AR DE SECAGEM SOBRE A GERMINAÇÃO DE SEMENTES DE SOJA PRODUZIDAS NA SEGUNDA SAFRA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., GARCIA, R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,potencial fisiológico,Armazenamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito imediato e latente de diferentes temperaturas do ar de secagem sobre a germinação de sementes soja produzidas na segunda safra. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a germinação das sementes era realizada, seguida também da determinação indireta da velocidade germinativa por meio do teste de primeira contagem. Com base nos resultados obtidos pôde-se verificar que a mediada que a temperatura do ar de secagem foi elevada tanto a germinação quanto sua velocidade foram afetadas, sendo ainda tal comportamento agravado com o decorrer do armazenamento. Na faixa de temperatura testada, a temperatura do ar de 40 °C pode ser recomendada para secagem de sementes de soja produzidas na segunda safra.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1835-efeito-imediato-e-latente-da-temperatura-do-ar-de-secagem-sobre-a-germinacao-de-sementes-de-soja-produzidas-na-segunda-safra?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., GARCIA, R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,potencial fisiológico,Armazenamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito imediato e latente de diferentes temperaturas do ar de secagem sobre a germinação de sementes soja produzidas na segunda safra. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a germinação das sementes era realizada, seguida também da determinação indireta da velocidade germinativa por meio do teste de primeira contagem. Com base nos resultados obtidos pôde-se verificar que a mediada que a temperatura do ar de secagem foi elevada tanto a germinação quanto sua velocidade foram afetadas, sendo ainda tal comportamento agravado com o decorrer do armazenamento. Na faixa de temperatura testada, a temperatura do ar de 40 °C pode ser recomendada para secagem de sementes de soja produzidas na segunda safra.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:01:16 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO IMEDIATO E LATENTE DA TEMPERATURA DO AR DE SECAGEM SOBRE A COR DE SEMENTES DE SOJA PRODUZIDAS NA SEGUNDA SAFRA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1834-efeito-imediato-e-latente-da-temperatura-do-ar-de-secagem-sobre-a-cor-de-sementes-de-soja-produzidas-na-segunda-safra?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., GONçALVES, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Armazenamento,Pós-Colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da interação de diferentes temperaturas de secagem e tempos de armazenamento sobre a cor de sementes soja produzidas na segunda safra. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a determinação da cor das sementes era realizada pela leitura direta de refletância por meio de um colorímetro tristímulo (iluminante 10°/D65), empregando-se o sistema Hunter de cor, obtendo-se os valores das coordenadas “L” (luminosidade), “a” (tonalidades verde - vermelha) e “b” (tonalidades azul - amarela). Com base nos resultados obtidos verificou-se que independente da temperatura de secagem empregada todos os tratamentos apresentaram uma tendência ao escurecimento tegumentar durante o armazenamento, fator esse que foi determinante no resultado evidenciado, devido aos valores referentes às coordenadas “L” e “b” serem reduzidos com o tempo e, os valores relativos a coordenada “a” serem elevados.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1834-efeito-imediato-e-latente-da-temperatura-do-ar-de-secagem-sobre-a-cor-de-sementes-de-soja-produzidas-na-segunda-safra?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FILHO, C. P. H., GONELI, A. L. D., MARTINS, E. A. S., OBA, G. C., GONçALVES, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Glycine max L.,Armazenamento,Pós-Colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da interação de diferentes temperaturas de secagem e tempos de armazenamento sobre a cor de sementes soja produzidas na segunda safra. Colhidas próximo à maturidade fisiológica, com teor de água de aproximadamente 23 ± 0,5% (b.u.), as sementes foram submetidas a diferentes temperaturas de secagem (40, 50, 60, 70 e 80 °C) até um teor de água de 12,5 ± 0,7% (b.u.), sendo posteriormente armazenadas em condições ambientais não controladas, durante 180 dias. A cada 45 dias subsequentes a determinação da cor das sementes era realizada pela leitura direta de refletância por meio de um colorímetro tristímulo (iluminante 10°/D65), empregando-se o sistema Hunter de cor, obtendo-se os valores das coordenadas “L” (luminosidade), “a” (tonalidades verde - vermelha) e “b” (tonalidades azul - amarela). Com base nos resultados obtidos verificou-se que independente da temperatura de secagem empregada todos os tratamentos apresentaram uma tendência ao escurecimento tegumentar durante o armazenamento, fator esse que foi determinante no resultado evidenciado, devido aos valores referentes às coordenadas “L” e “b” serem reduzidos com o tempo e, os valores relativos a coordenada “a” serem elevados.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:00:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Efeito da temperatura e das características físicas dos grãos na eficiência de extração de óleo por micro prensas do tipo Expeller</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1829-efeito-da-temperatura-e-das-caracteristicas-fisicas-dos-graos-na-eficiencia-de-extracao-de-oleo-por-micro-prensas-do-tipo-expeller?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Efeito da temperatura e das características físicas dos grãos na eficiência de extração de óleo por micro prensas do tipo Expeller</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELALIBERA, H. C., MOSSINI, F. H., HARBS, J. C. R., FIGUEIREDO, P. R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Conteúdo de fibras,pré-aquecimento,agricultura familiar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nos modelos de processamento de oleaginosas de baixa escala de produção, observa-se grande diversidade de oleaginosas destinadas a transformação em torta e óleo. Estes exigem máquinas que se adaptem a essa condição. Existem diversos fabricantes de máquinas voltadas a este mercado, onde, na grande maioria são mecanismos de processamento em fluxo contínuo conhecidos como prensas do tipo expeller. Os fabricantes oferecem máquinas com flexibilidade de serem adaptadas para extração de óleo de qualquer tipo de grão oleaginoso. Porém nota-se a ausência de informações técnicas do fabricante como procedimentos e indicações de regulagens para cada matéria prima, além das prensas não apresentarem sistemas que permitam coloca-las em regulagens pré-determinadas, dificultando o uso, resultando em baixa eficiência de extração do óleo, custos elevados e inviabilidade da aplicação da torta na alimentação animal. Neste estudo avaliou-se as características físicas e as propriedades térmicas da matéria prima em relação à eficiência de extração de óleo por micro prensas. Observou-se que existe efeito entre a temperatura de pré-aquecimento e teor de fibras nos grãos em relação a eficiência de extração onde, em materiais com alto teor de fibras o pré-aquecimento aumenta a eficiência de extração. Também observou-se que as micro prensas disponíveis apresentam baixa eficiência.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1829-efeito-da-temperatura-e-das-caracteristicas-fisicas-dos-graos-na-eficiencia-de-extracao-de-oleo-por-micro-prensas-do-tipo-expeller?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DELALIBERA, H. C., MOSSINI, F. H., HARBS, J. C. R., FIGUEIREDO, P. R. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Conteúdo de fibras,pré-aquecimento,agricultura familiar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nos modelos de processamento de oleaginosas de baixa escala de produção, observa-se grande diversidade de oleaginosas destinadas a transformação em torta e óleo. Estes exigem máquinas que se adaptem a essa condição. Existem diversos fabricantes de máquinas voltadas a este mercado, onde, na grande maioria são mecanismos de processamento em fluxo contínuo conhecidos como prensas do tipo expeller. Os fabricantes oferecem máquinas com flexibilidade de serem adaptadas para extração de óleo de qualquer tipo de grão oleaginoso. Porém nota-se a ausência de informações técnicas do fabricante como procedimentos e indicações de regulagens para cada matéria prima, além das prensas não apresentarem sistemas que permitam coloca-las em regulagens pré-determinadas, dificultando o uso, resultando em baixa eficiência de extração do óleo, custos elevados e inviabilidade da aplicação da torta na alimentação animal. Neste estudo avaliou-se as características físicas e as propriedades térmicas da matéria prima em relação à eficiência de extração de óleo por micro prensas. Observou-se que existe efeito entre a temperatura de pré-aquecimento e teor de fibras nos grãos em relação a eficiência de extração onde, em materiais com alto teor de fibras o pré-aquecimento aumenta a eficiência de extração. Também observou-se que as micro prensas disponíveis apresentam baixa eficiência.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:56:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Efeito da geração de calor dentro do grão de café na evolução da sua temperatura durante o processo de torrefação</title>
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           <media:title type="plain">Efeito da geração de calor dentro do grão de café na evolução da sua temperatura durante o processo de torrefação</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VANEGAS, J. D. B., CORREA, P. C., MARTINS, M. A., BAPTESTINI, F. M., CAMPOS, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>modelagem,aquecimento,reações</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito do calor gerado pelas reações de evaporação e oxidação no incremento de temperatura dentro do grão de café durante a torrefação. Considerou-se uma análise concentrada no desenvolvimento de um modelo físico para estimar a temperatura do grão de café durante o processo de torrefação levando em conta a variação das propriedades termofísicas e os termos fontes de geração de calor. Grãos individuais de café arábica com teor de água inicial de 0,129 kga kgms-1 foram torrados, em um equipamento de queima de gás direto com cilindro rotativo a 45 rpm. A temperatura de torra foi constante a 240 ºC. A temperatura do grão foi registrada a cada 5 s por um termopar inserido no centro de cada grão. Quando a evaporação é desprezada, o modelo superestima a temperatura durante o período de reação exotérmica, começando em 150 °C e até consumir os reagentes. Pelo contrário, quando as reações exotérmicas são ignoradas, o modelo subestima a temperatura do grão devido ao resfriamento evaporativo. Quando nenhum dos termos fonte é levado em conta, o modelo tende a atingir a temperatura de torrefação rapidamente caindo em um erro por superestimação.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1828-efeito-da-geracao-de-calor-dentro-do-grao-de-cafe-na-evolucao-da-sua-temperatura-durante-o-processo-de-torrefacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VANEGAS, J. D. B., CORREA, P. C., MARTINS, M. A., BAPTESTINI, F. M., CAMPOS, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>modelagem,aquecimento,reações</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito do calor gerado pelas reações de evaporação e oxidação no incremento de temperatura dentro do grão de café durante a torrefação. Considerou-se uma análise concentrada no desenvolvimento de um modelo físico para estimar a temperatura do grão de café durante o processo de torrefação levando em conta a variação das propriedades termofísicas e os termos fontes de geração de calor. Grãos individuais de café arábica com teor de água inicial de 0,129 kga kgms-1 foram torrados, em um equipamento de queima de gás direto com cilindro rotativo a 45 rpm. A temperatura de torra foi constante a 240 ºC. A temperatura do grão foi registrada a cada 5 s por um termopar inserido no centro de cada grão. Quando a evaporação é desprezada, o modelo superestima a temperatura durante o período de reação exotérmica, começando em 150 °C e até consumir os reagentes. Pelo contrário, quando as reações exotérmicas são ignoradas, o modelo subestima a temperatura do grão devido ao resfriamento evaporativo. Quando nenhum dos termos fonte é levado em conta, o modelo tende a atingir a temperatura de torrefação rapidamente caindo em um erro por superestimação.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:54:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIFERENTES EMBALAGENS NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE BERINJELA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1822-diferentes-embalagens-na-conservacao-pos-colheita-de-berinjela?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIFERENTES EMBALAGENS NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE BERINJELA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FARIA, R. C. D., VESPUCCI, I. L., SANTOS, M. M., BARROS, P. J. R., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solanum melongena,Atmosfera modificada,Permanganato de potássio</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes embalagens na conservação pós-colheita de berinjela, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x6 (embalagens x dias de análise), sendo cinco diferentes embalagens: 1: Poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), 2: EPS+PVC+ Sachê de permanganato de potássio (Pellts), 3: Polietileno de baixa densidade (PEBD), 4: PEBD+Pellets e 5: Sem embalagem) e 6 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12 e 15 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/CCET -Anápolis/GO. Após a higienização e homogeneização do lote, os frutos foram submetidos aos tratamentos, sendo acondicionado um fruto por embalagem e posteriormente armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 15 dias. Foram realizadas as análises: Perda de massa, firmeza, acidez titulável e pH. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. As embalagens mais efetivas na manutenção da qualidade das berinjelas foram PEBD+Pellets e PEBD, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, apresentando-se como uma técnica pós-colheita potencial e viável para a berinjela.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1822-diferentes-embalagens-na-conservacao-pos-colheita-de-berinjela?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FARIA, R. C. D., VESPUCCI, I. L., SANTOS, M. M., BARROS, P. J. R., CAMPOS, A. J. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Solanum melongena,Atmosfera modificada,Permanganato de potássio</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Com o objetivo de avaliar o efeito de diferentes embalagens na conservação pós-colheita de berinjela, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x6 (embalagens x dias de análise), sendo cinco diferentes embalagens: 1: Poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), 2: EPS+PVC+ Sachê de permanganato de potássio (Pellts), 3: Polietileno de baixa densidade (PEBD), 4: PEBD+Pellets e 5: Sem embalagem) e 6 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12 e 15 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/CCET -Anápolis/GO. Após a higienização e homogeneização do lote, os frutos foram submetidos aos tratamentos, sendo acondicionado um fruto por embalagem e posteriormente armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 15 dias. Foram realizadas as análises: Perda de massa, firmeza, acidez titulável e pH. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. As embalagens mais efetivas na manutenção da qualidade das berinjelas foram PEBD+Pellets e PEBD, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, apresentando-se como uma técnica pós-colheita potencial e viável para a berinjela.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:47:21 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO DO ARMAZENAMENTO DE MILHO EM PEQUENAS PROPRIEDADES DO VALE DO RIO PARDO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1821-diagnostico-do-armazenamento-de-milho-em-pequenas-propriedades-do-vale-do-rio-pardo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO DO ARMAZENAMENTO DE MILHO EM PEQUENAS PROPRIEDADES DO VALE DO RIO PARDO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEINDECKER, J. A., GALLI, D. C., FRANCETTO, T. R., SCHNEIDER, R., PRADE, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umidade dos grãos,,Secador leito fixo,Armazenagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo foi avaliar as condições de armazenagem de milho em propriedades familiares do vale do Rio Pardo. Realizaram-se visitas técnicas, visando caracterizar os sistemas, estruturas e controles de armazenamento e coletadas amostras de grãos armazenados para análise de umidade, presença de infestação, impurezas, danos mecânicos e grãos mofados e ardidos, em 30 propriedades. A produção de milho em 60% das propriedades é tida como a segunda atividade e nas demais é terciária. A colheita em 70% das propriedades se dá de forma mecanizada. Secadores de leito fixo predominam. O armazenamento é predominante a granel. A estocagem se dá em estruturas rústicas e adaptadas, vulneráveis ao ataque de pragas e fungos. Não é realizado o monitoramento da umidade e temperatura. Os resultados revelam que teores de impurezas e grãos quebrados se encontram em níveis aceitáveis, já para o fator de umidade constatou-se que mais de 75% das amostras apresentam umidade elevada e inadequada ao armazenamento. Pela análise de danos mecânicos, 50% das amostras se encontram com limites superiores ao desejável; na análise de grãos ardidos e mofados mais de 60% das amostras se classificam como fora do tipo e mais da metade das mesmas se encontram com presença de insetos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita-3/1821-diagnostico-do-armazenamento-de-milho-em-pequenas-propriedades-do-vale-do-rio-pardo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LEINDECKER, J. A., GALLI, D. C., FRANCETTO, T. R., SCHNEIDER, R., PRADE, R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Umidade dos grãos,,Secador leito fixo,Armazenagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo foi avaliar as condições de armazenagem de milho em propriedades familiares do vale do Rio Pardo. Realizaram-se visitas técnicas, visando caracterizar os sistemas, estruturas e controles de armazenamento e coletadas amostras de grãos armazenados para análise de umidade, presença de infestação, impurezas, danos mecânicos e grãos mofados e ardidos, em 30 propriedades. A produção de milho em 60% das propriedades é tida como a segunda atividade e nas demais é terciária. A colheita em 70% das propriedades se dá de forma mecanizada. Secadores de leito fixo predominam. O armazenamento é predominante a granel. A estocagem se dá em estruturas rústicas e adaptadas, vulneráveis ao ataque de pragas e fungos. Não é realizado o monitoramento da umidade e temperatura. Os resultados revelam que teores de impurezas e grãos quebrados se encontram em níveis aceitáveis, já para o fator de umidade constatou-se que mais de 75% das amostras apresentam umidade elevada e inadequada ao armazenamento. Pela análise de danos mecânicos, 50% das amostras se encontram com limites superiores ao desejável; na análise de grãos ardidos e mofados mais de 60% das amostras se classificam como fora do tipo e mais da metade das mesmas se encontram com presença de insetos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:46:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DE ISOTERMAS DE SORÇÃO DA AMÊNDOA FERMENTADA DE CUPUAÇU</title>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., RODRIGUES, C. V., SOARES, E. J. O., PAGLARINI, C. D. S., PORTO, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adsorção,Dessorção, Fermentação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Típico da região amazônica, o cupuaçu (Theobroma Grandiflorum Schum), é um fruto que tem um grande potencial de crescimento no mercado agrícola e industrial. Este fruto possui de 12 a 15 cm de comprimento e 10 a 12 cm de diâmetro, com um peso médio de 1kg, composto de 40% de polpa e de 35 amêndoas, equivalente a 20%. Por ser similar ao cacau, a amêndoa de cupuaçu tem despertado interesse científico e industrial, pois podem-se obter produtos similares ao chocolate a partir das amêndoas fermentadas, secas e torradas. Este trabalho teve como objetivo estudar o comportamento das isotermas de equilíbrio das amêndoas de cupuaçu fermentada. Para tanto, foram realizados experimentos utilizando o método gravimétrico estático, com diferentes concentrações ácidas, garantindo uma umidade relativa do ar constante dentro dos recipientes onde foram inseridas as amostras e estas permaneceram em estufas incubadoras com temperatura controlada de 20, 30, 40 e 50ºC até que atingissem massa constante. Para ajustar os resultados obtidos foram utilizados diferentes modelos matemáticos. Entretanto o modelo que melhor descreveu as isotermas de dessorção e adsorção das amêndoas de cupuaçu fermentadas foi o modelo de GAB, pois apresentou valores acima de 95% de coeficiente de correlação.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>REIS, D. R. D., RODRIGUES, C. V., SOARES, E. J. O., PAGLARINI, C. D. S., PORTO, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adsorção,Dessorção, Fermentação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Típico da região amazônica, o cupuaçu (Theobroma Grandiflorum Schum), é um fruto que tem um grande potencial de crescimento no mercado agrícola e industrial. Este fruto possui de 12 a 15 cm de comprimento e 10 a 12 cm de diâmetro, com um peso médio de 1kg, composto de 40% de polpa e de 35 amêndoas, equivalente a 20%. Por ser similar ao cacau, a amêndoa de cupuaçu tem despertado interesse científico e industrial, pois podem-se obter produtos similares ao chocolate a partir das amêndoas fermentadas, secas e torradas. Este trabalho teve como objetivo estudar o comportamento das isotermas de equilíbrio das amêndoas de cupuaçu fermentada. Para tanto, foram realizados experimentos utilizando o método gravimétrico estático, com diferentes concentrações ácidas, garantindo uma umidade relativa do ar constante dentro dos recipientes onde foram inseridas as amostras e estas permaneceram em estufas incubadoras com temperatura controlada de 20, 30, 40 e 50ºC até que atingissem massa constante. Para ajustar os resultados obtidos foram utilizados diferentes modelos matemáticos. Entretanto o modelo que melhor descreveu as isotermas de dessorção e adsorção das amêndoas de cupuaçu fermentadas foi o modelo de GAB, pois apresentou valores acima de 95% de coeficiente de correlação.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:42:00 -0300</pubDate>
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