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       <title>Construções Rurais e Ambiência (CRA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE RECRIA E TERMINAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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           <media:title type="plain">VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE RECRIA E TERMINAÇÃO NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, clima, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na suinocultura, a recria e a terminação são as fases finais do processo produção, os fatores ambientais são fundamentais e de extrema importância para que se obtenha um ótimo resultado produtivo e um produto final de excelente qualidade. Este trabalho teve por objetivo estudar a possibilidade de produzir suínos em fase de recria e terminação em cidades da região nordeste do estado de São Paulo. Desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A cidade de Franca é a que apresentou melhores condições ambientais para a criação de suínos em fase de creche e terminação, apresentando temperatura média do ar dentro da faixa de conforto (12 a 21 oC) entre os meses de abril a setembro. Nas demais cidades estudadas, as condições ambientais se mantiveram adequadas apenas entre o período de maio a agosto. Os resultados evidenciaram que a região nordeste do estado de São Paulo apresenta um clima que não atende a criação de suínos em fase de recria e terminação sem a climatização artificial.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1986-viabilidade-da-criacao-de-suinos-em-fase-de-recria-e-terminacao-na-regiao-nordeste-do-estado-de-sao-paulo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, clima, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na suinocultura, a recria e a terminação são as fases finais do processo produção, os fatores ambientais são fundamentais e de extrema importância para que se obtenha um ótimo resultado produtivo e um produto final de excelente qualidade. Este trabalho teve por objetivo estudar a possibilidade de produzir suínos em fase de recria e terminação em cidades da região nordeste do estado de São Paulo. Desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A cidade de Franca é a que apresentou melhores condições ambientais para a criação de suínos em fase de creche e terminação, apresentando temperatura média do ar dentro da faixa de conforto (12 a 21 oC) entre os meses de abril a setembro. Nas demais cidades estudadas, as condições ambientais se mantiveram adequadas apenas entre o período de maio a agosto. Os resultados evidenciaram que a região nordeste do estado de São Paulo apresenta um clima que não atende a criação de suínos em fase de recria e terminação sem a climatização artificial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:56:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VIABILIDADE DA CRIAÇÃO DE SUÍNOS EM FASE DE CRECHE NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MANTOVANI, A. G., MARCHIORI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, ambiente, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na produção de suínos, a fase de creche é uma das etapas mais importantes e tem reflexo direto no sucesso da atividade. Os animais devem receber condições favoráveis para que expressem seu máximo potencial de produção. Dentre os principais fatores que influenciam na criação de suínos, estão os fatores ambientais, sendo os mais relevantes a temperatura e umidade relativa do ar. Com objetivo de avaliar a criação de suínos em fase de creche em cidades da região nordeste do estado de São Paulo, o estudo foi desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. De acordo com a faixa de temperatura de conforto térmico, de 22 a 26 oC, para suínos em fase de creche, todas as cidades apresentaram médias mensais abaixo da critica superior. Exceto os meses mais frios, de maio a setembro para Franca e junho a agosto para as outras, com medias abaixo da mínima critica. Demonstrando que a criação de suínos em fase de creche e possível sem muitos recursos de climatização artificial.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MANTOVANI, A. G., MARCHIORI, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suinocultura, ambiente, conforto térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Na produção de suínos, a fase de creche é uma das etapas mais importantes e tem reflexo direto no sucesso da atividade. Os animais devem receber condições favoráveis para que expressem seu máximo potencial de produção. Dentre os principais fatores que influenciam na criação de suínos, estão os fatores ambientais, sendo os mais relevantes a temperatura e umidade relativa do ar. Com objetivo de avaliar a criação de suínos em fase de creche em cidades da região nordeste do estado de São Paulo, o estudo foi desenvolvido com base nas informações das normais climatológicas de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão e nos índices de conforto térmico do animal. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. De acordo com a faixa de temperatura de conforto térmico, de 22 a 26 oC, para suínos em fase de creche, todas as cidades apresentaram médias mensais abaixo da critica superior. Exceto os meses mais frios, de maio a setembro para Franca e junho a agosto para as outras, com medias abaixo da mínima critica. Demonstrando que a criação de suínos em fase de creche e possível sem muitos recursos de climatização artificial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Thu, 02 Apr 2020 09:55:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>TEMPERATURA SUPERFICIAL DE CODORNAS JAPONESAS SUBMETIDAS A TEMPERATURAS ENTRE 28°C E 32°C</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1951-temperatura-superficial-de-codornas-japonesas-submetidas-a-temperaturas-entre-28-c-e-32-c?format=html</link>
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           <media:title type="plain">TEMPERATURA SUPERFICIAL DE CODORNAS JAPONESAS SUBMETIDAS A TEMPERATURAS ENTRE 28°C E 32°C</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CASTRO, J. D. O., AMARO, A. L. N., JUNIOR, T. Y., FERRAZ, P. F. P., FASSANI,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,coturnicultura,termografia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a influência de diferentes temperaturas do ar (tar) até 32°C sobre a temperatura superficial máxima, média e mínima (tsmáx, tsméd e tsmín) de codornas japonesas em fase de postura, por meio da termografia. O experimento foi conduzido em quatro túneis de vento climatizados, em que as tar contínuas dentro de cada túnel, 20°C, 28°C, 30°C e 32°C, representavam um tratamento, sendo 20°C o tratamento controle. Foram utilizadas quatro repetições e oito codornas em cada repetição, em um delineamento inteiramente causalizado. Imagens termográficas de cada repetição foram feitas semanalmente por meio da câmera Fluke Ti55 e analisadas por meio do software SmartView®. As tsmáx, tsméd e tsmín de cada repetição foram obtidas por meio da delimitação da área das codornas dentro das gaiolas. As tsméd observadas para 20°C, 28°C, 30°C e 32°C foram 27,7°C, 30,6°C, 30,5°C e 31,0°C, respectivamente. A temperatura superficial das codornas a partir de 28°C é maior que a tar. As temperaturas superficiais (tsmáx, tsméd e tsmín) tiveram diferenças (p&lt;0,05) entre o tratamento controle e os demais, sendo que não foram observadas diferenças entre 28°C, 30°C e 32°C. Portanto, tar entre 28°C e 32°C atuam de forma semelhante, elevando a temperatura superficial de codornas japonesas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1951-temperatura-superficial-de-codornas-japonesas-submetidas-a-temperaturas-entre-28-c-e-32-c?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CASTRO, J. D. O., AMARO, A. L. N., JUNIOR, T. Y., FERRAZ, P. F. P., FASSANI,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,coturnicultura,termografia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a influência de diferentes temperaturas do ar (tar) até 32°C sobre a temperatura superficial máxima, média e mínima (tsmáx, tsméd e tsmín) de codornas japonesas em fase de postura, por meio da termografia. O experimento foi conduzido em quatro túneis de vento climatizados, em que as tar contínuas dentro de cada túnel, 20°C, 28°C, 30°C e 32°C, representavam um tratamento, sendo 20°C o tratamento controle. Foram utilizadas quatro repetições e oito codornas em cada repetição, em um delineamento inteiramente causalizado. Imagens termográficas de cada repetição foram feitas semanalmente por meio da câmera Fluke Ti55 e analisadas por meio do software SmartView®. As tsmáx, tsméd e tsmín de cada repetição foram obtidas por meio da delimitação da área das codornas dentro das gaiolas. As tsméd observadas para 20°C, 28°C, 30°C e 32°C foram 27,7°C, 30,6°C, 30,5°C e 31,0°C, respectivamente. A temperatura superficial das codornas a partir de 28°C é maior que a tar. As temperaturas superficiais (tsmáx, tsméd e tsmín) tiveram diferenças (p&lt;0,05) entre o tratamento controle e os demais, sendo que não foram observadas diferenças entre 28°C, 30°C e 32°C. Portanto, tar entre 28°C e 32°C atuam de forma semelhante, elevando a temperatura superficial de codornas japonesas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:41:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS PARA MUDAS DE CLONES DE SERINGUEIRA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1950-sombreamento-e-substratos-para-mudas-de-clones-de-seringueira?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SOMBREAMENTO E SUBSTRATOS PARA MUDAS DE CLONES DE SERINGUEIRA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, E., VIEIRA, N. C. D. S., DIAS, P. M., PEREIRA, A. C., MARUYAMA, W. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hevea brasiliensis,GT1, PR255</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A exigência de porta-enxertos de elevado qualidade tem motivado estudos de novos processos para formação de mudas. O objetivo do trabalho foi avaliar o crescimento de clones de seringueira GT1, PR255, RRIM600 cultivados em diferentes substratos e ambientes, para produção de porta-enxertos de seringueira no município de Cassilândia-MS. O experimento foi instalado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 3 (três substratos x três clones), com quatro repetições com dez mudas de seringueira por parcela. Os tratamentos foram conduzidos em três ambientes: (A1): Sombrite®; (A2) Aluminet® e (A3) céu aberto, sendo testados os clones GT1; PR 255 e RRIM 600, cultivados nos substratos “solo puro”; “solo+esterco bovino” e substrato comercial usualmente utilizado para mudas florestais. Os parâmetros avaliados foram: número de folhas e relação altura/diâmetro. O ambiente com tela aluminizada com 50% de sombreamento propiciou os melhores resultados. O uso de substrato comercial e solo+esterco bovino favoreceram o desenvolvimento dos porta-enxertos de seringueira. O clone RRIM600 demostrou maior aptidão para o uso como porta-enxerto.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1950-sombreamento-e-substratos-para-mudas-de-clones-de-seringueira?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, E., VIEIRA, N. C. D. S., DIAS, P. M., PEREIRA, A. C., MARUYAMA, W. I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hevea brasiliensis,GT1, PR255</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A exigência de porta-enxertos de elevado qualidade tem motivado estudos de novos processos para formação de mudas. O objetivo do trabalho foi avaliar o crescimento de clones de seringueira GT1, PR255, RRIM600 cultivados em diferentes substratos e ambientes, para produção de porta-enxertos de seringueira no município de Cassilândia-MS. O experimento foi instalado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Unidade Universitária de Cassilândia. O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso, em esquema fatorial 3 x 3 (três substratos x três clones), com quatro repetições com dez mudas de seringueira por parcela. Os tratamentos foram conduzidos em três ambientes: (A1): Sombrite®; (A2) Aluminet® e (A3) céu aberto, sendo testados os clones GT1; PR 255 e RRIM 600, cultivados nos substratos “solo puro”; “solo+esterco bovino” e substrato comercial usualmente utilizado para mudas florestais. Os parâmetros avaliados foram: número de folhas e relação altura/diâmetro. O ambiente com tela aluminizada com 50% de sombreamento propiciou os melhores resultados. O uso de substrato comercial e solo+esterco bovino favoreceram o desenvolvimento dos porta-enxertos de seringueira. O clone RRIM600 demostrou maior aptidão para o uso como porta-enxerto.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:40:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO EM GALPÕES PARA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE SOB A PERCEPÇÃO DO AGRICULTOR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1945-saude-e-seguranca-do-trabalho-em-galpoes-para-criacao-de-frangos-de-corte-sob-a-percepcao-do-agricultor?format=html</link>
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           <media:title type="plain">SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO EM GALPÕES PARA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE SOB A PERCEPÇÃO DO AGRICULTOR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SPECK, G. M., GUERTLER, C., SCHVAMBACH, M. I., SEIFFERT, W. Q., MERINO, E. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência(CRA</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiente de trabalho,Ergonomics,Avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A avicultura é uma atividade de importância para economia brasileira e está diante de um mercado altamente competitivo tanto no que diz respeito ao mercado interno e externo. Diante disso, vários aspectos da produção de frango de corte precisam ser melhorados, merecendo destaque as condições em que os trabalhadores são submetidos. Desta forma, objetivou-se avaliar as condições ergonômicas, de saúde e segurança associados aos trabalhadores atuantes na criação de frango de corte, visando propor melhorias das condições de trabalho. Foram realizadas observações in loco e aplicação de questionários com os trabalhadores, referentes ao ambiente de trabalho, a organização e as expectativas quanto à segurança. Para análise utilizou-se técnicas de interpretação por meio da categorização dos conteúdos, identificação de recorrências e análise dos significados. Com base na análise dos dados, os principais problemas relatados pelos trabalhadores foram o desconhecimento de programas de prevenção em riscos ambientais, assim como os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Além disso, os trabalhadores estão expostos ao estresse térmico, elevadas concentrações de amônia e problemas ergonômicos relacionadas a posturas inadequadas durante a execução das atividades. Sendo assim, faz-se necessário uma mudança no ambiente em conjunto com capacitações de práticas seguras afim de proporcionar melhores condições aos trabalhadores.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SPECK, G. M., GUERTLER, C., SCHVAMBACH, M. I., SEIFFERT, W. Q., MERINO, E. A. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência(CRA</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiente de trabalho,Ergonomics,Avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A avicultura é uma atividade de importância para economia brasileira e está diante de um mercado altamente competitivo tanto no que diz respeito ao mercado interno e externo. Diante disso, vários aspectos da produção de frango de corte precisam ser melhorados, merecendo destaque as condições em que os trabalhadores são submetidos. Desta forma, objetivou-se avaliar as condições ergonômicas, de saúde e segurança associados aos trabalhadores atuantes na criação de frango de corte, visando propor melhorias das condições de trabalho. Foram realizadas observações in loco e aplicação de questionários com os trabalhadores, referentes ao ambiente de trabalho, a organização e as expectativas quanto à segurança. Para análise utilizou-se técnicas de interpretação por meio da categorização dos conteúdos, identificação de recorrências e análise dos significados. Com base na análise dos dados, os principais problemas relatados pelos trabalhadores foram o desconhecimento de programas de prevenção em riscos ambientais, assim como os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Além disso, os trabalhadores estão expostos ao estresse térmico, elevadas concentrações de amônia e problemas ergonômicos relacionadas a posturas inadequadas durante a execução das atividades. Sendo assim, faz-se necessário uma mudança no ambiente em conjunto com capacitações de práticas seguras afim de proporcionar melhores condições aos trabalhadores.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:36:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade físico-química de Frutos de Tomateiro cereja em sistema orgânico sob diferentes formas de cultivo e níveis de biofertilizante em casa de vegetação</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1937-qualidade-fisico-quimica-de-frutos-de-tomateiro-cereja-em-sistema-organico-sob-diferentes-formas-de-cultivo-e-niveis-de-biofertilizante-em-casa-de-vegetacao?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BETIN, P. S., ARAÚJO, H. F. D., LEAL, P. A. M., ZORZETO, T. Q., NUNES, E. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade Produtiva,Produção Orgânica,Ambiente Protegido</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O tomateiro é uma hortaliça muito susceptível ao ataque de pragas e doenças, no entanto ocupa grande destaque produtivo e econômico no mundo. Apesar do grande destaque da cadeia produtiva da cultura, a qualidade físico-química da produção está diretamente relacionada aos sistemas e as formas de cultivo. Com isso objetivou-se com esta pesquisa avaliar a qualidade físico-química da produção ao longo do tempo de colheita de tomate cereja sob cultivo orgânico em diferentes formas de cultivo, níveis de biofertilizante e casas de vegetação. A pesquisa foi desenvolvida no campo experimental da Faculdade de Engenharia Agrícola/UNICAMP (SP-Brasil) em três diferentes casas de vegetação. A cultura foi conduzida no espaçamento 0,5 x 0,9 m em duas hastes sob manejo orgânico de produção, sendo analisadas estatisticamente as variáveis – comprimento e diâmetro dos frutos, pesos médios, sólidos solúveis (°Brix), pH e acidez titulável. Os resultados mostraram a forma de cultivo em vasos como uma boa opção de produção de tomate orgânico em ambiente protegido, refletindo resultados satisfatórios na qualidade produtiva, fato não observado para os níveis de biofertilizante. A qualidade produtiva foi afetada negativamente ao longo das colheitas, principalmente no comprimento e diâmetro dos frutos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1937-qualidade-fisico-quimica-de-frutos-de-tomateiro-cereja-em-sistema-organico-sob-diferentes-formas-de-cultivo-e-niveis-de-biofertilizante-em-casa-de-vegetacao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BETIN, P. S., ARAÚJO, H. F. D., LEAL, P. A. M., ZORZETO, T. Q., NUNES, E. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Qualidade Produtiva,Produção Orgânica,Ambiente Protegido</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O tomateiro é uma hortaliça muito susceptível ao ataque de pragas e doenças, no entanto ocupa grande destaque produtivo e econômico no mundo. Apesar do grande destaque da cadeia produtiva da cultura, a qualidade físico-química da produção está diretamente relacionada aos sistemas e as formas de cultivo. Com isso objetivou-se com esta pesquisa avaliar a qualidade físico-química da produção ao longo do tempo de colheita de tomate cereja sob cultivo orgânico em diferentes formas de cultivo, níveis de biofertilizante e casas de vegetação. A pesquisa foi desenvolvida no campo experimental da Faculdade de Engenharia Agrícola/UNICAMP (SP-Brasil) em três diferentes casas de vegetação. A cultura foi conduzida no espaçamento 0,5 x 0,9 m em duas hastes sob manejo orgânico de produção, sendo analisadas estatisticamente as variáveis – comprimento e diâmetro dos frutos, pesos médios, sólidos solúveis (°Brix), pH e acidez titulável. Os resultados mostraram a forma de cultivo em vasos como uma boa opção de produção de tomate orgânico em ambiente protegido, refletindo resultados satisfatórios na qualidade produtiva, fato não observado para os níveis de biofertilizante. A qualidade produtiva foi afetada negativamente ao longo das colheitas, principalmente no comprimento e diâmetro dos frutos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 15:28:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PARÂMETROS ACÚSTICOS DE VOCALIZAÇÃO DE SUÍNOS EM GRUPO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1904-parametros-acusticos-de-vocalizacao-de-suinos-em-grupo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PARÂMETROS ACÚSTICOS DE VOCALIZAÇÃO DE SUÍNOS EM GRUPO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, G. B. D., MIRANDA, K. O. D. S., GATES, R. S., GREEN, A. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento contínuo,Sons vocálicos,Bem-estar animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se com este trabalho extrair as características acústicas dos espectros das vocalizações de suínos em grupo relacionando com as diferentes condições do micro-clima da instalação. Um grupo de seis leitões foi confinado em um ambiente controlado e acusticamente isolado, para o registro contínuo dos áudios e das variáveis ambientais. Foram instalados sensores para registrar as variáveis ambientais (temperatura e umidade relativa) para posterior cálculo dos índices de conforto: Entalpia e Índice de Temperatura e Umidade (ITU) e, para registro das vocalizações, um microfone foi instalado na baia que abrigava os leitões. O microfone foi conectado a um amplificador de sinais, e este a uma placa de captura dos sinais de áudio e vídeo, instalados em um computador. Para as edições dos arquivos de áudio contendo as vocalizações dos leitões, o programa Goldwave® foi utilizado na separação, e aplicação de filtros para a retirada de ruídos. Na sequência, os áudios foram analisados com auxílio do programa Sounds Analysis Pro 2011, no qual foram extraídas as características acústicas. Dentre as características acústicas analisadas, a amplitude (dB), frequência fundamental (Hz) e entropia das vocalizações em grupo de suínos expressam a condição dos animais quando em diferentes condições térmicas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1904-parametros-acusticos-de-vocalizacao-de-suinos-em-grupo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, G. B. D., MIRANDA, K. O. D. S., GATES, R. S., GREEN, A. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento contínuo,Sons vocálicos,Bem-estar animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se com este trabalho extrair as características acústicas dos espectros das vocalizações de suínos em grupo relacionando com as diferentes condições do micro-clima da instalação. Um grupo de seis leitões foi confinado em um ambiente controlado e acusticamente isolado, para o registro contínuo dos áudios e das variáveis ambientais. Foram instalados sensores para registrar as variáveis ambientais (temperatura e umidade relativa) para posterior cálculo dos índices de conforto: Entalpia e Índice de Temperatura e Umidade (ITU) e, para registro das vocalizações, um microfone foi instalado na baia que abrigava os leitões. O microfone foi conectado a um amplificador de sinais, e este a uma placa de captura dos sinais de áudio e vídeo, instalados em um computador. Para as edições dos arquivos de áudio contendo as vocalizações dos leitões, o programa Goldwave® foi utilizado na separação, e aplicação de filtros para a retirada de ruídos. Na sequência, os áudios foram analisados com auxílio do programa Sounds Analysis Pro 2011, no qual foram extraídas as características acústicas. Dentre as características acústicas analisadas, a amplitude (dB), frequência fundamental (Hz) e entropia das vocalizações em grupo de suínos expressam a condição dos animais quando em diferentes condições térmicas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 17:08:01 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>METODOLOGIA FUZZY APLICADA À PREDIÇÃO DA TEMPERATURA SUPERFICIAL DE FRANGOS DE CORTE SUBMETIDOS À ESTRESSE TÉRMICO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1892-metodologia-fuzzy-aplicada-a-predicao-da-temperatura-superficial-de-frangos-de-corte-submetidos-a-estresse-termico?format=html</link>
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           <media:title type="plain">METODOLOGIA FUZZY APLICADA À PREDIÇÃO DA TEMPERATURA SUPERFICIAL DE FRANGOS DE CORTE SUBMETIDOS À ESTRESSE TÉRMICO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, L. H. P., BAHUTI, M., JUNIOR, T. Y., DAMASCENO, F. A., SCHIASSI, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,lógica fuzzy,avicultura de corte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi de avaliar e predizer, por meio de um modelo fuzzy, a temperatura superficial de frangos de corte submetidos a estresse térmico na segunda semana de vida, com durações e intensidades variadas, em túneis de vento climatizado. Foram utilizados 240 frangos de corte, consistindo de dezesseis tratamentos (4 temperaturas x 4 durações), 3 repetições e 60 aves por etapa. O experimento foi conduzido em túneis de vento climatizados, sendo que, a umidade relativa e velocidade do ar foram fixadas em 60% e 0,2 m s-1, respectivamente. No modelo fuzzy desenvolvido foram utilizados os métodos de inferência Mandani e na defuzzificacão o do centro de gravidade. O sistema de regras foi desenvolvido com base nas combinações das entradas e saídas, no qual, atribuiu-se peso igual a 1. O modelo fuzzy desenvolvido foi utilizado para predizer a temperatura superficial de frangos de corte no dia do estresse térmico, em função da temperatura de estresse (°C) e duração do estresse (dias). Observou-se, a partir dos resultados simulados, que o modelo desenvolvido possui alta capacidade preditiva, podendo assim, ser utilizado como suporte à tomada de decisão nos sistemas de criação de frangos de corte.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1892-metodologia-fuzzy-aplicada-a-predicao-da-temperatura-superficial-de-frangos-de-corte-submetidos-a-estresse-termico?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ABREU, L. H. P., BAHUTI, M., JUNIOR, T. Y., DAMASCENO, F. A., SCHIASSI, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ambiência animal,lógica fuzzy,avicultura de corte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi de avaliar e predizer, por meio de um modelo fuzzy, a temperatura superficial de frangos de corte submetidos a estresse térmico na segunda semana de vida, com durações e intensidades variadas, em túneis de vento climatizado. Foram utilizados 240 frangos de corte, consistindo de dezesseis tratamentos (4 temperaturas x 4 durações), 3 repetições e 60 aves por etapa. O experimento foi conduzido em túneis de vento climatizados, sendo que, a umidade relativa e velocidade do ar foram fixadas em 60% e 0,2 m s-1, respectivamente. No modelo fuzzy desenvolvido foram utilizados os métodos de inferência Mandani e na defuzzificacão o do centro de gravidade. O sistema de regras foi desenvolvido com base nas combinações das entradas e saídas, no qual, atribuiu-se peso igual a 1. O modelo fuzzy desenvolvido foi utilizado para predizer a temperatura superficial de frangos de corte no dia do estresse térmico, em função da temperatura de estresse (°C) e duração do estresse (dias). Observou-se, a partir dos resultados simulados, que o modelo desenvolvido possui alta capacidade preditiva, podendo assim, ser utilizado como suporte à tomada de decisão nos sistemas de criação de frangos de corte.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:56:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA ENTRE 28°C E 32°C SOBRE A QUALIDADE DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1877-influencia-da-temperatura-entre-28-c-e-32-c-sobre-a-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA ENTRE 28°C E 32°C SOBRE A QUALIDADE DE OVOS DE CODORNAS JAPONESAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNIOR, W. W. A. D. M., CASTRO, J. D. O., JUNIOR, T. Y., FASSANI,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ambiência,qualidade de ovos,estresse térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a qualidade de ovos de codornas japonesas submetidas a diferentes temperaturas entre 28°C e 32°C. O experimento foi conduzido em quatro túneis de vento climatizados em que as temperaturas contínuas do ar (tar) dentro de cada túnel representavam um tratamento, 20°C, 28°C, 30°C e 32°C, sendo a temperatura de 20°C o tratamento controle, passando por período de aclimatação em temperatura de conforto (20°C) durante 10 dias. Utilizaram-se quatro repetições e oito codornas em cada repetição. A alimentação era com ração balanceada, formulada à base de milho e farelo de soja, seguindo as recomendações nutricionais e composição química dos ingredientes de Rostagno et al. (2011). A água era fornecida ad libitum. A análise da qualidade dos ovos foi efetuada para cada temperatura ao final dos 21 dias de coleta de dados, durante três dias consecutivos. Avaliaram-se características como: a espessura da casca (EC); índice de forma (IF); percentagens de gema (PG), de casca (PC) e de albúmen (PA); gravidade específica (GE), unidade Haugh (UH) e a unidade interna de qualidade (UIQ). A EC, UH e UIQ sofreram influencia negativa (p&lt;0,05) da tar a partir de 28°C. Portanto, temperaturas acima de 28°C afetam a qualidade dos ovos de codornas japonesas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1877-influencia-da-temperatura-entre-28-c-e-32-c-sobre-a-qualidade-de-ovos-de-codornas-japonesas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>JUNIOR, W. W. A. D. M., CASTRO, J. D. O., JUNIOR, T. Y., FASSANI,</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>ambiência,qualidade de ovos,estresse térmico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se avaliar a qualidade de ovos de codornas japonesas submetidas a diferentes temperaturas entre 28°C e 32°C. O experimento foi conduzido em quatro túneis de vento climatizados em que as temperaturas contínuas do ar (tar) dentro de cada túnel representavam um tratamento, 20°C, 28°C, 30°C e 32°C, sendo a temperatura de 20°C o tratamento controle, passando por período de aclimatação em temperatura de conforto (20°C) durante 10 dias. Utilizaram-se quatro repetições e oito codornas em cada repetição. A alimentação era com ração balanceada, formulada à base de milho e farelo de soja, seguindo as recomendações nutricionais e composição química dos ingredientes de Rostagno et al. (2011). A água era fornecida ad libitum. A análise da qualidade dos ovos foi efetuada para cada temperatura ao final dos 21 dias de coleta de dados, durante três dias consecutivos. Avaliaram-se características como: a espessura da casca (EC); índice de forma (IF); percentagens de gema (PG), de casca (PC) e de albúmen (PA); gravidade específica (GE), unidade Haugh (UH) e a unidade interna de qualidade (UIQ). A EC, UH e UIQ sofreram influencia negativa (p&lt;0,05) da tar a partir de 28°C. Portanto, temperaturas acima de 28°C afetam a qualidade dos ovos de codornas japonesas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:00:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INÉRCIA TÉRMICA E HISTERESE DE GLOBO-TERMÔMETROS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1865-inercia-termica-e-histerese-de-globo-termometros?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INÉRCIA TÉRMICA E HISTERESE DE GLOBO-TERMÔMETROS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SAMPAIO, C. A. D. P., TEREZO, R. F., ANDRADE, L. D. B., BORGES, L. K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Globo-termômetro,inércia térmica,histerese</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se este trabalho avaliar os globos negros dos seguintes materiais: esfera oca de cobre com 160 mm de diâmetro e 0,5 mm de espessura (globo negro padrão); esfera oca de plástico com 69,20 mm de diâmetro e 0,5 mm de espessura (globo negro alternativo de plástico) e globo negro de instrumento digital com 75,00 mm de diâmetro (globo negro digital) quanto a histerese e inercia térmica, utilizando condições controladas de temperatura e vento em túnel, possibilitando a análise pelo aquecimento e resfriamento. O globo negro é um receptor que quantifica os componentes da energia radiante do ambiente, sendo um parâmetro para a modificação do microclima. Os resultados mostraram que a inércia térmica e a histerese dependem do tipo de material e do diâmetro do globo e foram de 15 e 38 minutos, respectivamente, para o globo padrão, comportamentos semelhantes foram observados para os outros globo-termômetros, entretanto com valores menores. Conclui-se que os globo-termômetros avaliados são opção para substituição do globo padrão, desde que conhecidos sua inércia térmica e histerese e consequentemente, os tempos mínimos que as temperaturas não devem variar consideravelmente.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1865-inercia-termica-e-histerese-de-globo-termometros?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SAMPAIO, C. A. D. P., TEREZO, R. F., ANDRADE, L. D. B., BORGES, L. K.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Globo-termômetro,inércia térmica,histerese</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se este trabalho avaliar os globos negros dos seguintes materiais: esfera oca de cobre com 160 mm de diâmetro e 0,5 mm de espessura (globo negro padrão); esfera oca de plástico com 69,20 mm de diâmetro e 0,5 mm de espessura (globo negro alternativo de plástico) e globo negro de instrumento digital com 75,00 mm de diâmetro (globo negro digital) quanto a histerese e inercia térmica, utilizando condições controladas de temperatura e vento em túnel, possibilitando a análise pelo aquecimento e resfriamento. O globo negro é um receptor que quantifica os componentes da energia radiante do ambiente, sendo um parâmetro para a modificação do microclima. Os resultados mostraram que a inércia térmica e a histerese dependem do tipo de material e do diâmetro do globo e foram de 15 e 38 minutos, respectivamente, para o globo padrão, comportamentos semelhantes foram observados para os outros globo-termômetros, entretanto com valores menores. Conclui-se que os globo-termômetros avaliados são opção para substituição do globo padrão, desde que conhecidos sua inércia térmica e histerese e consequentemente, os tempos mínimos que as temperaturas não devem variar consideravelmente.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:40:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ÍNDICE DE VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA DE JAMBO EM DIFERENTES AMBIENTES PROTEGIDOS E SUBSTRATOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1863-indice-de-velocidade-de-emergencia-de-jambo-em-diferentes-ambientes-protegidos-e-substratos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ÍNDICE DE VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA DE JAMBO EM DIFERENTES AMBIENTES PROTEGIDOS E SUBSTRATOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G. G. S. D., COSTA, E., SILVA, E. M. D., BARBOSA, W. F. S., JORGE, M. H. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Syzygium jambos,Ambiência vegetal,Fruto do cerrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Estudos sobre ambiência vegetal de jambo-amarelo são necessários, pois é uma frutífera comestível, planta ornamental e medicinal. O objetivo foi avaliar o índice de velocidade de emergência (IVE) de jambo em diferentes níveis de sombreamento e substratos. Foram avaliados 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. No interior de cada sombreamento foram testados substratos oriundos de misturas de solo de encosta, esterco bovino, Bioplant, areia fina e vermiculita fina. A semeadura ocorreu em 16 de novembro e a emergência em 14 de dezembro de 2015. A coleta dos dados ocorreu do dia 14 de dezembro de 2015 a 04 de janeiro de 2016. Para cada ambiente de cultivo foi adotado o delineamento inteiramente casualizado com 5 repetições. Os ambientes foram avaliados pela análise de grupos de experimentos. Foram verificados para os substratos e para as interações ambientes x substratos resultados não significativos. Foi verificada diferença significativa apenas para os níveis de sombreamento. O ambiente com maior IVE foi o de 35% de sombreamento, atingindo 0,43 plantas por dia. Os ambientes com 18% e 50% de sombra não diferiram, atingindo 0,22 e 0,26 plantas por dia, respectivamente. O ambiente sem sobreamento propiciou a menor emergência, com 0,07 plantas por dia.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>COSTA, G. G. S. D., COSTA, E., SILVA, E. M. D., BARBOSA, W. F. S., JORGE, M. H. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Syzygium jambos,Ambiência vegetal,Fruto do cerrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Estudos sobre ambiência vegetal de jambo-amarelo são necessários, pois é uma frutífera comestível, planta ornamental e medicinal. O objetivo foi avaliar o índice de velocidade de emergência (IVE) de jambo em diferentes níveis de sombreamento e substratos. Foram avaliados 0, 18, 35 e 50% de sombreamento. No interior de cada sombreamento foram testados substratos oriundos de misturas de solo de encosta, esterco bovino, Bioplant, areia fina e vermiculita fina. A semeadura ocorreu em 16 de novembro e a emergência em 14 de dezembro de 2015. A coleta dos dados ocorreu do dia 14 de dezembro de 2015 a 04 de janeiro de 2016. Para cada ambiente de cultivo foi adotado o delineamento inteiramente casualizado com 5 repetições. Os ambientes foram avaliados pela análise de grupos de experimentos. Foram verificados para os substratos e para as interações ambientes x substratos resultados não significativos. Foi verificada diferença significativa apenas para os níveis de sombreamento. O ambiente com maior IVE foi o de 35% de sombreamento, atingindo 0,43 plantas por dia. Os ambientes com 18% e 50% de sombra não diferiram, atingindo 0,22 e 0,26 plantas por dia, respectivamente. O ambiente sem sobreamento propiciou a menor emergência, com 0,07 plantas por dia.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:35:38 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DA VIABILIDADE DE CRIAÇÃO DE MATRIZES DE SUÍNOS NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1852-estudo-da-viabilidade-de-criacao-de-matrizes-de-suinos-na-regiao-nordeste-do-estado-de-sao-paulo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DA VIABILIDADE DE CRIAÇÃO DE MATRIZES DE SUÍNOS NA REGIÃO NORDESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>suinocultura , gestação,lactação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O estudo do clima é de extrema importância para a exploração animal. Deve-se criar o animal em um ambiente confortável, cujo gasto de energia para se termorregular seja mínimo, nessa situação, dizemos que o animal encontra-se em situação de conforto térmico. Este trabalho teve por objetivo estudar as condições climáticas de cidades da região nordeste do estado de São Paulo e comparar com os valores médios de conforto térmico para matrizes de suínos. Foram utilizadas como base as normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A menor temperatura média ocorreu em Franca, com valores de 20,5 oC, apenas entre os meses de junho e julho dentro da faixa de conforto, nos demais meses ultrapassou a temperatura de conforto para gestantes (19 oC), lactantes (16 oC) e fêmeas vazias e machos (21 oC). Entre os meses de outubro a março, Sertãozinho, Jaboticabal e São Simão apresentam temperatura media próxima a temperatura critica superior para matrizes. Evidenciando que a criação de matrizes de suínos na região nordeste do estado de São Paulo só é possível com a utilização de climatização artificial.</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANI, A. P., ALMEIDA, E. A. D., ROSALEN, F. G. L., MARCHIORI, M., MANTOVANI, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>suinocultura , gestação,lactação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O estudo do clima é de extrema importância para a exploração animal. Deve-se criar o animal em um ambiente confortável, cujo gasto de energia para se termorregular seja mínimo, nessa situação, dizemos que o animal encontra-se em situação de conforto térmico. Este trabalho teve por objetivo estudar as condições climáticas de cidades da região nordeste do estado de São Paulo e comparar com os valores médios de conforto térmico para matrizes de suínos. Foram utilizadas como base as normais climatológicas das cidades de Sertãozinho, Franca, Jaboticabal e São Simão. A umidade relativa das cidades variou de 60 a 80% dentro dos limites do animal. A menor temperatura média ocorreu em Franca, com valores de 20,5 oC, apenas entre os meses de junho e julho dentro da faixa de conforto, nos demais meses ultrapassou a temperatura de conforto para gestantes (19 oC), lactantes (16 oC) e fêmeas vazias e machos (21 oC). Entre os meses de outubro a março, Sertãozinho, Jaboticabal e São Simão apresentam temperatura media próxima a temperatura critica superior para matrizes. Evidenciando que a criação de matrizes de suínos na região nordeste do estado de São Paulo só é possível com a utilização de climatização artificial.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:17:19 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTIMATIVA DO CONFORTO TÉRMICO EM MATERNIDADE DE SUÍNOS: UTILIZAÇÃO DE TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1849-estimativa-do-conforto-termico-em-maternidade-de-suinos-utilizacao-de-termografia-infravermelha?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, C. E. A., DAMASCENO, F. A., NASCIMENTO, J. A. C. D., SCHIASSI, L., ABREU, L. H. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>suíno,bem-estar animal,câmera térmica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nas instalações de maternidades de suínos, um dos desafios a serem vencidos é assegurar um ambiente que apresente condições de conforto para animais com necessidades térmicas diferentes. Neste âmbito, várias ferramentas vêm sendo utilizadas para verificação do conforto térmico animal, podendo-se destacar a termografia infravermelha. Objetivou-se com o presente trabalho determinar o efeito do tipo de sistema aquecimento em escamoteadores sobre a temperatura superficial média de leitões durante as três primeiras semanas de vida. Este trabalho foi realizado em uma maternidade de suínos do Centro Experimental em Suinocultura da Universidade Federal de Lavras (MG), no período de outubro a novembro de 2015. Para isto, construiu-se um protótipo de aquecedor de água solar utilizando materiais alternativos (SASA) e comparou com um aquecedor de água solar convencional (SASC) e dois outros sistemas de aquecimento lâmpadas de infravermelho (SALI) e piso aquecido térmico (SAPA). Os dados foram coletados com auxílio de uma câmera termográfica. Foram avaliados 5 animais de cada tratamento. Os dados de temperatura superficial média de contorno foram analisados pelo programa Surfer®. Conclui-se que o sistema de aquecimento SAPA apresentou média de temperatura superficial maiores que os demais tratamentos.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1849-estimativa-do-conforto-termico-em-maternidade-de-suinos-utilizacao-de-termografia-infravermelha?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, C. E. A., DAMASCENO, F. A., NASCIMENTO, J. A. C. D., SCHIASSI, L., ABREU, L. H. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>suíno,bem-estar animal,câmera térmica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Nas instalações de maternidades de suínos, um dos desafios a serem vencidos é assegurar um ambiente que apresente condições de conforto para animais com necessidades térmicas diferentes. Neste âmbito, várias ferramentas vêm sendo utilizadas para verificação do conforto térmico animal, podendo-se destacar a termografia infravermelha. Objetivou-se com o presente trabalho determinar o efeito do tipo de sistema aquecimento em escamoteadores sobre a temperatura superficial média de leitões durante as três primeiras semanas de vida. Este trabalho foi realizado em uma maternidade de suínos do Centro Experimental em Suinocultura da Universidade Federal de Lavras (MG), no período de outubro a novembro de 2015. Para isto, construiu-se um protótipo de aquecedor de água solar utilizando materiais alternativos (SASA) e comparou com um aquecedor de água solar convencional (SASC) e dois outros sistemas de aquecimento lâmpadas de infravermelho (SALI) e piso aquecido térmico (SAPA). Os dados foram coletados com auxílio de uma câmera termográfica. Foram avaliados 5 animais de cada tratamento. Os dados de temperatura superficial média de contorno foram analisados pelo programa Surfer®. Conclui-se que o sistema de aquecimento SAPA apresentou média de temperatura superficial maiores que os demais tratamentos.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:14:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESPECTRO SONORO DA VOCALIZAÇÃO DE SUÍNOS EM GRUPO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES TÉRMICAS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1841-espectro-sonoro-da-vocalizacao-de-suinos-em-grupo-sob-diferentes-condicoes-termicas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESPECTRO SONORO DA VOCALIZAÇÃO DE SUÍNOS EM GRUPO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES TÉRMICAS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, G. B. D., MIRANDA, K. O. D. S., GATES, R. S., SARNIGHAUSEN, V. C. R., GREEN, A. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento contínuo,Sons vocálicos,Leitões</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo foi quantificar a vocalização de suínos em grupo em condições térmicas diferentes através da analise do espectro sonoro. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualisado, com dois tratamentos (Conforto e Calor) e três repetições. O experimento foi realizado em uma instalação para suínos da “University of Illinois - USA” no período de Julho 2011, com um grupo de seis leitões. Foram registrados dados das variáveis ambientais e, vocalizações de maneira contínua. Os áudios e as variáveis ambientais foram agrupados em quatro períodos do dia. Foi utilizado o programa GoldWave® para a obtenção dos espectros sonoros. As médias das variáveis ambientais foram submetidas à análise de variância e comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. Pela analise descritiva dos espectros sonoros, é possível identificar em condições de conforto, os perfis sonoros tem mostrado uma atividade comunicativa entre os animais mais intensa quando em condições de desconforto por calor. Conclui-se que é possível quantificar a vocalização dos suínos em grupo com a extração do espectro sonoro, e indicar possíveis variações do comportamento dos leitões nas diferentes condições térmicas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1841-espectro-sonoro-da-vocalizacao-de-suinos-em-grupo-sob-diferentes-condicoes-termicas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, G. B. D., MIRANDA, K. O. D. S., GATES, R. S., SARNIGHAUSEN, V. C. R., GREEN, A. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento contínuo,Sons vocálicos,Leitões</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo foi quantificar a vocalização de suínos em grupo em condições térmicas diferentes através da analise do espectro sonoro. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualisado, com dois tratamentos (Conforto e Calor) e três repetições. O experimento foi realizado em uma instalação para suínos da “University of Illinois - USA” no período de Julho 2011, com um grupo de seis leitões. Foram registrados dados das variáveis ambientais e, vocalizações de maneira contínua. Os áudios e as variáveis ambientais foram agrupados em quatro períodos do dia. Foi utilizado o programa GoldWave® para a obtenção dos espectros sonoros. As médias das variáveis ambientais foram submetidas à análise de variância e comparadas pelo teste de Tukey a 5% de significância. Pela analise descritiva dos espectros sonoros, é possível identificar em condições de conforto, os perfis sonoros tem mostrado uma atividade comunicativa entre os animais mais intensa quando em condições de desconforto por calor. Conclui-se que é possível quantificar a vocalização dos suínos em grupo com a extração do espectro sonoro, e indicar possíveis variações do comportamento dos leitões nas diferentes condições térmicas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 15:07:09 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA MECATRÔNICO COM ENERGIA FOTOVOLTAICA PARA MELHORAR O CONFORTO TÉRMICO EM AVIÁRIOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1810-desenvolvimento-de-um-sistema-mecatronico-com-energia-fotovoltaica-para-melhorar-o-conforto-termico-em-aviarios?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA MECATRÔNICO COM ENERGIA FOTOVOLTAICA PARA MELHORAR O CONFORTO TÉRMICO EM AVIÁRIOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MANTOVANI, I. J., VALDIERO, A. C., FIEGENBAUM, A., RASIA, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema Mecatrônico,Conforto Térmico,Avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Apresenta-se o desenvolvimento de uma solução para automação das aberturas de ventilação de aviários visando melhorias no conforto térmico com falhas no fornecimento elétrico. Com base numa pesquisa bibliográfica dos artigos mais recentes publicados no Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (CONBEA), evidenciou-se que o principal fator que afeta a produção de aves é o estresse térmico, medido pelo Índice de Temperatura e Umidade (ITU). Eventualmente, ocorrência de falhas nas redes de transmissão de energia elétrica rural ocasiona problemas de funcionamento na ventilação dos aviários, que dependendo do tempo de duração da falha, pode até resultar no óbito das aves. Diante deste contexto, pretende-se apresentar o projeto conceitual de um sistema mecatrônico que atua sobre as aberturas de ventilação, forçada e natural, para o controle do ITU. Com o uso da energia fotovoltaica, em casos de queda da rede elétrica, o sistema não para seu funcionamento. O controle do sistema é através de uma plataforma micro controlada, com uma estação meteorológica e um sensor que fornece grandezas de temperatura e umidade dos ambientes externo e interno respectivamente. Foi desenvolvido uma interface gráfica em sistema Android para a realização de teste em um protótipo de escala reduzida. Contribui-se para melhoria das instalações avícolas.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1810-desenvolvimento-de-um-sistema-mecatronico-com-energia-fotovoltaica-para-melhorar-o-conforto-termico-em-aviarios?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MANTOVANI, I. J., VALDIERO, A. C., FIEGENBAUM, A., RASIA, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistema Mecatrônico,Conforto Térmico,Avicultura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Apresenta-se o desenvolvimento de uma solução para automação das aberturas de ventilação de aviários visando melhorias no conforto térmico com falhas no fornecimento elétrico. Com base numa pesquisa bibliográfica dos artigos mais recentes publicados no Congresso Brasileiro de Engenharia Agrícola (CONBEA), evidenciou-se que o principal fator que afeta a produção de aves é o estresse térmico, medido pelo Índice de Temperatura e Umidade (ITU). Eventualmente, ocorrência de falhas nas redes de transmissão de energia elétrica rural ocasiona problemas de funcionamento na ventilação dos aviários, que dependendo do tempo de duração da falha, pode até resultar no óbito das aves. Diante deste contexto, pretende-se apresentar o projeto conceitual de um sistema mecatrônico que atua sobre as aberturas de ventilação, forçada e natural, para o controle do ITU. Com o uso da energia fotovoltaica, em casos de queda da rede elétrica, o sistema não para seu funcionamento. O controle do sistema é através de uma plataforma micro controlada, com uma estação meteorológica e um sensor que fornece grandezas de temperatura e umidade dos ambientes externo e interno respectivamente. Foi desenvolvido uma interface gráfica em sistema Android para a realização de teste em um protótipo de escala reduzida. Contribui-se para melhoria das instalações avícolas.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 14:33:28 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CORRELAÇÕES TÉRMICAS DE ESPAÇOS SOMBREADOS E NÃO SOMBREADOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1784-correlacoes-termicas-de-espacos-sombreados-e-nao-sombreados?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CORRELAÇÕES TÉRMICAS DE ESPAÇOS SOMBREADOS E NÃO SOMBREADOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SAMPAIO, C. A. D. P., TEREZO, R. F., ANDRADE, L. D. B., SCHOROETER, B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>fatores ambientais,sombra, interações térmicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se este trabalho avaliar, em condições de verão, as características térmicas de espaços formados por grama e sombra, grama sem sombra e cascalho e o conforto térmico da sombra produzida por árvores de Eucaliptos sp, Pinus taeda e Araucária angustifolia, de grande interesse para a pecuária leiteira. Para isso foram medidos o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), Temperatura Radiante Média (TRM), Carga Térmica de Radiação (CTR), Entalpia (H) e Temperatura de Globo Negro (Tgn) a 150 cm de altura do chão e as temperaturas a 5 cm e a 10cm de profundidade para validação dos espaços citados. Os resultados mostraram que o sombreamento produzido por árvores de eucalipto, pinus e araucária apresentaram diferenças estatísticas para os índices H e Tgn. A sombra produzida pela araucária mostrou-se de qualidade térmica inferior pelo índice Tgn. Os espaços cascalho e grama sem sombra não apresentaram diferenças estatísticas para os índices térmicos. O espaço grama com sombra reduziu a CTR em até 30% e o Tgn em até 7 oC em relação aos outros dois. O espaço cascalho apresentou as temperaturas mais elevadas a 5 cm e a 10 cm de profundidade, o que determinou em altos valores de CTR.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1784-correlacoes-termicas-de-espacos-sombreados-e-nao-sombreados?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SAMPAIO, C. A. D. P., TEREZO, R. F., ANDRADE, L. D. B., SCHOROETER, B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>fatores ambientais,sombra, interações térmicas</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">Objetivou-se este trabalho avaliar, em condições de verão, as características térmicas de espaços formados por grama e sombra, grama sem sombra e cascalho e o conforto térmico da sombra produzida por árvores de Eucaliptos sp, Pinus taeda e Araucária angustifolia, de grande interesse para a pecuária leiteira. Para isso foram medidos o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), Temperatura Radiante Média (TRM), Carga Térmica de Radiação (CTR), Entalpia (H) e Temperatura de Globo Negro (Tgn) a 150 cm de altura do chão e as temperaturas a 5 cm e a 10cm de profundidade para validação dos espaços citados. Os resultados mostraram que o sombreamento produzido por árvores de eucalipto, pinus e araucária apresentaram diferenças estatísticas para os índices H e Tgn. A sombra produzida pela araucária mostrou-se de qualidade térmica inferior pelo índice Tgn. Os espaços cascalho e grama sem sombra não apresentaram diferenças estatísticas para os índices térmicos. O espaço grama com sombra reduziu a CTR em até 30% e o Tgn em até 7 oC em relação aos outros dois. O espaço cascalho apresentou as temperaturas mais elevadas a 5 cm e a 10 cm de profundidade, o que determinou em altos valores de CTR.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Tue, 31 Mar 2020 10:26:41 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>BIOMASSA DA MELANCIEIRA CULTIVADA EM DIFERENTES AMBIENTES E SOB CONCENTRAÇÕES VARIÁVEIS DA SOLUÇÃO NUTRITIVA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1752-biomassa-da-melancieira-cultivada-em-diferentes-ambientes-e-sob-concentracoes-variaveis-da-solucao-nutritiva?format=html</link>
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           <media:title type="plain">BIOMASSA DA MELANCIEIRA CULTIVADA EM DIFERENTES AMBIENTES E SOB CONCENTRAÇÕES VARIÁVEIS DA SOLUÇÃO NUTRITIVA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., JÚNIOR, J. E. C., PEREIRA, F. H. F., JÚNIOR, J. A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hidroponia, Ambiência,Citrullus lanatus L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As condições ambientais exercem função determinante no crescimento das culturas, assim como a oferta de nutrientes. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho foi avaliar comportamento da biomassa da melancieira ‘Quetsali’ (Tipo Crimson Sweet) cultivada em diferentes tipos de ambientes (1: casa de vegetação - coberta com plástico transparente (150 micras) e laterais com sombrite preto (50 %); 2: casa de vegetação - coberta com plástico transparente (150 micras) + sombrite preto (50%) abaixo do plástico e laterais com plástico transparente (150 micras ); 3: a céu aberto) e sob concentrações variáveis da solução nutritiva (12,5; 25; 50; 75; 100%). O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 3x5, com quatro repetições, totalizando-se 60 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e as concentrações foram comparadas mediante análise de regressão e os ambientes por teste de médias (Tukey) em 0,05 de probabilidade. Concluiu-se que os maiores valores de massa seca de caule foram obtidos nos ambientes 1 e 3 com a utilização da concentração de solução nutritiva de 100%. Quanto a massa seca de folha registrou-se o maior valor no ambiente 3 com o uso da concentração de 100%.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1752-biomassa-da-melancieira-cultivada-em-diferentes-ambientes-e-sob-concentracoes-variaveis-da-solucao-nutritiva?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, J. B., JÚNIOR, J. E. C., PEREIRA, F. H. F., JÚNIOR, J. A. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Hidroponia, Ambiência,Citrullus lanatus L.</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">As condições ambientais exercem função determinante no crescimento das culturas, assim como a oferta de nutrientes. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho foi avaliar comportamento da biomassa da melancieira ‘Quetsali’ (Tipo Crimson Sweet) cultivada em diferentes tipos de ambientes (1: casa de vegetação - coberta com plástico transparente (150 micras) e laterais com sombrite preto (50 %); 2: casa de vegetação - coberta com plástico transparente (150 micras) + sombrite preto (50%) abaixo do plástico e laterais com plástico transparente (150 micras ); 3: a céu aberto) e sob concentrações variáveis da solução nutritiva (12,5; 25; 50; 75; 100%). O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, analisado em esquema fatorial 3x5, com quatro repetições, totalizando-se 60 unidades experimentais. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e as concentrações foram comparadas mediante análise de regressão e os ambientes por teste de médias (Tukey) em 0,05 de probabilidade. Concluiu-se que os maiores valores de massa seca de caule foram obtidos nos ambientes 1 e 3 com a utilização da concentração de solução nutritiva de 100%. Quanto a massa seca de folha registrou-se o maior valor no ambiente 3 com o uso da concentração de 100%.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:40:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>APLICAÇÃO DE MÉTODOS DE FILTRAGEM DE SONS EM VOCALIZAÇÕES DE SUÍNOS EM GRUPO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1728-aplicacao-de-metodos-de-filtragem-de-sons-em-vocalizacoes-de-suinos-em-grupo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">APLICAÇÃO DE MÉTODOS DE FILTRAGEM DE SONS EM VOCALIZAÇÕES DE SUÍNOS EM GRUPO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOREIRA, R. A. F., MOURA, G. B. D., FERREIRA, D. D., SARNIGHAUSEN, V. C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sinais Sonoros,Biossensor,Produção Animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi aplicar e comparar diferentes métodos de filtragem de sons em vocalizações de suínos em grupo. Utilizou-se 24 amostras de sons vocálicos de 2 grupos de seis leitões em condições de conforto. Os arquivos de áudios foram organizados pelos quatro períodos do dia (madrugada, manhã, tarde e noite), utilizando o programa Audacity® para unir os áudios em um arquivo único por período. O processo de filtragem foi realizado por três métodos, sendo 1° Método: um filtro passa baixa de 2kHz em ambiente Matlab®. 2° Método: com o programa Goldwave®, o ruído e um filtro de frequências entre 1kHz e 2kHz foram aplicados ao sinal sonoro. 3° Método: utilizado o programa Audacity®, com filtro de frequências entre 1kHz a 2kHz. Observou-se que a filtragem pelo programa Audacity®, além dos ruídos, retirou muita informação dos sinais vocálicos dos leitões. Com o programa Goldwave® ocorreu retirada do ruído de fundo, apresentando uma pequena distorção nos sinais vocálicos. O filtro construído no programa Matlab® eliminou os ruídos considerados de fundo e conseguiu realçar a vocalização dos animais sem causar distorção. Sendo assim, concluiu-se que a utilização do filtro Matlab® foi o mais eficaz em vocalizações de suínos em grupo.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1728-aplicacao-de-metodos-de-filtragem-de-sons-em-vocalizacoes-de-suinos-em-grupo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOREIRA, R. A. F., MOURA, G. B. D., FERREIRA, D. D., SARNIGHAUSEN, V. C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sinais Sonoros,Biossensor,Produção Animal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">O objetivo deste trabalho foi aplicar e comparar diferentes métodos de filtragem de sons em vocalizações de suínos em grupo. Utilizou-se 24 amostras de sons vocálicos de 2 grupos de seis leitões em condições de conforto. Os arquivos de áudios foram organizados pelos quatro períodos do dia (madrugada, manhã, tarde e noite), utilizando o programa Audacity® para unir os áudios em um arquivo único por período. O processo de filtragem foi realizado por três métodos, sendo 1° Método: um filtro passa baixa de 2kHz em ambiente Matlab®. 2° Método: com o programa Goldwave®, o ruído e um filtro de frequências entre 1kHz e 2kHz foram aplicados ao sinal sonoro. 3° Método: utilizado o programa Audacity®, com filtro de frequências entre 1kHz a 2kHz. Observou-se que a filtragem pelo programa Audacity®, além dos ruídos, retirou muita informação dos sinais vocálicos dos leitões. Com o programa Goldwave® ocorreu retirada do ruído de fundo, apresentando uma pequena distorção nos sinais vocálicos. O filtro construído no programa Matlab® eliminou os ruídos considerados de fundo e conseguiu realçar a vocalização dos animais sem causar distorção. Sendo assim, concluiu-se que a utilização do filtro Matlab® foi o mais eficaz em vocalizações de suínos em grupo.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:13:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ANÁLISE TERMOGRÁFICA DE FRANGOS DE CORTE SUBMETIDOS A ESTRESSE TÉRMICO NA SEGUNDA SEMANA DE VIDA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1725-analise-termografica-de-frangos-de-corte-submetidos-a-estresse-termico-na-segunda-semana-de-vida?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BAHUTI, M., ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., DAMASCENO, F. A., SCHIASSI, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>termografia infravermelha,temperatura superficial,aves de corte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A avaliação da temperatura superficial (tsup) por meio da termografia infravermelha permite determinar o conforto térmico das aves sem interferência no nicho ecológico do animal avaliado. Dessa forma, objetivou-se analisar a tsup de frangos de corte Cobb500®, na segunda semana de vida, submetidos a diferentes temperaturas de bulbo seco do ar (24, 27, 30 e 33 °C) e durações de estresse (1, 2, 3 e 4 dias). Foram avaliados duzentos e quarenta frangos de corte, consistindo de dezesseis tratamentos, três repetições e sessenta aves por etapa. As imagens termográficas foram coletadas diariamente, sendo adquiridas por meio de uma câmera termográfica, posicionada a 1 metro de altura da gaiola. Os dados coletados foram submetidos a análise de variância e posteriormente aplicado o teste de médias de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A tsup variou em função das intensidades de estresse aplicado. Quando expostas ao estresse térmico por baixa temperatura (27 °C), em relação ao conforto, foi encontrada diferença significativa (P&lt;0,05). Quando submetidas a estresse por alta temperatura (33 °C), não verificou-se diferença significativa (p&gt;0,05). Com relação à duração do estresse térmico,ocorreu diferença significativa (P&lt;0,05) entre o primeiro dia em relação aos demais.</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2016/publicacoes-2016/cra-construcoes-rurais-e-ambiencia-3/1725-analise-termografica-de-frangos-de-corte-submetidos-a-estresse-termico-na-segunda-semana-de-vida?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BAHUTI, M., ABREU, L. H. P., JUNIOR, T. Y., DAMASCENO, F. A., SCHIASSI, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2016</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>termografia infravermelha,temperatura superficial,aves de corte</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">A avaliação da temperatura superficial (tsup) por meio da termografia infravermelha permite determinar o conforto térmico das aves sem interferência no nicho ecológico do animal avaliado. Dessa forma, objetivou-se analisar a tsup de frangos de corte Cobb500®, na segunda semana de vida, submetidos a diferentes temperaturas de bulbo seco do ar (24, 27, 30 e 33 °C) e durações de estresse (1, 2, 3 e 4 dias). Foram avaliados duzentos e quarenta frangos de corte, consistindo de dezesseis tratamentos, três repetições e sessenta aves por etapa. As imagens termográficas foram coletadas diariamente, sendo adquiridas por meio de uma câmera termográfica, posicionada a 1 metro de altura da gaiola. Os dados coletados foram submetidos a análise de variância e posteriormente aplicado o teste de médias de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A tsup variou em função das intensidades de estresse aplicado. Quando expostas ao estresse térmico por baixa temperatura (27 °C), em relação ao conforto, foi encontrada diferença significativa (P&lt;0,05). Quando submetidas a estresse por alta temperatura (33 °C), não verificou-se diferença significativa (p&gt;0,05). Com relação à duração do estresse térmico,ocorreu diferença significativa (P&lt;0,05) entre o primeiro dia em relação aos demais.</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Construções Rurais e Ambiência (CRA)</category>
           <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 16:10:25 -0300</pubDate>
       </item>
          </channel>
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