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       <title>Anais 2015 - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>RENDIMENTO DA BRACHIARIA BRIZANTHA IRRIGADA NO PERÍODO DE ESTIAGEM</title>
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           <media:title type="plain">RENDIMENTO DA BRACHIARIA BRIZANTHA IRRIGADA NO PERÍODO DE ESTIAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DANTAS, G. F., SANTOS, G. O., FARIA, R. T., RODRIGUÊS, G. A., DALRI, A. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biomassa vegetal, Forragem, Pastagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A irrigação possibilita aumentar a produtividade de forragem, na época seca do ano, suprindo assim a necessidade hídrica. Os objetivos deste trabalho foram avaliar a produtividade de massa seca de Brachiaria brizantha, cv Marandu, em função de lâminas de irrigação no período do outono e inverno. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental da FCAV-Unesp, em Jaboticabal, SP. Utilizou-se um sistema de aspersão em linha para estabelecer tratamentos com cinco lâminas de irrigação correspondentes à frações da evapotranspiração de referência (L1=0,18; L2= 0,52; L3= 1,00; L4= 1,45 e L5= 1,67), em duas estações do ano, outono e inverno. O rendimento de forragem foi mais elevado no outono e a resposta de produtividade à lâmina de água foi ajustada por uma função quadrática, atingindo rendimentos máximos com lâminas 267 e 269 mm para o outono e inverno, respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DANTAS, G. F., SANTOS, G. O., FARIA, R. T., RODRIGUÊS, G. A., DALRI, A. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biomassa vegetal, Forragem, Pastagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A irrigação possibilita aumentar a produtividade de forragem, na época seca do ano, suprindo assim a necessidade hídrica. Os objetivos deste trabalho foram avaliar a produtividade de massa seca de Brachiaria brizantha, cv Marandu, em função de lâminas de irrigação no período do outono e inverno. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental da FCAV-Unesp, em Jaboticabal, SP. Utilizou-se um sistema de aspersão em linha para estabelecer tratamentos com cinco lâminas de irrigação correspondentes à frações da evapotranspiração de referência (L1=0,18; L2= 0,52; L3= 1,00; L4= 1,45 e L5= 1,67), em duas estações do ano, outono e inverno. O rendimento de forragem foi mais elevado no outono e a resposta de produtividade à lâmina de água foi ajustada por uma função quadrática, atingindo rendimentos máximos com lâminas 267 e 269 mm para o outono e inverno, respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:42:49 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>REMOÇÃO DE SÓDIO DE EFLUENTE SALINO TRATADO POR SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2518-remocao-de-sodio-de-efluente-salino-tratado-por-sistemas-alagados-construidos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">REMOÇÃO DE SÓDIO DE EFLUENTE SALINO TRATADO POR SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, V. K. S., COLARES, A. P. F., MARTINS, R. N., RIBEIRO, D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário, águas residuárias, salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com esse trabalho avaliar a eficiência na remoção de sódio de efluente salino tratado por Sistemas Alagados Construídos (SACs) cultivados com a gramínea Pasvalum vaginatum. O experimento foi composto por quatro SACs de fluxo subsuperficial preenchidos com brita zero, tendo, cada um, 10 m de comprimento, 1,0 m de largura e 0,25 m de profundidade. Avaliou-se a aplicação de efluente proveniente de tratamento secundário e com 4 doses de sódio (200, 400, 800 e 1600 mg L-1) aplicadas aleatoriamente nos SACs, cada um recebendo sempre a mesma dose e com tempo de detenção hidráulico de 4 dias. Como não houve redução na concentração de sódio no efluente dos SACs as doses foram reduzidas para 25% da proposta inicial. Mesmo com a redução das doses de sódio não houve redução na concentração do elemento no efluente dos SACs, o que está relacionado às perdas de água por evapotranspiração. Apenas no SAC que recebeu efluente com 50 mg L-1 de sódio houve redução de 25% na concentração do elemento no efluente. Assim, pode-se concluir que o tratamento de água residuária rica em sódio em SACs não diminui a concentração do elemento no efluente para viabilizar sua aplicação no solo.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, V. K. S., COLARES, A. P. F., MARTINS, R. N., RIBEIRO, D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário, águas residuárias, salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com esse trabalho avaliar a eficiência na remoção de sódio de efluente salino tratado por Sistemas Alagados Construídos (SACs) cultivados com a gramínea Pasvalum vaginatum. O experimento foi composto por quatro SACs de fluxo subsuperficial preenchidos com brita zero, tendo, cada um, 10 m de comprimento, 1,0 m de largura e 0,25 m de profundidade. Avaliou-se a aplicação de efluente proveniente de tratamento secundário e com 4 doses de sódio (200, 400, 800 e 1600 mg L-1) aplicadas aleatoriamente nos SACs, cada um recebendo sempre a mesma dose e com tempo de detenção hidráulico de 4 dias. Como não houve redução na concentração de sódio no efluente dos SACs as doses foram reduzidas para 25% da proposta inicial. Mesmo com a redução das doses de sódio não houve redução na concentração do elemento no efluente dos SACs, o que está relacionado às perdas de água por evapotranspiração. Apenas no SAC que recebeu efluente com 50 mg L-1 de sódio houve redução de 25% na concentração do elemento no efluente. Assim, pode-se concluir que o tratamento de água residuária rica em sódio em SACs não diminui a concentração do elemento no efluente para viabilizar sua aplicação no solo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:41:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELACION ENTRE LOS SUELOS Y EL NIVEL FREATICO EN UN HUMEDAL DE LA PROVINCIA DE SAN LUIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eas-engenharia-de-agua-e-solo/2517-relacion-entre-los-suelos-y-el-nivel-freatico-en-un-humedal-de-la-provincia-de-san-luis?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RELACION ENTRE LOS SUELOS Y EL NIVEL FREATICO EN UN HUMEDAL DE LA PROVINCIA DE SAN LUIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">OSVALDO A. BARBOSA, O. A., </span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">JOSE ALVAREZ ROGEL, J. A.,</span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;"> JORGE L. MORES, J. L.,</span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;"> CERDA, R. A., </span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">RISCOSA, D. A.</span></span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suelos, nivel freático, salinidad, humedal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Los humedales comparten una propiedad fundamental: el agua, que determina la estructura y las funciones ecológicas de estos hábitats. El objetivo fue relacionar los suelos y el nivel freático de un humedal del centro este de la provincia de San Luis. El área de estudio se localiza a 33º 36´ S y 65º 26´ W, con una altura de 515 msnm. Se describieron los suelos “in situ” según los tipos fisonómicos establecidos previamente y se midió en cada uno de ellos el nivel freático como así Los humedales comparten una propiedad fundamental: el agua, que determina la estructura y las funciones ecológicas de estos hábitats. El objetivo fue relacionar los suelos y el nível freático de un humedal del centro este de la provincia de San Luis. El área de estudio se localiza a 33º 36´ S y 65º 26´ W, con una altura de 515 msnm. Se describieron los suelos “in situ” según los tipos fisonómicos establecidos previamente y se midió en cada uno de ellos el nivel freático como así también las características químicas del agua en dos épocas diferentes del año. Cada tipo fisonómico presento diferentes morfologías conforme se avanza desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina, característica por la cual se incrementa la salinidad superficial y contrariamente disminuye los niveles freáticos. La conductividad eléctrica presento valores más altos hacia fines de primavera, lo mismo sucede con los valores de pH, excepto para la playa salina que prácticamente mostro iguales valores. Se concluye que las características morfopedológicas y parámetros estudiados muestran diferencias para cada tipo fisonómico, esto explica la escasa génesis de los suelos de este sector. también las características químicas del agua en dos épocas diferentes del año. Cada tipo fisonómico presento diferentes morfologías conforme se avanza desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina, característica por la cual se incrementa la salinidad superficial y contrariamente disminuye los niveles freáticos. La conductividad eléctrica presento valores más altos hacia fines de primavera, lo mismo sucede con los valores de pH, excepto para la playa salina que prácticamente mostro iguales valores. Se concluye que las características morfopedológicas y parámetros estudiados muestran diferencias para cada tipo fisonómico, esto explica la escasa génesis de los suelos de este sector.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">OSVALDO A. BARBOSA, O. A., </span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">JOSE ALVAREZ ROGEL, J. A.,</span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;"> JORGE L. MORES, J. L.,</span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;"> CERDA, R. A., </span></span><span style="font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="font-size: 13.984px;">RISCOSA, D. A.</span></span></p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Engenharia de Água e Solo (EAS)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Suelos, nivel freático, salinidad, humedal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Los humedales comparten una propiedad fundamental: el agua, que determina la estructura y las funciones ecológicas de estos hábitats. El objetivo fue relacionar los suelos y el nivel freático de un humedal del centro este de la provincia de San Luis. El área de estudio se localiza a 33º 36´ S y 65º 26´ W, con una altura de 515 msnm. Se describieron los suelos “in situ” según los tipos fisonómicos establecidos previamente y se midió en cada uno de ellos el nivel freático como así Los humedales comparten una propiedad fundamental: el agua, que determina la estructura y las funciones ecológicas de estos hábitats. El objetivo fue relacionar los suelos y el nível freático de un humedal del centro este de la provincia de San Luis. El área de estudio se localiza a 33º 36´ S y 65º 26´ W, con una altura de 515 msnm. Se describieron los suelos “in situ” según los tipos fisonómicos establecidos previamente y se midió en cada uno de ellos el nivel freático como así también las características químicas del agua en dos épocas diferentes del año. Cada tipo fisonómico presento diferentes morfologías conforme se avanza desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina, característica por la cual se incrementa la salinidad superficial y contrariamente disminuye los niveles freáticos. La conductividad eléctrica presento valores más altos hacia fines de primavera, lo mismo sucede con los valores de pH, excepto para la playa salina que prácticamente mostro iguales valores. Se concluye que las características morfopedológicas y parámetros estudiados muestran diferencias para cada tipo fisonómico, esto explica la escasa génesis de los suelos de este sector. también las características químicas del agua en dos épocas diferentes del año. Cada tipo fisonómico presento diferentes morfologías conforme se avanza desde el monte halófilo (sector más alto) hacia la playa salina, característica por la cual se incrementa la salinidad superficial y contrariamente disminuye los niveles freáticos. La conductividad eléctrica presento valores más altos hacia fines de primavera, lo mismo sucede con los valores de pH, excepto para la playa salina que prácticamente mostro iguales valores. Se concluye que las características morfopedológicas y parámetros estudiados muestran diferencias para cada tipo fisonómico, esto explica la escasa génesis de los suelos de este sector.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Engenharia de Água e Solo (EAS)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:40:33 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Relação entre a densidade do solo e o carbono da biomassa microbiana</title>
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           <media:title type="plain">Relação entre a densidade do solo e o carbono da biomassa microbiana</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DADALTO, J. P., FERNANDES, H. C., TEIXEIRA, M. M., CECON, P. R., MILAGRES, R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Micro-organismos; plantio direto; preparo mecanizado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O preparo do solo pode interferir na atividade microbiológica, pois os teores de carbono orgânico do solo podem ser alterados assim como a densidade do solo, a temperatura e a umidade do solo.O teor de carbono da biomassa microbiana indica a quantidade de carbono que está imobilizada nas células dos micro-organismos. Altos valores desse atributo indicam que o solo possui grande capacidade de decomposição da matéria orgânica, assim como alta atividade microbiana. Dessa forma objetivou-se com o presente trabalho avaliar como a densidade do solo se relaciona com o carbono da biomassa microbiana do solo. Os tratamentos foram: plantio direto (PD), preparo convencional (PC) e cultivo mínimo (CM). Todas as análises foram feitas em três instantes, antes, depois e 14 dias após o preparo do solo. Os tratamentos foram dispostos no delineamento em blocos casualizados com quatro blocos. Com o aumento do carbono da biomassa microbiana, observou-se uma redução na densidade.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2516-relacao-entre-a-densidade-do-solo-e-o-carbono-da-biomassa-microbiana?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DADALTO, J. P., FERNANDES, H. C., TEIXEIRA, M. M., CECON, P. R., MILAGRES, R. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Micro-organismos; plantio direto; preparo mecanizado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O preparo do solo pode interferir na atividade microbiológica, pois os teores de carbono orgânico do solo podem ser alterados assim como a densidade do solo, a temperatura e a umidade do solo.O teor de carbono da biomassa microbiana indica a quantidade de carbono que está imobilizada nas células dos micro-organismos. Altos valores desse atributo indicam que o solo possui grande capacidade de decomposição da matéria orgânica, assim como alta atividade microbiana. Dessa forma objetivou-se com o presente trabalho avaliar como a densidade do solo se relaciona com o carbono da biomassa microbiana do solo. Os tratamentos foram: plantio direto (PD), preparo convencional (PC) e cultivo mínimo (CM). Todas as análises foram feitas em três instantes, antes, depois e 14 dias após o preparo do solo. Os tratamentos foram dispostos no delineamento em blocos casualizados com quatro blocos. Com o aumento do carbono da biomassa microbiana, observou-se uma redução na densidade.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:37:26 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELAÇÃO DA POTÊNCIA E MASSA DOS PULVERIZADORES BRASILEIROS EM FUNÇÃO DA CAPACIDADE DE DEPÓSITO DE CALDA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2515-relacao-da-potencia-e-massa-dos-pulverizadores-brasileiros-em-funcao-da-capacidade-de-deposito-de-calda?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RELAÇÃO DA POTÊNCIA E MASSA DOS PULVERIZADORES BRASILEIROS EM FUNÇÃO DA CAPACIDADE DE DEPÓSITO DE CALDA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALONÇO, P. A., FRANCETTO, T. R., ALONÇO, A. S., BECKER, R. S., BELLÉ, M. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverizador autopropelido, Pulverizador de arrasto, Pulverizador montado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho objetivou analisar as informações técnicas dos pulverizadores nacionais, onde avaliou-se a potência motora (autopropelidos) ou potência mínima requerida na tomada de potência (montados e de arrasto) e a massa total, em função da capacidade de depósito de calda. Fez-se o levantamento das informações técnicas através de catálogos técnicos, manuais e folhetos disponibilizados pelas empresas e, quando necessário, busca direta com os fabricantes. Obteve-se um total de 20 fabricantes, que englobam 145 modelos de pulverizadores dos quais 52 são montados, 49 autopropelidos e 44 de arrasto. O valor médio obtido na relação entre a potência requerida e a capacidade de depósito foi de 0,036 kW l-1 para os pulverizadores de arrasto, 0,048 kW l-1 para os autopropelidos e de 0,103 kW l-1 para os montados. Ao passo em que a massa total do pulverizador em relação à capacidade de depósito foi de 0,628 kg l-1 para os pulverizadores montados, 0,741 kg l-1 para os de arrasto e de 3,058 kg l-1 para os autopropelidos. Concluiu-se que há a necessidade de um julgamento criterioso no momento da seleção destas máquinas, visto que estas variações técnicas influenciam diretamente a capacidade operacional, devendo a máquina suprir as necessidades específicas de cada propriedade.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2515-relacao-da-potencia-e-massa-dos-pulverizadores-brasileiros-em-funcao-da-capacidade-de-deposito-de-calda?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALONÇO, P. A., FRANCETTO, T. R., ALONÇO, A. S., BECKER, R. S., BELLÉ, M. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverizador autopropelido, Pulverizador de arrasto, Pulverizador montado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho objetivou analisar as informações técnicas dos pulverizadores nacionais, onde avaliou-se a potência motora (autopropelidos) ou potência mínima requerida na tomada de potência (montados e de arrasto) e a massa total, em função da capacidade de depósito de calda. Fez-se o levantamento das informações técnicas através de catálogos técnicos, manuais e folhetos disponibilizados pelas empresas e, quando necessário, busca direta com os fabricantes. Obteve-se um total de 20 fabricantes, que englobam 145 modelos de pulverizadores dos quais 52 são montados, 49 autopropelidos e 44 de arrasto. O valor médio obtido na relação entre a potência requerida e a capacidade de depósito foi de 0,036 kW l-1 para os pulverizadores de arrasto, 0,048 kW l-1 para os autopropelidos e de 0,103 kW l-1 para os montados. Ao passo em que a massa total do pulverizador em relação à capacidade de depósito foi de 0,628 kg l-1 para os pulverizadores montados, 0,741 kg l-1 para os de arrasto e de 3,058 kg l-1 para os autopropelidos. Concluiu-se que há a necessidade de um julgamento criterioso no momento da seleção destas máquinas, visto que estas variações técnicas influenciam diretamente a capacidade operacional, devendo a máquina suprir as necessidades específicas de cada propriedade.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:35:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RELAÇÃO DA CAPACIDADE DE DEPÓSITO E POTÊNCIA DOS PULVERIZADORES BRASILEIROS EM FUNÇÃO DO COMPRIMENTO DE BARRA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2514-relacao-da-capacidade-de-deposito-e-potencia-dos-pulverizadores-brasileiros-em-funcao-do-comprimento-de-barra?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALONÇO, P. A., FRANCETTO, T. R., ALONCO, A. S., BECKER, R. S., BELLÉ, M. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverizador autopropelido, Pulverizador de arrasto, Pulverizador montado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho visou analisar as informações técnicas dos pulverizadores agrícolas de barras nacionais avaliando a relação entre a capacidade do depósito de calda e a potência motora (autopropelidos) ou requerida na tomada de potência (montados e de arrasto), em função do comprimento da barra de pulverização. O trabalho foi composto por um levantamento das características dimensionais, obtidas em catálogos técnicos, manuais e folhetos disponibilizados pelas empresas e, quando necessário, busca direta com os fabricantes. Os resultados indicaram a existência de 20 fabricantes que produzem 145 modelos de pulverizadores de barras, sendo 52 montados, 49 autopropelidos e 44 de arrasto. O valor médio encontrado da relação entre a capacidade do depósito e o comprimento de barra foi de 143,71 l m-1 para os de arrasto, 106,28 l m-1 para os autopropelidos e de 53,69 l m-1 para os montados. A relação da potência com o comprimento de barra foi de 5,16 kW m-1 para os autopropelidos, 4,62 kW m-1 para os montados e de 3,35 kW m-1 para os de arrasto. Concluiu-se que existe a necessidade de uma avaliação criteriosa no momento da seleção e aquisição, pois as particularidades de cada um deverá suprir as necessidades que o pulverizador irá desempenhar.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2514-relacao-da-capacidade-de-deposito-e-potencia-dos-pulverizadores-brasileiros-em-funcao-do-comprimento-de-barra?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALONÇO, P. A., FRANCETTO, T. R., ALONCO, A. S., BECKER, R. S., BELLÉ, M. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pulverizador autopropelido, Pulverizador de arrasto, Pulverizador montado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho visou analisar as informações técnicas dos pulverizadores agrícolas de barras nacionais avaliando a relação entre a capacidade do depósito de calda e a potência motora (autopropelidos) ou requerida na tomada de potência (montados e de arrasto), em função do comprimento da barra de pulverização. O trabalho foi composto por um levantamento das características dimensionais, obtidas em catálogos técnicos, manuais e folhetos disponibilizados pelas empresas e, quando necessário, busca direta com os fabricantes. Os resultados indicaram a existência de 20 fabricantes que produzem 145 modelos de pulverizadores de barras, sendo 52 montados, 49 autopropelidos e 44 de arrasto. O valor médio encontrado da relação entre a capacidade do depósito e o comprimento de barra foi de 143,71 l m-1 para os de arrasto, 106,28 l m-1 para os autopropelidos e de 53,69 l m-1 para os montados. A relação da potência com o comprimento de barra foi de 5,16 kW m-1 para os autopropelidos, 4,62 kW m-1 para os montados e de 3,35 kW m-1 para os de arrasto. Concluiu-se que existe a necessidade de uma avaliação criteriosa no momento da seleção e aquisição, pois as particularidades de cada um deverá suprir as necessidades que o pulverizador irá desempenhar.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:34:06 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Redução de coliformes em substrato de biodigestores abastecidos com dejeto bovino em co-digestão com soro de leite e soro de ricota</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2513-reducao-de-coliformes-em-substrato-de-biodigestores-abastecidos-com-dejeto-bovino-em-co-digestao-com-soro-de-leite-e-soro-de-ricota?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Redução de coliformes em substrato de biodigestores abastecidos com dejeto bovino em co-digestão com soro de leite e soro de ricota</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, A., PEREIRA, A. M., GIRANDA, R. N., SILVEIRA, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão anaeróbia, bovinos leiteiros, microrganismos patogênicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As fezes bovinas são identificadas como reservatório de organismos patogênicos e consideradas veículo de transmissão para o ambiente. Neste trabalho avaliou-se a eficiência da biodigestão anaeróbia na redução em tempo (semanas) de coliformes em substratos compostos por dejetos de bovinos leiteiros e água em co-digestão com soro de leite ou soro de ricota nas proporções de 0, 20, 30, 40 e 50%. Para análise de coliformes semanalmente foram colhidos cinco mL dos substratos em fermentação de cada biodigestor. A colimetria foi realizada pela técnica de tubos múltiplos (APHA, 2005). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo (semanas) e os tratamentos e médias foram comparados entre si através do teste de Tukey (5%). Os substratos sem adição de qualquer tipo de soro mais tardiamente tiveram os coliformes eliminados (p&lt;0,05). Nos substratos contendo 30, 40 e 50% de soro de ricota mais rapidamente a eliminação destes microrganismos (p&lt;0,05). Portanto, a utilização de soro de ricota para composição de substratos para biodigestores acelera a eliminação de coliformes do material em fermentação.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2513-reducao-de-coliformes-em-substrato-de-biodigestores-abastecidos-com-dejeto-bovino-em-co-digestao-com-soro-de-leite-e-soro-de-ricota?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, A., PEREIRA, A. M., GIRANDA, R. N., SILVEIRA, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão anaeróbia, bovinos leiteiros, microrganismos patogênicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As fezes bovinas são identificadas como reservatório de organismos patogênicos e consideradas veículo de transmissão para o ambiente. Neste trabalho avaliou-se a eficiência da biodigestão anaeróbia na redução em tempo (semanas) de coliformes em substratos compostos por dejetos de bovinos leiteiros e água em co-digestão com soro de leite ou soro de ricota nas proporções de 0, 20, 30, 40 e 50%. Para análise de coliformes semanalmente foram colhidos cinco mL dos substratos em fermentação de cada biodigestor. A colimetria foi realizada pela técnica de tubos múltiplos (APHA, 2005). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo (semanas) e os tratamentos e médias foram comparados entre si através do teste de Tukey (5%). Os substratos sem adição de qualquer tipo de soro mais tardiamente tiveram os coliformes eliminados (p&lt;0,05). Nos substratos contendo 30, 40 e 50% de soro de ricota mais rapidamente a eliminação destes microrganismos (p&lt;0,05). Portanto, a utilização de soro de ricota para composição de substratos para biodigestores acelera a eliminação de coliformes do material em fermentação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:33:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>REAÇÕES EM CASCA HIBRIDA DE JABUTICABA, EM DIFERENTES TEMPERATURAS DE SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2512-reacoes-em-casca-hibrida-de-jabuticaba-em-diferentes-temperaturas-de-secagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">REAÇÕES EM CASCA HIBRIDA DE JABUTICABA, EM DIFERENTES TEMPERATURAS DE SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, C. A., LUCKMANN, D., BRAGA, G. C., CHRIST, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Flavonoides, família Myrtaceae, estufa a vácuo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A casca da jabuticaba contem elevados teores de antocianinas que podem ser aproveitados quando conservados por meio da secagem. Reações oxidativas devido ao processo de secagem podem interferir no valor biológico do produto seco e a secagem a vácuo pode reter maior valor biológico do que a secagem convencional. Neste trabalho o valor biológico da casca da jabuticaba foi testado após a secagem em secador de ar forçado a 55, 65 e 75 ºC e em secador a vácuo à 50ºC. Foram avaliados a atividade antioxidante DPPH e ABTS, fenólicos totais e flavonoides totais. A cor instrumental do pó da casca seca também foi avaliada. Dentre as analises realizadas mostrou que a temperatura de secagem á 75 ºC conservou as propriedades para fenólicos totais, ABTS e cor (3,85 g/g EAG1; 162,02 mg ET g1; ΔEab = 10,89) respectivamente. Para DPPH a temperatura que melhor conservou a propriedade foi a 65 ºC. Quando seca em secador a vácuo e à 50 ºC os melhores resultados foram encontrados para flavonoides (21,54 mg de catequina g1). Sendo assim concluí-se que a temperatura de 75 ºC é mais recomendada para a secagem.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2512-reacoes-em-casca-hibrida-de-jabuticaba-em-diferentes-temperaturas-de-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, C. A., LUCKMANN, D., BRAGA, G. C., CHRIST, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Flavonoides, família Myrtaceae, estufa a vácuo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A casca da jabuticaba contem elevados teores de antocianinas que podem ser aproveitados quando conservados por meio da secagem. Reações oxidativas devido ao processo de secagem podem interferir no valor biológico do produto seco e a secagem a vácuo pode reter maior valor biológico do que a secagem convencional. Neste trabalho o valor biológico da casca da jabuticaba foi testado após a secagem em secador de ar forçado a 55, 65 e 75 ºC e em secador a vácuo à 50ºC. Foram avaliados a atividade antioxidante DPPH e ABTS, fenólicos totais e flavonoides totais. A cor instrumental do pó da casca seca também foi avaliada. Dentre as analises realizadas mostrou que a temperatura de secagem á 75 ºC conservou as propriedades para fenólicos totais, ABTS e cor (3,85 g/g EAG1; 162,02 mg ET g1; ΔEab = 10,89) respectivamente. Para DPPH a temperatura que melhor conservou a propriedade foi a 65 ºC. Quando seca em secador a vácuo e à 50 ºC os melhores resultados foram encontrados para flavonoides (21,54 mg de catequina g1). Sendo assim concluí-se que a temperatura de 75 ºC é mais recomendada para a secagem.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:32:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PEQUI</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2511-radiacao-uv-c-na-conservacao-pos-colheita-de-pequi?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PEQUI</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, R. R., CAETANO, L. R., CAMPOS, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caryocar brasiliense Camb., qualidade, ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o objetivo de avaliar o efeito da radiação ultravioleta C (UV-C) na conservação pós-colheita de pequi, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x4 (tempos de radiação x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) com amplitude de onda medindo 254 ƞm e 4 dias de análise (0, 3, 6 e 9 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/UnUCET -Anápolis/GO. Após a radiação, os caroços do pequi, de cada tratamento, foram colocados em embalagens de poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), sendo acondicionados cinco caroços por embalagem. Após serem submetidos aos tratamentos, os caroços foram armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 9 dias. Foram realizadas as análises: conservação pós-colheita, perda de massa e ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. A radiação UV-C foi efetiva na manutenção da qualidade do pequi, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, sendo uma técnica pós-colheita interessante e viável para os frutos do cerrado.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, R. R., CAETANO, L. R., CAMPOS, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caryocar brasiliense Camb., qualidade, ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o objetivo de avaliar o efeito da radiação ultravioleta C (UV-C) na conservação pós-colheita de pequi, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x4 (tempos de radiação x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) com amplitude de onda medindo 254 ƞm e 4 dias de análise (0, 3, 6 e 9 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/UnUCET -Anápolis/GO. Após a radiação, os caroços do pequi, de cada tratamento, foram colocados em embalagens de poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), sendo acondicionados cinco caroços por embalagem. Após serem submetidos aos tratamentos, os caroços foram armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 9 dias. Foram realizadas as análises: conservação pós-colheita, perda de massa e ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. A radiação UV-C foi efetiva na manutenção da qualidade do pequi, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, sendo uma técnica pós-colheita interessante e viável para os frutos do cerrado.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:30:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2510-radiacao-uv-c-na-conservacao-pos-colheita-de-caja-manga?format=html</link>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, radiação não ionizante, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá submetidos a diferentes tempos de radiação ultravioleta C (UV-C). Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 1, 2, 3 e 4 minutos) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. Em relação aos resultados, o tempo de 2 minutos de UV-C possibilitou a manutenção das características desejáveis de pós-colheita durante os 21 dias do experimento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2510-radiacao-uv-c-na-conservacao-pos-colheita-de-caja-manga?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, radiação não ionizante, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá submetidos a diferentes tempos de radiação ultravioleta C (UV-C). Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 1, 2, 3 e 4 minutos) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. Em relação aos resultados, o tempo de 2 minutos de UV-C possibilitou a manutenção das características desejáveis de pós-colheita durante os 21 dias do experimento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:30:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUANTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE DEGRADAÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA DA MICRORREGIÃO DE JANUÁRIA-MG NO PERÍODO DE 2003-2014 ATRAVÉS DE IMAGENS MODIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/geo-geomatica/2509-quantificacao-e-avaliacao-do-nivel-de-degradacao-da-vegetacao-nativa-da-microrregiao-de-januaria-mg-no-periodo-de-2003-2014-atraves-de-imagens-modis?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUANTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE DEGRADAÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA DA MICRORREGIÃO DE JANUÁRIA-MG NO PERÍODO DE 2003-2014 ATRAVÉS DE IMAGENS MODIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, R. N., CORTE, W. C., NERY, C. V. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática (GEO)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Desmatamento, cerrado, geoprocessamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Baseado  na  demanda  de  informações  relevantes  à  vegetação  nativa  da  microrregião  de Januária, esse trabalho teve o objetivo de quantificar e  avaliar o nível atual de degradação na região, que  é  composta  basicamente  pelo  bioma  Cerrado.  O bioma  Cerrado  se destaca como  sendo  o  mais representativo no estado de Minas Gerais ocupando uma área de cerca de 57% deste; esse bioma vem sendo  gravemente  degradado,  nos  dias  de  hoje  aproximadamente  42%  de  sua  vegetação  nativa  foi transformada  em  áreas antrópicas  (pastagens,  áreas  agrícolas,  mineração  e  áreas  urbanas).  Para execução desse trabalho foi-se utilizado o software Spring 5.2.3 em conjunto com os softwares Google Earth  e  MRT. Os resultados obtidos mostram um declínio de vegetação natural no período de 2003 -2014  de  1.045 Km² (3%) e um consequente aumento das áreas antropizadas. Além disso, este estudo demonstra  que o  bioma  Cerrado  na  microrregião  de Januária  vem  sendo  constantemente  degradado pela  pressão  exercida  pela  pecuária, urbanização  e  siderurgia,  que  na  maioria  das  vezes  é  feita  de forma ilegal.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MARTINS, R. N., CORTE, W. C., NERY, C. V. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Geomática (GEO)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Desmatamento, cerrado, geoprocessamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Baseado  na  demanda  de  informações  relevantes  à  vegetação  nativa  da  microrregião  de Januária, esse trabalho teve o objetivo de quantificar e  avaliar o nível atual de degradação na região, que  é  composta  basicamente  pelo  bioma  Cerrado.  O bioma  Cerrado  se destaca como  sendo  o  mais representativo no estado de Minas Gerais ocupando uma área de cerca de 57% deste; esse bioma vem sendo  gravemente  degradado,  nos  dias  de  hoje  aproximadamente  42%  de  sua  vegetação  nativa  foi transformada  em  áreas antrópicas  (pastagens,  áreas  agrícolas,  mineração  e  áreas  urbanas).  Para execução desse trabalho foi-se utilizado o software Spring 5.2.3 em conjunto com os softwares Google Earth  e  MRT. Os resultados obtidos mostram um declínio de vegetação natural no período de 2003 -2014  de  1.045 Km² (3%) e um consequente aumento das áreas antropizadas. Além disso, este estudo demonstra  que o  bioma  Cerrado  na  microrregião  de Januária  vem  sendo  constantemente  degradado pela  pressão  exercida  pela  pecuária, urbanização  e  siderurgia,  que  na  maioria  das  vezes  é  feita  de forma ilegal.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Geomática (GEO)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:29:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO DURANTE ARMAZENAMENTO EM AMBIENTE NATURAL E REFRIGERADO NO CERRADO SUL-MATO-GROSSENSE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2508-qualidade-quimica-de-graos-de-milho-durante-armazenamento-em-ambiente-natural-e-refrigerado-no-cerrado-sul-mato-grossense?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO DURANTE ARMAZENAMENTO EM AMBIENTE NATURAL E REFRIGERADO NO CERRADO SUL-MATO-GROSSENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANE, L. V., CORADI, P. C., CAMILO, L. J., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resfriamento, secagem, temperatura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade de grãos tem se mantido por períodos longos no armazenamento, com a utilização de temperaturas mais baixas do ar intergranular. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade química de grãos de milho BR 106 (Zea mays L.) secos com diferentes temperaturas (80, 100 e 120 0C) e armazenados em ambientes natural (23 °C) e refrigerado (10 0C), ao longo de seis meses. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com 18% (b.u.) de teor de água e secos até 12% (b.u), com diferentes temperaturas do ar, em estufa de circulação forcada do ar e convecção. Em seguida os grãos foram armazenados em ambiente natural (23 0C) e refrigerado (10 0C). Nos tempos zero e seis meses de armazenamento foram feitas análises de proteína bruta, índice de acidez titulável e porcentagem de cinzas dos grãos. As características químicas dos grãos foram afetadas por mais intensidade pelo tempo de armazenamento dos grãos. As condições de armazenamento refrigerado a 10 °C foram positivas para a qualidade química dos grãos de milho. Concluiu-se, que as temperaturas do ar de secagem tiveram menor interferência na qualidade química dos grãos, quando comparados com os tipos de armazenamento.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANE, L. V., CORADI, P. C., CAMILO, L. J., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resfriamento, secagem, temperatura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade de grãos tem se mantido por períodos longos no armazenamento, com a utilização de temperaturas mais baixas do ar intergranular. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade química de grãos de milho BR 106 (Zea mays L.) secos com diferentes temperaturas (80, 100 e 120 0C) e armazenados em ambientes natural (23 °C) e refrigerado (10 0C), ao longo de seis meses. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com 18% (b.u.) de teor de água e secos até 12% (b.u), com diferentes temperaturas do ar, em estufa de circulação forcada do ar e convecção. Em seguida os grãos foram armazenados em ambiente natural (23 0C) e refrigerado (10 0C). Nos tempos zero e seis meses de armazenamento foram feitas análises de proteína bruta, índice de acidez titulável e porcentagem de cinzas dos grãos. As características químicas dos grãos foram afetadas por mais intensidade pelo tempo de armazenamento dos grãos. As condições de armazenamento refrigerado a 10 °C foram positivas para a qualidade química dos grãos de milho. Concluiu-se, que as temperaturas do ar de secagem tiveram menor interferência na qualidade química dos grãos, quando comparados com os tipos de armazenamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:27:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade operacional de semeadura direta na cultura do feijão</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2507-qualidade-operacional-de-semeadura-direta-na-cultura-do-feijao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade operacional de semeadura direta na cultura do feijão</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NORONHA, R. H. F., FURLANI, C. E. A., SOARES, T. A., CASÃO JUNIOR, R., SILVA, R. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Emergência, Selamento Superficial, CEP</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O sistema de plantio direto pode melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo aumentando a produtividade. Objetivou-se avaliar a qualidade operacional dos sistemas de acabamento de semeadura, utilizados em semeadoras de precisão, por meio da ferramenta de Controle Estatístico de Processo (CEP). O experimento foi conduzido no Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR Londrina), utilizando-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com 8 tratamentos e 4 repetições para a cultura do feijão. Os tratamentos foram constituídos de 8 sistemas de acabamento de semeadura, dotados de componentes com e sem aterramento, sistemas de controle de profundidade de sementes e rodas compactadoras. Avaliou-se variáveis do solo, das sementes e parâmetros de desempenho das unidades semeadoras. O CEP mostrou ser uma importante ferramenta para monitorar o comportamento das variáveis analisadas, sendo uma maneira de se aprimorar o controle das variáveis no processo de semeadura direta. A qualidade operacional na semeadura direta por meio discos aterradores melhoram em diferentes aspectos contribuindo para um melhor estande final. As rodas controladoras de profundidade paralelas melhoram os resultados dos discos aterradores, inclusive os de emergência. As rodas compactadoras lisas não são indicadas, pois promovem problemas de selamento superficial.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2507-qualidade-operacional-de-semeadura-direta-na-cultura-do-feijao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NORONHA, R. H. F., FURLANI, C. E. A., SOARES, T. A., CASÃO JUNIOR, R., SILVA, R. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Emergência, Selamento Superficial, CEP</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O sistema de plantio direto pode melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo aumentando a produtividade. Objetivou-se avaliar a qualidade operacional dos sistemas de acabamento de semeadura, utilizados em semeadoras de precisão, por meio da ferramenta de Controle Estatístico de Processo (CEP). O experimento foi conduzido no Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR Londrina), utilizando-se o delineamento experimental em blocos ao acaso, com 8 tratamentos e 4 repetições para a cultura do feijão. Os tratamentos foram constituídos de 8 sistemas de acabamento de semeadura, dotados de componentes com e sem aterramento, sistemas de controle de profundidade de sementes e rodas compactadoras. Avaliou-se variáveis do solo, das sementes e parâmetros de desempenho das unidades semeadoras. O CEP mostrou ser uma importante ferramenta para monitorar o comportamento das variáveis analisadas, sendo uma maneira de se aprimorar o controle das variáveis no processo de semeadura direta. A qualidade operacional na semeadura direta por meio discos aterradores melhoram em diferentes aspectos contribuindo para um melhor estande final. As rodas controladoras de profundidade paralelas melhoram os resultados dos discos aterradores, inclusive os de emergência. As rodas compactadoras lisas não são indicadas, pois promovem problemas de selamento superficial.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:26:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE OPERACIONAL DA ADUBAÇÃO MECANIZADA SEM PILOTO AUTOMÁTICO NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2506-qualidade-operacional-da-adubacao-mecanizada-sem-piloto-automatico-na-cultura-da-cana-de-acucar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE OPERACIONAL DA ADUBAÇÃO MECANIZADA SEM PILOTO AUTOMÁTICO NA CULTURA DA CANA-DE-AÇÚCAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARNEIRO, F. M., FURLANI, C. E. A., BALDAN JÚNIOR, E., BERTONHA, R. S., SILVA, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Controle estatístico de processo; mecanização agrícola; paralelismo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Brasil mesmo sendo o maior produtor mundial de cana-de-açúcar ainda possui gargalhos. Sendo que, em mecanização agrícola uns dos problemas relevantes é a condução inadequada dos rodados nas soqueiras. Em vista disso, pesquisadores encontraram alternativas para reduzir esse problema, tais como, paralelismo adequado, agricultura de precisão dentre outras. Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade operacional da adubação mecanizada sem piloto automático na cultura da cana-de-açúcar. O experimento foi conduzido no município de Matão, estado de São Paulo, em uma área de cana-de-açúcar pertencente à Fazenda Cascavel, situada nas coordenadas geográficas 21º35’55,03"S e 48º25’21,12"W com altitude de 589 m. A área experimental ficou localizada no primeiro talhão da fazenda, medindo 0,4523 ha, onde foi plantada a cultivar RB 867515, que está no sexto corte. O delineamento experimental foi em Delineamento Inteiramente Casualizado, com 3 tratamentos sem piloto automático e 30 repetições, onde mediu-se paralelismo em cada ponto amostral adubado. Os tratamentos foram constituídos por: 1- apenas adubação mecanizada; 2- operação conjugada (aplicação simultânea de herbicida e adubação); e 3- duas operações (aplicação separada de herbicida e adubo). Concluiu-se que na operação com apenas adubação mecanizada obteve menor variabilidade dos dados.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2506-qualidade-operacional-da-adubacao-mecanizada-sem-piloto-automatico-na-cultura-da-cana-de-acucar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CARNEIRO, F. M., FURLANI, C. E. A., BALDAN JÚNIOR, E., BERTONHA, R. S., SILVA, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Controle estatístico de processo; mecanização agrícola; paralelismo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Brasil mesmo sendo o maior produtor mundial de cana-de-açúcar ainda possui gargalhos. Sendo que, em mecanização agrícola uns dos problemas relevantes é a condução inadequada dos rodados nas soqueiras. Em vista disso, pesquisadores encontraram alternativas para reduzir esse problema, tais como, paralelismo adequado, agricultura de precisão dentre outras. Diante do exposto, este trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade operacional da adubação mecanizada sem piloto automático na cultura da cana-de-açúcar. O experimento foi conduzido no município de Matão, estado de São Paulo, em uma área de cana-de-açúcar pertencente à Fazenda Cascavel, situada nas coordenadas geográficas 21º35’55,03"S e 48º25’21,12"W com altitude de 589 m. A área experimental ficou localizada no primeiro talhão da fazenda, medindo 0,4523 ha, onde foi plantada a cultivar RB 867515, que está no sexto corte. O delineamento experimental foi em Delineamento Inteiramente Casualizado, com 3 tratamentos sem piloto automático e 30 repetições, onde mediu-se paralelismo em cada ponto amostral adubado. Os tratamentos foram constituídos por: 1- apenas adubação mecanizada; 2- operação conjugada (aplicação simultânea de herbicida e adubação); e 3- duas operações (aplicação separada de herbicida e adubo). Concluiu-se que na operação com apenas adubação mecanizada obteve menor variabilidade dos dados.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:25:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE NO PROCESSO DE SEMEADURA UTILIZANDO DIFERENTES ESCALONAMENTOS DE MARCHA E CARGAS NO DEPÓSITO DE FERTILIZANTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2505-qualidade-no-processo-de-semeadura-utilizando-diferentes-escalonamentos-de-marcha-e-cargas-no-deposito-de-fertilizante?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Queiroz, R. F., Estevam, F. N. L., Lopes, J. E. L., Macedo, D. X. S. M., Chioderoli, C. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PATINAMENTO. SEMEADURA DO ARROZ. PROFUNDIDADE DE SEMENTES</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O entendimento dos sistemas mecanizados de preparo do solo é de fundamental importância a realidade das diversas regiões do Brasil, configurando de forma pontual e responsável a correta utilização dessas tecnologias, minimizando, possíveis impactos ao ambiente. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a qualidade do processo de semeadura do arroz em um solo arenoso em diferentes níveis de cargas no depósito de fertilizante e diferentes escalonamentos de marcha de um conjunto trator-semeadora. O delineamento constitui-se de blocos casualizados, em esquema fatorial 3x2 com 4 repetições, sendo três cargas verticais de fertilizantes no depósito de adubo de uma semeadora-adubadora de fluxo contínuo (100%, 75% e 50%) que corresponde a 635, 476,25 e 317,5 kg e duas combinações de marchas (L3 e L4 a 1900 rpm) correspondendo as velocidades de 4,7 e 6,4 km/h. Foram avaliados: patinamento dos rodados dianteiros e traseiro do trator, patinamento da semeadora, velocidade, profundidade de sementes, profundidade de fertilizante e quantidade de sementes por metro. Os dados foram submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Os fatores analisados não interferiram no do processo de semeadura como profundidade de semente e adubo e na distribuição de sementes por metro.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Queiroz, R. F., Estevam, F. N. L., Lopes, J. E. L., Macedo, D. X. S. M., Chioderoli, C. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PATINAMENTO. SEMEADURA DO ARROZ. PROFUNDIDADE DE SEMENTES</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O entendimento dos sistemas mecanizados de preparo do solo é de fundamental importância a realidade das diversas regiões do Brasil, configurando de forma pontual e responsável a correta utilização dessas tecnologias, minimizando, possíveis impactos ao ambiente. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a qualidade do processo de semeadura do arroz em um solo arenoso em diferentes níveis de cargas no depósito de fertilizante e diferentes escalonamentos de marcha de um conjunto trator-semeadora. O delineamento constitui-se de blocos casualizados, em esquema fatorial 3x2 com 4 repetições, sendo três cargas verticais de fertilizantes no depósito de adubo de uma semeadora-adubadora de fluxo contínuo (100%, 75% e 50%) que corresponde a 635, 476,25 e 317,5 kg e duas combinações de marchas (L3 e L4 a 1900 rpm) correspondendo as velocidades de 4,7 e 6,4 km/h. Foram avaliados: patinamento dos rodados dianteiros e traseiro do trator, patinamento da semeadora, velocidade, profundidade de sementes, profundidade de fertilizante e quantidade de sementes por metro. Os dados foram submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Os fatores analisados não interferiram no do processo de semeadura como profundidade de semente e adubo e na distribuição de sementes por metro.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:24:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE NO PROCESSO DE SEMEADURA DO MILHO EM CONSÓRCIO COM Urochloa ruziziensis EM DIFERENTES ESPAÇAMENTOS E MODALIDADES DE SEMEADURA NO SISTEMA PLANTIO DIRETO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2504-qualidade-no-processo-de-semeadura-do-milho-em-consorcio-com-urochloa-ruziziensis-em-diferentes-espacamentos-e-modalidades-de-semeadura-no-sistema-plantio-direto?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE NO PROCESSO DE SEMEADURA DO MILHO EM CONSÓRCIO COM Urochloa ruziziensis EM DIFERENTES ESPAÇAMENTOS E MODALIDADES DE SEMEADURA NO SISTEMA PLANTIO DIRETO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Queiroz, R. F., Chioderoli, C. A., Furlani, C. A. A., Holanda, H. V., Albiero, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PATINAMENTO, SEMEADURA DO MILHO, DISTRIBUIÇÃO LONGITUDINAL</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Sistema Plantio direto tem como processo principal a semeadura direta que consiste no corte da palha, na abertura do sulco, na deposição da semente e fertilizante em profundidades adequadas e no fechamento e compactação do sulco, permitindo um perfeito contato da semente com o solo. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade do processo de semeadura do milho em diferentes espaçamentos e modalidade de semeadura da forrageira no sistema plantio direto. O delineamento constitui-se de blocos casualizados, em esquema fatorial 2x3 com 4 repetições, sendo dois espaçamentos do milho (0,45 e 0,90) e três modalidades de semeadura da forrageira <em style="box-sizing: border-box;">Urochloa ruziziensis </em>(semeada na linha do milho; a lanço junto a semeadura do milho; a lanço no estádio V4 do milho). Foram avaliados: patinamento dos rodados dianteiros e traseiro do trator, velocidade, profundidade de sementes e adubos e a distribuição longitudinal das plantas de milho. Os dados foram submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Os fatores analisados indicaram que a qualidade inicial do processo de semeadura do milho com o espaçamento de 0,45 m foi superior ao de 0,90 m com um percentual maior de espaçamentos normais entre plantas, não sendo interferido pela modalidade de semeadura da <em style="box-sizing: border-box;">Urochloa</em>.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2504-qualidade-no-processo-de-semeadura-do-milho-em-consorcio-com-urochloa-ruziziensis-em-diferentes-espacamentos-e-modalidades-de-semeadura-no-sistema-plantio-direto?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Queiroz, R. F., Chioderoli, C. A., Furlani, C. A. A., Holanda, H. V., Albiero, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>PATINAMENTO, SEMEADURA DO MILHO, DISTRIBUIÇÃO LONGITUDINAL</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Sistema Plantio direto tem como processo principal a semeadura direta que consiste no corte da palha, na abertura do sulco, na deposição da semente e fertilizante em profundidades adequadas e no fechamento e compactação do sulco, permitindo um perfeito contato da semente com o solo. O objetivo do trabalho foi avaliar a qualidade do processo de semeadura do milho em diferentes espaçamentos e modalidade de semeadura da forrageira no sistema plantio direto. O delineamento constitui-se de blocos casualizados, em esquema fatorial 2x3 com 4 repetições, sendo dois espaçamentos do milho (0,45 e 0,90) e três modalidades de semeadura da forrageira <em style="box-sizing: border-box;">Urochloa ruziziensis </em>(semeada na linha do milho; a lanço junto a semeadura do milho; a lanço no estádio V4 do milho). Foram avaliados: patinamento dos rodados dianteiros e traseiro do trator, velocidade, profundidade de sementes e adubos e a distribuição longitudinal das plantas de milho. Os dados foram submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de tukey a 5% de probabilidade. Os fatores analisados indicaram que a qualidade inicial do processo de semeadura do milho com o espaçamento de 0,45 m foi superior ao de 0,90 m com um percentual maior de espaçamentos normais entre plantas, não sendo interferido pela modalidade de semeadura da <em style="box-sizing: border-box;">Urochloa</em>.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:23:13 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade na distribuição de sementes de milho em função de dois mecanismos dosadores de fertilizantes sob três velocidades de deslocamento</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2503-qualidade-na-distribuicao-de-sementes-de-milho-em-funcao-de-dois-mecanismos-dosadores-de-fertilizantes-sob-tres-velocidades-de-deslocamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade na distribuição de sementes de milho em função de dois mecanismos dosadores de fertilizantes sob três velocidades de deslocamento</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Santos, P. R. A., CHIODEROLI, C. A., Monteiro, L. A., Nicolau, F. E. A., LOPES, L. J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semeadura, haste sulcadora, disco duplo desencontrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As exigências por máquinas com melhor eficiência, buscando a melhor qualidade no processo de semeadura é fato nos dias atuais. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a qualidade da distribuição longitudinal de sementes e o patinamento de uma semeadora – adubadora em função da velocidade de deslocamento e do mecanismo sulcador de fertilizantes. O trabalho foi realizado na área experimental do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal do Ceará. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 3, com 4 repetições, com dois mecanismos para depósito de fertilizantes (disco duplo desencontrado e haste sulcadora) e três velocidades 4,8, 6,8 e 8,8 km h-1, respectivamente. Conclui-se que, a haste sulcadora obteve a melhor distribuição de sementes na velocidade de 6,8 km h-1 quando comparado com o disco duplo desencontrado, assim como no patinamento, os maiores valores foram encontrados com o uso da haste, em função do aumento do recalque do rodado com o solo e também a formação de microrrelevos, desfavorecendo o contato da roda motriz e aumentando o patinamento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2503-qualidade-na-distribuicao-de-sementes-de-milho-em-funcao-de-dois-mecanismos-dosadores-de-fertilizantes-sob-tres-velocidades-de-deslocamento?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Santos, P. R. A., CHIODEROLI, C. A., Monteiro, L. A., Nicolau, F. E. A., LOPES, L. J. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semeadura, haste sulcadora, disco duplo desencontrado</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As exigências por máquinas com melhor eficiência, buscando a melhor qualidade no processo de semeadura é fato nos dias atuais. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a qualidade da distribuição longitudinal de sementes e o patinamento de uma semeadora – adubadora em função da velocidade de deslocamento e do mecanismo sulcador de fertilizantes. O trabalho foi realizado na área experimental do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal do Ceará. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 3, com 4 repetições, com dois mecanismos para depósito de fertilizantes (disco duplo desencontrado e haste sulcadora) e três velocidades 4,8, 6,8 e 8,8 km h-1, respectivamente. Conclui-se que, a haste sulcadora obteve a melhor distribuição de sementes na velocidade de 6,8 km h-1 quando comparado com o disco duplo desencontrado, assim como no patinamento, os maiores valores foram encontrados com o uso da haste, em função do aumento do recalque do rodado com o solo e também a formação de microrrelevos, desfavorecendo o contato da roda motriz e aumentando o patinamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:22:13 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FISICA DA PLANTA HORTELÃ MENTHA X VILLOSA L. APÓS SECAGEM EM CAMADA ESPESSA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2502-qualidade-fisica-da-planta-hortela-mentha-x-villosa-l-apos-secagem-em-camada-espessa?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FISICA DA PLANTA HORTELÃ MENTHA X VILLOSA L. APÓS SECAGEM EM CAMADA ESPESSA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, R. E., CORADI, P. C., SOUZA, H. S., CHAGAS, E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Condutividade elétrica, temperatura, teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da planta hortelã (Mentha x villosa L.) submetido à secagem com diferentes temperaturas (50, 60 e 70 0C) do ar em camada espessa e validar uma nova condição para o teste de condutividade elétrica em planta de hortelã, alterando o tempo de exposição do material. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Câmpus de Chapadão do Sul (CPCS), Laboratório de Pós-Colheita de Grãos. As plantas de hortelã foram cultivadas em viveiro de mudas, localizado no município de em Chapadão do Sul, com os devidos tratos culturais e adubação orgânica. Após a seleção, as folhas foram submetidas a cortes transversais de 2,0 cm. Para os testes de secagem, utilizou-se uma estufa de convecção com ventilação forçado do ar. O aumento da temperatura do ar influenciou na movimentação de água na secagem da planta. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade física das plantas secas. Concluiu-se que, o tempo de trinta e três horas de exposição do material vegetal para quantificação de íons lixiviados no teste de condutividade elétrica teve resultados consistentes, passando a ser recomendado para este tipo de material.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2502-qualidade-fisica-da-planta-hortela-mentha-x-villosa-l-apos-secagem-em-camada-espessa?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, R. E., CORADI, P. C., SOUZA, H. S., CHAGAS, E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Condutividade elétrica, temperatura, teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da planta hortelã (Mentha x villosa L.) submetido à secagem com diferentes temperaturas (50, 60 e 70 0C) do ar em camada espessa e validar uma nova condição para o teste de condutividade elétrica em planta de hortelã, alterando o tempo de exposição do material. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Câmpus de Chapadão do Sul (CPCS), Laboratório de Pós-Colheita de Grãos. As plantas de hortelã foram cultivadas em viveiro de mudas, localizado no município de em Chapadão do Sul, com os devidos tratos culturais e adubação orgânica. Após a seleção, as folhas foram submetidas a cortes transversais de 2,0 cm. Para os testes de secagem, utilizou-se uma estufa de convecção com ventilação forçado do ar. O aumento da temperatura do ar influenciou na movimentação de água na secagem da planta. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade física das plantas secas. Concluiu-se que, o tempo de trinta e três horas de exposição do material vegetal para quantificação de íons lixiviados no teste de condutividade elétrica teve resultados consistentes, passando a ser recomendado para este tipo de material.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:20:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade dos grãos e do óleo de girassol armazenados em diferentes embalagens</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2501-qualidade-dos-graos-e-do-oleo-de-girassol-armazenados-em-diferentes-embalagens?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade dos grãos e do óleo de girassol armazenados em diferentes embalagens</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., BERNARDES, G. B., SOUSA, K. A., OLACIR, I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus. Embalagem. Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a qualidade dos grãos de girassol armazenados em diferentes embalagens e do óleo extraído do produto. Os grãos de girassol com teor de água de 7,9 (% b. u.) foram acondicionados nas embalagens de plástico, papel, polietileno tereftalato (PET) e polietileno de alta densidade (PEAD), as quais foram armazenadas durante 9 meses em condições ambiente. As amostras foram avaliadas a cada três meses (0, 3, 6 e 9), quanto aos testes de teor de água, germinação total, índice de velocidade de germinação e análise de qualidade do óleo. As embalagens influenciam na qualidade dos grãos de girassol, sendo a embalagem de papel a que proporcionou os melhores resultados nas características avaliadas. As embalagens PET e PEAD proporcionaram a menor perda de água nos grãos no decorrer do armazenamento. Não houve diferença das embalagens e do tempo no teor de óleo extraído dos grãos de girassol, porém a embalagem PET proporcionou maior incremento no índice de acidez e as embalagens PET e PEAD no índice de peróxido do óleo de girassol ao longo do armazenamento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2501-qualidade-dos-graos-e-do-oleo-de-girassol-armazenados-em-diferentes-embalagens?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., BERNARDES, G. B., SOUSA, K. A., OLACIR, I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus. Embalagem. Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a qualidade dos grãos de girassol armazenados em diferentes embalagens e do óleo extraído do produto. Os grãos de girassol com teor de água de 7,9 (% b. u.) foram acondicionados nas embalagens de plástico, papel, polietileno tereftalato (PET) e polietileno de alta densidade (PEAD), as quais foram armazenadas durante 9 meses em condições ambiente. As amostras foram avaliadas a cada três meses (0, 3, 6 e 9), quanto aos testes de teor de água, germinação total, índice de velocidade de germinação e análise de qualidade do óleo. As embalagens influenciam na qualidade dos grãos de girassol, sendo a embalagem de papel a que proporcionou os melhores resultados nas características avaliadas. As embalagens PET e PEAD proporcionaram a menor perda de água nos grãos no decorrer do armazenamento. Não houve diferença das embalagens e do tempo no teor de óleo extraído dos grãos de girassol, porém a embalagem PET proporcionou maior incremento no índice de acidez e as embalagens PET e PEAD no índice de peróxido do óleo de girassol ao longo do armazenamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:19:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE SEMEADURA DO CONJUNTO TRATOR-SEMEADORA EM FUNÇÃO DA HASTE SULCADORA E VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/mma-maquinas-e-mecanizacao-agricola/2500-qualidade-de-semeadura-do-conjunto-trator-semeadora-em-funcao-da-haste-sulcadora-e-velocidade-de-deslocamento?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DE SEMEADURA DO CONJUNTO TRATOR-SEMEADORA EM FUNÇÃO DA HASTE SULCADORA E VELOCIDADE DE DESLOCAMENTO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NICOLAU, F. E. A., SANTOS, P. R. A., MACEDO, D. X. S., NASCIMENTO, H. C. F., CHIODEROLI, C. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Espaçamento; Zea mays; Consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O processo de semeadura no sistema produtivo é uma das etapas que necessita maior perfeição em sua execução, pois é um dos processos que tem influência direta na produtividade de qualquer cultura. O trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade de semeadura do conjunto mecanizado trator-semeadora em função de diferentes profundidades da haste sulcadora e velocidade de deslocamento. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 3, com 4 repetições, sendo duas velocidades teóricas (4,8 e 6,8 km h-1) e três profundidades da haste sulcadora (0,05, 0,10 e 0,15 m). As variáveis analisadas foram: velocidade real de deslocamento, consumo horário, consumo operacional, espaçamento normal e falho entre as sementes. O espaçamento normal não diferiu estatisticamente para o tratamento profundidade de trabalho da haste sulcadora, independente da profundidade de trabalho da haste sulcadora não haverá diferença no espaçamento. No entanto para o tratamento velocidade de semeadura a maior velocidade apresentou menores valores de espaçamentos normais e maior valor de espaçamento falho, fato ocorrido pelo aumento da velocidade angular do disco dosador, ocorrendo a falta de preenchimento de algumas células e favorecendo o aumento do número de espaçamentos falhos. A velocidade de 4,8 km h-1(L3) possibilita o aumento do número de espaçamentos normais das sementes.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>NICOLAU, F. E. A., SANTOS, P. R. A., MACEDO, D. X. S., NASCIMENTO, H. C. F., CHIODEROLI, C. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Espaçamento; Zea mays; Consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O processo de semeadura no sistema produtivo é uma das etapas que necessita maior perfeição em sua execução, pois é um dos processos que tem influência direta na produtividade de qualquer cultura. O trabalho teve como objetivo avaliar a qualidade de semeadura do conjunto mecanizado trator-semeadora em função de diferentes profundidades da haste sulcadora e velocidade de deslocamento. O delineamento experimental utilizado foi blocos casualizados, em esquema fatorial 2 x 3, com 4 repetições, sendo duas velocidades teóricas (4,8 e 6,8 km h-1) e três profundidades da haste sulcadora (0,05, 0,10 e 0,15 m). As variáveis analisadas foram: velocidade real de deslocamento, consumo horário, consumo operacional, espaçamento normal e falho entre as sementes. O espaçamento normal não diferiu estatisticamente para o tratamento profundidade de trabalho da haste sulcadora, independente da profundidade de trabalho da haste sulcadora não haverá diferença no espaçamento. No entanto para o tratamento velocidade de semeadura a maior velocidade apresentou menores valores de espaçamentos normais e maior valor de espaçamento falho, fato ocorrido pelo aumento da velocidade angular do disco dosador, ocorrendo a falta de preenchimento de algumas células e favorecendo o aumento do número de espaçamentos falhos. A velocidade de 4,8 km h-1(L3) possibilita o aumento do número de espaçamentos normais das sementes.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Máquinas e Mecanização Agrícola (MMA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:18:17 -0300</pubDate>
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          </channel>
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