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       <title>Saneamento e Controle Ambiental (SCA) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>REMOÇÃO DE SÓDIO DE EFLUENTE SALINO TRATADO POR SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS</title>
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           <media:title type="plain">REMOÇÃO DE SÓDIO DE EFLUENTE SALINO TRATADO POR SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, V. K. S., COLARES, A. P. F., MARTINS, R. N., RIBEIRO, D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário, águas residuárias, salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com esse trabalho avaliar a eficiência na remoção de sódio de efluente salino tratado por Sistemas Alagados Construídos (SACs) cultivados com a gramínea Pasvalum vaginatum. O experimento foi composto por quatro SACs de fluxo subsuperficial preenchidos com brita zero, tendo, cada um, 10 m de comprimento, 1,0 m de largura e 0,25 m de profundidade. Avaliou-se a aplicação de efluente proveniente de tratamento secundário e com 4 doses de sódio (200, 400, 800 e 1600 mg L-1) aplicadas aleatoriamente nos SACs, cada um recebendo sempre a mesma dose e com tempo de detenção hidráulico de 4 dias. Como não houve redução na concentração de sódio no efluente dos SACs as doses foram reduzidas para 25% da proposta inicial. Mesmo com a redução das doses de sódio não houve redução na concentração do elemento no efluente dos SACs, o que está relacionado às perdas de água por evapotranspiração. Apenas no SAC que recebeu efluente com 50 mg L-1 de sódio houve redução de 25% na concentração do elemento no efluente. Assim, pode-se concluir que o tratamento de água residuária rica em sódio em SACs não diminui a concentração do elemento no efluente para viabilizar sua aplicação no solo.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, V. K. S., COLARES, A. P. F., MARTINS, R. N., RIBEIRO, D. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento terciário, águas residuárias, salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com esse trabalho avaliar a eficiência na remoção de sódio de efluente salino tratado por Sistemas Alagados Construídos (SACs) cultivados com a gramínea Pasvalum vaginatum. O experimento foi composto por quatro SACs de fluxo subsuperficial preenchidos com brita zero, tendo, cada um, 10 m de comprimento, 1,0 m de largura e 0,25 m de profundidade. Avaliou-se a aplicação de efluente proveniente de tratamento secundário e com 4 doses de sódio (200, 400, 800 e 1600 mg L-1) aplicadas aleatoriamente nos SACs, cada um recebendo sempre a mesma dose e com tempo de detenção hidráulico de 4 dias. Como não houve redução na concentração de sódio no efluente dos SACs as doses foram reduzidas para 25% da proposta inicial. Mesmo com a redução das doses de sódio não houve redução na concentração do elemento no efluente dos SACs, o que está relacionado às perdas de água por evapotranspiração. Apenas no SAC que recebeu efluente com 50 mg L-1 de sódio houve redução de 25% na concentração do elemento no efluente. Assim, pode-se concluir que o tratamento de água residuária rica em sódio em SACs não diminui a concentração do elemento no efluente para viabilizar sua aplicação no solo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:41:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>SISTEMA BIOLÓGICO DE TRATAMENTO PARA EFLUENTE DE BIODIGESTOR TRATANDO DEJETOS DE SUINOCULTURA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2490-sistema-biologico-de-tratamento-para-efluente-de-biodigestor-tratando-dejetos-de-suinocultura?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bicalho, C. S., Silva, A.J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão, nitrificação, desnitrificação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As águas residuárias de suinocultura apresentam elevadas concentrações de nitrogênio, orgânico e amoniacal, e também de carga orgânica. Sendo altamente poluente e carente de soluções para enquadramento aos padrões de lançamento em corpos hídricos, tecnologias promissoras são estudadas para remoção satisfatória de compostos nitrogenados, alternativa ao uso de biodigestores, amplamente utilizados por suinocultores para tratar esse tipo de efluente. Uma das opções para reduzir essa alta carga de nitrogênio é utilizar o processo de nitrificação parcial combinado com digestão anaeróbia e oxidação anaeróbia da amônia, o Anammox. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade do efluente sintético de suinocultura, em termos de remoção de nitrogênio, sólidos e matéria orgânica, tratado pelo sistema combinado de digestão anaeróbia, nitrificação parcial e Anammox. O experimento foi desenvolvido em escala de laboratório e os reatores foram alimentados pelo efluente sintético de suinocultura e inoculados com lodo de UASB (A) e bactérias enriquecidas (B e C). O sistema não apresentou remoção global de nitrogênio amoniacal, porém obteve remoção de 12% de nitrogênio total Kjeldhal. O NMP – número mais provável demonstrou a predominância da nitrificação completa sobre a parcial. Em relação à remoção de matéria orgânica a eficiência do sistema foi de 54% em termos de sólidos suspensos voláteis.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bicalho, C. S., Silva, A.J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão, nitrificação, desnitrificação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As águas residuárias de suinocultura apresentam elevadas concentrações de nitrogênio, orgânico e amoniacal, e também de carga orgânica. Sendo altamente poluente e carente de soluções para enquadramento aos padrões de lançamento em corpos hídricos, tecnologias promissoras são estudadas para remoção satisfatória de compostos nitrogenados, alternativa ao uso de biodigestores, amplamente utilizados por suinocultores para tratar esse tipo de efluente. Uma das opções para reduzir essa alta carga de nitrogênio é utilizar o processo de nitrificação parcial combinado com digestão anaeróbia e oxidação anaeróbia da amônia, o Anammox. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade do efluente sintético de suinocultura, em termos de remoção de nitrogênio, sólidos e matéria orgânica, tratado pelo sistema combinado de digestão anaeróbia, nitrificação parcial e Anammox. O experimento foi desenvolvido em escala de laboratório e os reatores foram alimentados pelo efluente sintético de suinocultura e inoculados com lodo de UASB (A) e bactérias enriquecidas (B e C). O sistema não apresentou remoção global de nitrogênio amoniacal, porém obteve remoção de 12% de nitrogênio total Kjeldhal. O NMP – número mais provável demonstrou a predominância da nitrificação completa sobre a parcial. Em relação à remoção de matéria orgânica a eficiência do sistema foi de 54% em termos de sólidos suspensos voláteis.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 14:55:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Produção Orgânica: Estratégia de Comercialização e Marketing Verde em supermercados</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2480-producao-organica-estrategia-de-comercializacao-e-marketing-verde-em-supermercados?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Produção Orgânica: Estratégia de Comercialização e Marketing Verde em supermercados</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SNTOS, E. P., FAGNANI, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produtos agrícolas, Mercado, Aspectos econômicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Cresce significamente o número de consumidores de produtos orgânicos, pela preocupação com os efeitos dos alimentos ingeridos no dia-a-dia, com relação à saúde e sua ação no meio ambiente. Percebe-se que há um lugar reservado aos produtos orgânicos em grandes redes de supermercados e que, apesar do preço superior aos similares produzidos sem a tecnologia orgânica, a demanda por este produto tem aumentado. O trabalho buscou explicitar as insuficiências e limitações das práticas de mercado dos produtos orgânicos em supermercados e o risco da adoção do mesmo pelos pequenos agricultores orgânicos. Para cumprir com esses objetivos foram analisadas diferentes estratégias de comercialização adotadas pelos supermercados. Foram selecionadas para estudo 10 supermercados na região do Pólo Bandeirante do estado de São Paulo, onde os produtos orgânicos foram comparados com os não orgânicos em relação aos preços praticados e estratégias de mercado. Foi verificado que há uma diferença significativa de preço de produtos orgânicos tornando o mesmo acessível a apenas uma parcela da população e tendo como conseqüência um desserviço ao movimento de agricultura orgânica.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SNTOS, E. P., FAGNANI, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produtos agrícolas, Mercado, Aspectos econômicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Cresce significamente o número de consumidores de produtos orgânicos, pela preocupação com os efeitos dos alimentos ingeridos no dia-a-dia, com relação à saúde e sua ação no meio ambiente. Percebe-se que há um lugar reservado aos produtos orgânicos em grandes redes de supermercados e que, apesar do preço superior aos similares produzidos sem a tecnologia orgânica, a demanda por este produto tem aumentado. O trabalho buscou explicitar as insuficiências e limitações das práticas de mercado dos produtos orgânicos em supermercados e o risco da adoção do mesmo pelos pequenos agricultores orgânicos. Para cumprir com esses objetivos foram analisadas diferentes estratégias de comercialização adotadas pelos supermercados. Foram selecionadas para estudo 10 supermercados na região do Pólo Bandeirante do estado de São Paulo, onde os produtos orgânicos foram comparados com os não orgânicos em relação aos preços praticados e estratégias de mercado. Foi verificado que há uma diferença significativa de preço de produtos orgânicos tornando o mesmo acessível a apenas uma parcela da população e tendo como conseqüência um desserviço ao movimento de agricultura orgânica.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 10:20:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE ETANOL EM REATOR ANAEROBIO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2472-producao-de-etanol-em-reator-anaerobio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE ETANOL EM REATOR ANAEROBIO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Silva, D. B., Silva, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Digestão anaeróbia, produtos intermediários, etano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento no consumo de combustíveis para a geração de energia vem acarretando sérios problemas ao meio ambiente, como o aquecimento global e aumento no preço do petróleo. Diante desse cenário, intensos estudos têm levado a busca por fontes de energias sustentáveis alternativas, como o etanol, como forma de assegurar o suprimento energético das gerações futuras. Neste contexto, a digestão anaeróbia é um método promissor que pode ser direcionado para a produção de produtos intermediários, como o butanol, etanol e hidrogênio. Este trabalho se insere no esforço de avaliar a produção de etanol no tratamento de água residuária, buscando aproveitar a capacidade dos microrganismos selvagens, dos geneticamente modificados ou “engenheirados” e dos produtos por eles gerados, através do processo de auto fermentação natural. Foi utilizado um reator anaeróbio vertical em escala de bancada, com volume total de 3,77 litros, preenchido com cilindros vazados de polietileno como material suporte para imobilização dos microrganismos. O reator foi alimentado com água residuária sintética com DQO de 4.000 mg L-1, com vazão controlada para resultar em Tempo de Detenção Hidráulica (TDH) de 4 horas. Os resultados apresentaram um aumento na concentração de etanol no decorrer de operação do reator. A concentração média de etanol obtida foi de 486 mg L-1, o que significa que 13% da matéria orgânica adicionada no preparo do afluente foi direcionada para a produção de etanol.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2472-producao-de-etanol-em-reator-anaerobio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Silva, D. B., Silva, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Digestão anaeróbia, produtos intermediários, etano</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O aumento no consumo de combustíveis para a geração de energia vem acarretando sérios problemas ao meio ambiente, como o aquecimento global e aumento no preço do petróleo. Diante desse cenário, intensos estudos têm levado a busca por fontes de energias sustentáveis alternativas, como o etanol, como forma de assegurar o suprimento energético das gerações futuras. Neste contexto, a digestão anaeróbia é um método promissor que pode ser direcionado para a produção de produtos intermediários, como o butanol, etanol e hidrogênio. Este trabalho se insere no esforço de avaliar a produção de etanol no tratamento de água residuária, buscando aproveitar a capacidade dos microrganismos selvagens, dos geneticamente modificados ou “engenheirados” e dos produtos por eles gerados, através do processo de auto fermentação natural. Foi utilizado um reator anaeróbio vertical em escala de bancada, com volume total de 3,77 litros, preenchido com cilindros vazados de polietileno como material suporte para imobilização dos microrganismos. O reator foi alimentado com água residuária sintética com DQO de 4.000 mg L-1, com vazão controlada para resultar em Tempo de Detenção Hidráulica (TDH) de 4 horas. Os resultados apresentaram um aumento na concentração de etanol no decorrer de operação do reator. A concentração média de etanol obtida foi de 486 mg L-1, o que significa que 13% da matéria orgânica adicionada no preparo do afluente foi direcionada para a produção de etanol.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 10:10:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRÉ-TRATAMENTO DO LODO DE ESGOTO PARA ANÁLISE DE HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2465-pre-tratamento-do-lodo-de-esgoto-para-analise-de-hidrocarbonetos-policiclicos-aromaticos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRÉ-TRATAMENTO DO LODO DE ESGOTO PARA ANÁLISE DE HIDROCARBONETOS POLICÍCLICOS AROMÁTICOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, N. A., MESQUITA, T. C. R., PINHO, G. P., SILVÉRIO, F. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lodo de esgoto, contaminantes ambientais, HPAs</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Lodo de esgoto é um resíduo sólido gerado nas Estações de Tratamento de Esgotos. Este resíduo pode ser utilizado na agricultura como condicionador de solos ou complemento de fertilizantes. Entretanto, essa prática pode levar à contaminação e acumulação de poluentes tóxicos em compartimentos ambientais como solos, águas subterrâneas e plantas. Agências reguladoras têm estabelecido concentrações máximas permitidas de contaminantes químicos nos solos condicionados com lodo, tais como os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs). Desse modo, é importante o desenvolvimento de novos métodos analíticos mais eficientes para a extração e quantificação desses analitos. Durante a otimização e validação do método proposto é necessário a utilização de amostras de lodo isentas de HPAs, denominado branco. Entretanto, nas análises por cromatografia gasosa e espectrometria de massas de diferentes amostras de lodo foi detectada a presença de HPAs e vários interferentes da matriz. Este estudo teve como objetivo desenvolver uma metodologia laboratorial para obtenção de amostras de lodo isentas de 16 HPAs para posterior aplicação da técnica de extração sólido-líquido com purificação em baixa temperatura (ESL-PBT) na quantificação de HPAs. A limpeza das amostras de lodo foram realizadas em soxtec com diferentes solventes e tempos de limpeza.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, N. A., MESQUITA, T. C. R., PINHO, G. P., SILVÉRIO, F. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Lodo de esgoto, contaminantes ambientais, HPAs</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Lodo de esgoto é um resíduo sólido gerado nas Estações de Tratamento de Esgotos. Este resíduo pode ser utilizado na agricultura como condicionador de solos ou complemento de fertilizantes. Entretanto, essa prática pode levar à contaminação e acumulação de poluentes tóxicos em compartimentos ambientais como solos, águas subterrâneas e plantas. Agências reguladoras têm estabelecido concentrações máximas permitidas de contaminantes químicos nos solos condicionados com lodo, tais como os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs). Desse modo, é importante o desenvolvimento de novos métodos analíticos mais eficientes para a extração e quantificação desses analitos. Durante a otimização e validação do método proposto é necessário a utilização de amostras de lodo isentas de HPAs, denominado branco. Entretanto, nas análises por cromatografia gasosa e espectrometria de massas de diferentes amostras de lodo foi detectada a presença de HPAs e vários interferentes da matriz. Este estudo teve como objetivo desenvolver uma metodologia laboratorial para obtenção de amostras de lodo isentas de 16 HPAs para posterior aplicação da técnica de extração sólido-líquido com purificação em baixa temperatura (ESL-PBT) na quantificação de HPAs. A limpeza das amostras de lodo foram realizadas em soxtec com diferentes solventes e tempos de limpeza.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:54:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POTENCIALIDADE DO USO DE CASCA DE OVO COMO CORRETIVO DA ACIDEZ DO SOLO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2464-potencialidade-do-uso-de-casca-de-ovo-como-corretivo-da-acidez-do-solo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POTENCIALIDADE DO USO DE CASCA DE OVO COMO CORRETIVO DA ACIDEZ DO SOLO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. P., LO MONACO, P. A. V., MENEGHELLI, C. M., ROLDI JUNIOR, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cascas de ovos, aproveitamento na agricultura, correção de acidez do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A avicultura possui importante função econômica e social no Estado do Espírito Santo, sendo considerada, nos últimos anos, vital para o desenvolvimento e reestruturação do setor agrícola. A elevada produção de ovos gera, no entanto, um número expressivo de cascas, que se dispostas de maneira inadequada, podem ocasionar diversos problemas ambientais. O uso destas cascas na agricultura, como fonte alternativa de CaCO3, pode diminuir o impacto sobre as reservas naturais de rocha calcária e possibilitar a correção da acidez dos solos. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, caracterizar as cascas de ovos para fins de uso potencial na correção da acidez do solo e determinar a dose mais adequada para atingir o pH agricultável. Análises foram realizadas para a determinação do Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) e a encubação das cascas de ovos em 500 g de um Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico (LVAd) nas doses de 0, 2, 4, 8, 16, 32 t ha-1. De acordo com os resultados obtidos, a casca de ovo pode ser considerada um resíduo de elevado potencial para a correção da acidez do solo, em razão de ter sido obtido um PRNT de 86,5% e a dose recomendada para correção do pH do solo avaliado é de 5,2 t ha-1.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2464-potencialidade-do-uso-de-casca-de-ovo-como-corretivo-da-acidez-do-solo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SIMON, C. P., LO MONACO, P. A. V., MENEGHELLI, C. M., ROLDI JUNIOR, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Cascas de ovos, aproveitamento na agricultura, correção de acidez do solo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A avicultura possui importante função econômica e social no Estado do Espírito Santo, sendo considerada, nos últimos anos, vital para o desenvolvimento e reestruturação do setor agrícola. A elevada produção de ovos gera, no entanto, um número expressivo de cascas, que se dispostas de maneira inadequada, podem ocasionar diversos problemas ambientais. O uso destas cascas na agricultura, como fonte alternativa de CaCO3, pode diminuir o impacto sobre as reservas naturais de rocha calcária e possibilitar a correção da acidez dos solos. Objetivou-se, com a realização deste trabalho, caracterizar as cascas de ovos para fins de uso potencial na correção da acidez do solo e determinar a dose mais adequada para atingir o pH agricultável. Análises foram realizadas para a determinação do Poder Relativo de Neutralização Total (PRNT) e a encubação das cascas de ovos em 500 g de um Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico (LVAd) nas doses de 0, 2, 4, 8, 16, 32 t ha-1. De acordo com os resultados obtidos, a casca de ovo pode ser considerada um resíduo de elevado potencial para a correção da acidez do solo, em razão de ter sido obtido um PRNT de 86,5% e a dose recomendada para correção do pH do solo avaliado é de 5,2 t ha-1.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:52:18 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PERSISTÊNCIA DOS HERBICIDAS GLIFOSATO E 2,4-D NA CULTURA DA SOJA EM LATOSSOLO VERMELHO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2452-persistencia-dos-herbicidas-glifosato-e-2-4-d-na-cultura-da-soja-em-latossolo-vermelho?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PERSISTÊNCIA DOS HERBICIDAS GLIFOSATO E 2,4-D NA CULTURA DA SOJA EM LATOSSOLO VERMELHO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, V. M., OLIVEIRA, M. A. P., BONFIM-SILVA, E. M., SOUZA, R. S. M., NORATO, O. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Efeito residual, época de semeadura, fitotoxidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente estudo teve como objetivo avaliar a persistência do herbicida 2,4D (ácido diclorofenoxiacético) em mistura com o herbicida Glifosato (N-fosfonometil-glicina) em Latossolo Vermelho, por meio dos efeitos na cultura da soja. O experimento foi realizado em casa de vegetação. O delineamento experimental foi em blocos casualizados composto de um fatorial 6x5, com seis períodos de aplicações antes da semeadura - (0, 3, 5, 7, 10 e 14 DAS), cinco doses de herbicida (0, 750, 1500, 2250 e 3000 g e.a. ha-1) em quatro repetições, perfazendo o total de 120 parcelas experimentais. A mistura de herbicidas 2,4-D e o Glifosato foi pulverizada com um pulverizador costal manual. A persistência dos herbicidas foi avaliada por meio de percentual de germinação, altura de planta, biomassa seca da parte aérea e de raiz. Os resultados mostraram que o peso da massa seca tanto da parte aérea quanto da raiz foi influenciado negativamente em relação aos intervalos mais curtos entre aplicação e a semeadura do herbicida 2,4-D com glifosato. Quanto à altura, intervalos mais curtos entre pulverização e semeadura e doses mais elevadas contribuíram para redução de altura de plantas.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2452-persistencia-dos-herbicidas-glifosato-e-2-4-d-na-cultura-da-soja-em-latossolo-vermelho?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, V. M., OLIVEIRA, M. A. P., BONFIM-SILVA, E. M., SOUZA, R. S. M., NORATO, O. E.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Efeito residual, época de semeadura, fitotoxidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O presente estudo teve como objetivo avaliar a persistência do herbicida 2,4D (ácido diclorofenoxiacético) em mistura com o herbicida Glifosato (N-fosfonometil-glicina) em Latossolo Vermelho, por meio dos efeitos na cultura da soja. O experimento foi realizado em casa de vegetação. O delineamento experimental foi em blocos casualizados composto de um fatorial 6x5, com seis períodos de aplicações antes da semeadura - (0, 3, 5, 7, 10 e 14 DAS), cinco doses de herbicida (0, 750, 1500, 2250 e 3000 g e.a. ha-1) em quatro repetições, perfazendo o total de 120 parcelas experimentais. A mistura de herbicidas 2,4-D e o Glifosato foi pulverizada com um pulverizador costal manual. A persistência dos herbicidas foi avaliada por meio de percentual de germinação, altura de planta, biomassa seca da parte aérea e de raiz. Os resultados mostraram que o peso da massa seca tanto da parte aérea quanto da raiz foi influenciado negativamente em relação aos intervalos mais curtos entre aplicação e a semeadura do herbicida 2,4-D com glifosato. Quanto à altura, intervalos mais curtos entre pulverização e semeadura e doses mais elevadas contribuíram para redução de altura de plantas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:39:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>O USO DE EFLUENTES DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO DOMÉSTICO DE PETROLINA-PE NA AGRICULTURA IRRIGADA DO SORGO SACARINO: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2442-o-uso-de-efluentes-de-estacoes-de-tratamento-de-esgoto-domestico-de-petrolina-pe-na-agricultura-irrigada-do-sorgo-sacarino-uma-alternativa-viavel?format=html</link>
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           <media:title type="plain">O USO DE EFLUENTES DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO DOMÉSTICO DE PETROLINA-PE NA AGRICULTURA IRRIGADA DO SORGO SACARINO: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAVALCANTE, K. L., DEON, M. D. I., SILVA, H. K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso de água, efluentes, agricultura irrigada</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O reuso de água constitui uma alternativa potencial de racionalização na agricultura, assim, este trabalho objetivou discutir a técnica como instrumento de gestão ambiental para uso na irrigação. Consistiu em uma pesquisa de caráter exploratório e descritivo, a partir do desempenho produtivo do sorgo sacarino irrigado com efluente sintético similar ao Efluente das Estações de Tratamento de Esgoto (EETE) de Petrolina-PE. Foram analisadas as variáveis morfológicas de altura, diâmetro dos colmos, número de folhas, panículas e perfilhamentos e avaliações do Índice Relativo de Clorofila (IRC) e Índice de Suficiência de Nitrogênio (ISN). O reuso de água na agricultura consiste em um instrumento ambientalmente viável que possibilita o aumento da produtividade, racionalização da água e minimização de impactos ambientais. Os EETE são fontes de nutrientes e água que garantiram produtividade satisfatória do sorgo sacarino. O tratamento irrigado com solução similar a média dos EETE estudados proporcionou a produtividade máxima nas condições do experimento, de acordo com as características vegetativas estudadas e em comparação com os demais tratamentos. A implementação da prática de reuso de água na agricultura está vinculada ao desenvolvimento de três ações básicas: vontade política, arcabouço legal e plano diretor.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2442-o-uso-de-efluentes-de-estacoes-de-tratamento-de-esgoto-domestico-de-petrolina-pe-na-agricultura-irrigada-do-sorgo-sacarino-uma-alternativa-viavel?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAVALCANTE, K. L., DEON, M. D. I., SILVA, H. K. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Reuso de água, efluentes, agricultura irrigada</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O reuso de água constitui uma alternativa potencial de racionalização na agricultura, assim, este trabalho objetivou discutir a técnica como instrumento de gestão ambiental para uso na irrigação. Consistiu em uma pesquisa de caráter exploratório e descritivo, a partir do desempenho produtivo do sorgo sacarino irrigado com efluente sintético similar ao Efluente das Estações de Tratamento de Esgoto (EETE) de Petrolina-PE. Foram analisadas as variáveis morfológicas de altura, diâmetro dos colmos, número de folhas, panículas e perfilhamentos e avaliações do Índice Relativo de Clorofila (IRC) e Índice de Suficiência de Nitrogênio (ISN). O reuso de água na agricultura consiste em um instrumento ambientalmente viável que possibilita o aumento da produtividade, racionalização da água e minimização de impactos ambientais. Os EETE são fontes de nutrientes e água que garantiram produtividade satisfatória do sorgo sacarino. O tratamento irrigado com solução similar a média dos EETE estudados proporcionou a produtividade máxima nas condições do experimento, de acordo com as características vegetativas estudadas e em comparação com os demais tratamentos. A implementação da prática de reuso de água na agricultura está vinculada ao desenvolvimento de três ações básicas: vontade política, arcabouço legal e plano diretor.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:23:58 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>LODO DE ESGOTO COMPOSTO COMO CONDICIONADOR DO SOLO PARA CULTIVO DE EUCALYPTUS GRANDIS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2414-lodo-de-esgoto-composto-como-condicionador-do-solo-para-cultivo-de-eucalyptus-grandis?format=html</link>
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           <media:title type="plain">LODO DE ESGOTO COMPOSTO COMO CONDICIONADOR DO SOLO PARA CULTIVO DE EUCALYPTUS GRANDIS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Souza, D. C., Bertolazi. K. B., Viani, R. G., Souza, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento, fertilização, cultivo em vasos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A degradação ambiental e seus impactos no desenvolvimento rural são ocasionados devido ao uso de forma predatória dos recursos naturais. A adubação orgânica é um método que vem sendo utilizado há milhares de anos para a fertilização do solo e é uma alternativa para a destinação de resíduos como o lodo de esgoto. O objetivo do trabalho foi monitorar o comportamento do crescimento de Eucalypto urograndis em casa de vegetação, em diferentes doses do lodo de esgoto composto, e a adubação convencional. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com cinco tratamentos, sete repetições. Os tratamentos foram constituídos por uma testemunha, composta por solo arenoso e três tratamentos com (25%, 50% e 75%) de lodo de esgoto composto e um tratamento com adubação convencional todos em solo arenoso. Avaliou-se matéria seca da parte área, raiz e a taxa de crescimento relativo (TCR). Foi realizado analises através do teste de Tukey a 5%. O cultivo de Eucalypto urograndis em casa de vegetação demonstrou que não apresenta diferença de crescimento entre os tratamentos com lodo de esgoto composto e a adubação convencional, sendo uma alternativa para a destinação do resíduo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2414-lodo-de-esgoto-composto-como-condicionador-do-solo-para-cultivo-de-eucalyptus-grandis?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Souza, D. C., Bertolazi. K. B., Viani, R. G., Souza, C. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Crescimento, fertilização, cultivo em vasos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A degradação ambiental e seus impactos no desenvolvimento rural são ocasionados devido ao uso de forma predatória dos recursos naturais. A adubação orgânica é um método que vem sendo utilizado há milhares de anos para a fertilização do solo e é uma alternativa para a destinação de resíduos como o lodo de esgoto. O objetivo do trabalho foi monitorar o comportamento do crescimento de Eucalypto urograndis em casa de vegetação, em diferentes doses do lodo de esgoto composto, e a adubação convencional. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso, com cinco tratamentos, sete repetições. Os tratamentos foram constituídos por uma testemunha, composta por solo arenoso e três tratamentos com (25%, 50% e 75%) de lodo de esgoto composto e um tratamento com adubação convencional todos em solo arenoso. Avaliou-se matéria seca da parte área, raiz e a taxa de crescimento relativo (TCR). Foi realizado analises através do teste de Tukey a 5%. O cultivo de Eucalypto urograndis em casa de vegetação demonstrou que não apresenta diferença de crescimento entre os tratamentos com lodo de esgoto composto e a adubação convencional, sendo uma alternativa para a destinação do resíduo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 15:01:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Interferência do ambiente nos processos de compostagem e vermicompostagem de lodo biológico de laticínio</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2408-interferencia-do-ambiente-nos-processos-de-compostagem-e-vermicompostagem-de-lodo-biologico-de-laticinio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Interferência do ambiente nos processos de compostagem e vermicompostagem de lodo biológico de laticínio</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Marques, V. C., Dal Bosco, T. C., Presumido, P. H., Silva, J. S., Souza, A. V. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Eisenia foetida; resíduos sólidos agroindustriais; tratamento de resíduos sólidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O lodo biológico de laticínio gerado na estação de tratamento de efluentes é caracterizado pela presença de grande quantidade de matéria orgânica, provocando danos ao solo se disposto sem tratamento prévio. A estabilização desta matéria orgânica pode ser realizada via compostagem e vermicompostagem, gerando um composto final mais humificado. Objetivou-se avaliar a interferência do ambiente (com e sem cobertura) em que o processo de compostagem e vermicompostagem foi realizado. Foram montadas duas leiras, compostas de lodo biológico de laticínio, podas de árvores e cinzas de caldeira, sendo uma em ambiente coberto (C) e outra em ambiente sem cobertura (S). As análises físico-químicas e o monitoramento de peso e volume foram realizados quinzenalmente e a temperatura foi aferida diariamente. Ao final do processo, C apresentou a menor relação C/N (9,01) e o menor pH (8,46). S obteve as maiores reduções de peso e volume. Na vermicompostagem os tratamentos apresentaram similaridade quanto ao número de minhocas, 156 para C e 154 para S, o que representou aumento de 650% e 642% desde o início do processo. C apresentou maior atividade microbiana, o que resultou em temperaturas mais elevadas na fase termofílica.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2408-interferencia-do-ambiente-nos-processos-de-compostagem-e-vermicompostagem-de-lodo-biologico-de-laticinio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Marques, V. C., Dal Bosco, T. C., Presumido, P. H., Silva, J. S., Souza, A. V. D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Eisenia foetida; resíduos sólidos agroindustriais; tratamento de resíduos sólidos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O lodo biológico de laticínio gerado na estação de tratamento de efluentes é caracterizado pela presença de grande quantidade de matéria orgânica, provocando danos ao solo se disposto sem tratamento prévio. A estabilização desta matéria orgânica pode ser realizada via compostagem e vermicompostagem, gerando um composto final mais humificado. Objetivou-se avaliar a interferência do ambiente (com e sem cobertura) em que o processo de compostagem e vermicompostagem foi realizado. Foram montadas duas leiras, compostas de lodo biológico de laticínio, podas de árvores e cinzas de caldeira, sendo uma em ambiente coberto (C) e outra em ambiente sem cobertura (S). As análises físico-químicas e o monitoramento de peso e volume foram realizados quinzenalmente e a temperatura foi aferida diariamente. Ao final do processo, C apresentou a menor relação C/N (9,01) e o menor pH (8,46). S obteve as maiores reduções de peso e volume. Na vermicompostagem os tratamentos apresentaram similaridade quanto ao número de minhocas, 156 para C e 154 para S, o que representou aumento de 650% e 642% desde o início do processo. C apresentou maior atividade microbiana, o que resultou em temperaturas mais elevadas na fase termofílica.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:50:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>GRADIENTE DE PRESSÃO ESTÁTICA DO AR FORÇADO EM CAMADAS DE RESÍDUOS ORGÂNICOS MISTURADOS COM DIFERENTES PROPORÇÕES DE CAMA DE FRANGO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2379-gradiente-de-pressao-estatica-do-ar-forcado-em-camadas-de-residuos-organicos-misturados-com-diferentes-proporcoes-de-cama-de-frango?format=html</link>
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           <media:title type="plain">GRADIENTE DE PRESSÃO ESTÁTICA DO AR FORÇADO EM CAMADAS DE RESÍDUOS ORGÂNICOS MISTURADOS COM DIFERENTES PROPORÇÕES DE CAMA DE FRANGO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Teixeira, D. L., Matos, A. T., Melo, E. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Compostagem, leiras estáticas aeradas, queda de pressão estática do ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Neste trabalho, teve-se como objetivo o ajuste de equações que possibilitassem a estimativa do gradiente de pressão estática do ar, quando insuflado em camadas de resíduos orgânicos misturados com diferentes proporções de cama de frango. As medições do gradiente de pressão estática do ar foram realizadas em um protótipo, submetido a vazões específicas que variaram de 0,02 a 0,13 m3 s-1 m-2, em camadas de bagaço de cana-de-açúcar, palha de café e serragem de madeira, misturadas com cama de frango, nas proporções de 0; 10; 20; 30 e 40% (base volumétrica). Os dados de gradiente de pressão estática do ar e vazão específica ajustaram-se bem aos modelos de Shedd (1953), Hukill &amp; Ives (1955) e Hunter (1983), podendo ser utilizados para predizer o gradiente de pressão estática do ar ao ser insuflado em camadas de resíduos orgânicos. Menores valores de gradientes de pressão estática do ar foram obtidos em camadas sem adição de cama de frango e os maiores gradientes obtidos nas camadas constituídas pela mistura com cama de frango na proporção de 40%.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2379-gradiente-de-pressao-estatica-do-ar-forcado-em-camadas-de-residuos-organicos-misturados-com-diferentes-proporcoes-de-cama-de-frango?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Teixeira, D. L., Matos, A. T., Melo, E. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Compostagem, leiras estáticas aeradas, queda de pressão estática do ar</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Neste trabalho, teve-se como objetivo o ajuste de equações que possibilitassem a estimativa do gradiente de pressão estática do ar, quando insuflado em camadas de resíduos orgânicos misturados com diferentes proporções de cama de frango. As medições do gradiente de pressão estática do ar foram realizadas em um protótipo, submetido a vazões específicas que variaram de 0,02 a 0,13 m3 s-1 m-2, em camadas de bagaço de cana-de-açúcar, palha de café e serragem de madeira, misturadas com cama de frango, nas proporções de 0; 10; 20; 30 e 40% (base volumétrica). Os dados de gradiente de pressão estática do ar e vazão específica ajustaram-se bem aos modelos de Shedd (1953), Hukill &amp; Ives (1955) e Hunter (1983), podendo ser utilizados para predizer o gradiente de pressão estática do ar ao ser insuflado em camadas de resíduos orgânicos. Menores valores de gradientes de pressão estática do ar foram obtidos em camadas sem adição de cama de frango e os maiores gradientes obtidos nas camadas constituídas pela mistura com cama de frango na proporção de 40%.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 10:24:15 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EXTRAÇÃO DE POLUENTES ORGÂNICOS PERSISTENTES EM ÁGUA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2372-extracao-de-poluentes-organicos-persistentes-em-agua?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EXTRAÇÃO DE POLUENTES ORGÂNICOS PERSISTENTES EM ÁGUA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SÁ, L. J., MESQUITA, T. C. R., SANTOS, R. R., PINHO, G. P., SILVÉRIO, F. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poluentes orgânicos persistentes, inseticidas organoclorados, contaminantes ambientais</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os inseticidas organoclorados foram empregados no controle de pragas objetivando aumentar a produtividade agrícola. Dentre os compostos mais utilizados destacaram-se o Aldrin, Dieldrin, Endrin, Lindano, cis-Clordano, trans-Clordano, Hexaclorobenzeno, Heptaclorobenzeno, DDT e Mirex. Estes foram classificados como Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) devido à alta toxicidade e persistência no ambiente. O monitoramento dos níveis de concentração desses compostos é fundamental para avaliação de águas destinadas ao consumo humano e agrícola. No Brasil, a resolução 357/2005 do Conama estabelece os limites máximos permitidos para estes compostos em água. Para o controle ambiental faz-se necessário o uso de técnicas que permitam quantificar os POP’s em baixas concentrações, possibilitando o monitoramento em água. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é otimizar a técnica de Extração Líquido-Líquido com Partição em Baixa temperatura (ELL-PBT) dos dez POPs em amostras de água e, posterior, análise por Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas (CG-EM). Os parâmetros avaliados foram fase extratora e força iônica, empregando um planejamento fatorial 22. O estudo revelou que a fase extratora constituída somente por acetonitrila apresentou melhor porcentagem de extração e menor desvio padrão relativo. A ELL–PBT mostrou ser uma alternativa simples e eficiente para monitoramento dos poluentes em amostras de água.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2372-extracao-de-poluentes-organicos-persistentes-em-agua?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SÁ, L. J., MESQUITA, T. C. R., SANTOS, R. R., PINHO, G. P., SILVÉRIO, F. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Poluentes orgânicos persistentes, inseticidas organoclorados, contaminantes ambientais</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os inseticidas organoclorados foram empregados no controle de pragas objetivando aumentar a produtividade agrícola. Dentre os compostos mais utilizados destacaram-se o Aldrin, Dieldrin, Endrin, Lindano, cis-Clordano, trans-Clordano, Hexaclorobenzeno, Heptaclorobenzeno, DDT e Mirex. Estes foram classificados como Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) devido à alta toxicidade e persistência no ambiente. O monitoramento dos níveis de concentração desses compostos é fundamental para avaliação de águas destinadas ao consumo humano e agrícola. No Brasil, a resolução 357/2005 do Conama estabelece os limites máximos permitidos para estes compostos em água. Para o controle ambiental faz-se necessário o uso de técnicas que permitam quantificar os POP’s em baixas concentrações, possibilitando o monitoramento em água. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho é otimizar a técnica de Extração Líquido-Líquido com Partição em Baixa temperatura (ELL-PBT) dos dez POPs em amostras de água e, posterior, análise por Cromatografia Gasosa acoplada à Espectrometria de Massas (CG-EM). Os parâmetros avaliados foram fase extratora e força iônica, empregando um planejamento fatorial 22. O estudo revelou que a fase extratora constituída somente por acetonitrila apresentou melhor porcentagem de extração e menor desvio padrão relativo. A ELL–PBT mostrou ser uma alternativa simples e eficiente para monitoramento dos poluentes em amostras de água.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 10:14:50 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Estudo do abastecimento de água de Curaçá e Sobradinho, interior da Bahia</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2370-estudo-do-abastecimento-de-agua-de-curaca-e-sobradinho-interior-da-bahia?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Estudo do abastecimento de água de Curaçá e Sobradinho, interior da Bahia</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amorim, M. C. C., Souza, R. M. A., Barbosa, P. S., Montefusco, N. E. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Saneamento, água, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A água é um elemento essencial à vida e o seu acesso em qualidade e quantidade adequada está diretamente ligado à saúde da população. Dessa forma, o planejamento de ações que potencializem os serviços de saneamento é primordial para garantir um sistema de abastecimento eficiente e o desenvolvimento de uma região. Assim, tem-se como objetivo obter um estudo sobre o sistema de abastecimento de água das cidades de Curaçá e Sobradinho, localizadas no estado da Bahia, através da aplicação de questionários à diversos grupos de pessoas, determinados por uma amostragem preestabelecida. Pôde-se constatar que ambas as localidades em estudo possuíam uma estação de tratamento de água que garantia acesso desta para sua comunidade, também se notou que os bairros mais centralizados possuíam uma infraestutura adequada de rede de água, porém as zonas periféricas apresentaram problemas quanto a carência de hidrômetros nas residências. A partir dos dados obtidos, observou-se que os municípios de Curaçá e Sobradinho, de forma geral, apresentam uma boa infraestrutura quanto ao Sistema de abastecimento de água, visto que ambas possuem elevada taxa de cobertura de hidrômetros e baixo índice de vazamentos de água.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2370-estudo-do-abastecimento-de-agua-de-curaca-e-sobradinho-interior-da-bahia?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Amorim, M. C. C., Souza, R. M. A., Barbosa, P. S., Montefusco, N. E. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Saneamento, água, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A água é um elemento essencial à vida e o seu acesso em qualidade e quantidade adequada está diretamente ligado à saúde da população. Dessa forma, o planejamento de ações que potencializem os serviços de saneamento é primordial para garantir um sistema de abastecimento eficiente e o desenvolvimento de uma região. Assim, tem-se como objetivo obter um estudo sobre o sistema de abastecimento de água das cidades de Curaçá e Sobradinho, localizadas no estado da Bahia, através da aplicação de questionários à diversos grupos de pessoas, determinados por uma amostragem preestabelecida. Pôde-se constatar que ambas as localidades em estudo possuíam uma estação de tratamento de água que garantia acesso desta para sua comunidade, também se notou que os bairros mais centralizados possuíam uma infraestutura adequada de rede de água, porém as zonas periféricas apresentaram problemas quanto a carência de hidrômetros nas residências. A partir dos dados obtidos, observou-se que os municípios de Curaçá e Sobradinho, de forma geral, apresentam uma boa infraestrutura quanto ao Sistema de abastecimento de água, visto que ambas possuem elevada taxa de cobertura de hidrômetros e baixo índice de vazamentos de água.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 10:13:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Escolha de locais aptos à construção de aterros sanitários em municípios de Minas Gerais com utilização de geoprocessamento como ferramenta auxiliar</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2353-escolha-de-locais-aptos-a-construcao-de-aterros-sanitarios-em-municipios-de-minas-gerais-com-utilizacao-de-geoprocessamento-como-ferramenta-auxiliar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Escolha de locais aptos à construção de aterros sanitários em municípios de Minas Gerais com utilização de geoprocessamento como ferramenta auxiliar</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOTA, D. M., COELHO, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoprocessamento, aterro sanitário, condicionates</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o aumento da população e a aglomeração nos centros urbanos, houve um aumento na produção de resíduos sólidos urbanos (RSU). De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), aterro sanitário de resíduos sólidos urbanos consiste na técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública, minimizando os impactos ambientais. Diante desse cenário, este trabalho visou identificar áreas adequadas para implantação de aterros sanitários em alguns municípios de Minas Gerais utilizando o geoprocessamento, e considerando as exigências da legislação e normas técnicas vigentes no Brasil para a disposição dos RSU. A metodologia proposta foi aplicada em arranjos territoriais otimizados (ATO), o qual englobou os municípios de Lavras, Ijaci, Itumirim, Ribeirão Vermelho, Ibituruna e Itutinga, pois esta região, notoriamente apresenta problemas em encontrar locais aptos à construção de aterros sanitários. Dos seis municípios analisados no ATO, apenas o de Ijaci não está apto à construção de aterro sanitário, visto que a área deste se encontra dentro do raio mínimo do aeroporto de Lavras MG, fator limitante para a construção do aterro sanitário.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOTA, D. M., COELHO, G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoprocessamento, aterro sanitário, condicionates</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o aumento da população e a aglomeração nos centros urbanos, houve um aumento na produção de resíduos sólidos urbanos (RSU). De acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), aterro sanitário de resíduos sólidos urbanos consiste na técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos ou riscos à saúde pública, minimizando os impactos ambientais. Diante desse cenário, este trabalho visou identificar áreas adequadas para implantação de aterros sanitários em alguns municípios de Minas Gerais utilizando o geoprocessamento, e considerando as exigências da legislação e normas técnicas vigentes no Brasil para a disposição dos RSU. A metodologia proposta foi aplicada em arranjos territoriais otimizados (ATO), o qual englobou os municípios de Lavras, Ijaci, Itumirim, Ribeirão Vermelho, Ibituruna e Itutinga, pois esta região, notoriamente apresenta problemas em encontrar locais aptos à construção de aterros sanitários. Dos seis municípios analisados no ATO, apenas o de Ijaci não está apto à construção de aterro sanitário, visto que a área deste se encontra dentro do raio mínimo do aeroporto de Lavras MG, fator limitante para a construção do aterro sanitário.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:40:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ELETROCOAGULAÇÃO COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DE ÁGUA RESIDUÁRIA DA SUINOCULTURA PRÉ-TRATAMENTA POR UASB</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2351-eletrocoagulacao-como-alternativa-de-tratamento-de-agua-residuaria-da-suinocultura-pre-tratamenta-por-uasb?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ELETROCOAGULAÇÃO COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DE ÁGUA RESIDUÁRIA DA SUINOCULTURA PRÉ-TRATAMENTA POR UASB</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MORES, R., DALLAGO, R. M., STEFFENS, J., KUNZ, A., SUZIN, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>eletrocoagulação, suinocultura, UASB</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O efluente da saída do UASB pode ocasionar impactos ambientais indesejáveis. Deste modo, a eletrocoagulação (EC) torna-se uma alternativa de tratamento. O objetivo do trabalho foi avaliar EC como tratamento de águas residuais da suinocultura pré-tratadas por UASB usando alumínio e ferro como diferentes materiais de eletrodos sob condições extremas de pH e em diferentes tempos. O efluente utilizado no estudo foi coletado na saída do UASB. O reator de EC em batelada possui capacidade de tratar 1,7 litros de efluente, com dois pares de eletrodos (alumínio ou ferro), ligados a uma fonte de corrente contínua, sendo o sistema mantido sob agitação constante. Os parâmetros estudados foram: pH 3,0 e pH 9,0, intensidade de corrente 1,5 A e tempo operacional de 30 e 90 minutos. O eletrodo de alumínio apresentou melhores resultados de remoção em relação ao eletrodo de Ferro. Os melhores resulta dos de eficiência de remoção (%) de turbidez, COT, Ptotal e NTotal foram de 83%, 63%, 98% e 22% respectivamente. O sistema de EC em batelada reproduziu resultados satisfatórios de remoção mesmo em condições extremas de pH.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2351-eletrocoagulacao-como-alternativa-de-tratamento-de-agua-residuaria-da-suinocultura-pre-tratamenta-por-uasb?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MORES, R., DALLAGO, R. M., STEFFENS, J., KUNZ, A., SUZIN, L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>eletrocoagulação, suinocultura, UASB</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O efluente da saída do UASB pode ocasionar impactos ambientais indesejáveis. Deste modo, a eletrocoagulação (EC) torna-se uma alternativa de tratamento. O objetivo do trabalho foi avaliar EC como tratamento de águas residuais da suinocultura pré-tratadas por UASB usando alumínio e ferro como diferentes materiais de eletrodos sob condições extremas de pH e em diferentes tempos. O efluente utilizado no estudo foi coletado na saída do UASB. O reator de EC em batelada possui capacidade de tratar 1,7 litros de efluente, com dois pares de eletrodos (alumínio ou ferro), ligados a uma fonte de corrente contínua, sendo o sistema mantido sob agitação constante. Os parâmetros estudados foram: pH 3,0 e pH 9,0, intensidade de corrente 1,5 A e tempo operacional de 30 e 90 minutos. O eletrodo de alumínio apresentou melhores resultados de remoção em relação ao eletrodo de Ferro. Os melhores resulta dos de eficiência de remoção (%) de turbidez, COT, Ptotal e NTotal foram de 83%, 63%, 98% e 22% respectivamente. O sistema de EC em batelada reproduziu resultados satisfatórios de remoção mesmo em condições extremas de pH.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:39:05 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFICIÊNCIA DE REATOR ANAERÓBIO NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA E SÓLIDOS TOTAIS EM LIXIVIADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2347-eficiencia-de-reator-anaerobio-na-remocao-de-materia-organica-e-solidos-totais-em-lixiviado-de-residuos-solidos-urbanos?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFICIÊNCIA DE REATOR ANAERÓBIO NA REMOÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA E SÓLIDOS TOTAIS EM LIXIVIADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. C. V., NEVES, C. S., GUTIERRES, P. G., PAULA, R. F., MARQUES, V., SILVA, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestor, chorume, resíduos sólidos urbanos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Entre os desafios da área ambiental do país, o conhecimento acerca dos resíduos sólidos está entre os mais consideráveis e representativos. Sabe-se que sua geração constitui um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade nos últimos tempos. O objetivo do presente trabalho foi analisar a remoção de matéria orgânica e sólidos totais de chorume utilizando biodigestores. O experimento foi conduzido no Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), no município de Lavras - MG. Para tanto houve monitoramento do afluente e efluente dos biodigestores. Os afluentes dos biodigestores provieram de lisímetros, os quais foram preenchidos com diferentes quantidades de resíduos, variando a porcentagem de matéria orgânica. As características do lixiviado digerido anaerobiamente indicaram que o teor médio de matéria orgânica e sólidos, tanto os totais como os suspensos, se apresentaram ainda de forma elevada. Esses resultados indicam que o efluente possui características inadequadas à disposição e/ao reuso, sendo necessária a adição de uma etapa de pós-tratamento para adequação do efluente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2347-eficiencia-de-reator-anaerobio-na-remocao-de-materia-organica-e-solidos-totais-em-lixiviado-de-residuos-solidos-urbanos?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, R. C. V., NEVES, C. S., GUTIERRES, P. G., PAULA, R. F., MARQUES, V., SILVA, A. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestor, chorume, resíduos sólidos urbanos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Entre os desafios da área ambiental do país, o conhecimento acerca dos resíduos sólidos está entre os mais consideráveis e representativos. Sabe-se que sua geração constitui um dos maiores problemas enfrentados pela humanidade nos últimos tempos. O objetivo do presente trabalho foi analisar a remoção de matéria orgânica e sólidos totais de chorume utilizando biodigestores. O experimento foi conduzido no Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), no município de Lavras - MG. Para tanto houve monitoramento do afluente e efluente dos biodigestores. Os afluentes dos biodigestores provieram de lisímetros, os quais foram preenchidos com diferentes quantidades de resíduos, variando a porcentagem de matéria orgânica. As características do lixiviado digerido anaerobiamente indicaram que o teor médio de matéria orgânica e sólidos, tanto os totais como os suspensos, se apresentaram ainda de forma elevada. Esses resultados indicam que o efluente possui características inadequadas à disposição e/ao reuso, sendo necessária a adição de uma etapa de pós-tratamento para adequação do efluente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:32:27 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Efeitos da manipueira oriunda de lagoa de disposição sobre o solo no município de ARARIPINA-PE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2340-efeitos-da-manipueira-oriunda-de-lagoa-de-disposicao-sobre-o-solo-no-municipio-de-araripina-pe?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Efeitos da manipueira oriunda de lagoa de disposição sobre o solo no município de ARARIPINA-PE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Ribeiro, E., Barbosa, P., Damasceno, A. C., Amorim, M. C., Olszevski, N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Potencial poluidor, Efluente, Degradação ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A manipueira é um resíduo do processamento da mandioca, com elevado potencial poluidor e, que muitas vezes, é descartado de forma inadequada, podendo causar poluição ambiental. Desta forma, objetivou-se avaliar os possíveis efeitos em um solo que recebe manipueira oriunda de uma fábrica de processamento de mandioca, no município de Araripina,PE. A manipueira da lagoa foi caracterizada avaliando-se o pH, Nitrogênio amoniacal (NH3-), Fósforo Total (P), Demanda Química de Oxigênio (DQO), Sólidos Suspenso voláteis (SSV) e dureza. Para a realização das análises físico-químicas foram feitas 2 amostragens de solo (solo referência e solo que recebe o efluente) nas profundidades 0,00 – 0,20; 0,20 – 0,40; 0,40 – 0,60; 0,60 – 0,80; 0,80 – 1,00 m, e 1 amostragem de solo em contato com a manipueira. Entre as coletas houve aumento nos teores de NH3-e DQO da manipueira. A proporção das frações granulométricas permitiu classificar o perfil do solo como sendo de classe textural arenosa os quais, apresentam baixa capacidade de retenção de água e de elementos químicos. Observou-se um acréscimo de Ca2+ e Mg2+ ao longo do perfil do solo demonstrando que o descarte indiscriminado da manipueira no solo aponta riscos de contaminação do ambiente.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Ribeiro, E., Barbosa, P., Damasceno, A. C., Amorim, M. C., Olszevski, N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Potencial poluidor, Efluente, Degradação ambiental</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A manipueira é um resíduo do processamento da mandioca, com elevado potencial poluidor e, que muitas vezes, é descartado de forma inadequada, podendo causar poluição ambiental. Desta forma, objetivou-se avaliar os possíveis efeitos em um solo que recebe manipueira oriunda de uma fábrica de processamento de mandioca, no município de Araripina,PE. A manipueira da lagoa foi caracterizada avaliando-se o pH, Nitrogênio amoniacal (NH3-), Fósforo Total (P), Demanda Química de Oxigênio (DQO), Sólidos Suspenso voláteis (SSV) e dureza. Para a realização das análises físico-químicas foram feitas 2 amostragens de solo (solo referência e solo que recebe o efluente) nas profundidades 0,00 – 0,20; 0,20 – 0,40; 0,40 – 0,60; 0,60 – 0,80; 0,80 – 1,00 m, e 1 amostragem de solo em contato com a manipueira. Entre as coletas houve aumento nos teores de NH3-e DQO da manipueira. A proporção das frações granulométricas permitiu classificar o perfil do solo como sendo de classe textural arenosa os quais, apresentam baixa capacidade de retenção de água e de elementos químicos. Observou-se um acréscimo de Ca2+ e Mg2+ ao longo do perfil do solo demonstrando que o descarte indiscriminado da manipueira no solo aponta riscos de contaminação do ambiente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:22:12 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO RESIDUAL DE GLIFOSATO E 2,4-D NA CULTURA DA SOJA EM APLICAÇÕES PRÉ-EMERGÊNCIA EM ARGISSOLO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2339-efeito-residual-de-glifosato-e-2-4-d-na-cultura-da-soja-em-aplicacoes-pre-emergencia-em-argissolo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITO RESIDUAL DE GLIFOSATO E 2,4-D NA CULTURA DA SOJA EM APLICAÇÕES PRÉ-EMERGÊNCIA EM ARGISSOLO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA, G. E., OLIVEIRA, M. A. P., BONFIM-SILVA, E. M., SILVA, V. M., OLIM, T. M. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bioindicador, herbicida, persistência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a persistência dos herbicidas 2,4D e Glifosato em Argissolo, utilizando Soja cv. TMG 132 como bioindicador. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, utilizaram-se vasos (5 dm³) contendo solo coletado na profundidade de 0-0,20 m e oito plantas vaso-1. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com seis períodos de aplicações antes da semeadura (0, 3, 5, 7, 10 e 14 DAS), cinco doses de herbicida (0, 750, 1500, 2250 e 3000g e.a. ha-1) e quatro repetições. Analisou-se velocidade de emergência, altura, massa seca de parte aérea e raiz. Os resultados foram submetidos a análise de variância e teste de regressão a 5% de probabilidade. Na velocidade de emergência a menor taxa de fitotoxidade foi na dose 1500g e.a. ha-1 aos 10 DAS, com 7,25 plantas vaso-1. Para altura de plantas, a maior (21,27 cm) apresentou-se na dose 3000g e.a. ha-1 aos 10 DAS. As maiores massas secas de parte aérea (3,01 g) e de raiz (1,11g), foram observadas na dose 1500g e.a. ha-1 aos 10 DAS. A soja mostrou-se sensível as doses de 2,4-d e glifosato no dia da semeadura. Nos períodos que aplicação se distanciou da semeadura, houve melhor desenvolvimento da cultura.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2339-efeito-residual-de-glifosato-e-2-4-d-na-cultura-da-soja-em-aplicacoes-pre-emergencia-em-argissolo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUSA, G. E., OLIVEIRA, M. A. P., BONFIM-SILVA, E. M., SILVA, V. M., OLIM, T. M. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Bioindicador, herbicida, persistência</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a persistência dos herbicidas 2,4D e Glifosato em Argissolo, utilizando Soja cv. TMG 132 como bioindicador. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, utilizaram-se vasos (5 dm³) contendo solo coletado na profundidade de 0-0,20 m e oito plantas vaso-1. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com seis períodos de aplicações antes da semeadura (0, 3, 5, 7, 10 e 14 DAS), cinco doses de herbicida (0, 750, 1500, 2250 e 3000g e.a. ha-1) e quatro repetições. Analisou-se velocidade de emergência, altura, massa seca de parte aérea e raiz. Os resultados foram submetidos a análise de variância e teste de regressão a 5% de probabilidade. Na velocidade de emergência a menor taxa de fitotoxidade foi na dose 1500g e.a. ha-1 aos 10 DAS, com 7,25 plantas vaso-1. Para altura de plantas, a maior (21,27 cm) apresentou-se na dose 3000g e.a. ha-1 aos 10 DAS. As maiores massas secas de parte aérea (3,01 g) e de raiz (1,11g), foram observadas na dose 1500g e.a. ha-1 aos 10 DAS. A soja mostrou-se sensível as doses de 2,4-d e glifosato no dia da semeadura. Nos períodos que aplicação se distanciou da semeadura, houve melhor desenvolvimento da cultura.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:20:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Desenvolvimento de adubos verdes em pós-cultivo da beterraba cultivada com efluente tratado de laticínio</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2280-desenvolvimento-de-adubos-verdes-em-pos-cultivo-da-beterraba-cultivada-com-efluente-tratado-de-laticinio?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Desenvolvimento de adubos verdes em pós-cultivo da beterraba cultivada com efluente tratado de laticínio</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Menegassi, L. C., Rossi, F., Donatti, R. N., Peccinelli, M. C., Gomes, T. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adubação verde, forragem, águas residuárias</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os adubos verdes possibilitam a manutenção e incremento da fertilidade do sistema produtivo e podem, de acordo com suas características, serem utilizados como forrageiras. No entanto, são escassas as informações do desenvolvimento destas espécies em solos salino-sódicos. O presente trabalho teve o objetivo de avaliar o desenvolvimento de três espécies de adubos verdes forrageiros em solos previamente cultivados com beterraba irrigada com efluentes tratados de laticínio. O delineamento foi em blocos casualizados, com nove tratamentos, em esquema fatorial 3 x 3, sendo três fontes de água: 1) Irrigação realizada com efluente anaeróbio (EAN); 2) Irrigação com efluente aeróbio (EA); 3) Irrigação com água tratada de abastecimento (AT); e três adubos verdes, Calopogonium muconoides (calopogônio), Cajanus cajan (guandu-anão) e Pennisetum glaucum (milheto), com quatro repetições. Cada parcela foi composta por 1 m2. Aos 85 dias após semeio foram avaliadas a massa fresca e seca da parte aérea e a massa fresca e seca das raízes dos adubos verdes. O adubo verde que apresentou maior produção em relação ao tempo de desenvolvimento foi o milheto, embora tenha apresentado uma sensibilidade à sodicidade do solo, reduzindo sua produção quando o mesmo foi cultivado após a aplicação dos efluentes anaeróbio e aeróbio, respectivamente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/sca-saneamento-e-controle-ambiental/2280-desenvolvimento-de-adubos-verdes-em-pos-cultivo-da-beterraba-cultivada-com-efluente-tratado-de-laticinio?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Menegassi, L. C., Rossi, F., Donatti, R. N., Peccinelli, M. C., Gomes, T. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Adubação verde, forragem, águas residuárias</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os adubos verdes possibilitam a manutenção e incremento da fertilidade do sistema produtivo e podem, de acordo com suas características, serem utilizados como forrageiras. No entanto, são escassas as informações do desenvolvimento destas espécies em solos salino-sódicos. O presente trabalho teve o objetivo de avaliar o desenvolvimento de três espécies de adubos verdes forrageiros em solos previamente cultivados com beterraba irrigada com efluentes tratados de laticínio. O delineamento foi em blocos casualizados, com nove tratamentos, em esquema fatorial 3 x 3, sendo três fontes de água: 1) Irrigação realizada com efluente anaeróbio (EAN); 2) Irrigação com efluente aeróbio (EA); 3) Irrigação com água tratada de abastecimento (AT); e três adubos verdes, Calopogonium muconoides (calopogônio), Cajanus cajan (guandu-anão) e Pennisetum glaucum (milheto), com quatro repetições. Cada parcela foi composta por 1 m2. Aos 85 dias após semeio foram avaliadas a massa fresca e seca da parte aérea e a massa fresca e seca das raízes dos adubos verdes. O adubo verde que apresentou maior produção em relação ao tempo de desenvolvimento foi o milheto, embora tenha apresentado uma sensibilidade à sodicidade do solo, reduzindo sua produção quando o mesmo foi cultivado após a aplicação dos efluentes anaeróbio e aeróbio, respectivamente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:28:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Desempenho de uma Estação de Tratamento de Efluentes de laticínio quanto ao atendimento á Legislação ambiental</title>
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           <media:title type="plain">Desempenho de uma Estação de Tratamento de Efluentes de laticínio quanto ao atendimento á Legislação ambiental</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Rodrigues, L. S., Salomão, R. E. J., Santos, R. D. P., DUTRA, J. C. F., Silva, I. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Águas residuárias, agroindústria, padrões de lançamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho global da estação de tratamento de qualidade do tratamento de efluentes e o atendimento aos padrões estabelecidos pela legislação ambiental. O trabalho foi realizado em uma indústria de laticínio localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A estação de tratamento de efluentes em escala real foi projetada para uma vazão diária de 150 m³d-1, correspondente a uma produção de 50 m³d-1 de leite. O sistema de tratamento consistiu de peneira rotativa, calha parshall, caixa de areia e uma série de lagoas de estabilização do tipo anaeróbia seguida de facultativa. Os únicos parâmetros que não cumpriram a legislação foram a DBO e DQO. Entretanto quanto se compara com o padrão de eficiência de remoção da ETE, observam-se valores de remoção bem superiores ao mínimo estabelecidos pela legislação. A justificativa para estas diferenças quanto ao atendimento a legislação se deve em função desses tipos de efluentes apresentarem valores elevados de matéria orgânica, que mesmo com elevadas eficiências de remoção não conseguem atender aos padrões de lançamento, e pelos padrões de lançamento da referida legislação serem restritivos e baseados no atendimento ao tratamento de esgoto doméstico.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Rodrigues, L. S., Salomão, R. E. J., Santos, R. D. P., DUTRA, J. C. F., Silva, I. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Águas residuárias, agroindústria, padrões de lançamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho global da estação de tratamento de qualidade do tratamento de efluentes e o atendimento aos padrões estabelecidos pela legislação ambiental. O trabalho foi realizado em uma indústria de laticínio localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. A estação de tratamento de efluentes em escala real foi projetada para uma vazão diária de 150 m³d-1, correspondente a uma produção de 50 m³d-1 de leite. O sistema de tratamento consistiu de peneira rotativa, calha parshall, caixa de areia e uma série de lagoas de estabilização do tipo anaeróbia seguida de facultativa. Os únicos parâmetros que não cumpriram a legislação foram a DBO e DQO. Entretanto quanto se compara com o padrão de eficiência de remoção da ETE, observam-se valores de remoção bem superiores ao mínimo estabelecidos pela legislação. A justificativa para estas diferenças quanto ao atendimento a legislação se deve em função desses tipos de efluentes apresentarem valores elevados de matéria orgânica, que mesmo com elevadas eficiências de remoção não conseguem atender aos padrões de lançamento, e pelos padrões de lançamento da referida legislação serem restritivos e baseados no atendimento ao tratamento de esgoto doméstico.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Saneamento e Controle Ambiental (SCA)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:13:55 -0300</pubDate>
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