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       <title>Energia na Agricultura (EAG) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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              <item>
           <title>Redução de coliformes em substrato de biodigestores abastecidos com dejeto bovino em co-digestão com soro de leite e soro de ricota</title>
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           <media:title type="plain">Redução de coliformes em substrato de biodigestores abastecidos com dejeto bovino em co-digestão com soro de leite e soro de ricota</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, A., PEREIRA, A. M., GIRANDA, R. N., SILVEIRA, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão anaeróbia, bovinos leiteiros, microrganismos patogênicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As fezes bovinas são identificadas como reservatório de organismos patogênicos e consideradas veículo de transmissão para o ambiente. Neste trabalho avaliou-se a eficiência da biodigestão anaeróbia na redução em tempo (semanas) de coliformes em substratos compostos por dejetos de bovinos leiteiros e água em co-digestão com soro de leite ou soro de ricota nas proporções de 0, 20, 30, 40 e 50%. Para análise de coliformes semanalmente foram colhidos cinco mL dos substratos em fermentação de cada biodigestor. A colimetria foi realizada pela técnica de tubos múltiplos (APHA, 2005). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo (semanas) e os tratamentos e médias foram comparados entre si através do teste de Tukey (5%). Os substratos sem adição de qualquer tipo de soro mais tardiamente tiveram os coliformes eliminados (p&lt;0,05). Nos substratos contendo 30, 40 e 50% de soro de ricota mais rapidamente a eliminação destes microrganismos (p&lt;0,05). Portanto, a utilização de soro de ricota para composição de substratos para biodigestores acelera a eliminação de coliformes do material em fermentação.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, A., PEREIRA, A. M., GIRANDA, R. N., SILVEIRA, C. B.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Biodigestão anaeróbia, bovinos leiteiros, microrganismos patogênicos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">As fezes bovinas são identificadas como reservatório de organismos patogênicos e consideradas veículo de transmissão para o ambiente. Neste trabalho avaliou-se a eficiência da biodigestão anaeróbia na redução em tempo (semanas) de coliformes em substratos compostos por dejetos de bovinos leiteiros e água em co-digestão com soro de leite ou soro de ricota nas proporções de 0, 20, 30, 40 e 50%. Para análise de coliformes semanalmente foram colhidos cinco mL dos substratos em fermentação de cada biodigestor. A colimetria foi realizada pela técnica de tubos múltiplos (APHA, 2005). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado com medidas repetidas no tempo (semanas) e os tratamentos e médias foram comparados entre si através do teste de Tukey (5%). Os substratos sem adição de qualquer tipo de soro mais tardiamente tiveram os coliformes eliminados (p&lt;0,05). Nos substratos contendo 30, 40 e 50% de soro de ricota mais rapidamente a eliminação destes microrganismos (p&lt;0,05). Portanto, a utilização de soro de ricota para composição de substratos para biodigestores acelera a eliminação de coliformes do material em fermentação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:33:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DA MOBILIZAÇÃO DO SOLO E CONSUMO DE COMBUSTÍVEL COM MECANISMOS DE PRESSÃO NO DISCO SULCADOR E VELOCIDADES NA SEMEADURA DIRETA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2493-qualidade-da-mobilizacao-do-solo-e-consumo-de-combustivel-com-mecanismos-de-pressao-no-disco-sulcador-e-velocidades-na-semeadura-direta?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DA MOBILIZAÇÃO DO SOLO E CONSUMO DE COMBUSTÍVEL COM MECANISMOS DE PRESSÃO NO DISCO SULCADOR E VELOCIDADES NA SEMEADURA DIRETA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, V. F. A., FURLANI, C. E. A., BERTONHA, R. S., ZERBATO, C., VALENTE, G. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Controle estatístico de qualidade (CEQ), Área mobilizada, Sistema plantio direto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A busca por máquinas que proporcionem melhor capacidade operacional no mundo é incessante. Uma das formas de obter retorno às exigências do mercado é através da utilização de novos mecanismos e maiores velocidades, mantendo-se sempre boa regularidade durante todo o processo de semeadura. Objetivou-se no trabalho avaliar a mobilização do solo e consumo de combustível na semeadura do milho em função mecanismos de controle de profundidade da unidade de sementes, e velocidades de deslocamento, sob a óptica do controle estatístico de processo. O experimento foi conduzido em área experimental do Departamento de Engenharia Rural da UNESP/Jaboticabal. Foi utilizado delineamento em blocos casualizados em esquema fatorial 2x2, com 40 repetições. Os tratamentos foram constituídos por dois mecanismos de controle de profundidade da unidade de sementes (Mecânico e Pneumático), e duas velocidades (5,1 e 6,2 km h-1). As variáveis avaliadas foram: mobilização do solo e consumo de combustível do conjunto mecanizado trator semeadora-adubadora. Para as variáveis de consumo de combustível e mobilização do solo, verifica-se que o mecanismo do sistema de controle do disco duplo da semente pneumático na menor velocidade (5,1 km h-1), foi o que se apresentou sob controle na maioria das variáveis com menor variabilidade dos resultados.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, V. F. A., FURLANI, C. E. A., BERTONHA, R. S., ZERBATO, C., VALENTE, G. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Controle estatístico de qualidade (CEQ), Área mobilizada, Sistema plantio direto</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A busca por máquinas que proporcionem melhor capacidade operacional no mundo é incessante. Uma das formas de obter retorno às exigências do mercado é através da utilização de novos mecanismos e maiores velocidades, mantendo-se sempre boa regularidade durante todo o processo de semeadura. Objetivou-se no trabalho avaliar a mobilização do solo e consumo de combustível na semeadura do milho em função mecanismos de controle de profundidade da unidade de sementes, e velocidades de deslocamento, sob a óptica do controle estatístico de processo. O experimento foi conduzido em área experimental do Departamento de Engenharia Rural da UNESP/Jaboticabal. Foi utilizado delineamento em blocos casualizados em esquema fatorial 2x2, com 40 repetições. Os tratamentos foram constituídos por dois mecanismos de controle de profundidade da unidade de sementes (Mecânico e Pneumático), e duas velocidades (5,1 e 6,2 km h-1). As variáveis avaliadas foram: mobilização do solo e consumo de combustível do conjunto mecanizado trator semeadora-adubadora. Para as variáveis de consumo de combustível e mobilização do solo, verifica-se que o mecanismo do sistema de controle do disco duplo da semente pneumático na menor velocidade (5,1 km h-1), foi o que se apresentou sob controle na maioria das variáveis com menor variabilidade dos resultados.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:11:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE TORRE MÓVEL PARA TURBINA EÓLICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2488-projeto-e-desenvolvimento-de-torre-movel-para-turbina-eolica?format=html</link>
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           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albieiro, D., Alves, S. S., Melo, R. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, Máquina Agrícola, Geração de Energia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os recursos renováveis sempre tiveram grande importância para a humanidade e atualmente vem ganhado um maior enfoque devido à eminência do esgotamento das fontes não renováveis. Na agricultura familiar observa-se frequentemente a falta tecnologias apropriadas, isso dificulta a qualidade de vida e produção do trabalhador. Uma solução para obtenção de energia limpa, barata e renovável que melhoraria a vida do produtor rural, é a implantação de turbinas eólicas de pequeno porte. Com esse trabalho objetivou-se desenvolver uma máquina a qual facilite o hasteamento e permita a mobilidade da torre para o gerador eólico de pequeno porte. O projeto da máquina foi desenvolvido no programa auto CAD 2007, a metodologia usada foi a de análise e síntese funcional. A máquina desenvolvida foi baseada no mecanismo de uma perfuratriz de solo, porém ao invés de mover hastes para baixo perfurando o solo, moverá para cima elevando a torre e o gerador. A haste é seccionada em partes rosqueáveis de 1,5 m. A sustentação da máquina é feita por estabilizadores hidráulicos laterais, o levante das secções que compõem a torre é acionado por sistema hidráulico e o movimento é transmitido por um sistema de correias e carretilhas. A máquina demostra ser compatível aos objetivos requisitados, permitindo mobilidade à torre eólica, agilizando o processo de hasteamento e a regulagem da altura do gerador.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albieiro, D., Alves, S. S., Melo, R. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, Máquina Agrícola, Geração de Energia</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Os recursos renováveis sempre tiveram grande importância para a humanidade e atualmente vem ganhado um maior enfoque devido à eminência do esgotamento das fontes não renováveis. Na agricultura familiar observa-se frequentemente a falta tecnologias apropriadas, isso dificulta a qualidade de vida e produção do trabalhador. Uma solução para obtenção de energia limpa, barata e renovável que melhoraria a vida do produtor rural, é a implantação de turbinas eólicas de pequeno porte. Com esse trabalho objetivou-se desenvolver uma máquina a qual facilite o hasteamento e permita a mobilidade da torre para o gerador eólico de pequeno porte. O projeto da máquina foi desenvolvido no programa auto CAD 2007, a metodologia usada foi a de análise e síntese funcional. A máquina desenvolvida foi baseada no mecanismo de uma perfuratriz de solo, porém ao invés de mover hastes para baixo perfurando o solo, moverá para cima elevando a torre e o gerador. A haste é seccionada em partes rosqueáveis de 1,5 m. A sustentação da máquina é feita por estabilizadores hidráulicos laterais, o levante das secções que compõem a torre é acionado por sistema hidráulico e o movimento é transmitido por um sistema de correias e carretilhas. A máquina demostra ser compatível aos objetivos requisitados, permitindo mobilidade à torre eólica, agilizando o processo de hasteamento e a regulagem da altura do gerador.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 14:52:41 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PRODUÇÃO DE TOMATE ÉVORA SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2477-producao-de-tomate-evora-sob-diferentes-niveis-de-salinidade?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PRODUÇÃO DE TOMATE ÉVORA SOB DIFERENTES NÍVEIS DE SALINIDADE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIOL, M. A., FERREIRA, E. D., CARVALHO, J. A., LIMA, E. M. C., BOTELHO, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tomate, Manejo de irrigação, Salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura do tomate é uma das hortaliças com maior interesse econômico, podendo sua importância ser percebida através das novas tecnologias aplicadas a esta cultura. O cultivo protegido do tomate proporciona ainda maiores produtividades e frutos de melhor qualidade. Entretanto neste ambiente e com a utilização da irrigação localizada é comum o acúmulo de sais, devido principalmente a falta de uma lixiviação natural, resultando consequentemente a uma redução na capacidade de produção. Baseando nisto, o trabalho objetivou avaliar a produção total e comercial do tomate em diferentes níveis de sais na água de irrigação. Foi conduzido um experimento com a cultura do tomate em um delineamento inteiramente casualizado, com cinco níveis de sais no solo (0,005; 1,5; 3,5; 5,5; 6,5 dS m-1) e quatro repetições, totalizando vinte parcelas experimentais. Os resultados apresentaram diferença significativa a 1% para as produções total e comercial, sendo a maior produção para salinidade de 0,005 dS m-1. A produção e o consumo de água diminuíram exponencialmente com o aumento da salinidade da água de irrigação.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2477-producao-de-tomate-evora-sob-diferentes-niveis-de-salinidade?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VIOL, M. A., FERREIRA, E. D., CARVALHO, J. A., LIMA, E. M. C., BOTELHO, A. G.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tomate, Manejo de irrigação, Salinidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura do tomate é uma das hortaliças com maior interesse econômico, podendo sua importância ser percebida através das novas tecnologias aplicadas a esta cultura. O cultivo protegido do tomate proporciona ainda maiores produtividades e frutos de melhor qualidade. Entretanto neste ambiente e com a utilização da irrigação localizada é comum o acúmulo de sais, devido principalmente a falta de uma lixiviação natural, resultando consequentemente a uma redução na capacidade de produção. Baseando nisto, o trabalho objetivou avaliar a produção total e comercial do tomate em diferentes níveis de sais na água de irrigação. Foi conduzido um experimento com a cultura do tomate em um delineamento inteiramente casualizado, com cinco níveis de sais no solo (0,005; 1,5; 3,5; 5,5; 6,5 dS m-1) e quatro repetições, totalizando vinte parcelas experimentais. Os resultados apresentaram diferença significativa a 1% para as produções total e comercial, sendo a maior produção para salinidade de 0,005 dS m-1. A produção e o consumo de água diminuíram exponencialmente com o aumento da salinidade da água de irrigação.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 10:16:22 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>POLÍTICAS BRASILEIRAS DO BIODIESEL E PERSPECTIVAS NOS MARCOS REGULATÓRIOS NO BRASIL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2458-politicas-brasileiras-do-biodiesel-e-perspectivas-nos-marcos-regulatorios-no-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">POLÍTICAS BRASILEIRAS DO BIODIESEL E PERSPECTIVAS NOS MARCOS REGULATÓRIOS NO BRASIL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIRA, T. A. M., LOPES, A., OLIVEIRA, G. S., COSTA, B. O., IAMAGUTI, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, biocombustíveis, matriz energética brasileira</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Devido à grande preocupação com o esgotamento e consequente alta dos preços das energias fósseis ao longo dos últimos anos, os biocombustíveis ganharam espaço notável, a fim de suprir a demanda de energia do mundo. Novas estratégias na utilização de energias renováveis ganharam espaço e devem ser identificadas para aumentar o potencial de contribuição. Considerando o contexto, este trabalho tem como objetivo abordar a conjuntura do cenário atual sobre a utilização do biodiesel, bem como as políticas brasileiras de biocombustíveis, em especial o biodiesel e os marcos regulatórios no País. Destaca-se que a consulta bibliográfica constituiu a base material e a metodológica do trabalho. O resultado da busca evidencia que o Brasil adotou, ao longo dos anos, diferentes mecanismos de política pública para promover o uso de combustíveis renováveis e biodegradáveis com atrativos econômicos, sociais e ambientais. E devido à grande extensão territorial e a condições climáticas favoráveis, o Brasil pode destacar-se no cenário mundial como grande produtor e exportador de biodiesel.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2458-politicas-brasileiras-do-biodiesel-e-perspectivas-nos-marcos-regulatorios-no-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIRA, T. A. M., LOPES, A., OLIVEIRA, G. S., COSTA, B. O., IAMAGUTI, P. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, biocombustíveis, matriz energética brasileira</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Devido à grande preocupação com o esgotamento e consequente alta dos preços das energias fósseis ao longo dos últimos anos, os biocombustíveis ganharam espaço notável, a fim de suprir a demanda de energia do mundo. Novas estratégias na utilização de energias renováveis ganharam espaço e devem ser identificadas para aumentar o potencial de contribuição. Considerando o contexto, este trabalho tem como objetivo abordar a conjuntura do cenário atual sobre a utilização do biodiesel, bem como as políticas brasileiras de biocombustíveis, em especial o biodiesel e os marcos regulatórios no País. Destaca-se que a consulta bibliográfica constituiu a base material e a metodológica do trabalho. O resultado da busca evidencia que o Brasil adotou, ao longo dos anos, diferentes mecanismos de política pública para promover o uso de combustíveis renováveis e biodegradáveis com atrativos econômicos, sociais e ambientais. E devido à grande extensão territorial e a condições climáticas favoráveis, o Brasil pode destacar-se no cenário mundial como grande produtor e exportador de biodiesel.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:45:38 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PICOS DE EXIGÊNCIAS DE POTÊNCIA NA BARRA DE TRAÇÃO DE UM TRATOR AGRÍCOLA EM UMA OPERAÇÃO DE SEMEADURA DE SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2453-picos-de-exigencias-de-potencia-na-barra-de-tracao-de-um-trator-agricola-em-uma-operacao-de-semeadura-de-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PICOS DE EXIGÊNCIAS DE POTÊNCIA NA BARRA DE TRAÇÃO DE UM TRATOR AGRÍCOLA EM UMA OPERAÇÃO DE SEMEADURA DE SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BECKER, R. S., ALONÇO, A. S., FRANCETTO, T. R., BELLÉ, M. P., VEIT, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semeadora-adubadora, Demanda energética, Força de tração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a variação da demanda de potência na barra de tração de um trator em uma atividade de semeadura de soja operando em três velocidades de deslocamento. O experimento foi conduzido em uma área experimental pertencente à UFSM – RS utilizando-se um trator agrícola com instrumentação eletrônica e uma semeadora-adubadora com 8 linhas. As velocidades de operação foram 1,82, 2,11 e 2,15 m s-1. Analisaram-se os valores superiores e inferiores em relação a média da potência na barra de tração. Submeteu-se os resultados ao teste de Tukey a 5% de probabilidade de erro. Para valores acima da média de potência, verificou-se diferenças significativas, para todas as velocidades avaliadas, as médias foram respectivamente, 28,08 kW; 33,04 kW e 37,65 kW, sendo que a V3 apresentou a maior amplitude, com 25,98 kW. Para valores na faixa inferior à média, verificou-se diferenças significativas entre a V1 com as demais velocidades, já entre a V2 e V3 não ocorreu diferenças com significância, as médias das velocidades 1, 2 e 3 foram 22,38 kW, 26,35 kW e 28,32 kW, respectivamente. Conclui-se que, com o aumento da velocidade ocorreu um incremento da demanda de potência na barra de tração e uma elevação significativa na amplitude desta.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2453-picos-de-exigencias-de-potencia-na-barra-de-tracao-de-um-trator-agricola-em-uma-operacao-de-semeadura-de-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>BECKER, R. S., ALONÇO, A. S., FRANCETTO, T. R., BELLÉ, M. P., VEIT, A. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Semeadora-adubadora, Demanda energética, Força de tração</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se avaliar a variação da demanda de potência na barra de tração de um trator em uma atividade de semeadura de soja operando em três velocidades de deslocamento. O experimento foi conduzido em uma área experimental pertencente à UFSM – RS utilizando-se um trator agrícola com instrumentação eletrônica e uma semeadora-adubadora com 8 linhas. As velocidades de operação foram 1,82, 2,11 e 2,15 m s-1. Analisaram-se os valores superiores e inferiores em relação a média da potência na barra de tração. Submeteu-se os resultados ao teste de Tukey a 5% de probabilidade de erro. Para valores acima da média de potência, verificou-se diferenças significativas, para todas as velocidades avaliadas, as médias foram respectivamente, 28,08 kW; 33,04 kW e 37,65 kW, sendo que a V3 apresentou a maior amplitude, com 25,98 kW. Para valores na faixa inferior à média, verificou-se diferenças significativas entre a V1 com as demais velocidades, já entre a V2 e V3 não ocorreu diferenças com significância, as médias das velocidades 1, 2 e 3 foram 22,38 kW, 26,35 kW e 28,32 kW, respectivamente. Conclui-se que, com o aumento da velocidade ocorreu um incremento da demanda de potência na barra de tração e uma elevação significativa na amplitude desta.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 09:40:18 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>KRIGAGEM INDICATRIZ NA DETERMINAÇÃO DA VARIABILIDADE ESPACIAL DA NECESSIDADE DE CALAGEM DO SOLO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2411-krigagem-indicatriz-na-determinacao-da-variabilidade-espacial-da-necessidade-de-calagem-do-solo?format=html</link>
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           <media:title type="plain">KRIGAGEM INDICATRIZ NA DETERMINAÇÃO DA VARIABILIDADE ESPACIAL DA NECESSIDADE DE CALAGEM DO SOLO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VALENTE, I. Q. M., MOTOMIYA, A. V. A., SILVA, B. B., LOPES, J. T., CORTEZ, J. W.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, krigagem, mapeamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A krigagem indicatriz é um tipo não-paramétrico de krigagem ordinária condicional, que usa a posição e os valores dos dados para produzir uma distribuição local em vez de uma distribuição global das propriedades analisadas. O trabalho teve como objetivo identificar a distribuição espacial de cálcio e magnésio no solo utilizando-se a técnica de krigagem indicatriz em um Latossolo Vermelho Escuro distroférrico. A amostragem foi realizada nos pontos de cruzamento de uma malha regular de 8 linhas e 6 colunas, com um espaçamento de 20 metros entre pontos, totalizando 48 pontos de amostragem. Os dados de Ca e Mg foram analisados por procedimentos de estatística descritiva e então transformados em indicadores de probabilidade de acordo com valores de corte correspondentes aos quartis. A análise geoestatística foi realizada sobre os dados transformados. O modelo do semivariograma e seus parâmetros foram usados, conjuntamente com técnicas de interpolação de dados, para obter os mapas de probabilidade. Observou-se que os melhores ajustes foram obtidos para o indicador de Ca (0-0,10 m) utilizando-se como valor de corte, o primeiro quartil da distribuição de frequência e, também para o indicador de Mg (0-0,10 m) utilizando o 3º Quartil.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2411-krigagem-indicatriz-na-determinacao-da-variabilidade-espacial-da-necessidade-de-calagem-do-solo?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VALENTE, I. Q. M., MOTOMIYA, A. V. A., SILVA, B. B., LOPES, J. T., CORTEZ, J. W.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, krigagem, mapeamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A krigagem indicatriz é um tipo não-paramétrico de krigagem ordinária condicional, que usa a posição e os valores dos dados para produzir uma distribuição local em vez de uma distribuição global das propriedades analisadas. O trabalho teve como objetivo identificar a distribuição espacial de cálcio e magnésio no solo utilizando-se a técnica de krigagem indicatriz em um Latossolo Vermelho Escuro distroférrico. A amostragem foi realizada nos pontos de cruzamento de uma malha regular de 8 linhas e 6 colunas, com um espaçamento de 20 metros entre pontos, totalizando 48 pontos de amostragem. Os dados de Ca e Mg foram analisados por procedimentos de estatística descritiva e então transformados em indicadores de probabilidade de acordo com valores de corte correspondentes aos quartis. A análise geoestatística foi realizada sobre os dados transformados. O modelo do semivariograma e seus parâmetros foram usados, conjuntamente com técnicas de interpolação de dados, para obter os mapas de probabilidade. Observou-se que os melhores ajustes foram obtidos para o indicador de Ca (0-0,10 m) utilizando-se como valor de corte, o primeiro quartil da distribuição de frequência e, também para o indicador de Mg (0-0,10 m) utilizando o 3º Quartil.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:55:34 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Influência do teor de água nas propriedades mecânicas dos grãos de girassol submetidos à compressão</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2404-influencia-do-teor-de-agua-nas-propriedades-mecanicas-dos-graos-de-girassol-submetidos-a-compressao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Influência do teor de água nas propriedades mecânicas dos grãos de girassol submetidos à compressão</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., SOUSA, K. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Deformidade. Secagem. Helianthus annuus</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho verificar a influência do teor de água nos valores da força de ruptura, força máxima de compressão para deformações pré-fixadas e determinar o módulo proporcional de deformidade de grãos de girassol submetidos à compressão, à velocidade de 0, 002 m s-1. Foram utilizados grãos de girassol, com teores de água de 30,0; 26,0; 22,0; 18,0; 14,0; 10,0; 6,0 (% b.u.), submetidos a esforços de compressão uniaxial entre duas placas paralelas, aplicada em sua posição natural de repouso. A partir dos resultados obtidos, conclui-se que a força necessária para romper os grãos de girassol aumentou à medida que diminuiu o teor de água, com valores entre 15,86 a 46,29 N. A força de compressão necessária para deformar o girassol diminui com o aumento do teor de água. O módulo proporcional de deformidade aumenta com a redução do teor de água, obtendo-se valores, para faixa de teor de água estudada, entre 0,92 x 107 à 3,10 x107 Pa.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., SOUSA, K. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Deformidade. Secagem. Helianthus annuus</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se com o presente trabalho verificar a influência do teor de água nos valores da força de ruptura, força máxima de compressão para deformações pré-fixadas e determinar o módulo proporcional de deformidade de grãos de girassol submetidos à compressão, à velocidade de 0, 002 m s-1. Foram utilizados grãos de girassol, com teores de água de 30,0; 26,0; 22,0; 18,0; 14,0; 10,0; 6,0 (% b.u.), submetidos a esforços de compressão uniaxial entre duas placas paralelas, aplicada em sua posição natural de repouso. A partir dos resultados obtidos, conclui-se que a força necessária para romper os grãos de girassol aumentou à medida que diminuiu o teor de água, com valores entre 15,86 a 46,29 N. A força de compressão necessária para deformar o girassol diminui com o aumento do teor de água. O módulo proporcional de deformidade aumenta com a redução do teor de água, obtendo-se valores, para faixa de teor de água estudada, entre 0,92 x 107 à 3,10 x107 Pa.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:43:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTIMATIVA DA ÁREA FOLIAR DO PIMENTÃO A PARTIR DA MASSA FRESCA DO LIMBO FOLIAR</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2356-estimativa-da-area-foliar-do-pimentao-a-partir-da-massa-fresca-do-limbo-foliar?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTIMATIVA DA ÁREA FOLIAR DO PIMENTÃO A PARTIR DA MASSA FRESCA DO LIMBO FOLIAR</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores:</span> LORENZONI, M. Z., REZENDE, R., SOUZA,A. H. C., SANTOS, F. A. S., OLIVEIRA, J. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum annuum L., Modelagem, Fisiologia vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A área foliar de uma cultura é amplamente utilizada como parâmetro para indicar a produtividade. O presente trabalho teve por objetivo propor um modelo matemático para estimar a área foliar do pimentão através da massa fresca do limbo foliar para diferentes dias de amostragem. O experimento foi conduzido de outubro a dezembro de 2014 e as coletas das folhas foram realizadas aos 26, 41, 61 e 82 dias após o transplante. A área foliar foi determinada por meio do método da imagem digital utilizando o software QUANT e as dimensões foram obtidas com um paquímetro digital. As correlações foram realizadas entre a massa fresca da folha com a sua área, sendo encontrado um modelo de estimativa de área foliar para diferentes dias após o transplante devido à variação do conteúdo relativo de água nas folhas durante a condução da cultura. Os modelos analisados foram comprovados através de índices estatísticos e apresentaram boa estimativa com R² acima de 95%.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2356-estimativa-da-area-foliar-do-pimentao-a-partir-da-massa-fresca-do-limbo-foliar?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores:</span> LORENZONI, M. Z., REZENDE, R., SOUZA,A. H. C., SANTOS, F. A. S., OLIVEIRA, J. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Capsicum annuum L., Modelagem, Fisiologia vegetal</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A área foliar de uma cultura é amplamente utilizada como parâmetro para indicar a produtividade. O presente trabalho teve por objetivo propor um modelo matemático para estimar a área foliar do pimentão através da massa fresca do limbo foliar para diferentes dias de amostragem. O experimento foi conduzido de outubro a dezembro de 2014 e as coletas das folhas foram realizadas aos 26, 41, 61 e 82 dias após o transplante. A área foliar foi determinada por meio do método da imagem digital utilizando o software QUANT e as dimensões foram obtidas com um paquímetro digital. As correlações foram realizadas entre a massa fresca da folha com a sua área, sendo encontrado um modelo de estimativa de área foliar para diferentes dias após o transplante devido à variação do conteúdo relativo de água nas folhas durante a condução da cultura. Os modelos analisados foram comprovados através de índices estatísticos e apresentaram boa estimativa com R² acima de 95%.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:45:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO DO KALANCHOE BLOSSFELDIANA POELLN EM AMBIENTE PROTEGIDO E COM BOA DISPONIBILIDADE HÍDRICA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2285-desenvolvimento-e-crescimento-do-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-em-ambiente-protegido-e-com-boa-disponibilidade-hidrica?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO DO KALANCHOE BLOSSFELDIANA POELLN EM AMBIENTE PROTEGIDO E COM BOA DISPONIBILIDADE HÍDRICA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, F. T., SOARES, F. C., CORRÊA, F. R., BORTOLAS, F. A., PARIZI, A. R. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo de irrigação, Produção, Resultados</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Sabe-se que no manejo da irrigação tanto o excesso quanto o déficit hídrico trazem prejuízos as culturas. Em plantas ornamentais os estudos sobre as necessidades hídricas, e o manejo das lâminas de irrigação são escassos. Deste modo, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes lâminas de irrigação sobre o crescimento e desenvolvimento do Kalanchoe. O experimento foi conduzido em estufa plástica, onde foram aplicadas doses de irrigação, com proveta graduada, para plantas transplantadas no mês dezembro/2013. As lâminas de irrigação foram referentes à 40%, 60%, 80%, e 100% da capacidade de vaso (CV). O delineamento experimental foi casualizado com quatro repetições por tratamento. Os parâmetros analisados foram: consumo hídrico total por planta, altura de planta (Alt.); número de folhas por planta (NF) e área do dossel (AD). Os dados obtidos foram analisados via análise de variância, e as médias submetidas ao teste de Tukey a 5%. Não foram observadas diferença significativa para nenhuma das variáveis. Notou-seque as plantas submetidas a lâmina com 60% da CV, apresentaram as maiores alturas. Os melhores NF ocorreram com as lâminas de 100% e 80% da CV. Já, as maiores AD foi para a lâmina de 80%.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2285-desenvolvimento-e-crescimento-do-kalanchoe-blossfeldiana-poelln-em-ambiente-protegido-e-com-boa-disponibilidade-hidrica?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>FERNANDES, F. T., SOARES, F. C., CORRÊA, F. R., BORTOLAS, F. A., PARIZI, A. R. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Manejo de irrigação, Produção, Resultados</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Sabe-se que no manejo da irrigação tanto o excesso quanto o déficit hídrico trazem prejuízos as culturas. Em plantas ornamentais os estudos sobre as necessidades hídricas, e o manejo das lâminas de irrigação são escassos. Deste modo, objetivou-se avaliar o efeito de diferentes lâminas de irrigação sobre o crescimento e desenvolvimento do Kalanchoe. O experimento foi conduzido em estufa plástica, onde foram aplicadas doses de irrigação, com proveta graduada, para plantas transplantadas no mês dezembro/2013. As lâminas de irrigação foram referentes à 40%, 60%, 80%, e 100% da capacidade de vaso (CV). O delineamento experimental foi casualizado com quatro repetições por tratamento. Os parâmetros analisados foram: consumo hídrico total por planta, altura de planta (Alt.); número de folhas por planta (NF) e área do dossel (AD). Os dados obtidos foram analisados via análise de variância, e as médias submetidas ao teste de Tukey a 5%. Não foram observadas diferença significativa para nenhuma das variáveis. Notou-seque as plantas submetidas a lâmina com 60% da CV, apresentaram as maiores alturas. Os melhores NF ocorreram com as lâminas de 100% e 80% da CV. Já, as maiores AD foi para a lâmina de 80%.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:49:45 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Desempenho operacional e energético de um trator no preparo de solo em função dos tipos construtivos de pneus</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2276-desempenho-operacional-e-energetico-de-um-trator-no-preparo-de-solo-em-funcao-dos-tipos-construtivos-de-pneus?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Desempenho operacional e energético de um trator no preparo de solo em função dos tipos construtivos de pneus</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALEIXO, E. V., ARTIOLI, J. A., OLIVEIRA, M., GUERRA, S. P. S., PUTTI, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pneu, desempenho máquina, eficiência energética</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o presente trabalho, teve-se objetivo de comparar o consumo horário e específico de combustível, potência e rendimento na barra de tração, de um trator agrícola operando com pneus diagonais e pneus BPAF (baixa pressão e alta flutuação), na mesma lastragem líquida e sólida, marcha e velocidade de deslocamento teórica. O experimento foi realizado sob um NITOSSOLO da Usina da Barra, Barra Bonita, SP, em condição de preparo do solo com grade pesada e escarificador. Utilizou-se um trator com potência de 142 kW (190 CV) no motor. Os pneus foram do tipo R1, com as seguintes características: BPAF (dianteiros: 600/55-30.5; traseiros: 710/65-38) e diagonal (dianteiros: 16.9-26, traseiros: 24.5-32). Os resultados evidenciaram que o trator quando equipado com os pneus BPAF, nas operações de preparo de solo, apresentou menor consumo de combustível quando comparados ao trator com pneus diagonais. A potência e rendimento na barra de tração foi superior para o trator equipado com os pneus BPAF quando comparados com o trator equipado com pneus diagonais.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2276-desempenho-operacional-e-energetico-de-um-trator-no-preparo-de-solo-em-funcao-dos-tipos-construtivos-de-pneus?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALEIXO, E. V., ARTIOLI, J. A., OLIVEIRA, M., GUERRA, S. P. S., PUTTI, F. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Pneu, desempenho máquina, eficiência energética</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o presente trabalho, teve-se objetivo de comparar o consumo horário e específico de combustível, potência e rendimento na barra de tração, de um trator agrícola operando com pneus diagonais e pneus BPAF (baixa pressão e alta flutuação), na mesma lastragem líquida e sólida, marcha e velocidade de deslocamento teórica. O experimento foi realizado sob um NITOSSOLO da Usina da Barra, Barra Bonita, SP, em condição de preparo do solo com grade pesada e escarificador. Utilizou-se um trator com potência de 142 kW (190 CV) no motor. Os pneus foram do tipo R1, com as seguintes características: BPAF (dianteiros: 600/55-30.5; traseiros: 710/65-38) e diagonal (dianteiros: 16.9-26, traseiros: 24.5-32). Os resultados evidenciaram que o trator quando equipado com os pneus BPAF, nas operações de preparo de solo, apresentou menor consumo de combustível quando comparados ao trator com pneus diagonais. A potência e rendimento na barra de tração foi superior para o trator equipado com os pneus BPAF quando comparados com o trator equipado com pneus diagonais.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:23:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Desempenho de um trator equipado com pneus radiais e diagonais tracionando uma semeadora-adubadora</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2268-desempenho-de-um-trator-equipado-com-pneus-radiais-e-diagonais-tracionando-uma-semeadora-adubadora?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Desempenho de um trator equipado com pneus radiais e diagonais tracionando uma semeadora-adubadora</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALEIXO, E. V., ARTIOLI, J. A., OLIVEIRA, M., GUERRA, S. P. S., TESTA, J. V. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área:</span> Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ensaio de trator, pneus agrícolas, consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de se avaliar os parâmetros de desempenho de um trator agrícola equipado com pneus radiais e diagonais em uma área experimental da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Câmpus de Umuarama-PR. No experimento foi utilizado um trator de 93 kW (125 CV) de potência no motor e uma semeadora-adubadora de 9 linhas com espaçamento de 450 mm. As pressões de inflações dos pneus foram ajustadas de acordo com as recomendações de cada fabricante. Utilizou-se a velocidade teórica de semeadura de 5 km h-1, foram medidos a velocidade de deslocamento, a patinagem dos rodados, o consumo de combustível e calculou-se a capacidade operacional efetiva. Os resultados evidenciaram que o trator com pneu radial apresentou menores consumo de combustível, patinagem dos rodados e maiores velocidade de deslocamento e capacidade operacional efetiva comparada com o pneu diagonal.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2268-desempenho-de-um-trator-equipado-com-pneus-radiais-e-diagonais-tracionando-uma-semeadora-adubadora?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALEIXO, E. V., ARTIOLI, J. A., OLIVEIRA, M., GUERRA, S. P. S., TESTA, J. V. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área:</span> Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Ensaio de trator, pneus agrícolas, consumo de combustível</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Desenvolveu-se este trabalho com o objetivo de se avaliar os parâmetros de desempenho de um trator agrícola equipado com pneus radiais e diagonais em uma área experimental da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Câmpus de Umuarama-PR. No experimento foi utilizado um trator de 93 kW (125 CV) de potência no motor e uma semeadora-adubadora de 9 linhas com espaçamento de 450 mm. As pressões de inflações dos pneus foram ajustadas de acordo com as recomendações de cada fabricante. Utilizou-se a velocidade teórica de semeadura de 5 km h-1, foram medidos a velocidade de deslocamento, a patinagem dos rodados, o consumo de combustível e calculou-se a capacidade operacional efetiva. Os resultados evidenciaram que o trator com pneu radial apresentou menores consumo de combustível, patinagem dos rodados e maiores velocidade de deslocamento e capacidade operacional efetiva comparada com o pneu diagonal.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 14:12:45 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONVERSÃO DE MOTOGERADOR ESTACIONÁRIO QUATRO TEMPOS CICLO OTTO GASOLINA PARA BIOGÁS</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2245-conversao-de-motogerador-estacionario-quatro-tempos-ciclo-otto-gasolina-para-biogas?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONVERSÃO DE MOTOGERADOR ESTACIONÁRIO QUATRO TEMPOS CICLO OTTO GASOLINA PARA BIOGÁS</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Praciano, A. C., Albiero, D., Feitosa, E. O., Melo, R. P., Monteiro, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, sustentabilidade, biodigestores</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho obteve como resultado um sistema de alimentação para conversão um motogerador estacionário de quatro tempos Ciclo Otto a gasolina em Ciclo Otto a biogás. O sistema foi desenvolvido com tubulações e conexões específica para gás, permitindo que o biogás entre no motor através de um orifício na tampa do filtro de ar, o mesmo será lançado diretamente no venturi do carburador. O uso de biogás é uma alternativa de energia renovável oriunda da fermentação de resíduos orgânicos e tem se mostrado viável para o uso em comunidades agrícolas que praticam atividades agropecuárias. O trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de um sistema de alimentação para converter um motogerador estacionário de quatro tempos Ciclo Otto que funciona originalmente a gasolina para que este opere a biogás.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2245-conversao-de-motogerador-estacionario-quatro-tempos-ciclo-otto-gasolina-para-biogas?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Praciano, A. C., Albiero, D., Feitosa, E. O., Melo, R. P., Monteiro, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia Renovável, sustentabilidade, biodigestores</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O trabalho obteve como resultado um sistema de alimentação para conversão um motogerador estacionário de quatro tempos Ciclo Otto a gasolina em Ciclo Otto a biogás. O sistema foi desenvolvido com tubulações e conexões específica para gás, permitindo que o biogás entre no motor através de um orifício na tampa do filtro de ar, o mesmo será lançado diretamente no venturi do carburador. O uso de biogás é uma alternativa de energia renovável oriunda da fermentação de resíduos orgânicos e tem se mostrado viável para o uso em comunidades agrícolas que praticam atividades agropecuárias. O trabalho tem como objetivo o desenvolvimento de um sistema de alimentação para converter um motogerador estacionário de quatro tempos Ciclo Otto que funciona originalmente a gasolina para que este opere a biogás.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 10:13:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Contribuição de biodigestores na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para o Semiárido Brasileiro</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2237-contribuicao-de-biodigestores-na-construcao-de-um-modelo-de-desenvolvimento-sustentavel-para-o-semiarido-brasileiro?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Contribuição de biodigestores na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para o Semiárido Brasileiro</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Praciano, A. C., Monteiro, L. A., Feitosa, E. O., Mota, W. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia renovável, biodigestor, jovens</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Uma alternativa energética para o semiárido brasileiro constitui o uso de biodigestores. Nesta perspectiva vislumbrou-se uma grande oportunidade de motivar meninas estudantes de agronomia e meninas estudantes de ensino médio em participarem da construção de uma nova forma de ver o ambiente do semiárido e a tendência atual do mundo em priorizar energias renováveis através da Chamada Nº 18/2013 MCTI/CNPq/SPM-PR/Petrobras - Meninas e Jovens Fazendo Ciências Exatas, Engenharias e Computação. Foi realizada a ligação entre os conhecimentos técnicos e saberes pertinentes às disciplinas de física, matemática e química para as meninas do segundo grau e para a estudante de agronomia aliadas as ciências aplicadas necessárias a execução do projeto. Como resultados foram concluído a inserção das meninas em um ambiente de pesquisa de alto nível da Universidade Federal do Ceará (UFC) através de visitas guiadas e palestras aos laboratórios do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFC. Um dia de campo foi realizado nas dependências do<br style="box-sizing: border-box;" />Departamento de Engenharia Agrícola (DENA) do CCA-UFC, aonde foi apresentado diversos equipamentos e realidades agrícolas do semiárido. Foi construída a casa de força para uso no sistema de geração de energia por biogás e finalmente foi entregue o biodigestor que está sendo montad</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2237-contribuicao-de-biodigestores-na-construcao-de-um-modelo-de-desenvolvimento-sustentavel-para-o-semiarido-brasileiro?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Albiero, D., Praciano, A. C., Monteiro, L. A., Feitosa, E. O., Mota, W. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Energia renovável, biodigestor, jovens</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Uma alternativa energética para o semiárido brasileiro constitui o uso de biodigestores. Nesta perspectiva vislumbrou-se uma grande oportunidade de motivar meninas estudantes de agronomia e meninas estudantes de ensino médio em participarem da construção de uma nova forma de ver o ambiente do semiárido e a tendência atual do mundo em priorizar energias renováveis através da Chamada Nº 18/2013 MCTI/CNPq/SPM-PR/Petrobras - Meninas e Jovens Fazendo Ciências Exatas, Engenharias e Computação. Foi realizada a ligação entre os conhecimentos técnicos e saberes pertinentes às disciplinas de física, matemática e química para as meninas do segundo grau e para a estudante de agronomia aliadas as ciências aplicadas necessárias a execução do projeto. Como resultados foram concluído a inserção das meninas em um ambiente de pesquisa de alto nível da Universidade Federal do Ceará (UFC) através de visitas guiadas e palestras aos laboratórios do Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UFC. Um dia de campo foi realizado nas dependências do<br style="box-sizing: border-box;" />Departamento de Engenharia Agrícola (DENA) do CCA-UFC, aonde foi apresentado diversos equipamentos e realidades agrícolas do semiárido. Foi construída a casa de força para uso no sistema de geração de energia por biogás e finalmente foi entregue o biodigestor que está sendo montad</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 10:01:32 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>CONSUMO E CUSTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CULTURA DE CEBOLA IRRIGADA POR PIVÔ CENTRAL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2229-consumo-e-custo-de-energia-eletrica-em-cultura-de-cebola-irrigada-por-pivo-central?format=html</link>
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           <media:title type="plain">CONSUMO E CUSTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM CULTURA DE CEBOLA IRRIGADA POR PIVÔ CENTRAL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., OLIVEIRA, P. J. D., CARLETO, N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistemas de irrigação, sistemas tarifários de energia, energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi analisar o consumo, custo de energia elétrica, e resultado econômico em cultura de cebola irrigada por pivô central, no ano de 2014. A pesquisa foi desenvolvida no Sítio Santo Antônio, localizado no município Monte Alto - SP, situado a 21º 15' 40" de latitude sul e 48º 29' 47" de longitude oeste e altitude média de 735 m. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). Foi estudada a viabilidade de adequação a sistemas tarifários diferentes, com adequação de contratos a fim de minimizar os gastos do produtor. Os resultados desse estudo mostram que o melhor horário para irrigar é no horário noturno (21:30 – 6:00) com consequente economia do consumo de energia elétrica e do custo da irrigação. O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cebola.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2229-consumo-e-custo-de-energia-eletrica-em-cultura-de-cebola-irrigada-por-pivo-central?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>TURCO, J. E. P., OLIVEIRA, P. J. D., CARLETO, N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sistemas de irrigação, sistemas tarifários de energia, energia elétrica</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi analisar o consumo, custo de energia elétrica, e resultado econômico em cultura de cebola irrigada por pivô central, no ano de 2014. A pesquisa foi desenvolvida no Sítio Santo Antônio, localizado no município Monte Alto - SP, situado a 21º 15' 40" de latitude sul e 48º 29' 47" de longitude oeste e altitude média de 735 m. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi medido por meio da utilização de um medidor de energia (mod. Microvip3 - Elcontrol, Itália). Foi estudado o custo da energia elétrica para dois grupos tarifários, Grupo A e Grupo B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). Foi estudada a viabilidade de adequação a sistemas tarifários diferentes, com adequação de contratos a fim de minimizar os gastos do produtor. Os resultados desse estudo mostram que o melhor horário para irrigar é no horário noturno (21:30 – 6:00) com consequente economia do consumo de energia elétrica e do custo da irrigação. O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura de cebola.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 09:37:57 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>AVALIAÇÃO DO POTENCIAL EÓLICO NA ZONA RURAL DE PETROLINA - PE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2163-avaliacao-do-potencial-eolico-na-zona-rural-de-petrolina-pe?format=html</link>
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           <media:title type="plain">AVALIAÇÃO DO POTENCIAL EÓLICO NA ZONA RURAL DE PETROLINA - PE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R. T., SOUZA, A. M., DAMASCENA, O. R., COSTA, D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Regime Eólico, Aproveitamento Energético, Distribuição Weibull</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A exclusão energética ainda limita o desenvolvimento socioeconômico de áreas rurais e com isso surgiu a necessidade de buscar energias alternativas para suprir esse déficit através da universalização do seu acesso. Sendo assim, objetivou-se o estudo da caracterização do regime eólico na área rural de Petrolina – PE visando determinar o potencial energético para a implantação de micro centrais eólicas. Foram utilizados dados horários, do período de janeiro de 2008 a dezembro de 2013, de velocidade média do vento a 10m de altura da estação climatológica pertencente ao Laboratório de Meteorologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco e que está localizada no Distrito de Irrigação Nilo Coêlho (latitude: 09º19'28"S, longitude: 40º33'34"W, altitude: 393m). Para determinar o aproveitamento energético eólico foi utilizado a distribuição de Weibull, que consiste em métodos probabilísticos que determinará a distribuição de densidade dos ventos. O Distrito de Irrigação Nilo Coêlho localizado na cidade de Petrolina - PE apresenta uma densidade de velocidade do vento inferior para o aproveitamento eólico e consequentemente a geração energética.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SILVA, R. T., SOUZA, A. M., DAMASCENA, O. R., COSTA, D. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Regime Eólico, Aproveitamento Energético, Distribuição Weibull</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A exclusão energética ainda limita o desenvolvimento socioeconômico de áreas rurais e com isso surgiu a necessidade de buscar energias alternativas para suprir esse déficit através da universalização do seu acesso. Sendo assim, objetivou-se o estudo da caracterização do regime eólico na área rural de Petrolina – PE visando determinar o potencial energético para a implantação de micro centrais eólicas. Foram utilizados dados horários, do período de janeiro de 2008 a dezembro de 2013, de velocidade média do vento a 10m de altura da estação climatológica pertencente ao Laboratório de Meteorologia da Universidade Federal do Vale do São Francisco e que está localizada no Distrito de Irrigação Nilo Coêlho (latitude: 09º19'28"S, longitude: 40º33'34"W, altitude: 393m). Para determinar o aproveitamento energético eólico foi utilizado a distribuição de Weibull, que consiste em métodos probabilísticos que determinará a distribuição de densidade dos ventos. O Distrito de Irrigação Nilo Coêlho localizado na cidade de Petrolina - PE apresenta uma densidade de velocidade do vento inferior para o aproveitamento eólico e consequentemente a geração energética.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Thu, 09 Apr 2020 09:48:56 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Avaliação da produção de biogás em microrreatores a partir de dejetos de suínos e bovinos em diferentes proporções</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2136-avaliacao-da-producao-de-biogas-em-microrreatores-a-partir-de-dejetos-de-suinos-e-bovinos-em-diferentes-proporcoes?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Avaliação da produção de biogás em microrreatores a partir de dejetos de suínos e bovinos em diferentes proporções</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AKamine L. A., Passini, R., Silva, D. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Proporções, microrreatores, substratos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Atualmente, existem incentivos para o desenvolvimento e a utilização de fontes energéticas renováveis e menos poluidoras. Neste sentido, o presente trabalho buscou avaliar a quantidade de biogás produzido a partir da biodigestão dos dejetos bovinos e suínos, e suas diferentes proporções. O trabalho foi desenvolvido na Universidade Estadual de Goiás. Os tratamentos foram os diferentes substratos (dejetos frescos de suínos ou bovinos) em diferentes concentrações: B100: 100% de dejeto bovino; BS25: 75% de dejeto suíno e 25% de dejeto bovino; BS50: 50% de dejeto suíno e 50% de dejeto bovino; BS75: 25% de dejeto suíno e 75% de dejeto bovino e S100: 100% de dejeto suíno, sendo estes repetidos 5 vezes cada. Os microrreatores foram confeccionados com frascos de vidro hermeticamente fechados de 100 ml cada, os quais foram acondicionados sob temperatura de 35°C, por 28 dias. Antes e após a biodigestão, foi realizada as análises de sólidos totais. Não houve diferença na produção de biogás nos microrreatores para os diferentes tratamentos. O tratamento B100 foi menos eficiente na redução de sólidos totais, comparados aos demais tratamentos.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2136-avaliacao-da-producao-de-biogas-em-microrreatores-a-partir-de-dejetos-de-suinos-e-bovinos-em-diferentes-proporcoes?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>AKamine L. A., Passini, R., Silva, D. C.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Proporções, microrreatores, substratos</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Atualmente, existem incentivos para o desenvolvimento e a utilização de fontes energéticas renováveis e menos poluidoras. Neste sentido, o presente trabalho buscou avaliar a quantidade de biogás produzido a partir da biodigestão dos dejetos bovinos e suínos, e suas diferentes proporções. O trabalho foi desenvolvido na Universidade Estadual de Goiás. Os tratamentos foram os diferentes substratos (dejetos frescos de suínos ou bovinos) em diferentes concentrações: B100: 100% de dejeto bovino; BS25: 75% de dejeto suíno e 25% de dejeto bovino; BS50: 50% de dejeto suíno e 50% de dejeto bovino; BS75: 25% de dejeto suíno e 75% de dejeto bovino e S100: 100% de dejeto suíno, sendo estes repetidos 5 vezes cada. Os microrreatores foram confeccionados com frascos de vidro hermeticamente fechados de 100 ml cada, os quais foram acondicionados sob temperatura de 35°C, por 28 dias. Antes e após a biodigestão, foi realizada as análises de sólidos totais. Não houve diferença na produção de biogás nos microrreatores para os diferentes tratamentos. O tratamento B100 foi menos eficiente na redução de sólidos totais, comparados aos demais tratamentos.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Thu, 09 Apr 2020 08:46:39 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>VARIAÇÃO SAZONAL DO LENÇOL FREÁTICO NA ÁREA DE RECARGA DE UMA NASCENTE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO MARCELA – MG</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2116-variacao-sazonal-do-lencol-freatico-na-area-de-recarga-de-uma-nascente-na-bacia-hidrografica-do-ribeirao-marcela-mg?format=html</link>
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           <media:title type="plain">VARIAÇÃO SAZONAL DO LENÇOL FREÁTICO NA ÁREA DE RECARGA DE UMA NASCENTE NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO MARCELA – MG</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. S., SILVA, A. M., MELLO, C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento, Água subterrânea, Potenciometria</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O entendimento da variação do lençol freático nos fornece informações importantes, pois é um dos principais componentes no ciclo hidrológico, garantindo a perenidade do curso d’água no período de seca. Diante do exposto, objetivou-se neste trabalho a identificação da variação sazonal do Lençol Freático e a Direção do Fluxo Subterrâneo no ano hidrológico 2009/2010 na área de recarga de uma nascente pertencente à bacia Hidrográfica do Ribeirão Marcela. Os dados obtidos foram especializados com auxílio do Aplicativo Surfer 8.0 utilizando-se como interpolador o método da Krigagem, obtendo-se mapas potenciométricos. Para tanto, realizou-se o monitoramento de 17 poços de observação do lençol freático com periodicidade aproximadamente quinzenal. Os resultados evidenciaram a variação sazonal do Lençol Freático no período monitorado, onde se constata as duas etapas do ciclo hidrológico na fase terrestre, quais sejam a da recarga vinculada ao período de chuvas e a de drenagem que se pronuncia no período da seca. A Direção do Fluxo Subterrâneo demonstra que toda a área ao redor dos poços monitorados, está contribuindo para o escoamento base da nascente.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2116-variacao-sazonal-do-lencol-freatico-na-area-de-recarga-de-uma-nascente-na-bacia-hidrografica-do-ribeirao-marcela-mg?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>OLIVEIRA, A. S., SILVA, A. M., MELLO, C. R.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Monitoramento, Água subterrânea, Potenciometria</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O entendimento da variação do lençol freático nos fornece informações importantes, pois é um dos principais componentes no ciclo hidrológico, garantindo a perenidade do curso d’água no período de seca. Diante do exposto, objetivou-se neste trabalho a identificação da variação sazonal do Lençol Freático e a Direção do Fluxo Subterrâneo no ano hidrológico 2009/2010 na área de recarga de uma nascente pertencente à bacia Hidrográfica do Ribeirão Marcela. Os dados obtidos foram especializados com auxílio do Aplicativo Surfer 8.0 utilizando-se como interpolador o método da Krigagem, obtendo-se mapas potenciométricos. Para tanto, realizou-se o monitoramento de 17 poços de observação do lençol freático com periodicidade aproximadamente quinzenal. Os resultados evidenciaram a variação sazonal do Lençol Freático no período monitorado, onde se constata as duas etapas do ciclo hidrológico na fase terrestre, quais sejam a da recarga vinculada ao período de chuvas e a de drenagem que se pronuncia no período da seca. A Direção do Fluxo Subterrâneo demonstra que toda a área ao redor dos poços monitorados, está contribuindo para o escoamento base da nascente.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 14:27:04 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>USO DE SENSOR ÓTICO ATIVO NA QUALIDADE DA BRACHIARIA BRIZANTHA FERTIRRIGADA COM ESGOTO TRATADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2096-uso-de-sensor-otico-ativo-na-qualidade-da-brachiaria-brizantha-fertirrigada-com-esgoto-tratado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">USO DE SENSOR ÓTICO ATIVO NA QUALIDADE DA BRACHIARIA BRIZANTHA FERTIRRIGADA COM ESGOTO TRATADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, G. O., ROSALEN, D. L., FARIA, R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensoriamento Remoto, Greenseeker, NDVI</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Sensoriamento Remoto permite estimar o estado nutricional das plantas em relação às doses de Nitrogênio devido à modificação da reflectância do dossel. Neste trabalho, avaliou-se a correlação entre o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) com a qualidade em Nitrogênio (N) e proteína bruta (PB) da biomassa na  Brachiaria brizantha  cv. Marandu fertirrigada com doses de efluente de esgoto tratado (EET). Os índices médios de NDVI das parcelas foram obtidos através de um sensor ótico ativo da marca GreenSeeker. Foram  estabelecidos  cinco  tratamentos  fertirrigados  com  as  seguintes  frações  de  EET  em  água:  E5=1,0; E4=0,87; E3=0,6;  E2=0,31;  E1=0,11.  No  tratamento  E5  foram  aplicados  1.132  kg  ha-1 de  N.  Os  demais tratamentos  receberam quantidades  proporcionais  às  frações  de  aplicação  definida  em  cada  tratamento.  A qualidade  foliar  foi  representada  pelo  teor  de N  e  PB.  A  aplicação  sucessiva  de  EET  propiciou  em  melhor qualidade foliar em N e PB  correlacionando com os maiores índices de NDVI apresentando correlação muito forte com o teor de N (R&gt;0,96) e forte para PB (R&gt;0,88), demonstrando que o método pode ser usado para a estimativa  de  qualidade  de  forragem.  A  qualidade  foliar  e o  NDVI  foram  crescentes  em  função  da aplicação gradual de EET aplicado</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/eag-energia-na-agricultura/2096-uso-de-sensor-otico-ativo-na-qualidade-da-brachiaria-brizantha-fertirrigada-com-esgoto-tratado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SANTOS, G. O., ROSALEN, D. L., FARIA, R. T.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Sensoriamento Remoto, Greenseeker, NDVI</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Sensoriamento Remoto permite estimar o estado nutricional das plantas em relação às doses de Nitrogênio devido à modificação da reflectância do dossel. Neste trabalho, avaliou-se a correlação entre o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) com a qualidade em Nitrogênio (N) e proteína bruta (PB) da biomassa na  Brachiaria brizantha  cv. Marandu fertirrigada com doses de efluente de esgoto tratado (EET). Os índices médios de NDVI das parcelas foram obtidos através de um sensor ótico ativo da marca GreenSeeker. Foram  estabelecidos  cinco  tratamentos  fertirrigados  com  as  seguintes  frações  de  EET  em  água:  E5=1,0; E4=0,87; E3=0,6;  E2=0,31;  E1=0,11.  No  tratamento  E5  foram  aplicados  1.132  kg  ha-1 de  N.  Os  demais tratamentos  receberam quantidades  proporcionais  às  frações  de  aplicação  definida  em  cada  tratamento.  A qualidade  foliar  foi  representada  pelo  teor  de N  e  PB.  A  aplicação  sucessiva  de  EET  propiciou  em  melhor qualidade foliar em N e PB  correlacionando com os maiores índices de NDVI apresentando correlação muito forte com o teor de N (R&gt;0,96) e forte para PB (R&gt;0,88), demonstrando que o método pode ser usado para a estimativa  de  qualidade  de  forragem.  A  qualidade  foliar  e o  NDVI  foram  crescentes  em  função  da aplicação gradual de EET aplicado</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 11:39:29 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Uso da agricultura de precisão no estudo da variabilidade espacial do cálcio, magnésio, fósforo e potássio na produção de aveia no sul do brasil</title>
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           <media:title type="plain">Uso da agricultura de precisão no estudo da variabilidade espacial do cálcio, magnésio, fósforo e potássio na produção de aveia no sul do brasil</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, A. P. A., FERRAZ, G. A. S., SANTOS, S. A., JACINTHO, J. L., REYNALDO, E. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, propriedade do solo, krigagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de métodos precisos na agricultura possibilita um melhor gerenciamento das operações de manejo. Dessa forma, a agricultura de precisão se torna uma ferramenta essencial na tomada de decisões, uma vez que visa a otimização de dados temporais e espacializados. Assim, este estudo teve por objetivo utilizar as técnicas de agricultura de precisão e geoestatística para avaliar a variabilidade espacial do cálcio, magnésio, fósforo e potássio em área sob cultivo de aveia. O experimento foi conduzido em uma área de 147,8 ha sob a produção de aveia, associada à Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (FAPA), localizada em Condói – PR. Utilizaram-se dados de propriedades químicas do solo (cálcio, magnésio, fósforo e potássio) coletados por um trado calador em pontos georreferenciados. A análise dos dados foi realizada por meio de análise e ajuste de semivariogramas e interpolação por krigagem ordinária. A análise dos dados por meio das técnicas de estatísticas e geoestatísticas possibilitou a caracterização da magnitude da variabilidade espacial das propriedades químicas do solo, e o mapeamento da distribuição espacial destas propriedades na lavoura</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>GOMES, A. P. A., FERRAZ, G. A. S., SANTOS, S. A., JACINTHO, J. L., REYNALDO, E. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Energia na Agricultura (EAG)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Geoestatística, propriedade do solo, krigagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A utilização de métodos precisos na agricultura possibilita um melhor gerenciamento das operações de manejo. Dessa forma, a agricultura de precisão se torna uma ferramenta essencial na tomada de decisões, uma vez que visa a otimização de dados temporais e espacializados. Assim, este estudo teve por objetivo utilizar as técnicas de agricultura de precisão e geoestatística para avaliar a variabilidade espacial do cálcio, magnésio, fósforo e potássio em área sob cultivo de aveia. O experimento foi conduzido em uma área de 147,8 ha sob a produção de aveia, associada à Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (FAPA), localizada em Condói – PR. Utilizaram-se dados de propriedades químicas do solo (cálcio, magnésio, fósforo e potássio) coletados por um trado calador em pontos georreferenciados. A análise dos dados foi realizada por meio de análise e ajuste de semivariogramas e interpolação por krigagem ordinária. A análise dos dados por meio das técnicas de estatísticas e geoestatísticas possibilitou a caracterização da magnitude da variabilidade espacial das propriedades químicas do solo, e o mapeamento da distribuição espacial destas propriedades na lavoura</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Energia na Agricultura (EAG)</category>
           <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 11:15:56 -0300</pubDate>
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