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       <title>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP) - CONBEA - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA</title>
       <description><![CDATA[]]></description>
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           <title>REAÇÕES EM CASCA HIBRIDA DE JABUTICABA, EM DIFERENTES TEMPERATURAS DE SECAGEM</title>
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           <media:title type="plain">REAÇÕES EM CASCA HIBRIDA DE JABUTICABA, EM DIFERENTES TEMPERATURAS DE SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, C. A., LUCKMANN, D., BRAGA, G. C., CHRIST, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Flavonoides, família Myrtaceae, estufa a vácuo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A casca da jabuticaba contem elevados teores de antocianinas que podem ser aproveitados quando conservados por meio da secagem. Reações oxidativas devido ao processo de secagem podem interferir no valor biológico do produto seco e a secagem a vácuo pode reter maior valor biológico do que a secagem convencional. Neste trabalho o valor biológico da casca da jabuticaba foi testado após a secagem em secador de ar forçado a 55, 65 e 75 ºC e em secador a vácuo à 50ºC. Foram avaliados a atividade antioxidante DPPH e ABTS, fenólicos totais e flavonoides totais. A cor instrumental do pó da casca seca também foi avaliada. Dentre as analises realizadas mostrou que a temperatura de secagem á 75 ºC conservou as propriedades para fenólicos totais, ABTS e cor (3,85 g/g EAG1; 162,02 mg ET g1; ΔEab = 10,89) respectivamente. Para DPPH a temperatura que melhor conservou a propriedade foi a 65 ºC. Quando seca em secador a vácuo e à 50 ºC os melhores resultados foram encontrados para flavonoides (21,54 mg de catequina g1). Sendo assim concluí-se que a temperatura de 75 ºC é mais recomendada para a secagem.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2512-reacoes-em-casca-hibrida-de-jabuticaba-em-diferentes-temperaturas-de-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MOURA, C. A., LUCKMANN, D., BRAGA, G. C., CHRIST, D.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Flavonoides, família Myrtaceae, estufa a vácuo</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A casca da jabuticaba contem elevados teores de antocianinas que podem ser aproveitados quando conservados por meio da secagem. Reações oxidativas devido ao processo de secagem podem interferir no valor biológico do produto seco e a secagem a vácuo pode reter maior valor biológico do que a secagem convencional. Neste trabalho o valor biológico da casca da jabuticaba foi testado após a secagem em secador de ar forçado a 55, 65 e 75 ºC e em secador a vácuo à 50ºC. Foram avaliados a atividade antioxidante DPPH e ABTS, fenólicos totais e flavonoides totais. A cor instrumental do pó da casca seca também foi avaliada. Dentre as analises realizadas mostrou que a temperatura de secagem á 75 ºC conservou as propriedades para fenólicos totais, ABTS e cor (3,85 g/g EAG1; 162,02 mg ET g1; ΔEab = 10,89) respectivamente. Para DPPH a temperatura que melhor conservou a propriedade foi a 65 ºC. Quando seca em secador a vácuo e à 50 ºC os melhores resultados foram encontrados para flavonoides (21,54 mg de catequina g1). Sendo assim concluí-se que a temperatura de 75 ºC é mais recomendada para a secagem.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:32:07 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PEQUI</title>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PEQUI</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, R. R., CAETANO, L. R., CAMPOS, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caryocar brasiliense Camb., qualidade, ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o objetivo de avaliar o efeito da radiação ultravioleta C (UV-C) na conservação pós-colheita de pequi, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x4 (tempos de radiação x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) com amplitude de onda medindo 254 ƞm e 4 dias de análise (0, 3, 6 e 9 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/UnUCET -Anápolis/GO. Após a radiação, os caroços do pequi, de cada tratamento, foram colocados em embalagens de poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), sendo acondicionados cinco caroços por embalagem. Após serem submetidos aos tratamentos, os caroços foram armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 9 dias. Foram realizadas as análises: conservação pós-colheita, perda de massa e ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. A radiação UV-C foi efetiva na manutenção da qualidade do pequi, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, sendo uma técnica pós-colheita interessante e viável para os frutos do cerrado.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>ALMEIDA, R. R., CAETANO, L. R., CAMPOS, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Caryocar brasiliense Camb., qualidade, ultravioleta</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o objetivo de avaliar o efeito da radiação ultravioleta C (UV-C) na conservação pós-colheita de pequi, foi realizado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, com esquema fatorial 5x4 (tempos de radiação x dias de análise), sendo cinco tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 2, 4, 6 e 8 minutos) com amplitude de onda medindo 254 ƞm e 4 dias de análise (0, 3, 6 e 9 dias), conduzido no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita da UEG/UnUCET -Anápolis/GO. Após a radiação, os caroços do pequi, de cada tratamento, foram colocados em embalagens de poliestireno expandido (EPS) + cloreto de polivinila (PVC), sendo acondicionados cinco caroços por embalagem. Após serem submetidos aos tratamentos, os caroços foram armazenados e mantidos em B.O.D. à 10ºC e UR 85-90%, por um período de 9 dias. Foram realizadas as análises: conservação pós-colheita, perda de massa e ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à análise de variância (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. A radiação UV-C foi efetiva na manutenção da qualidade do pequi, evidenciando melhor conservação pós-colheita e menores perdas de massa ao longo do armazenamento, sendo uma técnica pós-colheita interessante e viável para os frutos do cerrado.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:30:52 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</title>
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           <media:title type="plain">RADIAÇÃO UV-C NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, radiação não ionizante, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá submetidos a diferentes tempos de radiação ultravioleta C (UV-C). Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 1, 2, 3 e 4 minutos) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. Em relação aos resultados, o tempo de 2 minutos de UV-C possibilitou a manutenção das características desejáveis de pós-colheita durante os 21 dias do experimento.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, radiação não ionizante, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá submetidos a diferentes tempos de radiação ultravioleta C (UV-C). Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 tempos de exposição à fonte de radiação UV-C (0, 1, 2, 3 e 4 minutos) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas por regressão. Em relação aos resultados, o tempo de 2 minutos de UV-C possibilitou a manutenção das características desejáveis de pós-colheita durante os 21 dias do experimento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:30:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO DURANTE ARMAZENAMENTO EM AMBIENTE NATURAL E REFRIGERADO NO CERRADO SUL-MATO-GROSSENSE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2508-qualidade-quimica-de-graos-de-milho-durante-armazenamento-em-ambiente-natural-e-refrigerado-no-cerrado-sul-mato-grossense?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE QUÍMICA DE GRÃOS DE MILHO DURANTE ARMAZENAMENTO EM AMBIENTE NATURAL E REFRIGERADO NO CERRADO SUL-MATO-GROSSENSE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANE, L. V., CORADI, P. C., CAMILO, L. J., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resfriamento, secagem, temperatura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade de grãos tem se mantido por períodos longos no armazenamento, com a utilização de temperaturas mais baixas do ar intergranular. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade química de grãos de milho BR 106 (Zea mays L.) secos com diferentes temperaturas (80, 100 e 120 0C) e armazenados em ambientes natural (23 °C) e refrigerado (10 0C), ao longo de seis meses. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com 18% (b.u.) de teor de água e secos até 12% (b.u), com diferentes temperaturas do ar, em estufa de circulação forcada do ar e convecção. Em seguida os grãos foram armazenados em ambiente natural (23 0C) e refrigerado (10 0C). Nos tempos zero e seis meses de armazenamento foram feitas análises de proteína bruta, índice de acidez titulável e porcentagem de cinzas dos grãos. As características químicas dos grãos foram afetadas por mais intensidade pelo tempo de armazenamento dos grãos. As condições de armazenamento refrigerado a 10 °C foram positivas para a qualidade química dos grãos de milho. Concluiu-se, que as temperaturas do ar de secagem tiveram menor interferência na qualidade química dos grãos, quando comparados com os tipos de armazenamento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2508-qualidade-quimica-de-graos-de-milho-durante-armazenamento-em-ambiente-natural-e-refrigerado-no-cerrado-sul-mato-grossense?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MILANE, L. V., CORADI, P. C., CAMILO, L. J., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Resfriamento, secagem, temperatura</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade de grãos tem se mantido por períodos longos no armazenamento, com a utilização de temperaturas mais baixas do ar intergranular. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade química de grãos de milho BR 106 (Zea mays L.) secos com diferentes temperaturas (80, 100 e 120 0C) e armazenados em ambientes natural (23 °C) e refrigerado (10 0C), ao longo de seis meses. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com 18% (b.u.) de teor de água e secos até 12% (b.u), com diferentes temperaturas do ar, em estufa de circulação forcada do ar e convecção. Em seguida os grãos foram armazenados em ambiente natural (23 0C) e refrigerado (10 0C). Nos tempos zero e seis meses de armazenamento foram feitas análises de proteína bruta, índice de acidez titulável e porcentagem de cinzas dos grãos. As características químicas dos grãos foram afetadas por mais intensidade pelo tempo de armazenamento dos grãos. As condições de armazenamento refrigerado a 10 °C foram positivas para a qualidade química dos grãos de milho. Concluiu-se, que as temperaturas do ar de secagem tiveram menor interferência na qualidade química dos grãos, quando comparados com os tipos de armazenamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:27:59 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE FISICA DA PLANTA HORTELÃ MENTHA X VILLOSA L. APÓS SECAGEM EM CAMADA ESPESSA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2502-qualidade-fisica-da-planta-hortela-mentha-x-villosa-l-apos-secagem-em-camada-espessa?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE FISICA DA PLANTA HORTELÃ MENTHA X VILLOSA L. APÓS SECAGEM EM CAMADA ESPESSA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, R. E., CORADI, P. C., SOUZA, H. S., CHAGAS, E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Condutividade elétrica, temperatura, teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da planta hortelã (Mentha x villosa L.) submetido à secagem com diferentes temperaturas (50, 60 e 70 0C) do ar em camada espessa e validar uma nova condição para o teste de condutividade elétrica em planta de hortelã, alterando o tempo de exposição do material. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Câmpus de Chapadão do Sul (CPCS), Laboratório de Pós-Colheita de Grãos. As plantas de hortelã foram cultivadas em viveiro de mudas, localizado no município de em Chapadão do Sul, com os devidos tratos culturais e adubação orgânica. Após a seleção, as folhas foram submetidas a cortes transversais de 2,0 cm. Para os testes de secagem, utilizou-se uma estufa de convecção com ventilação forçado do ar. O aumento da temperatura do ar influenciou na movimentação de água na secagem da planta. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade física das plantas secas. Concluiu-se que, o tempo de trinta e três horas de exposição do material vegetal para quantificação de íons lixiviados no teste de condutividade elétrica teve resultados consistentes, passando a ser recomendado para este tipo de material.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>LIMA, R. E., CORADI, P. C., SOUZA, H. S., CHAGAS, E. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Condutividade elétrica, temperatura, teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade da planta hortelã (Mentha x villosa L.) submetido à secagem com diferentes temperaturas (50, 60 e 70 0C) do ar em camada espessa e validar uma nova condição para o teste de condutividade elétrica em planta de hortelã, alterando o tempo de exposição do material. O experimento foi conduzido na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Câmpus de Chapadão do Sul (CPCS), Laboratório de Pós-Colheita de Grãos. As plantas de hortelã foram cultivadas em viveiro de mudas, localizado no município de em Chapadão do Sul, com os devidos tratos culturais e adubação orgânica. Após a seleção, as folhas foram submetidas a cortes transversais de 2,0 cm. Para os testes de secagem, utilizou-se uma estufa de convecção com ventilação forçado do ar. O aumento da temperatura do ar influenciou na movimentação de água na secagem da planta. As temperaturas mais elevadas de secagem reduziram a qualidade física das plantas secas. Concluiu-se que, o tempo de trinta e três horas de exposição do material vegetal para quantificação de íons lixiviados no teste de condutividade elétrica teve resultados consistentes, passando a ser recomendado para este tipo de material.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:20:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Qualidade dos grãos e do óleo de girassol armazenados em diferentes embalagens</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2501-qualidade-dos-graos-e-do-oleo-de-girassol-armazenados-em-diferentes-embalagens?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Qualidade dos grãos e do óleo de girassol armazenados em diferentes embalagens</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., BERNARDES, G. B., SOUSA, K. A., OLACIR, I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus. Embalagem. Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a qualidade dos grãos de girassol armazenados em diferentes embalagens e do óleo extraído do produto. Os grãos de girassol com teor de água de 7,9 (% b. u.) foram acondicionados nas embalagens de plástico, papel, polietileno tereftalato (PET) e polietileno de alta densidade (PEAD), as quais foram armazenadas durante 9 meses em condições ambiente. As amostras foram avaliadas a cada três meses (0, 3, 6 e 9), quanto aos testes de teor de água, germinação total, índice de velocidade de germinação e análise de qualidade do óleo. As embalagens influenciam na qualidade dos grãos de girassol, sendo a embalagem de papel a que proporcionou os melhores resultados nas características avaliadas. As embalagens PET e PEAD proporcionaram a menor perda de água nos grãos no decorrer do armazenamento. Não houve diferença das embalagens e do tempo no teor de óleo extraído dos grãos de girassol, porém a embalagem PET proporcionou maior incremento no índice de acidez e as embalagens PET e PEAD no índice de peróxido do óleo de girassol ao longo do armazenamento.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2501-qualidade-dos-graos-e-do-oleo-de-girassol-armazenados-em-diferentes-embalagens?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SMANIOTTO, T. A. S., RESENDE, O., BERNARDES, G. B., SOUSA, K. A., OLACIR, I.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Helianthus annuus. Embalagem. Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se, neste trabalho, avaliar a qualidade dos grãos de girassol armazenados em diferentes embalagens e do óleo extraído do produto. Os grãos de girassol com teor de água de 7,9 (% b. u.) foram acondicionados nas embalagens de plástico, papel, polietileno tereftalato (PET) e polietileno de alta densidade (PEAD), as quais foram armazenadas durante 9 meses em condições ambiente. As amostras foram avaliadas a cada três meses (0, 3, 6 e 9), quanto aos testes de teor de água, germinação total, índice de velocidade de germinação e análise de qualidade do óleo. As embalagens influenciam na qualidade dos grãos de girassol, sendo a embalagem de papel a que proporcionou os melhores resultados nas características avaliadas. As embalagens PET e PEAD proporcionaram a menor perda de água nos grãos no decorrer do armazenamento. Não houve diferença das embalagens e do tempo no teor de óleo extraído dos grãos de girassol, porém a embalagem PET proporcionou maior incremento no índice de acidez e as embalagens PET e PEAD no índice de peróxido do óleo de girassol ao longo do armazenamento.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:19:43 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>QUALIDADE DE GRÃOS DE MILHO DURANTE SECAGEM COM DIFERENTES TEMPERATURAS DO AR PARA AS CONDIÇÕES DO CERRADO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2499-qualidade-de-graos-de-milho-durante-secagem-com-diferentes-temperaturas-do-ar-para-as-condicoes-do-cerrado?format=html</link>
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           <media:title type="plain">QUALIDADE DE GRÃOS DE MILHO DURANTE SECAGEM COM DIFERENTES TEMPERATURAS DO AR PARA AS CONDIÇÕES DO CERRADO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMILO, L. J., CORADI, P. C., MILANE, L. V., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Indústria, pós-colheita, produção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O controle da temperatura do ar de secagem é importante para manutenção da qualidade dos grãos até o armazenamento. A unidade de secagem deve ter alto rendimento e ao mesmo tempo garantia de qualidade para os grãos. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da secagem (temperaturas do ar de 80, 100 e 120 0C) na qualidade química de grãos de milho para as condições do cerrado sul-mato-grossense. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com teores de água de 18% (b.u.) e secos em estufa de convecção com ventilação forçado do ar, nas temperaturas de 80, 100 e 120 °C. Na secagem foram coletadas amostras com diferentes teores de água para determinação da qualidade química dos grãos. Com a redução dos teores de água nos grãos, observou-se que houve aumento da porcentagem de proteína bruta e cinzas, diminuição do índice de acidez. Enquanto que, a secagem com temperatura de 120 °C afetou negativamente a qualidade dos grãos. Concluiu-se que na secagem com temperaturas de 80 e 100 °C obtiveram-se os melhores resultados de qualidade dos grãos.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2499-qualidade-de-graos-de-milho-durante-secagem-com-diferentes-temperaturas-do-ar-para-as-condicoes-do-cerrado?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>CAMILO, L. J., CORADI, P. C., MILANE, L. V., ANDRADE, M. G. O.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Indústria, pós-colheita, produção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O controle da temperatura do ar de secagem é importante para manutenção da qualidade dos grãos até o armazenamento. A unidade de secagem deve ter alto rendimento e ao mesmo tempo garantia de qualidade para os grãos. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos da secagem (temperaturas do ar de 80, 100 e 120 0C) na qualidade química de grãos de milho para as condições do cerrado sul-mato-grossense. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos de milho foram colhidos com teores de água de 18% (b.u.) e secos em estufa de convecção com ventilação forçado do ar, nas temperaturas de 80, 100 e 120 °C. Na secagem foram coletadas amostras com diferentes teores de água para determinação da qualidade química dos grãos. Com a redução dos teores de água nos grãos, observou-se que houve aumento da porcentagem de proteína bruta e cinzas, diminuição do índice de acidez. Enquanto que, a secagem com temperatura de 120 °C afetou negativamente a qualidade dos grãos. Concluiu-se que na secagem com temperaturas de 80 e 100 °C obtiveram-se os melhores resultados de qualidade dos grãos.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 15:17:10 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>PROPRIEDADES FÍSICAS DOS GRÃOS DE CÁRTAMO DURANTE A SECAGEM</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2491-propriedades-fisicas-dos-graos-de-cartamo-durante-a-secagem?format=html</link>
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           <media:title type="plain">PROPRIEDADES FÍSICAS DOS GRÃOS DE CÁRTAMO DURANTE A SECAGEM</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, E. A. S., Goneli, A. L. D., Gonçalves, A. A., Garcia, R. T., Hartmann Filho, C. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Carthamus tinctorius L., massa específica aparente, porosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cártamo é uma cultura oleaginosa, em que seu óleo pode ser utilizado para fins alimentícios e industriais, com destaque para o uso como matéria prima para a produção de biodiesel. Há poucas informações sobre as propriedades físicas dos grãos desta cultura, as quais são importantes para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de estruturas, equipamentos e técnicas para as etapas de pós-colheita. Assim, o presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito da variação do teor de água, durante a secagem, sobre as principais propriedades físicas dos grãos de cártamo, como: massa específica aparente e unitária, porosidade e massa de mil grãos. Foram utilizados grãos de cártamo colhidos com teor de água inicial de aproximadamente 0,445 decimal b.s. (base seca), e submetidos à secagem em estufa com circulação forçada de ar, a temperatura de 40 °C, até os grãos atingirem o teor de água final de 0,073 ± 0,008 decimal b.s. Durante a secagem foram mensuradas as propriedades físicas dos grãos de cártamo. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que a redução do teor de água, durante a secagem, causa a redução da massa específica aparente e unitária, massa de mil grãos e porosidade dos grãos de cártamo.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2491-propriedades-fisicas-dos-graos-de-cartamo-durante-a-secagem?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Martins, E. A. S., Goneli, A. L. D., Gonçalves, A. A., Garcia, R. T., Hartmann Filho, C. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Carthamus tinctorius L., massa específica aparente, porosidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cártamo é uma cultura oleaginosa, em que seu óleo pode ser utilizado para fins alimentícios e industriais, com destaque para o uso como matéria prima para a produção de biodiesel. Há poucas informações sobre as propriedades físicas dos grãos desta cultura, as quais são importantes para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de estruturas, equipamentos e técnicas para as etapas de pós-colheita. Assim, o presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito da variação do teor de água, durante a secagem, sobre as principais propriedades físicas dos grãos de cártamo, como: massa específica aparente e unitária, porosidade e massa de mil grãos. Foram utilizados grãos de cártamo colhidos com teor de água inicial de aproximadamente 0,445 decimal b.s. (base seca), e submetidos à secagem em estufa com circulação forçada de ar, a temperatura de 40 °C, até os grãos atingirem o teor de água final de 0,073 ± 0,008 decimal b.s. Durante a secagem foram mensuradas as propriedades físicas dos grãos de cártamo. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que a redução do teor de água, durante a secagem, causa a redução da massa específica aparente e unitária, massa de mil grãos e porosidade dos grãos de cártamo.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 14:56:25 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELAGEM DAS ISOTERMAS DE DESSORÇÃO DOS FRUTOS DE BARU (Dypterix alata Vog.)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2424-modelagem-das-isotermas-de-dessorcao-dos-frutos-de-baru-dypterix-alata-vog?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODELAGEM DAS ISOTERMAS DE DESSORÇÃO DOS FRUTOS DE BARU (Dypterix alata Vog.)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Ferreira Júnior, W. N., Resende, O., Oliveira, D. E. C., Costa, M. L., Silva, I. O. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teor de água de equilíbrio, Halsey Modificado, Atividade de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o conhecimento do equilíbrio higroscópico dos frutos de baru (Dypterix alata Vog.) pode-se manejar adequadamente o produto visando à manutenção de seu teor de água nos níveis recomendados para um armazenamento seguro. Desta forma, objetivou-se a determinação das isotermas de dessorção de água dos frutos de baru nas temperaturas de 20, 25, 30, 35 °C e atividades de água entre 0,14 e 0,80, ajustando diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais, e selecionando aquele que melhor representa o fenômeno. Para obtenção do equilíbrio higroscópico foi utilizado o método estático-gravimétrico. Para cada repetição, foram colocados 50 g de frutos envolvidos por um tecido permeável para permitir o contato do ar com o produto e colocados no interior dos dessecadores enquanto para o controle da umidade relativa no interior dos dessecadores foram utilizadas soluções saturadas. Verificou-se que quanto maior a temperatura, para um mesmo teor de água de equilíbrio (% b.s.), maiores são os valores de atividade de água. O modelo Halsey Modificado obteve o maior coeficiente de determinação e baixos valores de erro médio relativo, erro médio estimado e Qui-quadrado, sendo selecionado para predição do equilíbrio higroscópico dos frutos de baru.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2424-modelagem-das-isotermas-de-dessorcao-dos-frutos-de-baru-dypterix-alata-vog?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Ferreira Júnior, W. N., Resende, O., Oliveira, D. E. C., Costa, M. L., Silva, I. O. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teor de água de equilíbrio, Halsey Modificado, Atividade de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Com o conhecimento do equilíbrio higroscópico dos frutos de baru (Dypterix alata Vog.) pode-se manejar adequadamente o produto visando à manutenção de seu teor de água nos níveis recomendados para um armazenamento seguro. Desta forma, objetivou-se a determinação das isotermas de dessorção de água dos frutos de baru nas temperaturas de 20, 25, 30, 35 °C e atividades de água entre 0,14 e 0,80, ajustando diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais, e selecionando aquele que melhor representa o fenômeno. Para obtenção do equilíbrio higroscópico foi utilizado o método estático-gravimétrico. Para cada repetição, foram colocados 50 g de frutos envolvidos por um tecido permeável para permitir o contato do ar com o produto e colocados no interior dos dessecadores enquanto para o controle da umidade relativa no interior dos dessecadores foram utilizadas soluções saturadas. Verificou-se que quanto maior a temperatura, para um mesmo teor de água de equilíbrio (% b.s.), maiores são os valores de atividade de água. O modelo Halsey Modificado obteve o maior coeficiente de determinação e baixos valores de erro médio relativo, erro médio estimado e Qui-quadrado, sendo selecionado para predição do equilíbrio higroscópico dos frutos de baru.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 08:45:11 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>MODELAGEM DA SECAGEM DOS FRUTOS DE BARU</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2423-modelagem-da-secagem-dos-frutos-de-baru?format=html</link>
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           <media:title type="plain">MODELAGEM DA SECAGEM DOS FRUTOS DE BARU</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, D. E. C., Resende, O., Ferreira Júnior, W. N., Costa, M. L., Silva, I. O. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dypterix alata Vog, Logarítmico, Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Em meio aos processos de pós-colheita utilizados para a manutenção da qualidade de produtos agrícolas, a secagem destaca-se como forma de reduzir a atividade biológica e as mudanças químicas e físicas que ocorrem durante o armazenamento. Desta forma, este trabalho visou ajustar diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais da secagem dos frutos de baru (Dypterix alata Vog.) em diversas condições de ar. O experimento foi desenvolvido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano – Câmpus Rio Verde. Os frutos de baru foram coletados em Santa Helena de Goiás - Goiás, com teor de água inicial de 0,43 base seca (b.s., decimal) e foram submetidos à secagem em estufa com ventilação de ar forçada em cinco condições de temperatura: 40, 60, 80 e 100 °C até atingirem o teor de água de 0,065±0,018 (b.s.). Verificou-se que o tempo de secagem reduz com o aumento da temperatura, sendo que o tempo de secagem para a temperatura de 40 °C foi de 266,3 horas e para a de 100 °C foi de 22,8 horas. Dentre os modelos analisados, o modelo Logarítmico foi o selecionado para representar o fenômeno de secagem.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2423-modelagem-da-secagem-dos-frutos-de-baru?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Oliveira, D. E. C., Resende, O., Ferreira Júnior, W. N., Costa, M. L., Silva, I. O. F.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Dypterix alata Vog, Logarítmico, Teor de água</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Em meio aos processos de pós-colheita utilizados para a manutenção da qualidade de produtos agrícolas, a secagem destaca-se como forma de reduzir a atividade biológica e as mudanças químicas e físicas que ocorrem durante o armazenamento. Desta forma, este trabalho visou ajustar diferentes modelos matemáticos aos dados experimentais da secagem dos frutos de baru (Dypterix alata Vog.) em diversas condições de ar. O experimento foi desenvolvido no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano – Câmpus Rio Verde. Os frutos de baru foram coletados em Santa Helena de Goiás - Goiás, com teor de água inicial de 0,43 base seca (b.s., decimal) e foram submetidos à secagem em estufa com ventilação de ar forçada em cinco condições de temperatura: 40, 60, 80 e 100 °C até atingirem o teor de água de 0,065±0,018 (b.s.). Verificou-se que o tempo de secagem reduz com o aumento da temperatura, sendo que o tempo de secagem para a temperatura de 40 °C foi de 266,3 horas e para a de 100 °C foi de 22,8 horas. Dentre os modelos analisados, o modelo Logarítmico foi o selecionado para representar o fenômeno de secagem.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 08:44:08 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DO ATRASO NA COLHEITA SOBRE A QUALIDADE DO MILHO-PIPOCA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2400-influencia-do-atraso-na-colheita-sobre-a-qualidade-do-milho-pipoca?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DO ATRASO NA COLHEITA SOBRE A QUALIDADE DO MILHO-PIPOCA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PEREIRA, V. S., RUFFATO, S. FREITAS, C. M., SGANZERLA, F. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teor de água; propriedades físicas; capacidade de expansão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura do milho-pipoca (Zea mays L) no Brasil é bastante expressiva, de forma que o país é o segundo maior produtor mundial. Entretanto, as informações sobre a qualidade dos grãos comercializados ainda são escassas. Teve-se por objetivo com este trabalho avaliar a qualidade do milho-pipoca, produzido na safra 2014/2015 (1ª safra), na região Norte de Mato Grosso, em função de atrasos na colheita. Os grãos foram colhidos com 105, 110, 115 e 120 dias após a semeadura. Após a colheita, o milho-pipoca foi submetido à secagem em estufa com circulação forçada de ar a 40° C para padronização do teor de água à 13%b.u. A qualidade foi avaliada pelos seguintes parâmetros: massa de mil grãos; massa específica aparente e unitária e capacidade de expansão. Os resultados indicaram que o milho-pipoca colhido na 3ª etapa (115 dias), em geral, possui melhor qualidade, com maiores valores para a maioria dos parâmetros analisados. A capacidade de expansão não foi afetada pelo atraso da colheita. Todas as amostras apresentaram valores acima de 30 ml g-1 que é o valor mínimo exigido para comercialização no Brasil.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2400-influencia-do-atraso-na-colheita-sobre-a-qualidade-do-milho-pipoca?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>PEREIRA, V. S., RUFFATO, S. FREITAS, C. M., SGANZERLA, F. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Teor de água; propriedades físicas; capacidade de expansão</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A cultura do milho-pipoca (Zea mays L) no Brasil é bastante expressiva, de forma que o país é o segundo maior produtor mundial. Entretanto, as informações sobre a qualidade dos grãos comercializados ainda são escassas. Teve-se por objetivo com este trabalho avaliar a qualidade do milho-pipoca, produzido na safra 2014/2015 (1ª safra), na região Norte de Mato Grosso, em função de atrasos na colheita. Os grãos foram colhidos com 105, 110, 115 e 120 dias após a semeadura. Após a colheita, o milho-pipoca foi submetido à secagem em estufa com circulação forçada de ar a 40° C para padronização do teor de água à 13%b.u. A qualidade foi avaliada pelos seguintes parâmetros: massa de mil grãos; massa específica aparente e unitária e capacidade de expansão. Os resultados indicaram que o milho-pipoca colhido na 3ª etapa (115 dias), em geral, possui melhor qualidade, com maiores valores para a maioria dos parâmetros analisados. A capacidade de expansão não foi afetada pelo atraso da colheita. Todas as amostras apresentaram valores acima de 30 ml g-1 que é o valor mínimo exigido para comercialização no Brasil.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:37:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DO AR E CONCENTRAÇÃO DE ENCAPSULANTE NA SECAGEM DE POLPA DE JAMBOLÃO POR ASPERSÃO</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2392-influencia-da-temperatura-do-ar-e-concentracao-de-encapsulante-na-secagem-de-polpa-de-jambolao-por-aspersao?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DO AR E CONCENTRAÇÃO DE ENCAPSULANTE NA SECAGEM DE POLPA DE JAMBOLÃO POR ASPERSÃO</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DE LUCCA, T. A., MARTIN, L. G. P., AGUIAR, R. H., OLIVEIRA, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spray drying, dextrina, antocianina</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Jambolão (Syzygium cumini L.) é um fruto ácida que contém substâncias como água, fibras, lipídeos, proteínas, fósforo e vitamina C. Além disso, o fruto contém fenólicos já identificados, como é o caso de ácidos fenólicos, os flavonoides e antocianinas. Todas essas substâncias, principalmente em seu conjunto, estão correlacionadas à atividade antioxidante e são eficazes no combate a doenças como câncer, doenças cardiovasculares e também diabetes. O uso do spray tem sido aplicado na obtenção de extratos secos com melhores características tecnológicas e maior concentração de constituintes com atividade biológica. O trabalho teve como objetivo encontrar o conjunto de variáveis (temperatura do ar de entrada e concentração de dextrina) com o qual se obtém o produto em pó com maior rendimento e que melhor conserve as características originais do fruto in natura após secagem por aspersão. A secagem em spray foi realizada em conjunto com um delineamento composto central rotacional (DCCR), variando a temperatura do ar de 112 até 168ºC e a concentração de dextrina de 11,5 até 28,5%, para avaliar o efeito das variáveis sobre o rendimento do processo de secagem, teor de água, higroscopicidade, atividade de água do pó e quantidade de antocianinas. O ponto ótimo foi 168ºC para temperatura do ar e 28,5% de concentração de dextrina</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2392-influencia-da-temperatura-do-ar-e-concentracao-de-encapsulante-na-secagem-de-polpa-de-jambolao-por-aspersao?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>DE LUCCA, T. A., MARTIN, L. G. P., AGUIAR, R. H., OLIVEIRA, R. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spray drying, dextrina, antocianina</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Jambolão (Syzygium cumini L.) é um fruto ácida que contém substâncias como água, fibras, lipídeos, proteínas, fósforo e vitamina C. Além disso, o fruto contém fenólicos já identificados, como é o caso de ácidos fenólicos, os flavonoides e antocianinas. Todas essas substâncias, principalmente em seu conjunto, estão correlacionadas à atividade antioxidante e são eficazes no combate a doenças como câncer, doenças cardiovasculares e também diabetes. O uso do spray tem sido aplicado na obtenção de extratos secos com melhores características tecnológicas e maior concentração de constituintes com atividade biológica. O trabalho teve como objetivo encontrar o conjunto de variáveis (temperatura do ar de entrada e concentração de dextrina) com o qual se obtém o produto em pó com maior rendimento e que melhor conserve as características originais do fruto in natura após secagem por aspersão. A secagem em spray foi realizada em conjunto com um delineamento composto central rotacional (DCCR), variando a temperatura do ar de 112 até 168ºC e a concentração de dextrina de 11,5 até 28,5%, para avaliar o efeito das variáveis sobre o rendimento do processo de secagem, teor de água, higroscopicidade, atividade de água do pó e quantidade de antocianinas. O ponto ótimo foi 168ºC para temperatura do ar e 28,5% de concentração de dextrina</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:24:40 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>INFLUÊNCIA DA TÉCNICA DE INOCULAÇÃO DE SEMENTES SOBRE A QUALIDADE DOS GRÃOS E RENDIMENTO DA CULTURA DA SOJA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2390-influencia-da-tecnica-de-inoculacao-de-sementes-sobre-a-qualidade-dos-graos-e-rendimento-da-cultura-da-soja?format=html</link>
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           <media:title type="plain">INFLUÊNCIA DA TÉCNICA DE INOCULAÇÃO DE SEMENTES SOBRE A QUALIDADE DOS GRÃOS E RENDIMENTO DA CULTURA DA SOJA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VETTORAZZI, G. H. R. T.,  RUFFATO, S., ARFELI, M. J., PASTORELLO, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento de semente; rendimento; pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A inoculação tem papel importante na proteção das sementes e plântulas, reduzindo danos causados por patógenos. Entretanto há dúvidas em relação qual a técnica mais eficaz a ser realizada. Teve-se por objetivo com este trabalho avaliar a produtividade e aspectos qualitativos dos grãos de soja em função de diferentes formas de inoculação da semente. Foram realizados quatro tratamentos: semente com inoculante longa vida; tratamento no sulco; tratamento da semente pré-semeadura e testemunha (sem inoculação). Avaliou-se a produtividade e os parâmetros pós-colheita: massa específica aparente e unitária, massa de mil grãos, tamanho e forma dos grãos. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&lt;0,05) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados indicaram diferença estatística somente para os valores de massa específica aparente e unitária. A produtividade variou entre 2.880 e 3.180 kg ha-1, com melhor resultado quando a semente foi tratada pouco antes da semeadura. As sementes sem tratamento produziram grãos com massa específica aparente superior aos demais, entretanto, com pouca diferença para o tratamento de semente pré-semeadura. Os tratamentos de inoculação de sementes realizados não apresentaram influência significativa sobre as variáveis relativas ao tamanho e forma do grão.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2390-influencia-da-tecnica-de-inoculacao-de-sementes-sobre-a-qualidade-dos-graos-e-rendimento-da-cultura-da-soja?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VETTORAZZI, G. H. R. T.,  RUFFATO, S., ARFELI, M. J., PASTORELLO, M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Tratamento de semente; rendimento; pós-colheita</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A inoculação tem papel importante na proteção das sementes e plântulas, reduzindo danos causados por patógenos. Entretanto há dúvidas em relação qual a técnica mais eficaz a ser realizada. Teve-se por objetivo com este trabalho avaliar a produtividade e aspectos qualitativos dos grãos de soja em função de diferentes formas de inoculação da semente. Foram realizados quatro tratamentos: semente com inoculante longa vida; tratamento no sulco; tratamento da semente pré-semeadura e testemunha (sem inoculação). Avaliou-se a produtividade e os parâmetros pós-colheita: massa específica aparente e unitária, massa de mil grãos, tamanho e forma dos grãos. Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F (p&lt;0,05) e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Os resultados indicaram diferença estatística somente para os valores de massa específica aparente e unitária. A produtividade variou entre 2.880 e 3.180 kg ha-1, com melhor resultado quando a semente foi tratada pouco antes da semeadura. As sementes sem tratamento produziram grãos com massa específica aparente superior aos demais, entretanto, com pouca diferença para o tratamento de semente pré-semeadura. Os tratamentos de inoculação de sementes realizados não apresentaram influência significativa sobre as variáveis relativas ao tamanho e forma do grão.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 14:20:47 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>ESTUDO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE PRODUTORA DE COGUMELOS SHIITAKE UTILIZANDO A TÉCNICA JUN-CAO EM PRESIDENTE PRUDENTE</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2369-estudo-de-implantacao-de-uma-unidade-produtora-de-cogumelos-shiitake-utilizando-a-tecnica-jun-cao-em-presidente-prudente?format=html</link>
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           <media:title type="plain">ESTUDO DE IMPLANTAÇÃO DE UMA UNIDADE PRODUTORA DE COGUMELOS SHIITAKE UTILIZANDO A TÉCNICA JUN-CAO EM PRESIDENTE PRUDENTE</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VILIONE, P. S., GABRIEL, C. P. C., GABRIEL FILHO, L. R. A., Daniel dos Santos VIAIS NETO, D.S., GODINHO, A. M. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agronegócio. Sustentabilidade. Custo de produção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Shiitake é um cogumelo apreciado na gastronomia internacional e segundo estudos, o mesmo é importante na dieta das gestantes e na alimentação de idosos. Para cultivar cogumelos usam-se produtos residuais agrícolas; depois da colheita, o substrato utilizado serve como condicionador do solo, abrindo assim um nicho na sustentabilidade e pode-se obter altos níveis de produção por área cultivada. Existe uma variedade de técnicas para produção comercial de cogumelos comestíveis, sendo a “Jun-Cao”, uma das mais utilizadas, esta técnica foi adaptada para a utilização de resíduos agroindustriais, possibilitando o cultivo de várias espécies de cogumelos, benefícios ao meio ambiente e redução do custo de produção. No Brasil, apesar de não fazer parte do hábito alimentar da maioria da população, existe uma tendência de aumento na produção e consumo de cogumelos como fonte de nutrientes. O presente trabalho estudou a possibilidade de implantar uma unidade produtora de cogumelos shiitake utilizando a técnica Jun-Cao na região de Presidente Prudente. Para tanto, analisou-se elementos relacionados a aspectos internos, processos de produção, receitas e custos. O resultado indicou que tal implantação é viável, devido ao alto potencial de crescimento do mercado, as vantagens do baixo custo operacional e por não existirem produtores de cogumelos na região.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>VILIONE, P. S., GABRIEL, C. P. C., GABRIEL FILHO, L. R. A., Daniel dos Santos VIAIS NETO, D.S., GODINHO, A. M. M.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Agronegócio. Sustentabilidade. Custo de produção</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O Shiitake é um cogumelo apreciado na gastronomia internacional e segundo estudos, o mesmo é importante na dieta das gestantes e na alimentação de idosos. Para cultivar cogumelos usam-se produtos residuais agrícolas; depois da colheita, o substrato utilizado serve como condicionador do solo, abrindo assim um nicho na sustentabilidade e pode-se obter altos níveis de produção por área cultivada. Existe uma variedade de técnicas para produção comercial de cogumelos comestíveis, sendo a “Jun-Cao”, uma das mais utilizadas, esta técnica foi adaptada para a utilização de resíduos agroindustriais, possibilitando o cultivo de várias espécies de cogumelos, benefícios ao meio ambiente e redução do custo de produção. No Brasil, apesar de não fazer parte do hábito alimentar da maioria da população, existe uma tendência de aumento na produção e consumo de cogumelos como fonte de nutrientes. O presente trabalho estudou a possibilidade de implantar uma unidade produtora de cogumelos shiitake utilizando a técnica Jun-Cao na região de Presidente Prudente. Para tanto, analisou-se elementos relacionados a aspectos internos, processos de produção, receitas e custos. O resultado indicou que tal implantação é viável, devido ao alto potencial de crescimento do mercado, as vantagens do baixo custo operacional e por não existirem produtores de cogumelos na região.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 10:11:14 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITOS DAS CONDIÇÕES DE SECAGEM E ARMAZENAMENTO NA ACIDEZ DO ÓLEO EXTRAÍDO DE GRÃOS DE GIRASSOL</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2341-efeitos-das-condicoes-de-secagem-e-armazenamento-na-acidez-do-oleo-extraido-de-graos-de-girassol?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITOS DAS CONDIÇÕES DE SECAGEM E ARMAZENAMENTO NA ACIDEZ DO ÓLEO EXTRAÍDO DE GRÃOS DE GIRASSOL</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, A. E. M., CAMILO, L. J., CORADI, P. C., PERALTA, C. C., FERNANDES, C. H. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Indústria, pós-colheita, processamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade dos óleos vegetais extraídos dos grãos passa pelas condições de pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o índice de acidez nos grãos de girassol em função de diferentes temperaturas do ar de secagem (45, 55, 65 e 75 0C) e condições de armazenamento (23 0C e 50%, 20 0C e 60%, 30 0C e 40% de UR do ar) ao longo de seis meses, utilizando embalagens permeáveis e impermeáveis. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos colhidos foram encaminhados para realização dos testes de secagem em estufa de convecção com ventilação do ar forçado. A secagem foi realizada até os grãos atingirem os teores de água de 8% (b.u.). Após a secagem, os grãos foram armazenados por um período de seis meses. A temperatura do ar de secagem de 65 e 75 °C afetou a qualidade dos grãos, aumentando o índice de acidez do óleo. As condições de armazenamento dos grãos, com temperatura de 20 °C e 60% de UR foram consideradas piores, com o aumento do índice de acidez do óleo. Concluiu-se que as embalagens permeáveis para armazenamento dos grãos tiveram interferência direta no aumento do índice de acidez do óleo extraído.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOUZA, A. E. M., CAMILO, L. J., CORADI, P. C., PERALTA, C. C., FERNANDES, C. H. P.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Indústria, pós-colheita, processamento</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A qualidade dos óleos vegetais extraídos dos grãos passa pelas condições de pós-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o índice de acidez nos grãos de girassol em função de diferentes temperaturas do ar de secagem (45, 55, 65 e 75 0C) e condições de armazenamento (23 0C e 50%, 20 0C e 60%, 30 0C e 40% de UR do ar) ao longo de seis meses, utilizando embalagens permeáveis e impermeáveis. O experimento foi conduzido no Laboratório de Pós-Colheita de Grãos (CPCS/UFMS). Os grãos colhidos foram encaminhados para realização dos testes de secagem em estufa de convecção com ventilação do ar forçado. A secagem foi realizada até os grãos atingirem os teores de água de 8% (b.u.). Após a secagem, os grãos foram armazenados por um período de seis meses. A temperatura do ar de secagem de 65 e 75 °C afetou a qualidade dos grãos, aumentando o índice de acidez do óleo. As condições de armazenamento dos grãos, com temperatura de 20 °C e 60% de UR foram consideradas piores, com o aumento do índice de acidez do óleo. Concluiu-se que as embalagens permeáveis para armazenamento dos grãos tiveram interferência direta no aumento do índice de acidez do óleo extraído.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:23:44 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>EFEITO DOS NÍVEIS DE ADUBAÇÃO E ÁGUA NA QUALIDADE DE FRUTOS DAS PLANTAS DA TOUCEIRA DA BANANA CV. DANGOLA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2336-efeito-dos-niveis-de-adubacao-e-agua-na-qualidade-de-frutos-das-plantas-da-touceira-da-banana-cv-dangola?format=html</link>
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           <media:title type="plain">EFEITO DOS NÍVEIS DE ADUBAÇÃO E ÁGUA NA QUALIDADE DE FRUTOS DAS PLANTAS DA TOUCEIRA DA BANANA CV. DANGOLA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Lima, L. W. F., Coelho, E. F., Queiroz, L. A., Campos, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Musa spp, adensamento de plantio, físico-quimico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade individual dos frutos da bananeira cv. D’Angola com duas plantas por cova, sob duas lâminas de irrigação e três níveis de adubação. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições, em esquema de parcelas subsubdivididas. As parcelas compreenderam três níveis de adubação. As sub-parcelas compreenderam duas lâminas de irrigação e as sub-subparcela as plantas 1 e 2 da touceira, no espaçamento de 2,5 x 2,5 m. Avaliou - se o peso médio da 2ª penca , número de dedos, peso médio do dedo, comprimento e diâmetro do fruto, peso e diâmetro da polpa. Verificou – se mediante analise de variância (teste F) que não houve efeito estatístico (p&lt;0,05) nos níveis de adubação. Para a fonte de variação lâminas de irrigação as médias do peso, diâmetro e rendimento de polpa apresentaram efeito estatístico. A densidade de plantio influenciou a variável peso da penca. As interações não apresentaram efeito significativo. De forma geral as características físicas dos frutos das planta 1 foram superiores as da planta 2 da touceira.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2336-efeito-dos-niveis-de-adubacao-e-agua-na-qualidade-de-frutos-das-plantas-da-touceira-da-banana-cv-dangola?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Lima, L. W. F., Coelho, E. F., Queiroz, L. A., Campos, M. S.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Musa spp, adensamento de plantio, físico-quimico</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade individual dos frutos da bananeira cv. D’Angola com duas plantas por cova, sob duas lâminas de irrigação e três níveis de adubação. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com quatro repetições, em esquema de parcelas subsubdivididas. As parcelas compreenderam três níveis de adubação. As sub-parcelas compreenderam duas lâminas de irrigação e as sub-subparcela as plantas 1 e 2 da touceira, no espaçamento de 2,5 x 2,5 m. Avaliou - se o peso médio da 2ª penca , número de dedos, peso médio do dedo, comprimento e diâmetro do fruto, peso e diâmetro da polpa. Verificou – se mediante analise de variância (teste F) que não houve efeito estatístico (p&lt;0,05) nos níveis de adubação. Para a fonte de variação lâminas de irrigação as médias do peso, diâmetro e rendimento de polpa apresentaram efeito estatístico. A densidade de plantio influenciou a variável peso da penca. As interações não apresentaram efeito significativo. De forma geral as características físicas dos frutos das planta 1 foram superiores as da planta 2 da touceira.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Tue, 14 Apr 2020 09:15:55 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIFERENTES EMBALAGENS NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2309-diferentes-embalagens-na-conservacao-pos-colheita-de-caja-manga?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIFERENTES EMBALAGENS NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, atmosfera modificada passiva, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá-manga submetidos a diferentes embalagens. Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 embalagens com 2 minutos de radiação UV-C (PP, PEBD, PVC+EPS, PET e sem embalagem) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e regressão. Com bases nos resultados, a embalagem de PEBD mostrou interação benéfica com a atmosfera modificada passiva, na manutenção da qualidade pós-colheita adequada, evidenciando-se potencial para o acondicionamento de frutos de cajá-manga.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2309-diferentes-embalagens-na-conservacao-pos-colheita-de-caja-manga?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Vasconcelos, L. H. C., Campos, A. J.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Spondias dulcis, atmosfera modificada passiva, qualidade</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">O cajá-manga, por ser um fruto climatérico, necessita de técnicas que visem manter suas qualidades pós-colheita por maior período, dessa forma, este trabalho teve por objetivo avaliar as características pós-colheita do cajá-manga submetidos a diferentes embalagens. Os frutos foram colhidos na Fazenda e Vinícola Jabuticabal e as análises foram realizadas no laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas da UEG, Anápolis/GO. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado e as repetições em triplicata. Foi utilizado esquema fatorial 5x8, sendo 5 embalagens com 2 minutos de radiação UV-C (PP, PEBD, PVC+EPS, PET e sem embalagem) e 8 dias de análise (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Foram analisados: Perda de massa, Firmeza e Ângulo Hue. As variáveis foram submetidas à analise de variância pelo teste F (P&lt;0,05) e as médias foram analisadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade e regressão. Com bases nos resultados, a embalagem de PEBD mostrou interação benéfica com a atmosfera modificada passiva, na manutenção da qualidade pós-colheita adequada, evidenciando-se potencial para o acondicionamento de frutos de cajá-manga.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:36:24 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DIAGNÓSTICO DAS UNIDADES ARMAZENADORAS DO BRASIL - ANO 2014 -</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2305-diagnostico-das-unidades-armazenadoras-do-brasil-ano-2014?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DIAGNÓSTICO DAS UNIDADES ARMAZENADORAS DO BRASIL - ANO 2014 -</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MACULAN, J. C., RUFFATO, S., PAULA, T. M. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produção, capacidade estática, estruturas de armazenagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Para preservar a qualidade dos grãos, o armazenamento é fundamental dentre todas as etapas de produção e comercialização. Entretanto, as deficiências na capacidade estática de armazenamento podem prejudicar de forma significativa o potencial competitivo desses produtos no agronegócio brasileiro. Objetivou-se com este estudo analisar o cenário das unidades armazenadoras do Brasil, relacionando a produção de grãos e a capacidade estática em cada estado do território nacional. Foram destacados os principais estados produtores e os com maior representatividade em capacidade estática do país. Para isso, foram efetuadas pesquisas e coletas de dados no Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM) administrado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), como também em outros órgãos governamentais. Constatou-se que as estruturas armazenadoras no Brasil consistem em 123,66 milhões de toneladas em silos e graneleiros; e 28,99 milhões de toneladas em armazéns convencionais. Pelos resultados obtidos, verificou-se um expressivo déficit da capacidade de armazenagem no país, sendo de 20,2%, entretanto com grande variabilidade entre os estados e regiões. A maior capacidade estática no país encontra-se no Paraná (22,0%), Mato Grosso (20,2%) e Rio Grande do Sul (19,3%). Déficits expressivos foram verificados em regiões consideradas como sendo fronteira agrícola.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2305-diagnostico-das-unidades-armazenadoras-do-brasil-ano-2014?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>MACULAN, J. C., RUFFATO, S., PAULA, T. M. L.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Produção, capacidade estática, estruturas de armazenagem</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Para preservar a qualidade dos grãos, o armazenamento é fundamental dentre todas as etapas de produção e comercialização. Entretanto, as deficiências na capacidade estática de armazenamento podem prejudicar de forma significativa o potencial competitivo desses produtos no agronegócio brasileiro. Objetivou-se com este estudo analisar o cenário das unidades armazenadoras do Brasil, relacionando a produção de grãos e a capacidade estática em cada estado do território nacional. Foram destacados os principais estados produtores e os com maior representatividade em capacidade estática do país. Para isso, foram efetuadas pesquisas e coletas de dados no Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (SICARM) administrado pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), como também em outros órgãos governamentais. Constatou-se que as estruturas armazenadoras no Brasil consistem em 123,66 milhões de toneladas em silos e graneleiros; e 28,99 milhões de toneladas em armazéns convencionais. Pelos resultados obtidos, verificou-se um expressivo déficit da capacidade de armazenagem no país, sendo de 20,2%, entretanto com grande variabilidade entre os estados e regiões. A maior capacidade estática no país encontra-se no Paraná (22,0%), Mato Grosso (20,2%) e Rio Grande do Sul (19,3%). Déficits expressivos foram verificados em regiões consideradas como sendo fronteira agrícola.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:29:16 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>Determinação da suposição da normalidade dos parâmetros produtividade em custo de produção de cafés do Brasil</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2296-determinacao-da-suposicao-da-normalidade-dos-parametros-produtividade-em-custo-de-producao-de-cafes-do-brasil?format=html</link>
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           <media:title type="plain">Determinação da suposição da normalidade dos parâmetros produtividade em custo de produção de cafés do Brasil</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOBRINHO, J. C., MENEGHETTI, F. B., CARDOSO, D. J., SILVA, J. N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Grãos, correlação, estatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se determinar a suposição da normalidade das variáveis que compõem o custo de produção de cafés no Brasil, bem como da produtividade do grão nas 15 regiões produtoras de café no Brasil. As variáveis avaliadas foram produtividade do grão, custeio da lavoura, despesas com pós-colheita, despesas financeiras, dep reciações, outros custos fixos e renda de fatores, sendo a produtividade do grão expressa em kg.ha-1 e as demais em R$.ha-1. Foram utilizados os parâmetros relativos ao café arábica e robusta (conilon) publicados pela CONAB em abril de 2014, referentes à safra de 2013/14. Para avaliar a normalidade das distribuições, utilizaram-se o teste de Shapiro-Wilk, correlação rQ do Q-Q plot e procedimento gráfico Q-Q plot. A correlação rQ do teste de Q-Q plot apresentou os mesmos resultados obtidos pelo teste de Shapiro-Wilk, seja ele apontando a distribuição como normal ou não, contudo, o procedimento gráfico Q-Q-plot não apresentou resultados conclusivos, uma vez que foram obtidos vários pontos fora da curva. As distribuições das variáveis: custeio de lavoura, despesas com pós-colheita e renda de fatores apresentaram distribuição normal. As distribuições das variáveis produtividade do grão, despesas financeiras, depreciações e outros custos fixos não apresentaram distribuição normal.</p>
</aside>]]></media:description>
                      <guid isPermaLink="true">https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2296-determinacao-da-suposicao-da-normalidade-dos-parametros-produtividade-em-custo-de-producao-de-cafes-do-brasil?format=html</guid>
           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>SOBRINHO, J. C., MENEGHETTI, F. B., CARDOSO, D. J., SILVA, J. N.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Grãos, correlação, estatística</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">Objetivou-se determinar a suposição da normalidade das variáveis que compõem o custo de produção de cafés no Brasil, bem como da produtividade do grão nas 15 regiões produtoras de café no Brasil. As variáveis avaliadas foram produtividade do grão, custeio da lavoura, despesas com pós-colheita, despesas financeiras, dep reciações, outros custos fixos e renda de fatores, sendo a produtividade do grão expressa em kg.ha-1 e as demais em R$.ha-1. Foram utilizados os parâmetros relativos ao café arábica e robusta (conilon) publicados pela CONAB em abril de 2014, referentes à safra de 2013/14. Para avaliar a normalidade das distribuições, utilizaram-se o teste de Shapiro-Wilk, correlação rQ do Q-Q plot e procedimento gráfico Q-Q plot. A correlação rQ do teste de Q-Q plot apresentou os mesmos resultados obtidos pelo teste de Shapiro-Wilk, seja ele apontando a distribuição como normal ou não, contudo, o procedimento gráfico Q-Q-plot não apresentou resultados conclusivos, uma vez que foram obtidos vários pontos fora da curva. As distribuições das variáveis: custeio de lavoura, despesas com pós-colheita e renda de fatores apresentaram distribuição normal. As distribuições das variáveis produtividade do grão, despesas financeiras, depreciações e outros custos fixos não apresentaram distribuição normal.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:10:00 -0300</pubDate>
       </item>
              <item>
           <title>DETERMINAÇÃO DA DIFUSÃO LÍQUIDA DE FOLHAS DE NEEM INDIANO (Azadirachta indica A. JUSS.)</title>
           <link>https://conbea.org.br/anais/publicacoes/conbea-2015/anais-2015/ctp-ciencia-e-tecnologia-pos-colheita/2292-determinacao-da-difusao-liquida-de-folhas-de-neem-indiano-azadirachta-indica-a-juss?format=html</link>
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           <media:title type="plain">DETERMINAÇÃO DA DIFUSÃO LÍQUIDA DE FOLHAS DE NEEM INDIANO (Azadirachta indica A. JUSS.)</media:title>
           <media:description type="html"><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bessa, J. F. V., Resende, O., Morais, W. A., Vidal, V. M., Silva, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Equação de Arrhenius, difusão efetiva, energia de ativação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A espécie Azadirachta indica A. Juss. conhecida como Neem Indiano é uma árvore nativa da Índia, recentemente introduzida no Brasil que possui ampla utilização nas áreas da medicina, agropecuária e cosmética, proporcionada particularmente por suas folhas desidratadas. Devido à importância desta espécie, tem-se a necessidade de conhecimentos específicos de seu pré-processamento, principalmente na secagem de suas folhas. Desta forma, neste estudo objetivou-se determinar a difusão líquida de folhas de Neem Indiano, utilizando três temperaturas de secagem: 35, 50 e 65 ºC. As folhas apresentavam o teor de água inicial de 1,96 ± 0,003 b.s. (base seca, decimal). A secagem prosseguiu até que as folhas atingissem o teor de água de 0,037±0,004 b.s. O modelo matemático da difusão líquida com a solução analítica para a placa plana infinita, com aproximação de oito termos, foi ajustado aos dados experimentais de secagem das folhas de Neem Indiano. Com a realização da secagem até seu equilíbrio higroscópico foi constatado que com aumento da temperatura, ocorre um decréscimo no tempo de secagem e aumento na intensidade do fenômeno de transporte de água. A energia de ativação foi de 27,77 kJ mol-1, se mostrando dentro do intervalo indicado para produtos agrícolas.</p>
</aside>]]></media:description>
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           <description><![CDATA[<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-size: 1.15em; font-family: 'Open Sans', sans-serif;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Autores: </span>Bessa, J. F. V., Resende, O., Morais, W. A., Vidal, V. M., Silva, L. A.</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Ano da publicação: </span>2015</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"> </p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">ISSN: </span>2358-582X</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Área: </span>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</p>
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 0.3em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;"><span style="box-sizing: border-box; font-weight: 600;">Palavras-chave: </span>Equação de Arrhenius, difusão efetiva, energia de ativação</p>
<aside class="text-justify" style="box-sizing: border-box; text-align: justify; margin-top: 1em; font-family: 'Open Sans', sans-serif; font-size: 14px;">
<p style="box-sizing: border-box; margin: 0px 0px 10px;">A espécie Azadirachta indica A. Juss. conhecida como Neem Indiano é uma árvore nativa da Índia, recentemente introduzida no Brasil que possui ampla utilização nas áreas da medicina, agropecuária e cosmética, proporcionada particularmente por suas folhas desidratadas. Devido à importância desta espécie, tem-se a necessidade de conhecimentos específicos de seu pré-processamento, principalmente na secagem de suas folhas. Desta forma, neste estudo objetivou-se determinar a difusão líquida de folhas de Neem Indiano, utilizando três temperaturas de secagem: 35, 50 e 65 ºC. As folhas apresentavam o teor de água inicial de 1,96 ± 0,003 b.s. (base seca, decimal). A secagem prosseguiu até que as folhas atingissem o teor de água de 0,037±0,004 b.s. O modelo matemático da difusão líquida com a solução analítica para a placa plana infinita, com aproximação de oito termos, foi ajustado aos dados experimentais de secagem das folhas de Neem Indiano. Com a realização da secagem até seu equilíbrio higroscópico foi constatado que com aumento da temperatura, ocorre um decréscimo no tempo de secagem e aumento na intensidade do fenômeno de transporte de água. A energia de ativação foi de 27,77 kJ mol-1, se mostrando dentro do intervalo indicado para produtos agrícolas.</p>
</aside>]]></description>
           <author>contato@conbea.org.br (CONBEA)</author>
           <category>Ciência e Tecnologia Pós-Colheita (CTP)</category>
           <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:02:47 -0300</pubDate>
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